O plantio de 10.000 mudas será realizado em três propriedades localizadas em Taquaruçu Grande em uma área de 3 hectares.
O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e a ONG norte americana 8 Billion Trees iniciaram, na última quinta feira, 9, a preparação de três propriedades localizadas em Taquaruçu Grande que irão receber na próxima segunda, 13, o plantio de 10.000 mudas de árvores nativas do Estado.
As mudas nativas do bioma cerrado foram divididas em espécies de áreas florestais, mais próximas de beira de rio e áreas de cerrado. Dentre as espécies que serão plantadas estão todas as variedades de ipês, as frutíferas como o baru e jenipapo e também as ornamentais como os angicos e aroeiras.
Área degradada vai receber mudas de árvores nativas do bioma cerrado. Foto: Fernando Alves/Governo do Tocantins.
A Coordenadora da K3 Consultoria Ambiental, Eliana Pareja, está a frente do projeto e destaca que “o objetivo principal desse plantio é iniciar a restauração de áreas degradadas”. Ainda segundo a coordenadora “o foco do Estado é identificar as áreas que estão alteradas e viabilizar a recuperação dessa vegetação. A ideia é que essa parceria seja o início dos processos de restaurações florestais no Tocantins”.
ONG
A ONG 8 Billion Trees foi fundada em 10 de novembro de 2018, por Mike Powell e Jon Chambers, que investiram seu próprio dinheiro para começar a transformar em realidade o sonho de plantar 8 bilhões de árvores pelo mundo.
A ONG já plantou mais de 199.267 árvores recuperando diversas áreas no planeta com fundos de doações em: Madagascar, Indonésia, República Democrática do Congo e Tanzânia.
O controle do plantio é feito através de parcerias com ONG’s locais que produzem relatórios mensais com fotos e vídeos que mostram a evolução e crescimento das árvores plantadas.
Neste período o judiciário finalizará o processo de migração do e-Proc-TJTO para o e-Proc Nacional.
Em um dos grandes avanços para incrementar a prestação jurisdicional, o Judiciário tocantinense finalizará o processo de migração do e-Proc-TJTO para o e-Proc Nacional, a partir das 18h desta sexta-feira, 10, até às 12h do dia 14, terça-feira, período no qual o sistema eletrônico de tramitação processual ficará fora do ar.
O cronograma final da migração, estabelecido pela Diretoria de Tecnologia e Informação do TJTO, começou no último dia 20 de dezembro, com a migração dos processos baixados da Turma Recursal e será concluído no dia 14 próximo, com a publicação do ambiente de produção do e-Proc Nacional.
As datas coincidem com o período de recesso forense, que vai até 20 de janeiro, justamente para reduzir ao máximo o impacto para advogados e demais partes, visto que os prazos processuais estão suspensos.
O Diretor Judiciário do TJTO, Francisco de Assis Sobrinho explica que, durante o período da migração definitiva, os trâmites processuais irão ocorrer apenas pelo meio físico, de acordo com a Instrução Normativa Nº 5, de 24 de outubro de 2011, que regulamentou o e-Proc no TJTO, baseada na Lei 11.419, de 19 de dezembro 2006. Ele destaca especialmente as ações de urgência, estabelecidas pela Resolução 46, que regulamenta o funcionamento do Plantão Judicial.
Em relação a demandas novas, o diretor orientou aos operadores do Direito para não terem pressa em ajuizá-las pelo meio físico durante o período. “O Judiciário pode até receber de forma física, mas sua inclusão no processo eletrônico pode demorar, enquanto que, se a parte resolver esperar até a próxima terça-feira e inseri-las na versão nova do e-Proc, o processo será distribuído como é atualmente: de forma instantânea.”
Sobrinho esclarece ainda que o Judiciário tocantinense não usará um novo sistema eletrônico, mas a versão 2020 do e-Proc Nacional, já implantada nos outros seis Tribunais que utilizam o sistema. “Os principais avanços se darão na área fim do Poder Judiciário, ou seja, na assessoria dos desembargadores e assessoria dos magistrados, porque os novos procedimentos propiciarão maior agilidade nos julgamentos, principalmente aos órgãos colegiados – Turmas Recursais, Câmaras Cíveis e Criminais e Tribunal Pleno -,” ressaltou.
Os serviços de manutenção corretiva e preventiva têm como objetivo garantir a trafegabilidade das vias e a segurança do usuário.
Mesmo com a intensificação do período chuvoso, o Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes de Obras (Ageto), continua realizando a manutenção da malha viária do Estado.
Na manhã de quinta-feira, 9, as equipes da Residência Rodoviária da Ageto de Porto Nacional iniciaram os serviços de tapa-buraco nas ruas de acesso à balsa, no setor Alto da Colina. “Os trabalhos são corretivos e fazem parte de um plano de ação planejado para melhorar a trafegabilidade no estado”, explicou o coordenador da unidade descentralizada, Geraldo Majella.
A rodovia TO-255, entre Lagoa da Confusão e Barreira da Cruz, também está recebendo intervenções. Os trabalhos estão sendo realizados pela Residência Rodoviária de Paraíso e sua execução conta com a parceria de produtores locais. “Essa estrada tem um grande fluxo de caminhões que escoam a produção da região e nossa intenção é garantir a qualidade da via”, frisou Lucas Maciel de Souza, coordenador da Residência.
Sudeste
Na região Sudeste do Tocantins, quatro rodovias começaram a receber intervenções esta semana. A TO-040, entre Dianópolis e Almas está recebendo os serviços de roçagem. Duas equipes também estão realizando melhorias com patrolamento e revestimento primário na TO-497, entre Almas e Taguatinga, e na TO- 477, entre Almas e a BR-010.
Segundo o coordenador da Residência de Dianópolis, Leandro Araújo, as equipes também estão corrigindo uma galeria que apresentou problemas na TO-387, entre Dianópolis e Taipas. “Todos os trechos estão com trafegabilidade garantida e os motoristas devem dirigir com prudência, pois esses locais estão em obras”, ressaltou.
Norte
No norte do Tocantins, na região de Araguaína, as equipes estão realizando os serviços de tapa-buracos e limpeza do sistema de drenagem na TO-420, entre a BR-153 e o município de Piraquê, e na TO-130, entre Barra do Ouro e Morro Grande. “As chuvas atrasam o andamento dos trabalhos, mas nossos técnicos só sairão dessas rodovias após a conclusão dos serviços”, disse o coordenador da Residência Rodoviária local, Maurício Pedro.
Já no Bico do Papagaio, as equipes estão atuando de forma corretiva e preventiva na TO-210, entre Tocantinópolis e a BR-230. “Os trabalhos começaram no perímetro urbano e segue até o entroncamento”, ressaltou Tulio Labre, responsável pela Residência Rodoviária da região.
A secretária da Infraestrutura, Cidades e Habitação e presidente da Ageto, Juliana Passarin, explicou que foi elaborado um plano com objetivo de realizar ações coordenadas que garantam a qualidade das rodovias, mesmo em período de chuva. “As equipes das sete residências estarão atuando para garantir a trafegabilidade das vias e evitar que o período chuvoso deteriore o pavimento”, finalizou a gestora.
Três mulheres foram presas após tentativa de entrar na Casa de Prisão em Dianópolis com drogas. Papelotes de maconha, crack, facas, duas armas de fogo e diversos cartuchos também foram apreendidos e três indivíduos também foram detidos pela PM em Natividade, Ponte Alta do Bom Jesus e Dianópolis.
Seis pessoas foram detidas pela Polícia Militar na região sudeste do Estado. Drogas, duas armas de fogo, duas facas e diversos cartuchos foram apreendidos em Dianópolis, Natividade e Ponte Alta do Bom Jesus.
Natividade
Na quinta-feira, 9, durante uma abordagem na BR-010 em Natividade a uma motocicleta com placa de Campos Belos/GO foi encontrado em posse do condutor uma arma de fogo tipo rifle calibre 22 com oito munições intactas, uma cartucheira calibre 28 com três cartuchos calibre 36, mais 22 cartuchos, 60 espoletas, um frasco de pólvora e outro com chumbo médio. Além de um punhal artesanal com 35 cm de lâmina, uma faca de 12 cm de lâmina e duas lanternas.
Na quarta-feira, 8, enquanto os policiais militares patrulhavam nas ruas da cidade no setor Nova Esperança, avistaram um indivíduo que arremessou um frasco ao avistar a viatura. Foi feita a busca pessoal ao menor de idade que estava em poder de R$ 67,75 reais em dinheiro. Após varredura no local, o objeto arremessado foi encontrado sendo duas porções de crack. Na casa do autor, após sua mãe permitir a entrada, foi encontrado ainda 17 papelotes de maconha e quatro munições calibre 32.
Foto: Divulgação PMTO.
Diante dos fatos, os autores e objetos apreendidos foram apresentados na Delegacia de Polícia para os devidos procedimentos legais.
Dianópolis
Em Dianópolis, três mulheres de 44, 43 e 19 anos estavam no horário de visita na quarta-feira, 8, na Casa de Prisão, quando os policiais o sistema prisional verificaram que elas introduziram drogas em seus corpos. A PM foi acionada pela Polícia Penal e as mulheres foram revistadas por uma policial militar feminina, que encontrou papelotes de maconha no corpo das envolvidas que foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil em Dianópolis.
Foto: Divulgação PMTO.
Ponte Alta do Bom Jesus
Ainda na quarta-feira, 8, já em Ponte Alta do Bom Jesus, uma equipe de militares realizava patrulhamento no setor Jardim Vitória, quando se deparou com um indivíduo numa motocicleta em atitude suspeita. Na abordagem fora localizado no interior de uma caixa de cigarro 11 papelotes de maconha, embaladas em plástico, prontas para comercialização. O autor foi detido e conduzido para a Delegacia em Taguatinga.
Seis mulheres foram presas em flagrante por estarem com drogas dentro de duas unidades prisionais tocantinenses e a Secretaria de Cidadania e Justiça alerta ser crime de tráfico de drogas esse tipo de ação e que os servidores estão atentos a todo tipo de movimentação dentro dos estabelecimentos penais.
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio da Superintendência de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional, ressalta que é crime adentrar em unidades prisionais levando drogas e que os servidores estão atentos a esse tipo de tentativa.
Diante disso, na quarta-feira, 8, e quinta-feira, 9, seis mulheres foram presas em flagrante em duas unidades prisionais do estado tentando adentrar no ambiente carcerário, em dias de visita, com substâncias análogas a maconha.
O superintendente dos Sistema Penitenciário e Prisional destacou que os agentes de execução penal estão atentos a toda movimentação de reeducandos e seus visitantes dentro das unidades penais tocantinenses. “Nossos servidores são capacitados a desenvolverem protocolos e procedimentos com o intuito de barrar a entrada de ilícitos às unidades do Estado. Esse trabalho é feito com a finalidade de manter a ordem dentro dos estabelecimentos prisionais e a segurança de reeducandos e visitantes”, enfatizou.
As unidades que flagraram as mulheres tentando levar substância análoga a maconha para os reeducandos são: a Casa de Prisão Provisória de Dianópolis (CPP de Dianópolis) que surpreendeu três mulheres na quarta-feira, 8; e a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPP Palmas) que também flagrou três mulheres nesta quinta-feira, 9.
O diretor da CPP de Dianópolis, Mykael Nascimento, conta que o flagrante foi realizado em parceria com a Agência Local de Inteligência (ALI) da 2ª Companhia Independente da Polícia Militar (2ª CIPM). “De posse das informações, a Equipe de Força Tática fez o flagrante e as mulheres apresentaram o material ilícito, resultando no total de quatro porções de substância análoga ao maconha”. O diretor contou ainda que as mulheres envolvidas foram conduzidas, juntamente com a droga, a central de flagrante do município de Dianópolis para demais procedimentos.
O diretor da CPP de Palmas, Thiago Sabino, falou que os flagrantes ocorreram com o uso do equipamento de imagem, “body scan”. “Três mulheres foram flagradas, durante a triagem de alimentos e revista, portando substância análoga à maconha, somadas as porções, resultam no total de 400g. O objetivo delas era levar o material ilícito para reeducandos do Pavilhão B”. Sabino informa que as mulheres foram encaminhadas à 1º Central de Atendimento da Polícia Civil Palmas para a realização Boletim de Ocorrência (B.O).
Tipo criminal
Além da prisões em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, art. 33 e 40, II, da Lei de Drogas, com pena de 5 a 15 anos, em regime inicial fechado, com aumento de um sexto a dois terços de reclusão, por ter sido cometido nas dependências ou imediações de estabelecimentos prisionais, mais o pagamento de multa; serão instaurados Processos Administrativos Disciplinares (PADs).
Primeira série do Tocantins exibida nacionalmente, produção será veiculada nesta quinta-feira, 9, na TV Cultura.
Um assunto delicado e preocupante, o suicídio indígena é abordado na minissérie “O Mistério de Nhemyrõ”, exibida em todo o território nacional pela TV Cultura. Nesta quinta-feira, 9, será exibido o quinto episódio. A série documental de 13 episódios estreou na emissora no dia 12 de dezembro de 2019 e está sendo exibida todas as quintas-feiras.
A direção e roteiro é da cineasta tocantinense Eva Pereira e do antropólogo indígena Tonico Benites. A produção é uma parceria das empresas Tocantinenses MZN Filmes e Cunhã Por Filmes. A classificação é de 12 anos e a exibição pela TV Cultura à 00h50.
Com 26 minutos cada episódio, a série acompanha uma pesquisa do indígena e doutor em Antropologia Social, Tonico Benites, do Povo Guarani Kaiowá, sobre o alto índice de suicídio indígena em algumas etnias do País. A expedição de Benites mostra lugares em que os números de suicídios indígenas assustam e destaca ainda as diferentes realidades destes povos que vivem em contextos completamente distintos, tendo apenas o suicídio como elo maldito entre eles.
Foto: Divulgação.
O protagonista começa na realidade dos Kaiowá em Mato Grosso do Sul, depois também visita São Gabriel da Cachoeira (AM) e, por último, vai na Ilha do Bananal (TO). Em conversas com familiares de vitimas, líderes religiosos, antropólogos, pesquisadores e instituições,descobre diferentes olhares sobre o tema e coloca em confronto teses e pontos de vistas. Segundo Tonico Benites, apesar de ser um tema pesado e doloroso, abordar o suicídio indígena é necessário para despertar no País os inúmeros problemas enfrentados por seus ‘parentes’. “São diversas situações que acabam levando os indígenas ao Estado de Nhemyrõ (não querer mais viver)”, declarou.
De acordo com a diretora, Eva Pereira, a série foi o trabalho mais difícil de sua carreira, até o momento. “Impossível se despir de tudo que vivemos nesta produção. “A dor represada em cada olhar, a impotência do grito por socorro preso na garganta, o desassossego de não entender, não saber o que fazer, o que dizer…Foi forte e transformador”, declarou.
Foto: Divulgação.
Além de abordar diferentes olhares sobre o suicídio em comunidades de três lugares do Brasil: Amazonas, Tocantins e Mato Grosso do Sul, a série faz ainda uma imersão em alguns contextos e destaca temas como a religiosidade, saúde, educação, infância indígena e outros.
Trata-se da primeira série tocantinense exibida nacionalmente e a produção está sendo transmitida pela TV Cultura, semanalmente, toda quinta-feira, desde o dia 12 de dezembro de 2019. O episódio desta quinta-feira, 09, recebe o nome de “Guarani Kaiowá – Os Três Mundos”, que acompanha Tonico Benites pelo universo das reservas, retomadas e acampamentos nos três mundos Guarani Kaiowá.
De acordo com Eva Pereira e Tonico Benites, o objetivo é de que ainda neste ano ela também seja exibida em veículos de comunicação do Tocantins e do Mato Grosso do Sul.
Produção
A minissérie “O Mistério de Nhemyrõ” foi aprovada para produção no edital de TVs Públicas da EBC e ANCINE/FSA de 2014. “O edital gerou oportunidades e viabilizou produções em todos os estados braileiros, com todos os olhares e todos os sotaques”, declarou Eva Pereira, acrescentando ainda o lamento pelo edital estar suspenso, inviabilizando novas produções apoiadas por ele, inclusive do Tocantins. “A nossa torcida é que ele retorna e que o audiovisual resista e recupere a sua força e vigor”, concluiu.
A direção de fotografia é de Márcio Mazaron, consultoria de projeto de Spensy Pimentel e Rodrigo Siqueira. O roteiro também teve a colaboração de conteúdo do indígena Kohalue Karajá e da ativista indígena Narúbia Werreria.
Foto: Divulgação.
O Mistério de Nhemyrõ
Roteiro e Direção: Eva Pereira
Co-roteirista e Co-diretor: Tonico Benites
Pesquisa: Tonico Benites e Eva Pereira
Consultoria de Conteúdo: Spensy Pimentel, Rodrigo Arajeju,
Por meio da Fomento, empresários poderão ter até R$ 2,5 milhões para investir em empreendimentos turísticos.
O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Fomento, assinou um contrato de crédito de mais de R$ 10,6 milhões com o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), em créditos a serem oferecidos a empresas, e também a Microempreendedores Individuais (MEI) de segmento turístico.
As taxas de juros serão subsidiadas e poderão ter o prazo de até 240 meses e carência de 60 meses, dependendo da linha a ser efetivada. Os financiamentos poderão ser feitos para obras civis de implantação, ampliação, modernização, reforma, capital de giro e bens destinados a empreendimentos turísticos.
Cada empresa poderá financiar até R$ 2,5 milhões. Os projetos serão analisados, e poderão ser aprovados em até 100%, dependendo do item que poderá ser financiado.
A presidente da Fomento, Denise Rocha, destaca a dedicação do governador Mauro Carlesse querendo atender a todos os municípios. “O Governador tem feito um ótimo trabalho pelo Estado, e tem buscado estender as linhas de crédito a todas as regiões também por meio da Fomento. E agora, ele conseguiu uma linha especial para o turismo”, disse.
Presidente da Fomento Denise Rocha Pires. Foto: Antônio Gonçalves/Governo do Tocantins.
Denise Rocha ainda afirma que o investimento irá fortalecer o crescimento de várias regiões do Estado. “Podemos melhorar diversas regiões turísticas do Tocantins como as Serras Gerais, Bico do Papagaio e Vale Araguaia, entre outras. Dar mais estabilidades aos turistas, fomentar a construção de mais hotéis e pousadas. O turista que gosta de ir ao Jalapão poderá vir e visitar outras cidades também tão maravilhosas quanto”, destaca.
“Os empreendedores interessados podem nos procurar que temos linhas com prazos longos e, taxas subsidiadas. Este crédito é muito importante para o turismo do Estado e para o investidor”, afirmou a presidente da Fomento.
As empresas interessadas no crédito podem procurar a Fomento, e devem ser cadastradas ou se cadastrar no Cadastur, e serem localizadas em municípios que fazem parte do Mapa do Turismo do Brasil.
Operação de hoje é desdobramento da Lava Jato e cumpre seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Belém/PA, Palmas/TO e Brasília/DF.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 9, a Operação Fora do Caixa, desdobramento da Operação Lava Jato, com o objetivo de cumprir seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Belém/PA, Palmas/TO e Brasília/DF.
Os mandados estão divididos da seguinte forma: três buscas e apreensões e uma prisão temporária no Pará; uma prisão temporária e uma busca e apreensão em Tocantins; e duas buscas e apreensões no Distrito Federal.
A investigação teve início a partir da colaboração premiada feita por executivos da empresa ODEBRECHT, os quais relataram o pagamento de R$ 1,5 milhão, por meio de Caixa 2, para candidato ao Governo do Estado do Pará, nas eleições de 2014.
Segundo o depoimento dos executivos foram realizadas três entregas, nos valores de R$ 500 mil reais cada, nos meses de setembro e outubro de 2014, sendo que o recebimento foi intermediado por um ex-Senador da República vinculado ao então candidato ao governo Estado do Pará.
Durante o trabalho investigativo, foram encontrados indícios de que pelo menos um dos pagamentos foi realizado em endereço ligado a parentes do ex-Senador da República citado pelos executivos.
Os crimes sob investigação são de falsidade ideológica eleitoral (Caixa 2), formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
A investigação iniciou perante o Supremo Tribunal Federal, entretanto houve declínio de competência para Justiça Eleitoral em Belém/PA, a partir da confirmação do entendimento sobre a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar crimes comuns em conexão com crimes eleitorais. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Eleitoral em Belém/PA.
O nome da operação faz referência ao recebimento de recursos eleitorais não contabilizados.
Plantio ocorre na fazenda Trigueiro, com 60 hectares de arroz terras altas cultivar BRS A501 consorciado com o Brachiaria Ruzizienses, com uso da Tecnologia clifieCld.
Com a finalidade de difundir a tecnologia do manejo do arroz consorciado ao capim forrageiro para formação e recuperação de pastagem, uma equipe do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e da Embrapa Arroz e Feijão, e ainda com o apoio de outros parceiros, vai instalar quatro Unidades Demonstrativas (UDs) no Estado.
Esta semana a equipe está em Pium, a 124 km da Capital, na Fazenda Trigueira, onde realiza o primeiro plantio.
Além dos 20 hectares de UD, o Produtor André Renovato realiza o plantio de mais 40 hectares de arroz terras altas cultivar BRS A501 consorciado com o Brachiaria Ruzizienses, com uso da Tecnologia Clifield, visando a recuperação da pastagem.
Com a expectativa de melhorar as condições e ainda minimizar os riscos da produção, o agricultor fala do interesse em ser parceiro do Ruraltins nesta iniciativa. “Já tem um bom tempo que trabalhamos com arroz para abertura de área para o cultivo da soja, e não estávamos conseguindo resultados satisfatórios, e um das grandes dificuldades, aqui do nosso Estado, e de outras localidades também, tem sido a chuva. Nesse gargalo, é que vamos entrar com o plantio de arroz e do capim, que servirá de cobertura do solo e pastagem e, na época do plantio da soja, a garantia de uma boa germinação da soja. A palhada vai melhorar a germinação e manter a umidade, e uma série de outros fatores que vão dar condições para que a gente consiga melhorar a produção e ainda minimizar os riscos”, explica André Renovato.
Para viabilizar esse projeto o produtor e o Ruraltins, órgão executor, contam com as parcerias das empresas: Sementes Grão Fértil, com o fornecimento das sementes de capim para a cobertura de uma área de 70 hectares de plantio; BASF com herbicidas e o tratamento das sementes; e OMNIA Fertilizantes com condicionador de solo e enraizamento estimulante do arroz.
Foto: Ruraltins/Governo do Tocantins.
Unidades Demonstrativas
Estas Unidades, além de vitrines agrícolas com a transferência de tecnologia, “visam também criar redes de relacionamento com agropecuaristas, consultores e empresas do ramo, ofertando novos conteúdos sobre manejo, aquisição e comparação com outros cultivares”, explicou o gerente de Agricultura do Ruraltins, Edmilson Rodrigues de Sousa.
As demais propriedades onde serão instaladas as UDs são as fazendas Lagoa dos Patos, em Miracema com 20 hectares; Nossa Senhora Aparecida, em Novo Acordo com 15, e Três Ipês, em Gurupi com mais 15 hectares, somando 70 hectares de Unidades Demonstrativas.
Ministério pretende ouvir cerca de 27 mil pessoas só no 1º semestre.
A pesquisa Vigitel 2020 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), realizada todos os anos pelo Ministério da Saúde, pretende ouvir cerca de 27 mil pessoas somente no primeiro semestre. A participação é muito importante para que seja possível conhecer o retrato da saúde das pessoas no país e para o planejamento e monitoramento das ações e políticas públicas de cuidado à saúde dos brasileiros.
Portanto, Você que tem 18 anos ou mais e mora em uma das 26 capitais do país, além de Brasília, poderá receber uma ligação do pesquisador do ministério convidando-o para participar da principal pesquisa no país que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração – principais causas de mortes no país.
Segundo o ministério, o tempo médio para responder ao questionário é de cerca de 12 minutos. As ligações serão feitas das 9h às 21h (horário de Brasília) nos dias da semana, e das 10 às 16h aos sábados, domingos e feriados. A participação na pesquisa é voluntária.
“Conhecer a situação de saúde da população é o primeiro passo para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência e a gravidade destas doenças, melhorando, assim, a saúde da população”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.
O ministério alerta que durante a pesquisa não será perguntada qualquer informação relacionada a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais obtidas por meio da pesquisa dizem respeito à idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor, uma vez que permitem que os resultados reflitam a distribuição sociodemográfica da população total.
Desde 2006, a pesquisa Vigitel monitora a frequência e a distribuição de fatores de risco para o surgimento destas doenças através de um questionário, respondido por telefone, sobre itens como hábitos alimentares (consumo de frutas e hortaliças) e estilo de vida (prática de atividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcóolicas). São também investigadas a frequência e o diagnóstico médico de hipertensão arterial e diabetes, bem como a realização de exames de mamografia e de papanicolau.