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‘O morro dos ventos uivantes’ subverte clássico subversivo com beleza, exagero e tesão; g1 já viu


g1 já viu: ‘O morro dos ventos uivantes’ subverte clássico
O novo “O morro dos ventos uivantes” é um baita filme – só não é o filme que talvez os fãs do clássico literário de Emily Brontë estivessem esperando.
A nova adaptação, talvez a milésima para o cinema ou para a TV, do livro de 1847 estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (12) como a subversão de uma história subversiva.
Para isso, a diretora Emerald Fennell abraça visuais deslumbrantes, uma trilha sonora exagerada e muito tesão, em especial entre Margot Robbie (“Barbie”) e Jacob Elordi (“Euphoria”).
É como se a cineasta pegasse aquela trama gótica sobre obsessão, luta de classes, abuso e crueldade na Inglaterra do século 19 e colocasse um filtro meio “Saltburn” – aquele filme da própria Fennell, que chocou a galera com a famigerada cena da lambida no ralo da banheira, em 2023.
Isso quer dizer que boa parte do enredo original ainda está lá, mas passa pela visão um tanto única da diretora/roteirista, que prefere focar na relação doentia entre o casal de protagonistas, e em como ela afeta pessoas com azar o suficiente para estarem em sua órbita.
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Morro de exageros
Assim como no livro, o novo “O morro dos ventos uivantes” conta a história do relacionamento entre uma jovem de família nobre e um plebeu – e como a diferença entre os dois provoca um ciclo de vingança e loucura.
Na versão de Fennell, tudo é exagerado.
A música é alta e cheia de violinos. Os cenários parecem quase um sonho – ou um pesadelo. Os figurinos poderiam ter saído de um desfile temático da Semana de Moda de Paris.
A tensão sexual é quase sólida, e há uma névoa de suor meio que perpétua gerada por corpos quentes nos morros gelados e uivantes.
Até o melodrama fica ainda mais melodramático – por mais que as partes mais pesadas do livro tenham ficado de fora. E dá para entender quem não consegue curtir tanto.
Primeiro, por adoração à obra original. Segundo, porque dá para discutir uma possível banalização do sofrimento e de relações bem doentias.
Mas há também a análise de que arte nem sempre precisa se preocupar com essas coisas.
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Felicidade dura pouco
Margot Robbie está ótima como sempre, mas é Jacob Elordi quem realmente se destaca como o “bruto” Heathcliff – e até se redime pela criatura meio água com açúcar que entregou em “Frankenstein”.
Do restante do excelente elenco, a incrível Alison Oliver (“Task”) é provavelmente a grande revelação do filme e é impossível ignorar o jovem Owen Cooper, garoto que ficou conhecido pela série “Adolescência”.
A única que destoa levemente é Hong Chau (“A baleia”) que, apesar de incrível como sempre, parece um tom abaixo, quase como se sua dama de companhia pertencesse a outro filme – talvez uma adaptação mais fiel ao livro.
Lá pela metade, no momento inevitável em que tudo está ótimo, o casal está feliz e o brilho do sol acentua as cores da grama, o ritmo fica perigosamente lento.
Por sorte, felicidade dura pouco e logo o filme engata novamente, e vai que é uma beleza até o final trágico. Não é sempre que dá para dizer isso, mas, no caso de “O morro dos ventos uivantes”, o público quer mesmo é uma boa dose de sofrimento.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Alison Oliver em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Margot Robbie, Shazad Latif e Hong Chau em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Maranhão repõe bloco autoral na rua com ‘O amor e o tempo’, álbum de samba com Mart’nália e Chico Chico


Rodrigo Maranhão promove o álbum ‘O amor e o tempo’, produzido por João Viana
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Fundador do Bangalafumenga, bloco que tem desfile confirmado no Carnaval carioca para o próximo domingo, 15 de fevereiro, no Aterro do Flamengo, Rodrigo Maranhão também repõe outro bloco na rua ao retomar a discografia autoral quatro anos após o álbum “Mercado das flores” (2022) e quase 20 anos após a bela estreia solo no mercado fonográfico com “Bordado” (2007), álbum que trazia canções do compositor já conhecidas nas vozes das cantoras Maria Rita e Roberta Sá.
Dois anos após um disco de intérprete, “Isso não é Maranhão” (2024), o cantor, compositor, violonista e cavaquinhista carioca promove “O amor e o tempo”, álbum lançado em 28 de janeiro com dez músicas inéditas de lavra própria.
Gravado com produção musical de João Viana, o álbum “O amor e o tempo” traz as participações de Chico Chico em “Samba torto” (parceria de Maranhão com João Cavalcanti) e de Mart’nália em “Saudade de nós” (samba composto por Maranhão com Moyseis Marques).
As dez músicas foram gravadas com banda formada pelos músicos Alberto Continentino (baixo), Davi Moraes (guitarra), João Viana (bateria) e Pretinho da Serrinha (percussão), aos quais foram se juntando outros instrumentistas de acordo com a necessidade de cada faixa. Além de ter tocado toda a percussão do álbum, Pretinho da Serrinha compôs com Rodrigo Maranhão a música “Levanta povo”.
O repertório inteiramente autoral do álbum “O amor e o tempo” também é composto por parcerias de Maranhão com Gabriel Moura (“Eu sou Flamengo” e “Sebastiana”) e Zé Paulo Becker (“Saracuteio”).
Sozinho, Rodrigo Maranhão assina as músicas “Samba vagabundo”, “Fora da cadência” e “O amor e o tempo”, construindo repertório que deu forma a um álbum centrado na vivência do samba ouvido e/ou tocado na rua e nos blocos. O universo do disco gravita em torno do que o artista caracteriza como “regionalidade carioca”.
“Quem mora no Rio de Janeiro se acha muito cosmopolita e esquece que é regional”, lembra Rodrigpo Maranhão, sem a visão etnocentrista que embaça a visão cultural de muitos cariocas.
Capa do álbum ‘O amor e o tempo’, de Rodrigo Maranhão
Leo Aversa

Fonte: G1 Entretenimento

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Paul Thomas Anderson e guitarrista do Radiohead pedem retirada de trilha deles de filme sobre Melania Trump


Melania Trump fala durante estreia de seu documentário em Washington
Kevin Lamarque/Reuters
O diretor Paul Thomas Anderson e o guitarrista Jonny Greenwood, do Radiohead, pediram que um trecho de uma música do filme “Trama Fantasma” (“Phantom Thread”) seja retirado do controverso documentário “Melania”, sobre a primeira-dama americana.
Greenwood foi o responsável pela produção musical de “Trama Fantasma”, lançado em 2017, dirigido por Paul Thomas Anderson. Em comunicado, os dois alegam que uma parte da trilha do longa-metragem foi usada sem permissão pela produção sobre Melania Trump.
“Chegou ao nosso conhecimento que uma música de ‘Trama Fantasma’ foi usada no documentário ‘Melania’”, disse a dupla em um comunicado divulgado pela Variety.
“Embora Jonny Greenwood não detenha os direitos autorais da trilha sonora, a Universal não o consultou sobre este uso por terceiros, o que constitui uma violação de seu contrato de compositor. Como resultado, Jonny e Paul Thomas Anderson solicitaram que a música seja removida do documentário.”
Nos últimos 25 anos, Greenwood tem sido mais ativo como compositor de trilhas sonoras para filmes do que como músico de rock, escrevendo ou contribuindo para as trilhas de 12 filmes, segundo a Variety.
Representantes do documentário não se pronunciaram até o momento sobre o caso.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
‘Melania’, dirigido por Brett Ratner, tem sido alvo de polêmicas por conta do custo elevado para um documentário desse tipo (estima-se que foram cerca de US$ 75 milhões) e por ser pouco revelador sobre a primeira-dama americana. Ela acompanhou cada detalhe da produção e decidiu o que seria exibido ao público, algo pouco usual nesses documentários.
Pelo mundo, ‘Melania’ tem acumulado pouca arrecadação. No Brasil, por exemplo, sua estreia foi marcada por salas vazias, assim como outros países.
Nos Estados Unidos, porém, a obra tem conseguido números expressivos. Segundo a Variety, a produção arrecadou US$ 13,35 milhões no mercado doméstico após dois fins de semana em cartaz, um valor notável para um documentário desse tipo.
Mas o investimento é alto, um valor que especialistas consideram sem precedentes para esse tipo de produção, considerando que esses documentários tradicionalmente não geram grandes bilheterias. Além disso, os donos de cinemas ficam com cerca de metade da receita dos ingressos, o que torna mais difícil justificar o custo de ‘Melania’, aponta a Variety.
O gasto extravagante da Amazon MGM levou outros na indústria a especular se o documentário seria uma tentativa do estúdio de se aproximar do atual governo americano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Show de Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho reforça tendência de turnês em estádios com grandes encontros


Alcione (ao centro), Jorge Aragão (á esquerda) e Zeca Pagodinho se juntam na turnê ‘O maior encontro do samba’
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ O anúncio do show inédito que reúne Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho – em turnê intitulada “O maior encontro do samba” e programada para transitar por arenas e estádios de sete capitais do Brasil entre junho e dezembro – reforça a tendência de turnês gregárias de estrutura gigante, idealizadas para grandes espaços. A estreia do show do trio será em 6 de junho, no estádio carioca popularmente conhecido como Maracanã.
Shows viraram grandes eventos no Brasil nos últimos anos. Cada turnê, geralmente patrocinada por instituições financeiras e realizadas por produtoras especializadas nesse tipo de megashow, é pensada como um evento especial, estrategicamente anunciado na mídia.
Grandes encontros de artistas brasileiros em shows não são, a rigor, uma novidade na cena musical brasileira. Há 50 anos, em 1976, Caetano Veloso, Gal Costa (1945 – 2022), Gilberto Gil e Maria Bethânia formaram o grupo Os Doces Bárbaros e fizeram show coletivo eternizado em álbum e documentário.
Em 1996, 20 anos depois do show do quarteto formado pelos artistas baianos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho arrastaram multidões em todo o Brasil para ver o show da turnê intitulada “O grande encontro”. Deu tão certo que o projeto volta e meia ainda é realizado, com três dos quatro artistas do encontro original.
Contudo, essas turnês eram eventos esporádicos, idealizados de forma espontânea, tendo a música como razão principal. Nos últimos anos, turnês do gênero viraram business, marketing. Um negócio lucrativo sobre todas as coisas.
O sucesso da turnê que reuniu Caetano Veloso e Maria Bethânia em 2024 e 2025 – em show perpetuado em álbum ao vivo recentemente premiado com um Grammy – impulsionou outros encontros. Péricles e Ferrugem, por exemplo, sairão em turnê pelo Brasil a partir de março com o show “As vozes”.
Péricles, a propósito, vai se juntar a Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho como convidado da apresentação da turnê “O maior encontro do samba” agendada para 14 de novembro no estádio Beira Rio, em Porto Alegre (RS). Em quatro das sete apresentações anunciadas por ora, o convidado será Martinho da Vila.
Enfim, embora um encontro de Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho no paloco não seja exatamente uma grande novidade, uma vez que uns já participaram várias vezes de shows dos outros, é inegável que há certo apelo nesse show vendido como “O maior encontro do samba”. Afinal, são três bambas em cena.
Resta saber se as vendas (abertas hoje, 9 de fevereiro, para clientes do banco patrocinador da turnê e, a partir de quarta-feira, 11 de fevereiro, para o público em geral) vão corresponder às altas expectativas dos produtores…

Fonte: G1 Entretenimento

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Organização de Charlie Kirk boicota Bad Bunny no Super Bowl e faz show alternativo com músicos aliados do governo Trump


O cartaz promovendo o show da Turning Point: “The All American Halftime Show”
Turning Point USA / Divulgação
A Turning Point USA, organização estudantil criada por Charlie Kirk, ativista conservador e aliado do governo Trump assassinado no ano passado, promoveu um boicote à apresentação de Bad Bunny no show do intervalo do Super Bowl e criou um show alternativo online neste domingo (8).
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Veja FOTOS do show de Bad Bunny no Super Bowl
Trump criticou Bad Bunny em rede social
Trump detona show de Bad Bunny
Montagem/g1
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a apresentação de Bad Bunny no Super Bowl em suas redes sociais, na noite deste domingo (8). Sem citar o nome do artista, o republicano chamou o show de “bagunça”.
“Absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos! Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América e não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência”, disse na postagem.
“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante”, continuou. “Esse ‘show’ é um tapa na cara do nosso país, que está estabelecendo novos padrões e recordes todos os dias”.
Trump detona show de Bad Bunny em 8 de fevereiro de 2026.
Reprodução/Donald Trump no Truth Social
Bad Bunny se apresentou no evento que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos EUA. Um dos programas com a maior audiência da TV norte-americana. Neste ano, o jogo e o show foram realizados no Levi’s Stadium, na Califórnia, com a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
Antes mesmo de acontecer, a apresentação já havia repercutido significativamente em relação aos últimos anos. E enfureceu Trump e seus apoiadores, alguns até organizando uma “programação paralela” em protesto.
Show de Bad Bunny já é o mais político da história do Super Bowl, mesmo se não tiver manifestações
Posicionamento de Bad Bunny
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
Não é segredo que Bad Bunny tem um lado político atrelado ao seu trabalho. Há anos, as músicas e o posicionamento público do cantor falam por ele.
Isso ficou claro em 2019, quando o músico abandonou uma turnê para se juntar a uma onda de protestos contra o governador Rosselló, em Porto Rico. Na época, ele se juntou aos conterrâneos Residente, iLe e Ricky Martin, se tornando uma das celebridades porto-riquenhas mais ativas politicamente.
Além disso, Bad Bunny nunca abriu mão de sua identidade latina para emplacar nos Estados Unidos, um privilégio que Shakira ou Ricky Martin não puderam ter.
As músicas do cantor são inerentemente latino-americanas: seguem a linha do reggaeton e trap latino, com letras em espanhol, além de citações musicais que vão de “Garota de Ipanema” a clássicos porto-riquenhos.
Tensões políticas no auge
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
O show do intervalo do Super Bowl é um dos eventos musicais mais assistidos do mundo, atraindo mais de 100 milhões de telespectadores somente nos Estados Unidos.
Historicamente, é um entretenimento “inofensivo”, projetado para manter o público ligado e garantir o faturamento publicitário nesse evento de altíssima audiência da TV americana.
Não é exatamente um evento isento de polêmicas, claro. Na verdade, um pouquinho de controvérsia (como mostrar o dedo do meio ao vivo, como fez M.I.A. em 2012) nunca fez mal para a divulgação do negócio.
Mas de manifestação mesmo, o máximo que o Super Bowl viu foi em 2016 — quando Beyoncé, vestida como os Panteras Negras, divulgou uma música inédita sobre negritude. Mas ela era só a convidada da atração principal, que era o Coldplay. Ou em 2025, quando um dançarino de Kendrick Lamar mostrou uma bandeira da Palestina e do Sudão de forma abrupta. Ele foi preso.
Mas desta vez, os Estados Unidos vivem um momento de grande inquietação em seu próprio território e é inevitável que isso transborde para o evento. O Super Bowl ocorre em meio à onda de manifestações contra o ICE, após mortes causadas pela agência de imigração no Minnesota.
Na época do anúncio de Bad Bunny, a Secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos Kristi Noem chegou a dizer que o ICE estaria “em todo o lugar” durante o Super Bowl.
Mas nos últimos dias, a chefe de segurança da NFL, Cathy Lanier, afirmou que os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos não terão qualquer participação no evento.
De toda forma, o clima segue bastante tenso por lá. E em um momento em que ações anti-imigração são a pauta da vez, um artista porta-voz da comunidade latina subirá ao palco.

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que show de Bad Bunny no Super Bowl teve participação de Liam Ramos, menino de 5 anos detido pelo ICE


É #FAKE que show de Bad Bunny no Super Bowl teve participação de Liam Ramos, menino de 5 anos detido pelo ICE
Reprodução
Circulam nas redes sociais posts alegando que o cantor Bad Bunny recebeu Liam Ramos, menino equatoriano de 5 anos detido pelo ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos), durante o show de intervalo do Super Bowl. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como são as publicações falsas?
Publicados no X neste domingo (8), data da 60ª edição do Super Bowl, os posts sugerem que o cantor porto-riquenho teria recebido Liam Ramos no palco. Ele seria supostamente o garotinho que recebeu um Grammy de Bad Bunny em um momento simbólico do show.
Mas isso não é verdade. O menino que apareceu na apresentação era um ator chamado Lincoln Fox, não Liam Ramos (leia mais abaixo).
Uma das publicações virais diz, em inglês: “Muitos de vocês podem não ter percebido, mas o garotinho a quem Bad Bunny entregou o prêmio Grammy no Super Bowl era Liam Ramos! Incrível!”.
Liam Conejo Ramos e seu pai, Adrian Conejo Arias, foram detidos em 20 de janeiro por agentes do ICE na porta de casa, em Minneapolis, quando o menino voltava da escola
No último domingo (1°), Bad Bunny levou três prêmios do Grammy, incluindo o de álbum do ano, e criticou o ICE durante um de seus discursos. O artista porto-riquenho é muito conhecido por sua posição política de valorização da América Latina e por falas contra a política anti-imigração do governo do presidente Donald Trump. Quando seu nome foi anunciado como atração do Super Bowl, Trump afirmou que a decisão era “ridícula” e que nunca havia ouvido falar do cantor.
⚠️ Por que a publicação é falsa?
O garoto que apareceu no show do Super Bowl é o ator mirim Lincoln Fox, e não Liam Ramos. Em seu perfil do Instagram, ele publicou um vídeo de sua participação e escreveu na legenda: “Vou me lembrar deste dia para sempre! @badbunnypr – foi a minha maior honra 🐰🏆🏈 “.
O Fato ou Fake encontrou reportagens de veículos de imprensa americanos que também esclareceram os posts enganosos. Um assessor de Bad Bunny desmentiu a alegação à rádio americana National Public Radio.
Bad Bunny se apresentou no evento que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos EUA. É um dos programas com a maior audiência da TV norte-americana.
Na noite deste domingo, Trump comentou a apresentação de Bad Bunny em suas redes sociais. Sem citar o nome do artista, o republicano disse que o show foi “absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos”.
Antes do Super Bowl, um assessor da Casa Branca chegou a ameaçar o envio dos agentes federais de imigração para o estádio na Califórnia onde ocorreu a partida. Isso nunca aconteceu na história dos EUA. Não houve registro de operação na porta do evento, mas a declaração foi interpretada como uma tentativa de intimidação ao enorme público latino de Bad Bunny.
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O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake
Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
É #FAKE que show de Bad Bunny no Super Bowl teve participação de Liam Ramos, menino de 5 anos detido pelo ICE
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny no Super Bowl: entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump


Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
Neste domingo (8), Bad Bunny comandou o cobiçado intervalo do Super Bowl, evento de maior audiência da TV americana.
Com Lady Gaga e Ricky Martin entre os convidados, a apresentação foi repleta de simbolismo e mensagens sobre a cultura latino-americana. Isso já era esperado, já que Bad Bunny exalta a identidade porto-riquenha no premiado disco “Debí Tirar Más Fotos”.
Com o contexto atual da relação entre EUA, imigrantes e comunidade latina, mesmo antes de começar, esse já foi o show mais político da história do Super Bowl. Não à toa, o show enfureceu Trump, que disse que a apresentação foi “uma afronta à grandeza da América”.
Entenda as referências e os principais momentos do show:
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl
Mike Blake/Reuters
Porto Rico em um cenário
A apresentação foi feita quase inteiramente em espanhol, sem muita tradução para o inglês. Aliás, o cantor se empenhou em fazer a tradução contrária: na abertura, foram mostrados os dizeres “el espetáculo de medio tiempo del Súper Tazón”, ou seja, “o espetáculo do intervalo do Super Bowl” em espanhol.
Em seguida, foi mostrada uma ambientação bem porto-riquenha, com os trabalhadores no campo, senhores jogando dominó, uma mulher na manicure e por aí vai. Logo de cara, fica claro que Bad Bunny quer levar o espectador para a sua terra e cultura.
“Meu nome é Benito Antonio Martinez Ocasio, e se hoje estou aqui no Super Bowl 60, é porque nunca deixei de acreditar em mim. Você também deveria acreditar em você”, diz ele mais tarde em espanhol.
Casita com latinos famosos
Jessica Alba e mais famosos durante apresentação de Bad Bunny no Super Bowl
REUTERS/Jeenah Moon
O músico também levou a “casita”, um cenário de seus shows que representa uma típica casinha porto-riquenha. Nos shows, a casa reúne convidados que dançam e curtem as músicas enquanto Bad Bunny se apresenta.
Já neste Super Bowl, entre os convidados da casita, estavam Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Jessica Alba, todos latinos ou estadunidenses de ascendência latina.
Além disso, com as dançarinas, essa e outras partes da apresentação mostraram o “perreo”, estilo de dança sensual que surgiu em Porto Rico nos anos 80. É uma dança similar ao rebolado do funk no Brasil.
Casamento de verdade
Casamento durante show do intervalo de Bad Bunny no Super Bowl foi real
Foto por JOSH EDELSON / AFP
Cerca de cinco minutos após o início do espetáculo de 13 minutos, a parte final de uma cerimônia de casamento foi exibida, com um celebrante e um casal. O casamento foi real, como confirmou um representante do cantor para a imprensa americana.
O casal, que não teve os nomes divulgados, havia convidado Bad Bunny para o casamento, mas ele sugeriu que, em vez disso, eles participassem do show do intervalo. O artista serviu como testemunha e assinou a certidão de casamento, com direito até a um bolo de verdade.
Lady Gaga baila
Bad Bunny cumprimenta Lady Gaga, que fez participação em show do cantor no Super Bowl
Carlos Barria/g1
A cantora Lady Gaga entrou com Los Sobrinos, uma banda porto-riquenha de salsa, para tocar “Die With a Smile”. Eles foram uma espécie de “banda de casamento” para o casal que apareceu logo antes.
A cerimônia teve mesinhas, bolo de casamento e até uma criança “dormindo” na cadeira. Em seguida, a própria Gaga foi puxada para dançar por Bad Bunny em “Baile Inolvidable”.
Nuevayol: a Nova York latina
Em seguida, ele entoou “Nuevayol”. A faixa relembra a conexão entre a ilha caribenha e a cidade americana, considerada o centro cultural e demográfico mais importante para os porto-riquenhos fora de San Juan. Afinal, até a bandeira de Porto Rico foi feita por lá.
O cenário imitou as “bodegas” americanas, com direito à aparição especial de Toñita, dona do Caribbean Social Club. É um dos bares mais emblemáticos da cultura latina em Nova York.
Foi nesse momento, também, que Bad Bunny aproveitou para entregar um Grammy para uma criança que “o assistia” em uma televisão. As roupas do menino foram inspiradas em um visual que o próprio Benito (Bad Bunny) usava em uma foto de infância.
O ator mirim Lincoln Fox interpretou Bad Bunny no Super Bowl
Reprodução/Instagram
Ricky Martin canta ‘Lo que le pasó a Hawaii’
Ricky Martin se apresenta no show do intervalo do Super Bowl LX entre o Seattle Seahawks e o New England Patriots no Levi’s Stadium
Mark J. Rebilas-Imagn Images
Outro destaque foi a aparição de Ricky Martin, conterrâneo de Bad Bunny. Sentado em cadeiras que simulam a capa do disco “Debí Tirar Más Fotos”, o convidado cantou “Lo que le pasó a Hawaii”, uma das canções mais políticas do repertório de Bad Bunny.
A faixa narra como o imperialismo americano afetou a identidade e a cultura do Havaí, território que se tornou parte dos EUA em 1898. Ele diz que “não quer que façam” com Porto Rico o que foi feito com o arquipélago havaiano.
Bandeira de Porto Rico e ‘o apagão’
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
Mais para o fim, Bad Bunny apareceu com uma grande bandeira de Porto Rico, com o triângulo em azul-claro (a bandeira nesse tom é associada aos rebeldes pró independência). Nessa hora, ele cantou “El Apagón”, outra de suas músicas focadas em crítica social. Ele sobe em um poste e acaba causando um “apagão” no estádio.
“Agora todos querem ser latinos, mas falta ‘Sazón'”, diz a música.
O que é América
Bandeira do Brasil aparece entre outras das Américas no show de Bad Bunny no Super Bowl
Mike Blake/Reuters
O momento mais representativo veio no fim do show, quando Bad Bunny pegou uma bola de futebol que dizia “Juntos, somos a América”. Ele estava acompanhado de bailarinos e músicos que seguravam bandeiras de diversos países do continente americano.
“Deus abençoe a América”, disse o artista em inglês, reproduzindo a frase patriótica comumente usada pelos estadunidenses.
Em seguida, ele aproveitou para definir América: “Ou seja: Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia…” e citou todos os países do continente americano, incluindo Estados Unidos e “minha terra mãe, Porto Rico”.
No fundo, um telão exibia a frase “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. E assim, Bad Bunny encerrou dançando e cantando “Dtmf”, faixa-título do disco mais recente, que fala sobre amor, saudade, identidade e memória.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’


Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’ 
Shakira caiu no palco durante um show de sua turnê mundial em El Salvador na noite de sábado (7). A cantora corria agradecendo ao público quando virou o pé e levou um tombo.
“Ui, que queda”, disse ao se levantar. Ela ainda brincou ao postar o vídeo da queda nos stories de seu perfil no Instagram: “Não se preocupe que sou de borracha.”
Depois do tombo, Shakira seguiu com seu show. Mais tarde, ela disse que ninguém estava imune às quedas.
Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’
Reprodução/Instagram
Show em Copacabana?
Depois de Madonna e Lady Gaga, quem vai cantar na praia de Copacabana em 2026? No começo do ano, segundo alguns posts de fãs em redes sociais e notas em sites especializados de música, sugeriam que a escolhida seria Shakira.
Um suposto show da cantora no “Todo Mundo no Rio” apareceu para o dia 9 de maio de 2026, em um site de turnês (Songkick) e na lista da plataforma de streaming Deezer, que foi patrocinadora das últimas edições.
Depois de alguns dias, o show da cantora colombiana já não estava mais listado no Songkick. Mas mesmo que estivesse, não é porque a informação está lá (ou no streaming) que é confirmada. O g1 explicou como funciona essa relação entre agenda de shows e plataformas de streaming:

Fonte: G1 Entretenimento

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Casamento durante show de Bad Bunny no Super Bowl foi real


Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
O casamento que aconteceu durante o show de Bad Bunny no Super Bowl na noite deste domingo (8) foi real. Um representante do cantor confirmou a informação para a imprensa americana.
Casamento durante show do intervalo de Bad Bunny no Super Bowl foi real
Foto por JOSH EDELSON / AFP
Cerca de cinco minutos após o início do espetáculo de 13 minutos, a parte final de uma cerimônia de casamento foi exibida, com um celebrante declarando o casal casado. O marido e a mulher, ambos vestidos de branco, trocaram um beijo. Em seguida, a cantora Lady Gaga e Los Sobrinos, uma banda porto-riquenha de salsa, começaram a tocar “Die With a Smile”.
FOTOS: Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl
O casal, que não teve os nomes divulgados, havia convidado Bad Bunny para o casamento, mas ele sugeriu que, em vez disso, eles participassem do show do intervalo. O artista serviu como testemunha e assinou a certidão de casamento, com direito até a um bolo de verdade.
O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucina apronta álbum com canções que versam sobre ‘bicho, pedra, gente’


Lucina dá voz a canções como ‘Tessituras’ e ‘Tantos universos’ em álbum gravado em estúdio de Niterói (RJ) com 13 parcerias da artista com o poeta arrudA
Patrícia Ferraz / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Na segunda semana de janeiro, Lucina entrou em estúdio situado na cidade fluminense de Niterói (RJ), onde a artista apronta álbum previsto para ser lançado em junho.
Ainda em fase de gravação, o álbum reúne 13 músicas inéditas de Lucina – cantora e compositora mato-grossense projetada na década de 1970 como integrante da dupla Luli & Lucina (1972 – 1998) – com letras do poeta paulistano arrudA. O repertório inclui canções como “Bicho, pedra, gente”, “Há riachos”, “Tantos universos” e “Tessituras”.
Gravado sob direção e produção musical de Patrícia Ferraz, o álbum tem os toques de músicos como Adriano Souza (piano), Bruno Aguilar (baixo), Christiaan Oyens (guitarra), Joana Queiroz (clarinete e clarone), Jorge Mathias (baixo), Lui Coimbra (violoncelo), Nando Duarte (violão de sete cordas), Ney Marques (violão), Pedro Marcondes (baixo), Sandro Moreno (percussões) e Walter Villaça (violão), além da própria Lucina ao violão.
O último álbum de Lucina, “Nave em movimento – A música artesanal de Luli & Lucina” (2023), foi lançado há dois anos com onze músicas então inéditas recolhidas pela artista no amplo acervo do cancioneiro autoral da dupla Luli & Lucina.

Fonte: G1 Entretenimento