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Morte de indígena é a primeira por febre amarela confirmada no TO em 2018

Foi confirmada nesta semana a primeira morte por febre amarela em humano, em 2018. A vítima é um indígena que morava em uma aldeia na zona rural de Tocantínia, na região central do estado. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quarta-feira (27).

No primeiro semestre deste ano, foram 22 casos suspeitos da doença notificados em todo o estado. Até o momento, 16 foram descartados e cinco continuam sob investigação.

Em 2017, outra morte pela doença foi registrada em Xambioá, na região norte do estado. Antes disso, o estado não tinha uma morte pela doença há 17 anos.

O G1 ligou para a Prefeitura de Tocantínia e para o prefeito questionando se alguma medida específica será tomada a partir da confirmação, mas as ligações não foram atendidas. A Secretaria de Estado da Saúde também foi questionada e ainda deve se posicionar.

Estão sendo investigados casos de febre amarela em:

Palmas
Peixe
Gurupi
Ponte Alta do Bom Jesus
Sandolândia

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Polícia ainda não tem suspeitos de atacar família de ciganos a tiros em Palmas

A polícia ainda não prendeu nenhum suspeito de ser o autor do ataque a tiros contra uma família de ciganos em Palmas. O atentado foi na noite desta terça-feira (26) e terminou com a morte de João Vitor Cerqueira, de 22 anos, e outras quatro pessoas feridas. A principal hipótese para o crime é uma richa entre duas famílias.

Testemunhas contaram que os criminosos passaram de carro na frente de uma casa na Arse 71 (704 Sul) e abriram fogo contra a família. Os feridos estavam conversando em frente à residência e acabram atingidos pelos disparos.

A Polícia Militar foi até o local atender o caso e descobriu que parentes das vítimas estavam reunidos em outra casa, na Arse 91 (904 Sul), planejando uma vingança. Quando os militares chegaram ao local, foram recebidos a tiros. Houve uma negociação e a PM acabou prendendo duas pessoas por porte ilegal de arma. Eles foram liberados mais tarde.

Sobre o crime, a Polícia Civil informou que continua trabalhando no caso e que a investigação está em sigilo. “A principio, eles mesmos dizem, que é um richa antiga de família e que faz um tempo que isto vem se arrastando. Mas ainda não tem nenhum nome”, disse o delegado João Batista.

Os dois tiroteios deixaram os moradores da região assustados. Nas redes sociais, eles relataram ouvir tiros parecidos com os de um fuzil.

Na casa, a polícia encontrou um revólver calibre 38. Além de R$ 4 mil em espécie e cheques com valores superiores a R$ 29 mil. Também foram localizadas correntes, pulseiras, relógios brincos e pingentes de ouro, celulares e bijuterias. Todos os produtos com origem duvidosa, segundo a PM.

Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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Atenção, fãs! Adele está preparando novo álbum; saiba o que esperar

É fã de Adele e está sedento por seu novo disco de estúdio? Acredite, você não está sozinho. Os milhões de seguidores da cantora inglesa estão ansiosos por novidades, um sentimento que vem crescendo gradativamente. O problema é que poucas informações oficiais sobre o novo álbum foram divulgadas até aqui.

Mas há uma boa notícias para os fãs: de acordo com a imprensa britânica, Adele já começou a trabalhar no sucessor de “25” (2015), que vendeu espetaculares 22 milhões de cópias no mundo, puxadas pelo megahit “Hello”, e esse novo trabalho deve sinalizar o novo momento na carreira da cantora.

Veja abaixo o que já se sabe sobre o quarto álbum de Adele.
Quando será lançado?

Segundo uma fonte ouvida pelo jornal The Sun, o disco deve ser lançado por volta do Natal de 2019.
Ela já entrou em estúdio?

Ainda não, mas ela já começou a compor músicas para o disco, segundo o The Sun. De acordo com a publicação, Adele já está em contato com vários músicos na Inglaterra para começar a trabalhar em algumas das canções que já escreveu. Ela deve passar os próximos meses focada nesse esforço.
Qual será o título?

O que se sabe é que, diferentemente dos anteriores, o novo disco não terá a idade de Adele no título, conforme ela adiantou em entrevista ao apresentador James Corden em 2016. No quadro Carpool Karaoke, a cantora afirmou que a trilogia dos números acabou, sugerindo que o próximo se chamaria apenas “Adele”, o que ainda não foi confirmado.
Ela já cantou ou lançou alguma faixa do novo trabalho?

Não.
Sobre o que será o novo disco?

É muito provável que Adele continue compondo letras sobre sua vida pessoal, mas agora de forma diferente. Especula-se que o sentimento de amores românticos seja substituído por uma nova vibe, mais leve e solta, parcialmente direcionada ao filho Angelo, de 5 anos, e a outras situações. De qualquer forma, ela deve lançar um disco com alguma ruptura.
O que ela tem feito nos últimos tempos?

Basicamente, Adele está se dedicando ao filho e à vida pessoal. Como havia sinalizado após terminar sua última turnê, em 2017, ela está se mantendo longe dos holofotes. Nesse intervalo, apareceu apoiando as famílias afetadas pelo incêndio de um prédio em Londres, que ocorreu próximo à sua casa. Em maio, ela comemorou seu aniversário de 30 anos e elogiou a pegada política do clipe de “This Is America”, de Childish Gambino. Uma possível influência?

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ENTRETERIMENTO

XXXTentacion atinge 1º lugar da Billboard uma semana após sua trágica morte

O single “Sad”, uma das músicas mais conhecidas de XXXTentacion, alcançou o primeiro lugar da Billboard, principal ranking de música do mundo, apenas uma semana após a trágica morte do rapper de 20 anos. Ele é o oitavo artista a alcançar o feito póstumo.

Coincidentemente, o último a chegar ao 1º lugar da lista pós-morte havia sido Notorious B.I.G., rapper que também morreu baleado em 1997. Biggie chegou ao topo há 21 anos com a música “Mo Money, Mo Problems”.

Os outros artistas solo que lideraram o Hot 100 depois de terem morrido foram John Lennon, com “(Just Like) Starting Over” (1980-81), Jim Croce, com “Time in a Bottle” (1973-1974), Janis Joplin, com “Me and Bobby McGee” (1971) e Otis Redding, com “(Sittin) ‘on the Dock of the Bay” (1968).

Lançada no segundo álbum de XXXTentacion, “Sad” saltou da 52ª posição para a primeira após a morte do rapper. Na época da estreia, em março, ela chegou à 7ª posição. Com o feito, ele passa à frente de artistas como Drake, Post Malone, Cardi B e Maroon 5.

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Reforma em casa atrasa, e Arlindo Cruz deixará o hospital na quinta-feira

Internado há 15 meses, Arlindo Cruz está apto a voltar para casa. A alta poderia ocorrer já nesta segunda ou terça-feira.

Mas por causa das adaptações necessárias em casa para que ele seja mantido no sistema “home care”, os médicos optaram por manter o sambista por mais alguns dias no hospital. A informação foi confirmada ao UOL por Arlindinho, filho do cantor.

“Estamos terminando, mas ainda está em obra lá em casa. Não conseguimos aprontar tudo a tempo. Tivemos que adaptar muitas coisas a pedido dos médicos. Aí o cheiro de tinta ainda está um pouco forte, algumas coisas assim que impossibilitaram de ele vir antes”, explicou Arlindinho.

A expectativa era que o pai, fã de futebol, assistisse ao jogo do Brasil contra a Sérvia na quarta-feira. Uma foto publicada na última sexta-feira nas redes sociais do músico mostra que Arlindo está na torcida pela seleção mesmo dentro do hospital. O cantor de 59 anos apareceu caracterizado com itens verde e amarelo.

Arlindo Cruz sofreu um AVC em março do ano passado e está internado desde então.

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“Anitta será a próxima Ivete”, diz o presidente do Rock in Rio, Roberto Medina

O primeiro final de semana da oitava edição do Rock in Rio Lisboa terminou neste domingo com uma certeza: o festival já é tão português quanto brasileiro. No país, o evento já virou tradição e ajuda a movimentar a economia e o turismo local.

Neste primeiro final de semana, em que as principais atrações eram Muse e Bruno Mars, foi Anitta quem se destacou. Sem medo de encarar uma multidão de 85 mil pessoas, ela subiu no Palco Mundo e cumpriu o que havia prometido mais cedo: rebolar e botar funk para tocar.

Em conversa com o UOL, o presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, foi enfático ao analisar o sucesso da cantora. “Eu tenho certeza que a Anitta será a próxima Ivete e é obrigação do Rock in Rio estar junto a ela”.

Medina minimizou ainda o fato de o festival nunca ter escalado uma funkeira antes. “Eu nunca tinha dito que não gostava de funk ou da Anitta. Eu faço pesquisas e na hora de escolher o que vai tocar no Rock in Rio não sigo o que eu gosto de ouvir. Não interfiro na programação”.

Além de Anitta, também tocaram neste final de semana os brasilerios Anavitória, Rael, Emicida e Manu Gavassi (que fez uma participação especial no show do português Agir). Na semana que vem, será a vez de Ivete Sangalo.
Rock in Rio ainda mais internacional

Além do Brasil e de Portugal, o Rock in Rio também já foi realizado em Madri, na Espanha, e em Las Vegas, nos Estados Unidos. Porém, nos dois lugares, o evento não vingou. “Quero voltar para os Estados Unidos, mas não para Las Vegas. Aquela cidade é uma coisa estranha. Há muita oferta e não conseguimos ter uma força”, contou Medina.

Sobre Madri, ele disse que não gostou do mercado de lá. “Mais da metade dos espanhóis não acredita na globalização. É muito difícil levar algo de fora para o país”.

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Imigrantes que entraram ilegalmente devem ser deportados sem processo judicial, diz Trump 11

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou seu apelo para deportar pessoas que entram ilegalmente nos Estados Unidos neste domingo (24), dizendo que elas devem ser imediatamente enviadas de volta para o local de onde vieram sem nenhum processo judicial.

“Não podemos permitir que todas essas pessoas invadam nosso país. Quando alguém chega, precisamos imediatamente, sem nenhum juiz ou caso de tribunal, levá-las de volta para [o lugar de] onde vieram. Nosso sistema é uma zombaria para uma boa política de imigração e lei e ordem. A maioria das crianças vem sem seus pais”, escreveu Trump no Twitter.

“Nossa política de imigração, alvo de zombaria pelo mundo, é muito injusta com todas as pessoas que entraram em nosso sistema legalmente e estão esperando na fila há anos! A imigração tem que ser baseada em mérito – precisamos de pessoas que vão ajudar a Fazer a América Grande de Novo!”, acrescentou o presidente, usando o slogan de sua campanha eleitoral.

Trump voltou a cobrar dos democratas que se unam aos republicanos para endurecer as leis de imigração americanas.

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Quem é Erdogan, o homem que comanda a Turquia há 16 anos e pode ficar no governo por mais dez 2

Ele é chamado de “beyefendi” (senhor, em turco) pelos que o cercam e de “reis” (chefe) pelos admiradores. Recep Tayyip Erdogan é um líder com formação islâmica que superou uma tentativa de golpe e foi reeleito presidente da Turquia no domingo, 24, numa eleição que está sendo contestada pela oposição.

Apesar de dividir o país – a última contagem de votos indicava a vitória de Erdogan com 53% -, desafetos e apoiadores o consideram o segundo homem mais poderoso da Turquia. Em termos de poder, estaria atrás apenas de Mustafa Kemal Ataturk (1881-1938), fundador da República da Turquia e primeiro presidente do país.

Erdogan chegou poder em 2002, um ano depois da formação do partido islamista AKP, do qual ele é líder. Ficou 11 anos no cargo de primeiro-ministro da Turquia antes de se tornar o primeiro presidente eleito por voto direto em agosto de 2014.

Em 2016, Erdogan sofreu uma tentativa de golpe, ao qual reagiu com violência – cerca de 240 pessoas teriam morrido nos confrontos -, e fez a Turquia entrar num estado de emergência.

Desde então, Erdogan tem tomado medidas para reforçar seus poderes presidenciais.

Cerca de 107 mil servidores públicos e soldados perderam seus cargos sendo demitidos e mais de 50 mil pessoas estão presas, à espera de julgamento. A oposição afirma que pelo menos 5 mil acadêmicos e mais de 33 mil professores também perderam seus empregos. E, segundo a Plataforma para o Jornalismo Independente, uma organização local, mais de 150 jornalistas estão detidos desde a tentativa de golpe.

Com a vitória no domingo, Erdogan assume novos poderes, aprovados num plebiscito realizado no ano passado para transformar a Turquia numa república presidencial.
Mais poderes para Erdogan

O plebiscito do ano passado fez com que o cargo de presidente deixasse de ser meramente cerimonial. A partir de agora, não haverá mais primeiro-ministro despachando no Ak Sary” (Palácio Branco) em Ancara, a capital turca.

Além disso, Erdogan será o único responsável pela nomeação e demissão direta do primeiro escalão do poder, incluindo ministros e juízes. Também vai ter poderes para governar por decreto se necessário.

Na eleição em que o próprio Erdogan se declarou vencedor, o partido dele, o islamista AKP, ganhou também a maioria dos assentos no parlamento. Quando confirmado o resultado do pleito de domingo, o presidente vai ter uma liberdade de ação nunca antes vista na história moderna do país.

Erdogan também alterou a Constituição do país, que agora estabelece mandato presidencial de cinco anos e permite que ele dispute, novamente, a reeleição em 2023. As alterações podem fazer com que ele fique no poder por mais uma década.

Mas como esse filho de imigrantes da Geórgia se transformou no mais poderoso líder da Turquia atualmente?
Qual a importância das eleições na Turquia

– A Turquia tem a segunda maior força armada dos países membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte)

– Faz fronteira tríplice com a Síria e o Iraque, onde o Estado Islâmico representa uma ameaça

– O país liga territorialmente a Europa com o Oriente Médio

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Aos 85 anos, médico será julgado por escândalo de roubo de bebês na Espanha Comente

Nesta terça-feira, 26, quando começar o julgamento do ginecologista Eduardo Vela, de 85 anos, milhares de vítimas de uma rede clandestina de adoções vai estar esperando por respostas. O médico é acusado de ter ajudado a roubar um bebê ainda nos anos 1960 na Espanha.

Vela é o primeiro a enfrentar a Justiça pelo escândalo que abala o país. Segundo grupos de vítimas, o roubo de bebês era uma prática secreta que tirou aproximadamente 300 mil crianças das próprias mães biológicas para serem vendidas, principalmente, durante a ditadura militar de Francisco Franco.

Logo depois da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), Franco assumiu o comando do país e crianças começaram a ser REtiradas de famílias identificadas como republicanas pelo regime autoritário. Elas eram entregues a pessoas que, aos olhos do governo, “mereciam mais” os bebês.

Muito pouco ainda se sabe, no entanto, sobre o tráfico de bebês, que continuou mesmo depois da morte de Franco, em 1975, e ganhou ares de escândalo quando dois homens vieram a público, em 2011, contar a própria história.

Antonio Barroso e Juan Luis Moreno revelaram ter sido comprados pelos respectivos pais. Quem os havia vendido foi um padre em Zaragoza.

Barroso fundou a Associação Nacional das Vítimas de Adoção Irregular (Anadir, na sigla em espanhol). Ele estima que 15% das adoções feitas na Espanha entre 1965 e 1990 tenham sido de crianças que foram retiradas das famílias biológicas sem consentimento.

Pelo menos um desses casos teria contado com o envolvimento direto do médico Eduardo Vela. O ginecologista é acusado de ter retirado Inés Madrigal da família biológica em 1969; ela, por sua vez, acredita que a mãe foi intimidada ou enganada.

“Foi dito à minha mãe (de criação) que a mãe biológica era uma mulher casada que não podia ficar comigo. Ela teve um caso quando o marido estava fora”, conta Inés Madrigal.

Vela admitiu ter assinado uma certidão de nascimento atestando que os pais adotivos de Inés Madrigal eram os pais biológicos. Ele disse ao juiz, ainda na fase da investigação, que na condição de diretor da clínica San Ramón, em Madri, assinava documentos sem ler.

Um exame de DNA indicou que Inés não é filha dos Madrigal.

Antes de morrer, em 2016, a mãe de Inés revelou aos investigadores que o médico Eduardo Vela havia lhe dado o bebê como um “presente”, depois que um padre jesuíta a apresentou ao ginecologista porque ela e o marido não podiam ter filhos.

O médico e o advogado dele se recusaram a comentar esse depoimento.

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União Europeia impõe sanções contra vice-presidente e outras autoridades da Venezuela

A União Europeia impôs, nesta segunda-feira, sanções econômicas contra 11 importantes autoridades da Venezuela em protesto pela reeleição do presidente Nicolás Maduro em uma votação que o bloco considerou não ter sido livre ou justa e pelas supostas violações de direitos humanos de seu governo.

As novas proibições de viagem e congelamento de bens, noticiadas pela Reuters em maio, seguem medidas da UE contra sete outras autoridades da Venezuela.

As sanções não atingem Maduro diretamente, porque a União Europeia tenta pressionar aqueles ao seu redor primeiro.

Os alvos das sanções incluem o ministro da Indústria da Venezuela e ex-vice-presidente do país Tareck El Aissami, já alvo de sanções dos Estados Unidos por tráfico de drogas.

A União Europeia disse que ele é “responsável por sérias violações de direitos humanos… incluindo prisão arbitrária, investigações politicamente motivadas, tratamento desumano e degradante e tortura”.

O bloco também impôs sanções contra Delcy Rodríguez, que assumiu como vice-presidente do país quando Maduro reestruturou seu gabinete após sua amplamente criticada reeleição em maio.

Delcy Rodríguez foi presidente da Assembleia Constituinte pró-governo, que opositores dizem ter sido criada por Maduro no ano passado para passar por cima da Assembleia Nacional, controlada pela oposição. Ela também já foi ministra de Relações Exteriores da Venezuela.

A União Europeia disse que Delcy Rodríguez minou a democracia na Venezuela. Outros alvos incluem ministros e a vice-procuradora-geral da Venezuela, Katherine Harrington, também já atingida por sanções dos Estados Unidos.

O governo Maduro criticou as novas sanções, que acusou de infringir a lei internacional ao violar a soberania da Venezuela e acusou a União Europeia de “subordinação flagrante” ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“A União Europeia está atacando a paz política na Venezuela ao se envolver em questões internas”, disse o governo em comunicado.

(Reportagem adicional de Angus Berwick em Caracas)