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Lucy Alves cai no piseiro como convidada de Brisa Star no single ‘Foi amor’


Brisa Star (à esquerda) lança o single ‘Foi amor’, gravado com participação de Lucy Alves
Divulgação
♪ Estrela da próxima novela das 21h da Globo, Travessia, na qual vive a protagonista Brisa, Lucy Alves concilia as carreiras de atriz e cantora. Intérprete da ascendente cantora sertaneja Deusa na série Só se for por amor, a artista paraibana pavimenta a própria discografia fora da ficção há 20 anos, inicialmente como integrante do grupo Clã Brasil e nos últimos anos em paralela carreira solo.
Quase cinco meses após o álbum Perigosíssima (2022), no mundo digital desde 5 de maio, Lucy cai no piseiro como convidada de Brisa Star no single Foi amor. Cantora mineira de 15 anos, Brisa está em cena desde 2018 e é filha do cantor e compositor que se apresenta como Juninho Pirado.
Juninho assina com Vandeco a produção musical da gravação de Foi amor, música inédita caracterizada como “piseiro romântico”. A composição tem autoria creditada a Jack Pallas, Filipe Pinheiro, Tiago Azevedo, Juninho Pirado e a Lucy Alves.

Fonte: G1 Entretenimento

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Desfile coreografado em Paris homenageia o estilista falecido Issey Miyake


Miyake sempre colaborou com companhias de dança, como William Forsythe, para quem criou o figurino de seu balé, “The Loss of Small Detail”, em 1991. Coleção Primavera Verão 2023 da marca japonesa Issey Miyake
Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
A grife japonesa Issey Miyake homenageou nesta sexta-feira (30), em Paris, seu fundador, que morreu em agosto, com um desfile coreografado, como ele gostava.
Após projetar o retrato em preto e branco de Issey Miyake, que morreu no Japão aos 84 anos, o desfile começou com uma solenidade, com vestidos sóbrios também em preto e branco.
Em seguida apareceram bailarinos com vestidos esvoaçantes da cor da pele para se unirem em uma dança onírica aos modelos, como Miyake fazia nos anos 1990, algo inusitado na moda parisiense.
Miyake sempre colaborou com companhias de dança, como William Forsythe, para quem criou o figurino de seu balé, “The Loss of Small Detail”, em 1991.
Foto de 15 de março de 2016 do estilista japonês Issey Miyake durante coletiva de imprensa no Centro Nacional de Arte, em Tóquio
Toru Yamanaka/AFP
A coleção apresentada nesta sexta-feira se inspirou na escultura e integrou elementos e texturas próprias desta arte.
Há silhuetas tridimensionais, executadas com uma única peça de roupa, ou estampas criadas a partir de formas em argila, aplicadas à mão sobre as peças para dar-lhes relevo e textura.
As curvas dominaram a padronagem, mas também havia volumes angulosos, como para proteger o corpo.
A palheta do desfile da marca Issey Miyake foi ampla: do cinza ao bege, passando também pelo verde, o azul e o malva.
Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
A palheta foi ampla: do cinza ao bege, passando também pelo verde, o azul e o malva.
A Issey Miyake usou nesta coleção uma fibra inovadora, uma limitação “vegetal” do poliéster para evitar o uso do petróleo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Victoria Beckham faz estreia em Paris como estilista com desfile repleto de estrelas


Coleção se mostrou clássica, sem grandes riscos, mas cheia de feminilidade e sensualidade. Gigi Hadid foi uma das modelos do desfile da marca de Victoria Beckham na Semana de Moda de Paris
Julien de Rosa/AFP
Com um casting cinco estrelas e acompanhada de seu marido e filhos, a ex-Spice Girl e estilista britânica Victoria Beckham estreou nesta sexta-feira na Semana de Moda de Paris.
Foi um desfile repleto de celebridades, com toques britânicos, como uma recepção no encerramento que não é comum no mundo da moda parisiense.
A top americana Bella Hadid desfilou com um vestido verde ajustado na cintura e grandes ombreiras, com luvas pretas longas.
Top americana Bella Hadid usou vestido verde no desfile de Victoria Beckham na Semana de Moda de Paris
Julien Rosa/AFP
Sua irmã Gigi usava um conjunto preto, com a jaqueta aberta sobre o corpo nu, enquanto a italiana Vittoria Ceretti exibiu um vestido marinho com enfeites em formato de coração.
A coleção se mostrou clássica, sem grandes riscos, mas cheia de feminilidade e sensualidade.
A ex-cantora não saiu para os cumprimentos como é habitual após o desfile, que aconteceu em Val de Grace, antiga abadia e hospital militar transformado em museu. Mas apareceu depois de braços dados com o marido, o ex-jogador de futebol David Beckham, no pátio interno do prédio, onde posou para os fotógrafos e cumprimentou os convidados.
Vittoria Ceretti no desfile da marca de Victoria Beckham em Paris
Julien de Rosa/AFP
O vestido de Victoria, justo e preto, bem como suas botas, realçavam a magreza da estilista. “Londres desembarca em Paris, cool!”, ouvia-se entre os convidados, enquanto Victoria posava com o filho Brooklyn e a nora Nicola Peltz.
A filha de Victoria e David, Harper, usava um vestido preto decotado com bordados e tênis esportivo.
Saltos altos e cores primaveris
No 1º desfile na capital francesa, Victoria Beckham apostou nos saltos altos, cortes sugestivos, transparências e looks ajustados
Julien de Rosa/AFP
Em seu primeiro desfile na capital francesa, Victoria apostou nos saltos altos, cortes sugestivos, transparências e looks ajustados. A coleção primavera-verão apresentou tons de azul, rosa e lilás, além do preto característico da estilista.
Lançada em 2008, a marca Victoria Beckham desfilou desde o seu começo em Nova York e Londres. Com dificuldades financeiras, precisou fazer uma pausa de dois anos.
Aos 48 anos, Victoria Beckham tem 30 milhões de seguidores no Instagram. Na opinião do especialista francês Benjamin Simmenauer, professor do Instituto da Moda francês, a passagem por Paris ajuda a “validar as marcas que têm uma verdadeira identidade criativa”. Esse é o caso de outras marcas britânicas, como Vivienne Westwood e Stella McCartney, bem como das grandes empresas japonesas.
Para dar novo fôlego à marca, Victoria Beckham optou por recrutar dois grandes talentos franceses: Ralph Toledano, ex-diretor da Federação de Alta-Costura e Moda de Paris, e Marie Leblanc de Reynies, ex-chefe de vendas da loja de departamentos parisiense Printemps.
“Victoria não pertence ao mundo da moda. Ela se lançou no mercado e, em determinado momento, percebeu que precisava de uma estrutura, uma organização que desse um pouco de ordem à empresa, e é isso que temos feitos nos últimos quatro anos”, explicou Toledano à AFP.
A linha de cosméticos da estilista, lançada em 2019, ajudou a reduzir os prejuízos, e a equipe espera sair do vermelho em poucos meses.
Victoria também conta com a VB Body, linha de moda íntima sensual. “Definimos uma estratégia, combinamos duas linhas de prêt-à-porter, encontramos um bom equilíbrio entre preços e custos. Agora é o momento de jogar na primeira divisão”, comentou Toledano.
neo/jz/jvb/lb

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Sater revitaliza tema instrumental de 2006 em mais um single do álbum ‘Erva doce’


Gabriel Sater lança single com regravação de ‘Turuniño’, tema instrumental de autoria do artista
Reprodução / Facebook Gabriel Sater
♪ A saga épica de Pantanal (Globo, 2022) chega ao fim daqui a uma semana e o peão violeiro Xereú Trindade até já saiu da trama da novela de Benedito Ruy Barbosa atualizada por Bruno Luperi.
No embalo do sucesso nacional de Pantanal, o cantor, compositor, músico e ator paulistano Gabriel Sater – intérprete de Trindade – vem lotando shows Brasil afora e lançando singles com faixas do ainda inédito quinto álbum do artista, Erva doce, previsto para ser lançado neste segundo semestre de 2022.
Em rotação a partir de hoje, 30 de setembro, em edição do selo Indomável distribuída via Valete Records, o single Turuniño apresenta gravação inédita de tema autoral lançado há 16 anos por Gabriel no primeiro álbum do filho de Almir Sater, Instrumental (2006).
No single, a composição Turuniño é revitalizada com os toques dos músicos Alex Mesquita (baixo), Aramis Rocha (violino) e Renan Nonato (acordeom) e do próprio Gabriel Sater (violão de nylon), responsável pela produção musical e pelos arranjos do álbum Erva doce ao lado de João Gaspar.
Além de Turuniño, o repertório do álbum Erva doce inclui as músicas Amor marruá (Guilherme Rondon e Zé Edu), Arabescos (Agustín Barrios), Canoa (Almir Sater e Renato Teixeira, 1989), Curupira (Gabriel Sater e João Gaspar), Tererê (Gabriel Sater e João Gaspar) e Tigre do Rio (Gabriel Sater).
Capa do single ‘Turuniño’, de Gabriel Sater
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Kiaz canta com Anitta e L7nnon em EP, ‘Melhor agora’, com R&B, soul, funk e trap


Capa do EP ‘Melhor agora’, de Kiaz
Steff Lima / Divulgação
♪ Cantor e compositor nascido e criado em Nova Iguaçu (RJ), município da Baixada Fluminense, Kiaz canta com Anitta e L7nnon no terceiro EP da discografia do artista, Melhor agora.
Sucessor dos EPs Talismã (2020) e Cê tá bem? (2021), o disco Melhor agora desembarca nos aplicativos de música em 13 de outubro com repertório majoritariamente autoral formado por cinco composições inéditas.
Anitta figura em TE AMO – música de autoria de Carolzinha, Nairo e Tiê Castro cujo título é grafado em caixa alta – em gravação formatada com produção musical de Lucas Vaz & Canetaria. O rapper L7nnon é parceiro e convidado de Kiaz em Proposta, faixa produzida por AJ Wav e escolhida para promover o EP.
Também convidada do EP, a cantora Camila Zasoul é convidada e parceira de Kiaz em Pensando alto, música de autoria também creditada a Dr3w, produtor do fonograma. Dr3w também assina a autoria (em parceria com Kiaz) e a produção musical de Tô aí de novo, faixa que abre o EP.
Sozinho, Kiaz – Hilkias Cristiano Trindade de Jesus, na certidão de nascimento expedida há 27 anos – compôs e produziu a música Amor em segredo.
Ao longo das cinco faixas do EP Melhor agora, Kiaz transita por gêneros musicais negros como R&B, neosoul, funk, trap e afrobeat.
“Todas as minhas músicas vêm de experiências que tive. Comecei a desenvolver o lado de composição muito cedo, através de cartas de amor que escrevia e que acabavam virando música”, conta Kiaz, artista autodidata, visto na capa do EP Melhor agora em foto de Steff Lima.

Fonte: G1 Entretenimento

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Met Gala 2023 vai homenagear Karl Lagerfeld


Tradicional baile beneficente acontece em 1º de maio de 2023 e terá o designer de moda alemão morto em 2019 como tema. Karl Lagerfeld durante apresentação da coleção feminina primavera/verão 2018 da Chanel, em Paris
REUTERS/Gonzalo Fuentes/Arquivo
A organização do Met Gala anunciou o tema de sua próxima edição. Em 2023, o tradicional evento vai homenagear Karl Lagerfeld.
O designer de moda alemão e um dos maiores ícones do mundo da moda, morreu em fevereiro de 2019, aos 85 anos.
Segundo anúncio do The Metropolitan Museum of Art, o tema do evento será “Karl Lagerfeld: A Line of Beauty”. Ainda de acordo com a postagem, o tradicional baile beneficente acontece em 1º de maio.
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O Met Gala é um dos eventos mais badalados do planeta, no qual o mundo das celebridades e o da moda se encontram. O evento é marcado por um desfile extravagante de astros e uma noite filantrópica.
O Met Gala faz barulho porque sempre gera uma avalanche de imagens de estrelas em trajes chiques, glamourosos, bizarros, exagerados ou com mensagens políticas nas escadarias do Metropolitan Museum of Art.
A cada ano, os organizadores propõem um tema para os looks. Em 2022, a proposta foi “Na América: uma antologia na moda”. O tema foi uma continuação do tema do ano anterior, “Na América: um léxico da moda”, que celebrou a história da moda no país.
Para ter uma chance de brindar com artistas como Beyoncé, Justin Bieber, ou Lil Nas X, a poetisa Amanda Gorman, a influencer Emma Chamberlain, as irmãs Williams, Sharon Stone, ou mesmo Elon Musk, é preciso um convite validado pela alta sacerdotisa do evento, a poderosa editora-chefe da Vogue, Anna Wintour.
Mesmo como convidado, o ingresso é caro. Segundo números não oficiais para 2021, o valor era:
US$ 35 mil (cerca de R$ 178 mil) para um assento;
US$ 200 mil a US$ 300 mil a mesa (entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão).
Leia também: Anitta no Met Gala: compare vestidos usados em 2021 e 2022
Anitta, vestido de Marilyn e Jared Leto fake: 5 destaques do Met Gala 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Henrique e Juliano dispensam participações em novo DVD: ‘O que vivemos tem que ser contado por nós’


Dupla iniciou a divulgação das guias das músicas que serão gravadas em 8 de outubro, em Brasília. ‘Traumatizei’ chegou a ficar em terceiro nos vídeos mais vistos o YouTube no dia da divulgação. Henrique e Juliano no Jaguariúna Rodeo Festival 2022
Júlio César Costa
Henrique e Juliano estão preparando o DVD comemorativo de 10 anos de carreira. A gravação vai acontecer em 8 de outubro, em Brasília.
E assim como na maioria de seus álbuns, a dupla sertaneja dispensou participações especiais, o famoso feat, aposta bastante comum em projetos musicais.
“Estamos aqui para contar a nossa história e abrir espaço para o futuro. Eu e o ‘manim’ decidimos que o que vivemos tem de ser contado por nós mesmos”, afirmou Henrique em entrevista ao g1.
Ao longo dos dez anos de carreira, Henrique e Juliano convocaram raros artistas para fazer participações em seus álbuns:
João Neto e Frederico, em 2012, na faixa “Não tô valendo nada” (Álbum “Ao Vivo em Palmas”)
Marília Mendonça, em 2016, no hit “A flor e o beija flor” (Álbum “Novas história”)
Marília Mendonça, novamente, em 2018, na faixa “Completa a frase” (Álbum “Menos é mais”)
Falamansa, em 2018, na canção “Quando você vem” (Álbum “Menos é mais)
“Cara, não tem um motivo específico. É mais mesmo porque montamos um repertório para Henrique & Juliano. E aí não imaginamos outros artistas cantando”, explica Henrique.
O cantor sertanejo destaca que, apesar disso, costumam fazer participações em projetos de outros artistas.
“O inverso tem acontecido bastante, temos feito várias participações. A música é sempre o que manda, é o fator determinante para ter ou não participação.”
Marília Mendonça e Henrique e Juliano na gravação do clipe da música ‘Completa a Frase’, Goiás
Reprodução/Youtube
“Traumatizei”
Nesse período de preparação para o DVD, a dupla iniciou o processo de divulgação das guias das músicas inéditas que serão gravadas. Se nada mudar até lá, serão 10 faixas novas, além de oito medleys com regravações de hits dos artistas.
Guia é o esqueleto da música. É o momento em que ela deixa de ser apenas um poema e ganha acordes e pausas.
Normalmente, a guia tem somente voz e um instrumento base (violão ou piano, por exemplo). No caso da série de guias postadas pela dupla, a opção foi violão, tocado, nos vídeos, pelo produtor musical Eduardo Pepato.
A dupla pretende soltar todas as inéditas até o dia da gravação.
“É massa demais o público já saber e cantar com a gente, a energia fica boa demais. Com isso, na hora da gravação, conseguimos identificar qual chegou mais para o público”, afirma Henrique.
Das três já anunciadas até o momento, destaque para “Traumatizei”, que chegou a ficar como terceiro vídeo mais visto no YouTube no dia em que foi divulgada. Ela conta a história de uma pessoa que percebe os traumas que causou na vida de outra durante um relacionamento.
“Traumatizei chegou bem forte né? Ainda é cedo [pra dizer qual é destaque]. Só podemos adiantar que estamos sofrendo para selecionar as faixas inéditas. Passamos um ano todinho ouvindo música…ouvindo….mas sempre tem aquelas que mexem mais.”
Henrique e Juliano, que se dizem “ouvidores de moda”, não compõem. E para selecionar as faixas que integram seus discos, afirmam que precisam gostar do papo da música, “se ele vai tocar alguém ou não. Algumas vezes os compositores contam como foi feita, afinal cada música tem sua história.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Apresentador Trevor Noah deixa ‘The Daily Show’


Comediante sul-africano anunciou a saída na quinta-feira (29). Ele substituiu Jon Stewart na bancada do programa em 2015. Trevor Noah
Reprodução/Twitter
O apresentador e comediante Trevor Noah anunciou que está deixando o programa “The Daily Show”. Ele comunicou sua saída em uma gravação antes de o programa ir ao ar, nesta quinta-feira (29). Ainda não há data para a sua última apresentação na atração.
“Nós rimos juntos, choramos juntos”, disse Noah na mensagem postada em seu Twitter. “Eu me peguei pensando ao longo do tempo em tudo o que passamos. A presidência de Trump, a pandemia, apenas a jornada, mais pandemia e percebo que após estes sete anos, meu tempo acabou.”
Noah, comediante de stand-up sul-africano, era relativamente desconhecido do público americano antes de assumir a bancada da atração em 2015, quando substituir Jon Stwart.
“Quero agradecer a você, a você que assistiu a isso”, disse Noah. “Nunca sonhei que estaria aqui. Eu meio que me sinto na ‘Fantástica Fábrica de Chocolate’.”
Trevor Noah
Reprodução/Twitter
Ainda no vídeo, ele afirmou que percebeu que uma parte dele “quer continuar explorando”, e que sente falta de fazer turnês, ir a outros países, aprender línguas e “estar em todos os lugares”.
Segundo o jornal “The New York Times”, o Comedy Central, canal que exibe o programa, afirmou que está animado com o próximo capítulo do “The Daily Show”, mas não informou quem será o próximo apresentador.
Além dos espectadores, Noah agradeceu à equipe do programa e ao Comedy Central, “que acreditaram neste comediante aleatório que ninguém conhecia neste lado do mundo”, disse. “Na África do Sul, todo mundo me conhecia e me amava”, brincou.
“Adorei apresentar esse programa, foi um dos meus maiores desafios e uma das minhas maiores alegrias”, disse. “Adorei tentar encontrar uma maneira de fazer as pessoas rirem, mesmo quando as histórias são particularmente ruins, mesmo nos piores dias. Rimos juntos, choramos juntos.”
Ele não informou quando será sua última apresentação na bancada da atração, mas disse que ainda estará no ar por algum tempo. “Não se preocupe, não vou desaparecer. Se eu te devo dinheiro, eu ainda vou te pagar.”
Semana Pop explica acusações e os bastidores da ruína de Armie Hammer

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Abracadabra 2’ traz de volta trio de bruxas da Disney em sequência tardia, porém muito divertida; g1 já viu


Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy voltam a interpretar as atrapalhadas feiticeiras do filme de 1993. Anne Fletcher, de “A Proposta” e “Vestida para casar” dirige a continuação lançada para o Disney + O fator nostalgia continua forte em 2022, seja no cinema ou na TV. O maior destaque vai para “Top Gun: Maverick”, a ótima sequência do clássico dos anos 1980, que se tornou um grande sucesso de público e crítica. Para reforçar esse elemento, chega ao Disney + nessa sexta-feira (30), “Abracadabra 2”, continuação da comédia de 1993 que divertiu e assustou uma geração de espectadores.
Apesar de só ter sido lançado 29 anos depois do filme original, essa sequência consegue superar o longa original por ter um humor melhor, efeitos especiais mais convincentes e uma história que, se não é nada original, pelo menos é bem contada e utiliza diversos elementos que vão fazer a alegria dos fãs.
Assista ao trailer dublado do filme “Abracadabra 2”
Assim como no primeiro “Abracadabra”, a trama se passa em Salem, no estado americano do Massachusetts, onde vivem três amigas interessadas em coisas ligadas ao ocultismo e costumam frequentar uma loja que vende produtos ligados a bruxaria.
Na noite de Halloween, após um desentendimento, duas delas decidem fazer um feitiço numa floresta. O que elas não contavam é que seriam responsáveis por trazer de volta à vida as irmãs bruxas Winifred (Bette Midler, de “O Clube das Desquitadas”), Sarah (Sarah Jessica Parker, de “Sex and the city”) e Mary (Kathy Najimy, de “Mudança de Hábito”).
Dispostas a recuperar o tempo perdido, as bruxas voltam a Salem para recuperar o Livro dos Feitiços que está na loja de Gilbert e realizar um encantamento que as deixem ainda mais poderosas para dominar a cidade com suas bruxarias. Becca e Izzy decidem fazer o que estiver ao seu alcance para impedir que as feiticeiras consigam realizar os seus planos e eliminar a ameaça de uma vez por todas.
Sarah Jessica Parker, Bette Midler e Kathy Najimy numa cena de “Abracadabra 2”
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Choque de gerações
As melhores piadas de “Abracadabra 2” acontecem nos momentos em que as bruxas confundem coisas do mundo moderno com elementos da época em que viveram no passado, como na cena em que o trio acredita que produtos de beleza seriam poções mágicas.
Belisa Escobedo, Whitney Peak e Lilia Buckingham vivem um trio de amigas em “Abracadabra 2”
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Além disso, o humor do filme mantém a inocência e o estilo inofensivo do original, mas é melhor trabalhado, graças à boa direção de Anne Fletcher (de comédias como “A Proposta” e “Vestida para casar”) e do roteiro da pouco conhecida Jen D’Angelo.
Com elas, a trama resolve melhor algumas questões que não foram bem trabalhadas na produção de 1993, além de trazer uma mensagem sobre amizade mais interessante e do jeito que a Disney gosta.
O filme só derrapa lá pela metade quando empilha algumas situações da trama, pulando de uma para outra sem uma boa conclusão (como a inserção de números musicais que valem pelas versões de sucessos de Elton John e da banda Blondie, mas que são mal construídos), e até as piadas ficam um pouco mais fracas. Felizmente, o rumo é encontrado na parte final e garante a diversão.
As irmãs bruxas Sanderson voltam a atacar em “Abracadabra 2”
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Encantos e feitiços
Obviamente, o grande destaque de “Abracadabra 2” está na volta do trio original quase 30 anos depois do primeiro filme. Middler, Parker e Najimy ainda encantam e parecem mesmo estar se divertindo ao reencontrar seus antigos papéis.
Embora não tenha grandes atuações, o trio garante o interesse nas desventuras das irmãs bruxas (que retornam bem menos sinistras e mais cômicas) e não decepcionam os fãs das personagens.
Além das três atrizes, Doug Jones (de “A Forma da Água”) retorna como o zumbi Billy Butcherson e, mais uma vez, se vale de sua experiência com personagens bizarros para fazer o público se divertir com sua atuação, ainda que o roteiro poderia ter caprichado um pouco mais em suas cenas. Atenção para a participação especial de Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) na primeira parte do filme.
Doug Jones volta como o zumbi Billy Butcherson em “Abracadabra 2”
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Dos novatos, a ugandense Whitney Peak (“Gossip Girl”)se sobressai como uma das jovens. A atriz passa bem as inseguranças de sua personagem, que não é bem vista pelos colegas por gostar de coisas que a maioria não aprecia ao mesmo tempo que mostra uma certa valentia diante da ameaça representada pelas bruxas.
Já Belisa Escobedo (“American Horror Story”) e Lilia Buckingham estão apenas corretas como as amigas de Becca, não se destacando com suas atuações.
“Abracadabra 2” é um bom passatempo para ver sem maiores pretensões com a família, mas que tem duas cenas durante os créditos que merecem destaque. Uma logo no início e outra no final, que pode indicar uma possível terceira parte. Se fizer o sucesso que os realizadores esperam, provavelmente as irmãs bruxas voltarão a assombrar (e divertir) a todos.
Bette Midler (ao centro), Kathy Najiny e Sarah Jessica Parker numa cena de “Abracadabra 2”
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Fifa 23’ é melhor em todos os aspectos, mas ainda não justifica modelo anual da série; g1 jogou


Game lançado nesta sexta (26) traz boas inovações técnicas e torna partidas ainda mais realistas. Franquia muda de nome em 2023, quando poderia repensar a estratégia de nova edição todo ano. “Fifa 23” é melhor em todos os aspectos do que a edição anterior. As partidas são mais realistas e cadenciadas, o controle sobre os passes é mais decisivo e algumas novidades ajudam os principais modos de jogo.
Mesmo com tudo isso, o game ainda não justifica o modelo de lançamento anual da franquia esportiva – e poderia ser a edição ideal para uma mudança nos planos.
O jogo lançado nesta sexta-feira (30) para PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series X/S, Switch, Stadia (que deixará de funcionar em 2023) e computadores é o último da parceria entre a desenvolvedora, a EA, e a Fifa pela utilização da marca.
Com isso, é uma despedida decente para o título da série – mas poderia ser também a aposentadoria de um plano que há décadas pede centenas de reais ao público todos os anos por um punhado de melhorias.
A insistência em tirar entre R$ 200 e R$ 300 anualmente é, ou pelo menos deveria ser, muito pior do que a ausência dos jogadores de equipes e da seleção brasileira.
Assista ao trailer de ‘Fifa 23’
Controle de bola
Donos de consoles da nova geração ou de computadores vão se aproveitar da melhor “novidade” de “Fifa 23”. O sistema Hypermotion 2 melhora o que já estava bom em “Fifa 22” e deixa o controle sobre os passes ainda mais sensíveis e cruciais durante um jogo.
O principal resultado é que a partida se torna mais cadenciada e realista, com jogadas pensadas e que dependem menos de velocidade individual de alguns atletas.
Isso também provoca uma mudança na estratégia da defesa. Apesar de não sofrerem mais tanto para correr atrás de atacantes, zagueiros devem se beneficiar mais ao controlar os espaços e evitar um bote mais afoito que possibilite inteligente um toque no vácuo criado.
FUT e outros modos
O Fifa Ultimate Team (FUT), o principal ganha-pão da EA com a franquia e o maior atrativo para grande parte do público (que gosta de gastar ainda mais dinheiro todo ano), altera o atributo da química entre atletas para um modelo mais simples e bem menos frustrante.
Pode parecer pouco, mas só de entender de cara o sistema e ficar menos irritado a cada nova carta que não se encaixa exatamente às suas necessidades já é um baita avanço.
O modo também oferece alguns desafios para os usuários conseguirem recompensas sem a necessidade de investir tanto dinheiro. Claro, aqueles com bolsos fundos ainda terão uma grande vantagem, mas é legal ver que a desenvolvedora deu mais opções ao público.
Já o modo carreira e o Volta continuam um tanto escanteados – prova maior do tamanho do FUT no quadro geral. O futebol de rua ainda é uma distração divertida, mas a criação de um jogador ou de um treinador mereciam um pouco mais de criatividade por parte da empresa.
Mbappé no ‘Fifa 23’
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De ex-‘Fifa’ em diante
A desenvolvedora já anunciou que, a partir de 2023, a série assume o nome de “EA Sports FC” – por mais que seja difícil imaginar que fãs vão parar de chamá-la de “Fifa” em algum momento próximo.
A empresa também afirma que esta será a maior mudança e que o público não deve se preocupar, mas ela se beneficiaria ao olhar um pouco para a concorrência.
Ok, o “eFootball”, da rival Konami, foi um retumbante fracasso. Mas até isso pode servir para que a EA avalie melhor um redirecionamento estratégico.
A realidade de games como “Fortnite” ou “Call of duty: Warzone” já mostram que não é preciso cobrar a cada título para ter lucros.
Atualizações esporádicas e melhorias podem ser feitas a longo prazo e a arrecadação com cartas do FUT ou cosméticos. Sem um concorrente direto, a desenvolvedora tem espaço e tranquilidade para dar este respiro a seu público.

Fonte: G1 Entretenimento