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William Bonner diz que entrada no ‘Globo Repórter’ é reencontro com desafios da profissão


William Bonner em coletiva para apresentar as novidades do Jornalismo da Globo para 2026
Bob Paulino/Globo
Quatro meses após dar seu último “boa noite” na bancada do Jornal Nacional, William Bonner já tem data para voltar para a programação da Globo. No dia 20 de fevereiro, ele faz sua estreia como apresentador e repórter do “Globo Repórter”, ao lado de Sandra Annenberg.
Na tarde desta quinta-feira (5), durante o anúncios das novidades no jornalismo da Globo, Bonner revelou que já pleiteava um lugar no “Globo Repórter” há alguns anos. Disse ainda que quando Sandra estreou no programa, em 2019, ela mandou uma mensagem para o amigo: “Cheguei primeiro, mas estou te esperando aqui.”
Além da novidade no time de apresentadores, o programa vai dispensar o teleprompter (ferramenta usada para leitura de textos). Assim, Bonner e Sandra farão uma edição em clima de conversa.
“Como não tem teleprompter, é algo novo pra gente. A única vez que eu trabalhei totalmente sem ‘TP’ na vida foi em uma tragédia do Rio Grande do Sul. Mas poder conversar com o colega antes de apresentar o programa é muito mais divertido”, afirmou Bonner. Ele disse que os dois se divertiram muito durante a gravação do programa piloto, pois “erraram muito”.
Bonner ainda comentou que está animado com o novo desafio. “O ‘Globo Repórter’ é o meu reencontro com os desafios da profissão que eu amo.”
Retorno à ponte aérea Rio-São Paulo
Além de falar sobre as novidades do programa, Bonner contou que voltou a fazer a ponte aérea Rio-São Paulo. Desde 2013, o apresentador optava por fazer o trajeto de carro.
“Passei a evitar a ponte aérea. Porque havia sempre um risco de eu ser alvo de algum tipo de manifestação hostil que me colocasse numa situação constrangedora e que depois viralizasse. Eu não era o único, mas é óbvio que a Globo é símbolo do jornalismo no Brasil, o ‘Jornal Nacional’ é um símbolo do jornalismo da Globo, e eu era um símbolo do ‘Jornal Nacional’. Então eu era um para-raio desse tipo de ação”, explicou.
Bonner contou que, desde que deixou o comando do “Jornal Nacional” vou a fazer a ponte aérea. Ele disse ainda que tem recebido muito carinho nas ruas, com pedidos de fotos e de abraços.
“Não passei por nenhuma hostilidade. E eu até brinquei com algumas pessoas da minha família que eu sinto como se eu tivesse falecido. Porque quando alguém famoso morre, e a imprensa publica os perfis daquele morto, em geral, é de bom tom que seja um pouco mais leve, que se destaque os fatos mais positivos. E tem gente que me criticava com um tom ácido e que foi super generoso.”
Veja como foi a despedida de William Bonner do Jornal Nacional e chegada de César Tralli

Fonte: G1 Entretenimento

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Turma do Pagode canta o repertório de Zeca Pagodinho em álbum com o calor e a espontaneidade das rodas de samba


O grupo paulistano Turma do Pagode posa com Zeca Pagodinho na gravação ao vivo do álbum ‘Turma canta Zeca’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Turma canta Zeca Pagodinho
Artista: Turma do Pagode
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Grupo que reforçou o time do pagode romântico de sotaque paulista ao entrar em campo em 2001, mas com sonoridade essencialmente percussiva e com o toque de um banjo à moda carioca, a Turma do Pagode pegou a ponte aérea no ano passado, em aceno para os quintais do Rio de Janeiro (RJ), para cantar o repertório de Zeca Pagodinho em álbum ao vivo.
A gravação foi feita em 17 de novembro em roda comandada pela Turma no Bar do Zeca Pagodinho, na filial do bar na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com o toque da gaita de Rildo Hora – produtor de álbuns relevantes de Zeca – na música “Ogum” (Claudemir e Marquinho PQD, 2008).
Disponibilizado na íntegra na noite de quarta-feira, 4 de fevereiro, dia do 67º aniversário do cantor e compositor de sucessos como “Judia de mim” (Wilson Moreira e Zeca Pagodinho, 1986), o álbum “Turma canta Zeca Pagodinho” soa fiel ao espírito carioca dos sambas e partidos altos do repertório do artista revelado em 1983 ao participar de álbum de Beth Carvalho (1946 – 2019).
A Turma canta Pagodinho com a espontaneidade, o calor e a animação das rodas de samba. Diferentemente de Teresa Cristina, que deu voz somente ao cancioneiro autoral do compositor no recém-lançado álbum “Jessé – As canções de Zeca Pagodinho” (2026), a Turma também selecionou músicas dos quais Zeca é somente o intérprete sagaz no canto de partidos e sambas malemolentes.
O álbum da Turma agrega 34 músicas em 20 faixas que totalizam uma hora e 15 minutos. Nessa seleção de sambas aliciantes, somente faz sentido a inclusão de música inédita autoral, “Pedindo a conta” (Leandro Filé e Rosyl, 2025), porque Zeca participa da faixa, previamente apresentada em single editado em 10 de dezembro.
Verdade seja dita, mesmo sem um traço de originalidade na execução desse ótimo repertório, o álbum “Turma canta Zeca Pagodinho” flui bem. O alto número de medleys nas 20 faixas – dez, que juntam dois ou três sambas afins – contribui para acentuar a sensação de que o ouvinte está em roda de samba em que importam menos os conceitos e os virtuosismos vocais e mais o calor e a força do samba tocado ao vivo.
Esse tom caloroso é garantido pela sonoridade percussiva da Turma do Pagode, cuja base instrumental soa afinada com o som dos quintais frequentados pela geração de Zeca. A interação do pandeiro de Rubinho, do surdo de Fabiano Art, do reco-reco de Thiagão, do repique de mão de Neni Art e do tantã do vocalista Leíz cria sólida base percussiva para que a Turma harmonize o repertório de Zeca com os toques do banjo de Caramelo, o cavaco de Marcelinho TDP e o violão de Leandro Filé.
Mesmo comum no terreirão do samba carioca, a receita instrumental é infalível. A Turma do Pagode prioriza os sucessos de Zeca na seleção de repertório que vai de 1986 – ano do primeiro álbum solo de Zeca Pagodinho, título blockbuster da discografia do samba – a 2019, ano do último álbum com músicas inéditas do sambista, “Mais feliz”.
Contudo, surgem entre os hits algumas pérolas escondidas no baú do pagode. “Nega dadivosa” (Bandeira Brasil, Serginho Procópio e Bandeira Brasil, 1997) reaparece cheia de ginga, sedutora, em gravação que – justiça seja feita – ombreia com a gravação original feita por Zeca há 29 anos para o álbum “Hoje é dia de festa” (1997) porque a Turma turbinou o samba com o calor das rodas.
Outra joia lapidada pela Turma é “O sol e a brisa” (1988), samba de lirismo iluminado pela participação de Mauro Diniz, parceiro de José Franco Lattari (1952 – 2007), o Franco, na criação desse samba apresentado por Zeca no terceiro álbum do artista, “Jeito moleque” (1988).
Neto de Zeca, Noah também entra na roda da Turma, cantando “Lama nas ruas” (Almir Guineto e Zeca Pagodinho, 1986) e – justiça seja feita mais uma vez – o adolescente de 15 anos se afina na roda do grupo, para orgulho do avô.
Em roteiro pavimentado com hits certeiros como “Coração em desalinho” (Monarco e Ratinho, 1986), “Faixa amarela” (Zeca Pagodinho, Jessé Pai, Luis Carlos e Beto Gago, 1997), “Posso até me apaixonar” (Dudu Nobre, 1997) e “Deixa a vida me levar” (Serginho Meriti e Eri do Cais, 2002), a Turma do Pagode abre espaço para a entrada do próprio Zeca Pagodinho na roda.
O homenageado do álbum se junta ao grupo no canto do medley que junta “Não sou mais disso” (Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, 1996) com “Mania da gente” (Mário Sérgio, Carica e Luizinho SP, 1990).
Enfim, com cozinha azeitada, a Turma do Pagode honra o repertório de Zeca Pagodinho neste álbum que se já impõe como o título mais coeso da discografia do grupo paulistano.
Capa do álbum ‘Turma canta Zeca Pagodinho’, da Turma do Pagode
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Doja Cat hipnotiza com gogó e sensualidade em show que dispensa firulas, em São Paulo


Doja Cat em show em São Paulo nesta quinta-feira (5)
Marina Lourenço/g1
Com apenas um único show marcado no Brasil, Doja Cat levou sua turnê “Ma Vie World” ao Suhai Music Hall, em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (5). A venda de ingressos não foi das melhores — nenhum setor esgotou. Mas isso não parecia ser uma preocupação para a popstar rapper, que dominou o palco com expertise.
Com 18 minutos de atraso, o show começou ao som de “Cards”. Doja vestia um look sexy: sobreposição de sutiãs justíssimos, calcinha com correntes, meia-calça de renda, espartilho, luvas e muita pluma. Não satisfeita com a figura felina já à mostra, ela fez questão de seduzir com sarradas no pedestal, reboladas hipnotizantes, caras e bocas. Poses de tesão que foram repetidas várias vezes no restante da apresentação.
O show foi dedicado ao seu quinto e último álbum, “Vie” (2025), que teve pouco destaque comercial se comparado aos dois anteriores. O disco até chegou ao ranking da Billboard Hot 100, mas só ficou na lista por pouco mais de três meses. Mas novamente, esses são números que pareceram irrelevantes para a Doja no palco.
A americana mostrou que sabe cantar como poucos. Com facilidade, ela transita entre flows de rap e agudinhos gritados do seu pop viajado. Além de potente, o gogó de Doja é versátil. Ela faz solos vocais, emenda rimas com fôlego de sobra, põe autotune em faixa de trap e — entre quicadas, cambalhotas e mãos pelo corpo — usa suas bases pré-gravadas de apoio.
A banda é outra a brilhar. Afiados, os músicos dominam o funk pop de Doja, que nessa turnê vai dos anos 80 ao rap contemporâneo. As faixas de “Vie” ficam mais eletrizantes ao vivo, com o volume intenso de elementos como metais, saxofone, trompetes e guitarra rasgada. Pop, rap, funk e rock: tudo junto e misturado.
No começo da turnê “Ma Vie World”, muitos fãs da cantora criticaram a estrutura da apresentação, alegando baixo investimento em figurino, efeitos visuais e cenário. Ela chegou a rebater os comentários e postou: “Eu faço música para pessoas que gostam de música. Eu não sou uma artista da Broadway”.
Ao contrário do que muitos esperam de uma diva pop, esse realmente não é um show com bailarinos, troca de figurino e cenário extravagante. Mas convenhamos que isso nem deveria ser visto como problema, se a competência musical é atingida.
Além disso, embora Doja já tenha deixado claro que não é da Broadway, seu show tem um quê de teatro. A começar por ela mesma, que oscila entre as poses de rockstar doidona, rapper sedutora, popstar romântica e alguém com tesão.
No show desta quinta, o público estava entregue de corpo e alma (foram 6.500 pessoas, segundo a assessoria do evento). Ela cantou faixas como “Get Into It (Yuh)”, “Gorgeous”, “Silly! Fun!” e “Juicy”, “AAAHH Men!”.
Os momentos mais marcantes foram de hits como “Kiss Me More”, “Say So”, “Streets” e “Woman”. A cantora encerrou a apresentação ao som de “Jealous Type”. Depois, entregou flores aos fãs. Ela não é do tipo que fica puxando assunto com a plateia, mas é carismática. Tem a fórmula de como fazer um show divertido do início ao fim.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
‘Say So’, Doja Cat: Lucas da Fresno explica hits do Lolla

Fonte: G1 Entretenimento

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Papatinho remói os clichês eróticos do funk com Anitta e Biel do Furduncinho


Capa do single ‘Joga a tabaca’, de Papatinho com Anitta e DJ Biel do Furduncinho
JP Maia / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Joga a tabaca
Artistas: Papatinho, Anitta e DJ Biel do Furduncinho
Cotação: ★ ★ 1/2
♬ No discurso, a música “Joga a tabaca” – lançada por Papatinho na noite de hoje, 5 de fevereiro, em single assinado pelo produtor musical carioca com Anitta e DJ Biel do Furduncinho – “retrata um clima de diversão e liberdade com linguagem direta, espírito festivo e diálogo entre o funk e o pop”.
Na prática, há somente a linguagem direta. “Joga a tabaca” é funk trivial em que os artistas remoem os clichês eróticos do gênero com letra escrita cm versos similares aos de dezenas de outros funks.
“Joga a tabaca” é composição de autoria creditada a Papatinho, Biel do Furduncinho, Gabriel Cantini, Lary, Netinho e Thalysson. “Tem cara de santinha / E a mente de diaba / … / Ela pede na boca / Ela pede na cara / Na boca / Na cara…”, arremessa a letra de “Joga a tabaca”, indicando que o problema do single não está no erotismo em si, mas na exploração banal do tema.
A faixa integra o EP “Baile do Papato vol. 2”, aposta fonográfica de Papatinho para o Carnaval de 2026.
Papatinho lança música que integra o EP ‘Baile do Papato vol. 2’
JP Maia / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Baldur’s gate’ vai virar série do cocriador de ‘The last of us’


‘Baldur’s gate 3’
Divulgação
A franquia de games “Baldur’s gate” vai ganhar uma adaptação em série comandada por Craig Mazin, cocriador da versão de “The last of us” para a TV, segundo o site Deadline. Ele também é conhecido por criar a premiada “Chernobyl”.
A
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Maiara & Maraisa adiantam em EP quatro músicas inéditas do álbum ao vivo em que homenageiam a mãe, Almira


A dupla Maiara & Maraisa adianta no EP músicas como ‘Saudade uma ova’ e ’90 / 10′
Fernando Hiro / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A dupla Maiara & Maraisa optou por revelar aos poucos o conteúdo do álbum audiovisual “Melhor que imaginei”. A partir das 21h de hoje, 5 de fevereiro, as cantoras lançam EP com quatro músicas inéditas que se somarão à já conhecida “Quem sente saudade sou eu”, apresentada em 18 de dezembro.
O lote de novidades do EP é formado pelas músicas “Saudade uma ova”, “Sustenta”, “80 nomes” e “90 / 10”, faixa escolhida para concentrar atualmente a promoção do EP. Os registros audiovisuais das quatro faixas entram em rotação a partir das 12h de sexta-feira, 6 de fevereiro.
O álbum audiovisual “Melhor que imaginei” foi gravado ao vivo pelas cantoras em 4 de dezembro, em show feito em Guarulhos (SP), e foi batizado com verso da letra da música “Medo bobo” (2016), o maior sucesso da carreira da dupla sertaneja.
Detalhe: Maiara & Maraisa desafiaram uma das principais leis do mercado fonográfico, muito voltado nos últimos anos para os feats, e gravaram o álbum ao vivo “Melhor que imaginei” em show apresentado sem convidados e participações. Há somente homenagem à mãe das artistas, Almira Henrique, que subiu ao palco quando as filhas cantaram a música “Reza de mãe”.

Fonte: G1 Entretenimento

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William Bonner como repórter, quadro com motoboys, especial com João Gomes e mais novidades no jornalismo da Globo


William Bonner, Renata Lo Prete, Monica Maria Barbosa e Sandra Annenberg falam sobre novidades no jornalismo da Globo
g1
William Bonner na apresentação e reportagem do “Globo Repórter”, um quadro do “Fantástico” que mergulha na vida dos motoboys, um especial sobre o jovem fenômeno João Gomes e debates entre presidenciáveis em horário nobre. Essas foram algumas novidades no jornalismo da Globo anunciadas na tarde desta quinta-feira (5).
“Globo Repórter”
O 53º ano de “Globo Repórter” trará William Bonner estreando na apresentação do programa ao lado de Sandra Annenberg.
“Com a chegada do Bonner para apresentar o programa ao lado de Sandra, a gente vai conseguir fazer uma apresentação muito mais informal, conversada e leve”, afirmou a diretora Monica Maria Barbosa.
Neste ano, os apresentadores vão dispensar o teleprompter (ferramenta usada para leitura de textos) e farão uma edição em clima de conversa.
“Como não tem teleprompter, é algo novo pra gente. A única vez que eu trabalhei totalmente sem TP na vida, foi uma tragédia do Rio Grande do Sul. Mas poder conversar com o colega antes de apresentar o programa é muito mais divertido”, afirmou Bonner, que também atuará como repórter no programa.
Sandra Annenberg, que deu boas vindas a seu novo parceiro de programa, ainda anunciou o primeiro convidado do quadro “Globo Repórter Personalidades”: João Gomes.
“Fizemos ali muitas viagens e incursões à história desse fenômeno da música, um jovem que apareceu durante a pandemia e curiosamente ele não esperava obviamente nada disso, nem esperava ser cantor. Ele começou a brincar, fazer pequenos vídeos, viralizou e quando ele viu, ele tinha virado o que virou”, adiantou Sandra.
Durante a apresentação, Bonner revelou que já pleiteava um lugar no “Globo Repórter” há alguns anos, e que quando Sandra estreou no programa, em 2019, mandou uma mensagem para o amigo: “Cheguei primeiro, mas estou te esperando aqui.”
O programa estreia em 20 de fevereiro.
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“Fantástico”
O “Fantástico” também trará novidades com a estreia ou retorno de quadros.
Álvaro Pereira Junior volta com “Mentes Digitais”, e Dráuzio Varella traz uma série sobre tuberculose e, outra, sobre cirurgias no crânio. Maurício Ferraz chega com uma série sobre a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).
Maju Coutinho vem com o “Delivery com Maju”, quadro no qual pede uma refeição e, ao chegar, convida o motoboy para comer com ela e contar sua história. O programa paga a diária do profissional. Já Poliana Abritta vai comandar a série “Essa tal de… adolescência”.
E as apresentadoras confirmaram a chegada de Felca com crônicas sobre saúde mental. Fobia social, sobrecarga no trabalho e dificuldade em dizer não serão temas abordados.
O quadro “Pode Perguntar”, com entrevistadores autistas, retorna em sua segunda temporada e já tem a presença confirmada de Tatá Werneck e Matheus Nachtergaele como convidados.
Caco Barcellos leva o “Globo Repórter” para o programa em duas frentes. Em uma delas, vai mostrar o dia a dia desafiador do trabalho dos jornalistas nas redações da Globo. Em outra, vai comandar um reality para mostrar novos talentos do telejornalismo.
GloboNews e g1
Julia Duailibi, Renata Lo Prete, Andréia Sadi e Claudia Croitor falam sobre novidades no jornalismo da Globo
g1
Em ano de eleições para presidente, a GloboNews e o g1 farão entrevistas com os candidatos. A “Central GloboNews” trará os bastidores das eleições.
E o g1 fará uma cobertura multiplataformas, com transmissão ao vivo da apuração e uma página especial que reúne os candidatos a todos os cargos do Legislativo e do Executivo para ajudar o eleitor na escolha do voto. “A gente chega onde o público está”, afirmou a editora chefe do g1, Claudia Croitor, que também anunciou um novo formato para o “g1 em um minuto” na programação da TV.
A GloboNews também traz novidades que marcam a celebração de 30 anos do canal:
a chegada de dois estúdio no Rio de Janeiro; um voltado para a transmissão dos telejornais e, outro, para os programas de arena;
duas edições especiais do “Arquivo N”, com a retrospectiva do canal;
a série “Prato Feito”, que mostra a jornada do alimento;
e uma série de 10 episódios com Fernando Gabeira fazendo uma jornada pelas feiras livres do país.
William Bonner e Renata Lo Prete falam sobre novidades no jornalismo da Globo
g1
Outras novidades na TV Globo
Renata Lo Prete abriu o evento anunciando que a sabatina entre os candidatos à presidência serão realizadas sempre após o “Jornal Nacional”. Nestes dias, não haverá transmissão da novela das 21h. Renata ficará responsável pelas sabatinas do 2º turno, se houver. O primeiro turno ficará à cargo de César Tralli e Renata Vasconcellos.
Documentários
Fátima Baptista, responsável por projetos especiais da Globo, anunciou o lançamento de séries e documentários:
“Territórios”, sobre a retaliação de facções criminosas no país;
“Anatomia do post”, sobre redes sociais e vícios de celulares;
“Arquivos do céu”, sobre OVNIs;
“VoePass”, sobre os dois anos da queda de um avião em Vinhedo (SP)

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE vídeo de Marcos Palmeira divulgando ‘vaquinha’ para o caso Orelha; golpe usa IA para manipular imagem e áudio


É #FAKE vídeo que usa imagem de Marcos Palmeira para pedir doação para o cão Orelha; trata-se de golpe
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo no qual o ator Marcos Palmeira supostamente pede “doações” em uma campanha para “responsabilizar” os autores das agressões que levaram à morte do cão Orelha, no início de janeiro, em Florianópolis. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é a publicação falsa?
O vídeo viralizou no Facebook e no Instagram no início deste mês e explora a comoção em torno do caso Orelha, cachorro comunitário que vivia na Praia Brava. Em 5 de janeiro, ele teve de passar por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos. Nesta terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina apontou um adolescente como autor da agressão e pediu a internação provisória do jovem.
Na parte superior do quatro, há o seguinte enunciado: “Vamos mostrar que isso não passa batido”. A tela se divide em duas: à direita, aparece Marcos Palmeira falando diretamente à câmera; à esquerda, há a foto de um cachorro parecido com Orelha e retratos borrados de quatro pessoas (inicialmente, a investigação havia indicado envolvimento de quatro menores de idade no episódio).
Mas a fala atribuída ao ator foi criada com inteligência artificial (IA) – leia detalhes abaixo. A versão manipulada diz: “Oi, eu sou o Marcos Palmeira, sou ator, mas sou eu mesmo. Eu quero fazer um convite para vocês. Por favor, é muito importante. Fiquem comigo até o final que é assunto sério. Está acontecendo um movimento no Brasil todo pelo caso do Orelha. Temos menos de 7 dias para a gente conseguir fazer a coisa certa. Um cachorro que levou um fim da pior forma, tal forma que, até para falar, é complicado, dói no coração. Tudo isso, por quatro pessoas desalmadas. Foi aberta uma campanha para levar o caso para a frente com uma equipe de profissionais para que esse caso não seja arquivado e os responsáveis não saiam impunes dessa situação. E eu estou falando, assim, meio urgente, porque temos menos de 7 dias para garantir que esse caso não seja esquecido […]. Talvez você nunca tenha conhecido Orelha, mas imagine só essas pessoas andando pela rua como nada tivesse acontecido. Conto com a ajuda de todos vocês. Clique aqui no link abaixo e faça sua parte. Vamos fazer o que é certo, aquilo que Deus nos ensinou”.
Na parte inferior do quadro, um link direciona o usuário a um site de uma vaquinha solidária on-line com propostas de doações de R$ 30 a R$ 1 mil. O endereço é pouco confiável, segundo uma ferramenta de análise de segurança, e exige um pagamento via PIX. O valor vai para uma intermediadora de pagamentos que não revela o destinatário final dos recursos.
Além disso, a página apresenta sinais típicos de golpe como: apelo emocional extremo; foco em urgência; ausência de CNPJ, razão social, endereço físico ou responsável legal pela campanha; e pagamento fora de plataformas conhecidas ou que permita auditoria.
⚠️ Por que a publicação é falsa?
Ao Fato ou Fake, Marcos Palmeira enviou um e-mail, por meio de sua assessoria de imprensa, desmentindo o material:
“Os criminosos se apropriaram de uma causa importante, que eu apoio, para aplicar o golpe. É uma prática sórdida, que a gente tem que denunciar e combater. Temos que ficar sempre muito atentos, principalmente nesse ano de eleição, que não vai ser fácil”. A equipe informou ainda que, provavelmente, os criminosos usaram uma foto do autor como base para criar o vídeo.
O Fato ou Fake submeteu o conteúdo ao detector de deepfake da plataforma InVID. A ferramenta apontou 98% de probabilidade de adulteração por IA (veja infográfico abaixo). Deepfake é uma técnica que permite alterar vídeos e fotos. Ele permite, por exemplo, substituir o rosto de uma pessoa pelo de outra, além de inserir áudios fabricados.
O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao detector de deepfake da plataforma InVID. A ferramenta apontou 98% de probabilidade de o material conter rosto manipulado por inteligência artificial.
Reprodução
Além disso, uma análise com a ferramenta Hiya, que identifica áudios falsos, detectou 92% de probabilidade de o material ter sido gerado por IA (veja infográfico abaixo).
O áudio foi submetido à ferramenta Hiya, que detectou 92% de probabilidade de o material ter sido gerado por IA.
Reprodução
Por fim, a verificação sites de segurança, como ScamAdviser, indicou que o domínio do site golpista é novo, pouco conhecido e tem índice de confiança baixo (veja infográfico abaixo).
Uma análise por sites de segurança como ScamAdviser aponta que o domínio é novo e pouco conhecido. Além disso, tem índice de confiança baixo.
Reprodução
Vídeo mostra Orelha andando em calçada após horário estimado da agressão, confirma polícia
É #FAKE vídeo que usa imagem de Marcos Palmeira para pedir doação para o cão Orelha; trata-se de golpe
Reprodução
Veja também
Vídeo de capivara pegando “carona” em cima de tatu foi feito com IA
É #FAKE vídeo de capivara pegando ‘carona’ em cima de tatu
VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
VÍDEOS: Fato ou Fake explica
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum ‘Meus caros amigos’, de Chico Buarque, faz 50 anos como ‘best of’ de artista que avançou com sinal fechado


Chico Buarque na foto exposta na capa do álbum ‘Meus caros amigos’, lançado em 1976
Orlando Abrunhosa / Reprodução
♫ MEMÓRIA – DISCOS DE 1976
♬ Quando Chico Buarque entrou em estúdio para gravar o álbum que seria lançado em 1976 pela gravadora Philips com o título “Meus caros amigos”, o sinal ainda estava fechado para os compositores da MPB que denunciavam os horrores da ditadura militar brasileira através de letras escritas com alusões e metáforas engenhosas.
Cantor e compositor revelado em 1964, projetado nacionalmente em 1966 e autoexilado em 1969, para escapar de prisão iminente, Chico tinha se tornado na década de 1970 o alvo preferencial desse governo ditatorial.
O simples nome do artista nos créditos de uma composição já era motivo bastante para que os censores pusessem na letra o carimbo de “vetado”. Tanto que, em 1974, Chico teve que criar maroto pseudônimo, Julinho da Adelaide, para driblar a censura e poder incluir um samba autoral (“Acorda amor”, creditado a Julinho e a Leonel Paiva) no repertório do álbum anterior de estúdio, “Sinal fechado”, disco de intérprete, única saída possível naquele momento.
“Meus caros amigos”, o álbum seguinte de 1976, marcou a retomada da discografia solo autoral do artista, que vinha de show apoteótico com Maria Bethânia, perpetuado em álbum ao vivo de 1975. E que retomada! Com repertório povoado por temas criados pelo compositor nos últimos anos para trilhas sonoras de filmes e musicais de teatro, o álbum “Meus caros amigos” completa 50 anos em 2026 como um best of do magistral compositor, visto na capa do disco (criada por Aldo Luiz) em foto de Orlando Abrunhosa.
Produzido por Sérgio Carvalho (1949 – 2019), com arranjos distribuídos entre Francis Hime (maestro de sete das 10 músicas do álbum), Luiz Cláudio Ramos (que se tornaria o maestro de Chico Buarque a partir dos anos 1990) e Perinho Albuquerque (1946 – 2025), o álbum “Meus caros amigos” ombreia com o emblemático disco “Construção” (1971) – o primeiro grande título da discografia do artista na gravadora Philips – pela excelência do repertório.
Assim como “Construção”, o álbum “Meus caros amigos” traz somente grandes e memoráveis canções, dignas de qualquer antologia do artista. A começar por “O que será (À flor da terra)”, tema do filme “Dona Flor e seus dois maridos” (1976), ouvida com a mais famosa das três letras em gravação feita por Chico com Milton Nascimento em andamento acelerado.
Na sequência, Chico cantou “Mulheres de Atenas”, um dos hits radiofônicos do álbum. Nessa canção, escrita em parceria com o dramaturgo Augusto Boal (1931 – 2009), o tema da forçada submissão feminina – abordado sob a perspectiva da antiga sociedade grega – é veículo para o exercício de crítica ao domínio da ditadura. É como se Chico dissesse, com fina ironia, que as mulheres de Atenas eram o povo brasileiro subjugado pelo império dos militares naquele ano de 1976.
A música seguinte, “Olhos nos olhos”, atravessou gerações na voz de Maria Bethânia, intérprete a quem Chico confiou à canção. Cantora de veia dramática, Bethânia deu pleno sentido teatral à letra da mulher abandonada que dá a volta por cima na imponente gravação feita pela artista para o álbum “Pássaro proibido” (1976). Contudo, o registro do autor também merece atenção pelo tom mais melancólico da interpretação, acentuado pelo arranjo das cordas orquestradas por Francis Hime e pelos sopros das flautas de Celso Woltzenlogel e Jorge Ferreira da Silva, o Jorginho.
Tema da trilha sonora da peça “Calabar – O elogio da traição” (1973), composta por Chico com Ruy Guerra, “Você vai me seguir” entrou no álbum “Meus caros amigos” porque sobrou na seleção do disco de 1973 com as músicas do espetáculo. “Você vai me seguir” é a faixa menos aliciante do álbum porque a canção pede intensidade ausente no canto do compositor.
Chico soa muito mais à vontade no canto do samba “Vai trabalhar, vagabundo” (1975), música-título do filme lançado pelo diretor Hugo Carvana (1937 – 2014) no ano anterior.
Também gravado pelo grupo MPB4 naquele mesmo ano, no álbum “Canto dos homens” (1976), o samba “Corrente” se amarra à letra astuta e ao majestoso arranjo de Perinho Albuquerque, produtor e arranjador nunca valorizado na medida da importância que teve para a MPB dos anos 1970.
O subtítulo do samba, “Este é um samba que vai pra frente”, sublinha a ironia da letra habilidosa que totaliza 16 estrofes de dois versos cada. Como Chico alerta na nota do autor escrita para o encarte do álbum “Meus caros amigos”, a ordem dos versos pode ser alterada ao gosto do ouvinte, o que embaralha o sentido. “Pra confessar que andei sambando errado / Talvez precise até tomar na cara”, cantava Chico em verso alusivo às torturas praticadas nos fétidos porões da ditadura.
Então no auge, a afinada parceria de Chico com Francis Hime está representada por três obras-primas, “A noiva da cidade”, “Passaredo” e “Meu caro amigo”.
Encerrada com citação da cantiga infantil “Boi da cara preta”, ouvida com coro feminino que incluía as vozes de Bebel Gilberto, Miúcha (1937 – 2018) e Olivia Hime, a melancólica canção “A noiva da cidade” tinha sido composta para ser o tema-título do filme de Alex Viany (1918 – 1992) que somente entraria em circuito em 1978.
Lançada em 1975 pelo MPB4, grupo que teve a primazia de apresentar grandes músicas de Chico Buarque, “Passaredo” é música que deu o recado ambientalista quando o assunto ainda nem estava em pauta. A faixa reitera que parte da maestria do álbum “Meus caros amigos” deve ser creditada aos arranjos de Francis Hime – certeza corroborada pela orquestração do samba-choro “Meu caro amigo”.
Na música que encerra o disco, com melodia de Francis, a letra aparece na forma de carta escrita por Chico e enviada ao amigo Augusto Boal, então no exílio, com notícias de um Brasil em que preciso fazer “muita careta pra engolir a transação”.
O samba-choro dá nome, com o título no plural, a esse memorável álbum de 1976 em que Chico Buarque também canta “Basta um dia”, canção dramática composta para a trilha sonora da peça “Gota d’ água” (1975), escrita pelo próprio Chico com o dramaturgo Paulo Pontes (1940 – 1976) e estreada no ano anterior pela atriz Bibi Ferreira (1922 – 2019).
Mesmo que reúna repertório de diversas procedências, “Meus caros amigos” é álbum que exprime coerência e unidade no conjunto das dez músicas autorais. Ouvido e analisado 50 anos depois, o disco conserva uma beleza que já se prova atemporal, ainda que várias letras tenham sido escritas sob a força das circunstâncias de época em que o sinal estava fechado para a liberdade de expressão.
Capa do álbum ‘Meus caros amigos’, de Chico Buarque
Orlando Abrunhosa com design de Aldo Luiz

Fonte: G1 Entretenimento

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Cinema de Quentin Tarantino exibe clássicos eróticos e pornográficos

Quentin Tarantino é dono de uma sala de exibição de filmes em Los Angeles, o New Beverly Cinema. Em fevereiro, o diretor resolveu homenagear a história do cinema de rua, exibindo filmes pornográficos.
Antes de ser comprada por Tarantino em 2007, a sala foi chamada de Eros e exibiu, durante sete anos, filmes eróticos. Atualmente, o local tem como principal atração a exibição de filmes clássicos de Hollywood.
A “homenagem” contará com grandes sucessos do estilo como “Emanuelle” (1974), de Just Jaeckin, e “Garganta Profunda” (1972), de Gerard Damiano.
Também há espaço para histórias de erotismo de autores mais eruditos como Ingmar Bergman, que marcará presença com o longa “Um Verão com Monika” (1953).
Outro clássico que será exibido é “Calígula” (1979), de Tino Brass, considerado por muitos “cinema de arte” e recheado de cenas explícitas.
Ainda não há previsão se a programação será mantida apenas em fevereiro.

Fonte: G1 Entretenimento