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Thiago Espírito Santo costura memória afetiva e ancestralidade na ‘árvore’ que embasa os dez temas do álbum ‘Ybirá’


Thiago Espírito Santo lança o álbum ‘Ybirá’ em 20 de fevereiro
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Ybirá”, título do álbum que Thiago Espírito Santo lançará em 20 de fevereiro, reproduz palavra que, no original idioma tupi-guarani, significa “árvore” e norteia o conceito desse disco essencialmente instrumental gravado pelo artista no estúdio BRC, em São Paulo (SP), pelo engenheiro de som Luís Paulo Serafim.
Multi-instrumentista, Thiago Espírito Santo entende que cada uma das dez inéditas composições autorais do álbum “Ybirá” simboliza um ramo de árvore que embasa memórias afetivas e tradições musicais brasileiras reprocessadas pela influência (e o improviso) do jazz e alinhadas pela ancestralidade representada pela raiz.
Transitando por gêneros musicais como baião, choro e jazz, Thiago Espírito Santo (baixo, guitarra, violão, escaleta e percussão) apresenta músicas como “Deixa florescer”, “Dumdumzinha”, “Filhote”, “Levanta poeira”, “O sorriso dela”, “Só se for dengo” e “Vamo simbora”, além da música-título “Ybirá”.
Mixado e masterizado pelo já mencionado Luís Paulo Serafim, o álbum “Ybirá” foi gravado com os toques dos músicos Alex Buck (bateria), Bruno Cardoso (piano), Jota P. (flauta e saxofone) e Morgana Moreno (flauta), além dos vocais de Laura Pompeo. O próprio Thiago Espírito Santo assina a produção musical do álbum.
Capa do álbum ‘Ybirá’, de Thiago Espírito Santo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Greg Brown, guitarrista do Cake, morre aos 55 anos


Greg Brown, guitarrista e cofundador da banda americana Cake
Reprodução/Instagram
Morreu Greg Brown, guitarrista e cofundador da banda americana Cake. O músico morreu aos 55 anos, no sábado (7), conforme publicado pelo próprio grupo no Instagram. A causa não foi especificada, mas o post diz que a morte do artista veio após ele sofrer com “uma rápida doença”.
“É com o coração pesado que informamos o falecimento de Greg Brown após uma rápida doença. Greg foi integralmente parte do som e desenvolvimento iniciais do Cake”, diz o post da banda.
“Suas contribuições criativas foram imensas, e sua presença — tanto musical quanto pessoal — será profundamente sentida. Boa viagem, Greg.”
Em 1991, o músico ajudou a fundar a Cake, banda que fez sucesso com “The Distance”, “Never There” e uma versão de “I will survive”. O guitarrista ficou no grupo até 1998.
Depois, ele cofundou outra banda de rock, a Deathray. Além disso, Brown trabalhou ao lado de artistas do Weezer e lançou projetos solos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio anuncia Jon Batiste, Laufey, Roupa Nova e mais shows


Rock in Rio divulga novas atrações para o dia 7 de setembro
A organização do Rock in Rio anunciou mais shows de sua próxima edição, marcada para os dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro deste ano, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ). Revelado nesta terça-feira (10), o novo anúncio se refere às atrações do dia 7 de setembro do festival.
O cantor e compositor americano Jon Batiste se apresentará no palco Mundo, o principal do festival. Neste dia, o palco abrirá com um show de Luísa Sonza ao lado de Roberto Menescal.
Já as novidades do palco Sunset são os shows da islandesa Laufey; do Péricles cantando Motown; e do Roupa Nova ao lado do Guilherme Arantes.
O lineup completo do festival ainda não foi revelado. Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
O cantor Jon Batiste e a cantora Laufey
Rich Fury/Getty Images for The Recording Academy/AFP/Divulgação
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Laufey (Palco Snnset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Snnset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Snnset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 90 anos, Alaíde Costa grava álbum com músicas inéditas em São Paulo


Alaíde Costa no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP)
Reprodução / Vídeo Instagram Alaíde Costa
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 90 anos, festejados em 8 de dezembro, Alaíde Costa prepara o terceiro álbum com músicas inéditas da trilogia idealizada por Emicida e Marcus Preto em 2020.
Na tarde de ontem, segunda-feira, 9 de fevereiro, a cantora esteve no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP), para começar a dar forma ao disco que sucede os álbuns “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “O tempo agora quer voar” (2024).
Nessa primeira sessão de gravação, Alaíde esteve com o produtor Pupillo Oliveira, o baixista Fábio Sá e o violonista Leonardo Mendes, além do diretor artístico Marcus Preto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny domina rankings após Super Bowl e tem 12 músicas no top 200 brasileiro


Bad Bunny no Super Bowl: entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump
Após o show no Super Bowl, Bad Bunny está dominando o Spotify global. Nas paradas desta segunda (9), divulgadas nesta terça, o porto-riquenho quebrou recordes e emplacou várias músicas no topo, inclusive aqui no Brasil.
Neste mês de fevereiro, Bad Bunny (que já foi o artista mais ouvido do mundo em 2025) só cresceu. O artista venceu o Grammy de álbum do ano no dia 1º e, uma semana depois, se apresentou no intervalo de maior audiência dos Estados Unidos.
O show, em homenagem à cultura de Porto Rico, enfureceu Trump e teve forte conotação política. Segundo a NBC, emissora oficial do torneio da NFL, a apresentação de Bad Bunny foi a mais assistida da história do Super Bowl, com mais de 135 milhões de espectadores em todo o mundo.
Veja abaixo os efeitos do show de Bad Bunny nas paradas:
Bad Bunny é o artista mais ouvido no Spotify global desde a última semana;
Tem 7 músicas no topo do Spotify global;
É o 5º artista mais ouvido no Spotify Brasil;
Tem 12 músicas no top 200 do Spotify Brasil, com “DtMF” em 3º lugar;
“DtMF” se tornou a música em espanhol mais ouvida em um dia na história do Spotify global, com mais de 16 milhões de reproduções. O recorde anterior era de “BZRP Music Sessions Vol. 53”, de Shakira e Bizarrap.
O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake
Artista vem ao Brasil em melhor fase da carreira
Mesmo com sucesso em todo o mundo, Bad Bunny sempre teve alguma dificuldade para emplacar no Brasil. Isso serve para praticamente qualquer artista internacional: é raro ver gringos com grandes feitos nas paradas brasileiras, já que o público brasileiro costuma preferir músicas nacionais.
Mas no último ano, ele finalmente vinha conquistando espaço por aqui com o disco “Debí Tirar Más Fotos”. Agora, ele se prepara para sua primeira vinda ao Brasil em excelente timing.
Bad Bunny se apresenta no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro, logo após o Carnaval — ou seja, somente duas semanas após o sucesso estrondoso com o Super Bowl.
Anunciados em maio de 2025, os shows já tiveram vários setores esgotados e os ingressos estão com “baixa disponibilidade”, segundo o site de vendas. Com os feitos recentes nas paradas, não dá mais pra dizer que Bad Bunny não faz sucesso no Brasil.
Além da passagem por São Paulo, a turnê mundial do disco já passou por estádios na América Latina e tem datas na Ásia, Europa e Oceania. Ele não passará pelos Estados Unidos.
Bad Bunny no Brasil
Datas: 20 e 21 de fevereiro
Local: Allianz Parque
Ingressos: Ticketmaster
Preços: R$ 267,50 (meia-entrada, cadeira superior) a R$ 1.095,00 (inteira, “los vecinos”, setor em cima do palco)

Fonte: G1 Entretenimento

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BaianaSystem usa fanfarra de ‘Mixtape pirata’ para reforçar movimento de Bad Bunny pela integração das Américas


A BaianaSystem lança músicas inéditas e faz releituras de sucessos de 2026 em ‘Mixtape pirata’
Fernando Naiberg / Máquina de Louco
♫ ANÁLISE
♬ Se o astro porto-riquenho Bad Bunny afrontou Donald Trump ao hastear a bandeira da igualdade entre as Américas em histórica apresentação no intervalo do Super Bowl na noite de domingo, com show idealizado para valorizar a cultura latina de língua hispânica, a banda BaianaSystem segue na luta pela unidade da América Latina na trincheira brasileira.
Ancorada no Carnaval de Salvador (BA) com o bloco Navio Pirata, a banda cai na folia com a trilha sonora lançada em “Mixtape pirata”, disco apresentado na última quarta-feira, 4 de fevereiro, com músicas inéditas como “Fanfarra pirata” (Russo Passapusso, Roberto Barreto e Seko Bass) emtre releituras de temas lançados pela banda há uma década, casos de “Forasteiro” (Roberto Barreto e Mahal Pita, 2016) e “Lucro (Descomprimido)” (Russo Passapusso e Mintcho Garrammone, 2016).
A menção a Bad Bunny soa mais natural do que parece. Em “Mixtape pirata”, a BaianaSystem usa o som e o conceito da fanfarra para propor reflexão histórica sobre a música feita nas ruas da América Latina em eventos coletivos como o Carnaval.
E, na Bahia, rua é sinônimo de trio elétrico. Em “Pro Armandinho”, a BaianaSystem celebra Armandinho Macedo – ás da guitarra baiana, instrumento de eletrificação dos trios – com o aval e a participação do músico. A banda também recorre a nomes como a cantora chilna Claudia Manzo e o duo Tropkillaz – ambos presentes na música “Continuar” – e o produtor Rafa Dias, o RDD, além do coletivo Superjazz, convidado da faixa “Jahzz Revolta”.
A fanfarra surge como o eixo de “Mixtape pirata” porque, analisada em perspectiva, essa música de origem europeia foi de início um símbolo do poder dos colonizadores dos países da América Latina.
Contudo, na medida em que países do Caribe e da América do Sul foram se livrando do jugo desses colonizadores e proclamando as respectivas independências, as marchas europeias foram se amalgamando com ritmos dos povos originários do Caribe e dos Andes, além de terem absorvido as matrizes percussivas africanas já presentes no continente sul-americano desde antes de o samba ser samba.
É nesse contexto antropofágico e musical que a fanfarra marchou até o século XXI e, em 2026, ressurge como um norte no som da BaianaSystem, banda que está sempre em movimento, sem cair na tentação de repetir discos.
É com a estética afro e percussiva das fanfarras contemporâneas que a BaianaSystem ancora o Navio Pirata no Carnaval 2026, propagando o som miscigenado de “Mixtape pirata” na folia.
E, no momento em que Bad Bunny se impõe como uma voz pela unidade latino-americana em momento de tensão política internacional, a BaianaSystem vai para a rua e para a luta com as fanfarras, se integrando a um movimento em que o amor e a música são as armas pacíficas para vencer o ódio.
Capa de ‘Mixtape pirata’, da BaianaSystem
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ ganha mais prêmios internacionais


“O Agente Secreto” recebe duas indicações ao BAFTA
“O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, ampliou sua lista de prêmios no fim de semana com novas vitórias em três premiações internacionais.
No domingo (8), Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator no Paris Film Critics Awards, concedido por críticos e jornalistas sediados em Paris. No mesmo dia, ele também recebeu o Virtuoso Award, em Santa Barbara, ao lado de Jacob Elordi (“Frankenstein”), Sydney Sweeney (“Christy”), Teyana Taylor e Chase Infiniti (“Uma Batalha Após a Outra”), Amy Madigan (“A Hora do Mal”), Wunmi Mosaku (“Pecadores”) e Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”). O prêmio reconhece atuações de destaque na temporada.
Wagner recebeu o Virtuoso Award em Santa Barbara ao lado de Jacob Elordi (“Frankenstein”), Sydney Sweeney (“Christy”), Teyana Taylor e Chase Infiniti (“Uma Batalha Após a Outra”), Amy Madigan (“A Hora do Mal”), Wunmi Mosaku (“Pecadores”) e Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”)
Reprodução/Instagram
O filme também se destacou no International Cinephile Society Awards, organização global de críticos de cinema. A produção venceu nas categorias de melhor filme, direção, elenco e roteiro original, além de dois prêmios de atuação: Wagner Moura como melhor ator e Tânia Maria como melhor atriz coadjuvante.
“O Agente Secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, concorre a melhor filme, ator (Wagner Moura), filme internacional e seleção de elenco. A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Qual a história de ‘O agente secreto’?
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem viaja mais no carnaval? O ranking de kms de Zé Felipe, Pedro Sampaio, Safadão e mais


Quantos kms e cidades os artistas vão percorrer no carnaval?
Meia volta ao mundo. Esse é percurso que Zé Felipe faria se colocasse em linha reta todo o trajeto de deslocamento que ele vai percorrer ao longo do carnaval entre uma cidade e outra. Durante os seis dias de folia (de 13 a 18 de fevereiro), o cantor vai cruzar o país de norte a sul, passando por 12 cidades e somando quase 20 mil quilômetros (se somarmos os percursos feitos todos por terra). Por duas vezes nesse período, o sertanejo fará três shows em um mesmo dia.
O g1 analisou a agenda de mais de 40 artistas e fez um ranking somando a quilometragem que cada um deles vai rodar de sexta-feira (13) a quarta-feira (18) usando como metodologia a rota mais curta possível de GPS, priorizando o asfalto disponível. Veja dados completos ao final da matéria.
Para dar conta de toda essa maratona, o cantor fará sua trajetória de jato particular junto com seu staff. O restante da equipe, seguirá de voo comercial. Mas para atender a demanda de todos os shows sem falha, serão três equipes trabalhando ao mesmo tempo, segundo Ailton Benício, da ForVibes Music, explica ao g1.
“É supertranquilo, pois antes de finalizar a contratação, alinhamos os horários de início de cada show e a logística de um para outro”, conta o empresário de Zé Felipe.
“Tem alguns momentos no ano em que a agenda fica mais puxada mesmo, e temos que aproveitar o momento de trabalhar, receber essa energia do público. Fazer três shows no mesmo dia é puxado, não vou mentir, mas também mostra o quanto o nosso trabalho está sendo abraçado pelo Brasil inteiro”, comemora Zé Felipe.
Zé Felipe fará o maior deslocamento ao longo do carnaval, enquanto Henry Freitas e Michele Andrade tem as maiores agendas de show do período
Reprodução/Instagram
Apesar da longa quilometragem, Zé aparece em terceiro no ranking quando se fala em números de shows no carnaval e de cidades em que vai passar no período.
Zé desembarca em 12 cidades. Já Michele Andrade, ex-vocalista da banda Limão Com Mel, passa por 13 cidades. Mas a cantora não fará uma longa rodagem (serão 5.4 mil km, no total), já que 100% de sua agenda será na região Nordeste do país.
Henry Freitas supera os dois, passando por 14 cidades e fazendo 16 shows. Apesar disso, o dono de hits como “Tem café”, “BO pro Coração” e “Imã de Problema” percorre menos da metade dos quilômetros de Zé: serão 6.1 mil km. Assim como Michele, Henry fará sua programação nesses dias toda no Nordeste.
“O carnaval é muito especial porque é uma das épocas do ano que mais gosto. Nunca fiz essa quantidade de shows num carnaval”, afirma Henry, que chega a fazer quatro shows em um mesmo dia.
Ranking de deslocamento dos artistas no carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1
Fono, sono e férias
Dennis DJ vai percorrer 10.7 mil kms, passará por 10 cidades e fará 11 shows. Mas antes de encarar essa maratona, já deu início à sua preparação.
“Ela começa duas, três semanas antes. Eu tento dormir todos os dias, pelo menos 8 a 9 horas de sono, religiosamente. E não abro mão do sono quando termino o show. Faço isso sempre antes dessas maratonas de carnaval, de Réveillon, ou quando tem esses shows seguidos em curto espaço de tempo”, afirma o artista.
Além disso, ele também foca no cuidado com a alimentação. “Faço muito exercício físico. Dou uma caprichada no cardio, para eu poder chegar inteiro no carnaval, bem descansado e com condicionamento físico bom. E aproveito que eu não fumo, não bebo, isso ajuda muito também”, explica.
Henry Freitas, que passou por uma cirurgia no joelho em outubro, diz que anda com personal trainer para focar na preparação física e recuperação plena para os palcos.
“Mas estou muito bem para poder fazer os shows”, garante ele, que também tem acompanhamento com fonoaudiólogo.
“Quando a gente para pra fazer a conta e vê quase 20 mil quilômetros em seis dias, até assusta. Mas eu sou muito grato por viver isso”, afirma Zé Felipe, que para dar conta da maratona carnavalesca, tenta manter os treinos em dia.
“Mas o principal é a preparação vocal. Tento evitar muitos exageros com a voz e cuidar dela direitinho, se não, não dá certo. A correria é grande, mas quando eu subo no palco e vejo a galera cantando tudo, passa qualquer cansaço”, afirma ele, que sairá de férias após o carnaval.
“Vou ter uns dias pra descansar, curtir a família. Isso é importante pra voltar ainda mais inspirado e com energia pra entregar coisa nova pra galera. Até brinquei que quero lançar 4 músicas por mês”, brinca.
Regiões do país que mais recebem shows no carnaval 2026
Gui Souza / Arte g1
No quintal de casa
Nem sempre uma extensa agenda de shows reflete em quilometragem. Ivete Sangalo, por exemplo, fará 4 apresentações no período. Todas em Salvador. No caso da artista, a quilometragem rodada fica pelo percurso do Circuito Barra-Ondina (com cerca de 4,5 Kms), que a cantora cruza em duas destas datas com seu Bloco Coruja. As apresentações de Ivete no trio chegam a durar 8 horas.
O mesmo acontece com o Timbalada, que fará 11 shows, passando por apenas duas cidades e percorrendo 805 km. Em uma das datas, o grupo faz três shows na mesma noite. Todos em camarotes dos circuitos de carnaval de Salvador.
Artistas regionais também costumam focar em suas praças. Mas nem por isso, diminuem a demanda de shows. A pernambucana Priscila Senna é um exemplo disso. A ex-vocalista da banda Musa do Calypso fará 11 shows. Dez deles, em Pernambuco, percorrendo, assim, pouco mais de 1.2 mil kms ao longo dos seis dias. E a agenda conta com show dobrado em quase todas as noites.
Ivete Sangalo puxa trio elétrico no carnaval do Rio pela primeira vez e se emociona ao lembrar Preta Gil
Reprodução TV Globo
Pé no freio e tempo de férias
Tem também quem prefira uma agenda mais enxuta nesse período.
A cantora Iza, por exemplo, fará apresentação única em Recife. Mas também está focada no carnaval da Sapucaí, onde desfila como Rainha de Bateria da Imperatriz Leopoldinense.
Michel Teló, que já falou diversas vezes sobre a opção de ter uma agenda de shows reduzida, fará apenas duas apresentações no carnaval: ambas, em cima de seu próprio trio, o Bloco Sertanejinho do Teló (16/02, em Belo Horizonte, e em 15/02, em São Paulo).
Outro que optou pela agenda enxuta é Gustavo Mioto, que fará apenas dois shows, sendo um deles em cima do seu trio, o Solteiro Não Trai, em São Paulo. Em seguida, embarca de férias.
“Escolhi não fazer, escolhi rejeitar os convites que apareceram pra focar só no bloquinho mesmo e nessa viagem que tá vindo agora. Eu tenho três clipes para gravar a na semana do carnaval, então ia ficar já puxadão”, explica Mioto.
O sertanejo afirma, ainda, que apesar de já ter feitos dois shows na mesma noite em outros carnavais, nunca foi a favor das dobradinhas.
“Eu odeio dobra. Pra mim, nunca ficou bom os dois. Sempre um perde por alguma coisa, o outro perde por outra coisa, e acaba que nenhum dos dois é muito bom. Então a dobra sempre me incomodou.”
Mas nem por isso o cantor deixa de fazer sua preparação, já que canta ao longo de quatro horas em cima do trio.
“Comecei a me preparar em dezembro pro trio, já pensando em corpo, já pensando em voz, já pensando em garganta. Então vem fono, vem otorrino, professor de canto e aí você vai nessa onda.”
Estados que mais recebem shows no carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1
Região Nordeste é campeã do carnaval
Somada a agenda dos artistas analisados no ranking, a região Nordeste recebe 53% dos shows do período. Destaque para Pernambuco, que vai receber 42 apresentações.
A região Sudeste fica na segunda posição (31%), seguida do Centro-Oeste (7%).
Juntas, as regiões Norte e Sul somam 9% das apresentações do total de artistas analisados.
Os números do carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny X Trump: a força latina nos EUA – O Assunto #1657


Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia.
Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma.
Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.
Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio.
O que você precisa saber:
TRAJETÓRIA: Como empacotador de humilde cidade porto-riquenha virou fenômeno global
PRESIDENTE DOS EUA: Trump diz que apresentação foi ‘terrível’ e uma ‘afronta à grandeza da América’
SUPER BOWL: Entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump
BLOG DA ANDRÉIA SADI: Show de Bad Bunny acende alerta até na direita brasileira
Em boicote a Bad Bunny, organização de Charlie Kirk faz show com músicos pró-Trump
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco. Apresentação: Natuza Nery. Participou deste episódio Paula Paiva Paulo.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl
Carlos Barria/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Catherine O’Hara morreu por embolia pulmonar causada por câncer, diz site


Catherine O’Hara morre aos 71 anos; relembre a carreira da atriz
Catherine O’Hara, atriz de “Esqueceram de Mim” e “Schitt’s Creek”, morreu aos 71 anos por embolia pulmonar causada por complicações de um câncer no reto. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (9) pelo site TMZ, que informou ter conseguido acesso à certidão de óbito da atriz.
Segundo o veículo, o Corpo de Bombeiros de Los Angeles havia confirmado à Fox News Digital que socorristas atenderam uma ocorrência na casa de O’Hara, em Brentwood, aproximadamente às 5h da manhã de 30 de janeiro.
Ela foi transportada para um hospital local em estado grave. A atriz foi declarada morta horas depois.
De acordo com a certidão de óbito, ela foi cremada e as cinzas foram entregues ao marido, Robert “Bo” Welch.
A atriz não havia compartilhado publicamente que enfrentava um câncer. Até então, a causa da morte dele era desconhecida.
A mãe do Kevin
Catherine foi um nome importante da comédia norte-americana, conhecida por transitar entre campeões de bilheteria e shows de humor de improviso.
FOTOS: Relembre carreira de Catherine O’Hara
Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O’Hara

A atriz canadense ficou marcada como Kate McCallister, a mãe do protagonista da franquia “Esqueceram de Mim”.
Também interpretou Delia Deetz em “Os Fantasmas se Divertem” e encarnou a matriarca Moira Rose, da série “Schitt’s Creek”, papel que lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Começo no improviso
A carreira começou no grupo de humor de improviso Second City, em Toronto, onde iniciou a longa parceria com o ator Eugene Levy (famoso pelo papel do pai de “American Pie”).
A colaboração durou décadas, desde o programa de esquetes “SCTV”, nos anos 1970, até o domínio nas categorias de comédia do Emmy e do Globo de Ouro nos anos 2020.
Catherine O’Hara na série “Schitt’s Creek” (2015)
Divulgação
O’Hara também foi colaboradora frequente do diretor Christopher Guest e integrou o elenco de clássicos de Tim Burton, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e sua sequência de 2024, “Beetlejuice Beetlejuice”.
Nos últimos anos, a atriz ampliou sua base de fãs nas redes sociais devido ao vocabulário e figurinos da personagem Moira Rose.
Ela se manteve ativa até o fim, com papéis em produções como a série de comédia “O estúdio”, na pele da executiva veterana mentora do protagonista Matt Remick (vivido por Seth Rogen). A atriz também fez uma participação na segunda temporada de “The Last of Us”.
Ela deixa o marido, o diretor de arte Bo Welch, e dois filhos, Luke e Matthew, profissionais da área de cenografia.
Catherine O’Hara com Seth Rogen em “O Estúdio”
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Catherine O’Hara em “Os fantasmas se divertem” (1988)
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Jim Carrey, Catherine O’Hara, Jane Adams e Jennifer Coolidge em “Desventuras em Série”
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Catherine O’Hara em “The Last of Us”
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Fonte: G1 Entretenimento