Categorias
ENTRETERIMENTO

Bonnie Tyler tem quadro de saúde estável


Bonnie Tyler em Florianópolis em 2022
Gustavo Amorin
A cantora britânica Bonnie Tyler tem quadro de saúde estável após passar por uma cirurgia intestinal de emergência na semana passada.
“Na manhã de hoje, Bonnie continua gravemente doente, mas estável, no hospital em Faro. No entanto, seus médicos seguem otimistas de que ela terá uma recuperação completa”, disse o porta-voz de Tyler à BBC.
“Quando houver qualquer novidade sobre o estado de saúde de Bonnie, divulgaremos outro comunicado”, acrescentou.
A cantora de “Total Eclipse of the Heart”, de 74 anos, foi levada ao hospital no dia 6 e colocada em coma induzido após a operação, como parte do tratamento.
Vídeos em alta no g1
Nascida no País de Gales com o nome de Gaynor Hopkins, Bonnie Tyler ganhou projeção internacional no fim da década de 1970 com o sucesso “It’s a Heartache”. Nos anos 1980, consolidou a carreira com hits como “Total Eclipse of the Heart”, lançado em 1983, e “Holding Out for a Hero”, de 1984.
Dona de uma voz marcante e rouca, além do visual característico com cabelos loiros, a cantora representou o Reino Unido no Eurovision Song Contest 2013, com a música “Believe in Me”. Ela terminou a competição na 19ª colocação.
Em 2023, Bonnie Tyler foi homenageada pelo rei Charles III com o título de membro da Ordem do Império Britânico (MBE, na sigla em inglês), em reconhecimento à trajetória artística e à contribuição para a música.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Claudio Nucci e Zé Renato gravam álbum em dupla, ‘Som-Palavra-Cor’, 41 anos após o disco ‘Pelo sim pelo não’


Claudio Nucci (à esquerda) e Zé Renato apresentam duas músicas inéditas, ‘Alfarrábio’ e ‘Sobra batuque’, entre as regravações do álbum ‘Som-Palavra-Cor’
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto o Boca Livre lança o álbum em que canta músicas de Edu Lobo, os dois integrantes mais famosos da formação original do quarteto carioca, Claudio Nucci e Zé Renato, aprontam o segundo álbum dos cantores em dupla, o primeiro em 41 anos.
No rastro das comemorações dos 40 anos do álbum “Pelo sim pelo não” (1985) com show estreado em 2025, Claudio Nucci e Zé Renato gravaram um álbum conjunto no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP), entre 6 e 8 de maio quarta e sexta-feira da semana passada.
Com produção musical orquestrada por Marcus Preto com Thiago Big Rabello, o álbum se chama “Som-Palavra-Cor”. O título foi extraído da letra de “Alfarrábio”, escrita por Nando Reis sobre melodia de Zé Renato.
“Alfarrábio” é uma das duas músicas inéditas do repertório do álbum “Som-Palavra-Cor”. A outra é “Sobra batuque”, parceria de Nucci com Zeca Baleiro.
“Sapato velho” (Mu Carvalho, Claudio Nucci e Paulinho Tapajós, 1978), “Ânima” (Zé Renato e Milton Nascimento, 1982) e “A hora e a vez” (Claudio Nucci, Zé Renato e Ronaldo Bastos, 1985) também integram o repertório, dominado por regravações de músicas emblemáticas nas trajetórias dos artistas.
As vozes e os violões de Claudio Nucci e Zé Renato são a base do álbum “Som-Palavra-Cor”. Contudo, alguns complementos serão incluídos nos arranjos ao longo dos próximos dias.
O lançamento do álbum “Som-Palavra-Cor” está previsto para o segundo semestre de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Festival de Cannes começa mais importante do que nunca para o Oscar e sem filmes brasileiros


Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12)
Valery Hache/AFP
O Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12) como a edição mais importante para a corrida do Oscar em sua história, com pouca presença de Hollywood e nenhum filme brasileiro na competição pela Palma de Ouro.
O evento francês já era o festival de cinema mais prestigiado do mundo antes da mudança significativa nas regras da premiação da Academia de Cinema americana, mas agora entra de maneira oficial na corrida pela estatueta dourada.
A partir de 2027, vencedores das competições de alguns dos maiores festivais do mundo podem ser indicados à categoria de melhor filme internacional do Oscar — e não dependem mais da seleção de comitês de seus respectivos países para representá-los.
Ou seja, em 23 de maio, o júri presidido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”) anuncia seu escolhido para levar a Palma de Ouro, e este se torna elegível para o Oscar 2027, desde que mais de 50% de sua duração não seja falada em inglês.
Ele então se junta a “Shame and Money”, ganhador do Grande Prêmio do Júri da competição internacional do Festival de Sundance, e a “Gelbe Briefe”, honrado com o Urso de Ouro do Festival de Berlim.
Vídeos em alta no g1
Vitrine histórica
A importância de Cannes não nasceu com a mudança anunciada pela Academia no último dia 1º, é claro.
A Palma de Ouro sempre serviu como vitrine para quem queria ser considerado um concorrente real ao Oscar — mas a relação se intensificou nos últimos anos, graças, em grande parte, à internacionalização dos membros da organização americana, um esforço para diversificar seus integrantes.
Tanto que, dos últimos dez premiados no Festival, sete receberam indicações ao Oscar. Destes, dois ganharam como melhor filme, e “Parasita” (2019) se tornou o primeiro de língua não inglesa a vencer a categoria.
A história recente também ajuda a explicar a iniciativa da Academia. Ganhador da Palma de Ouro em 2023, por exemplo, “Anatomia de uma queda” levou cinco indicações ao Oscar, mas não pôde concorrer como filme internacional por não ter sido escolhido como representante da França.
Muita gente comenta que a decisão teve uma parte política, já que o governo foi criticado pela diretora Justine Triet em seu discurso de agradecimento em Cannes.
O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho recebe o prêmio de Melhor Ator em nome do ator brasileiro Wagner Moura pelo filme “O Agente Secreto” durante a Cerimônia de Encerramento da 78ª edição do Festival de Cinema de Cannes, em Cannes, sul da França, em 24 de maio de 2025.
Sameer AL-DOUMY / AFP
Prejuízo para o Brasil
Tudo isso é uma má notícia para os planos brasileiros de conseguir uma terceira indicação consecutiva inédita na categoria de filme internacional do Oscar. Afinal, nenhum filme nacional foi selecionado para a competição francesa.
Em 2025, “O agente secreto” deu início à sua corrida pela estatueta ao vencer dois prêmios no Festival — não seria o suficiente para uma elegibilidade automática, mas certamente projetou a obra como um concorrente sério.
A presença em Cannes também ajudou o filme de Kleber Mendonça Filho a conseguir a distribuição da Neon nos Estados Unidos, uma empresa americana especialista em premiações.
Mas não se pode perder as esperanças. Ainda há oportunidades para conseguir uma classificação antecipada. Uma delas é o Festival de Veneza, que acontece em setembro. “Ainda estou aqui” começou sua trilha ao Oscar, em 2025, no evento italiano.
O Brasil não estará completamente ausente de Cannes. Selton Mello é um dos atores que deve dar as caras por lá, como parte do elenco do chileno “La perra”.
Ausência de blockbusters
Parte do motivo do crescimento da importância de Cannes no calendário de premiações também era a atenção dada ao festival por estúdios americanos. Em 2026, nenhum grande lançamento de Hollywood será levado à cidade francesa.
Filmes como “Dia D”, de Steven Spielberg, e “A Odisseia”, de Christopher Nolan, não darão as caras por lá — mesmo com estreias mundiais nos próximos meses.
Com isso, o destaque recai sobre autores queridos pelo evento e grandes nomes do cinema mundial, como o espanhol Pedro Almodóvar (“Amarga navidad”), os japoneses Hamaguchi Ryusuke (“Soudain”) e Koreeda Hirokazu (“Hako no naka no hitsuji”) e o iraniano Asghar Farhadi (“Histoires parallèles”).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Mãe de MC Kevin diz que pedirá reabertura das investigações sobre morte do cantor


MC Kevin
Divulgação / Revolução Records
Valquíria Nascimento, mãe do funkeiro MC Kevin, pedirá a reabertura das investigações sobre a morte do cantor em maio de 2021.
Kevin Nascimento Bueno morreu ao tentar pular da varanda do quinto andar de seu quarto de hotel para o andar de baixo. Ele caiu e não resistiu à queda.
Segundo as investigações, ele se assustou com a possibilidade de ser pego pela mulher, Deolane Bezerra, em um quarto de hotel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com uma acompanhante, Bianca Domingues.
Em um vídeo postado nesta segunda-feira (11) na sua conta do Instagram, Valquíria afirmou que recebeu informações que contrastam com a versão da polícia de que a morte de Kevin foi um acidente.
“Eu sou a pessoa mais interessada em saber o que aconteceu no dia da morte do meu filho. Estou disposta a fazer tudo o que for possível e o impossível. Na época, eu não tinha condições de fazer nada. Hoje as coisas mudaram.”
Vídeos em alta no g1
Em novembro de 2021, o delegado Leandro Gontijo, da 16ª DP, que concluiu as investigações, disse que não houve indícios de brigas, ações violentas ou qualquer tipo de crime no episódio.
A Justiça do Rio de Janeiro arquivou a investigação em julho de 2022.
O juiz Adriano Celestino Santos, da 2ª Vara Criminal, concordou com as manifestações do Ministério Público fluminense (MPRJ) indicando que “os elementos colhidos não apontam indícios de conduta dolosa ou culposa”.
No vídeo publicado nesta segunda-feira, a mãe do funkeiro diz que já consultou os advogados e recebeu o apoio de MC PH e MC IG, amigos de Kevin.
Initial plugin text
A família do cantor pagará uma perícia independente e um detetive particular para auxiliar o Ministério Público.
“A gente também tem dúvida. Vamos atrás da verdade. Eu quero saber o que aconteceu no dia 16 de maio de 2021”.
LEIA TAMBÉM:
Morte de MC Kevin foi um acidente, afirma laudo da perícia policial
MC Kevin: apuração da morte do artista é arquivada pela Justiça
MC Kevin morre no Rio após cair do 5º andar de hotel na Barra da Tijuca

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Veja a lista dos 100 filmes brasileiros essenciais segundo a Abraccine


Filme ‘Ainda Estou Aqui’ está na lista dos 100 mais influentes filmes brasileiros.
Reprodução
A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) elegeu os 100 filmes brasileiros mais importantes de todos os tempos em uma lista divulgada nesta segunda-feira (11). Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
A listagem faz parte das comemoração em alusão aos 15 anos da Abraccine e após dez anos da primeira votação.
Segundo a associação, a nova lista traz mais filmes dirigidos por mulheres e negros. “Essa mudança reflete a busca de um olhar mais diverso sobre a produção nacional”, afirmou a Abraccine em uma publicação.
Atualmente, a associação reúne 180 críticos do Brasil. “Desde a primeira edição do livro, resultado da primeira lista, a sociedade mudou, assim como o perfil da associação, que naturalmente cresceu e se modificou. Esta acaba sendo uma revisão importante e necessária da nossa história do cinema”, disse Orlando Margarido, presidente da Abraccine.
Vídeos em alta no g1
Desta vez, a lista não ranqueia os escolhidos, apenas lista os 100 escolhidos entre 1.169 títulos, sejam curtas ou longas-metragens.
Assim como aconteceu na primeira vez, os 100 títulos mais votados serão abordados em textos críticos numa publicação que será lançada no final do ano, pela editora Letramento, com organização de Ivonete Pinto, Danilo Fantinel e Paulo Henrique Silva. O livro contará também com artigos com recortes históricos, estéticos e temáticos.
Confira a lista dos 100 filmes brasileiros mais influentes:
1. Limite (1931), Mário Peixoto
2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro
3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu
4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle
5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle
6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto
7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos
8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos
9. O grande momento (1958), Roberto Santos
10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga
11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha
12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias
13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte
14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra
15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni
16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos
17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins
18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro
19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha
20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri
21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra
22. A falecida (1965), Leon Hirszman
23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos
24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person
25. A entrevista (1966), Helena Solberg
26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade
27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira
28. A margem (1967), Ozualdo Candeias
29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins
30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person
31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen
32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha
33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla
34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla
35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade
36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane
37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha
38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins
39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla
40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez
41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci
42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman
43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor
44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul
45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho
46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman
47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura
48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna
49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto
50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco
51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina
52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.
53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor
54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett
55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues
56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade
57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco
58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman
59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko
60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina
61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias
62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia
63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio
64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho
65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos
66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral
67. A marvada carne (1985), André Klotzel
68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach
69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado
70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat
71. Superoutro (1989), Edgard Navarro
72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach
73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati
74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles
75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas
76. Central do Brasil (1998), Walter Salles
77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes
78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky
79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho
80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund
81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho
82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz
83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes
84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz
85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci
86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho
87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado
88. Santiago (2007), João Moreira Salles
89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra
90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho
91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu
92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós
93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert
94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho
95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans
96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra
97. Marte um (2022), Gabriel Martins
98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta
99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles
100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Diogo Nogueira cancela shows após diagnóstico de laringite bacteriana grave


Diogo Nogueira posa para foto antes de entrevista ao programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
O cantor Diogo Nogueira anunciou nesta segunda-feira (11) que não poderá realizar shows marcados para os próximos dias devido a uma laringite bacteriana grave.
Segundo comunicado publicado nas redes sociais do cantor, a doença, que impossibilita o uso da sua voz para apresentações musicais, está sendo tratada em ambiente hospitalar.
“Lamentamos e agradecemos a compreensão e o apoio do público, reforçando que a decisão foi tomada por orientação médica, visando a plena recuperação do cantor”, diz trecho do texto.
Vídeos em alta no g1
O cantor está viajando o Brasil com a turnê “Infinito Samba”, que celebra seus 20 anos de carreira. O repertório dos shows é composto por grandes sucessos do samba, incluindo músicas autorais.
Na lista de shows a fazer no mês de junho estão uma apresentação em Belo Horizonte (MG), no dia 7, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20, e em Recife (PE), no dia 27. O cantor não informou quais shows estão mantidos ou precisarão ser cancelados.
Texto foi publicado nas redes sociais do cantor Diogo Nogueira
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Zé Ibarra grava álbum audiovisual em junho na volta do show ‘Afim’ ao Rio


Zé Ibarra grava em 11 de junho o primeiro álbum audiovisual, registrando o show ‘Afim’ no Teatro Carlos Gomes
Luz Vermelha / Reprodução Instagram Zé Ibarra
♫ NOTÍCIA
♬ Atualmente em turnê pela Europa, apresentando o show “Afim” pelo continente em cronograma que se estende até 6 de junho, Zé Ibarra já tem compromisso quando retornar ao Brasil.
Na sequência, o cantor, compositor e músico carioca faz o primeiro registro audiovisual da discografia na volta do show “Afim” à cidade natal do Rio de Janeiro (RJ). A gravação ao vivo está agendada para 11 de junho em apresentação no Teatro Carlos Gomes.
No show, estreado pelo artista em julho do ano passado em São Paulo (SP), Zé Ibarra apresenta as músicas do segundo álbum solo – também intitulado “Afim” e lançado em junho de 2025 – e canta músicas como o standard centenário “Someone to watch over me” (George Gershwin e Ira Gershwin, 1926) e “Lobo bobo” (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, 1959).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Filha caçula de João Gilberto, Loulu Gilberto canta Caetano Veloso, Garoto e Luiz Gonzaga no primeiro álbum


Loulu Gilberto lança o primeiro álbum às 21h de 21 de maio com produção musical assinada por Cezar Mendes e Mario Adnet
Bob Wolfenson
♫ NOTÍCIA
♬ Nascida em 22 de junho de 2004, a filha caçula de João Gilberto (1931 – 2019), Luísa Carolina Gilberto, lança o primeiro álbum em 21 de maio, a um mês de completar 22 anos. O álbum “Loulu Gilberto” foi batizado com o nome artístico da cantora, fruto da união de João com a jornalista e artista plástica Claudia Faissol.
Com capa que expõe Loulu em foto de Bob Wolfenson, o álbum foi gravado com produção musical de Cezar Mendes e Mario Adnet.
Composto por 14 músicas distribuídas em 13 faixas, o repertório do álbum “Loulu Gilberto” gravita em torno das memórias afetiva da cantora no convívio com o pai entre acalantos, sambas, sambas-canção e temas de jazz.
Música inédita em disco, “O amor nos encontrou” é parceria raríssima de Carlos Lyra (1933 – 2023) com Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) que ganha o primeiro registro fonográfico oficial na voz de Loulu.
A cantora também grava o standard do jazz “Tea for two” (Vincent Youmans e Irving Caesar, 1924), o baião “Qui nem jiló” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1949), o samba-canção “Duas contas” (1951) – uma das obras-primas do cancioneiro autoral do compositor e violonista Garoto (1915 – 1955) – e a canção “Avarandado” (Caetano Veloso, 1967).
Marchinha de Lamartine Babo (1904 – 1963), cantada por João Gilberto com Rita Lee (1947 – 2023) em número de especial gravado pelo cantor em 1981 para a TV Globo, “Jou Jou e balangandãs“ (1939) aparecerá grafada na tracklist do álbum como “Jou Jou e balangandans”.
O álbum “Loulu Gilberto” será editado pela gravadora Sony Music.
Capa do álbum ‘Loulu Gilberto’
Bob Wolfenson
♪ Eis, na disposição das músicas nas 13 faixas do álbum “Loulu Gilberto”, a tracklist do disco da filha caçula de João Gilberto:
1. “João”
2. “O amor nos encontrou”
3. “Avarandado”
4. “Tea for two”
5, “Manias”
6. “Jou jou e balangandans”
7. “Beija-me”
8. “Mr. Sandman”
9. “Duas contas”
10. “Dorme que eu velo por ti”
11. “Cuidado com o andor”
12. “Qui nem jiló”
13. “Cavalo marinho” / “Bicho curutu”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Velozes e Furiosos’ vai virar série na TV e streaming, anuncia Vin Diesel


Vin Diesel e Daniela Melchior em cena de ‘Velozes e furiosos 10’
Divulgação
A sequência de filmes “Velozes e Furiosos” agora vai virar série na TV e plataformas de streaming. O anúncio foi feito pelo ator Vin Diesel nesta segunda-feira (11).
Durante um evento da companhia NBCUniversal, Vin Diesel, que no longa interpreta o personagem Dominic Toretto e também participou da produção executiva de alguns trabalhos, falou sobre a importância dos fãs para decisão.
“Eles [fãs] queriam que expandíssemos os personagens, suas histórias. Durante a última década, o desejo era que entrássemos na TV. O momento certo chegou”, disse.
Vídeos em alta no g1
A NBCUniversal é dona pela plataforma de streaming Peacock, responsável pela produção da série. No Brasil e América Latina, os conteúdos da Universal são disponibilizados na Universal+.
Ele adiantou que serão quatro programas do universo “Velozes e Furiosos”. Ainda de acordo com o ator, o projeto “vai honrar o legado dos filmes”.
Não há informações sobre data de lançamento.
Ao todo, já foram lançados 11 filmes que abordam o universo “Velozes e Furiosos, sendo o primeiro em 2001 e o último em 2023. Um 12º filme está em produção e tem previsão de ser lançado em 2028.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Sony Music compra catálogo musical da Recognition, com sucessos de Beyoncé e Leonard Cohen


A cantora Beyoncé
AFP
A Sony Music comprará os direitos de canções icônicas de Beyoncé, Leonard Cohen e outros gigantes da música da gestora de investimentos Blackstone, em um acordo avaliado em cerca de 4 bilhões de dólares (R$ 19,6 bilhões).
A compra do catálogo da Recognition, com sede em Londres e um acervo de mais de 45 mil canções, faz parte da associação da Sony com a entidade de investimentos singapurense GIC, que anunciou o acordo nesta segunda-feira (11).
O Financial Times informou que o acordo está avaliado em cerca de 4 bilhões de dólares (R$ 19,6 bilhões), citando uma pessoa familiarizada com a operação.
Red Hot Chili Peppers vende catálogo musical por mais de R$ 1 bilhão à Warner Music
Sony e GIC não responderam imediatamente ao pedido de comentários da AFP sobre o valor da operação. A Recognition não quis comentar.
Vídeos em alta no g1
A transação deixa a Sony em condições de receber pagamentos por reproduções em streaming de sucessos que vão de “Don’t Stop Believin'”, do Journey, e “Single Ladies (Put A Ring On It)”, de Beyoncé, a “Bad Romance”, de Lady Gaga, e “Hallelujah”, de Leonard Cohen.
A Recognition – originalmente Hipgnosis Songs Fund – abriu capital em 2018 antes de ser adquirida em 2024 por 1,6 bilhão de dólares (R$ 7,84 bilhões) pela gestora de ativos americana Blackstone, que lhe deu seu novo nome.
O acordo “gera um resultado sólido para a Blackstone e nossos investidores e representa um novo voto de confiança nos direitos musicais como uma classe de ativos consolidada”, declarou Qasim Abbas, diretor-gerente sênior da Blackstone.
O presidente da Sony Music, Rob Stringer, afirmou, por sua vez: “Estamos muito orgulhosos e entusiasmados de representar este incrível catálogo de algumas das melhores canções da história do pop por meio desta aquisição transcendental”.

Fonte: G1 Entretenimento