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POLITICA SLIDE TOCANTINS

Declaração da vacinação contra febre aftosa encerra dia 10 de dezembro

Todos os produtores rurais devem declarar o rebanho, mesmo aqueles que não têm animais na idade vacinal indicada na campanha.

A Agência de Defesa Agropecuária (ADAPEC-TOCANTINS) alerta que o produtor que vacinou os bovídeos (bovinos e bubalinos) de 0 a 24 meses de idade contra febre aftosa precisa comprovar o ato nas unidades do órgão até o dia 10 de dezembro.

Para tanto, é preciso levar a nota fiscal da compra da vacina e a carta-aviso preenchida. Na campanha que ocorreu de 1º a 30 de novembro, a estimativa era vacinar cerca de 4 milhões de animais.

Vale ressaltar que para aqueles que não têm bovídeos na faixa etária indicada na campanha, também precisam declarar os animais adultos, inclusive de outras espécies. O Estado conta com mais de 56,4 mil pecuaristas vinculados à exploração pecuária.

O responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, João Eduardo Pires, afirma que o balanço da campanha até o momento é bastante positivo. “Já ultrapassamos 95% de cobertura vacinal, estimamos que após o encerramento esse número possa chegar a um valor próximo de 100%, pois sabemos que boa parte dos produtores já adquiriu a vacina, mas ainda não vieram declarar nos escritórios”, disse.

O Produtor Rural, Gilcélio Nunes da Silva, da Fazenda Floresta, localizada no município de Porto Nacional, sabe da importância de vacinar e comprovar para garantir a saúde do animal e evitar transtornos. “Toda campanha cumpro minha obrigação porque sei que é necessário para o Estado manter o rebanho saudável para continuar seu crescimento. É bom pra todo mundo”, ressalta.

Para fazer a declaração, o produtor deve levar a ADAPEC-TOCANTINS a nota fiscal da compra da vacina e a carta-aviso preenchida corretamente. Foto: Dinalva Martins/Governo do Tocantins.

A multa para o produtor rural que deixar de vacinar a multa é de R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada, além de outras sanções. 

FONTE: Dinalva Martins/Governo do Tocantins.
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Tocantins reduz em 66% os focos de raiva dos herbívoros e retira 13 municípios da obrigatoriedade da vacinação

No Estado somente 13 municípios eram obrigados a vacinar os animais, a partir de agora podem vacinar em qualquer época do ano.

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (ADAPEC-TOCANTINS) revogou a obrigatoriedade da vacinação contra a raiva dos herbívoros (bovinos, equídeos, suídeos, caprinos e ovinos) em 13 municípios, após essas áreas não apresentarem surtos epidêmicos da doença há mais de dois anos

Com isso, poderão vacinar em qualquer época do ano, assim como ocorre com o restante do Estado.

A medida, que está prevista na Portaria nº 373, foi publicada no Diário Oficial nº 5.499, na sexta-feira, 6.

Os municípios são: Palmas, Aparecida do Rio Negro, Novo Acordo, Brasilândia, Natividade, Chapada da Natividade, Silvanópolis, Pedro Afonso, Tupiratins, Bom Jesus do Tocantins, Miracema do Tocantins, Lajeado e Tocantínia.

“Somente estas regiões tinham a obrigatoriedade porque necessitavam de uma atenção especial, mas comprovaram que estão mantendo o controle da enfermidade. Creditamos o resultado às atividades que desenvolvemos e o estímulo à vacinação dos animais”, avalia o Gerente do Programa Estadual do Controle da Raiva dos Herbívoros (PECRH), José Emerson Cavalcante.

Em todo o Estado houve uma queda de 66,7% nos focos da raiva, que ocorreu gradativamente de 2015 a 2019. Naquele ano, foram registrados 48 casos comparados aos 16 apontados este ano.

Em 2019, o Programa da raiva da Adapec capturou mais de mil morcegos hematófagos para realizar o controle populacional desta espécie. Foto: ADAPEC-TOCANTINS.

A conquista é atribuída às ações realizadas em todo o território tocantinense, quanto ao controle de morcegos hematófagos, principal transmissor da doença na zona rural, bem como monitoramento e cadastramento de abrigos; atendimento a focos, atividades educativas, entre outros.

O Presidente da ADAPEC-TOCANTINS, Alberto Mendes da Rocha, disse que este ano, já foram realizadas 210 ações de controle da doença, que resultaram na captura de 1.151 morcegos da espécie Desmodus rotundus. “Temos três equipes treinadas especificamente para atuar na prevenção e controle da zoonose, evitando prejuízos ao produtor rural e protegendo a saúde pública”, pontua.

Prevenção

O PECRH tem ações definidas ao efetivo controle da ocorrência da raiva de forma contínua. Mesmo não tendo obrigatoriedade, a Agência recomenda ao produtor a vacinação para evitar prejuízos econômicos e danos à saúde de quem manipula o animal, pois a raiva é fatal ao rebanho e pode ser transmitida ao homem.

Para prevenir os herbívoros da enfermidade, é preciso vaciná-los anualmente, já para aqueles que serão vacinados pela primeira vez, a dose de reforço é com 30 dias.

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Agenda do Estado na COP 25 busca investimentos para a estratégia Tocantins 20-40 e para o programa Pátria Amada Mirim

Reuniões com investidores europeus e participação ativa na Amazon-Madrid também estão no cronograma.

Com uma agenda extensa de reuniões na Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas COP 25, que reúne mais de 180 nações para discutir temas em prol das mudanças climáticas, a comitiva do Tocantins segue, até o próximo dia 12, com encontros e eventos paralelos para apresentar sua estratégia Tocantins 20-40, o programa Pátria Amada Mirim e transacionar ativos de carbono e buscar investidores para o Estado.

Para os próximos dias, além de reuniões com investidores alemães e de outros países da Europa, está previsto a assinatura do Estado do Tocantins como membro fundador junto ao Acre e Mato Grosso da iniciativa Campeões da Floresta Tropical.

A iniciativa faz parte da programação do evento Brasil Moderno, Produtivo e Verde promovido pelo Earth Innovation Institute (EII) e pelos governos do Acre e Mato Grosso.

Campeões da Floresta é uma iniciativa que possui um conjunto de ferramentas para promover parcerias, acesso ao mercado e investimentos que os estados campeões e regiões precisam para ter sucesso.

Essas ferramentas estão ancoradas nos princípios e definições da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF) para pedir por colaboração e a necessidade urgente de reconhecer, divulgar e apoiar as muitas ações positivas em andamento nas jurisdições subnacionais – ações lideradas por governos, povos indígenas e outras comunidades locais, organizações rurais e empresas.

Nos dias 10 e 11, ocorre também o Amazon-Madrid realizado pelo Consórcio Interestadual da Amazônia Legal, no qual governadores e representantes dos estados que compõem a Amazônia Legal discutirão as perspectivas e os compromissos dos governadores para o desenvolvimento de baixas emissões na Amazônia Brasileira. O vice-governador Wanderlei Barbosa estará representando o Tocantins nos painéis de debate.

FONTE: Thuanny Vieira/Governo do Tocantins
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Tocantins encerra o ano com fortalecimento das ações de preservação e educação ambiental

Uma das ações prioritárias do Governo é o programa Pátria Amada Mirim que irá atender 25 mil crianças e adolescentes da rede pública de ensino e produzir até 6 milhões de mudas nativas.

Desenvolver políticas públicas e criar instrumentos de gestão ambiental que promovam o desenvolvimento sustentável do Tocantins foram as premissas que nortearam as ações da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) no ano de 2019, finalizando com resultados positivos e estratégias de ação para o próximo ano.

O Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Renato Jayme, destaca diversas ações que contribuíram para que o Tocantins encerrasse o ano de forma positiva. “No ano de 2019, mais uma vez estivemos bem colocados no ranking dos estados da Amazônia Legal que menos desmatam. Isso é um trabalho de conscientização e fortalecimento das instituições que atuam no combate ao desmatamento, principalmente na parte da fiscalização”. Ele reforça ainda a questão do monitoramento das áreas já cadastradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o apoio do Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf), no combate ao desmatamento.

Tocantins reduziu em 16% o desmatamento no bioma amazônico no último ano. Foto: Fernando Alves /Governo do Tocantins.

As ações de combate ao fogo também são resultados de políticas públicas do setor. Ainda segundo o Secretário de Estado do Meio Ambiente, Renato Jayme, “através do ICMS Ecológico, se financia uma parte das ações das brigadas municipais nos combates aos incêndios, mais uma política pública do Estado que apoia e fortalece as instituições. Neste ano, contamos ainda com o apoio do governo federal de forma efetiva, por meio do exército, e para 2020 a gente pretende iniciar o nosso cronograma de conscientização logo no início do ano para um resultado mais eficaz”.

Diante dos desafios enfrentados e no intuito de ampliar as ações de preservação ambiental e o desenvolvimento socioambiental do Estado, surgiu a iniciativa do Programa Pátria Amada Mirim, junto com outros órgãos estaduais. “O PAM visa trabalhar dentro da linha de educação ambiental o fortalecimento das políticas de preservação, garantindo o bem-estar social de crianças e adolescentes, promovendo a consciência ambiental. Em 2020, serão 40 cidades beneficiadas, nas quais 5,5 mil crianças e adolescentes receberão formação prática e teórica de todo o universo da educação ambiental, o que contribuirá com o desenvolvimento social e a preservação ambiental do Tocantins”, pontuou Renato Jayme.

Programa Pátria Amada Mirim

Com o intuito de promover a inclusão socioambiental de crianças e adolescentes, o governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, lançou o Programa Pátria Amada Mirim (PAM). O Programa que foi desenvolvido por esta pasta em conjunto com demais órgãos, beneficiará 25 mil estudantes da rede pública de ensino em todo o Tocantins, até 2022. Por meio da educação ambiental, os estudantes terão a formação cidadã em benefício da preservação, conservação e restauração do meio ambiente.

O programa teve início ainda este ano com o projeto-piloto na Escola Estadual Entre Rios, com 50 alunos participantes. Para 2020, primeiro ano de execução do Programa, 5,5 mil crianças serão beneficiadas em 40 municípios já selecionados, seguindo os critérios de estarem em áreas de preservação ambiental e que possuam Diretorias Regionais da Educação e Diretorias do Instituto de Natureza do Tocantins (Naturatins).

O programa também prevê a implantação ou restauração de viveiros em todos os municípios do Estado, ou seja, serão 139 viveiros em cada cidade do Tocantins, que produzirão até seis milhões de mudas até 2022, podendo recuperar até 12 mil hectares de áreas degradadas.

Educação Ambiental

Com foco na prevenção, o Dia “D” de Prevenção a Queimadas e Incêndios Florestais foi iniciado no mês de junho e se estendeu até setembro deste ano. A ação que tem o intuito de sensibilizar a comunidade, especialmente da zona rural, levou informações sobre mecanismos de prevenção e uso legal do fogo, bem como de possíveis aplicações da legislação para a repressão às atitudes irregulares. O cronograma da ação contemplou os municípios mais atingidos por focos de incêndio florestal no ano de 2018. Ao todo, foram mais de 2.240 propriedades rurais que foram cadastradas no aplicativo Old Collect que irá monitorar os imóveis via satélite e ajudar no combate a incêndios e desmatamento. No período crítico de queimadas, de agosto a outubro, o contato de denúncias, Whatsapp Ambiental foi criado recebendo mais de 260 denúncias, que foram encaminhadas à Defesa Civil, para o combate do fogo.

Além do Dia “D”, o projeto Praia Consciente marcou as ações de educação ambiental. Foram realizadas visitas em 17 praias do Estado de norte a sul, durante a temporada de praia e mais de 250 barracas receberam orientações sobre o descarte correto de resíduos sólidos. A novidade para este ano foi o WhatsApp Consciente, um número para envio de denúncias e flagrantes dos usuários das praias. Durante a temporada, foram recebidas mais de 200 denúncias em que a Semarh recebeu e encaminhou ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) para ação imediata. No decorrer de todo o ano, palestras e oficinas de educação ambiental e plantio de mudas em escolas foram executados em diversos municípios do Tocantins.

Redução do desmatamento

Mais um ano seguido, o Tocantins entra no ranking dos estados da Amazônia Legal que menos desmatou, ocupando a oitava posição, o estado reduziu 16% no bioma amazônico em comparação com 2018, segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ainda segundo o Inpe, nos últimos 15 anos, a redução soma 87% a menos de desmatamento. Para o bioma Cerrado, a redução foi de 10% de área desmatada entre os anos de 2017 e 2018, todavia 2019 já registra o número de menor desmatamento no bioma Cerrado na história do Tocantins.

Campo Sustentável prevê a integração de lavoura, pecuária e floresta. Foto: Fernando Alves/Governo do Tocantins.

Esses números são resultados de ações e projetos estratégicos que visam a redução do desmatamento e a recuperação de áreas degradadas, a Semarh realizou importantes ações neste ano.

Conduzido pela Secretaria, o projeto Campo Sustentável foi elaborado para garantir a diminuição do desmatamento aliado ao desenvolvimento das cadeias produtivas sustentáveis, integrando lavoura, pecuária e floresta (ILPF) em uma mesma área. O projeto está em pleno andamento desde o plantio das 3 mil mudas nativas (ipê amarelo, ipê roxo, caju e baru) intercaladas com o sorgo forrageiro, em janeiro, passando pela coleta de amostras de solo em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que conta com apoio da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins).

Mais de 3 mil mudas nativas do cerrado já foram plantadas pelo projeto Campo Sustentável. Foto: Fernando Alves/Governo do Tocantins.

Em maio, foi realizada a colheita do sorgo para silagem que alimentará os animais durante o processo de integração proposto para a redução do desmatamento. Atualmente, o projeto se estendeu por mais três propriedades rurais sendo duas fazendas e uma escola estadual agrícola.

A outra ação foi a assinatura do acordo de cooperação técnica firmado com a ONG norte-americana 8 Billion Trees, que escolheu o Tocantins para fazer sua primeira incursão no Brasil. A instituição vai investir US$ 5 mil mensais durante 12 meses, recurso arrecadado por meio de doações, no projeto de reflorestamento que será desenvolvido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) numa área degradada no Parque Estadual do Cantão. A execução do projeto no local é muito importante, pois há aproximadamente 8% de áreas degradadas no interior do parque, o que corresponde a 7 mil hectares.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR), financiado pelo Fundo Amazônia, é outra ferramenta que gera um compromisso do proprietário em formalizar a situação ambiental da propriedade, e isso vem sendo fortalecido no Estado nos últimos anos. O Tocantins já atingiu 94,85% de inscrição da área cadastrável, considerando imóveis rurais com status de ativo, conflito e em análise manual, facilitando o controle da ordenação territorial e contribuindo para a redução do desmatamento.

A Secretaria desenvolve, juntamente com as demais secretarias de Estado, a estratégia Tocantins 20-40, que é a estratégia para um Tocantins mais competitivo e sustentável visando à captação de recursos internacionais e nacionais para o desenvolvimento do Estado em quatro eixos: o econômico, social, ambiental e infraestrutura, propondo para os próximos 20 anos metas que colocarão o Tocantins como estado modelo de desenvolvimento sustentável.

Gestão Recursos Hídricos

A gestão dos recursos hídricos contou com o empenho do corpo técnico em diversas frentes. Este desempenho gerou resultados positivos como o cumprimento de 100% das metas do Programa Nacional de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas (Procomitês), da Agência Nacional de Águas (ANA), um instrumento financeiro importante para o fortalecimento dos comitês

O Tocantins foi um dos primeiros estados brasileiros a aderir ao Programa, um reflexo do compromisso do Estado de apoiar o fortalecimento desses colegiados, representantes diretos dos usuários das bacias hidrográficas.

Tocantins atingiu 100% das metas do Programa Nacional de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas (Procomitês). Foto: Fernando Alves/Governo do Tocantins.

Este ano foi renovado o Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão) junto à ANA, para o ciclo II. O contrato firmado entre o Estado e a ANA tem validade de cinco anos e estará ativo até 2022, e poderá receber o recurso de até R$ 1 milhão anualmente. O recurso oriundo do Progestão é mediante o cumprimento de metas federativas e estaduais, e sustenta uma parcela importante de ações relativas aos recursos hídricos do Estado. O Tocantins atingiu 99,2% das metas no ano de 2018 e recebeu o recurso de R$ 992 mil.

Já o monitoramento qualitativo e quantitativo dos corpos hídricos do Estado recebeu um reforço com a chegada de novos equipamentos. Os itens, que incluem um motor de popa e um medidor de vazão acústico, somam mais de R$ 120 mil e foram cedidos pela ANA ao Tocantins.

Com isso, o trabalho de monitoramento hidrometeorológico das bacias hidrográficas, já realizado de forma eficiente com as 45 Plataformas de Coleta de Dados (PCDs) instaladas, é fortalecido. Em dezembro, será instalada mais uma PCD no Rio Urubu, totalizando 46 PCDs em todo o Estado. Os dados gerados pelas estações são enviados via satélite para a Sala de Situação na Semarh e transformados em boletins publicados diariamente no site da secretaria. Ao todo, 228 informativos foram divulgados do começo do ano até novembro.

Saneamento

Os municípios de Arraias, Taguatinga, Paranã e Combinado receberam do Governo do Tocantins, por meio da Semarh, os Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB), desenvolvidos por meio do Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS) em parceria com o Bird. Os documentos foram elaborados após demanda dos municípios, que fazem parte da bacia do Rio Palma, e contam com componentes ambientais.

Os Planos são indispensáveis para a regularização da prestação dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem de águas pluviais urbanas e limpeza pública e manejo de resíduos sólidos, serviços estes que integram o atual conceito de saneamento básico previsto na Lei Federal n° 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que instituiu o Marco Regulatório do Saneamento Básico no país, e no Decreto Federal n° 7.217/10 que a regulamentou. A entrega foi realizada durante a 25ª Semana do Meio Ambiente no Tocantins, evento que marca, anualmente, a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho.

A Secretaria realizou, por meio do Fórum Estadual de Lixo e Cidadania (Felc), mobilizações em 10 regionais, totalizando 85 cidades contempladas, no intuito de incentivar a gestão compartilhada ou associada dos resíduos sólidos nos municípios tocantinenses.

COP 25

A Secretaria encerra o ano de 2019, com a sua participação na Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP 25). A edição deste ano, acontecerá em Madri, na Espanha, entre 2 e 13 de dezembro.

O Estado irá apresentar para potenciais parceiros e financiadores a estratégia REDD+ Jurisdicional do Tocantins, no intuito de conseguir recursos financeiros para remunerar os resultados de redução do desmatamento do Estado já validados pela CONAREDD para REDD + e colocar o Tocantins no ambiente de mercado de carbono, tanto voluntário quanto regulado.

Além de apresentar o Programa Pátria Amada Mirim (PAM) como estratégia do Tocantins de educação ambiental pró-clima, proteção das florestas e restauração florestal, que alia as questões ambientais com a promoção da inclusão social das crianças e jovens da rede de ensino público do Estado.

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Ministério da Agricultura cria três zonas livres da PSC e inclui Tocantins

A medida é estratégica comercialmente para os estados no controle da PSC.

A Agência de Defesa Agropecuária (ADAPEC-TOCANTINS), recebeu no final da manhã, de sexta-feira, 6, a Instrução Normativa nº 63, de 6 de dezembro de 2019, que altera a Instrução Normativa nº 25/2016, dividindo o Brasil em três zonas livres da Peste Suína Clássica (PSC).

O Tocantins foi incluído na Zona III, considerada como área de alta vigilância para a doença, por fazer limítrofes com estados não livres. A medida foi tomada para manter o controle da doença.

O Presidente da ADAPEC-TOCANTINS, Alberto Mendes disse que esta proposta foi aprovada na última terça-feira, 3, em Belo Horizonte – MG, durante a reunião do Fórum Nacional de Executores de Sanidade e Inspeção Agropecuária (Fonesa) e apresentada a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

“Foi uma decisão tomada com base em um estudo apresentado pelos estados que estão na zona livre da PSC, mas que possuem áreas limítrofes com a zona não livre, para protegerem seus rebanhos de suínos,” explicou Alberto.

A medida foi bem recebida pelo Estado, uma vez que, a criação desta área é estratégica comercialmente para o Tocantins.

“É importante destacar que esta zona foi criada justamente para que em novos casos de surgimento da PSC no Brasil, os estados limítrofes aos afetados com a enfermidade não sofram com embargos econômicos,” completou o Presidente.

Classificação de zonas livres da PSC

I – Composta pelos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

II – Estado do Paraná

III – Composta pelos estados do Acre, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins, Distrito Federal, e por parte do Estado do Amazonas, representada pelos municípios de Guajará e Boca do Acre, parte sul do município de Canutama e parte sudoeste do município de Lábrea.

FONTE: Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.
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Com assistência técnica e extensão rural o campo se desenvolve

Governo do Estado realiza atendimento especializado, por meio do Ruraltins, alcançando mais de 16 mil produtores nos 139 municípios tocantinenses.

Nesta sexta-feira, 6 de dezembro, comemora-se o Dia do Extensionista Rural. Orientar, levar tecnologias e novos conhecimentos aos produtores sobre as atividades desenvolvidas por eles no campo são funções que fazem parte do trabalho desses profissionais.

No Tocantins, o Governo do Estado realiza esse atendimento especializado há 30 anos, por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), alcançando mais de 16 mil produtores nos 139 municípios tocantinenses.

Em seu quadro o órgão conta com mais de 400 extensionistas como engenheiros agrônomos, ambientais, de pesca, de alimentos; médicos veterinários; zootecnistas; assistentes sociais; economistas domésticos; biólogos; geólogos; nutricionistas; pedagogos e técnicos agrícolas, além dos servidores da área administrativa que dão todo suporte para que os técnicos atuem com segurança e tranquilidade no campo.

Mais de 70 atividades são desenvolvidas pela agricultura familiar no Estado. Foto: Ruraltins/Governo do Tocantins.

Para Edmilson Rodrigues, engenheiro agrônomo e há 20 anos no Ruraltins, a extensão rural é a base de tudo para o produtor, principalmente na vida do pequeno agricultor, que enfrenta muitas dificuldades no acesso às políticas públicas e ao mercado.

“Mais de 70 atividades são desenvolvidas pela agricultura familiar no Estado, público alvo do nosso atendimento e uma área que exerce atividades relevantes para a economia dos municípios. E para que o agricultor faça bem feito o que planejou e tenha acesso às políticas públicas é fundamental o acompanhamento e a presença do extensionista dentro da propriedade, lidando com todos os fatores que envolvem a produção. Para mim, é muito gratificante ser extensionista rural. Amo o que faço e sinto orgulho de fazer parte da história do Ruraltins”, avalia.

Franscisca Helena Rosendo, extensionista da área social, do escritório local do Ruraltins, em Caseara, ressalta que ser extensionista é ir além das atividades agrícolas. “O técnico atua diretamente junto às famílias e nas comunidades que historicamente estão à margem do desenvolvimento, contribuindo para a inclusão social e a igualdade, bem como promove a segurança alimentar das famílias rurais”, frisa.

Lindomar Pereira, técnico agrícola da regional do Ruraltins, de Taguatinga, pondera que o extensionista tem o dever principal de contribuir com o desenvolvimento das famílias que no dia a dia ajudam no crescimento do agronegócio. “Somos os principais agentes nessa missão de orientar todo processo produtivo e viabilizar o conhecimento das famílias rurais, além de facilitar o acesso às políticas públicas de Governo”, disse.

O chefe geral da Embrapa, Pesca e Aquicultura, Alexandre Aires de Freitas, destaca que os extensionistas têm sido os principais parceiros da instituição nos últimos anos.

“Nós não temos como levar as tecnologias que a Embrapa desenvolve sem o apoio daqueles que fazem a extensão rural. E o Ruraltins tem sido o nosso principal parceiro. Com a vinda da Embrapa, Pesca e Aquicultura, há dez anos para o Tocantins, conseguimos aproximar ainda mais as nossas agendas. Hoje, temos um trabalho consolidado tanto no Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono [ABC], quanto na piscicultura  no atendimento ao pequeno produtor. Eu não consigo entender ou visualizar uma forma de levar nossas tecnologias e aprimoramentos para quem necessita sem os extensionistas”, destacou.

O Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural, do Ruraltins, Kin Gomides, ressalta o valor desses profissionais que se dedicam ao desenvolvimento do setor agropecuário em todo país.

“A extensão rural é o braço forte e silencioso do governo, oportunizando a realização das políticas públicas do agrobrasileiro, fomentando cadeias, gerando renda, dignidade, cultura e preservação ambiental. Os extensionistas são os bandeirantes do desenvolvimento, desbravadores incansáveis que promovem a alavanca do progresso no interior, traduzindo aos menos favorecidos os resultados das pesquisas e desenvolvimento tecnológico, promovendo a produção das matérias primárias que abastecem a mesa dos brasileiros. Parabenizo a todos os extensionistas rurais, são honrados e lutadores, e que se doam por amor ao país”, pontua.

Dia 6 de dezembro, comemora-se o Dia do Extensionista Rural. Foto: Ruraltins/Governo do Tocantins.

Extensão Rural

A Extensão Rural visa estimular a população rural para que se processem mudanças em sua maneira de cultivar a terra, de criar o seu gado, de administrar o seu negócio, de dirigir o seu lar, de defender a saúde da família, de educar os seus filhos e, de trabalhar em favor da própria comunidade.

O dia 6 de dezembro foi escolhido para homenagear esses profissionais porque em 1948 foi criada a primeira instituição de extensão rural no Brasil, a Associação de Crédito e Assistência Rural (Acar), hoje Emater (MG).

FONTE: Lúcia Brito/Governo do Tocantins.
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Governo atende mais de 30 aldeias indígenas no Tocantins com o Criança Feliz

As ações do Programa acontecem em aldeias de Tocantinópolis e Tocantínia.

“A cultura e a língua materna precisam ser observadas e respeitadas no trabalho realizado com povos indígenas e temos que ter uma atenção especial com essas comunidades”, com essa declaração a consultora da UNESCO e representante do Ministério das Cidades, Gildene Carvalho, resumiu, nesta semana, durante acompanhamento a visita domiciliar para avaliação do  Programa Criança Feliz (PCF), em Tocantinópolis; o tamanho da  responsabilidade e a importância do trabalho desenvolvido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), em aldeias indígenas do estado.

A consultora da Unesco reafirmou o reconhecimento aos esforços do Governo para a execução do ‘Criança Feliz’. “O Tocantins, por meio da equipe da Setas, é referência para todo país, pelo grande esforço em capacitar e qualificar os agentes municipais do programa”, afirmou. “Esse suporte é fundamental para os avanços do Criança Feliz no país”, assegurou”.

O programa visa trabalhar o desenvolvimento integral das crianças na primeira infância e também o período gestacional. Esse período é entendido como crucial na formação da base cerebral do ser humano e uma janela de oportunidades de aprendizagem. Reforça principalmente garantia do vínculo afetivo entre a criança e as famílias.

Visitas domiciliares

As ações do Programa se concentram em visitas semanais às crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família (BPF), com idade entre zero e três anos, quinzenais às de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e mensalmente às gestantes beneficiadas pelo BPF. Nos encontros, as famílias recebem informações sobre como estimular o desenvolvimento dos filhos, com foco em temas como saúde, educação, cultura e garantia de direitos, entre outros.

Visita a uma família Xerente em Tocantínia. Foto: Carlessandro Souza/Governo do Tocantins.

Aldeias

No município de Tocantinópolis, as aldeias São José, Mariazinha e Prata estão inseridas no ‘Criança Feliz’. Ao todo 22 famílias indígenas são atendidas. O trabalho nas aldeias começou em setembro de 2017.

Para a Coordenadora e Supervisora do PCF, Verônica Rufino de Macedo, o diferencial no atendimento aos indígenas a valorização e o comprometimento. “As famílias sempre procuram os visitadores para inserir mais crianças no programa”, contou.

A visitadora de Tocantinópolis, Joana Carolina, realizou visita domiciliar na aldeia São José, nessa semana, falou sobre o respeito à língua materna. “A língua falada na aldeia é o Apinajé, por isso a gente passa as atividades para a cuidadora para que sejam transmitidas na linguagem materna, preservando a identidade”, informou.

Apinayé ou apinajé é um povo indígena que habita as terras localizadas entre a margem esquerda do Rio Tocantins e a margem direita do rio Araguaia, no norte do estado do Tocantins, Brasil, na região conhecida como Bico do Papagaio.

Tocantínia

Na zona rural de Tocantínia, seis equipes do Programa Criança Feliz atendem mais de 28 aldeias. A comunidade indígena foi a primeira do país a receber visitas domiciliares do Programa Criança Feliz.

No município 180 famílias são atendidas pelo ‘Criança Feliz’, sendo 95 indígenas. Até o momento foram atendidas mais de 2.500 famílias. O maior público é indígena, tanto na cidade, quanto na zona rural e 70 % das visitas foram nas aldeias.

Na aldeia Recanto, a 15 quilômetros de Tocantínia, a visitante domiciliar do ‘Criança Feliz’, também é indígena, Elissabetts Xerente, visita, uma vez por semana, a pequena xerente, de um ano e sete meses, Camila Brindisi. O encontro dura cerca de 30 minutos e é todo feito na língua indígena Akwē para preservar a língua e em respeito à cultura, os brinquedos são todos de origem da natureza e a matéria prima encontramos no cerrado.

Xerente é o nome de uma tribo indígena que habita áreas próximas à margem direita do rio Tocantins, no município de Tocantínia, no estado do Tocantins, distribuídos em 33 aldeias. Falam a língua akwen, da família linguística Jê, do tronco macro-Jê. A nome de sua reserva é Funil.

Criança Feliz

O ‘Criança Feliz’ é uma iniciativa do Governo Federal para ampliar a rede de atenção e o cuidado integral das crianças na primeira infância, considerando sua família e seu contexto de vida.

Desde que o Tocantins aderiu ao Programa em 2016, foram realizadas mais de 20 mil visitas domiciliares no estado. Atualmente, cerca de seis mil crianças e gestantes são acompanhadas pelo ‘Criança Feliz’, em mais de cinco mil visitas. No total, 51 municípios tocantinenses desenvolvem o Programa.

FONTE: Eliane Tenório/Governo do Tocantins.
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Governo realiza recuperação de trecho da TO-262 entre Silvanópolis e Pindorama

Os serviços incluem o melhoramento da via com revestimento primário, recuperação de erosões e taludes.

O Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), iniciou os trabalhos de recuperação de trecho da rodovia TO-262, entre Silvanópolis e entroncamento da TO-040, em Pindorama do Tocantins.

Os serviços no local estão sendo executados pelas equipes técnicas da Residência Rodoviária de Porto Nacional. De acordo com o Coordenador da Unidade Descentralizada, Geraldo Majella, o término das obras vai depender das condições climáticas, mas está prevista para o fim deste mês.

Com a conclusão dos serviços no trecho de 22 km, a trafegabilidade deve melhorar, beneficiando, especialmente, pecuaristas e produtores da região. “Estamos fazendo o melhoramento da via com revestimento primário, recuperando erosões e taludes”, explicou o coordenador.

De acordo com a Secretária de Estado da Infraestrutura, Cidades e Habitação, Juliana Passarin, o governo está comprometido em melhorar a malha viária estadual. “Estamos empenhados e com equipes trabalhando em todo Estado para garantir a trafegabilidade dos usuários e fortalecer a economia local”.

FONTE: Daniela Oliveira/Governo do Tocantins.
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ADAPEC-TOCANTINS alerta sobre a importância da vacinação contra brucelose e riscos de transmissão da doença em animais e humanos

A brucelose traz sérios prejuízos econômicos aos produtores rurais e pode inclusive afetar a saúde humana.

A brucelose é uma doença infectocontagiosa crônica provocada por bactérias do gênero Brucella que atinge bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos, entre outros, e pode ser transmitida para humanos.

Por isso, a Agência de Defesa Agropecuária (ADAPEC-TOCANTINS) alerta o produtor rural para a importância da vacinação e o cuidado no contato com animais. Além disso, ter atenção em consumir produtos de origem animal inspecionados.

O meio mais eficaz de prevenir a zoonose é vacinar bezerras fêmeas (bovinas ou bubalinas) de 3 a 8 meses de idade, utilizando a vacina cepa B-19, que só deverá ser aplicada por um médico veterinário ou auxiliar de vacinador, cadastradas na ADAPEC-TOCANTINS.

Além disso, ter o controle dos animais que entram na propriedade realizando exames de rotina para brucelose, adquirir animais que tenham sido vacinados e com exames negativos para brucelose.

“É importante destacar que a comprovação da vacinação contra brucelose deve ser feita semestralmente, em um dos escritórios locais da ADAPEC-TOCANTINS. Fêmeas que por algum motivo não foram vacinadas com a idade de 3 a 8 meses, deverão ser vacinadas com a vacina RB-51, ficando a ficha de movimentação de bovinos (ou bubalinos) bloqueada até a comprovação da vacinação”, disse a responsável técnica pelo Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PECEBT), Carolina Silveira Carolina.

Segundo o Gerente de Sanidade Animal da ADAPEC-TOCANTINS, Sérgio Liocádio, os meios de transmissão da doença entre os animais ocorrem, principalmente, através do contato direto destes com as secreções de animais contaminados; instalações (cercas, currais, baldes); ingestão de pastagem e água contaminadas; sêmen contaminado e/ou material contaminado (inseminação artificial ou cobertura).

Já a transmissão para o ser humano pode ocorrer pelo contato direto com o feto abortado, placenta e outras secreções eliminadas do útero da fêmea doente, principalmente durante auxílio ao parto; no manusear de carnes e miúdos de animais doentes. Outras formas são: consumir leite cru, seus derivados como queijo, manteiga, coalhada fabricados com leite de animais infectados que não passaram pelo processo de pasteurização e inspeção sanitária, e ainda, comer carnes mal cozidas ou mal assadas, contaminadas.

“A brucelose está controlada no Tocantins, graças à dedicação dos produtores rurais que vem vacinando as bezerras no tempo certo e também ao trabalho de educação sanitária com palestras sobre esta zoonose que são realizadas pela Adapec,” disse o Presidente da ADAPEC-TOCANTINS, Alberto Mendes da Rocha, relembrando que a segunda etapa da vacinação contra a brucelose termina no dia 31 deste mês, e espera manter os bons índices vacinais que o Estado vem tendo nos últimos anos.

Sintomas da brucelose animal 

Os sintomas mais comuns da brucelose em bovinos são: aborto no terço final da gestação, morte de bezerros recém-nascidos, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, devido à inflamação no útero, repetição de cio, queda na produção de leite, mastite (inflamação do úbere), nos machos o sinal mais comum é a inflamação dos testículos (orquite). “É uma doença que traz sérios prejuízos econômicos para o produtor rural,” destaca Carolina Silveira.

Dados
Em 2019, o Tocantins registrou um caso de brucelose em bovino. E no primeiro semestre deste ano foram vacinadas 440.815 bezerras entre três e oito meses de idade, atingindo 95,97% das bovídeas em idade vacinal.

Conforme o último inquérito realizado em 2014/2015, o índice de prevalência para focos da brucelose no Tocantins caiu de 21,22% em 2002 para 6,42% em 2015. Já o índice de prevalência animal ficou em 2,21%.

FONTE: Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.
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Batalhão de Bombeiros Militar do Tocantins passa a ser comandado por uma mulher

A Tenente-Coronel Andreya de Fátima Bueno é a primeira mulher a assumir o posto.

O Governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, participou na manhã desta sexta-feira, 6, da posse da Tenente-Coronel Andreya de Fátima Bueno no comando do 1º Batalhão de Bombeiros Militar do Tocantins (1º BBM). Ela substituiu o tenente-coronel Irisvaldo de Oliveira Alves e é a primeira mulher a assumir o posto.

Para o Governador Carlesse, a posse de uma mulher no comando da 1º BBM é uma boa surpresa e representa um avanço muito grande e uma demonstração de que a gestão privilegia a capacidade. “Acho que vai trazer melhoria, transparência e demonstra ainda que estamos dando oportunidade para as pessoas que têm capacidade. Chegou a hora da Andreya e ela vai comandar o maior batalhão de bombeiros do Tocantins e o que queremos é que as mulheres cada vez mais possam ocupar postos de comando em outras atividades”, destacou o Governador.

Já o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, Coronel Reginaldo Leandro, ressaltou que é motivo de orgulho para a corporação contar com uma mulher no comando de um batalhão do porte do de Palmas.

Ele ressaltou que a nova comandante do 1º BBM reúne todas as condições técnicas e certamente vai realizar um bom trabalho. “Está assumindo a função justamente porque reúne todas as condições técnicas. Desejamos à tenente-coronel Andreya todo o sucesso. Esse é um momento de celebração para a corporação “, ressaltou, explicando que o Batalhão de Palmas é a maior unidade operacional do Tocantins e responde por Porto Nacional, Paraíso e Taquaralto.

Na condição de nova comandante do Batalhão, a Tenente-Coronel Andreya Bueno destacou o orgulho em assumir a função. “É um momento de muita honra e orgulho ter o privilégio de ser escolhida para comandar esse batalhão e também pelo fato de ser a primeira mulher a assumir o posto”. Ressaltou que pretende dar continuidade às atividades que já vinham sendo desenvolvidas pelo comandante anterior, mas assegurou que vai primar também pela qualidade no ensino, na educação e no treinamento da tropa, para que isso possa chegar nas pessoas que são atendidas.

Tenente-Coronel Andreya de Fátima Bueno é a primeira mulher a assumir o posto de comando de batalhão no Estado. Foto: Frederick Borges/Governo do Tocantins.

Oriunda do concurso de 2006, na turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO), a Tenente-Coronel conquistou a única vaga destinada às mulheres à época, com 25 anos de idade. Entre suas funções na instituição no Tocantins, foi Secretária-Geral durante 5 anos e há 6 meses foi diretora de Ensino e Pesquisa. Durante 2 anos, Andreya esteve no Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, para o Curso de Formação de Soldados.

Presenças

A solenidade contou ainda com as presenças da Deputada Estadual Luana Ribeiro; do Procurador-Geral de Justiça, José Omar de Almeida Júnior, e de Secretários de Estado.

Governador Carlesse ressalta que a posse de uma mulher no comando da 1º BBM representa um avanço muito grande e uma demonstração de que a gestão privilegia a capacidade. Foto: Frederick Borges/Governo do Tocantins.

FONTE: Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins.