FUNCHAL, Ilha da Madeira – A queda de uma árvore causou a morte de 12 pessoas em um festival religioso na ilha da Madeira, em Portugal, relatou a mídia local nesta terça-feira. A árvore caiu sobre vários fiéis que acendiam velas diante de uma imagem de Nossa Senhora do Monte, deixando também 52 feridos, nas colinas próximas à capital de Madeira, Funchal, segundo informou a emissora SIC Notícias.
Um vídeo amador mostra o momento em que o carvalho, de quase 200 anos, cai sobre a multidão, causando desespero durante um grande festival católico que marca a entrada no céu da Virgem Maria, a mãe de Jesus.
— Foi terrível, foi tão de repente — disse uma testemunha ao canal SIC, acrescentando que o acidente aconteceu quando os religiosos se preparavam para começar a procissão.
Imagens de televisão mostraram bombeiros e outras equipes de resgate trabalhando para ajudar as vítimas e para remover a árvore.
Entre os feridos, sete estão em estado grave, sendo um alemão, um húngaro e um francês, segundo o secretário nacional de saúde, Pedro Ramos.
Ambulância atende o local após árvore cair numa imensa multidão reunida para um tradicional festival religioso nos arredores de Funchal, capital da ilha da Madeira, em Portugal. – Catarina Nunes / AP
O primeiro-ministro de Portugal, Antonio Costa, expressou suas condolências pelas vítimas pelo Twitter. Ele disse que o governo central já fez contato com as autoridades locais da ilha para oferecer ajuda. Costa afirma que “o governo disponibilizou ajuda médica, dado o alto número de vítima.
Afirmação foi feita após reunião com ministros da Fazenda e do Planejamento sobre a situação situação fiscal do país. Segundo Maia, votos para a Previdência vão exigir mais negociações.
Por G1, Brasília
Maia diz que governo não tem hoje o número de votos para aprovar reforma da Previdência
Na manhã desta terça-feira (15), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o governo não possui “hoje” os votos mínimos para aprovar a reforma da Previdência no plenário.
Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, a reforma precisa de 308 votos dos 513 deputados para ser aprovada.
As mudanças nas regras previdenciárias são uma das principais medidas defendidas pelo governo para tentar conter o rombo nas contas públicas. No entanto, o texto, fortemente criticado pela oposição, encontra resistência até na própria base de Michel Temer.
Maia falou sobre o assunto com jornalistas após reunião com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, além de deputados líderes de bancada na Câmara.
De acordo com Maia, o encontro foi sobre “toda a situação fiscal do estado brasileiro”. Ele disse ainda que, no cenário de crise, a única solução definitiva seria a reforma da Previdência.
“A mais estruturante, a mais definitiva, aliás a única [solução] definitiva é a reforma da Previdência, que hoje nós não temos voto para aprová-la, e eu estou deixando bem claro isso entre os líderes”, disse Maia.
O presidente da Câmara também afirmou que o trabalho para conseguir os votos necessários vai exigir mais tempo de negociações.
“Para mim, o ideal era que a gente conseguisse aprovar a reforma da Previdência hoje. Mas essa maioria não será construída hoje”, afirmou.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dá entrevista após reunião sobre a meta fiscal (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
“A profissão política é uma das mais belas. Há muitos bons políticos”, disse o juiz da Lava Jato
A proposta de reforma política que tramita hoje no Congresso Nacional, não deve melhorar o enfrentamento da corrupção no sistema político brasileiro. A afirmação foi feita nesta terça-feira (15) pelo juiz condutor da Operação Lava Jato na 1ª instância, Sergio Moro, em evento em São Paulo. “Essa reforma política, como está sendo pensada, não é uma verdadeira reforma política”, disse o magistrado.
Em seu entendimento, foi um grande avanço o Supremo Tribunal Federal (STF) ter proibido a forma como se dava o financiamento privado às campanhas eleitorais, que permitia “relações espúrias” entre grandes doadores e políticos. No entanto, Moro avaliou que a democracia de massa tem um custo e, dado o momento atual da economia do Brasil, um sistema de financiamento eleitoral exclusivamente público poderia não ser o melhor caminho.
“Até tenho simpatia pelo financiamento público, mas não exclusivo”, declarou. “Não apenas pelo custo fiscal, mas da forma como esse dinheiro seria distribuído e se isso não dificultaria a renovação dos mandatos. Há uma tendência de quem está dentro querer ficar dentro”, acrescentou, dizendo que é preciso “regras rígidas” aos recursos privados em campanhas.
Em sua apresentação, o juiz da Lava Jato afirmou que o País nunca teve grande tradição de punir a corrupção, que é sistêmica, e que a impunidade era a regra geral, o que afetava não apenas a economia, mas a própria qualidade da democracia praticada no Brasil. Segundo ele, Esse quadro começou a mudar nos últimos anos, com as investigações do mensalão, mas é algo que é e continua sendo capitaneado pelo Judiciário e pela polícia.
“Tinha expectativa de que essa atuação gerasse ações no Legislativo e Executivo mas, sinceramente, muito pouca coisa tem sido feita nessa área”, criticou, lembrando que o Ministério Público tentou se aproveitar do momento apresentando as chamadas dez medidas contra a corrupção.
Moro elogiou também a atuação do STF nesse sentido, em especial ao possibilitar a execução provisória da pena a partir da segunda instância, uma inovação que creditou ao ministro Teori Zavascki, falecido no início do ano em um acidente aéreo. “Poderosos usam brechas da lei para perpetrar impunidade”, comentou.
Moro disse ainda que, quando a Lava Jato começou, era impossível saber onde poderia chegar e comemorou a condenação de grandes nomes do mundo político e empresarial. E lembrou do avanço da Geórgia no índice de percepção de corrupção organizado pela ONG Anistia internacional (49ª hoje). “Em 2016, o Brasil está na 79ª posição, mesma colocação da Geórgia em 2006. Quem sabe daqui dez anos, tenhamos avançados as mesmas 30 posições.”
Presidência
Moro descartou novamente sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2018. “Não serei candidato”, disse, em resposta a uma pergunta da plateia, após proferir palestra em na capital paulista. “Penso que é preciso ter um certo perfil (para ser político) e sinceramente não me vejo com esse perfil”, frisou Moro, ressaltando que fez uma opção pela magistratura.
“Já disse mais de uma vez e reitero quantas vezes forem necessárias que não sou e não serei candidato”, repetiu, sob aplausos da plateia. “A profissão política é uma das mais belas. Há muitos bons políticos”, afirmou o juiz, ressaltando que há, às vezes, uma imagem pejorativa da classe. “É uma minoria que adere a essas práticas.”
O evento no qual Moro participa é organizado pela rádio Jovem Pan e conta também com a participação da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.
Efetivo maior para a Polícia Federal
O juiz afirmou que “não é momento de vacilações”. No Fórum Mitos e Fatos, da rádio Jovem Pan, o magistrado declarou que “valeria a pena ter um efetivo maior da Polícia Federal”. Sob o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e suspeitas de interferência política, a Polícia Federal reduziu a equipe destacada para a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto para 2017. Em julho, a PF extinguiu o Grupo de Trabalho da Lava Jato, criado em Curitiba em 2014 para atuar exclusivamente nas investigações do mega esquema de cartel e corrupção, descoberto na Petrobrás.
“Eu penso que num quadro como esse, é preciso ter um enfrentamento, principalmente por parte da Polícia e do Ministério Público, sem vacilações. Eu respeito muito o diretor Leandro Daiello, acho que ele faz um excelente trabalho como diretor, os delegados que trabalham em Curitiba são muito dedicados, coragem do superintendente da Polícia Federal em Curitiba”, afirmou Moro.
“Mas eu entendo realmente que era apropriado um aumento de efetivo, não no sentido de que há uma ação deliberada de enfraquecer a operação, mas eu acho que não é o momento de vacilações, é preciso investir para chegar com esse caso até o seu final. Valeria a pena ter um efetivo maior da Polícia Federal. Claro que não é tão simples assim, é preciso ter bons profissionais no âmbito da polícia federal. Claro que existem vários, mas precisa ter o perfil adequado e dar condições para eles realizarem o trabalho deles em Curitiba.
“O grupo de trabalho da Lava Jato e o grupo da Operação Carne Fraca – que apura corrupção no Ministério da Agricultura -, passaram a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor). Moro afirmou que o enfrentamento da corrupção “não é tão caro”. “Para se ter uma boa equipe, não precisa de grandes dispêndios financeiros”, disse. “Os ganhos da recuperação de ativos são muito expressivos. É um investimento barato”, concluiu o magistrado.
Prefeito de São Paulo veio a Palmas para encontro de partido. Durante visita ao prefeito de Palmas, ele comentou o sistema de ensino da capital tocantinense.
Por G1 Tocantins
O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), esteve em Palmas nesta segunda-feira (14) para o um encontro estadual do partido. Durante a visita ele se encontrou com o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), e comentou sobre a possibilidade de disputar a presidência em 2018.
Em entrevista a jornalistas, o prefeito paulista novamente negou ter interesse em disputar a presidência nas próximas eleições. “Meu objetivo não é ser candidato. Eu sou prefeito da cidade de São Paulo e tenho cumprido a minha tarefa como prefeito e evidentemente aceito convites como recebi da federação das indústrias e do PSDB para participar da convenção.”
Prefeito de São Paulo, João Doria (esq.) durante visita em Palmas (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)
Durante encontro com Amastha, Doria elogiou o sistema de ensino da capital tocantinense. “Uma das razões que motivaram a minha vinda aqui é conhecer a educação de Palmas, porque, ao lado da saúde, é a prioridade na gestão da cidade de São Paulo, mas também vim avaliar outras políticas de desenvolvimento que vêm permitindo a Palmas crescimento mesmo em um momento recessivo, do qual estamos saindo, mas que o Brasil ainda vive”, disse.
O prefeito também comentou o vídeo divulgado por ele em uma rede social neste domingo (14), reafirmando lealdade ao governador do estado de São Paulo. “Geraldo Alkimin é um excelente governador de São Paulo, além de tudo meu amigo. São 37 anos de amizade. Eu fiz questão de reafirmar nesse vídeo a amizade e o respeito que eu tenho por ele.”
Ao ser questionado se terminaria o mandato, Doria afirmou que foi eleito para ser prefeito por quatro anos e tem se dedicado a isso. Porém, afirmou que se eventualmente vir a ser presidente ou integrar alguma equipe de governo federal vai defender a privatização.
“O Brasil precisa ter estrutura mais eficientes no plano federal, diminuir o tamanho do estado e tem que privatizar sim, fazer concessões para melhorar o grau de eficiência do governo, mas tem etapas que precedem: aprovar as reformas, nesse momento me parece essencial.”
A última vez que o estado recebeu o medicamento foi em junho deste ano. Ao invés de 10 mil doses só chegaram 5 mil para abastecer as unidades de todos os municípios.
Por G1 Tocantins
Estoques de vacina tríplice viral estão em falta no Tocantins
O Tocantins está há dois meses sem receber doses da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A última vez que o estado recebeu o medicamento foi em junho, mas ao invés de 10 mil doses só chegaram 5 mil para abastecer as unidades de saúde de todos os 139 municípios.
em Palmas, segundo a secretaria municipal da Saúde, são necessárias 1,1 mil doses por mês, mas em agosto foram entregues somente 250. A tríplice viral é indicada para pessoas entre 1 e 49 anos. (Veja vídeo)
“O nosso município ainda não está totalmente desabastecido. Algumas unidades ainda têm poucas doses da vacina, mas ainda tem um estoque mínimo sendo disponibilizado. Se não há o repasse de doses para o estado, o estado não tem como distribuir aos municípios então a gente fica sem o abastecimento da vacina”, disse a diretora da central de vacinas de Palmas, Juliana Souza.
A justificativa do Ministério da Saúde para a falta de vacinas é que houve uma redução temporária na produção do laboratório que faz a vacina no Brasil. Por causa disso, o produto precisou ser importado e aguarda liberação da Vigilância Sanitária para ser repassado aos estados.
Por enquanto não há previsão de quando os estoques serão reabastecidos. “O sarampo e a rubéola são doenças que a gente não tem casos no nosso pais há vários anos e estão com a situação epidemiológica controlada. Já a caxumba, apesar de também estar controlada, porque a vacinação tem um histórico e as pessoas vêm sendo imunizadas há alguns anos, mas é uma doença que a gente ainda tem casos. Então é necessário a vacinação para evitar infecção por esse vírus.”
A Secretaria Estadual da Saúde disse que a direção do hospital vai apurar o caso. Pais alegam que situação da criança piorou após ela tomar um medicamento na veia.
Por TV Anhanguera
Bebê morre após dar entrada em hospital de Gurupi para tratar queimadura no braço
Uma criança foi atendida no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, para tratar de uma queimadura no braço, mas acabou morrendo. Segundo os pais, Júlio Henrique Barbosa Ferreira começou a sentir mal após uma medicação que teria recebido na unidade. (Veja o vídeo)
A Secretaria Estadual da Saúde lamentou a morte. Disse ainda que a direção do hospital vai instalar uma sindicância para apurar o caso.
A mãe Fabiana Ferreira conta que o bebê de um ano e seis meses se queimou em casa com um ferro de passar roupas. A queimadura de segundo grau afetou em parte o braço direito. Segundo ela, a criança não parava de chorar e, por isso, a família procurou o hospital.
Júlio deu entrada na unidade às 20h da última sexta-feira (11), e morreu menos de 24 horas depois. A mãe disse que ele piorou após tomar um medicamento na veia.
“Injetaram no soro e colocaram na veia dele. Eu saí do quarto e chamei meu marido. Quando ele entrou, ele estava em pé na maca e chamou: ‘Papai’. Ele chegou perto, o neném encostou a cabeça no ombro dele e desmaiou, deu uma parada cardíaca”.
O pai do menino, Júlio Barbosa, disse que não suspeitava que a criança fosse alérgica a alguma medicação e que, apesar dos médicos terem perguntado sobre alguma restrição, nenhum teste foi feito.
“A gente veio para tratar só da queimadura. Meu filho chegou aqui nos meus braços, só chorando. Chegou bom, normal e eu achei que iria só passar uma pomada ou um remedinho e a gente iria voltar para casa no mesmo dia. Meu filho nunca tinha sido internado, eu não sabia que ele tinha alergia a algum medicamento”.
Os pais alegam que o hospital não teria dado a assistência devida à criança, já que a maternidade não conta com uma UTI neonatal. “Meu filho estava precisando ir para uma UTI e ninguém resolvia nada. Uma cidade dessa, desse tamanho, não tem uma UTI para criança?”, questionou a mãe.
Queimadas sem autorização, chiqueiro em área de proteção e descarte de embalagens de agrotóxicos na natureza foram alguns dos problemas encontrados na propriedade.
Por G1 Tocantins
Queimadas foram usadas para desmatamento (Foto: Naturatins/Divulgação)
Um fazendeiro de Santa Rita do Tocantins, a 139 km de Palmas, foi multado em mais de R$ 1,5 milhão por crimes ambientais. No local, foram encontradas embalagens de agrotóxicos vazias descartadas na natureza, um chiqueiro construído dentro de uma área de proteção ambiental e também foi constatado o uso de queimadas para desmatamento. As informações são do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).
A propriedade rural tem mais de 10 mil hectares e é uma das maiores da região. O rio Dueré passa pela fazenda e pode ter sido prejudicado, já que o esgoto doméstico e os dejetos dos porcos eram jogados na água sem tratamento.
Uma equipe da Agência de Defesa Agropecuária também esteve na propriedade e orientou o dono e os funcionários a respeito do descarte das embalagens e das adequações que precisam ser feitas. Uma nova visita será feita ainda em agosto para ver se a situação foi regularizada, conforme o Naturatins.
Perícia coletou material biológico da mãe e da irmã de Adilson Bernardes de Oliveira, que desapareceu no rio Javaé no fim do mês de julho.
Por Jesana de Jesus, G1 Tocantins
Jacaré-açu foi morto por moradores da região (Foto: Divulgação)
O material biológico da mãe e da irmã de Adilson Bernardes de Oliveira, 47 anos, desaparecido no rio Javaé, em Lagoa da Confusão foi coletado para um exame de DNA. Segundo o titular da Delegacia de Lagoa da Confusão, Diogo Fonseca, o exame deve apontar se os restos mortais encontrados dentro de um jacaré são mesmo de Bernardes.
O delegado, que acompanha as investigações, disse que o exame de DNA já foi solicitado, mas que o resultado deve demorar. Ele disse também que na próxima quinta-feira (17) vai ouvir o dono da fazenda e o filho dele, as únicas pessoas que estavam no local quando Oliveira desapareceu.
“Inicialmente, descartamos a possibilidade de crimes contra a vida. Estamos tratando como um acidente. A vítima teve um surto psicótico, saiu correndo e pode ter sido atacado por jacarés. Também pode ter caído no rio, se afogado e sido comido pelos animais”, disse o delegado.
Fonseca disse que este é um caso atípico na região. “Apesar de Lagoa da Confusão ser extensa, ter muitos rios, não é comum ataques de jacarés. A princípio, pelas fotos e vídeos feitos pela perícia, deu para perceber que o que foi encontrado se tratava de ossos humanos, mas para formalizar precisamos de um respaldo técnico.”
O delegado deve concluir o relatório em 15 dias e enviar para o Ministério Público Estadual.
Entenda
Para os moradores da zona rural de Lagoa da Confusão, os restos mortais são de Adilson Bernardes de Oliveira, 47 anos. Ele sumiu no dia 28 de julho, enquanto acampava com amigos à beira do rio.
“O dono do local contou que foi dormir, por volta de 22h [do dia 27 de julho] e quando acordou não viu Adilson. Ele procurou e encontrou os chinelos e um isqueiro perto do rio”, contou o sargento dos Bombeiros Ronaldo Barbosa, que ajudou nas buscas.
Os militares foram chamados e fizeram buscas por terra, na margem e ao longo do rio, durante dois dias. No local os militares viram mais de sete jacarés, sendo quatro adultos, com mais de 4 metros de comprimento.
Sem sucesso nas buscas, os Bombeiros relataram que os moradores resolveram capturar um dos jacarés e mataram o animal. Dentro dele, foram encontrados sacolas e restos mortais.
“Os moradores acreditam que os animais tenham devorado o homem. Os jacarés estavam com uma barriga cheia, desproporcional. Dentro do que foi morto, foram encontradas sacolas e Adilson andava sempre com sacolas nas calças”.
Rogério Marques de Oliveira, de 41 anos, havia sumido no mesmo mês. Os Bombeiros procuraram por ele durante quatro dias, mas ele não foi encontrado. Parentes contaram à polícia que ele teria sido atacado por um jacaré e puxado para o fundo do Rio Araguaia.
Veículo começou a pegar fogo, mas as chamas foram controladas por moradores que estavam no local. Motorista de caminhão disse que não conseguiu evitar a batida.
Por TV Anhanguera
Motorista de carro envolvido em acidente em Gurupi continua internada
Uma mulher ficou presa às ferragens após o carro em que ela estava ser atingido por um caminhão, em Gurupi. O carro começou a pegar fogo, mas as chamas foram controladas por moradores que estavam no local. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhoneiro tentou entrar em um posto de combustível sem fazer o contorno necessário conforme sinalização, foi quando o carro foi atingido pelo caminhão.
Carro ficou destruído, mas vítima teve apenas fratura em uma das pernas (Foto: Reprodução TV Anhanguera)
O motorista, Eudes Pereira de Souza, justificou que não conseguiu evitar a batida pois o trecho não tem sinalização. “Aqui não tem sinalização nenhuma, não teve como evitar. Eu parei, puxei o freio de mão, puxei tudo, os três freios que eu tenho no caminhão eu puxei”, relata.
Os Bombeiros levaram cerca de 30 minutos para retirar a mulher do veículo que sofreu fratura em uma das pernas, mas não corre risco de vida. Ela foi encaminhada para o Hospital Regional de Gurupi e segue internada.
Homens foram abandonados pelo motorista do carro na avenida Palmas Brasil, região sul da capital. Um dos homens levou um tiro na cabeça e o outro foi ferido no peito.
Por G1 Tocantins
Homens estavam dentro de um carro na Avenida Palmas Brasil (Foto: Divulgação)
Um homem foi encontrado morto e outro ferido dentro de um carro na avenida Palmas Brasil, na região sul da capital. A Polícia Militar informou eles foram deixados no local por um terceiro homem dirigia o carro por volta das 2h desta segunda-feira (14). Segundo testemunhas, ele fugiu assim que estacionou na avenida. Ainda não há informações se ele é suspeito de atirar nos outros dois.
O jovem que morreu tinha 21 anos de idade, ele foi ferido com um tiro na cabeça. O nome dele não foi divulgado. A segunda vítima não tinha nenhum documento de identificação. Ele foi levado para o Hospital Geral de Palmas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ele levou um tiro no peito.
A delegacia de homicídios vai investigar o caso, até as 9h30 desta segunda-feira (14) ninguém havia sido preso.