O filme estreia nesta quinta-feira 29, às 18h, no Cine Cultura, localizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho.
Fonte Júnior Suzuki/Fundação Cultural de Palmas
Com os grandes sucessos de Bohemian Rhapsody e Rocketman, as cinebiografias têm ganhado o mercado. É neste momento que o Diretor Leonardo Domingues apresenta Simonal, um filme que conta a história do cantor Wilson Simonal
Conhecido como Rei do Suingue durante a década de 60 e de grandes músicas como ‘Não Vem Que Não Tem’, o longa apresenta a sua trajetória da fama até o declínio, onde foi acusado de ser delator da ditadura militar.
O filme estreia nesta quinta-feira 29, às 18h, no Cine Cultura, localizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho.
Ainda com destaque para o cinema tupiniquim, o filme Bacurau continua na grade de programação. O título foi vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, de Melhor Filme no Festival de Munique, além das premiações nos festivais de Lima e Sydney. Recentemente foi indicado para representar o Brasil no Prêmio Goya, no qual concorre como Melhor Filme Ibero-Americano.
Confira a programação completa, válida do dia 29/08 a 4/09:
Quinta: 29/08/2019

16h – Vermelho Sol, Benjamín Naishtat
Suspense, Drama| Argentina| 2018| 110’.
Classificação: 14 anos

18h – Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos

20h – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos
Sexta: 30/08/2019
16h40 – Vermelho Sol, Benjamín Naishtat
Suspense, Drama| Argentina| 2018| 110’.
Classificação: 14 anos
18h – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos
20h30 – Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos
Sábado: 3108/2019
18h30 – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos
20h30 – Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos
Domingo: 1/09/2019
17h – Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos
19h30 – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos
Terça: 3/09/2019
18h- Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos
20h – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos
Quarta: 4/09/2019
16h- Vermelho Sol, Benjamín Naishtat
Suspense, Drama| Argentina| 2018| 110’.
Classificação: 14 anos
18h – Simonal, Leonardo Domingues
Drama, Biografia, Musical| Brasil| 2019|110’
Classificação: 14 anos
20h – Bacurau, Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles
Drama, Suspense, Faroeste| Brasil, França|2019| 2h12
Classificação: 16 anos




Dia 17 e 18 de agosto: O Rei do Lixo busca



Emanuel Vitor de Oliveira Aguiar, conhecido como Leromanual é desenhista. Além do desenho, o artista também estuda pintura, escultura e grafite. Em 2017, foi vencedor do II Salão Palmense de Novos Artistas na categoria infanto-juvenil. Como prêmio, realizou a exposição intitulada “Ler o Manual”, com 17 telas e audioguia, na Galeria Municipal de Artes.
A primeira temporada do espetáculo “Tumbeiro”, do Coletivo Agulha Cenas, foi um sucesso. Com o objetivo de ampliar ainda mais a oportunidade de prestigiar o espetáculo, o coletivo retorna à cena com mais duas apresentações – no próximo final de semana, nos dias 17 e 18 de agosto, às 19h, no Teatro Sesc Palmas. Os ingressos serão vendidos na bilheteria do teatro nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A classificação é livre.
De origem quilombola, da Comunidade Kalunga do Mimoso-Albino, localizada entre os municípios de Arraias e Paranã, a dramaturga de Tumbeiros, Fátima Salvador, destaca que a construção do espetáculo é mais uma forma de resistência, de provocar uma reflexão sobre o que é estar na trincheira, marcando frente a um mundo com julgamentos de origens, cor de pele e status social. “Um grito de dor ainda tão presente nos corpos afrodescendentes que ainda lutam uma guerra tão desleal que é a de afirmar o seu lugar no mundo”, descreve.
Agulha Cenas

