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Concurso da PM deve sair este ano e governador diz que não faltará Orçamento para nomeações

O governador Marcelo Miranda (PMDB) e o comandante-geral da Polícia Militar (PM), Glauber de Oliveira Santos, confirmaram na solenidade desta terça-feira, 3, a intenção de realizar o concurso de mil vagas para soldado ainda este ano. O certame foi anunciado em abril do ano passado, mas desde então nenhuma programação para sua realização foi anunciada. O evento realizado na ala sul do Palácio Araguaia foi para a entrega de 29 viaturas, além de equipamentos como cintos táticos e capas de chuva.

Antes da solenidade, Glauber de Oliveira foi quem confirmou à imprensa a intenção do Estado de realizar o certame antes do final de dezembro. “Estimamos que ainda neste ano façamos as provas”, disse. A abertura das propostas – segunda parte do processo licitatório acontece nesta quarta-feira, 4, revelou o comandante-geral, que prevê alto número de participantes. “É uma mega licitação. A gente está prevendo mais de 100 mil candidatos para as mil vagas de soldado e 40 de CFO [Curso de Formação de Oficiais]. Há uma mobilização nacional”, garantiu.

Posteriormente, o governador Marcelo Miranda confirmou a intenção. “Estamos trabalhando para que até o final do ano o concurso da Polícia Militar seja concretizado”, esclareceu. Questionado sobre o peso de nomeações na folha de pagamento do Tocantins, o peemedebista garantiu que o impacto foi programado. “Estamos conscientes que não faltará orçamento para isso. Isto está dentro da programação”, afirmou.

Marcelo Miranda também falou sobre o desenquadramento do Estado, que está fora do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O governador falou que o Executivo deve adotar alguma atitudes para reverter o quadro, sem adiantar qual. “Nós sabemos que estamos acima da LRF e teremos que tomar algumas decisões, que serão tomadas com tranquilidade, de forma serena, sabendo que o amanhã vai dizer das atitudes que estamos tomando dentro das normas legais”, disse.

Investimento
Na ocasião foram entregues 29 viaturas, sendo 11 da marca Fiat, modelo Pálio Weekend Adventure, e 18 Volkswagen , modelo Gol; todos equipados com giroflex, sirene e rádio comunicador. As viaturas modelo pálio contam ainda com cubículo (cela) para a condução de pessoas em atitudes de desconformidade com a lei e exigência dos direitos humanos, conforme garantiu Glauber de Oliveira.

Dos 20 veículos entregues pelo governador à Polícia Militar, 10 veículos foram destinados a Palmas. O restante foi distribuído para Araguaína, contemplada com quatro veículos; Gurupi, outros quatro; Porto Nacional, três; Pedro Afonso, dois; Guaraí, também dois; e para as regionais de Arraias, Dianópolis, Colinas e Tocantinópolis, que ficaram com uma viatura para cada.

A corporação também recebeu 2.650 cintos táticos operacionais e mil capas de chuva, equipamentos orçados em R$ 1,2 milhão, recursos oriundos do Governo do Estado.

Fonte: Portal CT

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Governador Marcelo Miranda realiza entrega de viaturas à Polícia Militar

O governador Marcelo Miranda entregou novos veículos e equipamentos para a Polícia Militar na manhã desta terça-feira (3). A entrega das viaturas aconteceu na ala sul do Palácio Araguaia, em Palmas. Foram entregues 29 veículos, sendo 11 da marca Fiat, modelo pálio weekend adventure, e 18 VW, modelo gol TL MBV 1.6, equipados com giroflex, sirene e rádio comunicador.

As viaturas modelo pálio contam ainda com cubículo (cela) para a condução de pessoas em atitudes de desconformidade com a lei. Deste total, 10 veículos foram destinados a Palmas. O restante foi distribuído para Araguaína (4); Gurupi (4); Porto Nacional (3); Pedro Afonso (2); Guaraí (2); e para as regionais de Arraias, Dianópolis, Colinas e Tocantinópolis foram destinadas uma viatura para cada.

A corporação também recebeu 2.650 cintos táticos operacionais e mil capas de chuva, equipamentos orçados em R$ 1,2 milhão, recursos oriundos do Governo do Estado.

“Tenho a satisfação de afirmar que o setor de segurança pública no Tocantins tem recebido uma atenção redobrada nos últimos anos. Esse reforço é no sentido de melhor equipar a nossa Polícia para o exercício diário de enfrentamento à criminalidade”, pontuou, lembrando que ainda este ano será lançado o edital para realização do concurso público da Polícia Militar. “Sabemos da carência do nosso efetivo e de nossas responsabilidades e tudo está sendo feito dentro com muita transparência, obedecendo à capacidade orçamentária e os trâmites legais”, reforçou.

Para o governador, todos esses esforços para dotar as forças de segurança pública de melhores condições de trabalho e, automaticamente melhorar a sensação de segurança para a população, já tiveram reflexos diretos em outros estados. “Hoje, a nossa segurança pública é reconhecida lá fora como um exemplo”, pontuou.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Glauber Oliveira Santos, destacou que o Tocantins é o lugar mais seguro para se viver, condição conquistada graças aos investimentos realizados nas gestões de Marcelo Miranda. “A corporação está vivendo um bom momento, graças aos investimentos realizados na atual gestão, e isso tem reflexo direto nos serviços prestados à população tocantinense”, assegurou o comandante, revelando que ao longo dos anos foram disponibilizados equipamentos nunca vistos no Estado, além dos investimentos na qualificação da tropa, por meio de cursos de aperfeiçoamento.

Fonte: Primeira Página

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Geo doa parte de salário recebido durante viagem a professores e altera lei

A reportagem do Portal T1 Notícias veiculada nesta terça-feira, 03, sobre vereadores de Palmas que receberam salário integral e requereram verba indenizatória (Codap) mesmo tendo se ausentado da Casa de Leis, provocou a reação do vereador Júnior Geo (PROS) que afirmou, por meio de nota nesta tarde, que doou os dias recebidos aos professores que tiveram os salários descontados por causa da greve no município. O vereador sinalizou ainda que vai propor uma mudança na Lei que dispõe sobre o Regimento Interno da Câmara.

Doação

O vereador afirmou que solicitou ao administrativo da Câmara que descontasse sua ausência, “mas o ato não poderia ser feito por não haver nenhum motivo legal”. Ele disse que  então fez a doação aos professores que tiveram os pontos de frequência cortados. “Eu calculei o valor referente aos dias de minha ausência e encaminhei aos professores cujo o ponto foi cortado pelo Executivo do município de Palmas para que fossem feitas aquisições de cestas básicas”, ressaltou.

O T1 entrou em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet), e recebeu a informação de que não foi notificada sobre o benefício concedido pelo parlamentar aos professores.

Mudança em Lei

De acordo com a nota da assessoria de imprensa de Geo, o vereador apresentou um projeto buscando maior transparência nas ações dos representantes.

“Na manhã desta terça-feira, 3, o vereador professor Júnior Geo (PROS) apresentou junto à Câmara Municipal de Palmas a alteração na resolução nº 112/06, que dispõe sobre o Regimento Interno da Casa de Leis. Em 2013, o vereador já havia solicitado a alteração da resolução propondo o desconto do subsídio mensal dos agentes políticos municipais, caso não fossem apresentadas justificativas de ausência em reuniões ordinárias ou extraordinárias”, esclareceu.

De acordo com a proposta de Geo, o vereador sofreria desconto salarial mesmo havendo a justificativa de falta. “Esta mudança no Projeto define que as faltas sejam válidas apenas quando para a atividade parlamentar”, afirmou.

Codap

Sobre a Cota Despesa de Atividade Parlamentar (Codap), o vereador se explicou: “Em relação à verba de funcionamento do gabinete, ao contrário do que foi dito na referida reportagem, eu não fiz o uso dessa verba em sua totalidade. Na realidade, no mês de setembro, não foi utilizado nem a metade do valor disponível. Ainda ressalto que em minha ausência o gabinete continua funcionando aberto às demandas da sociedade”.

Fonte: T1 Notícias

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Fachin nega pedido de Aécio retornar ao mandato antes de decisão do STF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin negou nesta terça-feira (3) o pedido da defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para que ele pudesse retornar ao exercício do mandato.

O PSDB e a defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) recorreram na segunda-feira (2) ao STF contra a decisão da 1ª Turma do tribunal de afastar o senador tucano do exercício do mandato.

O recurso da defesa de Aécio pedia que o afastamento do mandato fosse suspenso até que o Supremo concluísse o julgamento, marcado para a quarta-feira (11) da próxima semana. Os ministros do Supremo decidirão se a Câmara e o Senado têm o poder de revogar decisões judiciais contra parlamentares, como o afastamento do mandato. Já o recurso do PSDB pedia que a decisão da 1ª Turma fosse suspensa e declarada ilegal.

Em sua decisão de hoje, Fachin afirma que o tipo de ação escolhida pela defesa de Aécio, um mandado de segurança, não poderia ser aceita neste momento, pois ainda seria possível apresentar recurso à própria 1ª Turma do STF.

Fachin não chegou a decidir sobre o recurso apresentado pelo PSDB. Nesse processo, o ministro pediu que a AGU (Advocacia-Geral da União) se manifeste sobre o pedido em 72 horas.

Aécio foi afastado do exercício do mandato e proibido de deixar sua casa à noite por decisão da 1° Turma do STF (composta por cinco dos 11 ministros). A decisão estimulou uma crise institucional entre Senado e STF sobre autonomia dos poderes.

O senador foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por suspeita dos crimes de corrupção e obstrução de Justiça após gravações entregues pelos delatores da JBS apontarem que o senador teria negociado o repasse de R$ 2 milhões com a empresa.

A defesa de Aécio diz que não há crime, pois o caso se tratou de um empréstimo pessoal oferecido pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, após ser recusada uma oferta de Aécio para que o empresário comprasse um imóvel da família do senador.

O Senado deve avaliar nesta terça-feira a revogação da decisão da 1ª Turma do STF, antes portanto da sessão marcada pelo STF para o dia 11, quando será julgada a ação sobre se a decisão de afastamento do mandato parlamentar pode ser revogada pelo Senado.

Entenda a polêmica STF x Senado

Por decisão da 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), composta por cinco dos 11 ministros da Corte, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi afastado na semana passada do exercício do mandato e proibido de deixar sua casa à noite.

O senador foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por suspeita dos crimes de corrupção e obstrução de Justiça após gravações entregues pelos delatores da JBS apontarem que o senador teria negociado o repasse de R$ 2 milhões com a empresa.

“A gente não deve querer acender fósforo”

Ainda sobre a polêmica envolvendo os poderes, Gilmar Mendes afirmou que é preciso ter cautela e não “acender fósforo para descobrir se há gasolina”.

É importante que nós saibamos que estamos vivendo um momento bastante delicado e a gente não deve querer acender fósforo para saber se há gasolina no tanque

Gilmar Mendes

O placar da decisão da 1ª Turma do STF foi 3 a 2. Os ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, que votaram a favor das medidas cautelares contra o tucano, afirmam que o artigo 319 do CPP (Código de Processo Penal) permite medidas análogas à prisão, como o recolhimento domiciliar noturno. Rosa Weber acompanhou os colegas. Marco Aurélio e Alexandre de Moraes foram vencidos.

O que diz a Constituição

O afastamento do mandato e a prisão preventiva de parlamentares não são tratados de forma clara pela Constituição.

O que a Constituição diz sobre o tema é que deputados e senadores podem ser presos apenas em casos de flagrante de crime inafiançável. Nesta situação, segundo o artigo 53, o processo judicial deveria ser remetido à Câmara ou ao Senado em 24 horas. A prisão seria confirmada ou revogada pelo voto da maioria dos parlamentares.

Fonte: UOL

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Mais de 350 candidatos do Tocantins aguardam resultado da 2ª etapa do Exame da Ordem

Previsto para ser divulgado no dia 10 de outubro, o resultado da segunda etapa do Exame da Ordem é aguardado por 356 candidatos. A prova é promovida pelo Conselho Federal da Ordem e organizada pela Fundação Getúlio Vargas. No Tocantins, a administração da prova fica da Comissão de Exame da Ordem e Seleções, presidida pela advogada Elisângela Mesquita.

“Fizemos a segunda etapa da prova no dia 17 de setembro, em Palmas e Araguaína. Gurupi ficou abaixo dos 40 aprovados na primeira etapa e, assim, os alunos excepcionalmente fizeram as provas em Palmas. Não houve qualquer problema e os candidatos foram recebidos por advogados membros da nossa comissão e receberam todas as orientações”, frisou Elisângela.

Ela ressaltou a importância do Exame, destacando ser um filtro necessário para a profissão. “Temos mais de 600 novos advogados por ano só no Estado. No Brasil, somamos mais de 1 milhão. O Exame é necessário, tendo em vista que a profissão preciosa ser exercida por profissionais capacitados”, salientou.

Nesta segunda etapa, conhecida como prático-profissional, os examinandos responderam a quatro questões escritas discursivas e prepararam uma peça profissional. Com duração de cinco horas, o candidato optou por uma das áreas do direito no ato da inscrição: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Empresarial, Direito Penal, Direito do Trabalho ou Direito Tributário e do seu correspondente direito processual.

A aprovação no Exame de Ordem é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado e advogada, podendo ser prestado por bacharel em Direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo, ainda, os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou dos dois últimos semestres.

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Operadoras de turismo do Tocantins apresentam potencial do estado em feira de SP

As empresas operadoras de turismo do Estado apresentaram, entre os dias 27 a 29 de setembro, em São Paulo, o ecoturismo agregado ao turismo de experiência na  45ª ABAV Expo Internacional de Turismo & 48º Encontro Comercial Braztoa. O encontrou  resultou em  boas oportunidades de novos negócios em turismo para o Estado. Os produtos foram apresentados em 22 rodadas de negócios ao longo de dois dias e recebidos com entusiasmo por agências de viagens nacionais e internacionais.

A feira foi o destino escolhido pelos operadores da região Serras Gerais, que engloba atrativos turísticos nos municípios de Almas, Dianópolis, Natividade e Rio da Conceição – para lançamento deste produto turístico tocantinense que envolve, além do ecoturismo, o turismo de experiência, por meio da integração entre turistas e comunidade.

Para o superintendente e Desenvolvimento Turístico da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden), James Possapp, além da  receptividade demonstrada pelos operadores de turismo nacionais para as regiões do Tocantins, a  Abav permitiu a aproximação das empresas que atuam no Estado. “Isso é um benefício a mais que a participação em eventos dessa natureza traz para o desenvolvimento do turismo no Tocantins. O Estado está realmente em boas condições para consolidar a atividade do turismo e se fortalecer nesse segmento, que é tão democrático e que gera renda com baixo investimento”, pontuou.

Atrativos da região Serras Gerais

De acordo com a empresária Cirene de Morais, atualmente, nas Serras Gerais, 14 agências de viagens estão em atuação, trabalhando com 28 atrativos turísticos distribuídos entre os municípios que compõem a região turística. A facilidade de acesso e relativa proximidade com a capital (a região está há pouco mais de duas horas de Palmas) são aspectos que favorecem o turismo local.

Dentre os atrativos, Serras Gerais conta com cachoeiras, lagoas, montanhas, serras, cânions, mirantes,  animais raros, centros históricos, atividades culturais e gastronômicas. Características como o encontro de biomas, águas cristalinas com quedas e remansos tornam as paisagens da região um atrativo a parte.

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POLITICA

Pela humanização do parto, Luana apresenta projeto de lei contra violência obstétrica

A deputada estadual Luana Ribeiro (PDT), apresentou, na Assembleia Legislativa, um projeto de lei com o objetivo de evitar diversos tipos de violências pelas quais as gestantes e parturientes podem enfrentar. De acordo com a deputada, a Lei deverá propiciar mais informação e proteção às gestantes.

“A Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal está ai para isso, e nós precisamos nos esforçarmos e tomar as medidas para garantir a efetiva aplicação, contextualizando os programas governamentais com uma legislação atual”, ressaltou Luana ao Portal T1 Notícias.

A lei obrigará a adoção de medidas de informação e amparo à gestante e parturiente. Dentre elas está a divulgação da Política Nacional de atenção Obstétrica e Neonatal, objetivando conscientizar as gestantes para que conheçam seus direitos.

“Estamos determinados a garantir os direitos das gestantes, bem como cuidando para que precauções sejam tomadas sobre situações que jamais devem acontecer durante esse momento tão importante da vida da mulher. Quanto mais humanizado o parto, mais saudável será a vida do bebê e da própria mãe”, disse a deputada.

Algumas violências obstétricas coibidas na lei

Tratar a gestante ou parturiente de forma agressiva, não empática, grosseira

Recriminar a parturiente por qualquer comportamento

Não ouvir as queixas e dúvidas da mulher internada e em trabalho de parto

Tratar a mulher de forma inferior  tratando-a como incapaz

Fazer a gestante ou parturiente acreditar que precisa de uma cesariana quando esta não se faz necessária

Promover a transferência da internação da gestante ou parturiente sem a devida análise

Impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência durante todo o trabalho de parto

Deixar de aplicar anestesia na parturiente quando esta assim o requerer

Proceder a episiotomia quando esta não é realmente imprescindível

Manter algemadas as detentas em trabalho de parto

Fazer qualquer procedimento sem, previamente, pedir permissão ou explicar

Após o trabalho de parto, demorar injustificadamente para acomodar a mulher na enfermaria ou quarto

Submeter a mulher e/ou o recém-nascido a procedimentos feitos exclusivamente para ensinar estudantes

Submeter o recém-nascido saudável a aspiração de rotina, injeções ou procedimentos na primeira hora de vida, sem que antes tenha sido colocado em contato pele a pele com a mãe e de ter tido a chance de mamar

Retirar da mulher, depois do parto, direito de ter o recém-nascido ao seu lado em acomodação conjunta e de amamentar em livre demanda, salvo se um deles, ou ambos necessitarem de cuidados especiais

Não informar a mulher, com mais de vinte e cinco anos ou com mais de dois filhos sobre seu direito à realização de ligadura nas trompas e/ou implantação do DIU (Dispositivo IntraUterino) gratuitamente nos hospitais públicos e conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS)

Tratar o pai do recém-nascido como visita e obstar seu livre acesso para acompanhar a parturiente e o recém-nascido a qualquer hora do dia.

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Conta de energia volta a subir no TO, com bandeira tarifária vermelha patamar 2

As tarifas de energia voltaram a subir neste mês de outubro. A bandeira tarifária vai passar para vermelha, patamar 2, o mais caro previsto, o que provocará aumento da taxa extra cobrada nas contas de luz, de R$ 3,50 a cada 100 kWh, consumidos a partir deste domingo, 1° de outubro. Em setembro foi usada a bandeira amarela, que estabelece uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos. Segundo a Agência, o aumento é necessário devido à necessidade de maior uso das termelétricas em decorrência da seca prolongada deste ano.

Com a bandeira vermelha em seu segundo patamar, o consumidor deve ter um acréscimo médio de R$ 5,60 em sua conta. Esse custo considera o consumo médio das famílias brasileiras, que é de 160 kWh por mês. Aqueles que consomem mais energia terão uma cobrança mais alta.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) oficializou a mudança nesta última sexta-feira, 29, em entrevista coletiva. O diretor-geral da Aneel disse que a quantidade de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas foi a menor para meses de setembro de toda a série histórica, iniciada em 1931.

O custo de geração de energia no país fica mais alto conforme aumenta o uso de usinas termelétricas. Isso acontece porque as termelétricas usam combustível (óleo, gás, carvão, biomassa) para gerar eletricidade que, por isso, é mais cara que a produzida pelas hidrelétricas.

Em nota enviada ao T1 Notícias na manhã desta segunda-feira, 2, a Energisa informou que a determinação foi feita pela Aneel, e destacou ainda a importância de economizar. “Como a tarifa é determinada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), sugerimos consulta ao site da agência com informações detalhadas sobre o funcionamento do sistema de bandeiras tarifárias. Sugerimos ainda destacar a importância da economia no consumo de energia, que são muito importantes quando se fala em ‘bandeira tarifária’, especialmente a vermelha”, acrescentou a distribuidora de energia no Tocantins.

Bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores o custo da produção de energia no país. O objetivo é permitir que os consumidores adotem medidas de economia para evitar que suas contas de luz fiquem mais caras nos momentos em que esse custo está em alta. A cor verde indica que o custo é baixo. A amarela, que ele subiu um pouco.

A térmica mais cara acionada para fornecer energia no mês de outubro será a de Sepé Tiaraju, no Rio Grande do Sul. A energia da usina tem custo de R$ 698,00 por megawatt-hora (MWh). O segundo patamar da bandeira vermelha é acionado toda vez que o custo de geração da usina mais cara supera o patamar de R$ 610,00 por MWh.

Essa é a primeira vez que o segundo patamar da bandeira vermelha é acionado desde a criação do sistema. A conta de luz, porém, já teve um adicional mais caro. No primeiro ano em que as bandeiras vigoraram, em 2015, só havia um patamar de bandeira vermelha, e a taxa era de R$ 5,50 a cada 100 kWh.

Além do acionamento das termelétricas, o governo autorizou a importação de energia de países vizinhos. O Brasil já está recebendo 400 MW médios do Uruguai e há potencial para receber 1 mil MW médios da Argentina. A operação já foi autorizada.

Fonte: T1Notícias

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Gaguim que diz que apoia pré-candidatura de Carlesse, mas impõe 2 exigências

O deputado federal Carlos Gaguim (Podemos) declarou apoio à pré-candidatura a governador do presidente da Assembleia, Mauro Carlesse (PHS). Gaguim participou da confraternização que Carlesse realizou em sua fazenda, em Ananás, no Bico do Pagagaio, no sábado, 30. O evento marcou o encerramento das visitas do presidente da AL pela região.

Gaguim, contudo, impôs duas condições a Carlesse. A primeira é que o candidato a vice-governador saía do Bico do Papagaio e, a segunda, que a região tenha dois ou três secretários numa possível gestão.

Além de Gaguim, nove deputados estaduais participaram da confraternização.

Na quinta-feira, 28, a prefeita de Riachinho, Diva Ribeiro de Melo (PR), já havia feito o “lançamento” da pré-candidatura de Carlesse. “O nosso Estado está precisando de sangue novo, e nada mais nada menos do que ele”, afirmou.

Fonte: PortalCT

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Marlon Reis critica abandono de projetos de infraestrutura e fala em “romper tradição da oligarquia” no Estado

Pré-candidato ao governo do Tocantins pelo Rede Sustentabilidade, o advogado Marlon Reis segue cumprindo agenda pelo interior do Estado. No Bico do Papagaio no final de semana, o agora político comentou sobre a falta de indústria na região e criticou o abandono de projetos como o sistema de irrigação de Sampaio e do Ecoporto de Praia Norte. Conhecido por ser um dos idealizadores da Lei Ficha Limpa, o ex-juiz culpou a “oligarquia” e disse que “caciques” não querem o desenvolvimento do Estado por esta garantir a “independência” da população.

Marlon Reis esteve na sexta-feira, 29, em Augustinópolis, onde palestrou para estudantes e educadores da Faculdade do Bico do Papagaio (Fabic). “A indústria gera independência do cidadão e os poderosos e os caciques políticos não querem. Eles só falam e não fazem de propósito porque querem que o povo fique cada vez mais dependente do Estado”, argumentou. O pré-candidato lamentou a falta de investimento na região. “É impressionante. Aqui no Bico do Papagaio, por exemplo, carece de uma empresa, de uma indústria, para trazer o desenvolvimento e a renda aos cidadãos”, acrescentou.

O pré-candidato ainda citou o Ecoporto de Praia Norte e o Projeto de Irrigação Sampaio como “exemplos práticos” de desperdício de dinheiro público. “Estive no Ecoporto de Praia Norte. Primeiro que lá não se deixa entrar ninguém. Está fechado e com uma placa de ‘proibido a entrada’. Absurdo! Já no [projeto] Sampaio a situação é outra calamidade. Um local que poderia, além de atender os agricultores, deveria ter uma agroindústria para que a produção fosse beneficiada, agregando renda aos produtos tocantinenses. Mas o que vemos lá é abandono”, comentou.

“É difícil entender o motivo de projetos grandiosos e importantíssimos começam a ser feitos, param e não são finalizados. É inadmissível”, anotou Marlon Reis, que defende o investimento em tecnologia e planejamento como solução. “É preciso investir em educação, tecnologia e dar condições para que as empresas e as indústrias venham. A educação é fundamental. Por exemplo, temos a Unitins, que precisa cumprir seu papel de indutora da tecnologia no Estado, levando a todas as partes do Tocantins condições para formação de novos profissionais e mecanismos de aprendizado”, disse.

Marlon Reis reforça que o estudo prévio e organização são essenciais para o correto uso do erário. “E o investimento tecnológico, em logística e infraestrutura são primordiais. É preciso um projeto eficaz com estudo de viabilidade, um planejamento sério com começo, meio e fim para que as empresas venham, tenham condições de atuar e ficar. Isso é uma gestão eficaz, que evita desperdício de dinheiro público e gera resultados”, defendeu.

O pré-candidato também realizou uma reunião com moradores do povoado Bela Vista, na noite de sábado, dia 30, em São Miguel do Tocantins. O tom do evento foi de crítica aos políticos do Estado. “A nossa estratégia de conquista de apoio para este movimento é diferente da que a política tradicional usa. Eles usam a maneira vertical, de cima para baixo. Já a nossa busca é feita de forma horizontal, ou seja, de lado a lado, o que é algo revolucionário no Estado do Tocantins”, afirmou.

Marlon Reis cita o baixo número de gestores escolhidos diretamente pelos eleitores para criticar o que chamou de “política tradicional”. “Vamos romper a tradição da oligarquia de um Estado que em praticamente 30 anos de vida só teve três governadores eleitos pelo povo. Outros foram eleitos indiretamente. Diante disso, estamos percorrendo o Estado para que as pessoas conheçam nossas propostas, programas e projetos para o Tocantins”, disse.

Segundo o próprio advogado, o objetivo da pré-candidatura é ocupar o espaço deixado em razão da descrença da desgastada classe política tradicional no país. “Há uma lacuna imensa a ser ocupada. Ouço pelo Tocantins que nas últimas eleições as pessoas, infelizmente, diziam que tinham que escolher o menos pior e não alguém em quem pudessem confiar em virtude das suas ideias e da sua biografia”, concluiu.(Com informações da assessoria)