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Simone Mendes explica ‘defesa das mulheres’ no palco e distanciamento das redes sociais


A cantora Simone Mendes durante gravação do seu novo DVD
Divulgação/Dani Valverde
Simone Mendes tem como um dos seus maiores objetivos inspirar mulheres. A música mais ouvida da cantora atualmente se chama “Direitos Iguais”. Ela aborda um relacionamento que está próximo do fim, mas o homem tem medo de ver a mulher seguir em frente. A canção ocupa a 22ª posição no Top 50 do Spotify Brasil.
Com o boom do feminejo no anos 2010, letras que abordam a igualdade de gênero cresceram exponencialmente e uma das grandes estrelas do segmento é Simone.
Em entrevista ao g1 antes da gravação do seu mais novo DVD, “Minhas Memórias”, ela explicou como vê o papel no discurso de empoderamento feminino e na discussão sobre o papel da mulher na sociedade.
Vídeos em alta no g1
“Eu quero tentar ser melhor a cada dia para as mulheres. Eu gravei uma música que se chama “Mulher Fda” que quando eu canto no meu show as mulheres enlouquecem. E agora eu gravei essa nova música, “Direitos Iguais”, e é sim direitos iguais”, adianta a artista.
A canção citada por ela, “Mulher Foda”, aborda a agressividade de um homem que levanta a voz para uma mulher que não se submete a nenhum tipo de violência.
“Eu quero deixar claro no meu trabalho que nós [mulheres] somos independentes de tudo, fortes, guerreiras, lutadoras, batalhadoras e admiráveis.”
O novo trabalho de Simone será uma homenagem ao sertanejo dos anos 1990 e aos ídolos da cantora. Foram convidados: Luciano, Daniel, Bruno & Marrone e Chitãozinho & Xororó.
A lista tem apenas homens. Antes mesmo do repórter concluir o que significa esse projeto de homenagem ao sertanejo daquela época ter apenas homens como convidados, Simone pede “calma” e sugere que haverá uma continuação, sem confirmar ou detalhar o que seria.
“Sim, nesse projeto [só tem homem]. Mas a gente pensa em fazer alguma coisa depois. Calma, é uma coisinha de cada vez. Agora, eu quero homenagear uma época linda do sertanejo.”
Bruno, Marrone, Daniel, Simone Mendes, Luciano, Chitãozinho e Xororó durante gravação de DVD
Divulgação/Dani Valverde
“Minhas Memórias” não tem data de lançamento confirmada. A cantora quer lançar o projeto no fim do ano. Além de regravações de sucessos dos convidados, Simone também apresentará músicas inéditas.
“São, acho que umas 12 ou 13 regravações e depois umas cinco ou seis inéditas. E eles também cantam coisas inéditas”, explica Simone.
A produção musical do DVD é de Eduardo Pepato, que já trabalhou com os principais do gênero, de Maiara e Maraisa a Gusttavo Lima, passando por Chitãozinho e Xororó e Luan Santana. Em 2019, ele venceu o Grammy Latino pela produção do álbum “Todos os Cantos – Vol 1”, de Marília Mendonça, que levou a categoria de melhor álbum de música sertaneja.
Simone Mendes low profile
Simone Mendes se apresenta no Planeta Atlântida
Nani ArtClub
Uma das maiores artistas brasileiras da sua geração, Simone vivia uma superexposição nas redes sociais. Compartilhava todos os momentos com o marido, Kaká Diniz, e os filhos, Henry, de 11 anos, e Zaya, de 5.
Durante a pandemia, ela gravou uma série de vídeos contando os bastidores da vida pessoal. A série “Vale A Pena Ver Simone” mostrava a casa da cantora, sua relação com o filho Henri a gravidez de Zaya, além da intimidade com Kaká.
A vida de Simone Mendes era um livro aberto e exposto na internet (menos os bastidores do término da dupla com a irmã, Simaria).
A série foi publicada na íntegra no YouTube apenas no ano passado. Mas em 2025, a relação de Simone com as redes já era outra.
“Acho que era uma questão de ter mais tempo também. Na pandemia, estava todo mundo parado e decidi fazer algo nas redes sociais. Criei um canal no YouTube, gravava stories, mostrava muito minha vida. Hoje tenho outras prioridades.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Foi curtir’: desabafo de Rafa Kalimann sobre ausência de Nattan na gravidez repercute; entenda o caso


Rafa Kalimann no documentário ‘Tempo Para Amar’
Reprodução/Globoplay
O primeiro episódio do documentário “Tempo Para Amar”, sobre Rafa Kalimann, repercutiu com declarações sobre a gestação da atriz e influencer.
Ao longo de quatro episódios, o documentário vai mostrar a vida de Rafa com seu companheiro, o cantor Nattan, a gravidez e o nascimento da filha Zuza.
Dentre as principais revelações do primeiro episódio, que estreou no sábado (9), está a insatisfação com o pai da criança, o cantor Nattan.
O que Rafa Kalimann disse?
O casal expôs uma dificuldade na relação. Ela diz que sentiu o companheiro distante, cumprindo a agenda de shows, e eles procuraram uma profissional para ajudá-los. “Ele começou a fugir de tudo que pudesse trazê-lo para cá (….). E eu só precisava dele”.
Nattan também diz que teve dificuldade em se fazer presente devido à agenda de shows. “Eu andava disperso, fui lançar um DVD, não conseguia vir pra casa”, explica. O canto também disse que não entendia as necessidades de Rafa.
“Às vezes eu estava em casa, mas ela estava cozinhando e eu estava deitado no sofá. Ela falava: eu quero que você esteja mais perto de mim, eu ainda me sinto sozinha. E eu pensava: meu Deus, como é que ela está se sentindo sozinha se eu estou aqui com ela?”, contou o pai de Zuza.
Ele também conta que encontrou amigos ao fazer um show em Porto Alegre e aproveitou para ir em Gramado com eles.
“Quando eu sei que eu não sou uma escolha pra você, nossa família não é uma escolha, é onde me machuca (…). Eu não quero mais falar o óbvio. Tô no nono mês de gestação e, ao invés de você vir ficar comigo, você foi curtir”, diz Rafa.
E qual foi a repercussão?
Nattan foi criticado nas redes sociais após a divulgação das falas de Rafa Kalimann. Ele respondeu às críticas em suas redes com um pedido para que o público veja o documentário inteiro antes de atacá-lo. “Assistam a tudo”, escreveu o cantor nos comentários de um perfil de fofocas.
A mãe de Rafa Kalimann, Genilda Fernandes, se manifestou nas redes sociais sobre o desabafo da filha no documentário. Ela reclamou de como falas feitas na internet, como o de Rafa, acabam “virando combustível paraassi sensacionalismo e julgamentos rasos”.
“Falar mal da vida do próximo não muda a própria realidade de ninguém. Quem vive apontando erros alheios esquece de cuidar da própria caminhada. No fim, caráter, paz e respeito valem muito mais que fofoca e julgamento”, disse a mãe da atriz.
A ex-BBB também tem recebido críticas de internautas, que a acusam de se vitimizar e questionam o fato de ela ter gravado um documentário após afirmar que se afastou das redes sociais para cuidar da saúde mental.
“Eu estava aqui em casa, quieta, e eu tenho que abrir a internet e ler mensagens e insultos muito graves? De ontem para hoje eu li que não merecia estar grávida (…). Eu só espero que minha filha não pense que sou o que criaram de mim na mídia”.
Rafa Kalimann e Nattan no documentário ‘Tempo para Amar’
Reprodução/Globoplay
Rafa Kalimann curte ensaio da Timbalada
Divulgação/Timbalada

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 anuncia Twenty One Pilots e Zara Larsson


Twenty One Pilots se apresenta no Lollapalooza 2023
Luiz Gabriel Franco/g1
Twenty One Pilots e Zara Larsson são os headliners de 13 de setembro do Rock in Rio 2026, último dia da edição. As novas atrações do festival foram anunciadas pela organização nesta terça-feira (12).
O evento acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.
A dupla americana faz sua estreia no Rock in Rio como o show de encerramento do ano no Palco Mundo.
Já a cantora sueca retorna ao festival, no qual se apresentou em 2024, no Palco Sunset.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Venda geral começa dia 26 de maio
A venda geral de ingressos começa no dia 26 de maio, às 12h, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
A pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 19 de maio, também às 12h. Neste caso, o público poderá comprar até dois ingressos por dia de festival por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4
Foo Fighters (Palco Mundo) – headliner
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Machine Gun Kelly
Sepultura
Bad Omens
Black Pantera convida Nervosa
Poppy
Malvada convida Day Limns
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Fatboy Slim (New Dance Order)
Laufey (Palco Sunset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Sunset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Sunset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)
Dia 13
Twenty One Pilots (Palco Mundo)
Zara Larsson (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento

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Justiça manda soltar empresário da produtora Love Funk investigado na Operação Narco Fluxo


O empresário do funk Henrique Viana
Reprodução/Instagram
A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) concedeu habeas corpus e revogou a prisão preventiva do empresário Henrique Alexandre Barros Viana, conhecido como “Rato”, investigado na Operação Narco Fluxo. Com a decisão, ele vai responder ao processo em liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares.
Entre as medidas impostas pela Justiça estão: comparecimento periódico em juízo, comunicação de endereço, restrição de deslocamento sem autorização judicial e entrega do passaporte.
Henrique é empresário da produtora Love Funk e tem mais de 650 mil seguidores no Instagram. Ele havia sido preso preventivamente em abril, durante a operação da Polícia Federal que também teve como alvos os funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além do criador da página Choquei. A investigação apura suposta ligação de artistas e empresários com uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas (leia mais abaixo).
Por maioria de votos, os desembargadores entenderam que, até o momento, o Ministério Público Federal ainda não apresentou denúncia formal contra o empresário e que as investigações seguem em andamento, até mesmo com pedido de prorrogação de prazo feito pelo próprio MPF.
Segundo a decisão, não ficou demonstrado risco concreto que justificasse a manutenção da prisão preventiva, como possibilidade de fuga, interferência nas investigações ou reiteração criminosa. O tribunal também considerou que os crimes investigados não envolvem violência ou grave ameaça e que não há indicação de que Henrique Rato exerça papel de liderança na suposta organização criminosa.
Justiça mantém prisão de funkeiros e influenciadores
Após a decisão do TRF-3, o juiz da 5ª Vara Federal de Santos determinou que o Ministério Público Federal se manifeste em até 24 horas sobre a possível aplicação do artigo 580 do Código de Processo Penal. O dispositivo prevê que uma decisão favorável concedida a um investigado possa ser estendida a outros réus do mesmo processo em situações semelhantes.
Na prática, porém, a soltura de Henrique não se estende automaticamente aos demais investigados da Operação Narco Fluxo. As prisões dos outros alvos permanecem mantidas até nova análise da Justiça.
A operação
A 5ª Vara da Justiça Federal em Santos, no estado de São Paulo, aceitou em 23 de abril o pedido da Polícia Federal e decretou a prisão preventiva do MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei e de outros investigados por envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
O pedido foi feito após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder habeas corpus. Com o avanço das investigações e a análise de provas apreendidas, a PF avaliou que há elementos suficientes para a conversão das prisões temporárias em preventivas.
Após a decisão judicial, a esposa de MC Ryan SP, Giovana Roque, foi vista deixando o Centro de Detenção Provisória de Belém, na Zona Leste de São Paulo, aos prantos. O cantor segue detido no local.
🔍A prisão temporária é usada no começo das investigações, quando a polícia ainda está reunindo provas. Ela tem prazo definido, geralmente de 5 ou 30 dias, e pode ser prorrogada em alguns casos. Já a preventiva não tem um prazo fixo. Ela é determinada por um juiz quando há risco, por exemplo, de a pessoa atrapalhar as investigações, fugir ou continuar cometendo crimes.
Os alvos tinham sido presos temporariamente no último dia 15 em uma operação da Polícia Federal. Segundo a investigação, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de bets ilegais, rifas clandestinas, tráfico internacional de drogas, uso de empresas de fachada, “laranjas”, criptomoedas e remessas ao exterior.
A esposa do MC Ryan SP, Giovana Roque, sai aos prantos após saber que seu marido Mc Ryan continuará preso
Edu Araujo/Agnews
No habeas corpus, o ministro Messod Azulay Neto, relator do caso no STJ, considerou ilegal o decreto de prisão temporária por 30 dias. Segundo ele, a própria Polícia Federal havia solicitado prazo de apenas cinco dias, período que já havia se encerrado.
Contudo, segundo a PF, a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública diante da gravidade do caso e do volume de recursos envolvidos.
A PF também apontou risco de continuidade das atividades criminosas, além da possibilidade de interferência nas investigações, com destruição de provas ou alinhamento de versões entre os investigados.
Com a decisão judicial, 36 investigados tiveram suas prisões temporárias convertidas em prisões preventivas e 3 em prisões domiciliares. São eles:
Rodrigo de Paula Morgado: prisão preventiva. Apontado como contador e operador-chave;
Ryan Santana dos Santos: prisão preventiva. Conhecido como MC Ryan SP, apontado como líder e beneficiário final;
Tiago de Oliveira: prisão preventiva. Braço-direito e gestor financeiro de Ryan;
Alexandre Paula de Sousa Santos: prisão preventiva. Conhecido como “Belga” ou “Xandex”;
Lucas Felipe Silva Martins: prisão preventiva;
Sydney Wendemacher Junior: prisão preventiva;
Arlindma Gomes dos Santos: prisão preventiva. Vulgo “Nene Gomes”;
Raphael Sousa Oliveira: prisão preventiva. Criador da página “Choquei” e operador de mídia;
Marlon Brendon Coelho Couto da Silva: prisão preventiva;
Diogo Santos de Almeida: prisão preventiva;
Vinicius dos Reis Pitarelli: prisão preventiva;
Rodrigo Inacio de Lima Oliveira: prisão preventiva;
Luis Carlos Custodio: prisão preventiva;
Jose Ricardo dos Santos Junior: prisão preventiva;
Ellyton Rodrigues Feitosa: prisão preventiva;
Caroline Alves dos Santos: prisão preventiva;
Mateus Eduardo Magrini Santana: prisão preventiva;
Henrique Alexandre Barros Viana: prisão preventiva;
Mauro Jube de Assunção: prisão preventiva. Contador;
Chrystian Mateus Dias Ramos: prisão preventiva;
Luis Henrique Matos Maia: prisão preventiva;
Orlando Miguel da Silva: prisão preventiva;
Sun Chunyang: prisão preventiva;
Xizhangpeng Hao: prisão preventiva. Controlador da empresa Golden Cat;
Sergio Wegner de Vargas: prisão preventiva;
Thiago Barros Cabral: prisão preventiva;
Vitor Ferreira da Cruz Junior: prisão preventiva;
Yuri Camargo Francisco: prisão preventiva;
Leticia Feller Pereira: prisão preventiva;
Alex Lima da Fonseca: prisão preventiva;
Jiawei Lin: prisão preventiva;
Thadeu José Chagas Silveira: prisão preventiva;
Renan Costa da Mota: prisão preventiva;
Marcus Vinicius Rodrigues de Assis: prisão preventiva;
Guilherme Ricardo Fuhr: prisão preventiva;
Jonatas Cleiton de Almeida Santos: prisão preventiva;
Fernando de Sousa: prisão domiciliar;
Débora Vitória Paixão Ramos: prisão domiciliar;
Estefany Pereira da Silva: prisão domiciliar.
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Familiares de MC Ryan vão à porta de presídio pedir liberdade para funkeiro após habeas corpus concedido pelo STJ
De bets ilegais a contratos com influenciadores: como funcionava esquema que levou à prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo, segundo a PF
Em uma rede social, a defesa de MC Ryan SP comentou a solicitação da PF de mais tempo de prisão e disse que “causa perplexidade o caráter manifestamente extemporâneo do pedido”.
“Se presentes estivessem, desde antes, os requisitos da preventiva, por que não foi ela requerida no momento oportuno? Espera a defesa que a medida seja indeferida e a decisão do Superior Tribunal de Justiça efetivamente cumprida”, escreveu.
O MC Ryan SP, o MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil ‘Choquei’, das Redes Sociais.
Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais
Em nota, o advogado Felipe Cassimiro, que faz a defesa do MC Ryan SP, disse que a decisão reconhece a “ilegalidade das prisões de MC Ryan, Diogo 305 e dos demais investigados no âmbito da Operação Narco Fluxo” e que “a consequência natural e jurídica desta decisão é a revogação da prisão, medida que decorre diretamente da própria decisão ao ser reconhecido o erro no prazo fixado para a prisão temporária”.
Já o advogado de Poze do Rodo, Fernando Henrique Cardoso Neves, afirmou que o novo pedido feito pela PF não apresenta fatos novos e criticou a condução do caso.
A defesa de Raphael Sousa Oliveira, proprietário da página Choquei, informa que vai recorrer imediatamente ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e, se necessário, ao Supremo Tribunal Federal, para restabelecer a Constituição.
O advogado criminalista Pedro Paulo de Medeiros afirma que a nova decisão repete vícios já apontados pela defesa desde a decretação da prisão temporária, especialmente pela ausência de fundamentação individualizada em relação a Raphael Sousa Oliveira, pois o juiz sequer menciona o nome dele na decisão.
Segundo a defesa, a decisão não apresenta elementos concretos e específicos que justifiquem a imposição da medida extrema em relação ao investigado.
Pedro Paulo de Medeiros sustenta que a decretação da prisão preventiva “mantém a mesma ausência de fundamentos concretos já questionada pela defesa e viola a exigência constitucional e legal de motivação das decisões que restringem a liberdade, sobretudo pela falta de individualização dos motivos atribuídos a Raphael Sousa Oliveira”.
“A defesa também argumenta que a decisão não demonstra, de forma específica, por que a prisão preventiva seria necessária no caso concreto, nem apresenta fundamentos individualizados que autorizem a custódia cautelar. Por isso, questionará imediatamente a decisão nas instâncias superiores”, afirmou o advogado, em nota.
Operação Narco Fluxo
A Operação Narco Fluxo foi resultado de uma investigação que começou muito antes dos mandados de busca e prisão.
Segundo a Polícia Federal, o ponto de partida foi a análise de arquivos armazenados no iCloud, sistema de armazenamento em nuvem da Apple, do contador Rodrigo de Paula Morgado, obtidos durante uma operação anterior, a Narco Bet, que já era derivada da Operação Narco Vela, ambas deflagradas em 2025.
O g1 reuniu o que se sabe sobre o caso até agora.
Como a investigação começou?
O que dizem as defesas?
O que foi apreendido?
Qual era o papel dos influenciadores?
Quem eram os operadores do esquema?
Qual seria o papel de MC Poze do Rodo no esquema?
Qual seria o papel de MC Ryan SP no esquema?
Por que o iCloud foi importante?
De bets ilegais a contratos com influenciadores: como funcionava esquema que levou à prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo, segundo a PF
O que o iCloud armazena e como ele pode revelar a rotina do usuário
Como a investigação começou?
Da esquerda para direita, MC Ryan SP, Poze do Rodo e Rodrigo Morgado
Reprodução/YouTube e Instagram
A investigação atual nasceu de provas reunidas durante a Operação Narco Bet, de outubro de 2025, instaurada após a Narco Vela, de abril do mesmo ano. As operações apuravam lavagem de dinheiro ligada a apostas, tráfico internacional de drogas, grandes quantias em espécie, transferências bancárias e criptoativos.
Segundo a decisão judicial, o núcleo de inteligência da PF analisou arquivos do iCloud de Rodrigo de Paula Morgado, identificado como contador e operador financeiro do grupo.
A partir disso, os investigadores encontraram indícios de uma organização criminosa voltada à lavagem de capitais, com agentes responsáveis pela captação, internalização, custódia e redistribuição de dinheiro em espécie.
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Como um backup no iCloud derrubou o esquema que levou à prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Por que o iCloud foi importante?
Segundo investigadores, o material armazenado na nuvem permitiu cruzar extratos, comprovantes, conversas, registros societários, contratos, procurações e documentos financeiros.
Na prática, o backup do iCloud virou uma espécie de “mapa” da organização criminosa. Foi a partir dele que a PF conseguiu identificar a relação entre operadores financeiros, empresas de fachada, influenciadores e artistas. Rodrigo depositava grande confiança na segurança digital do iCloud, o que acabou permitindo à Polícia Federal mapear a organização
O próprio Rodrigo de Paula Morgado é apontado pela PF como peça-chave do grupo. Segundo a decisão, ele articulava transferências bancárias, auxiliava na proteção patrimonial de MC Ryan SP e fazia repasses em nome de terceiros, além de prestar serviços de gerenciamento financeiro, ocultação patrimonial e evasão fiscal.
A Justiça autorizou, inclusive, novas apreensões de dados armazenados em nuvem, como iCloud e Google Drive, além de celulares, HDs, notebooks e smartphones, com acesso imediato aos conteúdos durante as buscas.
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Funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo; e influencers Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira foram presos pela PF
Reprodução/Redes sociais
Operação da PF prende Mc Ryan SP e Poze do Rodo
Qual seria o papel de MC Ryan SP no esquema?
Segundo a decisão judicial, Ryan Santana dos Santos, nome de MC Ryan SP, foi identificado como líder e principal beneficiário econômico da engrenagem.
A PF afirma que ele usava empresas ligadas à produção musical e ao entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos de apostas ilegais e rifas digitais.
Ainda segundo a investigação, Ryan teria montado mecanismos de blindagem patrimonial, transferindo participações societárias para familiares e terceiros, além de usar operadores financeiros para afastar o dinheiro ilícito de sua pessoa física antes de reinseri-lo na economia formal.
Segundo a PF, os recursos eram reinvestidos em imóveis, carros de luxo, joias e outros ativos de alto valor. A Justiça autorizou a apreensão de dinheiro em espécie acima de R$ 10 mil, joias, relógios, carros, motos, embarcações, aeronaves e outros itens de luxo encontrados com os investigados.
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Qual seria o papel de MC Poze do Rodo no esquema?
Segundo a decisão judicial, Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, nome de registro de MC Poze do Rodo, aparece vinculado a empresas e estruturas financeiras relacionadas à circulação de recursos oriundos de rifas digitais e apostas ilegais.
A investigação aponta que ele integrava a engrenagem financeira da organização ao lado de outros operadores e empresas usadas para captar, fragmentar e redistribuir dinheiro. Uma das empresas ligadas ao funkeiro e incluídas na lista de bloqueios judiciais é a EMPOZE – Editora, Gravadora e Prestação de Serviços Ltda.
Segundo a PF, Poze do Rodo foi preso em casa, em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, e pode responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas.
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Colar com imagem de Pablo Escobar e armas foram apreendidos pela PF contra MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Divulgação/PF
Quem eram os operadores do esquema?
A investigação descreve uma estrutura com funções bem definidas.
Tiago de Oliveira é apontado como braço-direito de MC Ryan SP, atuando como procurador e gestor financeiro do artista. Segundo a PF, ele centralizava recursos, redistribuía dinheiro a operadores e participava de negociações imobiliárias em favor do cantor.
Alexandre Paula de Sousa Santos, conhecido como Belga ou Xandex, teria feito a ponte entre plataformas de apostas e empresas ligadas a Ryan, recebendo dinheiro de processadoras de pagamento e repassando os valores para o núcleo do grupo. A PF afirma que ele realizava centenas de transferências fracionadas, prática conhecida como “smurfing”.
Outros investigados, como Arlindma Gomes dos Santos, Lucas Felipe Silva Martins e Sydney Wendemacher Junior, aparecem como operadores logísticos, “testas de ferro” e titulares formais de bens ligados ao cantor.
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Como funcionava o esquema?
Segundo a PF, o dinheiro tinha origem em bets ilegais, rifas clandestinas, estelionato digital e tráfico internacional de drogas.
Os recursos eram pulverizados em várias contas bancárias para dificultar o rastreamento. Depois, passavam por operadores financeiros, empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e criptomoedas.
A investigação aponta que o grupo usava técnicas típicas de lavagem de dinheiro, como fracionamento de depósitos, contas de passagem, empresas de fachada, laranjas, holdings, triangulação de receitas, criptoativos e evasão de divisas.
Segundo a Justiça, a organização operava com características de uma instituição financeira clandestina, usando mecanismos próprios de compensação, controle e registro.
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À esquerda, MC Ryan SP, apontado como líder da organização criminosa; à dir., Raphael Sousa Oliveira, dono da ‘Choquei’
Reprodução/ Redes sociais
Qual era o papel dos influenciadores?
A PF afirma que influenciadores e páginas de grande alcance eram usados para divulgar apostas, rifas e melhorar a imagem pública do grupo.
O influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, é apontado na decisão como operador de mídia da organização. Segundo a PF, ele recebia valores diretamente de Ryan, Tiago de Oliveira e José Ricardo dos Santos Junior para divulgar conteúdos favoráveis ao cantor, promover plataformas de apostas e rifas e atuar na mitigação de crises de imagem.
Já a influenciadora Chrys Dias e outros nomes ligados a marketing digital aparecem na investigação como financiadores, divulgadores ou intermediários de valores oriundos de rifas digitais.
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O que foi apreendido?
Durante a operação, a PF apreendeu carros de luxo, relógios, joias, armas, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos.
Um dos itens que mais chamou atenção foi um colar com a imagem de Pablo Escobar dentro do mapa do estado de São Paulo, encontrado na casa de MC Ryan SP.
A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores até R$ 1,63 bilhão, além do bloqueio de criptomoedas em corretoras como Foxbit, Mercado Bitcoin, Binance e Coinbase.
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O que dizem as defesas?
A defesa de MC Ryan SP afirmou que ainda não teve acesso aos autos, que correm sob sigilo, mas declarou que todas as transações financeiras do cantor são lícitas e possuem origem comprovada.
Já a defesa de MC Poze do Rodo disse desconhecer o teor do mandado de prisão e afirmou que vai se manifestar na Justiça assim que tiver acesso ao processo.
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Familiares de MC Ryan vão à porta de presídio pedir liberdade para funkeiro após habeas corpus

Fonte: G1 Entretenimento

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Vocalista do Bring Me the Horizon sofre concussão leve após ser atingido por celular durante show


Bring me the Horizon no Lollapalooza 2019
Diego Baravelli/G1

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Mizutani manda ‘aquele abraço aos ratos vivos’ em álbum ‘lo-fi’ em que vai além da bossa dos primeiros EPs


Pedro Mizutani lança em 22 de maio o primeiro álbum, ‘Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos’, com 11 faixas
João Moura / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor carioca de 24 anos, Pedro Mizutani cresceu imerso nas águas serenas da bossa nova, norte dos três primeiros EPs – “Aperana” (2023), “Pensando baixo” (2024) e “Mostrando os dentes” (2025) – desse artista que ouviu muito João Gilberto (1931 – 2019) e Nara Leão (1942 – 1989).
Contudo, Mizutani se espraia por outros sons no primeiro álbum, “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, programado para ser lançado em 22 de maio via Nice Guy Records, selo indie francês focado em indie pop, som lo-fi e outras bossas.
É na praia do indie rock, do folk e do lo-fi pop que Pedro Mizutani se situa, mixando violão e sintetizadores, em álbum essencialmente acústico gravado com produção musical assinada por Guilherme Lírio – nome associado ao trabalho com Ana Frango Elétrico – e Paulo Emmery.
Com músicas inéditas como “Bird on net” (canção bilíngue em português e em inglês traduzida como “Pássaro na rede”), “Escassez” e “Queria ter nove”, o álbum “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos” foi antecedido pelos singles “Dia azul” (2025), “Presente” (2026), “Colchão” (2026) e “Puer aeternus (19)” (2026).
A intenção de Mizutani foi cantar um Rio de Janeiro contemporâneo influenciado pelo que o artista rotula como “nova MPB”. Ao longo de onze faixas, Mizutani versa sobre a realidade de viver e crescer na cidade natal como um jovem adulto carioca em 2026, abordando temas como os vícios em substâncias e em telas, além da batalha para conservar a saúde mental em mundo conturbado e poluído pelo excesso de informações.
No manifesto que acompanha “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, Pedro Mizutani caracteriza o álbum como “os relatos mais verdadeiros de um rato que chama a si mesmo de rato vivo”, explicando o título atraente do álbum e descrevendo as próprias emoções com mix de “orgulho e vergonha”.
Capa do álbum ‘Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos’, de Pedro Mizutani
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2027 vai ser apresentado por Conan O’Brien, em seu terceiro ano consecutivo à frente da premiação


Conan O’Brien abre premiação do Oscar 2026
Mike Blake/Reuters
O comediante Conan O’Brien vai ser o apresentador do Oscar 2027, em seu terceiro ano consecutivo à frente da premiação mais prestigiada do cinema mundial. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização do evento, nesta terça-feira (12).
Americano de 63 anos, O’Brien foi elogiado pelo desempenho nas edições de 2025 e 2026.
“Poder nos reunir com Conan O’Brien pelo terceiro ano consecutivo no Oscar é algo realmente especial. Ele traz aquele humor marcante que todos amam, junto com uma gentileza e generosidade genuínas que se refletem em todo o show”, afirmaram os produtores Raj Kapoor e Katy Mullan, em comunicado.
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“Ele é um verdadeiro parceiro criativo, alguém em quem confiamos plenamente e que torna todo o processo genuinamente divertido, tanto nos bastidores quanto no palco. Estamos incrivelmente gratos por continuar construindo isso juntos e mal podemos esperar para compartilhar o que vem por aí.”
O Oscar 2027 acontece em 14 de março de 2027, em Los Angeles.
O’Brien é mais conhecido por seus trabalhos como apresentador de talk shows na TV americana. Ele substituiu o também comediante Jimmy Kimmel, que esteve à frente do Oscar em 2023 e 2024.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Depressão, problemas com Nattan… veja as revelações do documentário de Rafa Kalimann


Rafa Kalimann no documentário ‘Tempo Para Amar’
Reprodução/Globoplay
O primeiro episódio do documentário “Tempo Para Amar”, que mostra os bastidores da gestação de Rafa Kalimann, foi ao ar neste sábado (9).
Ao longo de quatro episódios, o documentário vai mostrar a vida de Rafa com seu companheiro, o cantor Nattan, a gravidez e o nascimento da filha Zuza. Veja, abaixo, as principais revelações do primeiro episódio:
Depressão durante gravidez
“Sem remédio, eu não saio de casa. Com remédio, eu saio chorando, mas eu saio”, revela Rafa em uma consulta com a obstetra logo no início do episódio. A atriz e influenciadora revelou que se sentia muito sozinha no fim da gestação e estava deprimida.
Ela acrescentou que ficou traumatizada após uma perda gestacional em 2024. Por isso, nos primeiros meses de gravidez da Zuza, ela sempre tinha medo de ir ao banheiro e descobrir que perdeu o neném.
“É muito difícil dar nome para as nossas emoções. A gravidez me trouxe esse dilema que eu não conhecia. Ninguém nunca fala sobre a dificuldade de dar nome para o que a gente tá sentindo e como isso mexe com a gente”.
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Problemas no relacionamento
Rafa e Nattan também expuseram uma dificuldade na relação. Ela diz que sentiu o companheiro distante, cumprindo a agenda de shows, e eles procuraram uma profissional para ajudá-los. “Ele começou a fugir de tudo que pudesse trazê-lo para cá (….). E eu só precisava dele”.
Nattan também diz que teve dificuldade em se fazer presente devido à agenda de shows. “Eu andava disperso, fui lançar um DVD, não conseguia vir pra casa”, explica. Ele também conta que encontrou amigos ao fazer um show em Porto Alegre e aproveitou para ir em Gramado com eles.
“Quando eu sei que eu não sou uma escolha pra você, nossa família não é uma escolha, é onde me machuca (…). Eu não quero mais falar o óbvio. Tô no nono mês de gestação e, ao invés de você vir ficar comigo, você foi curtir”, diz ela.
Rafa Kalimann e Nattan no documentário ‘Tempo para Amar’
Reprodução/Globoplay
‘Sumiço’ das redes sociais
Rafa também revelou que, em algumas ocasiões durante a gravidez, descobriu que recebia mensagens pesadas na internet e isso impactou sua saúde mental. Por isso, decidiu se afastar das redes sociais.
“Eu estava aqui em casa, quieta, e eu tenho que abrir a internet e ler mensagens e insultos muito graves? De ontem para hoje eu li que não merecia estar grávida (…). Eu só espero que minha filha não pense que sou o que criaram de mim na mídia”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Boca Livre canta Edu Lobo em álbum em que imprime a sofisticação da obra do compositor na assinatura vocal do grupo


O grupo Boca Livre lança na sexta-feira, 15 de maio, álbum em que canta onze músicas de Edu Lobo (ao centro)
Fernando Young / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Boca canta Edu
Artista: Boca Livre
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Um álbum em que o grupo Boca Livre dá vozes ao cancioneiro do compositor Edu Lobo é projeto fonográfico em tese sem riscos. Seria difícil dar errado. E, de fato, o álbum “Boca canta Edu” coleciona acertos ao longo das 11 faixas, a despeito da sensação de a refinada técnica vocal do quarteto carioca – conceito objetivo – ter prevalecido em algumas faixas em relação ao sentimento – percepção subjetiva, passível de interpretações pessoais – no canto de repertório selecionado com coragem e conhecimento de causa.
Já na música que abre o álbum, “Veneta” (Edu Lobo e Chico Buarque, 2001), fica evidente que Boca Livre se desviou da linha greatest hits ao recriar esse coco de embolada da trilha sonora do musical de teatro “Cambaio” (2001). São apenas as vozes do Boca Livre – inicialmente ouvidas a capella – e o pandeiro percutido por Zé Renato em gravação que realça a vivacidade rítmica do tema.
Há décadas em conexão com Edu Lobo, David Tygel (voz e viola caipira), Lourenço Baeta (voz, violão e flauta), Mauricio Maestro (voz e baixo) e Zé Renato (voz, violão e pandeiro) sabem onde se meteram quando decidiram gravar álbum com as músicas desse compositor de melodias sofisticadas e harmonias por vezes intrincadas.
Edu Lobo é um grande compositor carioca de ascendência pernambucana, o que explica a recorrência de temas de pegada nordestina, caso do baião “Uma vez, um caso” (Edu Lobo e Cacaso, 1976), cuja saga trágica narrada na letra do poeta Cacaso (1944 – 1987) tem o drama amenizado no trilho seguido pelo Boca Livre em gravação sublinhada pelo violoncelo de Iura Ranevski.
Ainda na estação nordestina, o grupo segue o passo do frevo-canção “Zanga zangada”, parceria de Edu Lobo com Ronaldo Bastos – compositor letrista mais associado ao Clube da Esquina – apresentada pelo Quarteto em Cy em álbum de 1972.
Na moderna moda de viola ironicamente intitulada “Viola fora de moda” (Edu Lobo e José Carlos Capinan, 1973), o Boca Livre harmoniza violões e violas em sintonia com o som característico desse grupo formado no Rio de Janeiro (RJ) em 1978, ano em que o quarteto foi instantaneamente avalizado por Edu Lobo.
Naquele ano de 1978, Edu gravou o álbum “Camaleão” e arregimentou o grupo debutante para fazer vocais no estilizado baião “Sanha na mandinga”. Parceria do compositor com o supracitado poeta mineiro Cacaso, “Sanha na mandinga” reaparece refinado no álbum “Boca canta Edu” como atestado da coerência que norteou tanto o grupo quanto o compositor nas respectivas trajetórias profissionais.
Com lançamento programado para a próxima sexta-feira, 15 de maio, em edição da gravadora Som Livre, o álbum “Boca canta Edu” referencia Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – compositor cujo cancioneiro soberano foi uma das bases sólidas na construção da obra de Edu Lobo – no arranjo vocal de “Choro bandido” (Edu Lobo e Chico Buarque, 1985).
Há uma coerência que atravessa todo o álbum, inclusive nas escolhas dos feats. Se o samba “Ave rara” (Edu Lobo e Aldir Blanc, 1993) junta mais uma vez o Boca Livre com o MPB4, reforçando conexão iniciada há 45 anos quando o Boca convidou o quarteto fluminense para unirem vozes na música “Se o meu jardim der flor” (Zé Renato e Xico Chaves) do álbum “Folia” (1981), o samba “Corrida de jangada” (Edu Lobo e José Carlos Capinan, 1967) põe na roda Vanessa Moreno, uma das cantoras preferidas de Edu Lobo na atualidade. A voz de Vanessa é a cereja do bolo na gravação do samba.
Em “Arrastão” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965), único tema mais amplamente conhecido do repertório selecionado pelo grupo, o Boca Livre se desvia da grandiosidade épica do canto referencial de Elis Regina (1945 – 1982) ao apresentar a música em festival de 1965, buscando outros caminhos harmônicos para “Arrastão” em gravação que harmoniza cordas orquestradas por Maurício Maestro, o piano jazzy de João Carlos Coutinho – em breve passagem instrumental – e a voz do próprio Edu Lobo, cujo canto soa discreto como o próprio artista.
Na canção “Dos navegantes” (Edu Lobo e Paulo César Pinheiro, 1993), há maior equilíbrio entre técnica e emoção na abordagem de música que versa sobre a lira do delírio de viajante marítimo que, levado por vento vadio, transita de porto a porto com inquietação e melancolia.
Essa melancolia é mixada com nostalgia em “Candeias” (1967) derradeiro porto em que ancora o álbum “Boca canta Edu”, reavivando uma das poucas composições em que Edu Lobo assina música e letra.
Recuperando na voz de Edu Lobo a introdução da gravação original do autor (“E caso ainda exista aquela rua, aquelazinha do sobrado em frente ao mar…”), suprimida nos demais registros fonográficos da música por intérpretes do quilate de Gal Costa (1945 – 2022), a sedutora gravação de “Candeias” pelo Boca Livre vem embalada por cordas, um sentimento nas vozes dos intérpretes – em outro exemplo da combinação precisa de técnica e emoção – e a voz do autor a referendar esse álbum em que o Boca Livre canta Edu Lobo sem erros, imprimindo a sofisticação do compositor na assinatura vocal do grupo.
Capa do álbum ‘Boca canta Edu’, do grupo Boca Livre
Fernando Young / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem se declara culpado de roubo de músicas inéditas de Beyoncé


Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com ‘Cowboy Carter’ em 3 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Mario Anzuoni
Um homem acusado de roubar músicas inéditas e outros itens da equipe de Beyoncé durante a parada da turnê em Atlanta foi condenado. Segundo o site TMZ, Kelvin Evans se declarou culpado após inicialmente negar as acusações e recusar um acordo judicial.
Evans admitiu ter entrado em um veículo com a intenção de cometer furto e de invasão criminosa. Ele havia se declarado inocente em um primeiro momento, mas, nesta terça-feira (12), voltou atrás da decisão, renunciou ao direito a julgamento e encaminhou o caso diretamente para a fase de sentença.
Investigadores afirmam que câmeras de vigilância flagraram Evans arrombando um SUV dois dias antes do show de Beyoncé em Atlanta, durante a turnê Cowboy Carter. O veículo havia sido alugado por um integrante da equipe da cantora e continha um pen drive com músicas inéditas, que acabou sendo roubado.
Kelvin Evans poderia ser condenado a até seis anos de prisão, mas, com o acordo aceito pelo juiz, recebeu pena de dois anos de prisão e três em liberdade condicional. Ele também foi obrigado a manter distância das vítimas e do local onde o crime ocorreu.
Beyoncé usa mais um funk brasileiro em show da ‘Cowboy Carter Tour’

Fonte: G1 Entretenimento