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Morre aos 78 anos o ator Sam Neill, de ‘Jurassic Park’


Sam Neill
Divulgação
O ator neozelandês Sam Neill, conhecido pelo filme “Jurassic Park”, morreu nesta segunda-feira (13). A informação foi confirmada por sua família em um comunicado.
Recentemente, ele havia informado que estava recuperado de um câncer após cinco anos de tratamento. Segundo ele, a remissão foi possível graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.
Em 2023, Neill escreveu em seu livro de memórias que estava “possivelmente morrendo” após ser diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três.
Em entrevista exibida no fim de semana pelo Canal 7 da Austrália, o ator contou que conviveu com a doença por cinco anos e que o tratamento com quimioterapia deixou de fazer efeito. “Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal”, afirmou.
Neill passou então por uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o câncer. “Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário”, disse.
O ator também pediu que governos federais e estaduais da Austrália ampliem o financiamento desse tipo de tratamento para pacientes com a doença no país.
Com carreira iniciada nos anos 1970, Sam Neill tinha dezenas de trabalhos no cinema e na TV, incluindo a série “Peaky Blinders” e o filme “O Piano”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Consagração de Liniker na turnê ‘Bye bye Caju’ mostra que é possível ser popstar e seguir a própria cartilha


Liniker em imagem luminosa da estreia da turnê ‘Bye bye Caju’ no estádio paulistano Nubank Parque na noite de ontem, 11 de julho
Rony Hernandes / Divulgação 30e e b+ca
♫ ANÁLISE
♬ Somente cinco anos se passaram entre o lançamento em 9 de setembro de 2021 do primeiro álbum solo de Liniker, “Índigo borboleta anil”, e a estreia da turnê da cantora por estádios e arenas do Brasil para encerrar o ciclo consagrador do segundo álbum solo da artista paulista, “Caju” (2024).
Na noite de ontem, 11 de julho de 2026, Liniker lotou o estádio Nubank Parque, na cidade de São Paulo (SP), na primeira apresentação da turnê “Bye bye Caju”, estreando – para público estimado em 48 mil pessoas – show em esquema de superprodução com telões de LED, bailarinos, big band e vários figurinos.
Não vi o show por morar no Rio de Janeiro (RJ), mas entendo que a simples realização dessa turnê grandiosa já simboliza um feito e tanto de Liniker. Por mais que a cantora conte com a estrutura de uma produtora habituada a orquestrar grandes turnês, caso da 30e, a escalada da artista nos últimos cinco anos mostra que é possível ascender no universo pop com independência artística, sem ficar sob o domínio de uma grande gravadora e sem seguir fórmulas alheias.
Ao longo de dez anos, se contabilizada a pré-história da cantora como vocalista e frontwoman do grupo Caramelows, Liniker tem sido fiel a si mesma, construindo base sólida e crescente de admiradores com ênfase somente na música que escolheu fazer, apostando no próprio som e, no caso de “Caju”, em álbum que, embora tenha músicas de pegada mais pop, também apresentou faixas que ultrapassavam os sete minutos.
Ou seja, Liniker seguiu a própria cartilha, atenta aos sinais emitidos pelo primeiro álbum solo. “Índigo borboleta anil” pode não ter virado fenômeno de massa, mas já mobilizou e ampliou o público da artista, preparando o terreno para “Caju” chegar três anos depois, precisamente em 19 de agosto de 2024.
E o resto foi uma história de números e feitos superlativos. Com mix orquestral de R&B, soul, pagode e pop, “Caju” já acumula 350 milhões de reproduções, abocanhou prêmios importantes (como o Grammy Latino) e fez de Liniker uma popstar. Parece muito, e é mesmo, sobretudo para uma artista que acumulou tanto sem pertencer a segmentos do mainstream como o sertanejo, o funk, o forró e o pagode.
Liniker pavimentou o próprio caminho e se despede da era “Caju” com uma consagração nacional que parecia distante e até improvável quando, há dez anos, a artista despontou no grupo Caramelows.
Liniker encerra o ciclo vitorioso do segundo álbum solo com turnê por arenas e estádios do Brasil
Rony Hernandes / Divulgação 30e e b+ca

Fonte: G1 Entretenimento

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Gustavo Mioto lança balada country em inglês que integra o primeiro álbum internacional do cantor sertanejo


Gustavo Mioto lança o single ‘Drunk side’, composto e gravado durante temporada do artista em Nashville (EUA), capital da música country
Reprodução / Facebook Gustavo Mioto
♫ NOTÍCIA
♬ O lançamento do single com a balada country “Drunk side”, composta e cantada em inglês por Gustavo Mioto, representa mais um investimento do cantor e compositor sertanejo na carreira internacional.
“Drunk side” chegou ao mundo na quarta-feira, 8 de julho, em gravação que emana certa energia roqueira na produção musical orquestrada por Seth Mosley em Nashville (EUA), capital da música country norte-americana. Seth Mosley é creditado como um dos compositores de “Drunk side” em parceria com Beau Bailey e o próprio Gustavo Mioto.
Escolhida para ser o tema oficial da 71º Festa do Peão de Barretos, programada para acontecer de 20 a 30 de agosto, a música “Drunk side” surgiu na recente temporada passada pelo artista paulista em Nashville (EUA) para dar forma a um álbum em inglês, formatado com compositores e produtores da cena country norte-americana.
A primeira amostra do álbum internacional de Mioto foi apresentada em 9 de abril. Trata-se do single “Last goodbye”, gravado com produção musical de Andrew Capra, parceiro de Mioto na canção, de autoria também creditada a Josh Dorr, James Slater e Giana.
Tanto “Last goodbye” quanto “Drunk side” são gravações embaladas com a estética pop country e com poucos resquícios do universo sertanejo brasileiro que revelou Gustavo Mioto.
Capa do single ‘Drunk side’, de Gustavo Mioto
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Mateus Aleluia canta a nobreza do amor em transcendental show solo no Rio


Mateus Aleluia faz show solo de voz e violão no Teatro Nelson Rodrigues, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), na noite de hoje, sábado, 11 de julho
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Vivi hoje à noite a experiência de ver um show solo de Mateus Aleluia. Falo em “experiência” porque, para usufruir inteiramente de uma apresentação desse cantor baiano de 82 anos, é preciso desligar o relógio do tempo das urgências cotidianas para entrar no tempo sereno do artista, divindade encarnada, espécie de preto velho que baixa em cena com alta carga de ancestralidade.
“O canto fala tudo o que sentimos sem contornos. É uma linguagem espiritual. Falamos de dentro”, ressaltou o integrante mais famoso do grupo Os Tincoãs ao público que lotou o Teatro Nelson Rodrigues na noite deste sábado, 11 de julho, para ver a estreia carioca da turnê de Seu Mateus – como o chamam – pelos palcos da Caixa Cultural (há uma segunda apresentação na cidade do Rio de Janeiro agendada para amanhã, domingo, 12 de julho, mas os ingressos já estão esgotados).
Mateus Aleluia tem presença bissexta em palcos cariocas. A última vez que o cantor fez show na cidade foi em 2017, há nove anos. Mas tive o privilégio de assistir recentemente a um show de Aleluia em Salvador (BA), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Nessa apresentação baiana de novembro de 2025, a Orquestra Afrosinfônica – sob regência do maestro Ubiratan Marques – dividia a cena com Aleluia.
Hoje, no palco do Teatro Nelson Rodrigues, eram somente a voz, o violão e a imensidão da alma de uma entidade cuja voz grave e profunda puxou o fio da memória ancestral nas canções do roteiro autoral aberto com “Homem! O animal que fala” (2009). Enquanto via o show, pensei que Mateus Aleluia é, também ele, um Buda Nagô como Gilberto Gil qualificou Dorival Caymmi (1914 – 2008) em música de 1992.
Em essência, enquanto revolve memórias afetivas da rica vivência na África e na cidade natal de Cachoeira (BA), Mateus Aleluia canta a nobreza do amor. E esse canto que vem de dentro traz paz e serenidade, harmonizando o espírito. Sim, é preciso crer em algo mais além do mundo físico para entender a dimensão do canto desse orixá vivo.
É que há muito de transcendental no canto e na gênese de músicas como “Sonhos cor de criola” e “Filho de rei”, ambas do álbum “Fogueira doce” (2020), cuja música-título encerrou a apresentação, arrematada sem bis. “Eu vi Obatalá”, proclama Mateus Aleluia no verso-título da composição de 2017. E quem há de duvidar que ele viu mesmo?
O maior sucesso dos Tincoãs, “Cordeiro de Nanã” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1977), veio entremeado com um lamento em forma de fala. É que o canto de Mateus Aleluia também carrega as dores do povo negro através dos séculos. Mas ameniza essas dores com a sabedoria dos que encontraram a paz de espírito e dos que extraem na música o alimento para a alma.
No fim do show, o artista agradeceu o público e disse que estava “abastecido”. A rigor, foi ele, o artista, quem abasteceu o público com uma música capaz de alimentar a alma e emanar boas vibrações, serenando quem for capaz de se entregar à experiência de ver um show solo de Mateus Aleluia. Eu fui.
Mateus Aleluia emana alta carga de ancestralidade através do canto grave e profundo
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum que pôs o pianista Sergio Mendes no mapa-múndi do pop é reeditado em LP 60 anos após o lançamento em 1966


Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘Herb Alpert presents Sergio Mendes & Brasil’66’, lançado em 1966
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quando o pianista, compositor e arranjador fluminense Sergio Mendes (11 de fevereiro de 1941 – 5 de setembro de 2024) morreu aos 83 anos em Los Angeles (EUA), há quase dois anos, os obituários do artista niteroiense destacaram a explosão mundial de Mendes em 1966.
O estouro foi com o álbum “Herb Alpert presents Sergio Mendes & Brasil’66”, lançado em 1966 pela gravadora A&M Records com um som exuberante e geralmente extrovertido que contagiou ouvidos estrangeiros.
Com este disco, o pianista pôs um molho próprio na bossa brasileira e a representou aos Estados Unidos – e consequentemente a todo o universo pop ocidental – dois anos após o estouro de “Garota de Ipanema” nos EUA em 1964 na voz da cantora Astrud Gilberto (1940 – 2023) em gravação feita para o antológico álbum do saxofonista de jazz Stan Getz (1927 – 1991) com João Gilberto (1931 – 2019).
Com o conjunto Brasil’66, Sergio Mendes deu um toque latino ao balanço nacional e seduziu o povo norte-americano em álbum que teve como estopim a gravação de “Mas que nada”, o samba que apresentara o autor Jorge Ben ao Brasil em 1963. Desde então, o som global de Sergio Mendes se tornou a mais completa tradução da bossa brasileira para os ouvidos gringos, inclusive na Europa e no Japão.
A reedição em LP do álbum “Herb Alpert presents Sergio Mendes & Brasil’66” – com vinil fabricado na cor verde em consonância com a imagem tropical da capa – celebra os 60 anos do álbum que pôs definitivamente o nome do pianista Sergio Mendes no mapa-múndi do pop dois anos após o músico brasileiro ter se estabelecido nos Estados Unidos em 1964.
Com o piano de Mendes, a bateria do ritmista carioca João Palma (1943 – 2016), o baixo do norte-americano Bob Matthews (1935 – 2022) e a percussão de José Soares, além da voz da cantora norte-americana Lani Hall, o conjunto Brasil’66 ambientou Beatles (“Day tripper”) na atmosfera do jazz latino e repaginou em tons expansivos músicas como “O pato” (Jayme Silva e Neuza Teixeira, 1960), “Samba de uma nota só” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959, na versão em inglês “One note samba”) e “Água de beber” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961).
Sem falar na pérola “Tim dom dom” (João Mello e Clodoaldo Brito, o Codó da Bahia ), música lançada em 1962 por João Donato (1934 – 2023) no álbum “Muito à vontade” e rebobinada no ano seguinte por Jorge Ben no mesmo álbum “Samba esquema novo” (1963) em que Sergio Mendes pescou o samba “Mas que nada”, alavanca do LP de 1966 que se tornou um marco da música brasileira no mundo e que ora volta ao formato físico original no embalo da revalorização do vinil.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ela disse sim’! Gabriel Medina mostra pedido de casamento para Isabella Arantes


Medina mostra como foi pedido de casamento a Isabella Arantes
O surfista Gabriel Medina e a influenciadora Isabella Arantes estão noivos. Na última sexta-feira (10), o surfista de São Sebastião (SP), tricampeão mundial de surfe, compartilhou um vídeo em que mostra o pedido de casamento. Na legenda, o atleta destaca que Isabella Arantes aceitou o pedido.
“Entre todas as conquistas da minha vida, nenhuma se compara a felicidade de construir um futuro ao lado de quem eu amo. Obrigado por acreditar em nos e por fazer da minha vida um lugar muito mais bonito. Que venha o nosso ‘felizes para sempre’.”, disse Gabriel Medina na publicação.
No vídeo, Gabriel Medina deixou um celular gravando escondido. Ele começa a fingir que está filmando Isabella com uma câmera de mão e, de repente, tira a caixinha com o anel do bolso de trás da bermuda e mostra para ela. Isabella fica surpresa e, após aceitar o pedido, os dois ficam abraçados.
Isabella Arantes, que é natural de Aparecida (SP), também fez uma publicação ao lado de Medina em que exibe o anel de noivado.
Gabriel Medina e Isabella Arantes são namorados desde agosto de 2025.
Gabriel Medina pede Isabella Arantes em casamento
Reprodução/Instagram
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor italiano Peppino di Capri morre aos 86 anos

O cantor italiano Peppino di Capri morreu neste sábado (11), aos 86 anos, na ilha de Capri, no sul da Itália. A informação foi confirmada por familiares à agência italiana Ansa.
O artista enfrentava problemas de saúde e estava longe dos palcos. A família não informou a causa da morte.
Nas redes sociais, o perfil oficial de Peppino publicou uma foto do cantor acompanhada apenas da palavra “Ciao”, que significa “tchau” em italiano. O músico completaria 87 anos no próximo dia 27.
Nascido Giuseppe Faiella, Peppino construiu uma carreira de décadas na música italiana. Entre seus maiores sucessos estão as canções “Champagne” e “Roberta”, que ajudaram a torná-lo conhecido dentro e fora da Itália.
O velório e o sepultamento serão realizados neste domingo (12), na Igreja de Santo Stefano, em Capri. Peppino deixa três filhos: Arrigo, conhecido como Igor, Edoardo e Dario.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia é exposta em pinturas, fotografias e desenhos em mostra que festeja na Bahia os 80 anos da artista


Obra de Wagner Lacerda que integra a exposição ‘Abelha rainha – Vida, música, amor e poesia’
Obra de Wagner Lacerda / Me Ateliê da Fotografia / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A obra de arte vista acima é de autoria do artista visual Wagner Lacerda e integra a exposição “Abelha rainha – Vida, música, amor e poesia”, idealizada pelo fotógrafo e curador Mário Edson para celebrar os 80 anos de Maria Bethânia, festejados pela artista em 18 de junho.
Com obras de 25 artistas visuais, a maioria da Bahia, a mostra tem inauguração agendada para 22 de julho com vernissage na galeria de arte Me Ateliê da Fotografia, em Santo Antônio Além do Carmo, bairro da cidade de Salvador (BA).
Na exposição, a imagem imponente de Bethânia será retratada através de fotografias, desenhos, pinturas e até cerâmicas em obras que expressam, pela arte visual, temas como ancestralidade, espiritualidade e memória.
Ana Kruschewsky, Bernardo Tochilowisky, Bianca Branco, Cláudio das Virgens, Franklin Jazz Viana, Izabel Andion, Jacy Gordinho, Juli Gomes, Juray Castro, Leo Furtado, Luiz Bhering, Marianna Pedreira, Mário Edson, Manuela Hereda, Neia de Taiobeiras, Pablo Araújo, Patricia Dieder Dalmas, Preta, Reinaldo Giarola, Rejane Alice, Roberto Faria, Rodrigo Nery, Rogério Silva, Suy Andrade e Wagner Lacerda são os 25 artistas visuais que terão obras expostas na mostra “Abelha rainha – Vida, música, amor e poesia”.
A intenção foi traduzir em imagens a presença cênica de Bethânia e os princípios de uma artista que pega o público pela palavra cantada e pela palavra recitada na forma de poesia em trajetória artística que já ultrapassa seis décadas de atuação na música brasileira.
Após a vernissage de abertura, a exposição “Abelha rainha – Vida, música, amor e poesia” poderá ser visitada ao longo de dois meses, de 24 de julho a 24 de setembro, das 16h às 19h, sempre de sexta-feira a domingo. A entrada é gratuita.
Obra que integra a exposição ‘Abelha rainha – Vida, música, amor e poesia’
Me Ateliê da Fotografia / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Simaria vai encarar o desafio de voltar à cena, sem Simone, em carreira solo


Simaria dá sinais de que arquiteta uma carreira solo quatro anos após a dissolução da dupla formada com a irmã Simone
Reprodução / Facebook Simaria
♫ OPINIÃO
♬ Simaria vem dando sinais de que arquiteta uma volta à cena – naturalmente sem a irmã Simone Mendes. A questão é saber se Simaria vai conseguir em carreira solo o mesmo sucesso obtido por Simone em trajetória individual que se revelou extremamente bem-sucedida desde 2023.
Simaria talvez precise mais de tempo para se reconectar com o público. Afinal, após a dissolução da dupla Simone & Simaria, oficialmente extinta em agosto de 2022 mas já efetivamente separada meses antes, Simone não demorou a sair em carreira solo.
Em janeiro de 2023, a cantora já estava oficialmente no mercado e com uma música, “Erro gostoso”, que se tornaria um dos grandes hits daquele ano de 2023. E Simone bisou o feito no ano seguinte, quando “Dois tristes” se tornou uma das músicas mais ouvidas de 2024.
Simaria ganha sandália de R$ 7 mil da irmã
Já Simaria está há quatro anos fora de cena. É um tempo muito longo em um mercado musical que exige novidades incessantes dos artistas que frequentam o mainstream. Na era digital, em que o consumo de música é fugaz, parar significa correr o risco de ser esquecido ou substituído na preferência popular.
Além disso, também existe o fator sorte. Simone lançou de cara uma música que estourou e que abriu caminho para outros lançamentos que, juntos, fizeram dela, Simone, uma das cantoras mais populares dos correntes anos 2020. Será que Simaria terá a música certa na hora certa para alavancar uma carreira solo? Somente o tempo vai dizer…
Sem falar que Simaria terá que enfrentar o desafio de iniciar uma carreira solo que será inevitavelmente comparada com a da irmã nos mínimos detalhes. Enfim, tudo pode acontecer… inclusive nada, como diz a letra da música “A natureza das coisas”. Mas o fato é que, sim, Simaria deverá voltar à cena em breve…

Fonte: G1 Entretenimento

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Pitbull entra para o livro dos recordes por reunir o maior número de ‘toucas de careca’ em festival de Londres


Fãs de Pitbull usando touca de careca.
CARLOS JASSO / AFP
O rapper Pitbull entrou para o Guinness World Records ao reunir 22.141 pessoas usando toucas de careca durante um show em Londres, na sexta-feira (10). A ação estabeleceu o recorde da maior reunião de pessoas usando o acessório.
A marca foi alcançada durante a apresentação do cantor no festival BST Hyde Park, após uma campanha que incentivou os fãs a comparecerem caracterizados como o artista, conhecido pela cabeça raspada, terno e óculos escuros.
Ao receber o certificado do Guinness, Pitbull comemorou o feito. “Estou sem palavras. Quem diria que um cubano de primeira geração estaria quebrando e criando recordes?”, disse, segundo o jornal The Guardian.
Rapper recebe o título do recorde mundial de reunião de pessoas usando touca de careca.
CARLOS JASSO / AFP
Apesar de ser naturalmente careca, o próprio cantor precisou usar uma touca para ser contabilizado no recorde. Segundo Will Munford, juiz oficial do Guinness World Records, a categoria reconhecia a “maior reunião de pessoas usando toucas de careca”, e não a de pessoas carecas.
Para validar a marca, cerca de 400 voluntários conferiram individualmente os participantes na entrada do evento. O processo também contou com imagens feitas por drones e uma equipe de 42 pessoas responsável pela contagem.
A iniciativa partiu do criador de conteúdo Jack Remmington, que publicou um vídeo no TikTok sugerindo que o público do BST Hyde Park, com capacidade para 65 mil pessoas, seria suficiente para quebrar um recorde envolvendo fãs fantasiados de Pitbull.
Segundo o Guinness World Records, não havia um detentor anterior para a categoria de maior reunião de pessoas usando toucas de careca. Com a participação de mais de 22 mil fãs, Pitbull passou a ocupar oficialmente o posto.
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Fonte: G1 Entretenimento