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Daviegh Chase, atriz de ‘O Chamado’ e dubladora de ‘Lilo & Stitch’, morre aos 35 anos, diz site

A atriz Daveigh Chase, que fez a Samara em “O Chamado” e dublou Lilo em “Lilo & Stitch”, morreu nesta terça-feira (16) aos 35 anos. A informação é do TMZ.
Segundo o portal, a atriz teve uma meningite e infecção no sangue, que a causou problemas de sepse. No início de junho, Chase foi internada em um hospital de Los Angeles com um quadro de desnutrição.
Daveigh conseguiu sua grande oportunidade em Hollywood ainda muito jovem, ao dar voz à personagem Lilo no sucesso da Disney “Lilo & Stitch” em 2002 e também na série de TV derivada. Ela também dublou Chihiro Ogino na versão americana de “A Viagem de Chihiro” (Spirited Away).
Os fãs de filmes de terror certamente se lembram de sua marcante atuação como Samara Morgan, a principal antagonista do sucesso de 2002 “O Chamado” (The Ring), papel pelo qual ela ganhou um MTV Movie Award na categoria de Melhor Vilã.
A partir de 2006, Daveigh conquistou um papel recorrente na série da HBO “Big Love”, que acompanha uma família mórmon fundamentalista e polígama. Ela interpretou Rhonda Volmer em 32 episódios ao longo das cinco temporadas da série.
Entre seus outros trabalhos estão “Donnie Darko”, “Beethoven’s 5th”, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, “ER”, “Mercy” e muitos outros.
Ao longo dos anos, Daveigh teve vários problemas com a justiça, assuntos que já foram amplamente noticiados.
A última vez que tivemos contato com Daveigh foi em 2012, quando conversamos com ela sobre seus hábitos de maquiagem — e ela também falou sobre seu projeto mais recente.
A família dela iniciou uma campanha no GoFundMe.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia 80 anos – conheça 80 gravações que atestam a grande força da intérprete em seis décadas de disco


Maria Bethânia completa 80 anos amanhã, quinta-feira, 18 de junho
Guilherme Nabhan / Divulgação
♫ MARIA BETHÂNIA 80 ANOS
♬ Ao longo de 61 anos de carreira fonográfica, Maria Bethânia manteve extraordinária fidelidade aos princípios que estabeleceu para si mesma ao seguir trajetória profissional pavimentada com extrema coesão e coerência.
Diferentemente da discografia de grandes cantoras da mesma geração da MPB, precisamente Elis Regina (1945 – 1982) e Gal Costa (1945 – 2022), a obra fonográfica de Maria Bethânia Vianna Telles Velloso jamais mudou de timbres e tons de acordo sob a direção de produtores musicais. Sob esse prisma, somente outra imensa cantora da geração, Nana Caymmi (1941 – 2025), manteve a mesma fidelidade aos cânones que estabeleceu para si.
A obra de Maria Bethânia transcende rótulos e movimentos. A alma teatral da intérprete e a voz grave de veia dramática têm sido as únicas guias da artista na construção de discografia iniciada em 1965 com a edição de single pela gravadora RCA com registros de “Carcará” (João do Vale e José Cândido) – música que projetou a artista baiana em escala nacional no palco inflamado do espetáculo “Opinião”, show teatralizado que passou a contar com Bethânia no elenco a partir de fevereiro de 1965 – e “De manhã”, música do então desconhecido Caetano Veloso, irmão da cantora.
A soberania de Maria Bethânia é o fio que liga esse single seminal de 1965 ao single editado em janeiro deste ano de 2026 com a gravação de estúdio de “Vera Cruz”, samba de Xande de Pilares e Paulo César Feital apresentado pela cantora no ano passado no show “60 anos de carreira” (2025).
Nascida em 18 de junho de 1946 na cidade interiorana de Santo Amaro da Purificação (BA), Maria Bethânia faz 80 anos amanhã, quinta-feira. Dando sequência à série de textos celebrativos da efeméride, o Blog do Mauro Ferreira elege 80 grandes gravações – dentre os 2.059 registros fonográficos feitos pela intérprete entre 1965 e 2026 – que atestam a força que nunca seca de um canto referencial na música brasileira.
♪ Eis, em ordem cronológica, as 80 gravações mais expressivas da discografia de Maria Bethânia com o ano em que foram lançadas pela cantora ↴
1. “Carcará” (1965) – O primeiro voo da indomada águia nordestina.
2. “De manhã” (1965) – A primeira música gravada do mano Caetano Veloso.
3. “Três apitos” (1966) – A dor de um samba-canção de Noel Rosa.
4. “Pra dizer adeus” (1967) – Sofrimento na canção de despedida entoada com Edu Lobo.
5. “Marginália II” (ao vivo, 1968) – A tropical melancolia de saber que aqui é o fim do mundo.
6. “O que tinha de ser” (ao vivo, 1968) – A intensidade do amor demais de Tom e Vinicius.
7. “Marinheiro só” (ao vivo, 1970) – Na roda do samba da Bahia.
8. “A tua presença morena” (1971) – A onipresença de Caetano na discografia de Bethânia.
9. “Movimento dos barcos” (ao vivo, 1971) – Bethânia no eterno movimento do show “Rosa dos ventos”.
10. “Esse cara” (1972) – Consumida pelo amor sensual na canção do mano Caetano.
11. “Estácio Holly, Estácio” (1972) – Lançando um samba de Luiz Melodia.
12. “Drama” (1972) – Ela mente, mas a voz não…
13. “Baioque” (1972) – Som e fúria roqueira na trilha do filme “Quando o Carnaval chegar”.
14. “Iansã” (ao vivo, 1973) – Saudação à dona dos ventos pela orixá da MPB com direito a um texto da própria Bethânia.
15. “Gás neon” (ao vivo, 1974) – Brilhando na longa avenida de Gonzaguinha em medley com “Luzes da ribalta”, de Chaplin.
16. “Sem açúcar” (ao vivo, 1975) – Drama da mulher submissa na canção de Chico.
17. “Gitã” (ao vivo, 1975) – Som e fúria no canto do sucesso de Raul Seixas.
18. “Sonho impossível” (ao vivo, 1975) – Uma flor brota do impossível chão.
19. “Coração ateu” (1975) – Canção de Sueli Costa bate forte na trilha da novela “Gabriela”
20. “Olhos nos olhos” (1976) – A canção-passaporte para a popularidade das rádios AMs.
21. “Um índio” (ao vivo, 1976) – Um índio desceu dos céus no show do grupo Doces Bárbaros
22. “Terezinha” (1977) – A primeira a chegar com a canção de Chico.
23. “Começaria tudo outra vez” (1977) – Um bolero feliz de Gonzaguinha.
24. “Ronda” (1978) – A mais completa tradução da música de Paulo Vanzolini.
25. “Sonho meu” (1978) – Samba sublime de Ivone Lara e Délcio Carvalho em dueto com Gal.
26. “Explode coração” (1978) – Não deu mais para segurar: Bethânia explode nas paradas.
27. “Negue” (1978) – Negue que você conheceu o samba-canção de 1960 na voz de Bethânia.
28. “Cálice” (1978) – Pai, afasta de mim a censura!
29. “Mel” (1979) – A carta de princípios da Abelha Rainha.
30. “Cheiro de amor” (1979) – O jingle de motel que virou hit radiofônico.
31. “Grito de alerta” (1979) – DR na canção de Gonzaguinha.
32. “O lado quente do ser” (1980) – O gosto de ser mulher e dar voz a uma canção de Marina Lima.
33. “Maravida” (1981) – Ode de Gonzaguinha à vida que é bonita, é bonita e é bonita.
34. “O que é o que é” (ao vivo, 1982) – Outra ode de Gonzaguinha à vida na cadência bonita do samba que se tornou o bis preferencial dos shows de Bethânia.
35. “Vida” (ao vivo, 1982) – A definitiva e antológica interpretação da canção que Chico lançara em 1980.
36. “Brincar de viver” (1983) – A canção do especial infantil que os adultos amam.
37. “Fogueira” (1983) – Acendendo mais uma vez o amor e a dor de Angela Ro Ro.
38. “Motriz” (1983) – Memórias da infância e da mãe, Dona Canô, o norte da vida.
39. “Na primeira manhã” (1984) – A solidão é fera que devora na gravação definitiva da canção de Alceu.
40. “Anos dourados” (1986) – Bolero de Tom e Chico para esquentar dezembros e outros meses.
41. “Gostoso demais” (1986) – A cantora nos braços da paz ao seguir a toada de Dominguinhos e Nando Cordel.
42. “Canções e momentos” (1986) – Uma grande canção e um grande momento de Bethânia.
43. “Onde andarás” (1988) – O melhor e mais cool registro de canção de 1967 feita por Caetano a partir de versos de Ferreira Gullar.
44. “O ciúme” (1988) – Caetano novamente, em mais um luminoso feat de Bethânia com Gal.
45. “Tá combinado” (1988) – Vamos combinar que essa é a melhor interpretação da canção dada por Caetano a Peninha dois anos antes.
46. “Reconvexo” (1989) – Quem é recôncavo entra na roda desse samba de Caetano.
47. “Tocando em frente” (1990) – Seguindo com calma a toada de Renato Teixeira e Almir Sater.
48. “Flor de ir embora” (1990) – A despedida na sensível canção de Fátima Guedes.
49. “Medalha de São Jorge” (1992) – Fé no santo guerreiro e na música de Moacyr Luz e Aldir Blanc.
50. “As canções que você fez pra mim” (1993) – E não é que pareceu que Roberto Carlos fez mesmo para ela a canção de 1966?
51. “Fera ferida” (1993) – Cordas e canto em pulsação envolvente da música de 1982.
52. “Você” (1993) – Uma balada de 1974 se agiganta em clima camerístico em gravação de voz e piano.
53. “Todo o sentimento” (ao vivo, 1994) – A canção de Cristovão Bastos e Chico Buarque em tempo de delicadeza em gravação que abre com trecho de “Genipapo absoluto”.
54. “Onde estará o meu amor” (1996) – Mais tempo de delicadeza na canção de Chico César.
55. “Âmbar” (1996) – Tudo aceso na estreia de Adriana Calcanhotto na discografia de Bethânia.
56. “Rosa dos ventos” (ao vivo, 1997) – A gravação mais forte da música de Chico Buarque que Bethânia tomou para si em 1971.
57. “Uma canção desnaturada” (ao vivo, 1997) – Desamor de mãe na canção de Chico.
58. “Mensagem” (ao vivo, 1997) – Todas as cartas e canções de amor são ridículas, menos quando lidas ou cantadas por Bethânia em faixas entremeadas por textos de Fernando Pessoa.
59. “A força que nunca seca” (1999) – Segue o seco no sopro vital da canção de Chico César e Vanessa da Mata.
60. “É o amor” (1999) – Um toque de classe ao hit sertanejo de 1991.
61. “Dona do dom” (2001) – Bethânia plena do dom que Deus lhe deu na grande canção de Chico César.
62. “Depois de ter você” (2001) – A bela cantada de Adriana Calcanhotto surtiu efeito.
63. “O quereres” (Ao vivo, 2002) – Onde queres uma coisa, Bethânia é outra.
64. “Yayá Massemba” (2003) – O canto da resiliência dos africanos escravizados no Brasil.
65. “Melodia sentimental” (2003) – O canto brasileirinho de Villa-Lobos em registro sublime.
66. “Oração ao tempo” (Ao vivo, 2005) – Tempo Tempo Tempo Tempo para celebrar os 40 anos de carreira.
67. “Beira-mar” (2006) – Dentro do mar tem rio e as águas do querer de Bethânia.
68. “Sábado em Copacabana” (2007) – Samba-canção de Caymmi à beira-mar para a abertura da novela.
69. “Estrela” (2009) – Congado de Vander Lee na festa da encanteria.
70. ”Saudade” (2009) – Canção sertaneja de Chico César e Moska em feat com Lenine.
71. ”Até o fim” (2009) – Mergulho na intensidade de Arnaldo Antunes.
72. “Balada da Gisberta” (ao vivo, 2010) – Réquiem para uma travesti morta pelo preconceito.
73. “Estado de poesia” (ao vivo, 2013) – Chico César em estado de graça.
74. ”Alguma voz” (2014) – Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro na voz.
75. “Non, je ne regrette rien” (ao vivo, 2026) – Piaf na interpretação de Bethânia.
76. ”Silêncio” (Ao vivo, 2016) – Um instante de serenidade e reflexão na festa dos 50 anos de carreira.
77. ”Mortal loucura” (2016) – Uma gravação que desenterra os mistérios da voz sagrada.
78. ”O sopro do fole” (2021) – O frescor da tia Bethânia gravando o sobrinho Zeca Veloso.
79. ”Fé” (ao vivo, 2025) – Abraçando e agradecendo com o mano Caetano no canto de hit de Iza.
80. ”Vera Cruz” (2026) – Um retrato da filha da Bahia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Grammy anuncia novas categorias, incluindo ‘Melhor Música Latina’; regra exclui músicas em português


Organização do Grammy 2023 mostra o gramofone, tradicional prêmio entregue aos vencedores
Frederic J. Brown / AFP
Principal premiação da música, o Grammy anunciou na última terça-feira (16) a criação de cinco novas categorias que valerão a partir da 69ª edição, agendada para o dia 7 de fevereiro de 2027.
Entre as novidades apresentadas, a introdução da categoria de “Melhor Música Latina” estabeleceu um critério técnico que deixa o mercado fonográfico brasileiro praticamente de fora da disputa principal.
Isso porque, de acordo com o novo regulamento, o prêmio é destinado exclusivamente a compositores de obras inéditas escritas predominantemente em espanhol, exigindo que, no mínimo, 51% da letra esteja no idioma.
Novas categorias
O pacote de atualizações também oficializou as categorias de:
“Melhor Performance de Música Pop Asiática” (voltada a gêneros como K-pop, J-pop e C-pop),
“Melhor Colaboração ou Performance em Dupla/Grupo de R&B”,
“Melhor Performance Vocal Pop Tradicional”,
“Melhor Álbum de Música Folclórica Tradicional”.
“As mudanças propostas pelos membros da nossa Academia de Gravação demonstram a amplitude da indústria musical atual e a diversidade de gêneros, técnicas e criadores que a moldam”, afirmou Harvey Mason Jr., CEO do Grammy, em comunicado oficial sobre as diretrizes da edição de 2027.
A organização também reformulou o seu sistema de votação com a introdução do mecanismo “Ballot Plus”.
A alternativa opcional permitirá que membros votantes com experiência comprovada em múltiplos gêneros expandam seus votos para até 15 categorias diferentes, superando o modelo padrão restrito.
O processo visa dar maior flexibilidade para profissionais que possuem créditos e contribuições técnicas validadas em diferentes frentes do ecossistema musical global.

Fonte: G1 Entretenimento

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Museu do Louvre está ‘no limite’, alerta novo presidente


Pessoas fazem fila do lado de fora do Museu do Louvre.
Michel Euler/AP
O Louvre, em crise desde o grande roubo de outubro do ano passado, está “no limite” e precisará investir grandes quantias para renovar suas infraestruturas antigas, afirmou nesta quarta-feira (17) o presidente do museu mais visitado do mundo.
“Podemos dizer sem rodeios: apesar de sua imponente majestade, apesar do empenho diário de suas equipes, é um Louvre no limite”, declarou Christophe Leribault em uma comissão do Senado francês. “Seus equipamentos, suas infraestruturas estão chegando ao fim de um ciclo”.
O roubo de várias joias da Coroa em 19 de outubro evidenciou as falhas de segurança e os atrasos acumulados na modernização das instalações do museu parisiense, que no ano passado recebeu nove milhões de visitantes.
“Estamos em uma encruzilhada: as urgências relativas ao edifício se acumulam e enfrentamos uma barreira de investimentos, o que, evidentemente, não é o que se quer ouvir”, declarou Leribault, nomeado para o cargo em fevereiro.
O funcionário também se referiu ao grande projeto de renovação do Louvre, anunciado no início de 2025 pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Esse plano inclui a criação de uma entrada adicional para o museu e a construção, no subsolo, de uma nova sala para expor a Mona Lisa, a estrela da pinacoteca.
São dois projetos com um valor total estimado em 660 milhões de euros (R$ 3,88 bilhões), dentro de um montante global de cerca de 1 bilhão de euros (R$ 5,88 bilhões de reais).
“Esses 660 milhões precisam ser cobertos por meio de mecenato”, explicou Leribault, acrescentando que cerca da metade desse valor seria proveniente da exploração da marca do Louvre em Abu Dhabi, onde o museu abriu uma sede em 2017.
Agora no g1
“Os demais terão de ser obtidos nos próximos meses junto de grandes empresas e doadores individuais”, detalhou.
Ao falar sobre a segurança do museu, Leribault afirmou que estão sendo abordadas “as urgências que se impõem” e anunciou a implementação, a partir de janeiro de 2027, do novo sistema de vigilância por vídeo do perímetro.
“Claro, instalamos com urgência algumas câmeras adicionais em locais absolutamente nevrálgicos cuja deficiência havíamos constatado, mas não se pode criar toda uma nova rede com centenas de câmeras sem reforçar a estrutura técnica”, explicou.
“A ferida do roubo e o trauma dos meses que se seguiram continuam sendo muito intensos no museu”, admitiu.
Novo diretor assume comando do Louvre após roubo das joias e série de crises internas

Fonte: G1 Entretenimento

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Rod Stewart é criticado por ir à Copa do Mundo um dia após cancelar show por problemas de saúde


Rod Stewart, nas cores da bandeira da Ucrânia, em Ribeirão Preto (SP)
Rogener Pavinski/g1
Rod Stewart está sendo criticado por fãs após comparecer em um jogo da Copa do Mundo horas depois de cancelar uma apresentação por problemas de saúde.
O cantor de 81 anos se apresentaria em Chula Vista, na California, no dia 12 de junho. Mas horas antes da apresentação, sua equipe anunciou o cancelamento da apresentação por recomendação médica.
“Rod Stewart, com muita tristeza, teve que cancelar seu show desta noite em Chula Vista, Califórnia. Ele viajou até o local e fez todo o possível para se apresentar, mas, por recomendação médica e após ser diagnosticado com uma infecção respiratória aguda que resultou em laringite, não poderá subir ao palco esta noite”, informava o comunicado.
Porém, no dia seguinte, o cantor apareceu em um voo particular seguindo para Boston para “ver a nossa Escócia na Copa do Mundo! Sem Escócia, sem festa”, segundo ele mesmo explicou nas redes sociais.
A postagem gerou uma onda de críticas contra o cantor.
“Perdeu o respeito pelos fãs”, escreveu um internauta. “Isso me parece bastante desonesto. Doente demais para se apresentar, mas disposto a viajar pelo país para ver um jogo de futebol?”, questionou outro.
“Milhares de pessoas foram mandadas para casa decepcionadas depois de investirem tempo, dinheiro e entusiasmo. er imagens de vocês aparentemente comemorando e viajando no dia seguinte para assistir a um jogo de futebol transmite uma mensagem profundamente lamentável”, seguiu outro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Filmes e séries para conhecer melhor as cidades-sede da Copa do Mundo


Cerimônia de abertura da Copa 2026 nos EUA
Reprodução/TV Globo
A Copa do Mundo de 2026 reúne 48 seleções em 16 cidades-sede espalhadas por Estados Unidos, México e Canadá.
Mas os palcos do torneio vão muito além do futebol: muitas dessas cidades serviram de cenário para filmes e séries que ajudaram a construir suas identidades culturais.
Para ajudar o torcedor a entrar no clima e mergulhar na atmosfera de cada região, o g1 reuniu filmes e séries que foram gravados nessas cidades ou que as colocam no centro de suas narrativas. Confira a lista abaixo:
Estados Unidos (11 Sedes)
Atlanta – “Atlanta” (2016-2022)
Donald Glover em cena da série ‘Atlanta’
Divulgação
A série acompanha Earnest “Earn” Marks (Donald Glover), um jovem que abandona a faculdade e decide gerenciar a carreira musical de seu primo, o rapper Paperboi.
Ambientada na indústria do hip-hop de Atlanta, na Geórgia, a produção mistura situações inusitadas e elementos surrealistas para discutir questões complexas sobre raça e o mercado do entretenimento no contexto norte-americano.
Boston – “Os infiltrados” (2006)
Martin Scorcese no set de “Os Infiltrados”
Divulgação
O longa transforma a cidade de Boston no cenário de uma tensa guerra entre a polícia local e o crime organizado.
Na trama, o jovem policial Billy Costigan (Leonardo DiCaprio) se infiltra na máfia irlandesa que comanda as ruas da região, enquanto um criminoso faz o caminho inverso e atua como informante dentro da corporação.
A produção usa a arquitetura urbana e a atmosfera cinzenta de Boston para construir um jogo de gato e rato onde a vida dupla dos protagonistas corre perigo constante.
Dallas – “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar” (1991)
Cena de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”
Divulgação
A cidade que ficou marcada na história mundial como o local do assassinato do ex-presidente americano John F. Kennedy.
Na trama, o promotor Jim Garrison (Kevin Costner) decide investigar os bastidores do crime por não aceitar a versão oficial das autoridades.
A produção utiliza os cenários reais da cidade e as teorias conspiratórias em torno do atentado político para construir um suspense de tribunal que questiona os segredos do governo americano.
Houston – “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995)
Trama acompanha três astronautas americanos a caminho de uma missão na Lua.
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O drama recria a histórica e tensa missão espacial comandada a partir de Houston, cidade que abriga a sede do centro de controle da Nasa.
Na história, três astronautas sofrem uma explosão na nave a caminho da Lua e iniciam uma corrida contra o tempo para retornar à Terra antes que o oxigênio acabe.
A produção popularizou a frase “Houston, temos um problema” e destaca o trabalho de engenharia e a mobilização em solo texano para salvar a tripulação.
Kansas City – “Kansas City” (1996)
“Kansas City” desdobra temas como amor, crime, raça e política na cidade de Kansas City dos anos 1930.
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A trama usa o cenário real da efervescência política e do controle das máquinas eleitorais da cidade de Kansas City, na década de 1930.
A história acompanha Blondie (Jennifer Jason Leigh), que sequestra a esposa de um influente político local na tentativa de usá-la como moeda de troca para salvar seu marido, capturado por um poderoso chefão do crime da região.
A produção explora as ruas, os interesses escusos e a corrupção que moldavam a cidade na véspera das eleições.
Los Angeles – “La La Land: Cantando Estações” (2016)
Ryan Gosling e Emma Stone em ‘La La Land: Cantando estações’
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O musical transforma as paisagens e os pontos turísticos de Los Angeles em cenário para os dilemas de um casal que tenta equilibrar o romance com a busca pelo sucesso profissional na meca do cinema.
Na trama, o pianista Sebastian (Ryan Gosling) e a atriz iniciante Mia (Emma Stone) se apaixonam enquanto enfrentam os desafios e a alta competitividade da indústria cultural da cidade.
A produção explora a atmosfera vibrante de Los Angeles como um local que acolhe sonhos e desilusões artísticas.
Miami – “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016)
André Holland e Trevante Rhodes em cena de ‘Moonlight’
Divulgação
O drama apresenta um retrato íntimo e poético da periferia de Miami, longe do glamour turístico habitualmente associado à cidade litorânea.
A história acompanha as diferentes fases da vida de Chiron, interpretado pelos atores Alex Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhodes, mostrando sua infância marcada pelo bullying, as crises de identidade na adolescência e a vida adulta marcada pelas consequências das experiências vividas na juventude.
A produção utiliza a luz e a atmosfera das comunidades de Miami para debater temas como masculinidade e vulnerabilidade social.
Nova York/Nova Jersey – “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019)
Cena de ‘Um Dia De Chuva Em Nova York’, de Woody Allen
Reprodução
O filme é uma carta de amor à Nova York, cenário onipresente na filmografia de Woody Allen, onde o cineasta frequentemente transforma a metrópole em um personagem central de suas histórias.
Na trama, o jovem Gatsby (Timothée Chalamet) planeja um fim de semana romântico na cidade ao lado de sua namorada, Ashleigh (Elle Fanning), mas o plano toma rumos inesperados.
A produção captura a energia, os encontros fortuitos e a atmosfera intelectual característica da visão de Allen sobre Manhattan.
Filadélfia – “Filadélfia” (1993)
Tom Hanks e Denzel Washington em cena do filme Filadélfia
Divulgação
O drama utiliza os tribunais da Filadélfia para construir uma narrativa poderosa sobre justiça e preconceito.
Na trama, Andrew Beckett (Tom Hanks) é um promissor advogado demitido de um tradicional escritório da cidade após seus chefes descobrirem que ele é portador do vírus do HIV.
Ele contrata Joe Miller (Denzel Washington) para processar os antigos empregadores em um julgamento histórico que força a conservadora sociedade local a encarar a homofobia e a discriminação.
São Francisco – “À Procura da Felicidade” (2006)
À procura da felicidade
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O drama utiliza o cenário urbano de São Francisco para ilustrar a difícil jornada de um pai de família em busca de estabilidade.
Na história, Chris Gardner (Will Smith) se torna pai solteiro após a partida da esposa, Linda (Thandie Newton), e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), o filho de apenas 5 anos.
Ele aceita um estágio não remunerado em uma corretora de ações na esperança de uma contratação futura, mas a falta de renda faz com que ambos sejam despejados.
Seattle – “Grey’s Anatomy” (2005- x)
A atriz Ellen Pompeo dá vida à protagonista Meredith Grey em cena gravada na cidade de Seattle.
Divulgação
A produção transformou a cidade de Seattle no epicentro do drama médico mais duradouro da televisão ao ambientar suas histórias no fictício Hospital Seattle Grace (mais tarde rebatizado como Grey Sloan Memorial).
A trama acompanha a rotina de Meredith Grey (Ellen Pompeo) e seus colegas que iniciam a carreira como residentes na instituição.
México (3 Sedes)
Imagem de drone mostra estádio de Guadalajara, no México, uma das sedes da Copa do Mundo 2026, que também será sediada nos Estados Unidos e no Canadá
Ivan Arias/Reuters
Cidade do México – “Roma” (2018)
Cena do filme mexicano ‘Roma’
Divulgação
O aclamado filme do diretor Alfonso Cuarón usa as ruas da Cidade do México da década de 1970 para construir uma crônica íntima e social baseada nas memórias de sua própria infância.
A trama acompanha a rotina de Cleo (Yalitza Aparicio), uma jovem indígena que trabalha como babá e empregada doméstica para uma família de classe média no bairro de Roma.
A produção utiliza a reconstituição histórica da capital mexicana, marcada por conflitos políticos e transformações urbanas, como pano de fundo para as mudanças coletivas e pessoais que afetam os moradores da casa.
Guadalajara – “Doña Herlinda y su hijo” (1985)
Filme “Doña Herlinda y su hijo” (1985)
Divulgação
O longa utiliza a tradicional e conservadora sociedade de Guadalajara da década de 1980 como pano de fundo para uma pioneira comédia de costumes LGBTQIA+.
Dirigida por Jaime Humberto Hermosillo, a trama acompanha Doña Herlinda (Guadalupe del Toro), uma mãe controladora que finge ignorar o romance de seu filho, o médico Rodolfo (Arturo Meza), com o estudante de música Ramón (Marco Antonio Treviño).
A produção explora os casarões e a rotina da cidade mexicana para mostrar como a estrutura familiar local lidava com as aparências, forçando um casamento heterossexual de fachada enquanto o casal de namorados continuava vivendo sob o mesmo teto.
Monterrey – “Ya no estoy aquí” (2019)
O aclamado drama utiliza os bairros populares e as áreas periféricas de Monterrey para retratar a contracultura da vertente musical “Cholombiana”, movimento periférico que marcou a juventude da região.
A história acompanha Ulises (Juan Daniel García Treviño), o líder de uma gangue pacífica apaixonada pelo ritmo desacelerado da cúmbia, que se vê forçado a fugir para os Estados Unidos para salvar a vida após um mal-entendido com um cartel local.
A produção explora as paisagens urbanas e os sotaques de Monterrey para construir uma narrativa sobre pertencimento, exílio e a violência que transformou a cidade.
Canadá (2 Sedes)
Segunda festa de abertura da Copa do Mundo 2026 no Estádio de Toronto, no Canadá
REUTERS/Claudia Greco
Toronto – “A Vida de Erica” (2009-2011)
Cena da série “A Vida de Erica”
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A série utiliza a cidade de Toronto como um personagem central que molda a jornada de amadurecimento e as viagens no tempo da protagonista.
Na trama, Erica Strange (Erin Karpluk) ganha a chance de revisitar e corrigir seus maiores arrependimentos do passado com a ajuda do misterioso terapeuta Dr. Tom (Michael Riley).
Sem esconder sua identidade canadense, a série percorre atrativos reais da região, transformando pontos turísticos emblemáticos como o castelo da Casa Loma e a famosa Ilha de Toronto em palcos para as crises e descobertas da personagem pelas ruas da cidade.
Vancouver – “Deadpool” (2016)
Locação do filme “Deadpool”
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Embora a história se passe em uma metrópole americana genérica e fictícia, os filmes são uma verdadeira ode urbana a Vancouver, cidade natal de Ryan Reynolds, intérprete do personagem-título.
A cena de ação que abre o primeiro filme foi rodada no Georgia Viaduct (um famoso viaduto no centro da cidade).
Outros pontos marcantes incluem as ruas históricas de Gastown, o tradicional portal de Chinatown e os becos industriais da região portuária.

Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Toy Story 5’, telas são o vilão da vez: ‘Toda criança e todo pai no mundo lida com tecnologia’


Woody e Buzz são passado em ‘Toy Story 5’ – e isso é ótimo
Não é de hoje que a tecnologia está entre as principais preocupações de pais na criação dos filhos – em especial, a relação das crianças com as telas. Em “Toy Story 5”, esse medo é compartilhado pelos protagonistas.
g1 já viu: ‘Toy Story 5’ prova que não precisa de Woody e Buzz com protagonista nova, humor e ternura
O novo filme da franquia sobre o que brinquedos fazem quando não estamos olhando estreia nesta quarta-feira (17) nos cinemas brasileiros com uma nova heroína no comando e uma nova/antiga ameaça.
O grande antagonista da vez é uma tablet infantil dada à jovem dona dos bonecos. A esperança é que o aparelho a ajude a fazer amigos.
Mas Jessie, a vaqueira da turma de Woody apresentada em “Toy Story 2” (1999) e alçada a protagonista ao final do quarto filme, não acredita que a novata seja a forma ideal de criar conexões verdadeiras.
A disputa entre brinquedos analógicos e tecnologia não é novidade, é claro. Existe pelo menos desde os anos 1990, com a popularização de videogames, mas os criadores da animação acreditam que agora o assunto é inevitável.
“Provavelmente poderíamos ter feito há cinco anos, mas levamos esse tempo todo para fazê-lo (o filme)”, diz a produtora Lindsey Collins em entrevista ao g1. Parte da equipe do estúdio Pixar desde 1997, ela fez parte do desenvolvimento de clássicos como “Wall-E” (2008).
“Ah, toda criança no mundo, e todo pai no mundo, todo mundo no mundo lida com a realidade do que é ter tecnologia em suas vidas, e o conflito sobre quanto tempo você dedica a ela.”
Cena de ‘Toy Story 5’
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Jessie vs. Tec é o novo ‘Woody mais Buzz’?
A ideia nasceu do veterano Andrew Stanton. Depois de escrever todos os filmes da série, ele assume a direção pela primeira vez, ao lado da estreante McKenna Harris.
Nesses sete anos desde “Toy Story 4”, o estúdio procurava o cineasta ideal para contar um novo episódio da franquia. Até que o diretor de “Procurando Nemo” (2003) avisou que tinha a ideia certa para Jessie.
“Obviamente, depois disso, levamos um longo tempo para chegar até a história do filme”, afirma Collins.
“Mas eu acho que teve um momento de verdade em que todos pensamos: ‘Ah, Jessie mais tecnologia no mesmo quarto…’. Parecia quase como foi com Woody mais Buzz, sabe?”
Ela se refere, é claro, à antiga dupla de protagonistas. Os dois até dão as caras no filme, mas ajudam a fortalecer a posição da ruivinha como líder.
Por isso, o roteiro assinado pelos diretores também explorou um pouco mais do passado da boneca, que, ao contrário do cowboy e do astronauta, já está em sua terceira humana.
A pequena Bonnie, atual dona de Jessie, aliás, também ganha uma importância inédita na série, que sempre deu muito mais atenção aos brinquedos.
“Acho que esses dois elementos nos levaram a pensar que essa é uma história um pouco diferente para ‘Toy Story’, de uma maneira boa, em relação às anteriores.”
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação
Potencial bilionário
Para muitos especialistas, “Toy Story 5” tem potencial para conseguir mais de US$ 1,5 bilhão em bilheterias ao redor do mundo.
O valor a colocaria no top 5 das maiores arrecadações de animações de todos os tempos – o topo pertence ao fenômeno chinês “Ne Zha – O Renascer da Alma” (2025), com mais de US$ 2,2 bilhões obtidos quase exclusivamente na China.
Certamente seria o suficiente para fazer do filme uma das maiores bilheterias de 2026, ano que tem dado esperança à indústria, que vê sinais de crescimento após quedas sucessivas em arrecadações desde a pandemia.
Mas, mesmo entre cenários negativos, animações sempre se mantiveram como uma luz de farol para estúdios e exibidores.
“Se fizermos tudo certo, são filmes feitos para todo mundo. Não é como: ‘Ah, temos de esperar algum tempo específico quando não estamos com as crianças’. Ou algo que elas não querem ver”, fala a produtora.
“Oferecemos uma experiência grandiosa, em escala grande, que as pessoas querem ver em uma tela grande. Algo que vale a pena ir ao cinema para ver. E, espero, que ‘Toy Story 5’ também faça isso.”
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Violonista Marcel Powell e bandolinista Daniel Migliavacca expõem a eternidade de Garoto em EP agendado para julho


Capa do EP ‘Garoto’, de Marcel Powell e Daniel Migliavacca
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♫ NOTÍCIA
♬ Em outubro de 2019, o bandolinista curitibano Daniel Migliavacca convidou o violonista francês Marcel Powell – nascido em Paris, mas criado no Brasil com a benção de ser filho de Baden Powell (1937 – 2000), um dos mais importantes e referenciais violonistas brasileiros – para show focado nos cancioneiros do violonista Garoto e do cavaquinhista Waldir Azevedo (1923 – 1980).
Foi evidenciada naquele momento, no palco do Teatro Paiol, uma afinidade entre os dois instrumentistas perpetuada no EP “Garoto”, programado para ser lançado em 10 de julho em edição da gravadora Mills Records. Trata-se de EP ao vivo em que Marcel e Migliavacca tocam cinco temas do repertório autoral de Aníbal Augusto Sardinha (28 de junho 1915 – 3 de maio 1955), o violonista e compositor paulistano conhecido pelo nome artístico de Garoto.
Aliado ao requinte da obra autoral do compositor, o toque moderno e progressista do violonista deu ao artista o passaporte para a eternidade na história da música brasileira. É nessa modernidade atemporal da obra do compositor que Louis Marcel Powell de Aquino – violonista de escalas rápidas, já respeitado pela discografia consistente – e Daniel Migliavacca celebram nas cinco faixas do EP “Garoto”.
Aberto com o samba “Lamentos do morro” (1950), o EP segue com o sofisticado samba-canção “Duas contas” (1951), abordado com novos caminhos harmônicos, mas sem desconfigurar o recorte melódico.
Na sequência do EP, o duo executa a canção “Gente humilde”, cuja melodia tristonha, apresentada por Garoto em 1945, teve a melancolia devidamente impressa na letra escrita por Vinicius de Moraes (1913 – 1980) com a colaboração de Chico Buarque e apresentada em 1969.
O repertório do EP “Garoto” é completado por “Jorge do Fusa” – choro lançado oficialmente em disco em 1980, mas composto em 1950 por Garoto e então letrado pelo pianista e compositor Mário Albanese – e “Vamos acabar com o baile” (1952), outro choro, este de toque buliçoso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Neymar fecha acordo com plataforma de vídeos verticais feitos com IA


Neymar será ‘protagonista’ de vídeos feitos com IA
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Neymar Jr. fechou uma parceria com a plataforma FlareFlow, especializada em séries de 1 minuto no formato vertical, para criação de histórias com atores reais e produzidas por inteligência artificial feitas com sua imagem.
Ao todo, serão produzidos 16 conteúdos com o jogador da seleção brasileira, e o primeiro deles será lançado nesta sexta-feira (19).
Durante o anúncio da parceria, o CEO da FlareFlow, James Wang, disse que a parceria com Neymar visa um alcance “sem precedentes” dos microdramas.
Agora no g1
“Esta parceria representa um momento decisivo para o ecossistema global do entretenimento. Neymar é um dos atletas com maior apelo comercial do planeta. Unir seu poder de estrela global aos nossos fluxos de trabalho criativos avançados com IA nos permite expandir os limites da narrativa em uma escala sem precedentes.”
Além da distribuição global via FlareFlow, os conteúdos com Neymar também serão compartilhados na China por meio da plataforma Xiaohongshu, que tem um alcance diário de 200 milhões de pessoas no país.
Segundo o site “DEADLINE”, a empresa já divulgou os títulos e sinopses dos seis primeiros projetos:
O caminho de volta para glória
Após uma traição devastadora destruir sua carreira, um prodígio do futebol em decadência luta contra a dor, a desgraça e probabilidades impossíveis em busca de uma última chance de redenção no maior palco do mundo.
O sistema playboy: conquistando as deusas
Quando Neymar misteriosamente perde sua capacidade para o futebol, ele precisa completar uma missão sobrenatural para vencer cinco mulheres poderosas ou perderá seu talento para sempre.
Astro do futebol sequestrado para a Galaxy Cup: marque ou morra!
Sequestrado no meio da final da Copa do Mundo, Neymar é forçado a participar de um torneio intergaláctico de alto risco, onde a vitória é a única chance de sobrevivência da humanidade.
Neymar falso, Deus verdadeiro
Ao acordar sessenta anos no futuro, em seu próprio funeral, Neymar precisa reconstruir seu legado destruído e provar que ainda é o rei predestinado do futebol.
Projeto para lenda: NEY 10
Destroçado e humilhado após um ataque brutal, Neymar desperta um misterioso sistema de poder que lhe oferece um caminho aparentemente impossível de volta à grandeza no futebol.
O zelador manco é o verdadeiro rei do futebol mundial
Rejeitado como um zelador aleijado, uma lenda decadente do futebol retorna secretamente das sombras para expor uma traição e recuperar a coroa que lhe foi roubada.

Fonte: G1 Entretenimento

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Amanda Sarmento busca a luz entre o rap, o trap e o R&B do álbum de estreia, ‘Eclipse’, produzido por Iuri Rio Branco


Cantora e compositora de rap e R&B, Amanda Sarmento lança o primeiro álbum, ‘Eclipse’, na sexta-feira, 19 de junho
Wallace Domingues / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora e compositora carioca, a rapper Amanda Sarmento lança o primeiro álbum na sexta-feira, 19 de junho. Gravado pela artista com produção musical de Iuri Rio Branco, o álbum se chama “Eclipse” e transita por rap, trap e R&B ao longo de 12 faixas.
Precedido pelos singles “Quente” e “Submersa” (este com feat de Amanda com Tássia Reis), o álbum “Eclipse” traz a participação de Dona Maria Poeta – escritora de 89 anos e avó da atriz Clara Moneke, empresária de Amanda Sarmento – no interlúdio “Chega mais perto”. Já o rapper paulistano Ruas MC faz feat com a cantora em “Eu já sofri demais”.
As oito faixas que completam o repertório do álbum “Eclipse” são “Assalto”, “Eu não ligo”, “Manifesto”, “Me deixa livre”, “Mulher”, “Soul eu”, “Obsessão” e “Vc no plantão”.
Amanda relata que apresenta álbum construído a partir de vivências, transformações e descobertas, fazendo analogia entre a criação do disco e o fenômeno astronômico. “O eclipse é um fenômeno que acontece quando algo encobre a luz por um instante, mas sem apagar sua existência. Acho que isso conversa muito com os ciclos emocionais que vivemos. O álbum ‘Eclipse’ é um trabalho sobre atravessar sombras, se perder, se reencontrar e entender que a própria escuridão também pode revelar coisas sobre quem somos”, conceitua Amanda Sarmento.
Capa do álbum ‘Eclipse’, de Amanda Sarmento
Wallace Domingues / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento