Categorias
SLIDE TOCANTINS

Tocantinense é assassinado por engano por policial no MA; corpo é velado em Porto

O tocantinense Ademar Moreira Gonçalves, de 36 anos, foi morto com um tiro nas costas enquanto dirigia na Avenida Litorânea, em São Luís, no Maranhão, na noite do último sábado, 14. Um policial civil (que não teve o nome divulgado), se entregou nesta segunda-feira, 16, na Delegacia de Homicídios de São Luís, dois dias após a morte de Ademar, que era funcionário do IBAMA. Familiares da vítima, que moram no Tocantins, relataram que souberam de três versões duvidosas do ocorrido antes de saberem a verdade e contaram que ainda que viram um vídeo de Ademar se debatendo sem ser socorrido, que foi divulgado nas redes sociais.

Em entrevista ao T1 Notícias na manhã desta terça-feira, 17, Giovana Araújo da Silva, amiga da família, relatou como os parentes de Ademar receberam a notícia. “Ficamos sabendo no sábado à meia note. A primeira versão foi que ele estava no meio de um tiroteio e havia sido baleado na perna. A segunda versão foi que ele brigou em bar e acabou morto, mas logo achamos estranho também porque o Ademar corria de briga; e a terceira versão foi que ele era um bandido e estava roubando um carro. Ficamos transtornados. Duas irmãs dele foram para São Luís descobrir a verdade e foi então que ficaram sabendo que ele havia sido executado por um policial civil. Esse policial foi informado que o carro dele estava sendo roubado e iria atirar no pneu do carro, mas acabou atingindo Ademar nas costas”, conta.

Giovana ainda relatou que um vídeo foi registrado por testemunhas que estavam no local e que a família ainda teve que assistir Ademar agonizando, sem socorro, porque as pessoas achavam que se tratava de um assaltante de carro, conforme o policial havia anunciado. “Após ser alvejado, o Ademar acabou colidindo num carro e numa moto. Testemunhas contaram que o policial tirou Ademar do carro e pediu para as pessoas se afastarem pois se tratava de um assaltante de carro. O policial entrou no carro, pegou o documento e viu que aquele carro não era o dele. Foi então que ele se deu conta do erro que cometeu e fugiu do local. Nesta semana o policial se entregou e assumiu o erro”, detalhou.

Versão do policial

Segundo relato do policial na delegacia, ele informou que estava em um bar quando soube que o seu carro estava sendo roubado. Ao encontrar um homem no volante, saindo de uma vaga próximo de onde ele havia estacionado, o policial sacou a arma para atirar nos pneus, segundo ele. O motorista (Ademar) arrancou com o carro depois que viu o homem armado, mas foi atingido com o tiro nas costas, que o matou. O policial acrescentou ainda que o carro de Ademar era idêntico ao dele.

A Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP) trabalhava com as hipóteses de briga de bar, reação a assalto e execução até a confissão do assassinato pelo policial civil. Testemunhas informaram que o policial retirou Ademar de dentro do carro e impediu as pessoas de se aproximarem até a chegada do SAMU, mas fugiu do local depois que viu que havia se enganado.

“Pela declaração dele (o policial), ele interpretou erroneamente porque o carro dele estava estacionado praticamente ao lado. E quando o indivíduo saía do carro, o policial que estava de pronto aviso para uma missão no interior lembrou que tinha equipamentos da polícia civil nesse veículo. Então ele temendo além do roubo do veículo, o roubo desses equipamentos, tentou evitar a saída do indivíduo”, informou o superintendente da Delegacia de Homicídios, Lúcio Rogério Reis.

O policial que efetuou o tiro, segundo a polícia, trabalhava no núcleo de combate ao crime organizado e tinha 15 anos de corporação, com ótima conduta profissional. Como não houve o flagrante, o policial civil vai responder ao processo em liberdade.

Familiares inconformados

A família de Ademar está inconformada com o caso. “Despreparo total, né? Uma pessoa ouvir de outra pessoa que seu carro foi roubado e a pessoa já sair com uma arma em punho? Ele não deu nem a oportunidade do meu irmão falar nada”, declarou Vera Lúcia, irmã de Ademar. Ademar era formado em direito, funcionário público do Ibama e nunca teve passagem pela polícia.

A família criticou ainda a conduta do policial na abordagem. “Que procedimento é esse de abordar alguém? Ficamos sabendo também que ele tinha uma diligência para cumprir depois, então ele foi inconsequente duas vezes porque como ele estava num bar antes de realizar a diligência. Ele foi muito irresponsável”, criticou ainda a irmã.

Velório e sepultamento

O corpo de Ademar chegou ao Tocantins na manhã de terça e está sendo velado em Porto Nacional, no salão da funerária Santo Antônio. O sepultamento ocorrerá às 17h, em Porto Nacional.

Categorias
SLIDE TOCANTINS

Mulher esfaqueia quatro pessoas e invade hospital para tentar matar marido

Eva Santos Reis, de 26 anos, foi presa após tentar matar a facadas quatro pessoas na cidade de Xambioá, na noite desta quinta-feira (12). Uma das vítimas é o companheiro dela. Após deixá-lo ferido, a jovem foi ao hospital onde estava internado e o esfaqueou novamente.

De acordo com o delegado Fernando Rizério, responsável pelo caso, tudo começou quando a suspeita viu o companheiro conversando com a ex em uma festa.

As duas mulheres começaram a brigar e Eva foi agredida pelo companheiro que tentava separá-las, mas a ex acabou sendo atingida com uma facada no braço.

Em seguida os dois saíram em uma motocicleta e Eva esfaqueou o companheiro enquanto ainda estavam no veículo. Nesse momento, ele pediu socorro a um casal que encontrou no caminho.

O casal tentou impedir a mulher de agredir o companheiro e os dois também foram esfaqueados. As vítimas foram levadas para um hospital de Xambioá. Eva ainda entrou no hospital e esfaqueou novamente o companheiro. Ele foi transferido em estado grave para o Hospital Regional de Araguaína.

Eva foi detida e espera na delegacia por uma vaga no presídio.

Quer saber mais notícias de todo o estado? Acesse o G1 Tocantins.

Categorias
ENTRETERIMENTO SLIDE

Noivos ignoram superstição de azar e decidem se casar na sexta-feira 13

Um casal de Palmas ignorou as superstições de azar e decidiu se casar nesta sexta-feira (13). Clodes Santos Neto, de 31 anos, e Fernanda Braga Benício, de 25, sobem ao altar às 21h30, na Catedral Divino Espírito Santo. A data tem fama de ser um dia de azar, mas para eles o significado é totalmente diferente.

Segundo o noivo, ao escolher a data, o casal sabia que o dia 13 cairia em uma sexta-feira, mas diz que não acreditam na superstição. “Nós pensamos que seria um feriado prolongado, então quem mora longe teria de tempo de voltar para casa com tranquilidade.”

O noivo explica que para o casal, o significado da data é o oposto. “Por susceder o dia de Nossa Senhora Aparecida, a data é muito conceituada pela Igreja.”

Neto diz que os convidados também não se importaram com a data. “Na verdade ninguém disse nada, eu que fico fazendo brincadeira sobre o azar desse dia.”

Sexta-feira 13

A sexta-feira 13 é o dia mais amaldiçoado do calendário, pois é supostamente quando tudo pode dar errado. Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência. A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”, diz ele.

Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980.

Quer saber mais notícias de todo o estado? Acesse o G1 Tocantins.

Categorias
POLITICA SLIDE

Sargento Aragão é nomeado no gabinete de Kátia Abreu no Senado

O ex-deputado estadual Sargento Aragão (PEN) foi nomeado como assessor parlamentar do gabinete da senadora Kátia Abreu. Os dois foram adversários na disputa pelo Senado em 2014, mas se aproximaram este ano.

Aragão está lotado no gabinete para atuar no escritório de apoio da senadora em Palmas. Ele chegou a defender a pré-candidatura de Kátia ao governo do Estado em entrevista ao blog há alguns meses.

Confira a seguir a reprodução da página oficial do senado sobre a nomeação do ex-deputado:

Categorias
BRASIL SLIDE

Quatro anos após os primeiros leilões, 6 rodovias federais têm só 17% dos trechos duplicados

Quatro anos depois dos primeiros leilões de rodovias federais feitos pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff, somente 17,3% de um total de 3.162 quilômetros de estradas foram duplicados, de acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Os 17,3% equivalem a 548 quilômetros. Quando o programa de concessões foi anunciado pelo governo, a promessa era que os 3.162 quilômetros estariam duplicados 5 anos após os leilões.

Entre 2013 e 2014, o governo leiloou seis trechos de rodovias:

As razões para a baixa taxa conclusão das duplicações vão da falta de recursos prometidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e reflexos da Lava Jato sobre as empreiteiras ligadas às concessionárias, até a falta de licença para obras, que era de responsabilidade do governo e não das empresas.

Somando os trechos que já estavam duplicados antes dos leilões, as seis rodovias têm hoje 1.967 quilômetros duplicados. Como a extensão das seis rodovias somadas é de 4.581 km, atualmente 42,9% estão duplicados.

Falta de licença

As concessionárias das rodovias BR-040 e BR-163 (Mato Grosso do Sul) enfrentaram problemas com a emissão da licença de instalação, de responsabilidade do governo.

Com isso, o cronograma de obras foi atrasado, já que o prazo para duplicação de todo o trecho passava a contar a partir dessa licença.

Concessão suspensa

A situação mais complicada era da BR-153, onde nenhuma duplicação foi feita. O descumprimento do contrato pela concessionária levou o governo a suspender a concessão – o trecho deve ser relicitado em 2018.

A rodovia estava sob controle do Grupo Galvão, que entrou em recuperação judicial após a Operação Lava Jato.

Atraso nas obras

Outra rodovia que acumula grande atraso nas obras é o trecho que envolve as BRs-060,153 e 262 (Distrito Federal e Goiás). A concessionária só duplicou 65,94 km. Nos três primeiros anos, a meta era duplicar 479,4 km.

Categorias
BRASIL POLITICA SLIDE

Senado articula votação secreta em caso de Aécio

Senadores intensificaram a articulação por uma votação secreta para deliberar sobre as medidas cautelares e o afastamento impostos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). O tema está em discussão pela cúpula do Senado e tem como objetivo diminuir o desgaste de senadores que pretendem reverter a suspensão das funções parlamentares do tucano.

A votação no plenário da Casa está marcada para a próxima terça-feira (17). Por 6 votos a 5, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram na quarta-feira (11) que medidas cautelares, como o recolhimento noturno, determinadas a deputados federais e senadores devem ser submetidas ao aval da Câmara ou do Senado.

O regimento interno do Senado prevê votação secreta para deliberação sobre prisão de parlamentar. Na semana passada, a Coluna do Estadão já havia adiantado que senadores debatiam a possibilidade de tornar a votação sigilosa. A Constituição, porém, não diz que modelo deve ser adotado. Até 2001, o artigo 53 estabelecia votação secreta –a expressão foi suprimida pela Emenda Constitucional 35.

Segundo um integrante da Mesa Diretora do Senado, a votação será como determina o regimento –ou seja, fechada. Reservadamente, um ministro do Supremo disse ao jornal “O Estado de S. Paulo” que, como a regra interna da Casa determina o modelo de votação, há espaço para tal interpretação.

Leia também

“Seguir o regimento e a Constituição, e respeitar e proclamar o resultado livre do plenário, que é soberano, é meu dever como presidente (do Senado)”, disse Eunício Oliveira (PMDB-CE) ao comentar a discussão sobre o sigilo da deliberação. A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) criticou a articulação na Casa: “Eu espero que não haja nenhuma manobra e o voto seja aberto.”

No caso da prisão do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), em novembro de 2015, o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentou realizar a votação de forma sigilosa. Parlamentares, no entanto, reagiram e entraram com um mandado de segurança contra a iniciativa.

O pedido foi deferido pelo ministro Edson Fachin com base na Emenda Constitucional 35. “Não havendo menção no art. 53, § 2.º, da Constituição, à natureza secreta da deliberação ali estabelecida, há de prevalecer o princípio democrático que impõe a indicação nominal do voto dos representantes do povo”, escreveu Fachin na decisão. Na ocasião, Aécio apoiou o entendimento do Supremo.

Para o líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PB), não está claro se o caso de Delcídio definiu uma regra para as próximas votações. “Não posso dizer com absoluta certeza que aquela votação definiu um padrão a ser seguido ou se precisa, em cada caso, ser revertido o voto secreto em voto aberto’, afirmou.

O professor de Direito Constitucional Paulo de Tarso Neri, porém, afirmou que “a regra é a votação aberta”. “Só se permite voto secreto quando o texto expressamente diz que deve ser secreto’, disse. “Já houve votações abertas na Câmara. Por exemplo, a cassação de Eduardo Cunha. Se até a cassação, que é muito mais grave, é aberta, votação menos gravosa também tem de ser transparente.”

Oposição

Senadores da oposição –que são minoria e defendem punição a Aécio– dizem que dificilmente a Casa vai manter as medidas cautelares impostas ao senador tucano. Para Randolfe Rodrigues (Rede-AP), há um acordo de proteção ao tucano firmado entre PMDB e PSDB. Pelas suas contas, os votos pela manutenção das medidas impostas a Aécio podem chegar a 30 senadores caso o PT feche questão pelo afastamento do tucano.

Após o mal-estar causado pela nota em que o PT criticou a decisão do Supremo em relação a Aécio, o líder da minoria no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou que sua bancada deve votar unida para manter o tucano afastado do cargo. “O Senado vai ter de entrar no mérito da discussão. Agora nós vamos discutir se as coisas que têm contra o Aécio justificam ou não essa recomendação do Supremo. Eu vou defender que nós votemos para seguir a recomendação”, disse Costa.

Com nove inquéritos abertos no Supremo, Aécio foi afastado do mandato e submetido ao recolhimento domiciliar noturno por decisão da Primeira Turma do Supremo no dia 26 de setembro com base no relato dos delatores do Grupo J&F. (Colaboraram Andreza Matais e William Castanho)

Fonte: UOL

Categorias
ENTRETERIMENTO

Uma BGS depois, games brasileiros vão de protótipos a produtos que lutam pelo mercado internacional

Foram cinco dias de canseira, muitas demonstrações e bugs surgindo aqui e acolá, mas que garantiram um ano inteiro de trabalho para os estúdios por trás dos games brasileiros “Guts” e “Skydome”.

A estreia na BGS 2016 aconteceu com versões rudimentares dos jogos, fruto de poucos meses de trabalho. As ideias, no entanto, foram bem recebidas pelo público, entraram para a lista de games mais bacanas da área indie e retornam na feira deste ano com investimentos e a vontade de não conquistar só o mercado brasileiro, mas o internacional também. Assista ao vídeo acima.

‘Guts’, uma lutinha diferente

Ao contrário de “Street Fighter” e “Mortal Kombat”, o game de luta “Guts” decide seus duelos em partes. Saem as barras de vida e a obrigação de esvaziar a do seu adversário. Em “Guts”, é preciso arrancar pernas e braços do oponente para garantir a vitória.

Em 2016, “Guts” estava muito cru. Mas a versão da BGS 2017 mudou muito. O jogo tem agora um elenco completo de lutadores e cenários interativos, além de um redesenho gráfico completo.

“Nesse um ano de desenvolvimento transformamos um game com potencial em um produto que os jogadores vão curtir. Melhoramos os gráficos, agora dá para jogar online também”, diz Paulo Santos, diretor do jogo no estúdio Flux, de São Paulo.

De acordo com Santos, “Guts” nasceu daquela vibe anos 1990 de jogar games de luta apertando todos os botões do controle ao mesmo tempo – e ainda assim soltando golpes poderosos e conseguindo se divertir.

“O desafio para criar um game para o consumidor final é que pra quem joga tanto faz se o jogo é brasileiro, americano ou japonês. Ele tem que ser bom”, afirma Santos.

  • Quando chega: 31 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Xbox One

‘Skydome’, um crescimento exponencial

O estande de “Skydome” na BGS 2016 já era dos mais bonitos: box duplo, todo decorado, apresentando um game com pinta familiar de “League of Legends”. Mas na feira desse ano a área cresceu nove vezes. O “Skydome” de 2017 parece aquele fenômeno internacional que todos jogam (e você ainda não conhece), com estande de merchandising e transmissão feita com narradores.

“Do ‘Skydome’ do ano passado só mantivemos as regras, as mecânicas e o nome. O resto mudou tudo”, diz Mateus Zanetti, um dos desenvolvedores do game no estúdio Kinship, também de SP.

Formada por veteranos da indústria nacional de jogos, a Kinship levou para a BGS 2016 um protótipo de “Skydome” feito em apenas 4 meses. Zanetti diz que ele e seus colegas de trabalho buscavam validar os conceitos e ideias do game, um exemplar do gênero “tower defense”, em que você deve usar a estratégia para montar defesas e impedir o avanço de tropas inimigas, mas com heróis e elementos de MOBAs. Deu certo.

“Começamos com 4 pessoas em um espaço de ‘coworking’. Hoje somos 18 e mudamos para um escritório na Rua Oscar Freire [região nobre de SP]. Aumentamos nossa responsabilidade, nossos investimentos, e estamos mostrando que confiamos no game”, diz Zanetti.

“Não dá para lançar um jogo para competir só com os brasileiros. Vamos lançar o ‘Skydome’ para competir com o mundo”.

  • Quando chega: 2018
  • Plataformas: PC

Estreante de BGS, mas veterano internacional

Uma combinação alucinada da criação de itens de “Overcooked” com a defesa de base de “Lovers in a Dangerous Spacetime”, o paulistano “No Heroes Here” chegou aos PCs agora em outubro.

A estreia do jogo na BGS 2017, no entanto, não é nenhuma novidade para os paulistanos do estúdio Mad Mimic. Antes, a empresa apresentou seu game em feiras no Japão, Alemanha e Estados Unidos. Todas, felizmente, com elogios para o que foi apelidado de “coop da bagunça”.

  • Quando chegou: 3 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Nintendo Switch
 Fonte: UOL
Categorias
ESPORTE SLIDE

Cuca não é mais técnico do Palmeiras; Mano é favorito ao cargo

Cuca não é mais técnico do Palmeiras. Em decisão tomada em comum acordo na tarde desta sexta-feira, o comandante não vai continuar seu trabalho até o fim do ano. O último jogo dele foi o empate por 2 a 2 com o Bahia, nesta quinta, no Pacaembu. Ele tinha contrato válido até dezembro de 2018.

Sem Cuca, o auxiliar Alberto Valentim assume a equipe interinamente a partir do jogo deste domingo, contra o Atlético-GO, às 17h (de Brasília), em Goiânia. O presidente Maurício Galiotte vai se pronunciar na manhã de sábado.

Mano Menezes, do Cruzeiro, é o único nome com o qual a diretoria trabalha no momento. Ele tem contrato com o clube mineiro até o fim do ano e futuro ainda indefinido. Ele é o favorito da cúpula palmeirense desde que Cuca passou a balançar no cargo.

Jogadores consultados pela reportagem mostraram surpresa com a decisão. Bancado pela diretoria até o fim do ano, o técnico foi vítima da fase irregular do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. Com 44 pontos, o Verdão está a 14 do líder Corinthians e ocupa a quinta posição na tabela.

Cuca fez um pronunciamento na tarde desta sexta-feira. Veja o que ele disse:

No dia 4 de outubro, Cuca mostrava confiança na continuidade de seu trabalho. Em entrevista coletiva, foi firme no discurso:

– Tenho contrato até (o fim de) 2018, quero poder neste ano ainda fazer a montagem do ano que vem, que é o que gosto de fazer. Modéstia à parte, é o que tenho feito bem e gosto de fazer. Quando se faz montagem no começo do ano, monta perfil dentro das ideias que você tem.

Campeão brasileiro em 2016, Cuca encerra sua segunda passagem pelo Palmeiras sem títulos. Ele voltou em maio, depois de passagem ruim de Eduardo Baptista. No total, Cuca tem 85 jogos, 45 vitórias, 18 empates e 22 derrotas com o Verdão.

Veja a nota oficial do Palmeiras:

“Cuca não é mais treinador do Palmeiras. Ficou decidido, em comum acordo, pelo encerramento deste ciclo do profissional no Verdão. O auxiliar Alberto Valentim assumirá o comando técnico da equipe.

O treinador Cuca fará um pronunciamento nesta sexta-feira (13), às 14h30, na Academia de Futebol. No sábado (14), o presidente Maurício Galiotte concederá entrevista coletiva, também na Academia, às 11h30.

A Sociedade Esportiva Palmeiras agradece ao técnico Cuca pelos serviços prestados e deseja sorte no prosseguimento da carreira.”

Categorias
POLITICA SLIDE

Lava Jato levou empresas a vender mais de R$ 100 bilhões em ativos desde 2015

A operação Lava Jato foi um catalisador de grandes negócios no Brasil nos últimos 3 anos. As empresas que foram investigadas pela Polícia Federal venderam 48 ativos em transações que somaram mais de R$ 103 bilhões desde 2015, segundo levantamento do G1 a partir de estatísticas de fusões e aquisições da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e de operações divulgadas pelas próprias empresas.

Na lista de vendedores estão grandes empresas brasileiras, como Petrobras, J&F, Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS e BTG Pactual. Todas tiveram que colocar negócios à venda após ter seu nome envolvido de alguma forma na Lava Jato.

A temporada de vendas ainda não acabou: essas empresas tentam se desfazer de ao menos outros R$ 75 bilhões, segundo cálculos do G1 com base em planos anunciados.

A venda de ativos é parte do roteiro das empresas envolvidas nos escândalos de corrupção para se reerguer. A investigação trouxe uma crise de credibilidade para as empresas que afetou sua capacidade de conseguir crédito e manter as receitas. Para complicar, a maioria desses grupos estava com endividamento elevado e comprometida com projetos futuros altamente dependentes de aporte de capital ou financiamento.

“A turma envolvida na Lava Jato teve e terá que entregar os anéis para não perder os dedos”, resume o advogado especializado em fusões e aquisições Carlos Lima, sócio do escritório Pinheiro Neto. Como razão para esse movimento, ele citou o alto endividamento das empresas, o crédito mais restrito e o compromisso que assumiram em pagar multas bilionárias definidas nos acordos de leniência.

Dos quase 50 negócios cujo controle ou fatias trocaram de mãos, o caso mais emblemático é o da Alpargatas, que detém as marcas Havaianas e Osklen, e que em 2 anos já esteve sob o comando de 3 diferentes donos.

No final de 2015, quando as construtoras estavam no centro dos escândalos de corrupção, a Camargo Corrêa vendeu o controle da Alpargatas para a J&F, da família Batista, por R$ 2,66 bilhões. A venda foi assinada dois meses após a Camargo fechar um acordo de leniência.

Em 2016, os donos da JBS desembolsaram mais cerca de R$ 500 milhões para elevar a participação na companhia. Mas, este ano, os irmãos Joesley e Wesley Batista é que tiveram que vender seus negócios para fazer caixa e conseguir suportar a maré negativa depois de fechar um acordo de delação premiada.

Em julho deste ano, a J&F vendeu sua participação de 54% da Alpargatas para a Itaúsa, Cambuhy Investimentos e Brasil Warrant, grupos que têm como acionistas a família Moreira Salles, por R$ 3,5 bilhões.

Mas o maior negócio até o momento foi a venda da Nova Transportadora do Sudeste – NTS (rede de gasodutos da Petrobras) para a canadense Brookfield, por R$ 16,7 bilhões. Em seguida, está a venda da Eldorado Celulose e Papel, pela J&F, para o grupo holandês Paper Excellence, por R$ 15 bilhões.

Categorias
SLIDE

Ricardo Ayres deixará a prefeitura no início de 2018 para comandar CCJ na AL

O deputado estadual Ricardo Ayres (PSB) deixará a Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Palmas no início de 2018 para assumir em fevereiro a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia.

A mudança no comando da CCJ faz parte de um acordo com o atual presidente, Olyntho Neto (PSDB). Ayres é vice-presidente da comissão.

Há preocupações com a mudança no Palácio Araguaia. Isso porque o atual secretário de Palmas teve seu pessoal exonerado do governo recentemente, na ação do governador Marcelo Miranda (PMDB) para depurar sua base no Legislativo.