Categorias
ENTRETERIMENTO

J.K. Rowling diz que sofreu ameaças de morte, estupro e tortura, após escrever textos transfóbicos

J.K. Rowling durante a pré-estreia de ‘Animais Fantásticos, em 2018, em Londres
Joel C Ryan/Invision/AP
J.K. Rowling fez um novo texto sobre suas posições políticas, seis anos após ser criticada por fazer comentários transfóbicos nas redes sociais. Na nova postagem, feita em seu site, a autora da série de livros “Harry Potter” diz que suas opiniões não mudaram não mudaram, apesar do assédio e das ameaças de morte que ela tem recebido desde então.
“No final da noite de sábado, enquanto olhava fotos de crianças antes de ir dormir, esqueci a primeira regra do Twitter — nunca, jamais espere uma conversa cheia de nuances — e reagi ao que considerei uma linguagem degradante sobre as mulheres. Desde então, venho pagando o preço. Fui chamada de transfóbica, de ‘cunt’ (vagabunda/canalha), de ‘bitch’ (vadia), de TERF [feminista radical trans-excludente]. Disseram que eu merecia ser cancelada, espancada e morta. ‘Você é o Voldemort’, disse uma pessoa, claramente achando que essa era a única linguagem que eu seria capaz de entender”, contou a autora.
Em junho de 2020, J.K. Rowling recebeu uma série de críticas após a autora responder a um artigo de opinião do site de desenvolvimento global Devex que a deixou ressentida com o título “Criando um mundo mais igualitário pós-Covid-19 para pessoas que menstruam”.
“‘Pessoas que menstruam’. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude? Wumben? Wimpund? Woomud? [modificações propositais da palavra ‘woman’, que significa mulher em inglês]”, disse Rowling.
“Minhas opiniões não mudaram, mas o cenário, sem dúvida, mudou; além disso, meu próprio envolvimento com a questão tornou-se tanto prático quanto teórico, por isso achei que era hora de uma atualização”, afirmou a autora, citando o apoio de seu instituto, o J.K. Rowling Women’s Fund, em ações judiciais de grupos feministas.
No novo texto, Rowling ainda cita que existem, “sem dúvida”, pessoas trans em situação de vulnerabilidade. “Pessoas trans deveriam ser discriminadas no que diz respeito a moradia ou emprego? É claro que não. Pessoas trans deveriam ser privadas de seus direitos humanos ou ter sua segurança pessoal negada? Mais uma vez: é claro que não”.
Ela ainda afirma que “há uma década ou mais, ativistas trans e seus seguidores em posições de influência têm insistido — e agido — como se os direitos das mulheres fossem ultrapassados e até mesmo sem sentido. Eles criaram um clima de medo e intimidação no qual um simples pronome usado de forma ‘inadequada’ poderia levar uma mulher a sofrer sanções disciplinares”.
“No que diz respeito aos direitos civis, aos direitos de gays e aos direitos das mulheres, pessoas comuns — que tinham pouco ou nenhum poder individual — organizaram-se na base para desafiar instituições poderosas, incluindo o governo, confrontando seus preconceitos arraigados e fazendo campanha para mudar tratamentos nocivos e discriminatórios.”
“O ativismo trans do século XXI é exatamente o oposto desses movimentos. É, em sua essência, elitista”, aponta J.K. Rowling.
A autora finalizou seu texto afirmando que não o escreveu “na esperança de que alguém sinta pena de mim — nem um pouquinho sequer”.
“Tudo o que peço — tudo o que quero — é que uma empatia e uma compreensão semelhantes sejam estendidas aos muitos milhões de mulheres cujo único “crime” é desejar que suas preocupações sejam ouvidas, sem que, para isso, precisem sofrer ameaças ou abusos.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

O que J.R.R. Tolkien dizia sobre ‘o momento mais trágico’ de ‘O Senhor dos Anéis’

O escritor J.R.R. Tolkien
Hulton Archive via Getty Images/Via BBC
“O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, começa com Gandalf visitando o hobbit do título, Bilbo.
Durante a visita, o mago o convence a sair com ele em uma missão perigosa. Mas será que o autor britânico teria aceitado esse desafio?
“Se um mago tivesse me procurado quando eu era pequeno, a situação teria sido totalmente diferente da descrita em ‘O Hobbit'”, revelou Tolkien em uma rara entrevista à BBC, em 1968.
“Eu teria encontrado alguma desculpa para não ir. Eu não tinha o menor desejo de me colocar em uma posição estranha apenas para ter uma aventura.”
“Eu fui muito bem educado para evitar conversar com idosos estranhos”, destacou o escritor.
Agora no g1
Mas esta confissão nunca foi ao ar. Apenas alguns trechos da entrevista chegaram à televisão em 1968. A maior parte dela ficou guardada nos confins dos arquivos da BBC, até ser desenterrada para um programa de rádio, em 2019.
As filmagens até então inéditas apresentam momentos inusitados de candura do autor de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Elas revelam as ideias de Tolkien sobre personagens importantes dos seus best-sellers.
A primeira edição de “O Hobbit” foi publicada em 21 de setembro de 1937. A semana em torno desta data passou a ser conhecida como “Semana Tolkien”, em comemoração ao lançamento.
Na entrevista de 1968, Tolkien contou à BBC sobre uma caminhada nas montanhas da Suíça em 1911, quando ele tinha 19 anos. Esta experiência inspirou seu famoso épico.
“Um dos pontos fundamentais de “O Hobbit” é uma das poucas aventuras que enfrentei na minha vida”, contou ele.
“Cruzamos muitos desfiladeiros nas montanhas. Tínhamos apenas mochilas nas costas. Dormimos nos lugares mais extraordinários.”
“Escapamos da morte por pouco algumas vezes, como aquela das rochas dos gigantes, e assim por diante”, prosseguiu Tolkien.
“Acho que é por isso que, realmente, a jornada [de Bilbo] é uma experiência pessoal verdadeira, naturalmente alterada. Não encontramos nenhum goblin.”
O personagem Gollum
VES 2021 via Getty Images/Via BBC
Tolkien também discutiu os idiomas inventados nos seus romances fantásticos.
O autor traça suas origens à época em que ele estudava clássicos na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e se distraiu com um hobby incomum: estudar finlandês.
“Sua formação, sua textura sonora é muito marcante”, diz o autor sobre o idioma. “Ele realmente me deixa bastante inebriado.”
“Eu simplesmente comecei e aprendi, quando deveria estar fazendo outras coisas. E as pessoas não conseguiam entender por que meus ensaios sobre a tragédia grega estavam ficando cada vez piores.”
A tragédia de Gollum
Aquela paixão gerou o idioma da Terra Média, segundo Tolkien.
“Ele começou sendo extremamente finlandês… É possível dizer que ele tem uma base finlandesa, misturada com uma certa parcela de grego e outros idiomas que aprendi desde então.”
A paixão de Tolkien pelos idiomas começou quando ele era jovem e prosseguiu depois do seu retorno dos combates da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), quando ele conseguiu um emprego como assistente do Dicionário Oxford da Língua Inglesa.
“Fui contratado para fazer etimologias e passei a conhecer muitas etimologias interessantes naquela época”, afirmou ele em 1968.
“Eu precisava fazer a etimologia de wampum”, a palavra inglesa que designa contas feitas de conchas por povos nativos americanos. “Foi ali que tive meu primeiro contato com os idiomas algonquins, do leste da América [do Norte].”
“É um lugar maravilhoso, o dicionário.”
O ator Andy Serkis levou Gollum às telas do cinema
Getty Images via BBC
Talvez a revelação mais perspicaz da entrevista seja quando Tolkien comentou sobre Gollum, o vingativo troglodita interpretado por Andy Serkis nos filmes do cineasta Peter Jackson, “O Senhor dos Anéis” (2001-2003) e “O Hobbit” (2012-2014).
O autor descreveu o personagem como “um exemplo de corrupção”. Ele se iluminou quando foi questionado sobre uma cena importante de “O Senhor dos Anéis”, quando Gollum está ao lado do herói do romance, Frodo, a ponto de se regenerar.
“Ele comenta o incidente em que Gollum, na verdade, está começando a voltar a ser Sméagol”, seu eu anterior, menos monstruoso, segundo explica o professor de inglês Stuart Lee, da Universidade de Oxford, durante o programa de rádio de 2019 sobre as gravações perdidas de Tolkien.
“Ele está vencendo a batalha”, prossegue Lee. “O lado bom está vencendo e ele tenta acariciar Frodo, que está dormindo.”
Mas, quando Sam, o melhor amigo de Frodo, intervém…
“As pessoas costumam me perguntar o que mais me comove”, conta Tolkien. “Acho que o ponto mais trágico de toda a história é a terrível ironia de que o bem, muitas vezes, faz o mal.”
“O momento mais trágico ocorre quando Sam, no seu instinto protetor, diz: ‘Tire as mãos daí.’ Com isso, ele impede o arrependimento de Gollum. Parece ser muito fiel à vida real.”
Na verdade, Sam está apenas tentando proteger seu amigo. Mas a ação faz com que Gollum retorne para o seu lado malvado, o que reflete a visão geral de mundo de Tolkien, segundo Lee.
“O que acontece na sua mitologia é que o bem, às vezes, pode inadvertidamente fazer muito mal.”
Nas cenas filmadas pela BBC, o entrevistador comenta que a moralidade nos livros de Tolkien não é algo simples, como o bem contra o mal.
“As linhas gerais são muito simples”, explica o autor. “Mas é claro que, na realidade, não é assim, certo?”
“Você observa o mal no lado bom. Não são apenas os bons contra os maus, como se diz no linguajar atual.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

EA cancela novo ‘Mass Effect’ e fecha BioWare, criadora da franquia e de ‘Dragon Age’

‘Mass Effect: Legendary Edition’
Divulgação
A Electronic Arts (EA) vai encerrar o funcionamento de um de seus estúdios mais celebrados, a BioWare, e acabar com o desenvolvimento do novo game da franquia “Mass Effect”.
“Não há nada de fácil em escrever estas palavras. O nosso foco neste momento está na nossa equipe incrivelmente talentosa, que colocou o coração nestes jogos, e em nos apoiarmos durante esta transição”, escreveu o estúdio, ao confirmar o fim das atividades, nesta quarta-feira (21).
“O que várias gerações da BioWare construíram juntas é algo para celebrar e recordar. Estes jogos tornaram-se muito mais do que isso porque vocês os jogaram, debateram as vossas escolhas, apaixonaram-se pelas personagens e tornaram estes mundos seus.”
Fundada em 1995, no Canadá, a BioWare ficou conhecida por games clássicos de RPG, como “Mass Effect”, “Neverwinter Nights”, “Star Wars: Knights of the Old Republic” e “Dragon Age”. Desde 2007, fazia parte dos estúdios da EA — que, por sua vez, foi comprada por um grupo de investidores, em 2025, por US$ 55 bilhões.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Guitarrista do Offspring anuncia afastamento dos palcos por ‘problema repentino e sério’ de saúde

Noodles, guitarrista da banda The Offspring, durante apresentação no Rock in Rio 2017
Fábio Tito/G1
O guitarrista Noodles, integrante da banda de punk rock The Offspring, anunciou nesta quarta-feira (21) que precisará se afastar dos shows ao vivo em decorrência de um problema de saúde “bastante sério”.
“É com profunda tristeza que tenho de anunciar que preciso me afastar das apresentações ao vivo por um tempo para lidar com um problema de saúde repentino e bastante sério”, escreveu no texto, publicado nas redes do grupo.
“O resto da banda me dá cobertura, é super solidário e continuará agitando todos vocês na minha ausência. Espero voltar ao palco o mais rápido possível. Até lá, sentirei saudades de todos vocês com todo o meu coração. Obrigado por me manterem em seus pensamentos”.
O grupo não divulgou detalhes adicionais sobre o diagnóstico médico ou se datas da turnê serão diretamente afetadas pelo afastamento temporário.
RELEMBRE: The Offspring se apresenta no Lollapalooza 2024 e canta “Pretty Fly (For A White Guy)”
The Offspring se apresenta no Lollapalooza 2024 e canta Pretty Fly (For A White Guy)

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após 11 anos, ‘Glee’ ganhará reboot no Disney+ e no Hulu

Festa inspirada no seriado Glee é uma das atrações da agenda cultural no Amazonas
Reprodução/Redes Sociais
A série Glee ganhará uma nova versão no Disney+ e no Hulu. Nesta quarta-feira (21), a conta oficial da produção anunciou o retorno nas redes sociais com a mensagem “Estamos de volta”.
Criada por Ryan Murphy, a série musical foi exibida originalmente pela Fox entre 2009 e 2015, ao longo de seis temporadas.
Leia também: Maldição de ‘Glee’? Após desaparecimento de Naya Rivera, veja lista com outras tragédias e polêmicas da série
A nova série será produzida pela 20th Television, segundo informações da revista Variety. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a trama, a data de estreia ou o elenco.
Initial plugin text
Em entrevista recente ao programa Entertainment Tonight, Murphy contou que escreveu o roteiro do reboot com os colaboradores Brad Falchuk e Ian Brennan. O criador também disse que conversou com cerca de dez integrantes do elenco original sobre o projeto.
“É muito especial, e todos tinham muitas perguntas, mas ficaram muito entusiasmados com a ideia”, afirmou.
O que se sabe sobre o reboot de ‘Glee’
Agora no g1
A série original acompanhava um grupo de estudantes do coral da escola William McKinley, na cidade fictícia de Lima, em Ohio, nos Estados Unidos. Ao longo dos episódios, os personagens enfrentavam os desafios da adolescência e da vida adulta.
Naya Rivera e Lea Michele em cena de ‘Glee’
Divulgação
A produção se tornou um fenômeno cultural ao abordar temas como sexualidade, racismo, deficiência e saúde mental.
A série também ficou conhecida pelas versões de músicas como “Don’t Stop Believin’”, “Teenage Dream”, “River Deep, Mountain High” e “Smooth Criminal”.
Mesmo após o fim da exibição, em 2015, Glee mantém uma base de fãs e continua atraindo ouvintes para sua trilha sonora, que soma uma média de 4,1 milhões de ouvintes mensais no Spotify, segundo a Variety.
Lea Michele e Chris Colfer comentam possível retorno
Lea Michele, que interpretou Rachel Berry, já manifestou interesse em participar da nova versão. Em entrevista ao E! News, a atriz disse que a série continua tendo um lugar especial em sua vida e que acompanharia Ryan Murphy em novos projetos.
Chris Colfer, intérprete de Kurt Hummel, também comentou a possibilidade de retornar. Em entrevista ao Bustle, ele afirmou que a ausência de Naya Rivera, que morreu em 2020, tornaria a produção do reboot difícil.
Confira uma prévia do episódio ‘A Primeira Vez’ de Glee
“Foi uma série muito difícil de fazer, e seria muito difícil fazê-la agora que Naya se foi”, disse. Apesar das ressalvas, Colfer afirmou que consideraria a possibilidade de voltar.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre quais integrantes do elenco original estarão na nova produção.
Leia também: Naya Rivera: Elenco de ‘Glee’ se reúne no lago em que corpo da atriz foi encontrado
Mortes marcaram elenco da série
Além de Rivera, que interpretou Santana Lopez, outros dois integrantes do elenco morreram.
Cory Monteith, que viveu Finn Hudson, morreu em 2013, aos 31 anos, em decorrência de uma overdose acidental. O ator morreu durante a exibição da série.
Mark Salling, intérprete de Noah Puckerman, morreu em 2018, aos 35 anos, por suicídio. Ele havia se declarado culpado, em 2017, de posse de material de abuso sexual infantil.
Rivera morreu em julho de 2020, aos 33 anos, após se afogar em um lago na Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo as autoridades, a atriz conseguiu salvar o filho pequeno, que estava na água, antes de desaparecer.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Em depoimento, mulher que acusa Russell Brand de estupro diz que o ator a tratou ‘como um animal’

O ator e comediante britânico Russell Brand chega ao Tribunal da Coroa de Southwark durante a segunda semana de seu julgamento por acusações de estupro e agressão sexual envolvendo seis mulheres entre 1999 e 2009, acusações que ele nega, em Londres, Grã-Bretanha, 21 de outubro de 2026.
REUTERS/Jack Taylor
Aviso: esta reportagem contém relato de supostos crimes sexuais e má conduta
Uma das mulheres que acusam Russell Brand de estupro contou em depoimento nesta quarta-feira (21) que o ator a tratou “como um animal”.
Brand, que já foi um dos apresentadores mais conhecidos do Reino Unido e ex-marido da cantora americana Katy Perry, está sendo julgado por três acusações de estupro, três de agressão sexual e uma de atentado ao pudor, referentes a seis mulheres e a episódios ocorridos entre 1999 e 2009. Ele nega todas as acusações.
Durante o julgamento do comediante no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, foram apresentadas gravações de entrevistas policiais com a denunciante, que alega não ter consentido em ter relações sexuais com ele em sua casa em 2009.
Leia também: ‘Fechei os olhos e tentei não estar ali’, diz mulher que acusa Russell Brand de estupro
Durante julgamento por crimes sexuais, Russell Brand é acusado de tentar arrastar mulher para banheiro
Em depoimento, mulher diz que Russell Brand a obrigou a tirar fotos dele seminu
Russell Brand volta a ser acusado de estupro e violência sexual
Segundo informações do Sky News, a mulher disse que ficou surpresa ao receber, seis meses depois, uma mensagem de texto “aleatória” na qual Brand dizia que queria “provocá-la ainda mais”. Ela respondeu perguntando: “Por que você está me mandando mensagem?”.
Na gravação ouvida pelo júri, a mulher explicou que não respondeu imediatamente porque estava chateada, mas depois escreveu: “Acho que você já passou dos limites, você me tratou como um animal”. Ela contou ainda que Brand respondeu logo em seguida. “Ele disse: ‘Desculpe’.”
A mulher relembrou que conheceu Brand em um de seus shows de comédia no Hammersmith Apollo em 2009. Ela disse que, na época, tinha um namorado, mas foi até o camarim de Brand, onde os dois tiveram um primeiro contato sexual.
A mulher afirmou que, no encontro seguinte, ocorrido na casa do comediante, houve uma relação sexual sem consentimento. Segundo seu relato, ela havia concordado apenas com determinado tipo de relação sexual.
O tribunal ouviu ainda que Brand teria pedido que ela tomasse banho e escovasse os dentes antes de eles terem relações. Questionada pelo detetive durante a entrevista se em algum momento houve uma conversa sobre sexo anal, ela respondeu: “Não”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Bruno Capinan manda ‘Beijo de bicho’, álbum com faixa para Gal Costa, voz de Belize Pombal, feat com Illy e parceria póstuma com o poeta Waly Salomão

Bruno Capinan lança o sétimo álbum de estúdio, ‘Beijo de bicho’, na próxima quarta-feira, 28 de outubro
Alfamor / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Bruno Capinan expõe a Bandeira do Brasil na cena queer montada para a capa do sétimo álbum de estúdio do artista baiano, “Beijo de bicho”, no mundo a partir da próxima quarta-feira, 28 de outubro.
Com foto feita por Ibsen Santos a partir de ideia de Capinan e Diogo Santana, a capa de “Beijo de bicho” situa o álbum no momento atual do cantor e compositor, de volta a Salvador (BA) há pouco mais de dois anos, após temporada de mais de duas décadas em Toronto, Canadá.
A imagem da capa foi inspirada nos Carnavais do Recôncavo Baiano. “É o amanhecer depois da orgia, onde os corpos descansam da pequena morte e as máscaras permanecem”, interpreta Capinan.
Gravado entre outubro e dezembro de 2015 no Estúdio Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com registros adicionais em São Paulo (SP), Salvador (BA), Toronto (Canadá) e Los Angeles (EUA), cidade onde foi mixado e masterizado, o álbum “Beijo de bicho” tem repertório composto por onze músicas inéditas e autorais que interligam temas como amor, desejo e política, transitando por gêneros como samba, funk e ijexá.
Além de cantar e tocar violão de nylon no disco, Capinan assina a produção musical com Lucas Nunes (piano, violão de nylon, guitarras, banjo, Rhodes, synths e percussão). Já a coprodução é de Vivian Kuczynski (synths, guitarras, piano elétrico e programação live) e Leo Marques (guitarra, baixo e programação live).
“ ‘Beijo de bicho’ representa minha visão de Brasil. O álbum atravessa minhas influências musicais e histórias de amor homoafetivo, ressignificando a nossa bandeira com uma pitada de sagacidade contra essa gente careta e fundamentalmente perversa. Tem homenagem a Gal, parceria com Waly Salomão e um timão de músicos envolvidos”, descreve Capinan.
A faixa dedicada pelo artista soteropolitano à conterrânea Gal Costa (1945 – 2022) é “Baby (Tudo é relativo)”, música que cita no título a canção “Baby” (Caetano Veloso, 1968), primeiro grande sucesso da cantora baiana. Já a parceria póstuma com o poeta e compositor baiano Waly Salomão (1943 – 2003) acontece em “Sailormoon”, poema de Waly musicado por Capinan no já longínquo ano de 1999.
Primeiro álbum de Bruno Capinan desde “Tara rara” (2022), “Beijo de bicho” inclui feat do artista com a cantora baiana Illy em “Sei que você quer” e traz a voz da atriz Belize Pombal em duas faixas, “Você vai ser meu” e “Parque de diversão”. Em ambas, Belize participa do coro, também encorpado com as vozes de Megan Duus, Tainá de Lua e Tori.
“Dei pra você”, “Em busca do amor”, “Ilhas Cayman”, “Meu norte” (parceria de Bruno Capinan com Kleyson Barbosa) e “Vem pra mim” são outras músicas de “Beijo de bicho”, álbum editado no Brasil, nas Américas e no Japão pelo selo Dobra Discos e no resto do mundo pelo selo indie francês Pineapple French Pop.
Capa do álbum ‘Beijo de bicho’, de Bruno Capinan
Ibsen Santos com produção de Danila Bispo a partir de ideia de Bruno Capinan e Diogo Santana

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Vídeos ofensivos’, ‘ela era homem’: jornais egípcios repercutem prisão de Malévola Alves

A influencer Malévola Alves
Reprodução
Os jornais do Egito repercutiram a prisão de Malévola Alves. Ela e uma outra brasileira foram acusadas pelo governo egípcio de gravar vídeos com “comportamento obsceno” nas ruas do país.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Mariana Alves, conhecida como “Malévola”, e Bruna Mercatelli foram detidas na terça-feira (20), segundo o Ministério do Interior egípcio. O órgão afirmou ter aberto uma investigação contra elas.
A prisão ocorreu na província de Alexandria após vídeos da brasileira interagindo com egípcios viralizarem nas redes sociais. Os conteúdos mostram elas beijando e apalpando homens dentro de um carro e na rua.
Nas reportagens sobre o caso, a mídia egípcia disse que Malévola fazia “vídeos ofensivos” e trouxe em seu relato as informações divulgadas oficialmente pelo governo e as reações de usuários nas redes sociais. Um jornal adotou tom transfóbico na manchete ao dizer que a influenciadora “era um homem…”.
A defesa de Malévola Alves afirmou nesta quarta-feira que estava em contato com a Embaixada brasileira no país e que a influenciadora seria libertada nas próximas horas, porém ainda não havia confirmação disso pelo lado do Egito. O g1 pediu ao governo egípcio mais informações sobre o caso, porém não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.
Influencer Malévola Alves é detida no Egito por vídeos com ‘comportamento obsceno’
Quem é Malévola Alves, influenciadora brasileira presa no Egito que já se envolveu em confusões em SP

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

D’Leesa, a cantora de 21 anos que viralizou fazendo tudo sozinha: ‘Gravava no carro da minha mãe’

D’Leesa no videoclipe de ‘Hell or High Water’
Reprodução/YouTube
A cantora americana Cassidy D’Leesa Dzoole, conhecida como D’Leesa, é um fenômeno orgânico da internet como não se via há algum tempo.
Aos 21 anos, a artista de Atlanta, na Geórgia, faz tudo no estilo “do it yourself”: é cantora, compositora, produtora, faz a mixagem e dirige os próprios videoclipes.
Sem grandes orçamentos ou produções, conquistou público em vários países — inclusive no Brasil, onde ela virá pela primeira vez para os festivais Batekoo (no dia 14 de novembro, em São Paulo) e No Ar Coquetel Molotov (no dia 28 de novembro, no Recife).
Em entrevista ao g1, por texto, D’Leesa contou que começou gravando os vocais no carro da mãe, usando o microfone dos fones de ouvido, e montava tudo no GarageBand. A artista conta que sempre gostou de compor, desde os 6 anos, mas parou na adolescência.
“Durante a adolescência, fui pressionada a seguir a carreira de STEM [Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática], então parei de fazer música. Depois que me formei no ensino médio, em 2023, me senti com mais liberdade para explorar meus interesses”, diz.
Só em 2025 ela comprou um microfone profissional. Foi também nesse ano que passou a usar as redes sociais para divulgar as músicas. “Eu filmava vídeos no meu quarto e postava no TikTok, no YouTube e no Instagram quase todo dia. Isso me ajudou muito a encontrar um público”.
D’Leesa define o próprio estilo como “soul sáfico suave”: músicas etéreas, às vezes dançantes, com letras sobre amar mulheres. Além de cuidar de todas as produções e vídeos, ela montou um site para divulgar o trabalho e vender produtos, como músicas personalizadas e itens de merchandising. “Tudo o que lanço atualmente é desenvolvido por mim”, explica.
Esse estilo autêntico, “do it yourself”, rapidamente atraiu fãs. Em outubro de 2025, D’Leesa postou no TikTok um vídeo cantando a música “Higher” e percebeu que o alcance disparava.
“Foi numa noite, em 2025. O vídeo estava ganhando milhares de visualizações e seguidores por minuto, e dias depois fui colocada na playlist Fresh Finds, do Spotify. Foi aí que pensei: ‘Uau, as pessoas gostam das minhas músicas'”, contou.
Em sua maioria, os vídeos de D’Leesa podem não ser grandes produções, mas são repletos de recursos: brincam com diferentes fundos, efeitos, sempre com a artista em evidência. Assim, ela chama a atenção não só por suas ótimas músicas, como pela forma dedicada e genuína que promove o próprio trabalho.
Um ano depois, D’Leesa revela que viver de música deixou de ser apenas um sonho.
“Chegou a um ponto em que a música é uma fonte real de renda para mim, e consegui sustentar partes da minha vida com streaming, vendas diretas, shows e outras oportunidades ligadas ao meu trabalho. Ainda estou transformando isso em algo totalmente sustentável a longo prazo, mas deixou de ser um sonho e virou algo tangível, que me sustenta financeiramente”.
Primeira turnê e Brasil
A vinda ao Brasil faz parte da primeira turnê da vida da artista. O público brasileiro é o segundo que mais consome a música de D’Leesa, de acordo com a cantora.
“Percebi que tinha fãs brasileiros quando chequei as estatísticas no Spotify for Artists e vi que o Brasil era meu segundo país com mais ouvintes. Acho que minhas redes sociais me permitem ter um público internacional, e sou muito grata por isso”, disse.
Ela se apresenta no Brasil nos festivais No Ar Coquetel Molotov e Batekoo. Sobre a preparação para a estreia nos palcos, a cantora disse: “Essa é minha primeira turnê e estou muito animada para conhecer meus ouvintes. Estou me preparando fazendo exercícios e cantando ao mesmo tempo. Também ensaio o show como se estivesse no palco.”
Perguntada sobre o que espera da passagem pelo Brasil, ela resume: “Espero uma festa: uma celebração da música, da expressão queer e do amor.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após diagnóstico de síndrome ligada ao câncer, Isabel Teixeira optou pela retirada preventiva das mamas

Isabel Teixeira revela diagnóstico de síndrome genética que aumenta risco de câncer
Ao descobrir que carregava uma alteração genética que aumenta o risco de desenvolver câncer ao longo da vida, a atriz Isabel Teixeira decidiu tomar uma série de medidas preventivas. Entre elas, a retirada das mamas mesmo sem apresentar a doença. A cirurgia foi uma das estratégias adotadas após o diagnóstico da síndrome de Li-Fraumeni.
A condição é causada por uma mutação no gene TP53, responsável por atuar como uma espécie de “guardião” contra falhas na multiplicação celular. Quando esse mecanismo de proteção não funciona corretamente, cresce a probabilidade de surgirem tumores em diferentes órgãos.
O alerta para a atriz veio da própria história familiar. A mãe morreu vítima de câncer em 2006. Um ano antes, a avó também havia morrido pela doença. Diante desse histórico, Isabel Teixeira decidiu investigar a possibilidade de existir uma predisposição genética hereditária.
“Num primeiro momento, eu fiquei sem chão”, recordou a atriz ao falar sobre o resultado do exame.
Você não herda o câncer, herda o risco: entenda a síndrome de Li-Fraumeni
Mudanças de vida
Após receber o diagnóstico, a atriz adotou uma série de mudanças na rotina. Parou de fumar, deixou de consumir bebidas alcoólicas, passou a praticar atividades físicas regularmente e optou pela cirurgia preventiva nas mamas.
A decisão foi tomada para reduzir os riscos associados à síndrome, que pode favorecer o surgimento de diversos tipos de câncer ao longo da vida.
Pouco tempo depois, surgiu outra preocupação. Os filhos também poderiam ter herdado a mutação genética. O resultado mostrou que apenas a filha recebeu a alteração.
“Meu filho deu negativo e minha filha deu positivo. Também é um outro choque”, contou.
A prevenção como aliada
Especialistas destacam que o diagnóstico da síndrome não representa uma sentença de doença. O objetivo é identificar pessoas com maior risco para oferecer acompanhamento contínuo e possibilitar a detecção precoce de eventuais tumores.
Segundo a médica Maria Isabel, o conhecimento sobre a condição permite agir antes do aparecimento dos sintomas e ampliar as chances de sucesso no tratamento.
A própria atriz diz que aprendeu a conviver com essa perspectiva. Embora reconheça a possibilidade de desenvolver câncer no futuro, afirma que o medo não a paralisa.
“Talvez eu tenha câncer. Esse é um medo que não me paralisa, porque eu acredito que a prevenção também é cura”, afirmou.
Atriz Isabel Teixeira no Fantástico
Reprodução/TV Globo
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento