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‘God of War’: Dave Bautista vai substituir Ryan Hurst como Kratos na série do game


Dave Bautista em cena de ‘Dupla perigosa’ e Kratos em ‘Gof of War Ragnarok’
Divulgação
Dave Bautista, ator conhecido por seu trabalho como Drax nos filmes da Marvel, vai interpretar o protagonista Kratos na série “God of War”, que adapta a famosa e popular franquia de games.
De acordo com a revista “Variety”, ele assinou para substituir Ryan Hurst (“Sons of anarchy”), que foi anunciado em janeiro no papel, mas que teve de se afastar da adaptação após romper o bíceps durante as gravações.
Com a escolha por Bautista, a série vai precisar refilmar todas as cenas em que Hurst aparecia.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Nos jogos, Kratos é um espartano na Grécia Antiga que eventualmente se torna o deus da guerra após uma longa e árdua batalha contra o panteão da mitologia grega.
A série com atores vai se basear nos últimos dois games, nos quais o protagonista se muda para uma região dominada por deuses nórdicos e precisa cuidar de seu jovem filho, Atreus.
Ainda não há previsão para o lançamento da série, anunciada originalmente em 2022.
Ryan Hurst e Callum Vinson em imagem de divulgação de ‘God of War’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Maud insere canções de Cazuza e Marina Lima em meio ao repertório autoral do álbum ‘Minha confusão’


Capa do álbum ‘Minha confusão’, de Maria Maud
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A imagem acima é a capa de “Minha confusão”, segundo álbum da cantora e compositora Maria Maud. Com lançamento programado para 3 de setembro, o álbum “Minha confusão” chega três anos após o álbum de estreia da artista carioca, “Maud”, lançado em maio de 2023.
Com 10 músicas formatadas com produção musical dividida entre Jadeco, Pedro Malcher, Rafael Casqueira, Teago Oliveira e Ariel Donato (produtor do primeiro álbum de Maud), o álbum “Minha confusão” tem repertório basicamente autoral.
Esse repertório é formado por músicas como “Não vou mentir” (já apresentada em single editado em 6 de agosto), “Pessoa certa”, “Doce, sujo & tropical”, “Morro de dó” e “Além de nós”, mas inclui duas regravações.
Maud regrava “Down em mim” (1982) – música de Cazuza (1958 – 1990), lançada no primeiro álbum da banda Barão Vermelho – e “Acontecimentos” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1991), sucesso de Marina Lima do mesmo disco de 1991 em que Maud pescou a pérola “Não sei dançar” (Alvin L, 1991) para o primeiro álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 80 anos, Alice Ruiz honra o prêmio Tradições UBC pela poética contribuição dada como letrista à música brasileira


Alice Ruiz é a artista homenageada na sexta edição do troféu Tradições UBC
Cristhian Franz Tragni / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ É possível que muitos seguidores de Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Cássia Eller (1962 – 2001), Gal Costa (1945 – 2022) e Ney Matogrosso, entre outros cantores, nunca tenham notado o nome de Alice Ruiz nos créditos de músicas gravadas por estes artistas. “Socorro”, por exemplo, música lançada por Cássia em 1994 e regravada por Arnaldo em 1998 e por Gal em 2002 (com muito sucesso), é parceria de Arnaldo Antunes com Alice Ruiz.
Também parceira de Itamar Assumpção (1949 – 2003) – com quem compôs “Milágrimas” (1993) e “Vou tirar você do dicionário” (1993), entre outras cerca de 20 músicas – e Zeca Baleiro, com quem criou “Quase nada” (2000) e “O amor que merece” (2003), Alice Ruiz é poeta que tem escrito e posto versos a serviço da música brasileira em trajetória que já soma mais de cinco décadas e que abarca a difusão do haicai.
Por isso mesmo, aos 80 anos, completados em 22 de janeiro, a poeta, letrista, publicitária e tradutora curitibana faz jus ao prêmio Tradições UBC, honraria que lhe será concedida pela União Brasileira de Compositores na próxima quarta-feira, 26 de agosto, na Casa de Francisca, em São Paulo (SP).
Na ocasião, além da entrega do prêmio, haverá um pocket show com direção musical do guitarrista Gustavo Ruiz e com roteiro formado por músicas do cancioneiro de Alice Ruiz, também parceira de Alzira E, Ceumar, Chico César, Iara Rennó e José Miguel Wisnik. A premiação da sexta edição do Tradições UBC será transmitida ao vivo pelo canal da UBC no YouTube, para alegria da artista homenageada.
“Eu vou espalhar ao máximo a notícia desse reconhecimento que a UBC me oferece através desse troféu porque, da forma que a música está sendo divulgada, principalmente depois do advento do streaming, letrista virou fantasma. E, se for mulher, a invisibilidade é ainda maior. Por isso eu, como mulher e letrista, vibro e faço festa ao receber essa homenagem”, celebra Alice Ruiz.
Com habilidade para ver poesia no cotidiano e para transformar a palavra em versos de canção, em trajetória em que a poesia sempre caminhou de mãos dadas com a música, a compositora se junta a um time feminino composto por Alaíde Costa, Anastácia, Dona Onete, Lia de Itamaracá e Rosa Passos – artistas já laureadas com o troféu Tradições UBC nas cinco edições anteriores do evento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Missa de sétimo dia de Laura Cardoso será aberta ao público neste domingo em SP


O Brasil se despede de Laura Cardoso
A missa de sétimo dia da atriz Laura Cardoso, de 98 anos, será realizada neste domingo (23) no Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima, no bairro Sumaré, em São Paulo.
Laura Cardoso morreu na noite de segunda-feira (17), em sua casa no bairro Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo Fátima Cardoso, filha da atriz, ela passou mal em sua residência por volta das 23h20.
Nas redes sociais, a família informou que a missa será realizada às 11h30 e aberta ao público. “A missa será aberta à comunidade. Contamos com a sua presença. Com amor, lembranças eternas e saudades que jamais se apagarão.
Família divulgou sobre missa de sétimo dia de Laura Cardoso nas redes sociais
Reprodução
Laurinda de Jesus Balleroni nasceu em 1927 e começou a atuar aos 15 anos. Ela estreou na TV com 25, em 1952, em “Tribunal do Coração”, da TV Tupi.
Desde então, trabalhou em mais de 60 novelas, sendo a atriz com mais títulos na carreira do país. Seu último trabalho na TV foi na novela “A Dona do Pedaço”, em 2019, e no filme “Dona Rosinha”, de 2025.
Na TV Globo, ela começou em 1981, na novela “Brilhante”, a convite do diretor Daniel Filho. E acabou contratada dois anos depois, quando atuou no folhetim “Pão Pão, Beijo Beijo”.
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Em 1993, Laura Cardoso viveu um de seus papéis mais emblemáticos na TV, Dona Isaura, mãe das gêmeas Ruth e Raquel, em “Mulheres de Areia”.
No ano seguinte, outro papel reforçou o talento da atriz e até hoje segue como um de seus personagens mais lembrados, Dona Guiomar, de “A Viagem”, onde contracenou com Miguel Falabella, que homenageou a atriz na madrugada desta terça em seu Instagram.
“Laura era gigante, compulsiva e tinha um talento que não cabia em seu corpo pequeno”, disse o ator.
Ao longo de décadas de carreira, Laura Cardoso colecionou indicações e prêmios por suas atuações na TV, no teatro e no cinema.
Entre eles, cinco troféus da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), prêmio Oscarito, do Festival de Gramado, por sua contribuição ao cinema brasileiro, e em 2006, foi laureada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira.
Laura Cardoso morreu aos 98 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
Laura Cardoso: relembre a trajetória da atriz

Fonte: G1 Entretenimento

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Margaret Qualley usa sapato inusitado em evento; modelo é apelidado de ‘sandália descalça’


Margaret Qualley chama a atenção por usar ‘sandálias descalças’ na premiere do filme ‘The Dog Stars’
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
A atriz Margaret Qualley chamou a atenção ao usar um sapato inusitado na estreia do filme “Ponto Sem Retorno” nesta quinta (20), em Londres.
Apelidado de “barefoot sandal” (sandália descalça), o modelo da Chanel cobre somente o calcanhar. O sapato foi apresentado pela primeira vez em uma coleção da grife para 2027 e dividiu opiniões desde o desfile.
Margaret Qualley chama a atenção por usar sapato inusitado na estreia de ‘Ponto Sem Retorno’
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
Benedict Wong, Guy Pearce, Margaret Qualley, Josh Brolin e Jacob Elordi posam na premiere de ‘Ponto Sem Retorno’, em Londres
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘2XKO’: Riot desiste de game de luta baseado em ‘League of Legends’ depois de menos de um ano


‘2XKO’ deixa jogadores escolherem dois heróis de ‘League of legends’ por vez
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A Riot anunciou nesta quinta-feira (20) que vai parar de desenvolver conteúdo novo de “2XKO”, game de luta gratuito baseado em “League of Legends” lançado em janeiro.
A empresa afirma que tomou a decisão, menos de um ano após o lançamento, por falta de criação de uma comunidade de jogadores que justificasse a manutenção de um jogo grátis.
“Embora muitos de vocês tenham entrado para experimentar o game e haja uma comunidade incrível que joga todos os dias, não vimos jogadores suficientes continuarem para alcançar um caminho rumo à sustentabilidade”, afirmou a desenvolvedora em comunicado.
Apesar do anúncio, servidores continuarão online por tempo indefinido e novo conteúdo, que já está pronto, vai ser lançado até o fim de 2026.
Por causa da decisão, a Riot afirmou que os jogadores receberão de volta todo dinheiro investido no game até esta quinta.
“Nos últimos meses, a equipe continuou a apostar alto, plenamente consciente dos desafios de ‘2XKO’ — mas insistir por mais um ano na esperança de encontrar uma saída teria sido uma escolha irresponsável para os jogadores e para a equipe de desenvolvimento”, disse a empresa.
“Teríamos continuado o desenvolvimento ativo se víssemos algum futuro viável, mas ‘2XKO’ nos custa substancialmente mais para operar do que arrecada, e o engajamento permaneceu praticamente estável, apesar das nossas atualizações maiores.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Hayden Panettiere: equipe planejou intervenção antes da morte da atriz


Morre atriz Hayden Panettiere aos 36 anos
A equipe que trabalhava com Hayden Panettiere cogitou uma intervenção por conta do abuso de drogas antes de sua morte. A revelação foi feita pelo diretor Griff Furst, que trabalhou com a atriz no longa “A Breed Apart” (2025).
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca neste domingo (16). As condições de sua morte ainda estão sob investigação.
Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Furst relembrou o momento em que foi chamado pela família de Hayden para auxiliar na situação.
“Quando encerramos as filmagens, continuei em contato com a equipe dela, e o que acabou sendo determinado foi que ela poderia precisar de uma intervenção. Fui convidado a participar, e eu disse sim.”
Ainda de acordo com o diretor, a ideia não foi para a frente. Ele relatou os detalhes do clima no set com a atriz e fez uma crítica ao seu namorado, Brian Hickerson.
“E eu não estava na Carolina do Sul [local onde Hayden morreu], não sei o que aconteceu, mas o que vou dizer é a minha opinião, e é apenas sobre o que vi no meu próprio set: alguém lutando para se manter sóbria, que merecia uma companhia melhor ao seu redor do que a que observei.”
Vício em drogas e álcool
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ópera do malandro’ de Chico Buarque se renova com cores vivas em montagem que mistura umbanda, Anitta e teatro clown


José Loreto encarna o malandro da ópera de Chico Buarque na encenação de Jorge Farjalla
Adriano Dória / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Ópera do malandro
Dramaturgia: Chico Buarque
Direção: Jorge Farjalla
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Encenador de tintas fortes, Jorge Farjalla imprime cores vivas a um dos textos mais revisitados de Chico Buarque, “Ópera do malandro” (1978), em montagem em cartaz de quinta-feira a domingo no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro (RJ), até 30 de agosto, após cumprir vitoriosa temporada em São Paulo (SP).
Inspirado na narrativa de “A ópera do três vinténs” (1928), escrita pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898 – 1956) com música de Kurt Weill (1900 – 1950) e com base na “Ópera dos mendigos” (1728), criação original do dramaturgo inglês John Gay (1685 – 1732), o texto de Chico Buarque está todo lá.
No entanto, o texto reaparece renovado por subtextos e por referências do teatro clown, das religiões de matriz afro-brasileira – precisamente a umbanda dos exus evocados na cena de Farjalla – e até de Anitta, cujo emblemático funk “Vai malandra” (2017) é embutido no pot-pourri da abertura em que o elenco mixa “O malandro” (1978) – versão de Chico para “Mack the knife” (1928), tema da ópera original de Brecht e Weill – e “A volta do malandro” (1985), tema do filme adaptado do musical de teatro.
Situada por Chico na Lapa, bairro de alta concentração dos malandros cariocas, a trama da “Ópera do malandro” ressurge em cena sem um tempo definido, mas sempre atual por retratar a bandidagem vigente no Brasil desde que o samba é samba.
Na cena povoada por cafetões e policiais corruptos, algozes de prostitutas (símbolos do povo oprimido na narrativa de Chico), a bandidagem é representada tanto pelo casal de cafetões Fernandes de Duran (Edgar Bustamante) e Vitória (Totia Meirelles) quanto – em linhagem mais popular – pelo protagonista Max Overseas Navalha, personagem confiado a José Loreto (na temporada carioca, o ator Tiago Barbosa se alterna com Loreto no papel-título da ópera).
A escalação de Loreto se revela acertada. Solar, carismático e sedutor, José Loreto tem a verve de Max e torna crível a malandragem aliciante do personagem em atuação tão cativante que o redime da inabilidade vocal para entoar uma canção tão dilacerante como “Pedaço de mim” (1978), música confiada ao ator nos momentos finais da peça.
A propósito, a trilha sonora da “Ópera do malandro” é a melhor já produzida para um musical no teatro brasileiro. O fenomenal conjunto de canções da trilha atravessa gerações com poder para atrair ouvintes dentro e fora da cena.
No todo, o elenco honra esse cancioneiro, a começar pelas duas atrizes e (ótimas) cantoras que interpretam Terezinha e Lúcia, rivais na luta pelo coração e o corpo de Max. Terezinha é Carol Costa, intérprete da canção intitulada justamente “Terezinha” (1977) – e apresentada na voz de Maria Bethânia um ano antes da encenação original da “Ópera do malandro” em gravação feita para o álbum “Pássaro da manhã” (1977) – e de “Tatuagem” (1973), canção anterior da trilha da peça “Calabar – O elogio da loucura” (1973), de Chico Buarque e Ruy Guerra.
“Tatuagem” aparece em cena colada com “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972), outra canção anterior à ópera e incorporada por Farjalla à trilha da encenação, em número ouvido na voz de Marya Bravo. Atriz e cantora de fartos dotes vocais, Bravo também é a intérprete de “Palavra de mulher” (1985), canção posterior feita para o filme “Ópera do malandro” e desde então associada à personagem Lúcia no teatro.
O dueto de Carol Costa e Marya Bravo no bolero “O meu amor” – standard que extrapolou os limites da cena ao ser gravado pela recorrente Maria Bethânia com Alcione no álbum “Álibi” (1978) – soa igualmente arrepiante.
Alguns números antes, Totia Meirelles confirmara a notória categoria vocal ao dar voz à “Uma canção desnaturada” (1978) em número arrebatador.
Contudo, nada marca mais na ópera atualizada por Farjalla – com figurinos exuberantes em que predominam o vermelho na paleta de cores vivas – do que o canto de “Geni e o Zepelim” por Valéria Barcellos, atriz trans que dá vida, voz, alma e lágrimas a Geni, a travesti humilhada por todos no jogo de poder da peça.
Simbolizando a resistência da população LGBTQIA+ marginalizada pela sociedade, o canto de “Geni e o Zepelim” por Barcellos, terminando com a atriz aos prantos, é número que vem sendo aplaudido de pé em todas as sessões da “Ópera do malandro” desde a estreia da encenação em São Paulo (SP). A ovação já é esperada e cada plateia corresponde à expectativa já criada em torno do solo da atriz, ápice de espetáculo repleto de números coletivos calcados na força do elenco, a exemplo da rumba “Las muchachas de Copacabana” (1978).
Brado de uma tribo que cansou de levar cuspe na cara, “Geni e o Zepelim” é o emblema de montagem que se nutre da linguagem e da expressão corporal dos clowns – nítida na pintura dos rostos do elenco e na composição dos personagens, sobretudo do delegado Chaves, o Tigrão representado pelo ator Amaury Lorenzo – e do movimento da catira, dança do folclore nacional em que o ritmo é marcado pela batida sincronizada dos pés e das palmas das mãos.
Enfim, sem medo de profanar no melhor dos sentidos um texto já (con)sagrado do teatro musical brasileiro, Jorge Farjalla revigora a “Ópera do malandro” com a mão forte de um encenador que tem feito diferença na cena nacional.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sterling Point’ é renovada para 2ª temporada


‘Sterling Point’ é renovada para 2ª temporada
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A série “Sterling Point”, do Prime Video, foi renovada para a 2ª temporada. De acordo com o “The Hollywood Reporter”, a notícia foi divulgada duas semanas após a estreia da produção.
Em comunicado, Megan Park, criadora da série, afirmou que está feliz com a recepção da produção. “Nos esforçamos muito para tornar a série o mais autêntica possível e ver a reação do público tem sido emocionante. Mal podemos esperar para explorar ainda mais esses personagens e entregar a melhor segunda temporada de todos os tempos”, disse.
Na série, Annie, de 17 anos, interpretada por Ella Rubin, vive em Nova York com seu irmão gêmeo (Keen Ruffalo) e com seu pai adotivo Steven Jacobson (Jay Duplass). A jovem herda uma ilha canadense de seu falecido avô, junto do irmão. Ela deixa os Estados Unidos e, ao chegar ao Canadá, conhece a personagem interpretada por Amélie Hoeferle na casa de seu avô.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: datas, shows, como chegar e o que pode levar


Falta menos de um mês para o Rock in Rio
Faltam pouco para o início do Rock in Rio 2026. A Cidade do Rock abre os portões nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
A edição deste ano terá nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots como atrações principais do Palco Mundo. Os ingressos para os dias 6 e 12 já estão esgotados.
Para quem vai ao festival, há uma série de detalhes importantes para resolver antes de sair de casa: o ingresso precisa estar ativado no aplicativo Quentro, há uma operação especial de BRT e metrô e a organização definiu regras sobre alimentos, garrafas, mochilas e outros objetos que podem entrar na Cidade do Rock.
Veja abaixo um guia com as principais informações.
Quando é o Rock in Rio 2026?
O festival acontece em dois fins de semana, em sete dias, e ainda há ingressos para cinco deles (veja o horário dos shows):
4 de setembro (sexta-feira)
5 de setembro (sábado)
6 de setembro (domingo) — esgotado
7 de setembro (segunda-feira)
11 de setembro (sexta-feira)
12 de setembro (sábado) — esgotado
13 de setembro (domingo)
Como chegar ao Rock in Rio?
BRT expresso do Rock in Rio será pago pelo Jaé
A Cidade do Rock fica no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Uma operação especial de transporte será montada durante os sete dias do festival, com BRT Expresso Rock in Rio, metrô e ônibus executivos do serviço Primeira Classe.
BRT Expresso Rock in Rio:
O bilhete do BRT especial custa R$ 29 e inclui ida e volta. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé, usando o saldo da Conta Transporte, que pode ser carregado por Pix ou cartão de crédito.
Cada pessoa poderá comprar até dez bilhetes por dia de festival.
Serão três linhas especiais:
SE008: Terminal Jardim Oceânico ↔ Terminal Centro Olímpico, sem paradas;
SE009: Terminal Alvorada ↔ Estação Morro do Outeiro, sem paradas;
SE010: Terminal Paulo da Portela ↔ Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.
O QR Code para embarque ficará disponível no Jaé uma semana antes do evento e só poderá ser utilizado no dia escolhido na compra. As gratuidades do sistema Jaé não valerão no BRT Expresso.
Na chegada, o passageiro receberá uma pulseira individual, necessária para utilizar o transporte especial na volta.
Metrô:
A estação Jardim Oceânico ficará aberta 24 horas nos dias do Rock in Rio e será o principal ponto de integração entre metrô e BRT especial.
As outras estações seguirão seus horários normais para embarque, mas permanecerão abertas durante a madrugada para desembarque.
A passagem custa R$ 7,90 por trecho. Quem fizer ida e volta usando metrô e BRT especial gastará R$ 44,80 no total.
Durante o festival:
Linhas 1 e 4: Uruguai ↔ Jardim Oceânico
Linha 2: Pavuna ↔ Botafogo
A transferência entre as linhas 1 e 2 poderá ser feita no trecho entre Central do Brasil e Botafogo.
Ônibus Primeira Classe:
Outra alternativa são os ônibus executivos do Primeira Classe, que fazem viagens sem paradas e deixam os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, perto do palco New Dance Order.
São 20 pontos de embarque no Rio e na Região Metropolitana, além de mais de 18 pontos fora da capital.
No Rio, há saídas de locais como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Lagoa, Tijuca, Barra da Tijuca, Recreio, Galeão e diferentes shoppings. Também estão previstos embarques em cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Niterói, Nova Friburgo, Macaé e Volta Redonda.
O que pode levar para o Rock in Rio?
Entre os itens liberados pela organização estão:
garrafa plástica transparente de água de até 500 ml, com tampa;
carregador portátil de tamanho equivalente a um celular;
capa de chuva;
canga e casaco;
óculos de sol;
protetor solar de até 100 ml;
máquina fotográfica portátil;
isqueiro;
até cinco itens de alimentação por pessoa;
frutas cortadas em embalagem transparente e flexível, como Zip Lock;
sanduíches em embalagem transparente e flexível.
No caso dos alimentos, a orientação é dar preferência a produtos industrializados e lacrados, como biscoitos, torradas e barras de cereal. Quantidades superiores a cinco itens por pessoa poderão ser descartadas na entrada.
O que não pode levar?
A lista de objetos proibidos é extensa. Entre os principais estão:
garrafas de vidro ou metal;
garrafas maiores que 500 ml;
latas;
copos térmicos de vidro ou metal;
potes rígidos com tampa;
capacetes;
armas e objetos cortantes;
guarda-chuvas;
sprays;
bebidas, com exceção da água dentro das regras do festival;
cooler e isopor;
bastão de selfie;
câmeras profissionais com lentes destacáveis;
tripés e drones;
computadores e tablets;
powerbanks maiores que um celular;
malas, bolsas ou mochilas de grandes dimensões;
fantasias ou máscaras que impeçam a identificação da pessoa.
Medicamentos devem ser levados na embalagem original. A entrada de objetos que não estejam expressamente previstos entre os permitidos ficará sujeita à avaliação da segurança do evento.
Vai ter locker?
Sim. A Cidade do Rock terá lockers de diferentes tamanhos para guardar pertences durante o festival. Alguns comportam desde pequenas mochilas e casacos até uma mala de bordo ou duas mochilas.
Os armários terão entradas USB e USB-C, mas o público precisa levar o próprio cabo.
A reserva antecipada poderá ser feita até 24 horas antes do dia escolhido. Também haverá uma quantidade limitada de lockers para contratação no local.
O QR Code de acesso será enviado por e-mail e SMS até 24 horas antes da reserva. A organização recomenda deixar um print salvo no celular para evitar problemas caso a conexão com a internet esteja ruim.
O locker pode ser aberto quantas vezes forem necessárias durante o dia, mas não é permitido deixar objetos de um dia para outro.
Como funciona o ingresso digital?
O acesso à Cidade do Rock será feito exclusivamente pelo aplicativo Quentro. Prints do QR Code e ingressos impressos não serão aceitos.
Para ativar o ingresso, é preciso entrar na conta da Ticketmaster, acessar “Meus Pedidos” e fazer o vínculo que enviará o ingresso para o Quentro.
Quem ainda não tiver o aplicativo deverá instalá-lo e entrar usando o mesmo e-mail cadastrado na Ticketmaster.
No dia do festival, é importante estar com o celular carregado e o aplicativo atualizado. Na catraca, basta abrir o ingresso daquele dia e apresentar o QR Code no leitor.
Cada ingresso permite apenas uma entrada.
Posso transferir meu ingresso?
Sim. A transferência pode ser feita pelo próprio Quentro. Mas há algumas regras importantes:
depois de concluída, a transferência não pode ser cancelada;
um ingresso recebido por transferência não pode ser transferido novamente;
somente quem recebeu pode devolver o ingresso para a conta de origem;
enquanto a transferência estiver pendente, ela poderá ser cancelada pelo remetente;
ingressos de Comfort Zone ou Área VIP já nomeados precisam ter os dados pessoais removidos antes da transferência.
Quem comprou meia-entrada precisa levar documento?
Sim. A organização fará a conferência do documento que comprova o direito à meia-entrada.
Caso o benefício não seja comprovado, será possível complementar o valor nos pontos de atendimento destinados à meia-entrada.
Entre os grupos contemplados estão estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e categorias beneficiadas por leis estaduais e municipais. O documento exigido varia conforme o tipo de benefício.
Aplicativo do Rock in Rio
Além do Quentro, usado para o ingresso, o festival tem um aplicativo oficial do Rock in Rio 2026.
Nele, será possível conferir os horários dos shows e montar uma agenda personalizada. A programação escolhida poderá ser compartilhada pelo Instagram.
O aplicativo também reunirá informações sobre transporte, lockers, acessibilidade e atrações. Até o começo do festival, a previsão é que sejam liberados ainda o mapa da Cidade do Rock, informações sobre experiências e ativações, compra antecipada de bebidas e o sistema de agendamento dos brinquedos.
Line-up do Rock in Rio 2026
Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Maroon 5 e Twenty One Pilots – atrações do Rock in Rio 2026
g1
Veja aqui o horário de cada show
4 de setembro — Foo Fighters
Palco Mundo: Foo Fighters, Rise Against, The Hives e Nova Twins
Sunset: Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk e Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
New Dance Order: Steve Angello, GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers
5 de setembro — Avenged Sevenfold
Palco Mundo: Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, mgk e Sepultura
Sunset: Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa e Malvada convida Day Limns
New Dance Order: James Hype, Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou
6 de setembro — Calvin Harris
Palco Mundo: Calvin Harris, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho — Encontro Formação Original
Sunset: NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema
New Dance Order: MEDUZA³, Liu, Casa Bonita — Brisotti e Viot, e Sofi Tukker
7 de setembro — Elton John
Palco Mundo: Elton John, Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Sunset: Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convida Guilherme Arantes e Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order: Fatboy Slim, Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler
11 de setembro — Stray Kids
Palco Mundo: Stray Kids, Alok, HWASA e NEXZ
Sunset: Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidam Duquesa e Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order: Neelix b2b Vegas, Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA
12 de setembro — Maroon 5
Palco Mundo: Maroon 5, Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio
Sunset: Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, e Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
New Dance Order: Alok com Rave The World, Alok & Family — Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar
13 de setembro — Twenty One Pilots
Palco Mundo: Twenty One Pilots, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo
Sunset: Zara Larsson, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order: John Summit, Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol — Maz, Antdot, Riascode e Bakka.
O que tem de novo na Cidade do Rock?
O Palco Mundo terá uma nova cenografia e uma estrutura frontal revestida por 2,4 mil m² de painéis de LED.
O New Dance Order também ganhou novo projeto, com 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de painéis de LED.
A Gourmet Square terá oito restaurantes: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. A curadoria é do chef Pedro Siqueira.
O festival também terá a volta do espetáculo aéreo The Flight e da Babilônia Feira Hype, que completa 30 anos. A feira ficará perto do New Dance Order e reunirá 60 expositores ao longo dos sete dias.
Outra novidade será o ECCO, espetáculo criado em parceria com a LightWire. A atração mistura dança, luz, projeções, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos. Serão cinco apresentações por dia, com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas por sessão.

Fonte: G1 Entretenimento