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Duo Música do Interior atiça memórias da vida rural em ‘Minha herança’, single do EP ‘Pés na terra’


♪ O duo paulista Música de Interior lança o segundo single do EP Pés na terra, disco previsto para 2023. Três meses após fazerem ressoar Velha viola (Rafael Cardoso e Gilson Clemente, 2022) em single lançado em 25 de março, Aniela Rovani (voz) e Rafael Cardoso (viola caipira, violão e voz) apresentam Minha herança.
Parceria de Rafael Cardoso com José Zanini, a composição inédita Minha herança desembarca em single programado pela gravadora Galeão para a próxima sexta-feira, 10 de junho, em gravação feita com produção musical e arranjo do próprio duo Música de Interior.
Com o single Minha herança, cuja capa é assinada por Paulo Coruja, a intenção da dupla é atiçar memórias da vida rural saboreada em torno de um fogão à lenha, remoendo lembranças provocadas pelo vapor que sai da chaleira, pelo crepitar da lenha no fogão e pelo cheiro inebriante do café.
Capa do single ‘Minha herança’, do duo Música de Interior
Paulo Coruja

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta fala sobre shows contratados por prefeituras e diz já ter recebido proposta para desvio de verba: ‘Falei não’


Em trecho antecipado da entrevista ao ‘Fantástico’ que vai ao ar neste domingo, cantora falou sobre apresentações bancadas com dinheiro público. Debate começou após crítica de Zé Neto a uma tatuagem da própria Anitta e à Lei Rouanet, que gerou a hashtag #CPIdoSertanejo. Anitta ganha estátua de cera no Madame Tussauds de Nova York
Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP
A cantora Anitta comentou, em um trecho antecipado da entrevista ao “Fantástico” que vai ser exibida na noite deste domingo (5), a discussão sobre shows contratados por prefeituras e pagos com dinheiro público. Ela disse já ter recebido proposta para desvio de verba: “Falei não”.
“Eu já recebi propostas, eu e meu irmão. ‘Você cobra tanto, aí eu vou e pego um pedaço.’ Eu falei ‘não'”, afirmou Anitta.
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O debate acerca desse tipo de financiamento começou no início de maio após um comentário sobre a Lei Rouanet feito pelo sertanejo Zé Neto, parceiro de Cristiano, em um show em Sorriso (MT). A discussão iniciada ali jogou os holofotes sobre outra forma de incentivo menos discutida: os shows de prefeituras pelo Brasil. É verba é pública, a exemplo da Rouanet.
Naquele discurso, o cantor falou mal de Anitta e despertou a ira dos fãs dela. Disse ele: “Nós somos artistas que não dependemos de Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. A gente não precisa fazer tatuagem no ‘toba’ para mostrar se a gente está bem ou mal”.
A indireta sobre a tatuagem de Anitta foi massacrada por seguidores dela. Mas, no meio da briga, uma série de posts no Twitter do jornalista Demétrio Vecchioli mostrou que Zé Neto não usa a Rouanet, mas o show de Sorriso foi bancado com R$ 400 mil dos cofres da cidade.
Entenda abaixo, em vídeos, tópicos e infográfico, os principais pontos do debate:
Shows investigados: 5 pontos sobre a crise envolvendo cantores e prefeituras
Em 12 de maio, o cantor Zé Neto, da dupla com Crisitano, fez um discurso no palco durante um show Sorriso (MT) no qual ironizou a “tatuagem no toba” de Anitta. Na ocasião, ele disse que ele e o parceiro são artistas que “não dependem da Lei Rouanet”.
A partir dali, Zé Neto virou alvo dos fãs de Anitta nas redes sociais. As críticas partiram do fato de que o cantor, embora ataque a Rouanet, faz shows com verbas de prefeituras – era precisamente esse o caso da apresentação em Sorriso, que custou R$ 400 mil.
Mas esse tipo de show não é exclusivo de Zé Neto e Cristiano. Sertanejos e artistas de outros estilos, inclusive a própria Anitta, já ganharam cachês altos de prefeituras, como mostrou o g1 em 19 de maio.
Nasceu, assim, o debate sobre contradição entre as críticas à Lei Rouanet, cujos projetos passam por vários critérios e controles, e shows de prefeituras, feitos sem licitação.
O artigo 25 da Lei das Licitações permite que as prefeituras contratem um nome consagrado sem que seja feita uma licitação. A contratação pode, segundo a a norma, ser direta ou por meio do empresário do artista, contanto que ele seja “consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública”.
Mesmo assim, ainda é preciso haver um contrato público sujeito a controle de órgãos como Tribunais de Contas e Ministério Público. Entenda a diferença.
Nas redes sociais, o tema entrou em alta, e ganhou até a hashtag #CPIdoSertanejo – não existe uma CPI de verdade, mas o assunto continuou repercutindo todos os dias.
O foco passou para Gusttavo Lima, que teve os maiores cachês revelados até agora. O Ministério Público de Roraima abriu investigação sobre verba de R$ 800 mil em São Luiz, cidade de 8 mil habitantes, 32% em extrema pobreza, como mostrou o g1 em 24 de maio.
Em 25 de maio, um cachê ainda maior para Gusttavo Lima, de R$ 1 milhão em Magé (RJ), foi divulgado.
Já em 26 de maio, o cantor disse que “não cabe ao artista fiscalizar as contas públicas”.
Em 27 de maio, outro show de Gusttavo Lima foi questionado pelo cachê de R$ 1,2 milhão; a apresentação ocorreria em Conceição do Mato Dentro (MG), cidade com 17 mil habitantes. Também em 27 de maio, o g1 mostrou que o dinheiro veio de recursos que só poderiam ser usados em educação, saúde ou infraestrutura.
Em 28 de maio, a prefeitura de Conceição de Mato Dentro cancelou o show de Gusttavo Lima e de Bruno e Marrone.
Também em 28 de maio, Anitta fez o comentário no Twitter sobre a proporção que o comentário de Zé Neto tomou: “E eu pensando que estava só fazendo uma tatuagem no tororó”.
Em 29 de maio surgiu a informação de que a prefeitura de Conceição do Mato Dentro teria de pagar metade do cachê mesmo após cancelar o evento. O prefeito declarou, na ocasião, que não iria repassar o valor.
Em 30 de maio o Ministério Público do Rio de Janeiro disse que iria investigar o evento de Magé.
Também em 30 de maio, Gusttavo Lima declarou em um vídeo ao vivo dizendo que “está a ponto de jogar a toalha” e que “não compactua com dinheiro público”.
Ainda no dia 30, foi revelado que o pré-candidato à presidência André Janones destinou quase R$ 2 milhões para exposição com show de Gusttavo Lima em Ituiutaba (MG).
Zé Neto não comentou a repercussão da crítica à Rouanet. Em show em 21 de maio, ele disse, após seus fãs xingarem Anitta, que iria “rezar por essas pessoas” e não quer “incitar o ódio”.
Em 3 de junho, a Justiça cancelou o Festival da Banana, que começaria neste sábado (4) em Teolândia, após pedido do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O evento teria participação de Gusttavo Lima, que receberia cachê superior a R$ 700 mil.
Em 4 de junho, contudo, a Justiça autorizou a realização do evento em Teolândia após a prefeitura recorrer da decisão anterior.
Rouanet X Shows prefeituras: veja diferenças de duas formas de se incentivar shows com verbas públicas
g1
Quanto vale o show? Veja o preço pago por algumas prefeituras no Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso tem todas as letras reunidas em livro que festeja em agosto os 80 anos do artista


♪ Assim como Gilberto Gil, Caetano Veloso terá lançado este ano um songbook com todas as letras escritas pelo compositor baiano por conta do 80º aniversário. O livro Letras chegará às livrarias em agosto – mês em que, no dia 7, o artista vira octogenário – pela editora Companhia das Letras.
Organizado pelo poeta, ensaísta e professor de literatura Eucanaã Ferraz, Letras é caracterizado como livro “minimalista”. Sem fotos, o livro se limita a reproduzir as cerca de 400 letras das músicas compostas por Caetano – em seleção que abarca desde as primeiras composições dos anos 1960 até a recente safra autoral gravada pelo artista no álbum Meu coco (2021) – com breves textos de apresentação do organizador e do artista.
A rigor, Letras é a edição atualizada do livro Letra só, editado em novembro de 2003 pela mesma Companhia das Letras. A diferença é que o livro de 2003 foi editado conjuntamente com um segundo título, Sobre as letras, com fotos e comentários de Caetano sobre as principais músicas do compositor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rita Bastos canta Djavan e abre parceria com a mãe, Vânia Bastos, no álbum autoral ‘Dois tempos’


♪ Cantora associada ao movimento Vanguarda Paulista, tendo sido vocalista de discos e shows de Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção (1949 – 2003) antes de iniciar a discografia solo em 1986, Vânia Bastos há tempos escreveu despretensiosamente uma letra de música e a deixou registrada nos cadernos da artista.
Certo dia, ao mostrar essa letra para a filha, a cantora e compositora Rita Bastos, fruto da união de Vânia com o cantor, compositor e violeiro Passoca, os versos de Lua de mim geraram a primeira parceria de mãe e filha.
Formatada em estúdio com levada de ijexá e tratamento jazzístico, Lua de mim virou uma das oito músicas do segundo álbum de Rita Bastos, Dois tempos, lançado na sexta-feira, 3 de junho, em edição da gravadora Atração.
Sucessor de Pode ser (2014), primeiro álbum de Rita, Dois tempos alterna músicas de autoria da artista paulista – como o xote Meio de junho e o reggae Se você já reparou – com abordagens de composições pouco ouvidas de lavras alheias.
De Passoca, Rita revive Curió com a participação do pai na voz e nos assobios ouvidos na regravação dessa música composta em 1973 e lançada em disco em 1975 como lado B de single do grupo Flying Banana. De Djavan, Rita canta Água (1978).
Em Dois tempos, disco encerrado com a autoral música-título, Rita Bastos também expande a parceria com Thiago Melo – com quem assina Qué isso? – reforçando a conexão iniciada na faixa Chuva do álbum anterior Pode ser.
Completa o repertório a música Bem lento (2018), parceria do baixista e arranjador do disco, Daniel Coelho, com Hilda Maria.
Capa do álbum ‘Dois tempos’, de Rita Bastos
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #197 – Sertanejos e prefeituras: discursos, brigas, investigações e tudo sobre a polêmica


Crítica de Zé Neto a ‘tororó’ de Anitta e à Rouanet gerou debate sobre verba pública, tag #CPIdoSertanejo e desabafo de Gusttavo Lima. Saiba o que isso revela sobre o incentivo à cultura no Brasil. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Portugal inaugura museu do tesouro da monarquia em caixa-forte gigante; acervo inclui coleção de ouro e diamantes saídos do Brasil


Obra para conclusão de palácio demorou 226 anos. Fortemente guardada, coleção fica em uma das maiores caixas-fortes do mundo. Pepita brasileira de mais de 20 kg faz parte da exposição. Coroa faz parte do acervo do Tesouro Real de Portugal, agora exposto ao público
Patricia de Melo Moreira/AFP
O Museu do Tesouro Real de Portugal, uma coleção única há décadas à espera de um “lar”, foi inaugurado esta semana no Palácio da Ajuda, em Lisboa, concluído após 226 anos em construção.
Cheio de câmeras de segurança, o museu tem três andares e fica dentro de uma caixa-forte gigante, uma das maiores do mundo, com 40 metros de comprimento e 10 metros de altura. O acesso é se dá por duas portas blindadas de 5 toneladas cada. A coleção é protegida por vitrines à prova de balas.
Relíquias brasileiras
Uma das coleções do acervo chama-se “Ouro e diamantes do Brasil”. O site do museu cita duas peças dessa coleção: uma pepita de ouro de mais de 20 kg, que a imprensa local cita como a segunda maior do mundo, e um diamante bruto de Minas Gerais de 138,5 quilates (27,7 gramas).
Pepita de ouro com mais de 20 kg levada do Brasil compõe acervo do museu do Tesouro Real em Lisboa
DGPC/ADF Luísa Oliveira/tesouroreal.pt
Diamante bruto de Minas Gerais tem 138,5 quilates e faz parte do acervo de museu português
DGPC/ADF Luísa Oliveira/tesouroreal.pt
O grande edifício branco foi a última morada dos monarcas de Portugal, a dinastia de Bragança, antes do advento da República, em 1910.
“Depois do trauma do terremoto e do tsunami, em 1755, a realeza decidiu se instalar aqui, longe do rio e em uma zona menos exposta à atividade sísmica”, explicou o diretor do palácio e museu, José Alberto Ribeiro, à agência AFP.
Visitantes apreciam as relíquias do Tesouro Real português
Patricia de Melo Moreira/AFP
O palácio de estilo neoclássico manteve sua ala oeste inacabada por mais de dois séculos por falta de recursos, ou pelas mudanças no regime político. Um investimento de 31 milhões de euros permitiu, enfim, construir a ala que faltava.
A inauguração desta quinta-feira era muito esperada pela importância do acervo que reúne cerca de mil objetos. Alguns deles estão sendo expostos pela primeira vez.
Até agora, as obras estavam dispersas e inacessíveis ao público. O valor das peças, algumas de mais de 1 milhão de euros, impôs medidas especiais de segurança.
“O Palácio da Ajuda foi o local ideal para a criação deste museu, pois já abrigava parte desta coleção (…) e todo o edifício foi concebido para evitar qualquer surpresa desagradável”, afirmou Ribeiro.
O valioso acervo do Tesouro Real fica dentro de uma caixa-forte gigante e é muito vigiado
Patricia de Melo Moreira/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Público lota shows de Jorge & Mateus e Barões da Pisadinha no Pedro Lepoldo Rodeio Show


Festival terá mais atrações na próxima semana. Jorge & Mateus cantam para multidão em Pedro Leopoldo.
Flávia Lages
Uma multidão esteve presente no segundo dia do Pedro Leopoldo Rodeio Show. Se apresentaram entre a noite de sábado (04) e madrugada de domingo (05), Jorge & Mateus, Barões da Pisadinha e Chemical Surf.
Nas Redes Sociais, a apresentação dos sertanejos foi destaque e a #CircuitoSertanejonoMultishow ficou no TrendTopics do Twitter.
Teve até pedido de casamento no palco, um casal disse sim ao som de “O que é que tem”.
Na hora da despedida, Jorge & Mateus fizeram um “coração” para o público.
Jorge & Mateus fazem “coração” para público em Pedro Leopoldo.
Multishow/Reprodução
Shows continuam na próxima semana.
Flávia Lages
Conheça a estudante de medicina veterinária eleita ‘Rainha do Rodeio 2022’
O evento começou na sexta-feira (03) com nomes como Gusttavo Lima, Bruno & Marrone, Dendelzinho e Sevenn.
No próximo final de semana, o Rodeio terá atrações como Zé Neto & Cristiano, Israel & Rodolffo, Dennis DJ, Henrique & Juliano e Alok.
Veja a programação:
Sexta-feira 10/6
20h30 – Abertura do Parque de Exposições
21h – Abertura do Rodeio e Show pirotécnico – Arena
21h30 – Arena: Rodeio em Touros
21h30 – Show Palco 2: Festival Viola das Gerais
23h30 – Show Palco Principal: Israel & Rodolffo e Dennis DJ
3h45 – Show Camarote Ala Vip: Chris Pipino
3h45 – Balada Camarote Fusion: White Sheep
Sábado 11/6
20h30 – Abertura do Parque de Exposições
21h – Abertura do Rodeio e show pirotécnico – Arena
21h30 – Arena: Rodeio em Touros
21h30 – Show Palco 2: Festival Viola das Gerais
23h30 – Show Palco Principal: Henrique & Juliano, Alok e Bárbara Labres
3h45 – Show Camarote Ala Vip: Chama o Síndico
3h45 – Balada Camarote Fusion: Skog
Serviço:
Parque de Exposições Assis Chateaubriand: Avenida Rômulo Joviano, bairro Dona Julia / Pedro Leopoldo
Os ingressos podem ser adquiridos clicando aqui. A classificação do evento é de 16 anos.
Menores de 16 anos terão acesso ao local somente acompanhados dos pais ou responsável. Na ausência, o menor deverá ir acompanhado de um maior e munido de uma autorização assinada pelos pais.
Os vídeos mais vistos do g1 Minas:

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre a atriz Neila Tavares no RJ

Diagnosticada com enfisema pulmonar, ela morreu na madrugada deste sábado (4) em Rio das Ostras, Região dos Lagos. Morreu na madrugada deste sábado a atriz e apresentadora Neila Tavares, aos 73 anos, em Rio das Ostras, Região dos Lagos. Ela tinha sido diagnosticada com enfisema pulmonar em novembro passado e, desde então foi internada quatro vezes, segundo o amigo e sócio Nilson Nunes.
Neila tinha ido a Rio das Ostras, onde a filha mora, para fazer exames. Mas passou mal e foi internada na segunda-feira (30).
Ela e Nunes eram sócios no grupo de teatro Pé na Tábua, em Lumiar, onde Neila morava havia mais de 20 anos.
O último trabalho audiovisual que ela participou foi uma série ficcional gravada para o YouTube chamada “Como nos velhos tempos”.
Cinco décadas de carreira
Neila começou a carreira em 1968 no Teatro Opinião. Desde então foram cinco décadas de dramaturgia, em que participou de mais de 30 produções no teatro, na TV e no Cinema.
Uma das mais famosas surgiu por encomenda da atriz, que queria atuar em uma obra inédita de Nelson Rodrigues. Neila, casada na época com Paulo César Pereio, foi à casa do dramaturgo fazer essa proposta e ele aceitou. Dali surgiu “Anti-Nelson Rodrigues”, encenada pela primeira vez em 1974.
Neila atuou em pelo menos 20 filmes e 10 novelas, como Gabriela e Anjo Mau.

Fonte: G1 Entretenimento

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Com ‘Fé’, Iza embaralha as pistas do álbum que lança no terceiro trimestre


♪ ANÁLISE – Um dos discos mais aguardados de 2022, até pelo fato de ter sido prometido há muito tempo, o segundo álbum de Iza sai enfim – ao que tudo indica – no segundo semestre, precisamente no terceiro trimestre do ano.
Na noite de quinta-feira, 2 de junho, a cantora e compositora carioca apresentou mais uma música inédita, Fé, em single que, em tese, é o terceiro do álbum, se o repertório do disco abarcar as já conhecidas músicas Gueto (Iza, Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos, 2021) e Sem filtro (Rafinha RSQ, Luccas Carlos e Carolzinha, 2021).
Fé é composição de autoria creditada a Iza, Sérgio Santos, Pablo Bispo, Ruxell, Lukinhas, Henrique Bacellar, Junior Pierro e Fabinho Negramande. Sérgio, Bispo e Ruxell também assinam a produção musical do fonograma, formatado nos estúdios cariocas Meu Talismã e Pancadão.
Iza deve lançar o segundo álbum entre agosto e setembro
Guilherme Nabhan / Divulgação
Fé é música de letra autobiográfica, valorizada pelo refrão. “Fé pra quem é forte / Fé pra quem é foda / Fé pra quem não foge à luta / Fé pra quem não perde o foco / Fé pra enfrentar esses filha da…”, canta Iza, reforçando a mensagem de resiliência com o coro formado pelas vozes de Carolina Andrade, Cozme, Érika Anjos, Josimar Lima, Keyla dos Anjos da Silva, Leo Brunno, Murilo Santos, Patricia Diniz e Rayane Nicanor – arregimentadas e arranjadas por Leticia Pedrosa.
Com Fé, Iza embaralha as pistas do segundo álbum. Das três músicas já reveladas, Sem filtro é a que mais evoca o repertório do primeiro álbum da artista, Dona de mim (2018), por vir da matriz do R&B, gênero musical norte-americano que embasa a formação musical de Iza.
Já Gueto ficou marcada pela explosão de cores tropicais do clipe que exaltou a cultura da periferia com a batida de música formatada com mix de dancehall, reggae, R&B e trap.
A questão é que, do ponto de vista musical, os singles Gueto, Sem filtro e Fé pouco se comunicam entre si, sinalizando que vem por aí um álbum mais multifacetado do que o antecessor Dona de mim e possivelmente com ficha técnica mais colaborativa.
Iza lança single com a música autobiográfica ‘Fé’
Guilherme Nabhan / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cristiano Alves apresenta obra erudita de Francis Hime no álbum ‘Clarinete concertante’


♪ Um dos maiores compositores populares do gênero musical rotulado como MPB na era dos festivais dos anos 1960, Francis Hime tem feito incursões pela área da música dita erudita. No novo álbum do músico fluminense Cristiano Alves, Clarinete concertante, três das sete faixas são ocupadas por obra de Hime criada nessa seara clássica e até então inédita em disco.
Com a intimidade de quem toca com Hime há mais de 30 anos, o clarinetista pediu um concerto ao compositor carioca. “Sempre pedi um concerto para ele, que ria e consentia, deixando-me esperançoso. Eis que, quatro anos atrás, ele disse ‘já comecei, seu concerto vai sair’. Em 2019, estreamos a obra com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, na cidade sede da orquestra e, semanas depois, repetimos o concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sempre com regência de Daniel Guedes e com a presença do compositor”, relata Cristiano Alves.
É o registro ao vivo dos três movimentos do Concerto para clarinete e orquestra de Francis Hime, captado na apresentação carioca de 2019, que compõe as três faixas de Clarinete concertante, álbum lançado em 19 de maio.
Trata-se do quinto álbum solo de Cristiano Alves, ás do clarinete – nascido em Niterói (RJ) – e, como o título Clarinete concertante sinaliza, o disco insere o instrumento no universo da música de câmara.
Além do concerto de Hime, o álbum apresenta a peça Phoenix – derradeira obra do compositor Sergio Roberto de Oliveira (1970 – 2017) – e o primeiro registro fonográfico comercial do Concertino para clarinete e orquestra, composto em 1957 pelo pianista e regente Francisco Mignone (1897 – 1986) em homenagem ao músico carioca José Botelho, decano do clarinete do Brasil, atualmente com 91 anos.

Fonte: G1 Entretenimento