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Figurante de filme com Ludwika Paleta, a Maria Joaquina de ‘Carrossel’, morre afogado


Um segundo ator está desaparecido. De acordo com comunicado da produtora, eles estavam de folga em uma praia e forma surpreendidos por uma onda forte enquanto nadavam no mar. Um ator figurante morreu afogado durante as gravações do filme “Noches de Bodas”, em Oxaca, no México. O filme é estrelado pela atriz Ludwika Paleta, conhecida no Brasil por interpretar a Maria Joaquina, na primeira versão de “Carrossel”, e por Osvaldo Benavides, o Dr. Mateo Osma, de “The Good Doctor”. Um segundo ator está desaparecido.
Segundo as informações dos jornais mexicanos “El Financiero” e “Milenio”, a produtora Traziendde Filmes informou na quinta-feira (13), que um grupo de figurantes foi para a praia Majahual, em San Miguel del Puerto.
Osvaldo Benavides e Ludwika Paleta nos bastidores de ‘Noches de Bodas’
Reprodução/Instagram
Ao entrarem no mar, Luis Manuel Gutiérrez Saldaña, de 47 anos, e Marco Antonio Curiel Pérez, de 46, foram arrastados por uma onda. Pérez morreu afogado depois de bater em uma pedra. Saldaña está desaparecido e as buscas por ele continuam. Ainda de acordo com as informações locais, um terceiro ator conseguiu ser resgatado.
Osvaldo Benavides e Ludwika Paleta nos bastidores de ‘Noches de Bodas’
Reprodução/Instagram
A produtora Traziende Films, responsável pelo filme, publicou um comunicado na sua rede social lamentando a morte e o desaparecimento dos atores.
“Os produtores de ‘Noche de Bodas’ expressam, com profunda dor, suas mais profundas condolências às famílias e amigos de nossos colegas que ontem sofreram uma infeliz tragédia na costa de Oaxaca”, diz a nota.
Figurante morre afogado durante gravações de filme com Ludwika Paleta, a Maria Joaquina de ‘Carrossel’
Reprodução/Instagram
“Três dos nossos colegas, pertencentes ao elenco de figurantes, decidiram aproveitar o dia de folga para visitar uma praia onde, momentos depois, devido às fortes ondas que dominavam a área, ficaram impossibilitados de sair do mar por seus próprios meios, desencadeando o terrível evento em que um deles perdeu a vida; enquanto outro, no momento, está desaparecido. Por sorte, nosso terceiro colega, devido ao pedido de ajuda e ação de outros integrantes desta produção, está são e salvo, embora consternado com a situação.
Nestas horas tristes para todos nós que fazemos parte da família de filmes Traziende, reiteramos a nossa solidariedade com as famílias dos nossos queridos amigos. Temos sido e continuaremos a dar apoio, bem como a facilitar os procedimentos que esta situação necessita.
A Traziende Filmes e sua equipe de produção têm estado em contato com as autoridades para colaborar no que for apropriado, e agradecemos o apoio e assistência. Manteremos o canal de comunicação aberto”, completa o comunicado.
Semana Pop explica acusações e os bastidores da ruína de Armie Hammer

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone e Simaria em carreiras solos: 10 fatos sobre os projetos das irmãs após separação

Convite para dupla sertaneja, gravação de DVD, shows em 2023, planos para carreira internacional e mais detalhes dos projetos individuais das cantoras. Semana Pop conta 10 fatos sobre as carreiras solo de Simone e Simaria
Desde que anunciaram a separação, em agosto, Simone e Simaria começaram a focar em suas carreiras solos.
Simone foi a primeira a anunciar as novidades de seu projeto, que envolve um DVD e música inédita com participação de uma dupla sertaneja masculina. Nos últimos dias, Simaria também começou a dar detalhes de seu projeto. E nesses anúncios, a cantora falou sobre seu desejo em focar na carreira internacional.
O Semana Pop desta semana lista 10 fatos sobre os projetos de Simone e de Simaria: Assista ao vídeo acima.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jana Linhares ‘bate asas’ com Ney Matogrosso em álbum autoral produzido por Rodrigo Campello


Jana Linhares lança o terceiro álbum, ‘Tempo de delicadeza’, com parcerias com Suely Mesquita, Fernanda Cabral, Fernanda Rabelo e Rodrigo Campello
Julia Assis / Divulgação
♪ Nascida em 14 de outubro de 1978, a carioca Jana Linhares se presenteou ontem com a edição do terceiro álbum, Tempo de delicadeza, ao festejar o 44º aniversário.
Com a participação de Ney Matogrosso na gravação da música Batendo minhas asas, parceria da artista com Rodrigo Campello, o disco marca a retomada da veia autoral da cantora e compositora após álbum dedicado ao cancioneiro do compositor carioca Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), Perto da lua (2018), lançado há quatro anos.
Parceiro de Jana na música e na vida, Rodrigo Campello orquestrou a produção musical e os arranjos do álbum Tempo de delicadeza.
Oito anos após ter debutado no mercado fonográfico com o álbum TecnologiAmor (2014), Jana Linhares gravita em torno de universo feminino ao longo de onze músicas alocadas em nove faixas. A diferença na conta entre composições e faixas é explicada pelo fato de a faixa final, Suíte Capoeira, agregar os temas Ladainha da mãe, Ó sereia e Vento de Iansã.
Em repertório inteiramente autoral, Jana Linhares dá voz a parcerias com Suely Mesquita (Quer que desenhe?), Fernanda Cabral (Irmã das estrelas), Fernanda Rabelo (Fundamental spin e Sou festa) e o já mencionado Rodrigo Campello (Oshum, além da já citada Batendo minhas asas).
Sozinha, Jana Linhares assina Roda da magia e Dançar o sonho, além da Suíte Capoeira, no arco autoral do álbum Tempo de delicadeza.
Capa do álbum ‘Tempo de delicadeza’, de Jana Linhares
Julia Assis com arte de Caio Loki

Fonte: G1 Entretenimento

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colunista convidado: ‘She-Hulk’, ‘Os Anéis de Poder’ e ‘The Bear’ fazem a melhor semana para séries dos últimos anos


(Emprestei meu blog para o grande repórter do g1 Cesar Soto falar um pouco do que alegrou o coração de muitos fãs de série – talvez não necessariamente o meu? – nesta semana)

Divulgação
A vida tem sido boa para quem gosta de séries. A semana nem terminou ainda e já é provavelmente a melhor dos últimos anos. Tanto que eu me senti obrigado a pedir um espacinho para a venerável dona deste blog (e minha chefe) pela primeira vez em sete anos para poder externar um pouquinho da minha felicidade.
A alegria começou com a melhora gritante de “A Casa do Dragão” no domingo (9) e terminou pelos finais de temporada incríveis de “She-Hulk” e “Os Anéis de Poder”, com direito ao o sexto episódio da excelente “Andor” pelo meio do caminho.
Assim, até parece que só o público mais chegado à cultura pop (nerds, se preferirem) teve felicidades, mas, bem, a culpa não é minha se passamos por uma época de entressafra.
Mesmo assim, quem curte algo mais refinado teve a chance de curtir a chegada (finalmente) ao país da novata mais badalada do ano. “The Bear” estreou uma temporada inteirinha no Brasil na quarta-feira (12).
Abaixo, falo um pouco mais de cada uma delas (em ordem cronológica):
‘A Casa do Dragão’ – HBO e HBO Max (domingo, 9)
Assista ao trailer de ‘House of the Dragon’
Ao longo dos seis primeiros episódios, a derivada de “Game of thrones” parecia mesmo algo tirado direto das últimas temporadas horrorosas da original.
Na verdade, talvez conseguisse ser ainda pior, transformando uma série com dragões em uma disputa medievalesca (ao contrário de Snoop Dogg, eu sei que “GOT” não é história de verdade) de “The bachelor” e toques de novelão da pior qualidade.
O oitavo capítulo, lançado no domingo, finalmente mostrou que havia algo a ser salvo ali. Foi preciso que Paddy Considine, o rei Viserys, se arrastasse e basicamente carregasse a história nas costas com uma atuação incrível até seu leito de morte, mas já é um começo.
Ainda tenho minhas reticências, mas a coisa talvez finalmente comece a esquentar em “A Casa do Dragão”.
‘Andor’ – Disney+ (quarta-feira, 12)
Assista ao trailer de ‘Andor’
Na minha resenha publicada ao ver os quatro primeiros episódios eu já tinha falado como a série era provavelmente a melhor coisa de “Star Wars” desde a trilogia original.
Dois episódios depois, “Andor” continua melhorando. O sexto encerrou o arco do roubo com um bom tiroteio, efeitos belíssimos e um final que mostra que não dá para prever nada nessa história.
Com outros seis até o fim da temporada, o limite da série com Diego Luna é as estrelas (prometo que este será o último trocadilho do texto).
‘The Bear’ – Star+ (quarta, 12)
Ebon Moss-Bachrach, Jeremy Allen White e o elenco de ‘The Bear’
Divulgação
“The Bear” é a nova queridinha dos hipsters de séries e, assim como “Ted Lasso”, é uma comédia dramática daquelas que só quem assiste realmente consegue entender tanta comoção.
Mas é importante ressaltar que “Ted Lasso” está para boas vibrações assim como “The Bear” está para a ansiedade.
A história sobre um jovem chef que tenta salvar da falência a lanchonete que herdou do irmão estreou toda a primeira temporada de uma só vez, quase quatro meses depois de passar seu último episódio nos Estados Unidos.
Nem toda a expectativa após tanta badalação me preparou para conhecer os personagens maravilhosos que acompanham o Urso. Pode ir lá assistir tudo e depois vem aqui me agradecer.
‘She-Hulk’ – Disney+ (quinta-feira 13)
Tatiana Maslany em cena de ‘Mulher-Hulk: Defensora de heróis’
Divulgação
Outra produção que eu já elogiava lá no começo.
Depois de quatro episódios, eu escrevi que era uma das coisas mais engraçadas que a Marvel já tinha feito. Com a finale de quinta, dá para cravar que é a melhor série do estúdio – com uma boa vantagem sobre as demais.
Com um humor afiado e a atuação cheia de carisma da carismática Tatiana Maslany (uma favorita pessoal desde “Orphan Black”, e que eu tive a oportunidade de entrevistar aqui), “She-Hulk” superou seus problemas com a computação gráfica desastrosa.
Quer dizer, a heroína ainda é uma forma meio deformada e desengonçada ao se transformar na gigante verde, mas quem liga?
Ninguém estava assistindo por causa da pancadaria, mas sim por causa do texto afiado que inclusive deu um surra (metafórica) nos críticos chorões incels dentro e fora da história.
O maior problema do episódio final foi ter terminado. E eu falo meio sério aqui.
O encerramento foi um dos melhores usos de metalinguagem (esse conceito tão cansado) nos últimos anos e soube rir da própria onipotência do Universo Cinematográfico Marvel, mas merecia uns 15 minutinhos a mais para não ficar tão corrido.
Eu mesmo aceitaria mais uns 30 minutos, ou quem sabe uns dez episódios.
‘Os Anéis de Poder’ – Prime Video (sexta-feira (14)
Assista ao primeiro trailer de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’
Primeiro: eu me recuso a chamar esta série de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, então podem ter certeza que esta é a última vez que eu escrevo este título absurdo.
Segundo: o último episódio foi uma belezinha. Aconteceu tudo o que eu torcia para que não acontecesse e eu adorei mesmo assim. Sauron revelado, Galadriel desenvolvida, mais pistas sobre o Estranho (que a essa altura meio que só pode ser uma pessoa mesmo, para o meu desespero e deleite simultâneos).
Eu entendo quem teve problemas com o ritmo instável da temporada, mas me parece que, com essa conclusão, a segunda deve fluir com muito mais naturalidade.
A maioria das séries desse escopo sofre em seu primeiro ano, e “Os Anéis de Poder” conseguiu superar a maior parte das armadilhas com louvor. Só peço uma coisa para o futuro: dêem, por favor, um jeito de trazer Papoula (Megan Richards) de volta cantando. Por favor e obrigado.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘É uma analogia da loucura, da loucura que é desafiar o que está estabelecido’, diz Djonga sobre disco recém-lançado; veja vídeo


Artista conversou com o g1, atendeu público e contemplou a própria intervenção no Centro da capital mineira. ‘O dono do lugar’ foi lançado nesta quinta-feira (13). ‘O dono do lugar’: Djonga lança álbum inédito com intervenção artística no Centro de BH
O calor do sol rebatia no concreto das calçadas, dos prédios e no asfalto. A temperatura máxima, em Belo Horizonte, foi de 32º C. Mesmo assim, ele estava na Praça Sete, no Centro da capital. O tempo todo em contato com o público, disponível para uma rápida troca de ideias e para fotografias. Djonga é o nome dele.
‘O dono do lugar’: Djonga lança álbum inédito com intervenção artística no Centro de BH
O rapper visitou o “moinho de vento”, instalado para celebrar o lançamento do álbum “O dono do lugar”, seu novo trabalho. Marca uma ruptura em um calendário tradicional, no qual o cantor sempre escolheu o dia 13 de março para trazer novidades. Desta vez, foi em 13 de outubro.
Com a mesma receptividade que tratou seu público, Djonga recebeu a reportagem do g1 (veja vídeo acima) e conversou sobre o novo disco, com músicas já disponíveis nas plataformas digitais. Um protesto contra o mercado musical brasileiro e a imposição de padrões que determinam o que, quando e de que forma o artista deve se apresentar.
Outro aspecto presente no álbum é a reflexão sobre a masculinidade do homem negro e como ela é construída na sociedade. As letras autorais trazem muito dos aprendizados que o próprio rapper desenvolveu, reproduzidas por meio das experiências de vida que Djonga acumulou até aqui.
Moinho
Moinho de vento está em capa do disco “O dono do lugar”, do rapper Djonga
Divulgação
A sensação de pertencimento é compartilhada por boa parte do público que dedicou alguns minutos para bater um papo com Djonga. Dezenas de pessoas (veja vídeo acima) observaram o moinho que ele montou no quarteirão fechado da rua Rio de Janeiro, na Praça Sete.
“É muito ‘massa’ quando a gente [pessoas pretas] tem esse tipo de referência em lugares que, para a gente, parece impossível de chegar. Ele vai e chega. É uma pessoa que fala por nós, de certa forma”, disse a atriz Flávia Conandes.
Estudante de publicidade e admiradora do rapper, Mariana Boniolo percebeu que a obra é uma maneira que Djonga encontrou para extravasar as experiências dele.
“O moinho ele pode espalhar e também pode cortar, ne? Então, para mim, é um processo disso se expelir por diversos lugares, mas também um processo de cortar padrões que já vieram dos processos dele, talvez, e do quanto isso vai atingir a gente como ser, do tipo tudo o que a gente pode ter imaginado sobre nós e sobre ele também”, contou.
Segundo o artista, o moinho é uma releitura da foto de capa do álbum, inspirada em “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes.
“É uma grande alegoria sobre essa loucura, idealismo, confusão. Acredito que isso diga muito sobre as letras do disco e sobre meu momento atual”, afirmou. “O moinho é a analogia da capa ali, do ‘Dom Quixote’, que luta contra esse inimigo gigante, contra esse inimigo que, às vezes, você nem sabe quem ele é, você nem sabe se você pode deter e, às vezes, você nem sabe se ele existe. Talvez seja coisa da nossa cabeça, tá ligado? E a mãe preta segurando, fala: ‘calma, vamos lutar’, mas vamos lutar de outras formas também para você não se prejudicar também. Mas é uma analogia da loucura, da loucura que é desafiar o que está estabelecido”, completou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Kanye West: como polêmicas e declarações preconceituosas do rapper afastam fãs e anunciantes


Ele fez comentários antissemitas e divulgou mensagem de supremacia branca. Rapper teve contas no Instagram e no Twitter suspensas. Kanye West no palco do VMA em 2016
Reuters/Lucas Jackson/File Photo
Kanye West é uma das figuras mais polêmicas da indústria do entretenimento. Porém suas atitudes mais recentes, que incluem comentários antissemitas e mensagens de supremacia branca, afastaram até mesmo fãs e parceiros de negócios.
Este é outro capítulo difícil para o rapper e magnata da moda que já foi aclamado como um gênio artístico, mas cuja teimosa inconformidade o fez levar a liberdade de expressão ao limite.
Durante a última Semana de Moda de Paris, West, também conhecido como “Ye”, usou uma camiseta com a frase “White Lives Matter” (“Vida Brancas Importam”), uma distorção do famoso slogan “Black Lives Matter”, símbolo dos protestos antirracistas de 2020 nos Estados Unidos.
Poucos dias depois, suas contas no Instagram e no Twitter foram suspensas após ele postar mensagens consideradas antissemitas, que faziam referência a teorias da conspiração sobre a suposta influência da comunidade judaica.
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Kanye West discursa em vídeo de campanha à presidência dos EUA
Reprodução/Twitter/kanyewest
“Vou usar você como exemplo para mostrar ao povo judeu que disse para você me ligar que ninguém pode me ameaçar ou influenciar”, escreveu West em uma conversa com o rapper Diddy, que criticou sua camisa.
Inúmeras celebridades denunciaram seus comentários, que incentivam o “ódio aos judeus”, de acordo com o Comitê Judaico Americano (AJC, na sigla em inglês).
Imprevisibilidade marca carreira
Após o escândalo gerado por sua camiseta, West concedeu uma entrevista à Fox News, emissora favorita dos conservadores. Ela ficou ainda mais controversa quando a revista Vice publicou trechos inéditos em que o rapper fazia declarações ligadas a teorias da conspiração racistas.
As consequências dos comentários de West também foram sentidas em seus negócios. O artista, que já tinha encerrado abruptamente sua colaboração com a Gap em setembro, viu sua associação com a Adidas questionada. A marca evocou a necessidade de “respeito mútuo e de valores compartilhados”, depois da polêmica, sem mencionar o incidente.
As últimas polêmicas se somam a uma longa lista que, de pouco a pouco, ofuscam seu talento. O rapper de 45 anos, que já se comparou, sem ironia, a Michelangelo, deslanchou em 2004 com o álbum “The College Dropout”, no início de uma carreira magistral em que combinou rap com elementos de soul e electro.
Sua imprevisibilidade lhe rendeu críticas, mas sua honestidade também foi reconhecida. Especialmente em 2005, quando criticou a resposta do presidente George W. Bush ao devastador furacão Katrina.
No entanto, suas declarações têm se tornado cada vez mais bombásticas e polêmicas com o passar do tempo. Após o lançamento do álbum ” “The life of Pablo”, em 2016, West sofreu com problemas de saúde mental – como o transtorno bipolar, sobre o qual já falou publicamente – e desapareceu da vida pública por alguns meses.
Embora no passado a imprensa tenha mostrado certa benevolência ao relembrar suas lutas com a saúde mental, a opinião pública parece mudar sua percepção.
Em um artigo do jornal “The New York Times”, o colunista Charles Blow chamou “Ye” de “narcisista viciado em atenção e elogios”. “Ele participa de sua tortura. Ele a cura e a utiliza. Uma parte talvez seja natural, mas outra parte é inventada, para reforçar a lenda”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinho da Viola tem duas músicas inéditas lançadas por Mário Sève em álbum instrumental


Com capa assinada por Elifas Andreato (1946 – 2022), o disco celebra os 80 anos do compositor em novembro com repertório formado por 12 choros e valsas. ♪ Os 80 anos de Paulinho da Viola – a serem festejados em 12 de novembro – gera tributo fonográfico a esse cantor, compositor e músico carioca que, desde 1964, vem construindo obra moderna, alicerçada nas tradições do samba e do choro.
Saxofonista, flautista, compositor e arranjador carioca, além de ter fundado os grupos Aquarela Carioca e Nó em Pingo D’água, Mário Sève lança álbum em homenagem ao artista com a legitimidade de quem toca com Paulinho desde 1976.
O álbum Ouvindo Paulinho da Viola chega ao mercado fonográfico em 4 de novembro, em edição da Kuarup, com capa assinada por Elifas Andreato (1946 – 2022), ilustrador recorrente na discografia de Paulinho.
Disco instrumental, Ouvindo Paulinho da Viola reúne 12 choros e valsas do compositor, sendo que duas composições são inéditas em disco. Trata-se do choro Chuva grossa molha mesmo – tema da lavra solitária de Paulinho – e da valsa Carinhosa, parceria do compositor com o próprio Mário Sève apresentada em single lançado hoje, 14 de outubro. Sève também assina com o homenageado o choro Vou me embora pra roça (2004).
Gravado entre fevereiro e junho de 2019, no estúdio carioca Radamés Gnattali, o álbum Ouvindo Paulinho da Viola foi mixado e masterizado no Studio Araras, em Petrópolis (RJ).
Para registrar as 12 músicas, Sève arregimentou músicos alinhados com o espírito da obra do compositor, casos do pianista Adriano Souza, do percussionista Celsinho Silva, do pianista Cristovão Bastos, do baixista Dininho Silva, do cavaquinhista Jorge Filho, do acordeonista Kiko Horta, do violoncelista Hugo Pilger e do violonista Luiz Otávio Braga.
A seleção de repertório irmana standards da obra instrumental de Paulinho da Viola, como Choro negro (Paulinho da Viola e Fernando Costa, 1973) e Sarau para Radamés (Paulinho da Viola, 1978), com temas sequer registrados na discografia do compositor, casos da Valsa da vida (Paulinho da Viola, 1979) e do choro Eu e minha sogra (Paulinho da Viola, 1994).
Capa do álbum ‘Ouvindo Paulinho da Viola’, de Mário Sève
Arte de Elifas Andreato
♪ Eis, na disposição das músicas no álbum Ouvindo Paulinho da Viola, as 12 composições tocadas por Mário Sève no disco que será lançado em 4 de novembro:
1. Choro negro (Paulinho da Viola e Fernando Costa, 1973)
2. Abraçando Chico Soares (Paulinho da Viola, 1971)
3. Sarau para Radamés (Paulinho da Viola, 1978)
4. Carinhosa (Paulinho da Viola e Mário Sève, 2022)
5. Vou me embora pra roça (Paulinho da Viola e Mário Sève, 2004)
6. Um choro pro Waldir (Paulinho da Viola e Cristovão Bastos, 1966)
7. Eu e minha sogra (Paulinho da Viola, 1994)
8. Chuva grossa molha mesmo (Paulinho da Viola, 2022)
9. Valsa da vida (Paulinho da Viola, 1979)
10. Itanhangá (Paulinho da Viola, 1985)
11. Beliscando (Paulinho da Viola, 1976)
12. Inesquecível (Paulinho da Viola, 1976)

Fonte: G1 Entretenimento

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Atores de Harry Potter e J.K. Rowling lamentam morte de Robbie Coltrane, que interpretou Hagrid


Ator, que interpretou o personagem dos filmes da saga, morreu em um hospital, na Escócia. Robbie Coltrane – Hagrid
Reprodução/IMDb
J.K. Rowling, autora de “Harry Potter”, atores da série de filmes e outros artistas lamentaram a morte de Robbie Coltrane nesta sexta-feira (14).
O ator que interpretou o personagem Hagrid, de “Harry Potter”, morreu aos 72 anos. Segundo o site Deadline, a agente do ator confirmou a morte nesta sexta-feira (14).
“Nunca mais conhecerei alguém remotamente parecido com Robbie. Ele era um talento incrível, completo, e eu tive a sorte de conhecê-lo, trabalhar com ele e rir com ele. Envio o meu amor e as mais profundas condolências à sua família, sobretudo aos seus filhos”, escreveu J.K. Rowling.
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O ator Stephen Fry usou as redes sociais para lamentar a morte de Coltrane. “Conheci Robbie Coltrane há 40 anos. Fiquei maravilhado/aterrorizado/amorosamente atingido, tudo ao mesmo tempo. Tanta profundidade, poder e talento; engraçado o suficiente para causar soluços enquanto fazíamos nosso primeiro programa de TV, ‘Alfresco’. Adeus, velho amigo. Você vai fazer uma falta tão terrível”, lamentou.
A atriz Afshan Azad-Kazi, que interpretou a personagem Padma Patil na saga Harry Potter, também usou as redes para falar sobre o ator. “Absolutamente destruída. Nosso eterno Hagrid. Que honra te conhecer e estar no mesmo lugar que essa lenda. Descanse em paz.”
James Phelps, que interpretou Fred Weasley na saga, escreveu: “Vamos sentir falta das conversas aleatórias sobre todos os assuntos do mundo. E eu nunca vou esquecer que em setembro de 2000, Robbie Coltrane chegou para mim, com 14 anos, muito nervoso, no meu primeiro dia no set, e disse: “Aproveite, você vai ser ótimo”. Obrigado por isso. ”
Robbie Coltrane durante lançamento do filme “Harry Potter e as relíquias da morte”, em Londres, em 2011
AP Photo/Joel Ryan
A atriz Afshan Azad-Kazi, que interpretou a personagem Padma Patil em Harry Potter, lamenta morte de Robbie Coltrane
Reprodução/Instagram
Hagrid (Robbie Coltrane) e Harry Potter (Daniel Radcliffe) em um dos filmes da franquia
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum pop de Cássia Eller ganha edição em LP duplo 28 anos após ter sido lançado em um único LP


Cássia Eller em imagem do encarte do álbum lançado pela cantora em 1994 e relançado em LP duplo neste mês de outubro de 2022
Reprodução
♪ Disco que marcou a conversão involuntária de Cássia Eller (1962 – 2021) a um repertório de sotaque mais pop radiofônico, após dois álbuns imersos em atmosfera underground, o álbum Cássia Eller foi lançado em 1994, ano em que o LP já agonizava no mercado fonográfico brasileiro, então já dominado pelo CD.
Ainda assim, a gravadora PolyGram optou por lançar o disco também no formato de LP, comprimindo no vinil as 13 faixas que totalizavam quase 49 minutos de música.
A busca por uma melhor qualidade do som do vinil é o único argumento que pode justificar a reedição do álbum Cássia Eller em LP duplo pela gravadora Universal Music neste ano de 2022, como parte das comemorações dos 60 anos de vida da artista, nascida em 10 de dezembro de 1962.
Fabricada em vinil roxo, a edição em LP duplo do álbum tem lançamento previsto para 28 de outubro.
Imagem promocional da edição em LP duplo do álbum ‘Cássia Eller’, de 1994
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♪ Eis, na disposição das faixas nos quatro lados do LP duplo, as 13 músicas que compõem o repertório do disco Cássia Eller, gravado com produção musical de Guto Graça Mello, hábil na conciliação entre os interesses musicais da cantora e a expectativa comercial da gravadora então orquestrada sob direção artística de Marcos Maynard:
Disco 1
Lado A:
1. Partners (Paulo Ricardo, Luiz Schiavon e Paulo Pagni, 1988)
2. Malandragem (Roberto Frejat e Cazuza, 1994)
3. E.C.T. (Nando Reis, Marisa Monte e Carlinhos Brown, 1994)
Lado B:
1. Try a little tenderness (Harry Woods, Jimmy Campbell e Reg Connelly, 1932)
2. 1º de julho (Renato Russo,1994)
3. Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta, 1962)
4. Lanterna dos afogados (Herbert Vianna, 1989)
Disco 2
Lado A:
1. Coroné Antonio Bento (João do Vale e Luiz Wanderley, 1970)
2. Metrô Linha 743 (Raul Seixas, 1984)
3. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994)
Lado B:
1. Blues do iniciante (Roberto Frejat, Maurício Barros, Guto Goffi e Cazuza, 1983)
2. Música urbana 2 (Renato Russo, 1986)
3. Pétala (Djavan, 1982)

Fonte: G1 Entretenimento

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Robbie Coltrane, ator de ‘Harry Potter’, morre aos 72 anos

Robbie Coltrane, ator de ‘Harry Potter’, morreu aos 72 anos.

Fonte: G1 Entretenimento