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Milton Nascimento, 80 anos: Eis 80 músicas que atestam a grandeza e a originalidade da obra do compositor


♪ MILTON NASCIMENTO 80 ANOS – Fosse somente cantor, Milton Nascimento já estaria eternizado na galeria dos grandes intérpretes da música brasileira. Um dos maiores de todos os tempos pelo alcance e expressividade da voz que Elis Regina (1945 – 1982), cantora preferencial do artista, caracterizou como divina.
Contudo, Milton Nascimento é também compositor que faz jus à qualificação de gênio pela obra que vem construindo desde a primeira metade dos anos 1960 com arquitetura absolutamente original. A mistura de toada mineira, Beatles, música sacra, jazz e latinidade gerou cancioneiro sem precedentes na linha evolutiva da música do Brasil.
Para homenagear o compositor no dia do 80º aniversário de Milton Nascimento, 26 de outubro de 2022, o Blog do Mauro Ferreira lista 80 músicas compostas por Milton e gravadas na discografia oficial do artista. Por esse critério, o de constar na obra de Milton, há ausências de títulos importantes desse cancioneiro, como Cigarra (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1978), música feita para Simone e gravada por Milton somente em disco da cantora, em 2005.
♪ Eis, em ordem cronológica, 80 músicas feitas por Milton Nascimento – sozinho ou com parceiros amigos como Fernando Brant (1946 – 2015), Marcio Borges, Ronaldo Bastos, Ruy Guerra, Chico Buarque e Caetano Veloso – que atestam a grandeza e a originalidade da obra do compositor de origem carioca e alma mineira:
1. Barulho de trem (Milton Nascimento, 1964) – O ponto de partida em estação de Minas Gerais, como integrante do Conjunto Holiday, em EP (compacto duplo) gravado em São Paulo.
2. Canção do sal (Milton Nascimento, 1965) – Primeiro registro da música que Elis Regina lançaria no ano seguinte, projetando o compositor. A gravação foi feita por Milton com o Aécio Flávio Sexteto para o álbum coletivo Música Brasileira em Expansão.
3. Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967) – A explosão nacional em palco de festival
4. Morro velho (Milton Nascimento, 1967) – Um recorte da desigualdade social do Brasil em obra-prima lançada em LP do festival de 1967 e regravada no primeiro álbum solo do cantor no mesmo ano.
5. Outubro (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967) – Um novo canto surgido do lamento.
6. Três pontas (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1967) – Título inaugural da parceria com o poeta e letrista fluminense Ronaldo Bastos.
7. Crença (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1967) – Nasce a vida na parceria com Marcio Borges.
8. Maria minha fé (Milton Nascimento, 1967) – A primeira Maria da obra de Milton.
9. Vera Cruz (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1968) – Pranto e dor em música apresentada em festival.
10. Sentinela (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1968) – Título sagrado lançado em single um ano antes de abrir o terceiro álbum do cantor.
11. Tarde (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1969) – Poesia nas sombras e na dor.
12. Beco do Mota (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1969) – Retrato de um beco chamado Brasil.
13. Pai Grande (Milton Nascimento, 1969) – Lembranças paternas do guerreiro.
14. Aqui é o país do futebol (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1970) – Recado político no samba gravado para filme sobre um craque dos gramados.
15. Clube da Esquina (Milton Nascimento, Marcio Borges e Lô Borges, 1970) – Retrato da noite que chega nas esquinas de Belo Horizonte e do Brasil.
16. Cravo e canela (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) – Tempero forte na música lançada por Milton em single com Lô Borges, Beto Guedes e o grupo Som Imaginário.
17. Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) – Com o pé na estrada em gravação do mesmo single coletivo de 1971.
18. Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) – No porto da poesia em canção emblemática do álbum gregário Clube da Esquina.
19. San Vicente (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1972) – Minas desemboca na América Latina com sabor de vidro e corte.
20. Clube da Esquina 2 (Milton Nascimento, Marcio Borges e Lô Borges, 1972) – Manifesto dos sonhos que não envelhecem.
21. Um gosto de sol (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) – Lembranças de risos e sonhos.
22. Lília (Milton Nascimento, 1972) – Porque o amor de mãe prescinde de palavras.
23. Milagre dos peixes (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1973) – Recado para quem queria ocultar o nascimento do sol.
24. Cadê? (Milton Nascimento e Ruy Guerra, 1973) – Alerta sobre a noite escura da floresta.
25. Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974) – Canção com o brilho cego da paixão.
26. Conversando no bar (Saudade dos aviões da Panair) (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974) – Lembranças de tempos em que o ar era mais puro.
27. Ponta de areia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974) – O velho maquinista com seu boné lembra que a Maria Fumaça não canta mais.
28. Bodas (Milton Nascimento e Ruy Guerra, 1974) – Um recado para a corte.
29. Paula e Bebeto (Milton Nascimento e Caetano Veloso, 1975) – Porque qualquer maneira de amor valerá.
30. Menino (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1976) – Um grito na multidão.
31. Maria Maria (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976) – Um hino de exaltação às mulheres que têm fé na vida.
32. Circo Marimbondo (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1976) – No picadeiro com Clementina de Jesus (1901 – 1987).
33. Raça (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976) – Ode à força e à magia do povo preto.
34. A lua girou (Tema de domínio público em adaptação de Milton Nascimento, 1976) – Um compasso traçado no céu.
35. O cio da terra (Milton Nascimento e Chico Buarque, 1977) – Afago na terra na primeira fecunda parceria com Chico Buarque.
36. Primeiro de maio (Milton Nascimento e Chico Buarque, 1977) – O amor no Dia do Trabalho.
37. Caxangá (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1977) – Na luta da vida.
38. Credo (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1978) – Fé no povo e na esperança.
39. O que foi feito deverá (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1978) – Outros outubros virão.
40. O que foi feito de Vera (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1978) – A vida na palma da paixão.
41. Canção amiga (Milton Nascimento e Carlos Drummond de Andrade, 1978) – Uma canção para acordar os Homens.
42. Canção da América (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1979) – Porque amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito.
43. Povo da raça Brasil (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1979) – Fé na vida e pé na terra para carregar a cruz nacional.
44. Bicho homem (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1980) – O canto é um farol que acende a paixão.
45. Roupa Nova (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1980) – Música que batizou o grupo carioca.
46. Bola de meia, bola de gude (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1980) – O menino salta do coração.
47. Nos bailes da vida (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981) – O hino de quem vai aonde o povo está.
48. Coração civil (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981) – Teimosia do coração que bate com a esperança de ver realizado sonho nacional.
49. Sonho de moço (Milton Nascimento e Francis Hime, 1981) – Primeira parceria com Francis Hime.
50. Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981) – Na estação da vida.
51. Vevecos, panelas e canelas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981) – Canção alegre de bem com a vida.
52. Ânima (Milton Nascimento e Zé Renato, 1982) – A alma do compositor.
53. Fruta boa (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1982) – O sabor do amor maduro.
54. Solar (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1982) – Canção lançada com o brilho da voz de Gal Costa.
55. As várias pontas de uma estrela (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1982) – Um menino brasileiro atravessa o imenso véu.
56. Certas canções (Milton Nascimento e Tunai, 1982) – Canções que chegam como o amor.
57. Essa voz (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1982) – Réquiem para Elis, essa mulher.
58. Coração de estudante (Milton Nascimento e Wagner Tiso, 1983) – Bate outra vez a esperança juvenil de um Brasil mais justo.
59. Menestrel das Alagoas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1983) – Homenagem a Teotônio Vilela (1917 – 1983).
60. Pra eu parar de me doer (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1984) – Canção para ser feliz.
61. Portal da cor (Milton Nascimento e Ricardo Silveira, 1985) – Entrada para o jazz na obra de Milton.
62. Quem perguntou por mim (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1985) – Ligação entre amigos.
63. Noites do sertão (Milton Nascimento e Tavinho Moura, 1985) – Perigo na paisagem rural.
64. Canções e momentos (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1986) – A magia da música que une palco e plateia.
65. A barca dos amantes (Milton Nascimento e Sergio Godinho, 1986) – Parceria de além-mar nas águas que ligam Brasil e Portugal.
66. Feito nós (Milton Nascimento e Paulo Ricardo, 1987) – Milton com o RPM.
67. Me faz bem (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1987) – Sensualidade em canção lançada por Gal e gravada por Milton em 2010.
68. River Phoenix (Carta a um jovem ator) (Milton Nascimento, 1988) – A paixão nascida na tela do cinema.
69. A terceira margem do rio (Milton Nascimento e Caetano Veloso, 1990) – Nas águas da prosa poética de Guimarães Rosa (1908 – 1967).
70. Coisas da vida (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1990) – No lindo lago do amor.
71. Sofro calado (Milton Nascimento e Régis Faria, 1993) – O amor comprimido em cinco versos.
72. Coisas de Minas (Milton Nascimento e Wilson Lopes, 1993) – Ressoam os tambores e os sons das Geraes.
73. O rouxinol (Milton Nascimento, 1997) – O canto que trouxe Milton de volta à vida e à música.
74. Levantados do chão (Milton Nascimento e Chico Buarque, 1997) – Reergue-se a parceria entre dois gigantes da MPB.
75. Dinamarca (Milton Nascimento e Gilberto Gil, 2000) – Destaque do álbum de Milton com Gil.
76. A feminina voz do cantor (Milton Nascimento e Fernando Brant, 2002) – O canto gerado pela mulher.
77. Tristesse (Milton Nascimento e Telo Borges, 2002) – Dueto com Maria Rita, filha de Elis.
78. Pietá (Milton Nascimento e Chico Amaral, 2002) – Canção fraterna em parceria com letrista do Skank.
79. E a gente sonhando (Milton Nascimento, 2010) – Canção-título do último álbum de músicas inéditas.
80. O ateneu (Milton Nascimento e Fernando Brant, 2010) – A paixão que mata a dor e liberta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guilherme Briggs atende pedido dos fãs e dubla Henry Cavill em vídeo de retorno do Superman


Vídeo de dublador oficial do personagem, morador de Teresópolis (RJ), causou arrepio na web: ‘Quem não arrepiou perdeu toda a capacidade de sentir! Guilherme Briggs ouviu pedido dos fãs e dublou ator Henry Cavill em vídeo sobre retorno do Superman
Reprodução redes sociais/Montagem g1
Guilherme Briggs é um dos maiores nomes da dublagem brasileira. O morador de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, possui diversos personagens no currículo e um dos mais famosos, é o Superman.
Nesta terça-feira (24), atendendo aos pedidos dos fãs, ele postou nas redes sociais um vídeo dublando Henry Cavill, ator que interpreta o Superman/Clark Kent nos cinemas e que anunciou sua volta às telas com o personagem.
“Depois que o querido Henry Cavill anunciou que está de volta ao Superman, muitos seguidores me pediram pra dublar ele nesse vídeo tão especial. Fiz com carinho pra gente e pro Henry também. Um beijo a todos”, postou Guilherme.
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No Twitter, até a publicação dessa reportagem, a postagem tinha mais de 2.491 retweets e 18,1 mil curtidas. Já no Instagram, a publicação contava com quase 67 mil curtidas e mais de 2.300 comentários.
O dublador é apadrinhado por Orlando Drummond e tem em seu currículo personagens como Super-Homem, Buzz Lightyear, Rei Julien, Optimus Prime. Atores como Denzel Washington, Owen Wilson e Dwayne Johnson também já foram dublados por ele.
Guilherme Briggs empresta a voz para Super-Homem há anos e postou vídeo dublando o ator Henry Cavill
Guilherme Briggs/Acervo pessoal
Guilherme mora desde dezembro de 2021 na cidade da Região Serrana, que, pra ele, é a realização de um sonho. Foi em Teresópolis, inclusive, que o dublador passou por uma situação um tanto inusitada em abril de 2022. Ele estava passando pela feirinha da cidade quando durante uma entrada ao vivo para o RJ1, o repórter Barney Campos o entrevistou, mas apesar de famoso pela dublagem de ícones do cinema, não foi reconhecido pelo jornalista na ocasião. Relembre no vídeo abaixo.
Repórter se reconcilia com dublador de Super-Homem após entrevista sem notar ser o ídolo
O vídeo fez sucesso nas redes sociais e quase três meses depois, Barney Campos foi até a casa de Guilherme se redimir e bater um papo sobre a carreira, a relação com a cidade e a influência do pai de Briggs na carreira do filho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Do Amor lança bossa com letra ‘foguenta’ como décimo single de álbum que sai até o fim do ano


♪ Em 2016, a banda carioca Do Amor criou sob encomenda a trilha sonora de projeto institucional. Para essa trilha, o baixista Ricardo Dias Gomes compôs tema instrumental de clima bossa-novista. Três anos depois, em 2019, o guitarrista Gustavo Benjão e o baterista Marcelo Callado puseram no tema uma letra caracterizada por Callado como “simples e foguenta”.
É com essa letra que a música, intitulada Nossa bossa, chega hoje ao mundo digital em single que compõe o próximo álbum desse quarteto também integrado pelo guitarrista Gabriel Mayall. Com gravação feita com produção musical do próprio grupo, Nossa bossa já é o décimo single do álbum previsto para ser lançado por Do Amor ainda neste ano de 2022, via Balaclava Records.
Antes de Nossa bossa, single masterizado por Martin Scian, como exposto na capa evocativa da arte dos discos editados pela gravadora Elenco nos anos 1960, a banda Do Amor lançou ao longo do ano os singles Mãezinha, A morte do amor, Surfar um processo, Projeto psiquiatria, Meu filhão, Por essa rua é ruim, Há, Piuí e Nefelibata.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel revive repertório da dupla com João Paulo em gravação de show com 22 nomes do universo sertanejo


Luan Santana, Michel Teló e Chitãozinho & Xororó integram a lista de convidados do registro audiovisual agendado para dezembro em São Paulo. ♪ Enquanto apresenta a série colaborativa de singles Duas vozes, Daniel se prepara para fazer em 21 de dezembro, na cidade de São Paulo (SP), o registro audiovisual de show comemorativo dos 40 anos de carreira do cantor paulista – ainda que, a rigor, o artista tenha entrado oficialmente em cena há 42 anos, em 1980.
Só que o recorte retrospectivo da gravação ao vivo será específico. Como já explicita o título Daniel canta João Paulo & Daniel – 40 anos de história, o roteiro do show estará centrado no repertório da dupla que o cantor, nascido em Brotas (SP), formou com o conterrâneo João Paulo (28 de julho de 1960 – 12 de setembro de 1997), morto há 25 anos em acidente de carro.
Por conta da homenagem a João Paulo, a lista de convidados da gravação do show é extensa e reúne 22 nomes do universo sertanejo.
Em ordem alfabética, Daniel cantará na casa Vibra São Paulo com Ataíde & Alexandre, Bruno & Marrone, César Menotti & Fabiano, Cezar & Paulinho, Chitãozinho & Xororó, Edson & Hudson, Fernando & Sorocaba, Gian & Giovani, Guilherme & Santiago, Henrique & Juliano, João Bosco & Vinicius, João Neto & Frederico, Jorge & Matheus, Luan Santana, Maiara & Maraisa, Marcos & Belutti, Michel Teló, Paraná, Rick & Renner, Rionegro & Solimões e Zé Neto & Cristiano, além de uma atração ainda não revelada.

Fonte: G1 Entretenimento

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James Gunn é nomeado copresidente-executivo do DC Studios ao lado de Peter Safran


Diretor de ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘O Esquadrão Suicida’ assume como um dos chefes do estúdio responsável por adaptações dos quadrinhos da editora. James Gunn nas filmagens de ‘Guardiões da Galáxia’
Divulgação/Disney
James Gunn foi anunciado como um dos novos presidentes do DC Studios, estúdio responsável por adaptações dos quadrinhos da editora em filmes, séries e animações, de acordo com a revista “Hollywood Reporter”.
O cineasta, conhecido por seu trabalho em filmes baseados em gibis como os dois “Guardiões da Galáxia” e “O Esquadrão Suicida” (2021), divide a liderança da nova subdivisão da Warner Bros. com o produtor Peter Safran.

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Jabuti divulga finalistas de 2022


64ª edição da principal premiação de literatura no Brasil está dividia nos eixos de Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. O vencedor do Livro do Ano leva R$ 100 mil. Prêmio Jabuti divulga lista de finalistas de 2022
Jessica Ruscello / Unsplash
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou nesta terça-feira (25) os livros finalistas da 64ª edição do Prêmio Jabuti.
Foram selecionados dez finalistas para as vinte categorias que foram divididas nos eixos Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. O vencedor de Livro do Ano leva R$ 100 mil. Este ano, a CBL recebeu mais de 4,2 mil inscrições nesta primeira etapa.
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Veja a lista dos finalistas das principais categorias do Prêmio Jabuti:
Literatura
Conto
“A cicatriz e outras histórias” | Autor(a): Bernardo Kucinski | Editora(s): Alameda Casa Editorial
“A dama de branco” | Autor(a): Sérgio Sant’Anna | Editora(s): Companhia das Letras
“A ilha dos sentimentos perdidos” | Autor(a): Hada Maller | Editora(s): Obra Independente
“A mulher que pariu um peixe e outros contos fantásticos de Severa Rosa” | Autor(a): Rai Soares | Editora(s): Jandaíra
“A vestida: contos” | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Malê
“Como pássaros no céu de Aruanda” | Autor(a): Paty Wolff | Editora(s): Entrelinhas Editora
“Erva brava” | Autor(a): Paulliny Tort | Editora(s): Fósforo
“O castiçal florentino: Contos” | Autor(a): Paulo Henriques Britto | Editora(s): Companhia das Letras
“Pretos em Contos – Volume 2” | Autor(a): Cristiane Sobral e Plínio Camillo | Editora(s): Aldeia de Palavras
“Zaranza” | Autor(a): Rita de Podestá | Editora(s): Reformatório
Crônica
“A lua na caixa d’água” | Autor(a): Marcelo Moutinho | Editora(s): Malê
“Crônicas de pai” | Autor(a): Leo Aversa | Editora(s): Intrínseca
“Diário do Bolso 5 – 1001 dias que foram noites” | Autor(a): Ivo Minkovicius e José Roberto Torero | Editora(s): Padaria de Livros
“Mas em que mundo tu vive?” | Autor(a): José Falero | Editora(s): Todavia
“Na barriga do lobo” | Autor(a): Luís Henrique Pellanda | Editora(s): Arquipélago Editorial
“Natureza: a arte de plantar” | Autor(a): Leonardo Fróes | Editora(s): Cepe
“Os sabiás da crônica” | Autor(a): Augusto Massi | Editora(s): Autêntica
“Qualquer lugar menos agora” | Autor(a): J. P. Cuenca | Editora(s): Record
“Restos & Rastros” | Autor(a): Livia Garcia-Roza | Editora(s): Geração Editorial
“Vida desinteressante” | Autor(a): Victor Heringer | Editora(s): Companhia das Letras
Histórias em Quadrinhos
“A menor distância entre dois pontos é uma fuga” | Autor(a): Gabriel Nascimento e João Henrique Belo | Editora(s): Obra Independente
“Arlindo”| Autor(a): Luiza de Souza (Ilustralu) | Editora(s): Seguinte
“Brega Story” | Autor(a): Gidalti Jr. e Victor Marcello | Editora(s): Brasa Editora
“Cidade pequenina” | Autor(a): Aldo Solano e Camilo Solano | Editora(s): Pipoca & Nanquim
“Escuta, formosa Márcia” | Autor(a): Marcello Quintanilha | Editora(s): Veneta
“Gioconda” | Autor(a): Felipe Pan, Mariane Gusmão e Olavo Costa | Editora(s): Nemo
Shamisen: canções do mundo flutuante | Autor(a): Guilherme Petreca e Tiago Minamisawa | Editora(s): Pipoca & Nanquim
Infantil
Conte mais uma vez | Autor(a): Weberson Santiago | Editora(s): Yellowfante
Formigável | Autor(a): Janaína de Figueiredo e Rafa Antón | Editora(s): AletriaFormigável | Autor(a): Janaína de Figueiredo e Rafa Antón | Editora(s): Aletria
O jabuti não tá nem aí | Autor(a): Dalton Paula e Itamar Assumpção | Editora(s): Caixote
Uma planta muito faminta | Autor(a): Renato Moriconi | Editora(s): Companhia das Letrinhas
Vidas de porcelana | Autor(a): Ana Laura Alvarenga e Ana Rapha | Editora(s): Duna Dueto
Juvenil
As Casas de Unzó | Autor(a): Ciano | Editora(s): Obra Independente
Enedina Marques: mulher negra pioneira na engenharia brasileira | Autor(a): Lindamir Salete Casagrande | Editora(s): Inverso
O serviço de entregas monstruosas | Autor(a): Jim Anotsu | Editora(s): Intrínseca
Recãomeço | Autor(a): Rafael Tinoco de Araújo | Editora(s): ViseuRecãomeço | Autor(a): Rafael Tinoco de Araújo | Editora(s): Viseu
Super-Ulisses | Autor(a): Caio Tozzi e Renato Drigues | Editora(s): Escarlate
Poesia
Até aqui | Autor(a): Lubi Prates | Editora(s): Peirópolis
Extraquadro | Autor(a): Ricardo Aleixo | Editora(s): Impressões de Minas
Impressão sua | Autor(a): André Dahmer | Editora(s): Companhia das Letras
Palavra Preta | Autor(a): Tatiana Nascimento | Editora(s): Organismo
Risque esta palavra | Autor(a): Ana Martins Marques | Editora(s): Companhia das Letras
Robinson Crusoé e seus amigos | Autor(a): Leonardo Gandolfi | Editora(s): Editora 34
Say it (over and over again) | Autor(a): Max Martins | Editora(s): Editora da Universidade Federal do Pará
Também guardamos pedras aqui | Autor(a): Luiza Romão | Editora(s): Nós
Romance de Entretenimento
O céu entre mundos | Autor(a): Sandra Menezes | Editora(s): Malê
O clube dos amigos imaginários | Autor(a): Glau Kemp | Editora(s): Verus
O drible da vaca | Autor(a): Mario Prata | Editora(s): Record
O leão do Oeste – Livro 2: A ascensão do amaldiçoado | Autor(a): André Carvalho | Editora(s): Obra Independente
O último ancestral | Autor(a): Ale Santos | Editora(s): HarperCollins Brasil
Olhos de pixel | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Plutão Livros
Porco de Raça | Autor(a): Bruno Ribeiro | Editora(s): Darkside
Quando os mortos falam | Autor(a): Cláudia Lemes | Editora(s): Avec Editora
Se a casa 8 falasse | Autor(a): Vitor Martins | Editora(s): Globo / Alt
Romance Literário
A palavra que resta | Autor(a): Stênio Gardel | Editora(s): Companhia das Letras
Pequena coreografia do adeus | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
Uma tristeza infinita | Autor(a): Antônio Xerxenesky | Editora(s): Companhia das Letras
Vozes de retratos íntimos | Autor(a): Taiasmin Ohnmacht | Editora(s): Taverna
Não Ficção
Artes
Carnaval-Ritual: Carlos Vergara e Cacique de Ramos | Autor(a): Maurício Barros de Castro | Editora(s): Cobogó
Catálogo da Mostra Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas (2a. Edição) | Autor(a): Joana Brandão Tavares | Editora(s): Obra Independente
Direito, Arte e Negritude | Autor(a): Rebeca de Souza Vieira e Veyzon Campos Muniz | Editora(s): Fi
Letras que flutuam | Autor(a): Fernanda Martins | Editora(s): Secretaria de Estado de Cultura do Pará
Performances do tempo espiralar, poéticas do corpo-tela | Autor(a): Leda Maria Martins | Editora(s): Cobogó
Tríbades, safistas, sapatonas do mundo, uni-vos: investigações sobre a poética das lesbianidades | Autor(a): Leíner Hoki | Editora(s): Margem da Palavra / Urutau
Biografia e Reportagem
Banzeiro òkòtó: uma viagem à Amazônia Centro do Mundo | Autor(a): Eliane Brum | Editora(s): Companhia das Letras
Guignard: Anjo mutilado | Autor(a): Marcelo Bortoloti | Editora(s): Companhia das Letras
João Cabral de Melo Neto: Uma biografia | Autor(a): Ivan Marques | Editora(s): Todavia
Lula: Biografia – Volume I | Autor(a): Fernando Morais | Editora(s): Companhia das Letras
Memórias Sangradas: vida e morte nos tempos do cangaço | Autor(a): Daniel Brito e Ricardo Beliel | Editora(s): Olhares
O ar que me falta | Autor(a): Luiz Schwarcz | Editora(s): Companhia das Letras e Penguin Random House
O vento mudou de direção: o Onze de Setembro que o mundo não viu | Autor(a): Simone Duarte | Editora(s): Fósforo
Um intelectual na política: Memórias | Autor(a): Fernando Henrique Cardoso | Editora(s): Companhia das Letras
Ciências Humanas
Enciclopédia Negra | Autor(a): Flávio dos Santos Gomes, Jaime Lauriano e Lilia Moritz Schwarcz | Editora(s): Companhia das Letras
Neoliberalismo como gestão do sofrimento psíquico | Autor(a): Christian Dunker, Nelson da Silva Junior e Vladimir Safatle | Editora(s): Autêntica
Palmares & Cucaú | Autor(a): Silvia Hunold Lara | Editora(s): Edusp
Ciências Sociais
A superindústria do imaginário | Autor(a): Eugênio Bucci | Editora(s): Autêntica
A teoria do decrescimento e sua aplicação no constitucionalismo brasileiro para o alcance da sustentabilidade | Autor(a): Marcus Mauricius Holanda | Editora(s): CRV
Os gaúchos | Autor(a): Ondina Fachel Leal | Editora(s): Tomo Editorial
Ricos & Malandros | Autor(a): Rodrigo Gava | Editora(s): UFSM

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela comenta sobre machismo: ‘Povo acha que pode pegar onde quiser por eu ser mulher’


Cantora de ‘Pipoco’ foi entrevistada ao vivo no podcast g1 ouviu. Ela também disse que chorava por não saber o que seria da sua vida e diz que está sendo chamada de ‘Luan Santana de saia’. G1 Ouviu entrevista Ana Castela: ‘O povo acha que pode pegar onde quiser por eu ser mulher’
Ana Castela falou ao podcast g1 ouviu sobre como lida com atitudes machistas durante as turnês. “Existe um pouquinho de machismo. O povo acha que pode pegar onde quiser por eu ser mulher”, comentou. “Estou aqui para exaltar a mulher. Ela pode fazer o que ela quiser, a mulher é top.”
Veja trecho da entrevista acima e mais vídeos abaixo.
Ana Castela foi a convidada de uma edição ao vivo do g1 ouviu. A cantora de 18 anos é um ícone sertanejo para os fãs novinhos que dançam de chapéu e bota no TikTok. Ana faz parte de uma cena que canta o orgulho do agro e mistura o “modão bruto” com estilos eletrônicos. O estouro veio com “Pipoco”, que chegou ao topo dos rankings das plataformas de streaming.
Ana nasceu em Amambai (MS) e foi criada na vizinha Sete Quedas, na fronteira com o Paraguai. Hoje, é a grande voz da nova “galera do chapéu”, com um sertanejo atualizado que a fez ganhar o Prêmio Multishow de Artista Revelação neste ano.
Ana Castela dá entrevista ao g1
Celso Tavares/g1
Ana disse que pretende lançar um álbum possivelmente até o fim do ano. Além de músicas próprias, ela pretende incluir regravações. “A gente vai pegar uns modões raiz e regravar. Como fizemos ‘Clima de rodeio’. Hoje as criancinhas ouçam e falam que é minha”, comentou, ao falar da música do grupo Dallas Company, lançada em 2002 com o refrão “Alô, galera de cowboy! Alô, galera de peão”.
A cantora está muito ocupada com shows e entrevistas nos últimos meses. “Está tudo muito corrido, estou grata por tudo que está acontecendo. Mas o que mais queria da minha vida hoje é deitar na minha cama e dormir por 20 horas seguidas”, diz a cantora.
Ana Castela conta que começou a soltar a voz cantando música gospel em grupos de jovens, quando era criança. “Eu sou cristã, eu adorava quando pedia para eu cantar salmos na Igreja. Foi uma época que eu comecei a cantar mais, mostrar mais a minha voz. A maioria das cantoras aprende a cantar na Igreja. Antes de começar a cantar na Igreja Católica, eu gostava de cantar música gospel, em casa mesmo.”
A cantora começou a faculdade de Odontologia, mas trancou a matrícula. Na época da escola, antes de ser universitária, ela disse que tinha medo do futuro. “Eu chorava porque não sabia o que seria da minha vida”, explicou.
G1 Ouviu entrevista Ana Castela: ‘Eu chorava porque não sabia o que seria da minha vida’
Ana disse que ainda não se acostumou a se encontrar com famosos. Daniel, Paula Fernandes e Naiara Azevedo foram alguns dos artistas que a fizeram ficar empolgada. “A gente é emocionado, porque é um sonho ter essa carreira”, comenta. “Eu fico ainda mais feliz quando a pessoa é gente boa.”
Ana explicou a cena musical e de influenciadores da qual faz parte, chamada de “galera do chapéu”. “A gente fala da roça, sempre deixa claro o chapéu, a bota. A gente fala: ‘O pessoal nem vai pra fazenda, mas usa chapéu e bota’. A pessoa não precisa ser da roça, mas pode gostar. Muita gente fala pra mim e pro meu pai: ‘Legal, sua filha fez a minha filha ir pra fazenda’. É muito legal também ver as criancinhas de chapéu e bota.”
G1 Ouviu entrevista Ana Castela: ‘O pessoal nem vai pra fazenda, mas usa chapéu e bota’
Ela disse que sonha em fazer um dueto com Luan Santana, e diz que é chamada de “Luan de saias” pela história e estilo semelhantes.
G1 Ouviu entrevista Ana Castela: ‘O povo fala que sou o Luan Santana de saia’
Embora tivesse lançado outras músicas que chamaram atenção dos fãs de sertanejo, como “Boiadeira”, Ana sentiu que mudou de patamar só depois de “Pipoco”. “Eu pensei: ‘Meu Deus, agora eu tenho um nomão’. Passou um tempinho e eu comecei a sentir um pouco de medo, porque quanto mais conhecido, mais pessoas te veem. No começo, eu fui bem criticada, falavam: ‘Pô isso aí não é sertanejo’.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Iti malia’😻: gatinho é resgatado em motor de carro em Barbacena


O filhote foi salvo após o tutor ir até o quartel para pedir ajuda. Os bombeiros fizeram as buscas e localizaram onde o gato havia ‘se escondido’. Gatinho fica preso em motor de carro em Barbacena
Corpo de Bombeiros/Divulgação
Um filhote de gato mobilizou o Corpo de Bombeiros na manhã desta terça-feira (25) ao “se esconder” dentro do motor do carro do próprio dono em Barbacena.
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O felino foi salvo após o tutor ir até o quartel para pedir ajuda. Os bombeiros realizaram as buscas para encontras e retirar o animal, que teve “esconderijo” descoberto.
Gato fica preso em motor de carro em Barbacena
Corpo de Bombeiros/Divulgação
Usando técnicas de retirada de locais de difícil acesso, os bombeiros conseguiram retirar o animal sem ferimentos. O filhote “fujão” foi entregue ao dono dentro de caixa própria para ser levado de volta para casa.
Felino foi colocado em uma caixa para transporte e não estava ferido
Corpo de Bombeiros/Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza é retirada de line-up de festival de rap, após processo por racismo


Nome da artista, que aparecia ao lado Xamã, saiu da escalação do REP Festival. Evento está marcado para acontecer nos dias 11 e 12 de fevereiro no Rio de Janeiro. Luísa Sonza no Palco Sunset
Marcos Serra Lima/g1
A cantora Luísa Sonza foi retirada do line-up do REP Festival. Na escalação divulgada nesta segunda-feira (24), o nome da artista, que antes aparecia em um feat com Xamã, não aparece mais. O festival está marcado para acontecer nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2023, no Rio de Janeiro.
A organização diz, por meio da sua assessoria de imprensa, que “não haverá manifestação dos realizadores do evento a respeito”.
Em setembro, Luísa informou que estava adiando sua turnê após um processo por racismo. Uma ação de danos morais foi aberta, em 2019, por Isabel Macedo de Jesus contra a cantora e a Pousada Zé Maria, em Fernando de Noronha.
De acordo com o que consta no processo, Isabel estava de férias no local e, enquanto assistia a um show da cantora durante um festival gastronômico na pousada, foi maltratada pela artista, que ordenou que lhe trouxesse um copo de água.
A artista afirmou em setembro que vai respeitar o valor pedido por autora do processo para “resolver amigavelmente”.
O REP Festival foi criticado no início do mês por escalar a cantora em meio ao processo de racismo em vez de nomes como Don L. O artista também tinha se manifestado em seu Twitter, dizendo que “nunca tinha sido convidado para um festival de rap”. Ele ganhou o apoio dos seguidores.
No line-up divulgado nesta terça-feira (25), além da retirada do nome de Luísa, foram incluídos Don L, MC Marechal e Plutônio. Também estarão no festival Matuê, Racionais, Filipe Ret, Djonga, Emicida, Baco Exu do Blues e L7nnon.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jason Momoa, o Aquaman, faz publicação de apoio a Lula em rede social


Ator americano postou uma manchete de reportagem em inglês com foto do candidato e emojis de coração. Jason Momoa no trailer de ‘Aquaman’
Divulgação
N
O ator Jason Momoa, conhecido por interpretar o Aquaman, fez uma publicação de apoio ao ex-presidente e candidato à Presidencia Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite desta segunda-feira (24).
QUIZ Quem são os famosos que apoiam Lula ou Bolsonaro
Em um story em seu perfil do Instagram, ele postou a manchete de uma reportagem em inglês que diz “Lula amplia ligeiramente a vantagem sobre Bolsonaro para a votação de domingo”. Ele completou a postagem com a legenda “Lula” e dez emojis de coração.
Jasom Momoa faz postagem em apoio a Lula
Reprodução/Instagram
Na pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (24) pelo Ipec, Lula aparece com 50% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto Bolsonaro tem 46%.
Momoa não é o único ator internacional a apoiar o candidato do PT. Mark Ruffalo, o Hulk, também já fez postagens nas redes sociais em que demostra seu apoio a Lula. Em setembro, antes do primeiro turno, a campanha do candidato exibiu, durante um evento, um vídeo com o depoimento de Ruffalo.

Fonte: G1 Entretenimento