Categorias
ENTRETERIMENTO

The Rock canta clássico de Zeca Pagodinho ao lado de Péricles em visita ao Brasil


The Rock canta clássico de Zeca Pagodinho ao lado de Péricles em visita ao Brasil
Reprodução/Redes sociais
O ator Dwayne Johnson, conhecido como The Rock, entrou no clima brasileiro durante sua passagem pelo Rio de Janeiro e se arriscou no samba ao lado de Péricles.
O encontro aconteceu na última sexta-feira (3), durante uma entrevista de divulgação do live-action de Moana, quando os dois cantaram um trecho de “Jura”, clássico composto por José Barbosa da Silva, o Sinhô, e eternizado nas vozes de Noel Rosa e Zeca Pagodinho.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Após a repercussão do momento, Péricles comemorou o encontro e elogiou o ator.
“Que honra incrível! Sou um grande fã, então ter a chance de apresentar o nosso samba para você é algo que nunca vou esquecer. Parabéns pela sua gentileza, carisma e talento inegável. Volte quando quiser! O Brasil sempre estará de braços abertos para você”, publicou.
Em tom descontraído, o cantor ainda brincou com o refrão da música: “Agora vamos cantar: ‘Juraaa… Juraaa… de coração'”.
Initial plugin text
Em outra publicação, feita na quinta-feira (3), o sambista agradeceu o convite da Disney e destacou a experiência ao lado do astro.
“Que honra enorme! O live-action de Moana está absolutamente espetacular, e o The Rock é incrível. Espero que você tenha gostado do nosso samba! Obrigado à Disney Brasil pelo convite!”, escreveu.
Em entrevista à Billboard Brasil, Péricles contou que explicou a letra da música para que o ator entendesse o significado antes de cantar.
“Ele gostou do samba, queria até cantar. Eu traduzi a música para que pudesse entender a letra e se sentir mais à vontade. Foi maravilhoso”, afirmou.
Turnê mundial de ‘Moana’
A passagem de The Rock pelo Brasil faz parte da turnê mundial de divulgação do live-action de Moana. Antes de chegar ao Rio, o ator passou por países como Havaí, China, Austrália e Inglaterra promovendo o longa, do qual também é produtor executivo.
Conhecido por filmes como Velozes e Furiosos e Jumanji, além da carreira no wrestling, ele voltou a interpretar o semideus Maui, personagem que dublou na animação de 2016.
O filme, estrelado por Catherine Laga’aia no papel de Moana, estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (9).
Mesmo com a agenda cheia, o ator não deixou de lado a rotina de exercícios. Na quinta-feira (2), foi fotografado ao deixar uma academia no Leblon, na Zona Sul do Rio.
No dia anterior, também treinou em uma academia no Humaitá, onde posou para fotos com fãs e funcionários do local.
No Rio, Dwayne Johnson mantém rotina fitness e treina no Leblon
Dilson Silva/AgNews
‘The Rock’ Dwayne Johnson treina em academia no Humaitá em passagem pelo Rio para divulgar ‘Moana’
Reprodução
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Luís Roberto detalha tratamento contra câncer e agradece apoio: ‘A gratidão me move’


Luís Roberto
Léo Rosario/Globo
O jornalista esportivo Luís Roberto participou neste domingo (5) do programa “Domingão com Huck” e comentou sobre o seu tratamento contra o câncer.
A doença foi descoberta dois meses antes da Copa do Mundo, o que o fez se afastar da cobertura do evento.
No início de abril, o narrador anunciou que iria se ausentar das transmissões esportivas para passar por cuidados médicos. Ele foi diagnosticado com uma neoplasia na região cervical, que é um crescimento anormal de células capaz de formar massas ou tumores.
O jornalista explicou que o tratamento vem ocorrendo ao longo dos últimos dois meses. No total, ele foi submetido a 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia.
“Cada um de nós pode passar por um desafio desses. Em um exame de rotina, descobrir que você tem um câncer e tem que correr para fazer um tratamento, que é pesado”, comentou.
Durante a atração, Luís Roberto agradeceu à “avalanche de carinho” que recebeu de amigos, familiares e das “milhares de pessoas que te dão força mental”.
“Gratidão é uma palavra que, às vezes, a gente banaliza. Mas, neste momento da minha vida, e num dia tão especial, com a Seleção jogando eliminatória da Copa do Mundo, eu preciso dizer que a gratidão me move”, afirmou.
Ao final, o jornalista deixou um recado sobre a importância do preparo psicológico durante o processo médico. “É importante que todos estejam preparados para estar forte, porque a saúde mental conta”, concluiu.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Relembre como Gal Costa entrou em campo há 40 anos para incentivar a Seleção Brasileira na Copa de 1986


Gal Costa (1945 – 2022) posa com Rivelino, Jairiznho e Carlos Alberto Torres (1944 – 2016) no lançamento da campanha ’70 neles!’
Reprodução / Instagram Gal Costa
♫ MEMÓRIA
♬ A foto acima mostra Gal Costa (1945 – 2022) ao lado de três dos maiores craques do futebol brasileiro de todos os tempos – Roberto Rivelino (à esquerda), Jair Ventura Filho, o Jairzinho (de terno) e Carlos Alberto Torres (1944 – 2016) – em dezembro de 1985 em evento realizado no Rio de Janeiro (RJ) para lançar a campanha publicitária “70 neles!”.
Produzida por empresa de cigarros, a campanha apresentou Gal – então no auge da popularidade com o então recente álbum “Bem bom” (1985), promovido com a balada “Um dia de domingo” – como a voz da Seleção Brasileira na então próxima Copa do Mundo de 1986, que seria disputada no México.
Para incentivar a Seleção Brasileira na conquista do Tetracampeonato, Gal entrou em campo há 40 anos com a gravação de jingle inédito composto por Antônio Edgard Gianullo e Vicente de Paula Salvia. Com título alusivo à conquista do tricampeonato brasileiro na Copa de 1970, disputada no mesmo México, a marcha “70 neles” foi gravada por Gal com produção musical de Guti Carvalho e lançada em 1986.
Editada em single avulso, além de ter sido veiculada na propaganda da marca de cigarros exibida na TV, a gravação de “70 neles” foi posteriormente incluída na coletânea de Gal Costa na série “Focus”, produzida por Adriana Ramos em 1999 para a gravadora BMG.
Como sabido, apesar do incentivo de Gal e da torcida, o sonho do tetra acabou sendo adiado com a eliminação do time do Brasil pela França nas quartas de final. Contudo, a gravação da marcha “70 neles” ficou na história de Gal Costa e das Copas do Mundo.
♪ Relembre a letra do jingle “70 neles”:
“Vai começar de novo
É novamente tempo de paixão
Prepare o coração
Bate pé
É Brasil outra vez
Com a bola no pé
Com uma coragem nova
Se a vida é uma prova
Estamos aí pra vencer
O mundo inteiro vai ver como é
Brasil outra vez em pé
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles
Setenta neles
Setenta neles outra vez Brasil
No coração da gente
Uma esperança quente
O pé do nosso craque
Que luta, que dribla
Que chuta, que marca o gol
Gritar um grito novo
O grito do povo
Coro que traz a emoção
Mostra que a força do povo é que é
Brasil outra vez em pé
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles
Setenta neles
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

A vida presta, Leo Jaime…


Leo Jaime participa de show no Rio de Janeiro (RJ) em tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022)
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ “A vida não presta”. Quarenta anos antes de Fernanda Torres sentenciar que a vida presta (e muito!) ao receber o Globo de Ouro de melhor atriz em janeiro de 2025 pela interpretação de Eunice Paiva (1929 – 2018) no filme “Ainda estou aqui” (2024), Leo Jaime cravou justamente o contrário no título da bela e melancólica balada “A vida não presta”, apresentada pelo artista goiano em 1985 como a terceira das dez faixas do álbum “Sessão da tarde”, título mais bem-sucedido da discografia de Leo Jaime.
Essa associação entre a fala da atriz e o nome da canção de Leo me veio à mente quando assisti à participação do cantor no show em tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022) apresentado por Malu Rodrigues e a banda do Tremendão na noite de quinta-feira, 2 de julho, no Manouche, casa de shows do Rio de Janeiro (RJ).
Não sabia que Leo Jaime participaria do show, mas fiquei feliz com a surpresa de revê-lo em cena. Até porque o próprio Erasmo via Leo como uma espécie de sucessor na dinastia do rock brasileiro.
Talvez a vida prestasse mais se Leo Jaime fosse mais reverenciado. Sim, a partir da década de 1990, a vida e o mercado parecem ter sido injustos com o cantor, compositor, ator e escritor de atuais 66 anos.
Ao longo dos anos 1980, Leo lançou cinco álbuns. Ao primeiro, “Phodas C” (1983, disco de tom tecnopop e repertório irregular), seguiram-se “Sessão da tarde” (1985, LP com lado A de acabamento pop irretocável), “Vida difícil” (1986, primeiro suspiro de maturidade do artista com a bela canção “Nada mudou”), “Direto do meu coração para o seu” (1988, disco romântico no qual o cantor regravou “Gatinha manhosa”, sucesso de Erasmo Carlos em 1966) e “Avenida das desilusões” (1989, disco imerso em um universo em desencanto que trouxe fluente abordagem de “Índios”, música do segundo álbum da Legião Urbana).
A sequência desses cinco álbuns pareceu sugerir uma carreira luminosa para Leo Jaime. Mas tudo degringolou na década de 1990. Trocar a gravadora CBS pela Warner Music se revelaria um mau negócio para o artista. Embate do cantor com a companhia fonográfica após o lançamento do álbum “Sexo, drops e rock’n’roll” (1990) – tentativa frustrada de fazer Leo voltar a um universo adolescente que já não se afinava com um homem de então 30 anos – pôs Leo Jaime dentro da geladeira da Warner.
Foram cinco anos até o retorno do cantor ao mercado fonográfico com bom álbum de intérprete, “Todo amor” (1995). Mas aí o mundo já era outro, a trilha sonora do Brasil já era outra e Leo Jaime perdeu o bonde da história musical, tendo que se reinventar profissionalmente ao dar ênfase aos ofícios de ator, cronista e redator de programas de TV. Tendo estreado no elenco do musical “Os saltimbancos” (1977 / 1978), Leo já era uma artista multimídia antes da criação do termo.
De lá para cá, Leo Jaime lançou somente mais um (bom) álbum, “Interlúdio”, editado já em 2008. Particularmente, sempre fiquei triste com as dissonâncias da trajetória musical de Leo Jaime a partir dos anos 1990. Talvez porque tenha ouvido muito o álbum “Sessão da tarde”, irresistível tratado juvenil sobre o amor e a desilusão sob a ótica dos loosers ou, em bom português, dos garotos pobres apaixonados por meninas de melhores condições sociais.
Sob o prisma pessoal, Leo Jaime também marcou momento inesquecível da minha vida. Tinha eu 33 anos em 1998 quando fui ao Teatro da Praia, no bairro carioca de Copacabana, assistir ao show “Fotografia”, no qual Leo se juntava a Leoni – compositor com bom domínio do idioma pop e revelado como integrante do grupo Kid Abelha no ano em que Leo lançou o primeiro álbum – para passar em revista os cancioneiros de ambos.
Eram somente os dois no palco do teatro e, em determinado momento da apresentação, Leo e Leoni falaram – com certa nostalgia – da modernidade dos anos 1980, da vida e das canções dos tempos de juventude. Ali, naquele flash do show “Fotografia”, eu me toquei – sem sofrimento, mas com algum espanto – que também não era mais jovem.
Hoje, na véspera de completar 61 anos, entendo que há beleza em todo o inexorável fluxo da vida e que ela, a vida, sempre presta, ainda que muitas vezes seja difícil e injusta. Sim, Leo Jaime, Fernanda Torres tem razão. A vida presta…

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Belchior é revivido com reedição em LP de álbum de 1988 em que citou poetas, Bob Dylan, Freud e Martin Luther King


Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘Elogio da loucura’, de Belchior (1946 – 2017)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A reedição em LP do 11º álbum de Belchior, “Elogio da loucura”, gravado em julho de 1988 com produção musical de Antonio Foguete e lançado naquele mesmo ano pela gravadora PolyGram, oferece oportunidade aos seguidores do artista de conhecer mais a fundo uma obra que, a rigor, costuma ser cultuada somente pela discografia lançada por Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) ao longo dos anos 1970, década áurea do cantor e compositor cearense nascido há 80 anos.
Nenhuma das dez músicas do repertório inteiramente autoral do álbum “Elogio da loucura” sobressaiu ao longo do tempo. Talvez porque as composições tenham sido embaladas na moldura eletrônica que caracterizava a produção musical da década de 1980, mas que não se afinava com a alma da obra do artista.
Contudo, a veia crítica de Belchior pulsou forte e com certa acidez nas letras de músicas como “Balada de Madame Frigidaire”, “Kitsch metropolitanus” (Belchior e Jorge Mello, 1988) e “Os profissionais” (Belchior, 1988), entre outras, em versos repletos de citações e referências que iam de Bob Dylan a Martin Luther King Jr. (1949 – 1968), passando pelo poeta Álvares de Azevedo (1831 – 1852) e pelo psicanalista Freud (1856 – 1939).
Do poeta paulistano, Belchior tomou emprestado o título de antologia de 1853 para batizar “Lira dos vinte anos”, parceria do artista com Francisco Casaverde que abre o lado B do LP reeditado com vinil fumê translúcido esfumaçado. Detalhe: a mesma dupla de compositores assinava a música que abre o lado A, “Amor de perdição”, cujo título vem do nome do livro publicado em 1862 por outro poeta do século XIX, o português Camilo Castelo Branco (1825 – 1890).
Com o parceiro conterrâneo Graccho Silvio Braz Peixoto da Silva, o Graco, o artista cearense assinou nada menos do que quatro das dez músicas do álbum “Elogio da loucura”. O lote de composições dos parceiros é formado por “Tambor tantã”, “No maior jazz”, “Recitanda” – música cuja letra cita versos de alguns dos maiores sucessos de Belchior na década de 1970 – e “Arte final”, esta também assinada por Jorge Mello.
O álbum “Elogio da loucura” foi lançado um ano após o disco de 1987, “Melodrama”, que marcou a volta de Belchior à gravadora pela qual o cantor apresentara em 1976 o álbum que o consolidou na música brasileira, “Alucinação”, disco que completa 50 anos em 2026 com o disco mais referencial da obra fonográfica de Belchior, cantor que sempre pareceu andar cansado do peso da própria cabeça, motor de canções e álbuns que lhe garantiram a imortalidade na música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Nirvana’, ‘Graça’ e ‘Musa’: Sabrina Sato revela nomes que cogitou para uma filha; veja lista


Sabrina Sato revela quatro nomes que cogitou para uma filha; veja quais são.
Redes sociais
Grávida de um menino, Sabrina Sato surpreendeu os seguidores na última sexta-feira (3) ao revelar quais seriam as opções de nome para o bebê caso estivesse esperando uma menina.
A apresentadora respondeu à curiosidade durante uma caixinha de perguntas aberta nos stories do Instagram.
Questionada por um internauta sobre quais nomes havia cogitado para uma filha, Sabrina respondeu com uma lista de quatro sugestões:
Nirvana
Mina
Graça
Musa.
Os nomes chamaram a atenção nas redes sociais por fugirem do convencional e rapidamente passaram a ser comentados pelos seguidores da apresentadora.
Primeiro filho com Nicolas Prattes
Agora no g1
Sabrina, de 45 anos, espera o primeiro filho com o ator Nicolas Prattes, de 29.
A novidade foi compartilhada no dia 22 de junho, através de uma publicação conjunta nos perfis oficiais do casal nas redes sociais.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O anúncio foi feito por meio de um vídeo narrado por Zoe, de 7 anos, primeira filha da apresentadora com o ator Duda Nagle.
Na gravação, a menina brinca com a novidade:
“O Zezé [Nicolas Prattes] vai ser pai pela primeira vez. Eu vou ser irmã pela primeira vez. E minha mamãe vai ser mãe pela segunda vez. Ê, mãe, você tá sempre na frente, né?”, diz Zoe na narração.
Initial plugin text
O casal, que está junto desde 2024, celebrou o novo momento da família na legenda da postagem.
“O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo 🤍🙏”, escreveram.
Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciam gravidez do 1º filho
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Jardim intimista, smoking branco, celular proibido: os detalhes do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce, segundo convidados


Travis Kelce, do Kansas City Chiefs, comemora com Taylor Swift em janeiro de 2024
Patrick Smith / AFP
O noivo usou um smoking branco, o casal escreveu seus próprios votos e Stevie Nicks cantou, segundo convidados do casamento desta sexta-feira (3) entre a superestrela da música Taylor Swift e o jogador de futebol americano Travis Kelce.
A cerimônia ocorreu em um jardim intimista construído especialmente para a ocasião dentro da arena Madison Square Garden, em Nova York. O local normalmente recebe jogos de basquete e hóquei, além de shows e outros eventos.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Detalhes do casamento luxuoso, mantido sob forte sigilo, começaram a surgir neste sábado (4). A união foi confirmada em grandes painéis publicitários que exibiam a mensagem “JUST MARRIED!”.
A cantora pop e o jogador não divulgaram fotos. Além disso, proibiram o uso de celulares durante a cerimônia. Alguns convidados, no entanto, compartilharam detalhes do evento.
Agora no g1
Vários descreveram um ambiente de jardim dentro da arena fechada e sem janelas, onde normalmente milhares de pessoas assistem a jogos de basquete, hóquei, shows de rock ou apresentações no gelo. O local foi visto como uma escolha incomum para a troca de votos.
O cenário era “o mais intimista possível, considerando que era o Madison Square Garden”, disse o apresentador George Stephanopoulos no programa “Good Morning America”, da ABC. “Um verdadeiro jardim dentro do Garden. Simplesmente lindo.”
“É difícil imaginar que um lugar tão grande e um casamento com tantas estrelas pudessem parecer tão pessoais e tão íntimos”, afirmou.
A equipe de Swift disse que o casal usou looks da marca de luxo Christian Dior, mas divulgou poucos outros detalhes. Um representante da cantora não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters. Nenhuma foto oficial foi divulgada.
A apresentadora Robin Roberts, do programa “Good Morning America”, da TV americana, afirmou que o casamento teve muitos toques personalizados.
“Eles tinham vizinhos e amigos do ensino médio”, afirmou. “Era como qualquer casamento que você poderia frequentar.”
Telão anuncia casamento de Taylor Swift e Travis Kelce
Reuters
O evento, no entanto, reuniu uma lista de convidados de alto nível. Entre as celebridades vistas entrando ou saindo do Madison Square Garden na sexta-feira estavam Selena Gomez, Tom Hanks, Steven Spielberg, Bradley Cooper, Gigi Hadid, Paul McCartney, Gracie Abrams, Jason Sudeikis e Hugh Grant. Segundo a imprensa, mais de 1.000 pessoas foram convidadas.
Roberts confirmou ainda a apresentação de Stevie Nicks, ex-vocalista do Fleetwood Mac e artista solo de longa carreira, amiga de Swift. Ela também disse que os noivos escreveram seus próprios votos.
Adam Aron, CEO da AMC Theatres, publicou um relato detalhado na rede social X (posteriormente removido), afirmando que o casamento ocorreu em uma pequena parte da arena isolada do restante do espaço, “sem qualquer sinal de que ali já tivesse havido um jogo de basquete ou hóquei”.
“Após algumas músicas românticas suaves para ambientar o espaço, violinos e violoncelos deram início à cerimônia. Liderando o evento, o elegante Travis em um smoking branco e uma Taylor de tirar o fôlego em um vestido de noiva branco deslumbrante com cauda e véu longo”, escreveu Aron.
Ele disse ainda estar próximo do círculo de Taylor Swift desde o lançamento do filme da turnê Eras Tour, em 2023.
Joseph Kahn, diretor de vários clipes de Swift, brincou sobre a política de proibição de celulares no evento. “Não fico tanto tempo sem meu celular desde 1992”, publicou no X.
O apresentador Jimmy Fallon chega ao casamento de Taylor Swift e Travis Kelce
Reuters
Convidados chegam para casamento de Taylor Swift e Travis Kelce
Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Amplidão da obra de Erasmo Carlos é exposta em show na esfera do cover


A cantora Malu Rodrigues é a solista de show feito com banda formada por músicos que tocaram com Erasmo Carlos (1941 – 2022)
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Malu Rodrigues e banda do Tremendão tocam Erasmo Carlos
Artistas: Malu Rodrigues – com os músicos Luiz Lopez, Mario Vitor, Pedro Herzog e Rike Frainer
Data e local: 2 de julho de 2026 no Manouche (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★
♬ Pedra fundamental na construção do rock no Brasil dos anos 1960, ainda que naquele início a vertente nacional do gênero tenha sido decalcada da matriz norte-americana, a obra pioneira de Erasmo Carlos (5 de junho de 1941 – 22 de novembro de 2022) é grande no sentido da qualidade e da quantidade.
Ao longo de seis décadas de atuação no universo pop, o cantor, compositor e músico carioca partiu do rock da Jovem Guarda para transitar pelo samba-rock, pelo soul, pelo funk e pelas canções de amor – recorrentes na musicografia do artista – até voltar para as origens no derradeiro álbum, “O futuro pertence à… Jovem Guarda” (2022), lançado no último ano de vida do Tremendão.
A amplidão do cancioneiro de Erasmo Carlos saltou aos ouvidos ao longo das duas horas do show “Malu Rodrigues e banda do Tremendão tocam Erasmo Carlos”, apresentado no Manouche, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de quinta-feira, 2 de julho, como tributo antecipado ao artista pelos 85 anos que o Gigante gentil completaria amanhã, domingo, 5 de junho.
Do ponto de vista instrumental, o show resultou excelente – até porque a banda que dividiu o palco com a solista Malu Rodrigues era formada por quarteto que tocou com o cantor. Se Luiz Lopez (guitarra) e Rike Frainer (bateria) dividiram palcos e estúdios com Erasmo Carlos por mais de 10 anos, Mario Vitor (guitarra) e Pedro Herzog (baixo) tocaram com o Tremendão em várias ocasiões.
Ou seja, todo mundo sabia o que estava tocando. Sem falar que o maestro e tecladista José Lourenço – habituado a tocar com Erasmo e com pleno domínio do universo musical do artista – fez luxuosa participação no tributo, traduzindo nos teclados o clima da canção “É preciso dar um jeito, meu amigo” (1971) e dando show à parte em passagem instrumental de “É preciso saber viver” (1968), número coletivo do bis que arrematou o tributo com a presença do outro convidado, Leo Jaime.
Discípulo de Erasmo, apontado pelo próprio como um sucessor quando despontou nos anos 1980, Leo Jaime justificou o tremendo aval nas duas músicas que cantou em dueto com Malu Rodrigues, “Gatinha manhosa” (1965) – gravada por Jaime em 1988 – e “Sou uma criança, não entendo nada” (1974, única parceria de Erasmo com Ghiaroni).
Em que pesem as participações realmente especiais, o show raramente ultrapassou a fronteira do cover. Cantora e atriz projetada em musicais de teatro, Malu Rodrigues confirmou a afinação e a boa técnica vocal, sem no entanto imprimir as próprias digitais de intérprete no canto do cancioneiro de Erasmo Carlos, quase todo composto em parceria com Roberto Carlos.
A ausência de uma personalidade vocal mais bem delineada no canto da solista ficou evidenciada já nos três rocks – “Minha fama de mau” (1964), “Vem quente que estou fervendo” (Eduardo Araújo e Carlos Imperial, 1967) e “Quero que vá tudo pro inferno” (1965) – que abriram o roteiro sem o fogo que incendiava Erasmo nas jovens tardes de domingo.
Da mesma forma, Malu deixou escapar a melancolia entranhada na balada “Devolva-me” (Lilian Knapp e Renato Barros, 1966). Em contrapartida, a cantora acertou o tom delicado e quase interiorizado da canção “Mais um na multidão” (2001), parceria de Erasmo com Carlinhos Brown e Marisa Monte que alavancou o álbum “Pra falar de amor” (2001), disco que expandiu a obra de Erasmo com repertório inédito, encerrando o período de entressafra da década de 1990.
Os bons solos vocais dos músicos corroboraram a sensação de que o show estava situado na seara do cover, inclusive pelas similaridades dos timbres de alguns músicos com o do Tremendão.
Se o baixista Pedro Herzog deu voz à balada “Minha superstar” (1981), o baterista Rike Frainer cantou “Gente aberta” (1971), música do álbum “Carlos, Erasmo…”, disco que expandiu a obra de Erasmo além do horizonte da Jovem Guarda, inclusive com a gravação de um rock politizado de Taiguara (1945 – 1996), “Dois animais na selva suja da rua” (1971), grande surpresa do roteiro.
Já o guitarrista Mario Vitor fez solo vocal na bela canção “Mulher (Sexo frágil)” (1981) e dueto com Malu Rodrigues na canção existencialista “Sentado à beira do caminho” (1969), símbolo da desorientação momentânea de Erasmo Carlos após o fim da Jovem Guarda. Por fim, o outro guitarrista Luiz Lopez apresentou tema de lavra própria, “Erasmo” (2022), composto por Lopez há quatro anos sob o impacto da morte de Erasmo Carlos.
Acima de qualquer interpretação, sobressaiu no show a força perene da obra de Erasmo Carlos, dono de um cancioneiro gigante e – ao contrário do que possa fazer supor a falsa fama de mau – quase sempre amoroso e gentil.
Malu Rodrigues divide o palco da casa Manouche com Luiz Lopez (guitarra), Rike Frainer (bateria), Mario Vitor (guitarra) e Pedro Herzog (baixo)
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rock in Rio 2026: veja programação completa


Rock in Rio divulga atrações para os dias 6 e 13 de setembro
Calvin Harris, Black Eyed Peas, Foo Fighters, Elton John e Maroon 5 são algumas das estrelas que se apresentam no Rock In Rio 2026.
O festival acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro. E os ingressos para dias de Calvin Harris e Maroon 5 já estão esgotados.
A venda geral de ingressos começou no dia 8 de junho, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
VEJA PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2026
Dia 4 de setembro
Palco Mundo
Foo Fighters se apresenta no The Town 2023
Luiz Gabriel Franco/g1
Foo Fighters
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Palco Sunset
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Detonautas convidam Biquini
Di Ferrero
New Dance Order
Steve Angello
Giu x Carola
Atkö
Cat Dealers
Espaço Favela
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
Palco Supernova
Diogo Defante
Venere Vai Venus
Rock in Gil com Larissa luz
Chady
Palco Global Village
Giovana Moraes
Leela
Paulinho Moska
Dia 5 de setembro
Palco Mundo
Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio
Stephanie Rodrigues/g1
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
MGK
Sepultura
Palco Sunset
Bad Omens
Poppy
Black Pantera convida Nervosa
Malvada convida Day Limns
New Dance Order
James Hype
Volkoder
Camina Jun x Eli Iwasa
Victor Lou
Espaço Favela
Major RD
Canto Cego
Quantum
Palco Supernova
Zerobadass
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
Palco Global Village
Korzus
Noturnall + Russell Allen
Rhegia
Dia 6 de setembro
Palco Mundo
Calvin Harris
Reprodução/Instagram
Calvin Harris
Black Eyed Peas
Nelly
Barão Vermelho Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães
Palco Sunset
Ne-Yo
Jota Quest toca Tim Maia
BaianaSystem
Calema
New Dance Order
Meduza
Casa Bonita / Brisotti & Viot
Liu
Sofi Tukker
Espaço Favela
Xamã
Rael
Budah
Palco Supernova
João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzrieg Psycho Bop Ramones 50”
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
Palco Global Village
Mohamed Ramadan
Mãeana
Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
Elton John durante a apresentação no festival Glastonbury, no domingo (25)
Oli Scarf/AFP
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
Fatboy Slim
Aline Rocha
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Max Styler
Espaço Favela
Belo
Mart’nália
Tiee
Palco Supernova
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
Palco Global Village
João Bosco
Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Divulgação
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
Hwasa
Nexz
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convidam Duquesa
Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
Neelix & Vegas
Omiki
Departamento
Anna
Espaço Favela
MC Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
Palco Supernova
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
Palco Global Village
Soulidifield
Rio Bronx
Lambateria com Félix Robatto
Dia 12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5 no The Town 2023
Reprodução/Multishow
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
Alok Pres. Rave The World
Alok & Family – Ekanta, Swarup
Gabe
Adam Sellouk
Bhaskar
Espaço Favela
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
Palco Supernova
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
Palco Global Village
Mestrinho
Hamilton de Holanda
Badi Assad
Dia 13 de setembro
Palco Mundo
Twenty One Pilots se apresenta no Lollapalooza 2023
Rafael Leal/g1
Twenty One Pilots
Halsey
Lola Young
Ivete Sangalo
Palco Sunset
Zara Larsson
Marina Sena convida Céu
Joelma convida Viviane Batidão
Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
John Summit
Roddy Lima
Illusionize
Dawn Patrol / Maz, Andot, Riascode, Bakka
Espaço Favela
Dennis
Suel
Marvvila
Palco Supernova
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Palco Global Village
Kynnie
Luci Alves
Haley Smalls

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Taylor Swift e Travis Kelce: Adam Sandler como celebrante e vestido da Dior; o que se sabe sobre o casamento


Taylor Swift e Travis Kelce tiveram cerimônia conduzida por Adam Sandler
Reprodução/Instagram e Roy Rochlin/Getty Images para a Netflix
Agora é para valer! Taylor Swift e Travis Kelce se casaram nesta sexta-feira (3), com direito a festa no Madison Square Garden, em Nova York (EUA).
De acordo com o jornal “The New York Times”, parte dos convidados chegou ao local por volta das 16h, horário de Brasília. A cerimônia começou às 18h.
Além da grande segurança, a entrada do evento conta com diversas tendas pretas que impossibilitam identificar parte dos convidados que chegam ao Madison Square Garden.
Durante as últimas semanas, os detalhes do casamento foram mantidos em segredo. Mas parte deles foram revelados.
Agora no g1
Adam Sandler como celebrante
Em um comunicado enviado à imprensa, a equipe de Taylor Swift deu alguns detalhes sobre como foi a cerimônia desta sexta-feira.
O documento apontou que o responsável por “oficializar” a união foi o ator Adam Sandler, amigo do casal.
Vestido da Dior
Ainda de acordo com o comunicado, Taylor Swift e Travis Kelce usaram roupas feitas sob medida pela marca Dior.
“Os trajes dos noivos foram criados pela Christian Dior Alta Costura. Eles foram desenhados por Jonathan Anderson, diretor criativo das coleções feminina, masculina e de alta costura da Dior, em colaboração com os noivos.”
“Este é o primeiro vestido de noiva de alta costura do estilista para uma celebridade de renome mundial”, diz o texto.
Os sapatos foram feitos sob medida por Christian Louboutin e a noiva usou joias Cartier.

Fonte: G1 Entretenimento