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Pode não parecer, mas você sabe quem é Djo: atração do Lolla é ator de ‘Stranger Things’ e tem megahit


Djo em imagens do disco ‘The Crux’
Divulgação
O nome “Djo”, que consta no cartaz do Lollapalooza Brasil 2026, pode não te soar familiar. Mas é bem possível que você o conheça: Djo é ninguém menos que Joe Keery, o Steve de “Stranger Things”.
Keery produz suas próprias músicas há anos. Mas quase se escondia com o pseudônimo Djo, e no início do projeto, mal aparecia nos clipes e imagens. A ideia era justamente prezar por uma espécie de “anonimato” ou, pelo menos, não ser prontamente associado à sua carreira como ator.
Mesmo assim, Djo emplacou um hit a nível mundial: é dele a música “End of Beginning”, faixa viral que chegou a liderar o Spotify global em 2024… e até hoje, aparece entre as 5 mais ouvidas no mundo. Saiba mais sobre a carreira de Keery na música:
Trajetória na música vem antes de ‘Stranger Things’
Mesmo antes de “Stranger Things”, Joe Keery já tinha uma carreira musical. Ele era vocalista na banda de rock psicodélico Post Animal, em Chicago. Mas deixou o grupo em 2018, para evitar que sua fama televisiva ofuscasse os colegas, dando início à sua jornada solo.
“É importante desassociar Steve de Stranger Things do [Post Animal] porque acho que isso acabará prejudicando a banda… Acho importante que eles estejam trilhando seu próprio caminho por um tempo e construindo um nome para si mesmos, e que isso não esteja necessariamente associado a Stranger Things”, disse à “Bustle”.
Foi aí que ele começou a investir no projeto solo, sob o nome “Djo”. O projeto tem som psicodélico e alternativo, muito associado ao som de grupos como o Tame Impala.
Djo em foto para o álbum ‘Decide’ (2022)
Divulgação
Ele estreou com “Twenty Twenty”, álbum de 2019, seguido do disco “DECIDE” (2022). Nessa época, quando aparecia, ele se enchia de disfarces, com uma peruca que quase o deixava mais parecido com Kevin Parker do que Joe Keery.
Até então, era um projeto musical mais tímido mesmo. Mas não deu para segurar quando “End of Beginning” estourou em 2024. A música do “DECIDE” ganhou uma vida própria nas redes sociais, sobretudo o TikTok, virando trilha de vídeos nostálgicos e românticos.
O hit que não acaba
“End of Beginning” foi hit com força. Em 2024, a música chegou ao número 1 do Spotify global e, em 2025, repetiu o feito derrubando Taylor Swift. Mas não foi o fato de ser famoso que fez a música bombar; foi o sucesso da música que fez muita gente descobrir que Djo era Joe Keery.
De onde, então, veio o hit repentino? Nesse caso, foi mesmo pela música. A faixa fala sobre crescimento, sobre fim de ciclo e saudade, e passa essa sensação até pra quem não entende a letra. E assim, virou trilha sonora para vídeos nostálgicos, românticos e emotivos em todo o mundo.
“Confie em mim, você vai ficar bem / E quando eu volto para Chicago, eu sinto / Outra versão de mim, eu estava vivendo aquilo / Eu dou adeus ao fim do começo”
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E se “Stranger Things” não fez tanta diferença assim para o sucesso da música, acabou sendo o empurrão final. Com a conclusão da série, a música voltou às paradas na virada de 2025 para 2026, justamente porque fala do fim de uma era.
Em fevereiro, a música estava em quinto lugar entre as mais ouvidas no Spotify global – perdendo somente para Bad Bunny, que dominou o top 4.
Djo vem para o Lolla mais ‘assumido’
Com o sucesso musical e o fim de “Stranger Things”, Keery acabou desistindo de se esconder. Em 2025, ele lançou o disco “The Crux”, com produções mais orgânicas e honestas. Desta vez, ele aparece nas fotos sem disfarces.
“Parecia que [o disfarce] ia contra a essência de todo o processo, que é tentar eliminar tudo o que interfere na honestidade”, disse à revista “NME”.
O trabalho não só rendeu turnês mundiais esgotadas, como também garantiu ao artista uma indicação ao Grammy 2026.
É esse Keery “assumido” que ao Lolla, prometendo embalar o fim de tarde com músicas tranquilas, sentimentais e esse quê de nostalgia que acabou virando sua marca registrada. Djo se apresenta no domingo (22), às 16h55.

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz de ‘Emily in Paris’ recupera anel de noivado roubado há três anos após anúncio de joalheria


À esquerda, Lily Collins em stories comemorando a volta do anel. À direita, Lily Collins em 2020 celebrando o noivado.
Reprodução/Redes Sociais
A atriz Lily Collins, estrela da série ‘Emily in Paris’, recuperou seu anel de noivado que havia sido roubado há quase três anos em um hotel em Hollywood. A joia reapareceu depois que um joalheiro de Chicago colocou a peça à venda em seu site, sem saber que ela havia sido furtada da atriz.
Em entrevista ao jornal “The New York Times”, o joalheiro Joe Hakimian disse que comprou o anel em uma feira de joias em Nova York, em outubro do ano passado. Ele descobriu a origem da peça após receber uma mensagem informando que o item poderia pertencer a Collins.
Depois disso, entrou em contato com Charlie McDowell, o diretor de cinema e marido de Lily Collins, para confirmar que seria a mesma peça e devolvê-la.
“Ainda estou sem palavras por ele estar de volta no meu dedo”, disse a atriz em publicação nas redes sociais. Ela também agradeceu à loja pela devolução.
Segundo a revista Vogue, a joia foi desenhada por Irene Neuwirth e está avaliada em cerca de R$ 420 mil.
Wagner Moura apresenta ‘O Agente Secreto’ no Oscar na categoria Seleção de Elenco

Fonte: G1 Entretenimento

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Doechii: quem é a nova estrela do rap que promete show especial para o Lollapalooza


Doechii no Met Gala 2025
Angela Weiss/AFP
O Lollapalooza 2026 receberá uma nova estrela do hip-hop nesta sexta (20). Se tem uma artista com repertório, qualidade e estilo de sobra pra entregar neste festival, é a americana Doechii.
Aos 27 anos, Doechii se estabeleceu como um grande novo nome do estilo. Em 2025, ela levou seu primeiro Grammy para casa com o prêmio de Melhor Álbum de Rap, desbancando nomes como Eminem e J. Cole. A essa altura, já são 8 indicações e 2 vitórias no prêmio. E ela avisa que está só começando.
A persona com atitude
Quem é Doechii, revelação do rap internacional
Jaylah Ji’mya Hickmon é de Tampa, na Flórida, e cresceu fazendo aulas de todo tipo: ballet, sapateado, atuação, animação de torcida e ginástica. Ela também tinha experiência em coros e chegou a cogitar se tornar uma cantora de coral profissional.
O nome e a persona “Doechii” vieram quando ela tinha somente 11 anos de idade. Segundo ela, a alcunha surgiu da vontade de criar uma persona artística que a protegesse do bullying que sofreu na adolescência. “Jaylah poderia sofrer bullying, mas Doechii não. Tinha uma atitude diferente”, disse à “Vulture”.
Doechii no Grammy 2025
Richard Shotwell/Invision/AP
Com essa atitude, fez mais sentido produzir suas próprias faixas que participar de um coral. Em 2016, Doechii entrou para o Soundcloud e começou a lançar músicas de forma independente. O primeiro sinal de reconhecimento veio com “Yucky Blucky Fruitcake”, sucesso no TikTok em 2021.
Viralizar foi essencial para que Doechii assinasse contratos importantes. Além de entrar para a Capitol Records, ela foi a primeira rapper feminina a fazer parte da Top Dawg Entertainment — selo que lançou nomes como Kendrick Lamar e SZA ao estrelato (o primeiro saiu em 2022).
Em 2023, ela foi indicada a Artista Revelação e Melhor Artista Revelação de Hip-Hop no BET Awards, e levou o prêmio de Estrela em Ascensão no Billboard Women in Music. Ela abriu shows para Beyoncé naquele ano, e fez parte do disco de Katy Perry no início de 2024. Mas foi só em meados de 2024 que a artista começou a conquistar reconhecimento mundial, depois da mixtape “Alligator Bites Never Heal”.
Como Doechii chegou ao estrelato
Lançada em agosto de 2024, “Alligator Bites Never Heal” é considerada uma mixtape de R&B e hip-hop. O formato não tem a pretensão de ser coeso como um álbum de estúdio e é mais uma “compilação de músicas”.
Ainda assim, “Alligator” recebeu três indicações ao Grammy, incluindo melhor álbum de rap — a primeira vez que uma artista feminina foi indicada na categoria com um formato de mixtape.
Curiosamente, o projeto teve média visibilidade quando foi lançado. Mas em outubro de 2024, a carreira de Doechii teve uma nova virada quando ela participou de “Chromakopia”, álbum do já consolidado rapper Tyler, The Creator.
Em seguida, ela teve uma sucessão de apresentações virais: no festival Camp Flog Gnaw (de Tyler), no programa de Stephen Colbert, e principalmente, o seu vídeo no famoso Tiny Desk, para a rádio americana NPR.
Pesquisa pelo nome de Doechii aumentou significativamente em dezembro de 2024
Google Trends
Lançado no dia 6 de dezembro de 2024, o último (com quase 24 minutos de duração) passou de 8 milhões de visualizações e foi listado pela rádio como uma das melhores apresentações do ano.
O sucesso da artista com apresentações ao vivo comprova que, apesar dos hits de TikTok, o melhor do trabalho de Doechii está na performance. Foi graças às suas apresentações que ela conquistou seu maior número de fãs — no “quem sabe faz ao vivo”. Não à toa, ela foi elogiada (e aplaudida de pé no Grammy) por Beyoncé, Kendrick Lamar e Billie Eilish.
Shows estilosos e teatrais
A artista é moderna, versátil e teatral. Sua experiência multidisciplinar aparece nas performances em diferentes elementos — moda, cabelo e coreografia —, trazendo a parte visual como parte integral da sua identidade artística. Sem dúvidas, Doechii sabe fazer um show.
“Eu tenho fome. Eu quero ser a melhor. Se eu tiver dois dias, ou 24 horas, vou trabalhar o máximo para fazer a melhor performance porque quero ser a melhor. Ponto”, disse a artista à Apple Music.
A personalidade dela também aparece na caneta. A rapper brinca com seus versos em estilo cômico, afiado, sem deixar de falar sobre assuntos pessoais, como problemas de saúde mental e sexualidade (Doechii é assumidamente bissexual). Nas letras, ela atrai fãs de Nicki Minaj e SZA por essa mescla de humor, força e vulnerabilidade.
Doechii se apresenta no Grammy 2025
GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Essa será a primeira vez de Doechii no Brasil. Ela viria em 2024 para o festival Afropunk Experience em São Paulo, mas desmarcou sem dar explicações. Na época, deu pra entender rapidinho o motivo: foi bem quando a carreira de Doechii deu uma guinada e ela ficou nos EUA para aproveitar as oportunidades que vieram.
Em comparação ao show que teríamos naquele ano, a artista vem com muito mais público, recursos e promete um show especial para compensar o cancelamento.
“O Brasil vai ganhar um show inédito. Eu não vou cancelar e sim, peço desculpas por quando cancelei. Amo vocês”, publicou no X em fevereiro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Elis Regina, que hoje faria 81 anos, tem remixado o álbum de 1973 que a fez ser percebida como cantora ‘técnica’ e ‘fria’


Capa do álbum ‘Elis’, gravado em 1973 por Elis Regina (1945 – 1982) e relançado em edição remixada e remasterizada
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♫ NOTÍCIA
♬ Morta há 44 anos, Elis Regina Carvalho Costa (17 de março de 1945 – 19 de janeiro de 1982) cruza as transversais do tempo como um dos maiores nomes da música do Brasil. Ainda assim, a cantora gaúcha nem sempre foi unanimidade.
“Elis” – álbum lançado pela artista em 1973, com arranjos do pianista Cesar Camargo Mariano e produção orquestrada por Roberto Menescal com o então iniciante Marco Mazzola – é título controverso da discografia da cantora, por exemplo.
Primeiro porque o álbum trouxe no repertório o então inédito samba “Folhas secas”, dado para Beth Carvalho (1946 – 2019) pelo compositor Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), parceiro de Guilherme Brito (1922 – 2006) na música, mas contrabandeado para o LP de Elis em ação de responsabilidade já assumida por Menescal em livro do jornalista Leonardo Bruno.
Segundo porque “Elis”, disco denso de tom mais cool e introspectivo, foi acusado por alguns críticos de apresentar uma cantora “fria”, pautada sobretudo pela técnica.
O fato é que, mesmo sem ter repertório tão avassalador quanto o “Elis” de 1972 e o “Elis” de 1974, o “Elis” de 1973 é álbum com o alto padrão de qualidade vocal de Elis Regina.
Quem discorda terá a oportunidade de reavaliar o álbum com a edição remixada e remasterizada ora lançada pela gravadora Universal Music. Essa edição foi idealizada para celebrar os 80 anos que a cantora teria feito no ano passado, mas acabou ficando para este ano de 2026 porque o trabalho de remixagem e remasterização das 10 faixas, gravadas em oito canais, levou quase dois anos para ser concluído.
A gravadora anuncia hoje, 17 de março, dia em que Elis faria 81 anos, a edição orquestrada por João Marcelo Bôscoli, filho primogênito de Elis, com o engenheiro de som Ricardo Camera. A intenção foi reapresentar o álbum “Elis” como se o disco tivesse sido gravado nos anos 2020. Essa edição atualizada tem edição em LP prevista para o fim de 2026.
“Sempre achei o áudio desse álbum muito estranho. E muitos fãs de Elis me procuravam para dizer o mesmo”, relata João Marcelo Bôscoli.
Ao abrir as faixas, João Marcelo e Ricardo Camera perceberam, por exemplo, que o som da bateria de Paulinho Braga, captado com um único microfone, vazou para o piano de Cesar Camargo Mariano, gerando ruídos incômodos. “Tivemos de separar os sons das peças da bateria e retirar os vazamentos”, explica o engenheiro de som.
Gilberto Gil e a dupla João Bosco & Aldir Blanc (1946 – 2020) dominam o repertório do álbum “Elis” de 1973, com quatro músicas de Gil e outras quatro da dupla entre as dez faixas. De Gil, Elis canta “Oriente” (1972), “Ladeira da preguiça” (1973), “Meio de campo” (1973) e “Doente, morena” (de Gil com Duda Machado, 1973).
De Bosco com Blanc, Elis deu voz a “Agnus sei” (1972), “Cabaré” (1973), “Comadre” (1973) e “O caçador de esmeralda” (1973, esta também assinada por Cláudio Tolomei).
O samba “É com esse que eu vou” (Pedro Caetano, 1947), regravado por Elis no tom introvertido que espantou admiradores da cantora de voz geralmente expansiva, completa o repertório do ora revitalizado álbum “Elis”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lenine transita por Brasil e Argentina, de maio a setembro, com a turnê ‘Eita’


Lenine estreia o show ‘Eita’ em 22 de maio, em Fortaleza (CE)
Gilda Midani / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um dos grandes discos brasileiros de 2025, “Eita” – primeiro álbum gravado por Lenine em 10 anos com repertório inteiramente inédito e autoral – chegará à cena seis meses após o lançamento em 28 de novembro do álbum e do filme.
A turnê do show “Eita” começa no Brasil, tendo a primeira apresentação programada para 22 de maio em Fortaleza (CE), e segue para São Paulo (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Recife (PE), aportando em 4 de setembro em Buenos Aires, Argentina.
Na cena do show “Eita”, Lenine estará acompanhado por banda formada por Bruno Giorgi (baixo), Gabriel Ventura (guitarra), Henrique Albino (sopros), Negadeza (percussão) e Pantico Rocha (bateria).
O roteiro do show “Eita” prevê as onze composições do álbum homônimo. Coeso e inspirado, esse repertório inclui músicas como o maracatu ambientalista “O rumo do fogo” (Lenine e Lula Queiroga) e as canções “Foto de família” (Lenine e João Cavalcanti) e “Confia em mim” (Lenine e Dudu Falcão).

Fonte: G1 Entretenimento

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Vanessa Moreno decifra ‘Esfinge’ de Djavan no álbum que lança no segundo semestre com canções do compositor


Vanessa Moreno lança no segundo semestre álbum originado do show ‘Vanessa Moreno visita Djavan’
Tarcísio Santos / Facebook Vanessa Moreno
♫ NOTÍCIA
♬ Desde 2025, a cantora Vanessa Moreno vem apresentando o show em que canta músicas de Djavan na companhia do percussionista Felipe Roseno e do guitarrista Tarcísio Santos. A mais recente apresentação do show inclusive foi feita na sexta-feira passada, 13 de março, na Casa Natura Musical, em São Paulo (SP).
A novidade é que o show “Vanessa Moreno visita Djavan” ganha registro fonográfico gravado em estúdio pela cantora com os dois instrumentistas. Vanessa gravou nove músicas do compositor para o álbum que planeja lançar no início do segundo semestre.
A seleção de Vanessa Moreno para o álbum inclui “Açaí” (1981), “Boa noite” (1992), “Cigano” (1989), “Esfinge” (1982), “Lilás” (1984), “Milagreiro” (2001) e “Oceano” (1989), entre outras músicas.

Fonte: G1 Entretenimento

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DESTAQUES ENTRETERIMENTO SLIDE TOCANTINS

G100 Tocantins abre indicação pública para registrar personalidades em atuação no Estado.

Projeto institucional busca identificar nomes que contribuem para o desenvolvimento do Tocantins na atualidade.

O projeto G100 Tocantins abriu indicação pública para que a sociedade participe apontando personalidades que vêm contribuindo para a construção e o desenvolvimento do Estado na atualidade.
A iniciativa tem caráter institucional e histórico e pretende registrar 100 nomes em plena atuação nos mais diversos setores, como atividade empresarial, gestão pública, liderança social e atuação institucional.
Segundo a organização, o objetivo não é homenagear o passado, mas identificar pessoas que exercem influência positiva no presente, contribuindo diretamente para o crescimento econômico, social e institucional do Tocantins.
Qualquer cidadão pode participar indicando nomes por meio do site oficial do projeto. As indicações são realizadas de forma aberta e gratuita.

👉 As indicações podem ser feitas em:
www.g100tocantins.com.br
O G100 Tocantins não possui vínculo eleitoral ou partidário. A proposta é criar um registro contemporâneo das personalidades que atuam no Estado neste momento, preservando essa informação para consulta futura e memória histórica.

Realização MULTIWEB E PARTICIPAÇÕES

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Negra Li é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (18)


Negra Li é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (18) Cantor é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011


É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011
Reprodução
Circula nas redes sociais uma foto que supostamente mostraria o ator Timothée Chalamet caindo na escada do tapete vermelho do Oscar neste domingo (15). É #FAKE.

g1
🛑 Como é o post?
Publicado no X neste domingo (15), data da cerimônia do Oscar 2026, o post leva a seguinte legenda: “Segundo relatos, Timothée Chalamet caiu da escada durante a cerimônia do #Oscar. (Fonte: @TheAcademy)”.
A imagem mostra um homem vestido de branco caindo em uma escadaria vermelha de uma premiação enquanto dois homens tentam segurá-lo. Ao redor, há fotógrafos e homens de terno observando a cena.
Mas isso não é verdade. A foto foi registrada há mais de 14 anos no Festival de Cannes, na França, quando um intruso caiu na escada enquanto fugia de seguranças.
⚠️ Por que isso é falso?
A cena ocorreu durante a estreia do filme “Um Novo Despertar” no Festival de Cannes, em 17 de maio de 2011. Na ocasião, um homem caiu na escada da premiação ao ser detido por seguranças. Além disso, não há nenhum registro de que Chalamet tenha caído no tapete vermelho do Oscar deste ano.
Em 2015, a mesma imagem circulou nas redes sociais como se mostrasse o cantor Jason Derulo caindo no Met Gala, evento beneficente de moda realizado em Nova York.
Na época, o artista explicou em sua conta oficial do X (antigo Twitter) que estava em Los Angeles e não havia participado do evento.
Desde então, a alegação costuma viralizar como piada em dias de grandes premiações, como ocorreu também no Grammy 2022 e no Met Gala 2023.
Neste ano, o alvo da bricadeira foi Timothée Chalamet, que concorria à categoria de Melhor Ator pelo filme “Marty Supreme” no Oscar. O prêmio ficou com Michael B. Jordan, de “Pecadores”. Veja a lista de vencedores da noite.
Para encontrar a origem do conteúdo, o Fato ou Fake fez uma busca reversa pela imagem no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar se o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto.
O resultado levou a uma reportagem de um jornal de Los Angeles que usava a mesma imagem e apontava que o registro exibia um intruso em Cannes, na edição de 2011.
O Fato ou Fake também encontrou outras fotos da mesma cena no banco de imagens da Getty Images. A legenda dizia: “CANNES, FRANÇA – 17 DE MAIO: Um intruso é detido pela segurança na estreia de “Um Novo Despertar” no Palais des Festivals durante o 64º Festival de Cinema de Cannes em 17 de maio de 2011 em Cannes, França”.
Veja reação dos indicados ao anúncio do Oscar de melhor ator
É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011
Reprodução
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VÍDEOS: Fato ou Fake explica
. .. É #FAKE
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show ’80 girassóis’ na estreia de turnê no Rio


Alceu Valença revê a obra no espelho cristalino dos 80 anos em show segue pelo Brasil após a estreia no Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: 80 girassóis
Artista: Alceu Valença
Data e local: 14 de março de 2026 na Farmasi Arena (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Ao seguir o roteiro do show “80 girassóis” no palco da Farmasi Arena, Alceu Valença propôs viagem ao público que compareceu à estreia nacional da turnê na noite de sábado, 14 de março, no Rio de Janeiro (RJ), cidade que abriga o cantador pernambucano desde 1971.
Houve até ida à lua com “Táxi lunar” (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979), momento em que as luzes dos celulares – iluminados a pedido do artista – criaram a sensação de que a arquibancada da arena (mais cheia do que a pista…) era céu estrelado.
A viagem foi ótima. A caminho de se tornar mais um ícone octogenário da música brasileira, em 1º de julho, Alceu Paiva Valença mostrou, ao longo de duas horas de show, que desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show “80 girassóis”.
A voz estava lá, pulsando na vibração quente do singular timbre agudo do cantor. A já notória energia jovial do elétrico artista contribuiu para envolver o público, embora não tenha havido, na estreia da turnê, a catarse habitual dos shows de Alceu Valença.
Algumas falas do artista embolaram o fluxo do show, sobretudo nos comentários feitos antes e depois do canto de “Táxi lunar”, mas sem comprometer o resultado final.
Alceu Valença canta à frente de imagens projetadas no cenário criado por Zé Carratu para o show ’80 girassóis’
Rodrigo Goffredo
No balanço das duas horas, a viagem transcorreu sem erros, tendo como ponto de artista a cidade natal do artista, São Bento do Una (PE), cuja trilha sonora moldou o som de Alceu no ritmo de gêneros nordestinos como caboclinhos, maracatus, baiões, xotes, martelos agalopados e aboios – matrizes da obra do cantor, compositor e músico pernambucano que, em alguns discos e shows, adicionou o peso do rock a esses ritmos.
Essa base sólida guiou e sustentou Alceu na viagem de “80 girassóis” entre sucessos, eventuais lados B e algumas trocas de figurinos criados pela estilista Isabela Capeto.
À frente do palco emoldurado por girassol gigante, sobressalente no cenário de Zé Carratu que abrigou projeções de beleza funcional, o cantor abriu o roteiro majoritariamente autoral com “Agalopado” (1977).
No espelho cristalino em que reviu a obra, Alceu Valença refletiu a influência seminal da música de Luiz Gonzaga (1912 – 1989) – rei vitalício da nação musical nordestina – ao dar voz ao forrozeiro “Pagode russo” (Luiz Gonzaga e João Silva, 1947), composição sempre infalível na animação de plateia, e ao dar ares de fado ao melancólico xote “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951).
“Sabiá” voou para terras lusitanas no toque da guitarra de Zi Ferreira, músico que, números depois, fez solo penetrante em “Solidão” (1994). Gênero recorrente no roteiro, o xote soou lânguido em “Como dois animais” (1982) e brejeiro em “Flor de tangerina” (2002), música entoada pelo cantador com os olhos marejados.
Depois, à vontade no mar de Pernambuco, Alceu se banhou nas águas da Ilha de Itamaracá ao puxar “Ciranda da rosa vermelha” (Alceu Valença com refrão de domínio público, 1997) e, na sequência, improvisar o canto dos versos “Onda que vai, que vai / Onda que vem, que vem / Eu viajei no olhar dessa morena”, evocando o medley com as cirandas “Luar de prata” e “Ciranda da aliança”, gravadas pelo artista em álbuns de 2006 e 2014.
Sem perder o pique, Alceu remontou “Cavalo de pau” (1982), religou “Estação da luz” (1985), fez “Girassol” (1987) desabrochar como a flor do desejo e fez o público se sentir como no Carnaval de Olinda (PE).
A abertura do Carnaval foi com o número em que o guitarrista tentou emular o solo do guitarrista Paulo Rafael (1955 – 2021) em “Elefante de Olinda” (Clídio Negro e Clóvis Vieira, 1952), arranjador do hino do bloco na gravação feita por Alceu em álbum ao vivo de 2003. A exposição de foto de Paulo Rafael no telão explicitou que se tratava de homenagem a esse guitarrista tão importante na trajetória de Alceu Valença.
Na sequência, o cantador puxou “Olinda” (1985), declaração de amor à cidade em que a simples presença do artista é atração turística, para logo em seguida fazer o Carnaval com “Bicho maluco beleza” (1992), música tornada um dos frevos mais celebrados da folia do cantador.
Alceu Valença usa no show ’80 girassóis’ vários figurinos criados pela estilista Isabela Capeto
Rodrigo Goffredo
Após apresentar os músicos (entre eles, o sanfoneiro André Julião e Lui Coimbra, cujo violoncelo soou com a aspereza de rabeca) no ritmo elétrico de banda de pífanos, o cantador seguiu na “Embolada do tempo” (2005), espanou a poeira de “Espelho cristalino” (1977) e seguiu o passo do coco de embolada que agita “Coração bobo” (1980).
A costura do roteiro do show “80 girassóis” resultou bem feita. As músicas foram encadeadas por afinidades. A andança nostálgica do xote “Cabelo no pente” (1981) precedeu a caminhada de “Pelas ruas que andei” (1982) e a travessia sensual que corta “Tesoura do desejo” (1992).
O aboio inebriante que introduz “La belle de jour” (1992) – música que se agigantou na obra de Alceu com o passar do tempo – preparou o previsível gran finale com “Anunciação” (1983) e, já no bis, “Tropicana” (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982).
Enfim, o show “80 girassóis” floresceu na estreia da turnê sem reinventar a roda de Alceu Valença, mas com expectativas cumpridas. O cantador fez bonito giro por obra que, assim como o artista, desafia a embolada implacável do tempo com força perene.
Alceu Valença segue roteiro que encadeia mais de 20 músicas no show ’80 girassóis’
Reginaldo Teixeira / Divulgação
♬ Eis o roteiro seguido em 14 de março de 2026 por Alceu Valença na estreia nacional da turnê “80 girassóis” na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ):
1. “Agalopado” (Alceu Valença, 1977)
2. “Pagode russo” (Luiz Gonzaga e João Silva, 1947)
3. “Como dois animais” (Alceu Valença, 1982)
4. “Cavalo de pau” (Alceu Valença, 1982)
5. “Estação da luz” (Alceu Valença, 1985)
6. “Girassol” (Alceu Valença, 1987)
7. “Flor de tangerina” (Alceu Valença, 2002)
8. “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951)
9. “ Ciranda da rosa vermelha” (Alceu Valença com refrão de domínio público, 1997)
10. “Luar de prata” / “Ciranda da aliança” (Alceu Valença, 2003)
11. “Elefante de Olinda” (Clídio Negro e Clóvis Vieira, 1952) – tema instrumental em tributo ao guitarrista Paulo Rafael (1955 – 2021)
12. “Olinda” (Alceu Valença, 1985)
13. “Bicho maluco beleza” (Alceu Valença, 1992)
♬ Apresentação da banda ao som de pífanos
14. “Embolada do tempo” (Alceu Valença, 2005)
15. “Espelho cristalino” (Alceu Valença, 1977)
16. “Coração bobo” (Alceu Valença, 1980)
17. “Cabelo no pente” (Alceu Valença, 1981)
18. “Pelas ruas que andei” (Alceu Valença, 1982)
19. “Tesoura do desejo” (Alceu Valença, 1992)
20. “Solidão” (Alceu Valença, 1994)
21. “Táxi lunar” (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979)
22. “La belle de jour” (Alceu Valença, 1992)
23. “Anunciação” (Alceu Valença, 1983)
Bis:
24. “Tropicana” (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982)

Fonte: G1 Entretenimento