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Claes Oldenburg, escultor pioneiro da Pop Art, morre aos 93 anos


Ele ficou conhecido por suas gigantescas obras que representam objetos cotidianos – como hambúrgueres, batons e tomadas. Artista se recuperava de uma queda e morreu em sua casa. O escultor americano de origem sueca, Claes Oldenburg
Divulgação/Jurgen Frank/Walker Art Center
O escultor americano de origem sueca, Claes Oldenburg, pioneiro do movimento Pop Art e conhecido por suas gigantescas obras que representam objetos cotidianos (como hambúrgueres, batons e tomadas) morreu aos 93 anos.
Sua obra, de tom casual, foi aclamada pela crítica e bastante popular durante sua longa carreira. Milhões viram suas esculturas em locais ao ar livre, como praças públicas.
Uma destas é o batom sobre as esteiras de um tanque, exposta no campus da Universidade de Yale no fim da década de 1960, que causou sensação e se transformou em um símbolo para os opositores da Guerra do Vietnã.
Nascido em Estocolmo em 1929, Oldenburg obteve a nacionalidade americana e se mudou para Nova York em 1956, onde desenvolveu sua carreira artística.
A Pace Gallery, que o representava, confirmou sua morte, e o aclamou como “um dos artistas mais radicais do século 20 por seu papel no desenvolvimento da Pop Art”. De acordo com as informações, o artista se recuperava de uma queda e morreu em sua casa em Manhattan.
As casquinhas de sorvete em Nova York, o alfinete de roupa na Filadélfia, que comemora o bicentenário da Declaração de Independência dos Estados Unidos em 1976, e a cereja equilibrada sobre uma colher em Minneapolis são outras das enormes esculturas que fazem parte da obra de Oldenburg.
“Minha intenção é fazer um objeto cotidiano que escape da definição”, disse o artista em uma entrevista ao jornal “New York Times”.
A partir da década de 1970, trabalhou em dupla com sua esposa, Coosje van Bruggen, que morreu em 2009. A obra de Oldenburg foi exibida no Museu de Arte Moderna (MoMA) e no Whitney de Nova York, e no Guggenheim de Bilbao (Espanha).

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico Buarque começa a ensaiar, no Rio, o show com que percorrerá o Brasil a partir de setembro


Chico Buarque no ensaio do show ‘Que tal um samba?’ com o violonista Luiz Claudio Ramos ao fundo
Reprodução / Instagram Chico Buarque
♪ Um mês após o anúncio em 16 de junho da turnê Que tal um samba?, Chico Buarque começou a ensaiar, em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o show com o qual vai percorrer o Brasil a partir de 6 de setembro, data da primeira apresentação, agendada no Teatro Pedra do Reino, em João Pessoa (PB), capital da Paraíba.
O ensaio do show começou ontem, 18 de julho. Na foto acima, postada em rede social do artista, Chico aparece ao lado do violonista Luiz Claudio Ramos, diretor musical e arranjador do show que terá cenário de Daniela Thomas e banda formada por Bia Paes Leme (teclados e vocais), Chico Batera (percussão), João Rebouças (piano), Jorge Helder (baixo), Jurim Moreira (bateria) e Marcelo Bernardes (sopros), além do próprio Luiz Claudio Ramos na guitarra e no violão.
Por ora, a turnê nacional do show Que tal um samba? se estenderá até o primeiro semestre de 2023 e já tem apresentações agendadas para onze capitais do Brasil em rota que, partindo de João Pessoa (PB), passa por Natal (RN), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Brasília (DF), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
O show tem o mesmo título do single Que tal um samba?, lançado em 16 de junho simultaneamente com o anúncio da turnê nacional que traz Chico Buarque de volta aos palcos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta é internada em São Paulo depois de turnê internacional


Causa da internação não foi revelada. Ela recebeu a companhia do namorado, Murda Beatz, e da influenciadora Gkay. Anitta
Reprodução/Instagram
A cantora Anitta compartilhou fotos em seu perfil do Instagram em que aparece hospitalizada. A postagem foi feita nesta segunda-feira (18). A causa da internação não foi revelada.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital Vila Nova Star, em São Paulo, ainda não há boletim médico sobre o estado de saúde da cantora.
Nas imagens, a cantora aparece na companhia do namorado, Murda Bratz, e da influenciadora Gkay.
Anitta aparece em hospital na companhia do namorado, o produtor canadense Murda Beatz, e a amiga Gkay
Reprodução/Twitter
No início do mês, a cantora revelou o diagnóstico de endometriose. Ela contou precisaria fazer uma cirurgia e, para isso, teria de ficar cerca de um mês de repouso.
Ainda na segunda-feira, a cantora publicou um vídeo com um compilado de cenas de seu último mês, em que fez uma turnê internacional. Segundo a postagem, escrita em inglês, foram 30 dias, 20 países, catorze shows, dois clipes, entrevistas e desfiles de moda.
“Apenas algumas fotos do mês mais louco da minha vida. Juro por Deus que pensei que não conseguiria. Mas eu fiz”, disse na publicação.
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“Na verdade, foram vocês que me fizeram ficar forte até o fim. É muito para processar. Todos esses indos países e pessoas, uau, agradecendo por me receber. (E sim, eu gosto de enlouquecer nos meus shows e me divertir com a multidão. E não, geralmente eu não bebo. Hahahaha é por isso que eu uma morta-viva agora que terminamos)”, comentou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aneurisma cerebral: entenda o que é o diagnóstico recebido pela atriz Emilia Clarke


Dilatação se forma nas artérias do cérebro e, se não descoberta logo, pode acarretar sérios riscos para o paciente. Entenda o que é aneurisma cerebral
A atriz Emilia Clarke revelou, no domingo (17), durante uma entrevista, que “perdeu” parte de seu cérebro depois de ter sofrido dois aneurismas, um em 2011 e outro em 2013, enquanto gravava a série “Game of Thrones”.
O aneurisma é uma complicação de saúde que atinge principalmente mulheres por volta dos 50 anos de idade e que fumam. Na época do primeiro aneurisma, Clarke tinha 24 anos e precisou passar por uma cirurgia no cérebro.
“Cirurgia no cérebro? Eu estava no meio da minha vida muito ocupada – não tinha tempo para uma cirurgia no cérebro”, escreveu. “Mas, finalmente, me acalmei e assinei [o termo da cirurgia]. E então fiquei inconsciente. Nas três horas seguintes, os cirurgiões trataram de reparar meu cérebro. Esta não seria minha última cirurgia, e não seria a pior. Eu tinha vinte e quatro anos de idade”, disse.
Emilia Clarke posa no tapete vermelho do ‘TIME 100 Gala’, que celebra as 100 pessoas mais influentes da revista Time no mundo, em Nova York, EUA
Dimitrios Kambouris/Getty Images North America/AFP
O aneurisma é uma doença é grave, pois, caso não descoberta logo, pode acarretar em sérios riscos para a saúde e qualidade de vida do paciente.
Abaixo, entenda o que é a complicação, seus principais sintomas e quais os tratamentos:
O que é um aneurisma?
Vasos sanguíneos transportam sangue e podem levar a doenças graves quando são interrompidos
Quimono/CC0 Creative Commons/Pixabay
O aneurisma é uma dilatação dos vasos sanguíneos, uma fragilidade na parede da artéria, a via onde circula o sangue do nosso organismo.
Enrico Ghizoni, diretor da Neurocirurgia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), explicou ao g1 em uma entrevista em março que é possível fazer uma analogia com um pneu de uma bicicleta.
“Quando a câmara de um pneu de uma bicicleta está mais frágil, forma-se uma bolha nela. Então aneurisma é mais ou menos parecido com isso porque a parede do organismo é bem mais fina do que a parede do vaso”, disse.
O aneurisma cerebral, por sua vez, acomete as artérias intracranianas, que nutrem o nosso cérebro.
Essa “bolha”, se não descoberta logo, pode se romper a qualquer momento, causando sérias consequências de saúde para o paciente, ou até mesmo a morte (veja abaixo os principais sintomas).
Segundo Ghizoni, a maioria dos estudos estimam que 2% da população mundial tenha algum aneurisma, mas que somente 0,5% irão apresentar um aneurisma que irá se romper ou sangrar.
Quais são os sintomas?
Em geral, a doença é silenciosa. Caso não haja rompimento, somente exames médicos, como uma ressonância magnética ou uma tomografia, poderão indicar a enfermidade.
“Geralmente são achados acidentais. O paciente vai investigar alguma dor de cabeça, algum problema do tipo e aí a gente identifica esse aneurisma que não rompeu”, relatou o neurocirurgião.
Já os que apresentam rompimento trazem os principais sintomas associados:
Uma súbita e forte dor de cabeça, que aumenta com o passar do tempo; “Geralmente a pior dor de cabeça da vida desse paciente”, alerta Ghizoni.
Problemas na visão – caso o aneurisma cresça perto do nervo da visão;
Desmaios, náuseas, vômitos;
Dor no pescoço;
Rigidez bucal;
Nesses casos, uma angiografia cerebral digital é mais indicada, um procedimento mais invasivo que utiliza cateteres para chegar até os vasos cerebrais.
“O rompimento de um aneurisma é um problema bastante grave porque aumenta a pressão intracraniana. Chamamos de uma catastrófe intracraniana”, disse Enrico Ghizoni.
Sintomas como perda de memória ou alucinações são mais raros, mas Ghizoni explicou que isso pode acontecer como uma sequela da doença, não na fase aguda.
“A fase aguda é algo bem dramático, é uma dor de cabeça muito forte, às vezes pode até paralisar um lado do corpo, mas não é o mais comum”, diz.
Qual é o principal perfil e quais são as causas?
O chefe de Neurocirurgia da Unicamp explicou que é importante fazer uma distinção entre aneurisma e hemorragia. Ele diz que hemorragias (a perda súbita de sangue) são causadas geralmente por um aneurisma, e que esse último, por sua vez, tem diversas causas.
Segundo Ghizoni, os sintomas de um aneurisma ocorrem porque, quando a pressão do cérebro aumenta, isso facilita o desenvolvimento e o rompimento de um aneurisma. Os seguintes grupos que têm mais propensão a terem a doença:
Mulheres, por volta dos 50 anos
Tabagistas
Pessoas com síndromes genéticas
Pacientes com hipertensão
Pacientes com doenças do colágeno (síndromes de Marfan e de Ehler Danlos)
“O diagnóstico precoce da hemorragia é muito importante porque se o aneurisma sangrar de novo, o risco é maior”? A mortalidade beira a 70%”, afirmou o médico.
Como é feito o tratamento?
Diagnosticado o aneurisma, o tratamento em geral é cirúrgico. Isso depende da idade do paciente, do tamanho do aneurisma e do grau de risco que a complicação representa.
Os dois procedimentos mais comuns são a embolização ou a cirurgia aberta.
“Em geral, se você descobriu um aneurisma que não sangrou, você precisa de tratamento. É muito raro que isso não aconteça”, explicou o médico.
A embolização coloca uma espécie de mola dentro do aneurisma, o que impede a circulação de sangue para lá e, consequentemente, o seu rompimento.
“O aneurisma que rompeu tem que ser excluído da circulação. Ou através da embolização ou através da cirurgia aberta. E aí cada situação tem uma um tratamento que é melhor. Por exemplo, se for um aneurisma de grau III, que não é muito comum, a cirurgia aberta em geral é melhor”, esclareceu.
Uma vez que o paciente fez o tratamento do aneurisma e ele foi completamente excluído, essa pessoa poderá ter uma vida normal, afirmou Ghizoni. Contudo, o especialista ressalta que alguns cuidados devem serem observados depois dessa recuperação.
“Se essa pessoa for tabagista ou hipertensa, ela não pode voltar a ter esses hábitos porque senão daí novos aneurismas podem voltar a se formar”, alertou. “O aneurisma é um diagnóstico muito importante grave. Então, se você tem uma suspeita de aneurisma, você tem que procurar um médico para o diagnóstico”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Filipe Ret, o rapper que virou alvo da polícia depois de festa com ‘open Maconha’


Músico chamou atenção ao cantar o cotidiano dos jovens em batalhas de rapper em 2003. Hoje é um dos principais nomes da cena rapper. Filipe Ret
Reprodução/Redes sociais
Um dos principais nomes da nova cena do rapper brasileiro, Filipe Cavaleiro de Macedo da Silva Faria, mais conhecido pelo seu nome artístico Filipe Ret, de 37 anos, foi alvo de buscas pela Polícia Civil do RJ nesta terça-feira (19).
Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE-RJ) saíram para cumprir cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao cantor. A especializada investiga uma suposta distribuição gratuita de cigarros de maconha em um show na Zona Sul do Rio no fim de junho.
Batida em camarim
No sábado (16), o cantor usou suas redes sociais para contar que seu camarim, durante um show em Cuiabá, foi alvo de batida policial. Ele se preparava para se apresentar no evento “É o Trap é o Funk”, que foi interrompido por duas horas.
A Polícia Militar disse que participava de uma fiscalização de poluição sonora e de extrema perturbação do sossego público, junto com outras forças de segurança e a Prefeitura de Cuiabá.
Quem é Filipe Ret
Antes das polêmicas, Ret começou sua carreira musical em batalhas de MCs na Lapa em 2003. Em 2009, lançou seu primeiro álbum, mas só começou a se destacar em 2012, com o álbum “Vivaz”, e o single “Neurótico de guerra”, em que se destacava na cena rapper com letras que falavam de um cotidiano com dificuldades, superação, mulheres, maconha e ostentação.
Seu nome artístico “Ret” vem da época em que pichava muro e assinava assim. É formado em jornalismo, dono de uma gravadora, a Tudubom Records e, em 2021, lançou sua própria marca de maconha, a Ret Kush, que estava sendo distribuída na festa do “Open Maconha”. Recentemente, a marca da droga foi lançada nos Estados Unidos.
Seu último álbum, “Lume”, de 2022, tem participações de Poze do Rodo, L7nnon e Anitta, com quem canta a música “Tudo nosso”.
O single foi apresentado pela cantora em seu show em Portugal, durante sua turnê pela Europa.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O telefone preto’ é bom suspense com poucos sustos e vilão que se destaca; g1 já viu


Filme dirigido por Scott Derrickson, do primeiro ‘Doutor Estranho’, é baseado em conto de Joe Hill, filho de Stephen King. Ethan Hawke impressiona ao interpretar o vilão Sequestrador. Um bom filme de terror e suspense precisa contar com um antagonista forte e icônico, capaz de causar uma mistura de medo e fascínio. “O telefone preto” conta com um personagem com essas características e isso ajuda a torná-lo uma boa pedida para os fãs do gênero. O filme estreia oficialmente no Brasil nesta quinta-feira (21).
Ambientada numa cidade do estado americano do Colorado, em 1978, a trama é centrada em Finney Shaw (Mason Thames), jovem estudante que tenta viver uma vida normal, apesar de ser vítima de bullying e ter que lidar com a violência e o alcoolismo de seu pai, Terrence (Jeremy Davies). Sua grande amiga é sua irmã mais nova, Gwen (Madeleine McGraw).
Assista ao trailer do filme “O telefone preto”
Entre uma aula e outra, Finney começa a notar o desaparecimento de garotos da região, de forma misteriosa. Ele acaba sendo mais uma das vítimas do bandido, chamado de Sequestrador (Ethan Hawke), que o confina em um porão à prova de som, onde ninguém pode ouvir seus gritos de socorro.
No local, Finney começa a receber ligações em um telefone preto. Pendurado em uma parede, o aparelho deveria estar desativado. Aos poucos, Finney percebe que está ouvindo mensagens das vítimas anteriores do Sequestrador, que querem ajudá-lo a escapar de seu cativeiro. Ao mesmo tempo, Gwen tenta descobrir o paradeiro do irmão por meio de pistas nos sonhos dela.
Rede de ajuda
O Sequestrador (Ethan Hawke) leva Finney (Mason Thames) para seu cativeiro em “O telefone preto”
Divulgação
“O telefone preto” se beneficia da boa construção de tensão realizada pelo diretor Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), principalmente nos momentos de interação entre Finney e o Sequestrador. As cenas do garoto tentando lidar com o serial killer, enquanto planeja escapar, são bem convincentes.
No entanto, quem espera ver um filme com um susto a cada cinco segundos pode se decepcionar. O longa é bem econômico nisso e Derrickson, que já trabalhou com o terror antes em “O exorcismo de Emily Rose”, prefere lidar mais com as questões psicológicas dos personagens. Um bom exemplo disso é mostrar que, através das ligações que recebe, Finney passa a deixar de ser um menino mais tímido e retraído para se tornar mais confiante.
Finney (Mason Thames) recebe ajuda inesperada durante seu sequestro em “O telefone preto”
Divulgação
O filme mostra que os espíritos das vítimas do Sequestrador criam uma espécie de rede de ajuda para que Finney não tenha o destino deles. A ideia é boa, embora nem sempre funciona. Num dado momento, uma das almas começa a ensinar o menino a lutar e a sequência parece ter sido tirada de um “Karatê Kid”, o que muda o tom e diminui a tensão que domina o filme.
O roteiro escrito pelo diretor e por C. Robert Cargill é inspirado em um conto de Joe Hill, filho do consagrado Stephen King, que faz parte do best-seller do New York Times, “Fantasmas do Século XX”. Na trama, perde-se mais tempo com cenas sobre a investigação dos desaparecimentos dos jovens e não são tão desenvolvidas as motivações do Sequestrador. Isso poderia deixar o filme mais interessante.
Novo Bicho Papão
Ethan Hawke é o grande destaque de “O telefone preto” como o vilão Sequestrador
Divulgação
O maior acerto de “O telefone preto” está na escolha de Ethan Hawke para interpretar o Sequestrador. O ator, que já tinha trabalhado com Derrickson no elogiado “A Entidade”, não aparece com o rosto totalmente descoberto durante quase todo o filme.
Hawke consegue causar medo e desconforto toda vez que aparece em cena. Além do uso de máscaras assustadoras (criadas pelo mestre da maquiagem de terror, Tom Savini), ele intimida pelo tom de voz firme com suas atitudes imprevisíveis e bastante violentas.
Até mesmo num momento em que aparece dormindo, ele consegue assustar só com a sua respiração. Graças a sua inspirada interpretação, o ator vira um verdadeiro Bicho Papão, digno dos melhores monstros já vistos no cinema.
Mason Thames e Madeleine McGraw vivem os irmãos Finney e Gwen em “O telefone preto”
Divulgação
Vale destacar a interpretação da jovem Madeleine McGraw como Gwen. A atriz passa verdade nas cenas em que mostra preocupação com o desaparecimento do irmão. O carisma dela ajuda a tornar a personagem bem cativante, a ponto de tornar o espectador cúmplice de sua jornada.
Já o novato Mason Thames tem uma atuação irregular, com bons momentos, como nos diálogos que tem com o Sequestrador, com outros mais fracos. Nas cenas mais dramáticas, o jovem ator não consegue emocionar ou convencer. Por pouco, ele não se torna um dos pontos mais fracos do filme.
Ethan Hawke vive o Sequestrador numa cena de “O telefone preto”
Divulgação
Com pequenas homenagens a obras consagradas de Stephen King, como “It: A Coisa” ou “O Iluminado”, “O telefone preto” conta com boa reconstituição de época e um flerte com o sobrenatural, elementos capazes de satisfazer aos fãs de séries como “Stranger Things”.
No final das contas, o filme produzido pela Blumhouse (responsável por longas como “Halloween Kills”) se beneficia por ter um grande vilão, mas que poderia alçar voos mais altos e criativos. Pelo menos, todos os envolvidos podem dizer que conseguiram lançar um personagem marcante para a galeria de terror, digno de Jason, Freddy Krueger ou Michael Myers.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tem Cabaré essa Noite’: Música de 2019 viraliza após ficar ‘esquecida’ e leva lambada de volta às paradas


Compositor já tinha desistido de versão de ‘Te Robaré’, de Prince Royce, e vendeu exclusividade a ‘preço simbólico’. Conheça história da música até viralizar com Nivaldo Marques e Nattan. Versão de uma música de Prince Royce, aposta que não deu certo na voz do compositor brasileiro, hit viral que está fazendo a lambada voltar às paradas brasileiras. Tudo isso pode ser usado para definir “Tem Cabaré Essa Noite”.
A música está bombando desde o São João de 2022, quando o cearense Nattan acrescentou um “Ui ai” no refrão da versão gravada pelo baiano Nivaldo Marques. O trecho pegou nas redes sociais e aí já viu.
Mas nos bastidores, a noite no cabaré foi longa… Até estourar de vez, são idas e vindas que podem ser contadas em cinco tempos:
Criada como bachata – “Te Robaré” foi lançada por Prince Royce, cantor americano de origem dominicana, e fez sucesso como bachata em 2013. Só no YouTube, são mais de 186 milhões de visualizações;
Arrochada na Bahia – Cinco anos depois, Flavinho Kadet, compositor baiano de sucessos como “Arranhão”, escreveu a versão em português em 15 minutos. A ideia era gravar com uma dupla de arrocha que ele tinha em 2019;
Revendida na lambada – A música chegou a tocar nas rádios da Bahia na voz de Guto e Flavinho, momento que o cantor Nivaldo Marques ouviu e resolveu gravar a música como uma lambada em 2019. Ele chegou a rodar um pouco com a música, mas a pandemia esfriou os planos;
Requentada via meme – Com a retomada dos eventos na Bahia, Nivaldo voltou a tocar a música que caiu no gosto de influenciadores nas redes sociais. Carlinhos Maia e Cristian Bell postavam zoeiras com a letra e isso ajudou a movimentar “Tem Cabaré essa Noite”;
Estourada com Nattan – A música foi gravada também com Wallas Arrais, mas estourou mesmo quando o cantor cearense Nattan entrou na parada e acrescentou uma brincadeira no refrão, o “Ui Ai”, nos shows do São João de 2022.
‘Tem Cabaré essa Noite’ é uma versão da música ‘Te Robaré’, de Prince Royce, escrita por Flavinho Kadet; hit estourou com Nivaldo Marques e Nattan
Divulgação
Criada como bachata
A melodia original de “Tem Cabaré essa Noite” vem da música “Te Robaré”, uma bachata de Prince Royce, lançada em 2013 no álbum “Soy El Mismo”.
O cantor nasceu nos Estados Unidos, mas os pais são da República Dominicana. Há 12 anos, Prince Royce surgiu como cantor de reggaeton e bachata com um álbum homônimo.
Prince Royce é um dos cantores mais populares da música latina; ‘Tem Cabaré essa Noite’ é versão de ‘Te Robaré’, hit de 2013
Reprodução/Instagram/PrinceRoyce
Na letra, um amor intenso e proibido motiva uma fuga, por isso o “te robaré esta noche” do refrão, que virou “Tem Cabaré essa Noite” na versão brasileira.
A música é um hit da carreira de Royce com mais de 186 milhões de visualizações só no Youtube.
Arrochada na Bahia
Era um dia de composição como outro qualquer para Flavinho Kadet em Goiânia em março de 2019. Ele estava com os amigos em um estúdio, quando a música “Te Robaré” ficou no repeat por uma tarde inteira.
O compositor baiano de sete músicas do DVD “Manifesto”, de Henrique e Juliano, incluindo o hit “Arranhão”, deitou para dormir pensando nela e não deu outra… em 15 minutos escreveu a versão brasileira.
‘Arranhão’ é a música mais ouvida da história do Spotify no Brasil
O objetivo de Kadet era gravar no projeto de arrocha que ele tocava com um amigo, na dupla Guto e Flavinho. No dia seguinte, a música foi gravada e em pouco tempo entrou nas rádios de Salvador, mas não foi suficiente para manter o projeto de pé.
Flavinho do Kadet é o compositor de ‘Tem Cabaré essa Noite’; ele escreveu a versão para gravar com a dupla de arrocha que tinha em 2019 com o parceiro Guto na Bahia
Reprodução/Instagram/FlavinhodoKadet
Ele até tinha começado o trâmite para conseguir autorização para gravar a música como versão, mas, com o fim da dupla desistiu poucos meses depois, deixou “Tem Cabaré essa Noite” de lado.
“Em 15 minutos ela ficou pronta. Cássio Sampaio, meu amigo que fez aquela ‘Balada Boa’, do Gusttavo Lima fez nesse tempo também. Todo mundo fala música de 15 são as melhores, que vem rápido, escorre da cabeça e você vai anotando”, diz Flavinho ao g1.
Gravada até por Bob Esponja, ‘Tchê Tchê Rere’ rendeu mais de R$ 5 milhões ao compositor
Lambada entra no jogo
O cantor baiano Nivaldo Marques estava em casa quando ouviu “Tem Cabaré essa Noite” na rádio pela primeira vez. Ele gostou de cara por conta do refrão repetitivo.
“Eu senti que ela ia bater porque ela é uma música chiclete, música de balada, de quem tá curtindo, de quem está extravasando, de quem está namorando”, lembra ele em entrevista ao g1.
Nome de Nivaldo Marques ganhou destaque com música ‘Tem Cabaré essa Noite’
Reprodução/Instagram/NivaldoMarques
Por coincidência, o empresário de Nivaldo, Igor Serra Preta, era amigo de Kadet e comprou o direito de exclusividade da música por um “preço simbólico”, segundo o compositor.
“Uma exclusividade de uma música é R$ 15 mil, uma liberação R$ 5 mil. Foi abaixo disso, por isso que eu falo simbólico”, explica Flavinho sem abrir o valor exato da negociação.
A música começou a virar justamente quando foi para lambada, gênero que Nivaldo defende há 8 anos. O cantor de Nazaré das Farinhas, na Bahia, é conhecido como “Rei do Lambadão” e tem Beto Barbosa como referência.
Nivaldo viu no gênero uma possibilidade de fazer diferentes dos demais grupos de arrocha de Salvador, mas encontrou resistência no começo. “Já fui rejeitado de casa de show, já teve de público rejeitar também, mas eu falei ‘vou até o fim e Deus proverás'”.
Requentada via meme
Tirullipa, Gkay e Rafael Cunha gravaram vídeos com ‘Tem Cabaré essa Noite’, música de Nivaldo Marques e Nattan que viralizou
Reprodução/Instagram dos artistas
Nivaldo gravou “Tem Cabaré essa Noite” em 2019 pela primeira vez, e depois lançou de novo em 2021, quando os eventos voltaram a acontecer após meses de pandemia.
Foi quando a música começou a acontecer após influenciadores como Carlinhos Maia e Cristian Bell repostarem fazendo brincadeiras. Depois, Tirullipa, Gkay e Rafael Cunha também entraram na onda.
Ela ficou mais curta que a versão de Flavinho, mas, para o compositor, a mudança para lambada foi fundamental para o sucesso. “Se eu continuasse tocando em arrocha, poderia passar dez anos que acho que ela não ia virar”.
“Na minha mente quem vai beber vai curtir, quem vai sair para comer água vai curtir, quem vai sair para procurar mulher na rua vai curtir. É uma música para bater para todos os gostos só não para quem está cabisbaixo. Para quem está feliz da vida, ela bate certo. O que eu pensei foi isso”, justifica Nivaldo.
O cantor trabalhou por muitos anos em barzinho, mas se encontrou na lambada. “Não é porque estou no sucesso hoje, mas é uma parada que eu me sinto bem, sei desenrolar no gênero da lambada, meu tempo bate certo”.
Com a exclusividade da música na mão, Nivaldo foi procurado e chegou a gravar um feat com Wallas Arrais que até que foi bem nos streamings também, mas a virada veio mesmo no São João com outro forrozeiro…
‘Ui, Ai’ viralizou
Nattan adicionou ‘Ui Ai’, de forma espontânea, no refrão de ‘Tem Cabaré Essa Noite’; brincadeira ajudou música a viralizar e chegar ao topo das paradas brasileiras
Divulgação
Nattan é um dos novos nomes forró que começou a fazer sucesso durante a pandemia. Extrovertido e brincalhão, ele fez 40 shows no primeiro ano com a agenda aberta nas festas juninas do Nordeste.
No show realizado em Capela, em Sergipe, o cantor percebeu a força de “Tem Cabaré Essa Noite”. Ele cantava em um trio elétrico quando viu que a brincadeira de falar “Ui, ai”, no refrão, tinha pegado.
A música era mesma de Nivaldo, também em lambada, mas cantar essas duas palavras estava fazendo a diferença, não só no show, como nas redes sociais. Desde então, são inúmeros os vídeos de gente falando que vai para a farra, mulheres brigando com os maridos saidinhos e por aí vai.
“Foi espontâneo demais e rolou na hora que estava gravando no estúdio. Achei essa música muito sensual, com essa levada, essa malemolência, sabe?, diz Nattan ao g1.
“Coloquei sem pretensão, mas quando eu vi que aquilo ali começou a pegar… Eu disse ‘Nossa, isso aqui é o rumo, isso aqui é o caminho’, então a gente começou a bater nisso”.
O clipe da música com Nattan e Nivaldo saiu na quinta (14) e já tem mais de 2,4 milhões visualizações no YouTube. No Spotify, a música estava em 26º lugar entre as 50 músicas mais tocadas do Brasil na segunda (18).
Além do sucesso na internet, “Tem Cabaré essa Noite” entrou no repertório dos cantores de forró e sertanejo com força. Gusttavo Lima, Leonardo, Bruno e Marrone e João Gomes estão entre os artistas que cantaram a música em shows recentes.
Ponta solta nos direitos autorais
Ávine Vinny fala sobre repercussão da música ‘Coração Cachorro’ após post de James Blunt
As versões de músicas internacionais não são novidade no forró. Calcinha Preta e Limão com Mel, por exemplo, gravaram versões de muito sucesso nos anos 90.
Mas recentemente nos streamings, os donos das músicas têm ficado mais atentos aos grandes hits, como James Blunt em “Coração Cachorro”, do Avine Vinny e Matheus Fernandes e Bon Jovi em “No ouvidinho”, do Felipe Amorim.
Depois que a música estourou, o cantor inglês acionou os artistas e, em um acordo amigável, os brasileiros cederam 20% dos direitos autorais por conta da inspiração em “Same Mistake”, hit de Blunt, no “Auuuuu”.
Compare músicas de Felipe Amorim e Bon Jovi
Atualmente, Flavinho Kadet aparece como o único compositor de “Tem Cabaré essa Noite”, sem qualquer menção aos três autores de “Te Robaré”, mas isso deve mudar.
O compositor baiano afirmou ao g1 que congelou o valor que recebeu pela música desde 2019 e que vai passar para os compositores da música de Prince Royce quando o acordo for feito.
Kadet não vai nem tentar, à princípio, a porcentagem de 16,66% de versionista que teria direito se a versão for autorizada. Ele também não quer receber mais do empresário de Nivaldo Marques depois que a música explodiu.
“Tenho ‘Arranhão’, ‘Erro Planejado’, ‘Despedida de Casal’, ‘Até a Próxima Vida’, tudo no Top 200 do Spotify. Então o que vier para mim é lucro, eu já recebo das minhas próprias músicas”, enumera os hits do currículo.
Ele diz que desde o começo o objetivo era fazer a dupla de arrocha bombar e ganhar com os shows, não com possíveis direitos autorais de uma versão.
“Agora que está tocando bastante, eu mantenho o mesmo pensamento. Era uma música que ficou esquecida, mas o Nivaldo apostou nela e estourou. Mérito todo dele”, finaliza Kadet.

Fonte: G1 Entretenimento

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Netflix expande cobrança extra por senha compartilhada para Argentina e mais 4 países


Pagamento uso de mesma assinatura em mais de uma casa já estava sendo aplicado no Chile, na Costa Rica e no Peru. O logotipo da Netflix é exibido em uma tela de TV em foto ilustrativa
Denis Balibouse/Reuters/Arquivo
A Netflix anunciou nesta segunda-feira (18) que vai cobrar um adicional de usuários em mais cinco países latino-americanos que acessarem suas contas em mais de uma residência.
Em março deste ano, a empresa lançou o recurso de pagamento por senha compartilhada no Chile, na Costa Rica e no Peru. Agoora, os clientes da empresa na Argentina, República Dominicana, Honduras, El Salvador e Guatemala que quiserem utilizar o serviço em mais de uma casa também terão que pagar um adicional entre US$ 1,70 e US$ 2,99, a depender do país.
Procurada no Brasil, a Netflix afirmou apenas que “o Brasil não está incluído entre os países em que a regra (de moradia extra) será adotada” e remeteu ao comunicado da matriz nos Estados Unidos.
Como funciona
O serviço poderá ser utilizado em uma a três casas adicionais diferentes dependendo do tipo de assinatura. O acesso durante viagens via tablet, notebook ou celular continuará possível, segundo a empresa.
“Estamos explorando com cuidado diferentes maneiras para que as pessoas que querem compartilhar suas contas paguem um pouco mais”, afirmou a Netflix.
Flutuação no número de usuários
Segundo a empresa de análise do mercado de mídia digital Similarweb, a Netflix perdeu quase 25% de seu tráfego de streaming para outras plataformas de conteúdo nos últimos três anos.
O ritmo de cancelamentos da Netflix continuou a subir desde que perdeu clientes pela primeira vez em uma década. Em abril, foram mais de 1,7 milhão de assinaturas canceladas, de acordo com a plataforma.
Entretanto, o ritmo de perda de assinantes recuou no restante do segundo trimestre, com 1,6 milhão de cancelamentos em maio e 1,3 milhão em junho, segundo a Similarweb, algo que pode estar relacionado ao lançamento da quarta temporada de “Stranger Things”, em maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sucessos de Fafá de Belém e Zé Ramalho ressoam na estreia de ‘Pedra sobre pedra’ no Globoplay


Cantores são lembrados na trilha sonora da novela, exibida há 30 anos, por versões em português de sucessos norte-americanos. ♪ Novela exibida pela TV Globo de 6 de janeiro a 31 de julho de 1992, Pedra sobre pedra está de volta, 30 anos após a estreia, no Globoplay. A entrada da trama na plataforma de streaming da Globo faz ressoar dois sucessos de Fafá de Belém e Zé Ramalho, cantores que sobressaíram na trilha sonora da novela – orquestrada por Mariozinho Rocha, então diretor musical da emissora – por darem vozes à canções que versavam sobre fantasmas de um grande amor do passado que insistia em se manter vivo.
Eram canções que se afinaram com o enredo que envolvia o casal protagonista da história, Murilo Pontes e Pilar Batista, personagens interpretados pelos atores Lima Duarte e Renata Sorrah.
O canto de Fafá ecoava os (re)sentimentos de Pilar com a gravação de Um homem que amei (1991), versão em português – assinada pela própria Fafá com Pedro Monteiro – de Someone that I used to love, balada de Michael Masser (1941 – 2015) e Gerry Goffin (1939 – 2014) que foi gravada originalmente pela cantora Bette Midler em 1997, mas que, diante do arquivamento do registro de Midler pela gravadora Atlantic Records, acabou sendo apresentada ao mundo em 1980 na voz de Natalie Cole (1950 – 2015).
A versão de Fafá foi feita e gravada pela cantora para o álbum Doces palavras (1991), no embalo do sucesso da abordagem de Someone that I used to love por Barbra Streisand em registro feito dois anos antes para promover a compilação A collection – Greatest hits…and more (1989).
Já os (res)sentimentos de Murilo Pontes eram amplificados pela voz cavernosa de Zé Ramalho, cuja gravação de Entre a serpente a estrela abriu o primeiro capítulo da novela.
Entre a serpente e a estrela é versão em português de Amarillo by morning, escrita por Aldir Blanc (1946 – 2020) para a trilha sonora de Pedra sobre pedra e gravada em 1991 por Zé Ramalho para a novela.
Sucesso da música country norte-amerticana, Amarillo by morning é composição de Terry Stafford (1941 – 2015) e Paul Fraser lançada em 1973 em disco de Stafford e amplificada em regravação lançada em 1982 pelo cantor de country George Strait.
O sucesso da gravação de Entre a serpente a estrela em Pedra sobre pedra revitalizou a carreira de zé Ramalho – então em período de baixa visibilidade – e ajudou a promover o álbum, Frevoador, lançado pelo cantor naquele ano de 1992.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ellen Jabour critica tom político em shows do Rage Against the Machine e Roger Waters


Modelo disse que ‘não gosta de shows que falam de política’ e virou um dos assuntos mais comentados no Twitter com piadas e críticas que lembram que estes artistas sempre foram politizados. Roger Waters em show no Rio com camiseta em homenagem a Marille Franco, Ellen Jabour no Lollapalooza 2018 e Zach de la Rocha, do Rage Against the Machine, com camiseta em homenagem aos zapatistas
Divulgação e Celso Tavares / G1
Críticas de Ellen Jabour ao tom político de shows de Rage Against the Machine e Roger Waters levaram os nomes da modelo e dos músicos aos temas mais discutidos no Twitter no Brasil nesta segunda-feira (18).
Ellen disse que não gosta de shows que falam de política e virou alvo de críticas e piadas que lembravam que a banda americana e o cantor inglês sempre falaram do assunto nas músicas e no palco.
A polêmica começou quando ela comentou um post que falava de fãs nos EUA que teriam “se chocado com o tom político” dos shows de retorno do Rage Against the Machine.
“Não gosto de shows que falam sobre política. Transformam um momento que era pra ser de unificação, em segregação. O clima fica péssimo pois as pessoas pensam diferente umas das outras e começam a se estranhar, e até mesmo a se agredir! Vivi isso no show do Roger Waters e foi uó”, Ellen escreveu.
Ela virou alvo de comentários irônicos que lembram que a política sempre esteve no centro destes shows. “Pensando no cara que sai de casa achando que a banda chamada ÓDIO CONTRA O SISTEMA é de um grupo de programadores de detesta o Windows”, diz um dos comentários no post da modelo.
“Inclusive, a música ‘Another Brick In The Wall’ (Outro Tijolo na parede) não tem nada a ver com política, não! Se trata apenas da história de vida de um pedreiro nascido no subúrbio de Londres”, diz outro comentário irônico.
“Gente, vcs não entenderam! Não estava me referindo à letras de música sobre política mas quando a banda ou músico resolve fazer do show um momento de propaganda política. O roger waters por exemplo veio falar sobre a nossa política (Brasil) no show dele e criou o maior climão…”, rebateu Ellen.
Leia mais: Toda arte é política, diz ao g1 Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine
Roger Waters é vaiado e aplaudido em São Paulo depois de exibir #elenão em show para 45 mil

Fonte: G1 Entretenimento