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Hot Chip anuncia show em São Paulo em novembro


Hot Chip se apresenta na Audio, em São Paulo, em novembro
Divulgação
O Hot Chip anunciou um show na Audio, em São Paulo, no dia 22 de novembro. O grupo britânico de indie dançante retorna para a celebração dos 20 anos do disco “The Warning”, um dos seus trabalhos mais conhecidos.
Os ingressos estão disponíveis pela Eventim, e os valores variam entre R$ 220 (pista, meia) e R$ 800 (camarote, inteira).
Formado em 2000, o Hot Chip se firmou principalmente na Europa, conquistando fãs com sua música eletrônica dançante e alto astral. O grupo já veio ao Brasil para festivais como o Sónar São Paulo e o Lollapalooza.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jota Quest cancela show no casamento de Viih Tube 15 dias antes e influencer se revolta; entenda


Vih Tube diz que ‘banda famosa’ cancelou apresentação de seu casamento por ela estar “cancelada”. Fãs apontam referências a Jota Quest.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
A influenciadora digital Vih Tube, de 26 anos, afirmou que vai processar a banda que havia contratado para se apresentar em seu casamento, realizado no último sábado (15). Segundo ela, o grupo não revelado cancelou o show faltando apenas 15 dias para o casamento, sob a justificativa de que ela estaria “cancelada” na internet.
Vih Tube não citou o nome da banda no vídeo em que contou o episódio, mas o g1 apurou que é o Jota Quest. Procurada pelo g1 a banda disse que não irá se manifestar sobre o caso.
Entenda o que aconteceu
Tudo começou após Viih Tube publicar um vídeo nas redes sociais na quarta-feira (19). Nele, a influenciadora relembra situações que, segundo ela, “deram errado” durante o casamento.
Sem citar o nome do grupo, Viih Tube afirmou que a banda contratada para a festa era “muito famosa e muito cara” e que teria desistido da apresentação sob a justificativa de que ela estaria “cancelada”.
“Não era permuta, não era parceria, não tinha desconto nem nada do tipo. Eu era uma cliente normal. Tava pagando 100% e obviamente vou cobrar a multa e vou processar.”
Ainda segundo Vih Tube, o contrato previa multa em caso de cancelamento e estabelecia condições para que a apresentação fosse desmarcada. “Eles não podem fazer isso. Você tem que ter no mínimo um motivo cabível, devolver o dinheiro e pagar a multa, coisa que não foi feita”, afirmou.
Amigos de Viih Tube mandam indireta para Jota Quest
Os influenciadores Lucas Rangel e Tata Estaniecki, amigos de Viih Tube e convidados do casamento, começaram a mandar indiretas para Jota Quest nos comentários de uma publicação da influenciadora.
Amigos de Vih Tube, Tata Estaniecki e Lucas Rangel comentaram a publicação com pistas sobre a banda que teria cancelado o show.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
Além deles, a própria Viih Tube afirmou, em determinado momento do vídeo, que havia superado o episódio e que “dias melhores virão”.
A frase chamou a atenção dos seguidores, que apontaram uma possível referência à música “Dias Melhores”, lançada pelo Jota Quest em 2000.
Jota Quest teria alegado atraso no pagamento
Ainda no mesmo vídeo, Vih Tube disse que, inicialmente, a equipe da banda teria informado que o cancelamento ocorreu por causa de um suposto atraso no pagamento. A influenciadora negou.
“Não faz o menor sentido. O pagamento era parcelado e a gente estava pagando certinho. A gente ia pagar tudo antes da data do casamento. ”
De acordo com Vih Tube, depois de questionar a equipe sobre o cancelamento, ela teria recebido por telefone a informação de que o motivo seria, na verdade, o fato de ela estar “cancelada”. A influenciadora afirmou ainda que gravou a ligação.
No relato, Viih Tube não apresentou documentos que comprovassem as condições do contrato nem mostrou o áudio da ligação mencionada.
Sem Jota Quest, qual banda tocou?
No lugar de Jota Quest, o casamento teve apresentações da banda de louvor Celeiro Worship, da banda Menegato, da dupla sertaneja Thainara e Thatiane e do DJ Volpe.
Segundo Viih Tube, as atrações respeitaram as “restrições” do casal e garantiram uma festa que também pôde ser aproveitada pelos filhos dos noivos e dos convidados.
“A festa de casamento perfeita é quando ela é EXATAMENTE a cara dos noivos, e a gente pode dizer que a nossa é uma dessas”, afirmou.
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Influenciadora foi ‘cancelada’ após reality show
Viih Tube esconde moeda de seu reality dentro do vaso sanitário.
Reprodução
Viih Tube passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após lançar, em junho, o reality show “As Patroas”, que mostrava funcionários domésticos que trabalhavam na casa dela e do marido, Eliezer, disputando provas, desafios e um prêmio de R$ 20 mil.
Algumas das atividades, no entanto, geraram uma onda de críticas nas redes sociais. Em uma delas, por exemplo, os funcionários eram desafiados a procurar moedas dentro de vasos sanitários.
O primeiro episódio foi retirado do YouTube menos de 24 horas após a estreia, em meio à repercussão negativa nas redes sociais. O caso chegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que abriu uma investigação para apurar possíveis violações de direitos trabalhistas.
Por fim,Viih Tube e Eliezer precisaram firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e se comprometeram a encerrar o reality, retirar do ar conteúdos considerados irregulares e pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo, além de cumprir outras obrigações previstas no acordo.
Viih Tube e Eliezer se casaram
Viih Tube e Eliezer se casaram em fazenda de Porto Feliz (SP) neste sábado (15)
@lucasbley/Instagram/Reprodução
Os influenciadores Viih Tube e Eliezer se casaram em uma cerimônia realizada em uma fazenda de Porto Feliz, no interior de São Paulo, no último sábado (15).
Juntos desde 2022, o casal decidiu oficializar a união celebrando com familiares e amigos durante dois dias na Fazenda Capela do Bosque, espaço de eventos no campo que incluiu hospedagem, como mostrou a reportagem do g1 Sorocaba e Jundiaí.
A cerimônia civil aconteceu na sexta-feira (14), com um jantar especial à noite. Já o ritual religioso foi realizado na tarde do sábado.
Personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Tata Estaniecki, Lucas Rangel e Arthur Aguiar estiveram presentes. O casamento foi celebrado pelo evangelista Deive Leonardo.
Cerimônia religiosa de Viih Tube e Elieze contou com a presença de outras personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Lucas Rangel e o marido Lucas Bley
Instagram/Reprodução
A data escolhida para o casamento foi a mesma em que Eliezer pediu Viih Tube em namoro. O noivo mencionou a lembrança durante os votos, emocionado, diante da noiva.
Com transmissão ao vivo no Instagram, os seguidores do casal também puderam acompanhar ao momento do “sim”. Após a cerimônia, houve um show de fogos.
“Eu entrei no maior reality show desse país e meu astrólogo me disse: ‘Você vai até o final, mas você não vai ganhar’ . E aí eu preciso dizer publicamente que você, pela primeira vez, errou, porque pelas palavras do próprio ganhador, o Arthur: ‘Incrível como a primeira vitória da sua vida chama Vitória’. A primeira e a maior vitória da minha vida é você, meu amor”, disse Eliezer para Viih Tube.
Viih Tube, Eliezer e os filhos no dia em que oficializaram a união civil, em fazenda de Porto Feliz (SP)
@cinigalhafilmes/Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Astro infantil de ‘Baby Shark’ volta aos palcos como cantor de K-pop


Astro infantil de ‘Baby Shark’ volta aos palcos como cantor de K-pop
Reuters
O astro infantil do vídeo “Baby Shark Dance”, o mais assistido da história do YouTube, lançou seu primeiro single digital de K-pop nesta quinta-feira, uma década depois de ter alcançado a fama.
Park Geonroung, que estrelou o vídeo quando tinha 7 anos, fará sua estreia solo no K-pop sob o nome de “Baby Shark Boy” e conta com o apoio da Pinkfong Company, detentora dos direitos autorais do “Baby Shark”.
“A ‘Baby Shark Dance’ trouxe alegria para pessoas em todo o mundo, e sou muito grato por tantas pessoas ainda se lembrarem de mim de 10 anos atrás. Isso me fez querer voltar e me conectar com as pessoas através da música novamente”, disse ele.
A música cativante, que fala sobre uma família de tubarões, foi lançada em 2016 e, desde então, o vídeo já ultrapassou 17,2 bilhões de visualizações. Ela foi tocada na Casa Branca e elogiada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pelo presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, e por celebridades, além de ter inspirado paródias e uma febre de dança.
Agora no g1
Nos anos que se seguiram ao vídeo, Park estrelou outros programas da Pinkfong. Ele afirmou que seu novo single digital, intitulado “WAVE”, começa com a conhecida melodia de “Baby Shark” antes de passar para um som electropop, para o qual ele contribuiu com a letra.
Park acrescentou que vê o single como o início de uma jornada musical mais longa. “WAVE parece mais um novo começo do que um projeto pontual. Espero continuar mostrando diferentes facetas de mim mesmo por meio da música, bem como de outros tipos de conteúdo”, disse ele.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: Antes de virar hit, ‘Baby, me atende’ gerou desconfiança em produtor e empresário


Mistura de pisadinha com pagode gerou desconfiança, mas rendeu hit “Baby, me atende”
Matheus Fernandes já era conhecido na região Nordeste do país quando gravou seu DVD “Na Praia”, em 2020. O projeto contou com a participação de diversos artistas. Entre eles, o cantor Dilsinho. O feat com o pagodeiro já era garantido, mas a faixa que eles gravariam juntos (“Baby, me atende”) foi definida – e escrita – em cima da hora. E se tornou um dos principais hits de 2021.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Enquanto Dilsinho insistia pra conhecer a música que seria o feat, Matheus Fernandes enrolava o amigo antes da gravação, porque queria que ele cantasse algo “fora da caixa” e com uma levada meio sensual, para combinar com o timbre de voz do artista.
Matheus Fernandes e Dilsinho emplacaram ‘Baby Me Atende’, 1º single do novo projeto do cantor cearense de 29 anos
Divulgação/Nara Fassi
Até que no domingo anterior às filmagens, Matheus decidiu convocar Rodrigo Reis e Igor Costa para uma noite de composições.
Desse encontro, nasceu “Baby Me Atende”, uma música com trechos mais falados do que cantados. Entre seus versos, há lugar para a tão conhecida mensagem automática de caixa postal (após o sinal, deixe seu recado).
A música é uma mistura do pagode com a pisadinha, gênero musical que estava bombando naquele ano.
Toda essa mistura musical, unindo o teclado e a batida da pisadinha com a cuíca e o cavaco do pagode, gerou desconfiança do produtor e do empresário de Matheus.
Eles, e até o próprio Matheus, tinham dúvidas se o resultado final daquilo tudo daria certo.
Mas depois do lançamento, veio o alívio com a aprovação do público — e a música se tornando o primeiro hit nacional do cantor.
Dilsinho e Matheus Fernandes no clipe de ‘Baby Me Atende’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Marília Pêra ganha trailer com imagens raras e narração da própria atriz; ASSISTA


Documentário “Viva Marília” ganha trailer com imagens raras; assista
O documentário “Viva Marília”, que conta parte da história da atriz Marília Pêra (1943-2015), ganhou trailer nesta quinta-feira (20).
Narrado pela própria artista e com imagens raras de seu acervo pessoal, o filme retrata sua carreira na TV, no teatro e no cinema, tendo como pano de fundo a transformação da sociedade brasileira entre os anos 1960 e 1980.
“Viva Marília” tem depoimentos de nomes como Hebe Camargo, Marco Nanini, Jô Soares e Marília Gabriela.
Marília Pêra em imagem do documentário ‘Viva Marília’
Divulgação
“Do teatro à televisão, da comédia ao drama, dos musicais ao cinema, Marília revela suas escolhas, paixões, inquietações e a disciplina que a levou a se tornar uma das grandes divas da cultura brasileira”, diz um trecho da sinopse.
“Ao mesmo tempo, sua trajetória atravessa um Brasil em transformação — das décadas de 1960, 1970 e 1980 à redemocratização — revelando como a sociedade, a cultura e o papel da mulher também mudaram ao seu redor.”
O documentário, uma produção da Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, é dirigido por Zelito Viana e Esperança Motta, com roteiro de Nelson Motta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Demon Hunter processa Netflix por uso de nome em turnê de ‘Guerreiras do K-Pop’


Demon Hunter processa Netflix por uso de nome em turnê inspirada em “Guerreiras do K-Pop”.
Divulgação.
A banda de metal cristã Demon Hunter está processando a Netflix e a promotora de shows “AEG Presents” na Justiça Federal da Califórnia.
O grupo alega que a turnê inspirada no filme de sucesso “Guerreiras do K-Pop” (a “KPop Demon Hunters”) viola suas marcas registradas. A principal questão levantada pela banda é que “Demon Hunter” é justamente o nome usado pelo grupo há mais de duas décadas.
Na ação, apresentada na terça-feira (18), a banda afirma que o anúncio da turnê já estaria causando confusão entre os consumidores. Segundo o grupo, o projeto também pode “ofuscar” sua marca.
“Em suma, a Netflix não tem mais direito de usar a marca KPOP DEMON HUNTERS do que teria para lançar um artista musical, uma turnê de shows e produtos licenciados sob as marcas KPOP METALLICA, KPOP U2 ou KPOP BLACK SABBATH”, afirmou a ação judicial.
Netflix, AEG Presents e representantes da banda ainda não se manifestaram sobre a ação até o momento.
Entenda o caso
Agora no g1
Na ação, a Demon Hunter afirma que os projetos da Netflix e da AEG podem causar confusão entre os consumidores e prejudicar seus negócios.
A banda diz já ter recebido, inclusive, um pedido de reembolso de um pai que comprou por engano ingressos para um de seus shows, acreditando se tratar da turnê de “Guerreiras do K-Pop”.
O grupo também afirma ter recebido um e-mail de um produtor do programa “Inside Edition” solicitando uma entrevista com um dos compositores do filme.
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix
“Como resultado da conduta deliberada dos réus”, a banda “agora enfrenta uma crise existencial, o que torna necessária a propositura desta ação”, afirma a petição inicial.
A Demon Hunter pede que a Justiça impeça o uso do nome “KPop Demon Hunters” em músicas, produtos licenciados e na promoção de shows ao vivo. A banda também solicita uma indenização, em valor não especificado.
Sobre a Demon Hunter
A Demon Hunter foi formada em Seattle, nos Estados Unidos, em 2000. A banda lançou seu álbum mais recente no ano passado e tem uma turnê pelos EUA marcada para outubro.
No Spotify, a banda soma cerca de 350 mil ouvintes mensais. No Instagram, são aproximadamente 124 mil seguidores.
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A Netflix lançou “Guerreiras do K-Pop” em junho de 2025. A animação acompanha um grupo feminino de K-Pop que combate demônios secretamente.
O filme se tornou o mais assistido da história da plataforma, segundo a Netflix. A produção também venceu o Oscar de melhor longa-metragem de animação e de melhor canção.
Em maio, a Netflix anunciou uma parceria com a AEG Presents para levar o filme aos palcos em uma turnê.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio de novo como headliner; relembre estreia no festival


Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
O Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio no dia 5 de setembro como atração principal do Palco Mundo. É a segunda edição seguida em que a banda californiana fecha uma noite na Cidade do Rock.
Na passagem anterior, em 2024, a banda pegou o último horário, mesmo sendo a menos veterana dentre as principais. O grupo fez o seu maior show no Brasil ao estrear como atração principal do Rock in Rio, coroando uma sequência de vindas iniciada em 2008.
Em 2024, o Avenged fechou uma noite de veteranos. Em 2026, o grupo divide o dia com atrações internacionais que se formaram depois deles, como Bring Me the Horizon e Machine Gun Kelly. O dia, que tem ainda o Sepultura, traz o Avenged no topo do cartaz dele.
Quem escolheu ficar em frente ao Palco Mundo compensou a falta de uma multidão maior com uma cantoria intensa, berrando os refrões até o limite com o auge do barulho em “Nightmare”.
Avenged Sevenfold toca ‘Nightmare’ no Rock in Rio 2024
Mesmo sendo o headliner com o menor público do primeiro fim de semana (atrás de Travis Scott e Imagine Dragons), a banda californiana tocou para um fã-clube muito fiel.
A apresentação soube brincar com os grandes clichês de arena, mesclando o peso característico do metalcore com labaredas gigantescas e pirotecnia. O vocalista M. Shadows ditou o ritmo, oscilando entre brincadeiras mais descontraídas, como rir após exibir uma bandeira do Corinthians e receber vaias.
Houve ainda interações bem mais sérias. O tom mais sisudo rendeu discursos emocionados sobre aproveitar o dia e a “jornada da vida”.
O cenário acolhedor de agora também expôs um belo contraste em relação à estreia do grupo no festival, lá em 2013. Naquela época, a banda precisou de muito bom humor para enfrentar a impaciência de alguns roqueiros tradicionais que faziam coros por Iron Maiden nos intervalos das músicas e pareciam reprovar aquela mistura de metal com o hardcore.
Mais de dez anos depois, o show mostrou que a velha exigência pela pureza absoluta do estilo perdeu o sentido para a maioria dos fãs de rock, deixando o caminho livre para a banda ser celebrada. E isso deverá acontecer mais uma vez neste Rock in Rio.
Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso Hayden Panettiere: Agência Antidrogas dos EUA investiga morte de atriz, diz TV


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
A Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) está investigando a morte da atriz Hayden Panettiere. A informação é do canal de TV norte-americana “ABC News”.
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca neste domingo (16).
De acordo com a “ABC News”, as investigações são lideradas pelo Departamento de Polícia da cidade de Greenville, na Carolina do Sul.
Na manhã desta quarta-feira (19), a polícia esteve na casa da família de Brian Hickerson, namorado da atriz. Segundo o boletim de ocorrência, ele e o irmão, Zach, estavam presentes no apartamento quando Hayden sofreu a parada cardíaca.
Segundo o site TMZ, existe uma investigação paralela em parceria com o médico legista para determinar a natureza da morte. A autópsia já foi concluída, mas os resultados toxicológicos seguem pendentes.
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Vício em drogas e álcool
Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
Quem é Hayden Panettiere
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 80 anos de Aldir Blanc são saudados pelo grupo vocal Equale em álbum com Guinga, Ilessi e Marcos Sacramento


Aldir Blanc (1946 – 2020), compositor carioca falecido há seis anos, faria 80 anos em 2 de setembro
Ilustração de Mello Menezes / 2004
♫ NOTÍCIA
♬ Celebrados daqui a duas semanas, os 80 anos do compositor carioca Aldir Blanc (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020) gera tributo fonográfico do grupo vocal Equale ao exímio letrista da MPB, parceiro de João Bosco e Guinga, entre outros compositores da mesma estirpe.
O álbum “Salve, Aldir!” aporta nos aplicativos de áudio na sexta-feira, 21 de agosto, com 13 músicas com letras do bardo carioca ao longo de 12 faixas gravadas com direção musical e regências do maestro André Protásio.
O repertório do álbum “Salve, Aldir!” foi selecionado com ênfase na parceria fundamental de Aldir com João Bosco, criada sobretudo entre 1972 e 1986, mas traz algumas surpresas. A maior delas é “Êxtase” (1981).
“Êxtase” é bissexta parceria de Aldir com Djavan lançada há 45 anos por Djavan no álbum “Seduzir” (1981) e até então regravada somente pelo cantor Augusto Martins em álbum, “Como canções e epidemias” (2021), também dedicado ao cancioneiro de Aldir Blanc. Samba de contorno sinuoso, “Êxtase” ganha a voz adicional do cantor Marcos Sacramento na gravação do Equale.
Capa do álbum ‘Salve, Aldir!’, do grupo vocal Equale
Divulgação
Da parceria de Aldir com Bosco, o grupo vocal tende a pôr vozes em standards – “Corsário” (1975), “O ronco da cuíca” (1975), “Coisa feita” (com adesão de Paulo Emílio na parceria, 1982) e “Nação” (outra da dupla de compositores com Paulo Emílio, 1982) – entre um ou outro tema menos conhecido, casos dos sambas “Profissionalismo é isso aí” (1980) e “Comissão de frente” (1982).
Sobra da parceria de Aldir Blanc com Guinga, tendo sido composta em meados dos anos 1990, “Navio negreiro” emergiu há cinco anos no álbum “Aldir Blanc inédito” (2021), voltando à tona com o Equale em gravação que junta as vozes de Guinga e Ilessi ao canto do grupo vocal.
O pianista e parceiro Cristovão Bastos completa o naipe de convidados do álbum “Salve, Aldir!”, tocando piano no bolero “Resposta ao tempo” (1998), apresentado ao Brasil na voz da cantora Nana Caymmi (1941 – 2025).
Editado pelo gravadora Biscoito Fino, o álbum “Salve, Aldir!” tem arranjos de André Protásio, Dalton Coelho, Flavio Mendes, Katarina Assef e Taiana Machado.
Com inusitadas harmonizações vocais, marca do coletivo carioca, a saudação do grupo a Aldir Blanc se junta a tributos fonográficos prestados pelo Equale aos compositores Gilberto Gil, Milton Nascimento e Dorival Caymmi (1914 – 2008).
O grupo vocal Equale canta 13 músicas com letras de Aldir Blanc no álbum ‘Salve, Aldir!’
Cezar Adnet / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Coração materno de Elis Regina é dissecado em documentário baseado no livro do filho João Marcello Bôscoli


Elis Regina (1945 – 1982) com os três filhos em imagem do documentário ‘Elis & eu’
Reprodução /Vídeo
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Elis & eu
Direção: André Buchatsky
Roteiro: André Buchatsky e André Rodrigues
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “Naquele mundo que a gente tinha ali, era ela quem provia os superpoderes para todo mundo. Eu tinha 11 anos, mas foi assim que a vida se deu, né?”. A fala de João Marcello Bôscoli é ouvida quase ao fim de “Elis & eu”, documentário de André Buchatsky que estreia na próxima terça-feira, 25 de agosto, no canal Universal +. Ela era Elis Regina (1945 – 1982), a fenomenal cantora que partiu aos 36 anos, deixando três filhos no mundo, sendo João Marcelo o primogênito.
O filme de Buchatsky busca reconstituir o mundo de João Marcello Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita com Elis – a mãe deles, não a cantora famosa e querida em todo o Brasil – ainda viva.
A rigor, o diretor expande na tela o tocante relato íntimo feito por João no livro “Elis e eu – 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe” (2019), base do roteiro construído por Buchatsky e André Rodrigues com mix de depoimentos, imagens de arquivo, dramatizações e números musicais. Ao longo da maior parte dos 80 minutos, o coração materno de Elis Regina Carvalho Costa é dissecado e dimensionado, espocando na tela do mesmo tamanho da voz da cantora.
A entrevista de João Marcello Bôscoli é o eixo do roteiro, mas os depoimentos de Pedro Mariano (o filho do meio com quem João Marcelo dividiu quartos durante anos), de Celina Silva (secretária pessoal de Elis), da cantora Wanderléa, de Natan Marques (guitarrista e diretor musical do último show da cantora), de Ione Cirilo (amiga de Elis) e do jornalista Julio Maria (biógrafo de Elis) ajudam a contextualizar o universo particular de Elis com os filhos ao longo da década de 1970 e no início dos anos 1980, precisamente até 19 de janeiro de 1982, dia em que este mundo desmoronou e teve que ser reconstruído sem a presença física da matriarca.
Maria Rita, a caçula de Elis, não gravou depoimento para o filme, mas é ouvida através de breve fala de entrevista dada em 2016 para programa de TV.
“A memória é como um músculo que você precisa exercitar, se não atrofia”, diz Pedro Mariano, puxando o fio da memória dos anos vividos com a mãe na casa da Serra da Cantareira, em São Paulo (SP).
Os depoimentos perfilam Elis como mãe extremamente carinhosa, às vezes necessariamente rígida – impressiona a atitude que tomou para educar João Marcelo ao tomar consciência de que o filho, então com seis anos, pegara dinheiro da bolsa da mãe – e sempre zelosa, seja cozinhando com talento que impressionava quem provava da comida de Elis (“Vocês tinham que me ver cantando”, brincou, diante dos elogios recebidos pelo tempero), frequentando reuniões escolares ou cultivando uma horta. Tudo isso em meio à rotina profissional de uma cantora que lançava um álbum por ano e vivia fazendo shows pelo Brasil.
“Pela profissão dela, ele se sentia meio que em débito com os filhos”, revela a jornalista Ione Cirilo, amiga e confidente de Elis, acrescentando que a cantora procurava compensar as ausências com educação tão amorosa quanto rigorosa. “Ela amava esses filhos, elas disciplinava esses filhos, ela tomava conta deles, ela orientava, ela castigava quando precisava…”, enumera Ione.
Recorrentes no roteiro, com Antônio Menqui e Vitor Constantino representando João Marcelo Bôscoli em diferentes idades, as dramatizações escapam por pouco da artificialidade por conta da atuação de Lilian Menezes, que interpreta Elis no documentário, revivendo a personagem que encarou no palco no espetáculo “Elis, a musical”. Impressiona o canto do samba “Madalena” (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1970) na voz de Lilian porque a intérprete chega perto do registro original de Elis, ainda que o número musical esteja sem função no roteiro.
Permeado por falas da própria Elis Regina sobre a maternidade, extraídas de entrevistas para programas de TV, o documentário “Elis & eu” descortina um poucos dos bastidores da vida privada de Elis, ampliando o relato íntimo e pessoal do livro de João Marcelo Bôscoli, o pré-adolescente de 11 anos que teve que seguir a vida sem os superpoderes da mãe.
Cartaz do documentário ‘Elis & eu’, de André Buchatsky
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento