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Serial killer e comparsa seguem foragidos há um mês após fuga de prisão em Cariri do Tocantins


Fuga de presídio de Cariri completa um mês e homens seguem foragidos
O serial killer Renan Barros da Silva, de 26 anos, e o comparsa Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, seguem foragidos há um mês após fugirem da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins, na região norte do estado, em 25 de dezembro.
Os dois presos escaparam depois de serrarem as grades de uma das celas e pularem o alambrado da unidade usando uma corda improvisada com lençóis.
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Segundo a Secretaria da Segurança Pública, forças policiais continuam mobilizadas nas buscas. A pasta pediu que a população denuncie caso tenha informações sobre o paradeiro dos foragidos.
Renan foi condenado a 72 anos de prisão por matar três homens e deixar outro ferido em Araguaína. Gildásio também responde por homicídio. Ambos são considerados de alta periculosidade. Os dois fazem parte da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
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Presos são procurados pela polícia no Tocantins
Reprodução/SSP-TO
Crimes em Araguaína
Os crimes atribuídos a Renan aconteceram na madrugada de 27 de maio de 2021, em Araguaína, na rotatória da Rua Beira Lago com a Avenida Filadélfia, próximo a uma faculdade. Os três corpos foram encontrados por pessoas que passaram pelo local no início da manhã.
A primeira vítima foi Francisco Régis Freitas Gonçalves. Ele conduzia uma motocicleta quando foi atingido na cabeça por disparos de arma de fogo e morreu no local.
Segundo o delegado Adriano Carvalho que esteve à frente da investigação dos crimes, Renan também é investigado por outros dois homicídios no Tocantins e um no Maranhão.
Renan foi condenado a mais de 72 anos de prisão
TV Anhanguera/Reprodução
Como é a Unidade de Tratamento Penal de Cariri?
Custodiados da Unidade de Tratamento Penal de Cariri durante curso profissionalizante
Seciju/Governo do Tocantins
A unidade foi construída com investimento aproximado de R$ 32 milhões. A estrutura foi entregue em 2020, com capacidade para 576 vagas e foi construída sob um sistema modular. Essa tecnologia utiliza módulos pré-fabricados que oferecem resistência três vezes maior que construções convencionais, visando evitar que internos acessem metais para fabricar armas ou ferramentas.
Além da estrutura de custódia, a unidade possui 12 apartamentos de vivência individual, seis de inclusão para isolamento, 12 apartamentos para encontro íntimo e áreas adaptadas para cadeirantes ou pessoas com deficiência. Há também módulos voltados para saúde, onde os internos recebem atendimento médico, odontológico e psicológico.
Em que circunstâncias os detentos se encontravam no momento da fuga?
Segundo informações da Seciju, os dois presos haviam sido transferidos de pavilhão próximo a data da fuga. No momento da fuga, eles estavam alojados em uma cela separada por questões disciplinares.
O estado investiga como os materiais necessários para serrar as grades foram introduzidos no local, uma vez que a tecnologia modular do presídio deveria dificultar o acesso a tais instrumentos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Juliano, da dupla com Henrique, compra novo jato nos EUA avaliado em cerca de R$ 80 milhões


Juliano, da dupla com Henrique, compra novo jato nos EUA avaliado em cerca de R$ 80 milhõe
O cantor Juliano, da dupla sertaneja Henrique e Juliano, adquiriu uma nova aeronave de luxo nos Estados Unidos. O músico esteve em Orlando, na Flórida, acompanhado da família para receber o novo jato avaliado em cerca de R$ 80 milhões.
A aquisição milionária consolida uma paixão antiga do cantor, herdada da família. Em relato pessoal divulgado no Instagram, Juliano detalhou como a curiosidade infantil pela profissão do pai se transformou em uma segunda carreira paralela aos palcos.
“Ainda quando criança a profissão do meu pai despertou um sonho em mim: me tornar piloto de avião”, escreveu o sertanejo.
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O cantor relembrou que, durante os voos ao lado do pai, questionava a função de cada botão, manete e pedal, e aprendeu com ele “do zero, da teoria à prática”. O primeiro voo solo, descrito por Juliano como uma das melhores experiências que já viveu, ocorreu em 2008.
Piloto habilitado, Juliano já levou fãs para sobrevear a cidade de Palmas de helicóptero. O voo aconteceu para pagar uma promessa feita para fãs-clubes em um show no Espírito Santo e levou um grupo para dar uma ‘voltinha’ na capital do Tocantins, às vésperas da gravação do DVD da dupla.
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Cantor Juliano, da dupla com Henrique, mostrou sua nova aeronave
Reprodução/Instagram juliano_hej
Cantor e aviador
Nas redes sociais Juliano se apresenta como “cantor e aviador. Um cara que tem Deus no coração e que corre atrás de todos os sonhos que a infância sonhou”.
Após a aquisição da nova aeronave, o cantor revelou que, em 2014, no auge de uma agenda com 25 shows mensais, pilotou sozinho o primeiro avião da dupla, rodando o Brasil por seis meses. “Eu era ‘tarado’ em pilotar e não via necessidade de ter outro piloto ao lado”, contou Juliano.
O novo jato do cantor é um Citation Sovereign+ 2015, avaliado em cerca de 13,5 milhões de dólares, aproximadamente R$ 80 milhões, considerando os impostos brasileiros. O modelo é um dos mais respeitados da aviação executiva.
Equipado com motores Pratt & Whitney, o jato oferece cabine para até nove passageiros e possui autonomia e desempenho ideais para cruzar o país com segurança e privacidade.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caminhoneira que encontrou bíblia dentro do caminhão após incêndio ainda paga parcelas do veículo: ‘Faltam 24 meses’


Bíblia fica intacta dentro de caminhão após veículo pegar fogo em Palmas
A caminhoneira Letícia Pereira Martins, de 28 anos, que encontrou uma bíblia intacta dentro do próprio caminhão incendiado em frente à casa do sogro, em Palmas, ainda tem dois anos de parcelas para pagar pelo veículo. Segundo ela, faltam 24 meses de financiamento.
Avaliado em cerca de R$ 110 mil, o caminhão não tinha seguro. Letícia contou que só conseguiu comprar o veículo porque o pai, que também é caminhoneiro, fez um empréstimo colocando o próprio caminhão como garantia. Cada parcela custa R$ 5.500, e o conserto do veículo deve chegar a até R$ 60 mil.
“É muito difícil ver o seu sonho, seu meio de trabalho parado num monte, saber que eu tenho dois anos à frente pra pagar ele e não sei nem por onde começar”, desabafou.
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O caminhão foi incendiado na madrugada do dia 15 de janeiro, depois que um suspeito entrou na casa do sogro da caminhoneira para roubar. O veículo estava estacionado em frente ao imóvel e foi incendiado. Segundo Letícia, o mesmo homem também teria invadido a casa de um vizinho e ateado fogo em roupas.
Em entrevista ao g1, ela contou que o caminhão era o único sustento do casal. O noivo, Shander Lucas, de 27 anos, deixou o emprego para acompanhá-la nas entregas que ela faz no norte do estado para um depósito de alimentos. Segundo Letícia, era rotina deixar o caminhão na porta da casa do sogro porque eles saem para trabalhar por volta das 5h.
Bíblia foi encontrada intacta dentro de caminhão incendiado
Arquivo Pessoal/Letícia Martins
Agora, sem o caminhão para trabalharem, o casal busca alternativas de trabalho. Enquanto tenta resolver a situação, a caminhoneira disse que está fazendo entregas com o caminhão do irmão.
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Caminhão era o único sustento de Letícia Pereira Martins e o noivo Shander Lucas.
Arquivo Pessoal/Letícia Pereira Martins
Vaquinha para ajudar
De acordo com Letícia, o orçamento para o conserto ficou entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. Para tentar custear os prejuízos, familiares criaram uma vaquinha virtual no mesmo dia do incêndio.
“Tivemos ajuda de família, amigos, pessoas que eu nunca vi. Eu me conforto nisso e em acreditar que vamos superar. Tento me manter de cabeça erguida e confiar em Deus, porque Ele nunca me abandonou”, afirmou.
Investigação
Letícia disse que foi informada pela polícia que o suspeito já teria sido identificado e que existe um mandado de prisão contra ele. Segundo a caminhoneira, o homem não é conhecido da família e teria agido de forma aleatória.
“Eu quero que prendam ele, para que não faça isso com mais ninguém”, disse.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública informou, por meio da assessoria, que o acesso a detalhes sobre o andamento das investigações ocorre apenas em dias úteis. Até o fechamento da reportagem não conseguimos atualização.
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Fonte: G1 Tocantins

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Águas cristalinas e areia branca: conheça o ‘Caribe do Cerrado’ ponto turístico entre Aurora do TO e Lavandeira


Animais de estimação e som alto são proibidos para manter a tranquilidade do ambiente.
Thais Amorim
Tocantins possui tesouros em forma de paisagens, muitos deles ainda pouco conhecidos. Grande parte dos destinos turísticos do estado passa pela região das Serras Gerais, sudeste do estado, onde um local guarda um verdadeiro recanto para quem ama “recarregar as energias” na natureza e um descanso de qualidade, a Praia do Puçá, também conhecida como o ‘Caribe do Cerrado.’
Dentre as principais características do local, o que mais chama a atenção são as águas cristalinas em tons verde-esmeralda do Rio Ribeirão, a areia branca por todo o ambiente, a vegetação nativa que circunda a praia e a atmosfera paradisíaca que traz paz. Além disso, ainda existe a “Prainha do Segredo” escondida por lá, para quem prefere um cantinho mais reservado.
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Possui capacidade para receber até 150 visitantes, número definido com base em critérios de segurança, organização e capacidade de suporte ambiental.
Como chegar ao local
O acesso ao local é pela cidade de Aurora do Tocantins, onde o visitante irá percorrer cerca de 30 km de estrada de terra, com sinalização adequada e condições ideais até mesmo para carros de passeio convencionais.
Ambiente cercado por águas cristalinas
Thais Amorim
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“O que você tem no caminho é a beleza natural das Serras Gerais, com a biodiversidade do cerrado. É impressionante só de você estar no cerrado e, de repente, chegar em uma piscina natural de água cristalina, límpida e abundante no meio do cerrado. Isso é uma particularidade que tem as Serra Gerais, é uma coisa assim impressionante,” relata o guia turístico Mamedkarin.
Para passar a noite por lá, o local adere ao estilo camping, onde o visitante tem a experiência de viajante raiz e se acomoda em uma barraca com sua família, amigos, ou até mesmo sozinho se preferir. Mas para quem gosta de uma boa cama de hotel ou pousada, o guia turístico ressalta que também é possível encontrar por lá, inclusive na modalidade de ‘base comunitária’.
“[Puçá] está a 500 km de Palmas. Então o melhor é ficar na cidade de Aurora. E aí você vai ter 24 km até a Praia do Puçá em uma estrada patrolada, muito boa, tranquila. E pelo caminho você ainda pode encontrar várias hospedagens que são também muito boas, disponíveis. Geralmente o que você vai encontrar no Tocantins também é o chamado turismo de base comunitária, que você vai dormir na casa das pessoas, você vai comer, conviver e ter uma vivência com pessoas simples, com pessoas que vão te receber como amigo. E isso também é um traço muito interessante no turismo do Tocantins, que impressiona o turista que chega,” finaliza o guia.
Caribe do Cerrado
O local que está ativo há pouco mais de cinco anos, é de propriedade do casal Alex Sena e Thais Amorim. A estruturação e abertura ao público aconteceram por uma necessidade de compartilhar o sentimento que tinham ali, para que quem pudesse também sentisse:
Apesar do espaço amplo, a sombra das árvores cobre quase toda a área comum
Thais Amorim
Para nossa família, a praia do Puçá representa história, raízes e continuidade. É um espaço que carrega memórias construídas ao longo dos anos e simboliza o compromisso com a preservação da natureza, o respeito ao território e a responsabilidade de cuidar de algo que vai além de nós,” afirma Alex.
Responsabilidade ambiental
O ambiente já conta com quase 70 mil seguidores nas redes sociais e cerca de XX visitantes já passaram por lá e segundo os administradores, o futuro do local vai seguir se baseando na preservação do ambiente:
A expectativa é que Puçá siga sendo um exemplo de que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos, deixando um legado ambiental, social e turístico para as próximas gerações,” pontua o proprietário.
O local fica em uma região de preservação ambiental e sem o mínimo de cuidados, poderia pôr em risco a vegetação, rios e a vida dos animais que vivem ali. Alex explicou que para manter o título de Caribe do Cerrado e preservar o meio ambiente, adota medidas rígidas para os visitantes.
“Todas as medidas adotadas têm como objetivo manter a natureza como protagonista do espaço. Controlamos o número de visitantes, delimitamos áreas de uso e de preservação e orientamos constantemente sobre condutas responsáveis. É proibido o uso de som, recipientes de vidro e quaisquer objetos ou práticas que possam gerar risco ou impacto ambiental [natural ambiental]. As estruturas existentes são discretas e pensadas para interferir o mínimo possível na paisagem, respeitando a vegetação nativa e o ciclo da natureza […] Também aprendemos, na prática, a importância da escuta da comunidade e da educação ambiental dos visitantes,” finalizou.
Mais opções turísticas próximas da Praia de Puçá
A região que possui atrações únicas como rios cristalinos, cânions, trilhas, grutas, cachoeiras únicas e preserva a cultura tradicional do Tocantins; se torna um ambiente perfeito tanto para os aventureiros, quanto para quem busca descanso.
Há ótimos destinos turísticos com espaços de lazer, camping e trilhas próximos à cidade de Lavandeira, possíveis de serem explorados durante uma visita à Praia do Puçá:
Cachoeira do Sombra (3,1 km de distância)
Poço Paraíso, (6 km de distância)
Praia do Pequizeiro, (8 km de distância)
Rio Azuis (16 km de distância)
Escorrega do Betinho (21 km de distância)
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Fonte: G1 Tocantins

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Lagoa da Confusão, Pugmil, Ananás e mais: conheça a origem de nomes curiosos de cidades do TO


O nome de um município costuma estar diretamente ligado à sua história e aos primeiros moradores. No Tocantins, algumas cidades chamam atenção justamente por terem nomes curiosos, cujas origens são contadas por diferentes versões ao longo do tempo.
Embora existam divergências sobre quem teria sido o responsável por determinadas denominações, os nomes registrados marcam o processo de ocupação, emancipação e identidade de cada localidade.
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O g1 entrevistou representantes das cidades de Ananás, Pugmil e Lagoa da Confusão.
Fruto silvestre deu origem ao nome da cidade no norte do Tocantins
Em Ananás, no norte do Tocantins, a origem do nome da cidade está ligada às características naturais da região e ao início da ocupação do território. O município tem 10.325 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o secretário de Administração do município, Acilon Rodrigues de Oliveira, os primeiros registros remontam ao começo do século XX.
Em entrevista ao g1, ele contou que, por volta de 1903, a família de José Honorato da Cruz se instalou na região. No local, teria sido identificada uma grande quantidade de um fruto silvestre conhecido como ananás, semelhante ao abacaxi, que crescia espontaneamente.
“Por causa dessa abundância, ele deu à propriedade o nome de Fazenda Ananás. Assim, o nome da cidade preserva uma ligação direta com a natureza da região e com a história de seus primeiros habitantes. Por isso temos um abacaxi enorme bem no meio da principal praça da cidade”, explicou.
Abacaxi gigante em Ananás, símbolo do nome da cidade.
Arquivo/Prefeitura de Ananás
Máquina usada em obras deu nome ao município às margens da BR-153
Pugmil tem cerca de de 2.7760 habitantes, segundo dados do IBGE em 2020. O nome da cidade tem origem em um equipamento utilizado no início do povoamento da região. Segundo a vereadora Elizete Batista Viana, registros históricos apontam que a denominação surgiu a partir de uma máquina estrangeira usada para moer cascalho, muito empregada entre 1971 e 1973 durante obras de movimentação de terra.
“Essa máquina era bastante presente no acampamento de trabalhadores formado durante a construção da rodovia BR-153. Por marcar o cotidiano dos operários, o termo ‘Pugmil’ passou a ser usado informalmente para identificar o local”, afirmou.
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De acordo com a vereadora, com o crescimento do povoado, o nome se consolidou. Quando o distrito foi elevado à condição de município, em 1994, a denominação foi mantida oficialmente, preservando a referência à origem do surgimento da cidade.
Elizete destacou ainda que, embora Pugmil seja um município de pequeno porte, algumas iniciativas culturais ajudam a valorizar a identidade local e a preservar a memória histórica.
Ela citou as comemorações de aniversário da cidade, que costumam incluir programação cultural e shows regionais, reforçando os laços culturais da população.
“A origem do nome Pugmil pode impulsionar o desenvolvimento local ao fortalecer a identidade comunitária, estimular o turismo e gerar valor cultural e econômico para o município”, concluiu.
Araguatins e Itacajá concentram a maior quantidade de aparelhos.
Arquivo/Vereadora Elizete Batista
Território de difícil acesso inspirou o nome do município
Em Lagoa da Confusão, no sudoeste tocantinense, o nome chama atenção de quem passa pela rodovia e desperta a curiosidade de visitantes. A origem está ligada às dificuldades geográficas da região, às histórias dos pioneiros e às narrativas populares que atravessam gerações, segundo Wesley Cavalcante, do setor de Relações Institucionais da prefeitura. A estimativa da população em 2024 é de cerca de 16 mil habitantes.
De acordo com Wesley, a denominação remonta às primeiras décadas do século XX, período da ocupação inicial da área. Ele explicou que as primeiras famílias encontraram um território de difícil acesso, marcado por áreas alagadas, brejos, serras e caminhos pouco definidos.
“A confusão entre rios, lagoas e trechos pantanosos levou moradores e viajantes a se referirem ao local como ‘Lagoa da Confusão’, expressão que, com o tempo, foi incorporada ao povoado e depois oficializada como nome do município”, relatou.
Segundo ele, entre registros históricos e lendas locais, o município transformou o que antes era sinônimo de dificuldade de acesso em um elemento ressignificado pela população, preservado na memória coletiva e transmitido entre gerações.
Lagoa da Confusão.
Arquivo/Prefeitura de Lagoa da Confusão
Entre história e lendas, cidade preserva memória e identidade cultural
Além da versão histórica, Lagoa da Confusão preserva narrativas populares que ajudam a alimentar o imaginário local. Na cidade, circulam relatos sobre elementos considerados misteriosos na lagoa, como formações rochosas e pontos específicos que parecem mudar de posição conforme o ângulo de quem observa.
Wesley explicou que esses “causos” são contados em rodas de conversa, encontros familiares e eventos comunitários, mantendo viva uma memória que não está apenas nos livros, mas também no cotidiano da população.
Segundo ele, a prefeitura e as secretarias municipais, especialmente nas áreas de Educação, Turismo e Cultura, desenvolvem ações culturais e cívicas em datas comemorativas e projetos voltados à valorização do patrimônio natural e das tradições ligadas à lagoa.
“Essas ações contribuem para que a origem do nome vá além da curiosidade e se consolide como elemento educativo e cultural”, afirmou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda por quais direitos o motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano luta na Justiça


Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano espera há 1 ano por indenização
Entenda quais são os direitos do motorista Antônio Pereira do Nascimento, que recebeu R$ 131 milhões por engano e entrou na Justiça para reivindicar uma recompensa e uma indenização por danos morais de R$ 150 mil. Na ação, ele pede R$ 13.187.022 pelo direito à recompensa após devolver imediatamente o valor. O caso aconteceu em Palmas, no Tocantins.
Em entrevista ao g1, a advogada Vivian Furukawa explicou que o caso reacende no Judiciário o debate sobre se um depósito bancário feito por erro pode ser enquadrado como “coisa perdida”. Segundo ela, se esse entendimento for aplicado, a legislação prevê o pagamento de recompensa obrigatória a quem devolve o bem.
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Direito à recompensa
Antônio Pereira do Nascimento pede R$ 13.187.022, valor equivalente a 10% dos R$ 131 milhões depositados por engano e devolvidos. O pedido se baseia nos artigos 1.233 e 1.234 do Código Civil, que garantem recompensa mínima de 5% a quem devolve “coisa alheia perdida”.
Base legal da ação
A legislação determina que quem encontra um bem perdido tem dever legal de devolução e direito à recompensa obrigatória, além de eventual indenização por despesas. A defesa sustenta que o dinheiro recebido por engano se enquadra nesse conceito.
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Indenização por danos morais
Além da recompensa, o motorista pede R$ 150 mil por danos morais. Segundo a defesa, ele enfrentou problemas emocionais e financeiros após o episódio.
O conflito jurídico central
De acordo com a advogada Vivian Furukawa, o ponto principal é definir se um depósito bancário equivocado pode ser considerado “coisa perdida”. Se a Justiça entender que sim, o direito à recompensa se aplica automaticamente.
Possível impacto do caso
A especialista explica que a jurisprudência costuma diferenciar o achado de um bem físico, cujo dono é desconhecido, do recebimento de valores rastreáveis, que podem ser revertidos pelo banco. A decisão pode abrir precedente sobre como o Direito vai tratar o “achado” no ambiente virtual.
Antônio Pereira ficou milionário por poucas horas
Reprodução/TV Anhanguera
Entenda o caso
O caso aconteceu em junho de 2023. Na época, o motorista devolveu o dinheiro assim que percebeu o engano. Os milhões pertenciam à instituição financeira. Depois que o dinheiro foi devolvido, o saldo da conta de Antônio voltou para R$ 227, valor que ele tinha antes de toda a confusão.
Segundo a defesa do motorista, toda a situação gerou “abalos emocionais e constrangimentos” a Antonio durante a resolução do problema. Além disso, a grande proporção midiática que o caso alcançou levou a “especulações e exposição de sua vida íntima”.
Outro detalhe abordado pelos advogados é que uma cobrança teria sido feita de forma indevida. Após o recebimento do valor, a taxa que ele pagava de R$ 36 passou para R$ 70, depois que foi colocado em uma categoria “VIP”.
Pai dedicado
Antônio é pai de quatro filhos e avô de 14 netos. Quando percebeu que milhões estavam em sua conta, logo entendeu que se tratava de um erro. “Nunca vi um dinheiro desse na minha vida e não consigo nunca na minha vida, só se ganhar na Mega-Sena, e jogar eu não jogo. Então é difícil”, contou na época.
O motorista sempre se dedicou a ganhar a vida honestamente. Questionado sobre a atitude de devolver o dinheiro um ano após o caso, a resposta permaneceu a mesma: tinha que devolver.
“Muita gente falou para eu ter ficado com o dinheiro, mas eu não preciso pegar dinheiro dos outros, não. Eu quero o que é meu. Que eu tenha saúde e minha família toda tenha saúde. A gente trabalha para conseguir o ganha-pão de todo dia. E não preciso pegar nada dos outros”, disse com orgulho.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano vive expectativa que justiça seja feita


Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano espera há 1 ano por indenização
O motorista Antônio Pereira do Nascimento, conhecido por ter sido “milionário por um dia”, vive na expectativa de que a justiça seja feita e que “todos os transtornos por ele suportados sejam integralmente reparados”, segundo informou a defesa. Ele moveu um processo contra o Bradesco após receber uma transferência de R$ 131.870.227,00 por engano.
Na época, depois que o dinheiro foi devolvido, o saldo da conta de Antônio voltou para R$ 227, valor que ele tinha antes de toda a confusão. Mas o engano causou transtorno para o motorista, que foi cobrado por uma taxa de R$ 70 ao ser colocado em uma categoria ‘VIP’.
O Bradesco informou que o banco não vai comentar sobre o caso.
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Um ano e seis meses após entrar com processo contra banco, o motorista ainda aguarda a próxima etapa, de audiência de instrução. Conforme a defesa, não há data prevista para o julgamento da ação.
“A expectativa do Sr. Antônio é de que a Justiça seja realizada com a maior brevidade possível, de modo que todos os transtornos por ele suportados sejam integralmente reparados”, informou a defesa do motorista.
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Antônio Pereira do Nascimento ficou conhecido como milionário por um dia
Reprodução/TV Anhanguera
Problemas após a devolução
Toda a confusão causada pelo banco levou Antônio a enfrentar problemas não só financeiros, mas também psicológicos. Por isso, ele procurou um escritório de advocacia e entrou na Justiça contra o Bradesco.
A ação inicial foi levada 6ª Vara Cível de Palmas em julho de 2024, pouco mais de um ano depois da transferência errada. O documento cita que o gerente da agência fez ‘pressão psicológica’ para que ele devolvesse o dinheiro e insinuou que “pessoas” estariam na porta da casa do motorista para aguardar a devolução do valor.
Conforme apurado na época, o erro foi do próprio banco, que deveria fazer a transferência para outra instituição. Por isso, a ação pede um pagamento e R$ 13.187.022,00 (mais de treze milhões) por direito de recompensa.
Homem recebeu quase R$ 132 milhões por engano
Reprodução/TV Anhanguera
A defesa de Antônio também citou que ele sofreu com o assédio da imprensa e que toda essa situação gerou ‘abalos emocionais e constrangimentos’. Nesse sentido, pede R$ 150 mil de indenização por danos morais.
“[…] Imediatamente, comunicou o Banco do Bradesco sobre o erro, informando que devolveria os valores no dia seguinte devido ao horário de funcionamento das agências. O gerente do Banco Réu iniciou uma pressão psicológica sobre o Autor, insinuando a presença de “pessoas” na porta de sua casa para aguardar a devolução do valor, tratando o Autor como um criminoso”, destacaram os advogados do motorista em trecho do documento que está tramitando na 6ª Vara Cível de Palmas.
A situação, segundo a defesa, gerou ‘abalos emocionais e constrangimentos’ a Antônio durante a resolução do problema. Outro ponto levantado pelos advogados que assinam a peça inicial do processo contra o Bradesco é que, como o banco fez a transferência para a conta do motorista em outra instituição, ele teve uma tarifa bancária aumentada automaticamente, sem nenhum aviso prévio.
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Doação de órgãos do técnico do sub-20 do Águia de Marabá será destinada a oito pacientes


Águia de Marabá publicou homenagem aos mortos em acidente na BR-153
Após a família de Ronan Tyezer Rodrigues, 44 anos, técnico do sub-20 do Águia de Marabá, autorizar a doação de órgãos, houve a primeira captação de múltiplos órgãos no Hospital Regional de Gurupi (HRG), no sul do Tocantins. A ação foi realizada neste sábado (24). Segundo a unidade, até oito pacientes devem ser beneficiados.
O técnico teve a morte encefálica confirmada na quinta-feira (22), uma semana após o acidente entre o ônibus que transportava a equipe do Águia e um caminhão, na BR-153, em Santa Rita do Tocantins. O preparador físico Hecton Alves Lima, de 33 anos, morreu no local.
Ronan faleceu no próprio HRG. Conforme a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), o treinador apresentava quadro grave, e a equipe médica acompanhou seu estado desde a entrada na unidade até a confirmação da morte encefálica, feita conforme os critérios legais e médicos em vigor.
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A autorização da família permitiu que a Central Estadual de Transplantes do Tocantins e o Sistema Nacional de Transplantes coordenassem a captação. As equipes organizaram documentação e logística, seguindo protocolos de segurança, rastreabilidade e respeito ao doador e aos familiares.
De acordo com a coordenação da Central de Transplantes, a decisão da família tem impacto direto na vida de quem espera por um órgão. A doação amplia as chances de transplante para pacientes inscritos no sistema nacional.
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Em nota divulgada nas redes sociais, o Águia de Marabá considerou o ato da família de Tyezer como um “gesto de extrema generosidade e amor ao próximo”.
O corpo do treinador será levado para Marabá (PA), com previsão de chegada na segunda-feira (26). O velório será realizado no salão paroquial da Igreja São Félix do Valois, em frente ao Estádio Zinho Oliveira, na cidade paraense, destacou o clube.
Técnico Ronan Tyezer Rodrigues do Águia de Marabá.
Arquivo Pessoal/Cristofer Bino Vieira Sousa
Relembre o acidente
O time estava em São Paulo para participar da Copinha 2026, torneio que começou com 128 equipes na primeira fase, entre elas 23 estreantes, divididas em 32 grupos com quatro times. O Águia havia avançado à segunda fase, porém foi eliminado pelo Juventude-RS nos pênaltis.
O time chegou a percorrer quase dois mil quilômetros antes da batida, no dia 15 de janeiro, por volta das 19h. Os feridos Ramon Nilton Vieira, de 31 anos, Renye Silva Farias, de 41 anos, e uma criança de 11 anos tiveram alta hospitalar após o acidente na BR-153.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os motoristas envolvidos no acidente se apresentaram espontaneamente na 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Porto Nacional para prestar depoimento. Eles não tiveram os nomes divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
Em depoimento, o motorista que dirigia o caminhão no momento da batida informou que estava parado no acostamento por causa de um defeito no veículo. Conforme a SSP, ele afirmou que realizou a sinalização da pista. Entretanto, o clube Águia de Marabá disse em nota que não havia sinalização na pista. As investigações do caso serão conduzidas pela 74º Delegacia de Polícia de Brejinho de Nazaré.
Acidente com atletas do Águia de Marabá aconteceu próximo a Santa Rita do Tocantins
Arte/g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Palmas relembra atletas e piloto mortos em acidente aéreo de 2021: ‘Jamais serão esquecidos’


Vítimas do acidente aéreo que levava parte da delegação do Palmas Futebol e Regatas, do topo esquerdo, em sentido horário: o atacante Marcus Molinari, o lateral-esquerdo Lucas Praxedes, o empresário Lucas Meira, o piloto Wagner Machado, o goleiro Ranule e o zagueiro Guilherme Noé
XV de Jaú/Divulgação; Caldense/Divulgação; Reprodução
O clube Palmas Futebol e Regatas homenageou as vítimas do acidente aéreo que deixou seis mortos, incluindo quatro atletas, piloto e o presidente da delegação. A tragédia que aconteceu logo após a decolagem completou cinco anos neste sábado (24).
Morreram no acidente:
Wagner Machado, de 59 anos, piloto da aeronave;
Lucas Meira, de 32 anos, presidente do clube;
Ranule, de 27 anos, goleiro;
Lucas Praxedes, de 23 anos, lateral-esquerdo;
Guilherme Noé, de 28 anos, zagueiro;
Marcus Molinari, de 23 anos, atacante.
A queda do avião aconteceu logo após a decolagem no dia 24 de janeiro da pista da Associação Tocantinense de Aviação, no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional. A delegação seguia para Goiânia, onde a equipe enfrentaria o Vila Nova pela Copa Verde.
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Nas redes sociais, o clube frizou que as vítimas “jamais serão esquecidas” e se solidarizou com amigos, familiares e torcedores.
“Neste 24 de janeiro, o Palmas Futebol e Regatas relembra com respeito e saudade seus atletas e o piloto da aeronave, vítimas do trágico acidente aéreo de 2021. Aos familiares, amigos e torcedores, nosso abraço e nossa homenagem. Seguiremos honrando cada história, cada sonho e cada vida que marcou para sempre o nosso clube. Jamais serão esquecidos”, declarou o clube.
A Federação Tocantinense de Futebol (FTF) prestará uma homenagem aos jogadores, ao presidente do Palmas Futebol e Regatas e ao piloto da aeronave neste sábado (24). Antes do início da segunda rodada do Campeonato Tocantinense, foi respeitado um minuto de silêncio em todos os jogos.
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Avião com parte do time do Palmas pegou fogo logo após cair
Os relatos das testemunhas indicam que o choque com o solo foi segundos após a tentativa de levantar voo e que logo em seguida houve duas explosões.
De acordo com o relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), o excesso de peso pode ter provocado a queda da aeronave. Foi concluído que o avião pode ter decolado com cerca de 300 kg a mais que o indicado pelo fabricante.
o avião não teria conseguido pegar altitude por causa do excesso de peso e caiu a 150 metros da cabeceira da pista. Os tanques de combustíveis localizados nas asas teriam colidido de forma simultânea no solo, o que provocou as chamas que consumiram toda a estrutura.
A investigação começou a analisar possíveis problemas na aeronave, e foi observado que “os motores e hélices apresentavam indícios de que estariam operando normalmente no momento em que ocorreu o impacto”, segundo trecho do relatório. Testemunhas também relataram que a princípio a decolagem não teve anormalidades, como barulhos ou fumaça.
Também foi apurada a condição psicológica do piloto Wagner Machado Júnior, e foi apurado que ele era um profissional cuidadoso e criterioso com as condições de voo. No dia do acidente, ele realizou todos os procedimentos de rotina que preparam a aeronave para o trajeto.
Excluindo esses fatores, a Comissão de Investigação passou a analisar a situação do peso e balanceamento da aeronave. Levando em consideração o peso do avião, possível posicionamento das bagagens, peso da tripulação e passageiros e até a disposição dos ocupantes nas fileiras, foi concluído que o avião pode ter decolado com cerca de 300 kg a mais que o indicado pelo fabricante.
A aeronave tinha sofrido danos substanciais em 2014 após um acidente em um aeródromo de Brasília. Na época, o relatório da Aeronáutica concluiu que o piloto se esqueceu de acionar o trem de pouso no momento da aterrisagem.
Avião pegou fogo logo após cair em Porto Nacional
Corpo de Bombeiros/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba quem são os mortos no acidente envolvendo carro e caminhonete na TO-080


Acidente aconteceu na TO-080, entre Palmas e Paraíso do Tocantins, na região central
Alessandro Ferreira/Agência Tocantins
Gustavo Rodrigo Silva Santos Azevedo, de 23 anos e Cassio Vitoriano de Azevedo, de 48 anos, são as vítimas da batida entre uma caminhonete e um carro na TO-080, entre Palmas e Paraíso do Tocantins. Outras quatro pessoas ficaram feridas.
A colisão ocorreu na tarde de sexta-feira (23). Conforme a Polícia Militar (PM), os dois homens que morreram estavam no carro de passeio. Uma terceira pessoa do veículo e outras três que estavam na caminhonete tiveram ferimentos e foram levadas para um hospital da região, que não foi identificado pela polícia.
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Com a batida, uma das pistas chegou a ficar bloqueada por um determinado tempo, com o trânsito funcionando apenas em uma das vias, conforme o Batalhão de Polícia Militar Rodoviário e de Divisas (BPMRED).
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Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os corpos dos dois homens foram submetidos ao exames necessários e devem ser liberados para o sepultamento neste sábado (24). A Polícia Civil irá investigar as circunstâncias do acidente.
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Fonte: G1 Tocantins