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Aretuza Lovi e Gominho evocam a saudade de Preta Gil em ‘3 nós’, single carnavalesco sobre laços de amizade


Aretuza Lovi e Gominho se juntam no single ‘3 nós’, programado para quinta-feira, 5 de fevereiro
Beto Cardoso / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aretuza Lovi e Gominho – codinome do jornalista e influenciador digital carioca Vinicius Gomes da Costa – evocam a saudade deixada por Preta Gil (1974 – 2025) em todo o Brasil para atrair foliões para o single “3 nós”. Aposta de Aretuza para o Carnaval 2026, o single “3 nós” tem lançamento programado para a próxima quinta-feira, 5 de fevereiro.
O título “3 nós” se refere ao três laços dados quando se amarra a fita de Nosso Senhor do Bonfim no braço de alguém. Na simbologia da letra da música inédita, os nós representam os laços de amizade que unem as pessoas. No caso, as pessoas são Aretuza, Gominho e Preta.
A artista e o jornalista eram amigos de Preta Gil. A cantora chegou inclusive a participar de shows do trio elétrico puxado por Preta no Carnaval de Salvador (BA). Musicalmente, aliás, o single “3 nós” se afina com o universo afro-brasileiro da axé music.
Capa do single ‘3 nós’, de Aretuza Lovi e Gominho
Beto Cardoso

Fonte: G1 Entretenimento

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Letrista essencial do Clube da Esquina, Márcio Borges completa 80 anos como o poeta dos sonhos da linda juventude


Márcio Borges chega aos 80 anos com álbum com parcerias com o irmão Lô Borges (1952 – 2025) no (belo) horizonte
Isabel Borges / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Ao morrer em 2 de novembro, aos 73 anos, o cantor, compositor e músico mineiro Lô Borges (1952 – 2025) deixou pronto um álbum composto inteiramente por parcerias inéditas com o irmão letrista Márcio Borges, tal como o álbum “Muito além do fim” (2021), lançado há cinco anos por Lô.
Tornado forçosamente póstumo com a partida de Lô, esse próximo álbum com letras de Márcio Borges se chama “A estrada” e já desponta no (belo) horizonte, com lançamento previsto para este ano de 2026.
Além de ampliar o cancioneiro de Lô Borges, compositor que deixou obra pautada por melodias e harmonias requintadas, o álbum “A estrada” celebra os 80 anos que Márcio Borges completa hoje. Nascido em 31 de janeiro de 1946, em Belo Horizonte (MG), Márcio Hilton Fragoso Borges é um dos letristas fundamentais do cancioneiro do Clube da Esquina, sendo tão importante quanto Fernando Brant (1946 – 2015) e Ronaldo Bastos.
Escrita sob prisma mineiro e com referências brasileiras, mas sem deixar de soar universal pelo alcance poético dos versos, a obra musical de Márcio Borges é marcada por lirismo que abarca melancolia, fé no sagrado, crença nos sonhos que não envelhecem, a luminosidade da linda juventude e a força gregária da amizade.
Talvez o público nem se dê conta da importância de Márcio Borges como letrista, pois o compositor sempre atuou nos bastidores da criação, fora dos holofotes, mas são dele os versos de músicas de Lô como “Para Lennon & McCartney” (1970, com adesão de Brant na parceria), “Tudo que você podia ser” (1972), “Um girassol da cor de seu cabelo” (1972), “Não se apague esta noite” (1972), “Equatorial” (1979, com a adesão de Beto Guedes) e “Quem sabe isso quer dizer amor” (2002).
Já “Vento de maio” (1979) é assinada por Márcio com outro irmão do musical clã mineiro, Telo Borges, também parceiro de Márcio em “Alma de borracha” (1986), música-título de álbum de Beto Guedes.
Eleito para Academia Mineira de Letras (AML) neste mês de janeiro de 2026, Márcio Borges tem parcerias emblemáticas com Milton Nascimento, mentor do gregário movimento musical dos anos 1970 que seria rotulado como Clube da Esquina. Márcio Borges, a propósito, é o letrista das duas músicas intituladas “Clube da Esquina”, uma de 1970 e outra de 1972, ambas assinadas com Milton e Lô, sendo que a letra da segunda foi escrita posteriormente por Márcio em 1979 a pedido da cantora Nana Caymmi (1941 – 2025).
Além dessas duas obras-primas, a parceria com Milton rendeu joias como “Crença” (1967), “Gira girou” (1967), “Vera Cruz” (1968), “Tarde” (1969), “Viola violar” (1973), “Os povos” (1976), “Novena” (1978), “O que foi feito de Vera” (1978), “Txai” (1990) e “Os tambores de Minas” (1997).
Com Beto Guedes, Márcio Borges fez músicas como “Contos da lua vaga” (1981), composição que deu nome a álbum de Beto. Com Flávio Venturini, Márcio criou “Planeta sonho” (1980, com a adesão de Vermelho na parceria) e “Linda juventude” (1982), sucessos da banda 14 Bis que traduzem a alma lírica deste poeta já octogenário que tem uma estrada pela frente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gasto milionário, roteiro chapa-branca, salas quase vazias: a estreia do filme de Melania Trump em SP


Montagem com o cartaz do filme sobre Melania Trump e o registro da sessão de estreia em um cinema na Pompeia, em SP, com apenas um espectador
Reprodução e Vinícius Lemos/g1
Eram 12h30 de sexta-feira (30) quando o aposentado Fernando Passos, de 74 anos, se sentou em uma sala de cinema na Pompeia, em São Paulo, para assistir ao filme de Melania Trump, a primeira-dama americana.
“Gosto muito dela, porque ela é estilosa. Gosto daquele chapéu dela cobrindo os olhos nas celebrações, como nas posses. Acho que ela, como tudo em política, além de interessante, é meio hilária”, disse Passos.
Ele era a única pessoa presente naquela sala em um shopping. O horário ruim em um dia de semana, segundo ele, foi um dos principais motivos para a baixa procura pelo documentário “Melania”, lançado nesta sexta-feira (30) em todo o mundo.
“Quem vem ao cinema nesse horário em dia de semana, além de aposentados como eu?”, questiona.
Passos se declara apoiador do presidente americano Donald Trump. “Ele é um negociador, é um ‘businessman’, ele tem feito sempre coisas muito positivas”, avalia.
O aposentado diz que por muitas décadas pertenceu à esquerda para defender pautas minoritárias, mas argumenta que ficou decepcionado com as primeiras gestões do presidente Lula (PT) e hoje se define como conservador.
“Hoje em dia tenho uma outra visão sobre política. A esquerda tem muitas falácias em suas promessas, teve muita corrupção no governo Lula e, por isso, mudei a minha visão”, comenta Passos.
Ao final do documentário, ele disse ter ficado encantado com a postura de Melania. “Foi um filmaço”, resumiu.
Aposentado Fernando Passos foi o único espectador na estreia de “Melania” em um cinema da Pompeia, em São Paulo
Vinícius Lemos/g1
“Melania” acompanha a trajetória da primeira-dama americana nos 20 dias que antecederam a posse de Donald Trump em 2025, durante o seu retorno à presidência.
A obra tem sido alvo de polêmica e críticas por ser completamente chapa-branca: não há nada que desagrade a primeira-dama. Ela exerceu completo controle editorial sobre o conteúdo, o que fez com que críticos questionassem a integridade artística e o valor jornalístico da produção.
Além disso, a produção recebeu investimento de US$ 75 milhões da Amazon MGM Studios, muito superior a outras obras do gênero. Esse valor, segundo o jornal “New York Times”, inclui cerca de US$ 40 milhões pelo licenciamento da obra e outros US$ 35 milhões em uma agressiva campanha de marketing.
Analistas da indústria e críticos questionam os motivos por trás de um gasto tão elevado, sugerindo que a Amazon pode estar tentando angariar favores com o governo Trump.
LEIA TAMBÉM: ‘Melania’: documentário que custou US$ 75 milhões à Amazon deve arrecadar US$ 5 milhões na estreia
Salas quase vazias
Além do shopping da Pompeia, o g1 acompanhou a estreia do filme em outras duas salas de cinemas em São Paulo. Todas disponibilizaram apenas um horário no período da tarde nesta sexta-feira.
As amigas Suzan, de 68 anos, e Denise, de 62 (ambas não quiseram informar o sobrenome), reclamaram do horário das 14h20, o único disponível em um shopping do Morumbi. “Tivemos que almoçar correndo pra conseguir chegar a tempo”, criticou Suzan.
Elas dizem que gostam de Melania e compraram ingresso para o filme porque queriam saber os bastidores da posse de 2025. Enquanto Denise é comedida sobre comentários políticos, Suzan logo se manifesta ao ser questionada sobre o presidente americano. “Eu apoio totalmente a gestão do Trump, porque ele está certíssimo”, disse.
Na mesma sessão estava a aposentada Sônia Pansera, que contou ter ido ao cinema para relaxar e também por curiosidade sobre a vida de Melania. “No sábado eu vim assistir Hamnet e vi o trailer do filme da Melania, então decidi vir.”
Pansera não se considera admiradora de Trump ou de Melania. “Não sou fã, nada muito especial”, diz. “Não sou totalmente a favor, nem totalmente contra o Trump. Acho que ele é impetuoso, fala muito e depois retrocede, age mais ponderadamente”, afirmou.
Além delas, havia outras quatro pessoas na sala de cinema no Morumbi, sendo uma delas um crítico de cinema, que estava no local para analisar a produção.
O terceiro local que a reportagem visitou foi no bairro Bela Vista, em São Paulo, em uma sessão às 16h. No lugar havia seis pessoas na sala, sendo uma delas um outro crítico de cinema.
A baixa procura pelo filme não é algo exclusivo do Brasil. Ao redor do mundo, a produção também tem sofrido para atrair público. Em Londres, por exemplo, segundo o jornal The Guardian, foram vendidas poucas unidades de ingressos na estreia do filme.
g1 acompanha estreia do filme de Melania Trump em SP
Vinícius Lemos/g1
O g1 procurou a Amazon MGM, responsável por “Melania”, para saber detalhes sobre a distribuição do filme no Brasil, mas não obteve resposta até a conclusão deste texto.
Nos cinemas de São Paulo, o filme recém-lançado continuará com uma única exibição diária, na imensa maioria no período da tarde, nos próximos dias.
Mesmo no fim de semana, o documentário não parece atrair muita atenção. Em uma busca nas plataformas de ingressos na capital paulista, é possível ver salas de exibição sem nenhum assento ocupado ou com uma ou duas unidades de ingresso vendidas para sábado (31) e domingo (1).
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Thiago Pethit celebra ‘sonho realizado’ com edição de álbum com a trilha que compôs para o thriller gay ‘Ato noturno’


Thiago Pethit assina a trilha sonora original do filme ‘Ato noturno’ com Arthur Decloedt e Charles Tixier
Reprodução / Facebook Thiago Pethit
♫ NOTÍCIA
♬ Thriller erótico gay de clima noir, situado em Porto Alegre (RS) e em cartaz nos cinemas desde 15 de janeiro, o filme “Ato noturno” tem a trilha sonora original – composta por Thiago Pethit com Arthur Decloedt e Charles Tixier – editada em álbum já disponível nos aplicativos de áudio. O trio de autores assina os 32 temas que compõem a trilha instrumental do filme de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon.
Temas como “O monólogo” (o mais longo da trilha, com quatro minutos e meio), “O parque I”, “O parque II” e “Voyeur” se ambientam na atmosfera noturna, tensa e por vezes sombria do longa-metragem focado na rivalidade entre dois atores de teatro na disputa pelo papel de protagonista em série de visibilidade nacional, história que se cruza com a relação de um dos atores, Matias (Gabriel Faryas), com Rafael (Cirillo Luna), jovem político às voltas com eleição que o impede de se assumir homossexual.
Um dos artistas mais talentosos da cena indie paulistana do século XXI, Thiago Pethit – cantor e compositor projetado nos anos 2010 com álbuns relevantes como “Berlim, Texas” (2010), “Estrela decadente” (2012), “Rock’n’roll sugar darling” (2014) e “Mal dos trópicos (Queda e ascensão de Orfeu da Consolação)” (2019) – celebra a edição do álbum com a trilha sonora original de “Ato noturno”.
“É piegas, mas é verdade dizer que é um sonho realizado. Tenho orgulho imenso ver e ter este álbum no meio do meu repertório de discos”, comemora Pethit, para quem a trilha sonora de “Ato noturno” tem “ares de supercine”.
Capa do álbum ‘Ato noturno – Trilha sonora original’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Augusto é desclassificado do ‘BBB 26’


Paulo Augusto, candidato ao “BBB 26”
Divulgação
Paulo Augusto foi desclassificado do “BBB 26”, após descumprir uma das regras do programa. O brother deixou o reality nesta sexta-feira (30).
“Após análise das imagens da dinâmica do Big Fone na manhã de hoje constatou-se que o participante colocou em risco a integridade física de Jonas e, seguindo as regras, Paulo Augusto foi desclassificado. Mais informações serão apresentadas no programa, pelo Tadeu Schmidt”, diz a nota oficial divulgada à imprensa.
Produzido pelos Estúdios Globo, o “BBB 26” tem apresentação de Tadeu Schmidt, produção de Mariana Mónaco, direção-geral de Mario Marcondes, direção artística de Angélica Campos e produção executiva de Rodrigo Tapias e direção de gênero de Rodrigo Dourado. 
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil encerra a turnê ‘Tempo rei’ em março, em São Paulo, com show em que receberá a família musical no palco


Gilberto Gil se despede da turnê ‘Tempo rei’ ao lado da neta Flor Gil, do trio Gilsons e da nora Mãeana em show agendado para 28 de março
Reprodução / Facebook Gilberto Gil
♫ NOTÍCIA
♬ Um ano após ter estreado a turnê “Tempo rei” em 15 de março de 2025, com apresentação em estádio da cidade natal de Salvador (BA), Gilberto Gil se prepara para encerrar a excursão do show retrospectivo e celebrativo em que seguiu roteiro construído com os principais sucessos do cancioneiro autoral composto desde 1962. O derradeiro show da turnê está programado para 28 de março de 2026 em outro estádio, o Allianz Parque, da cidade de São Paulo (SP).
Na última apresentação da turnê, Gil receberá a família musical no palco. Estão confirmadas as participações do trio Gilsons (formado pelo filho José Gil e pelos netos Francisco Gil e João Gil), da neta Flor Gil e de Mãeana, nome artístico de Ana Claudia Lomelino, esposa de Bem Gil e nora de Gil.
É provável que o clã faça homenagem a Preta Gil (1974 – 2025), falecida em 20 de julho, aos 50 anos. Cabe lembrar que a última apresentação de Preta foi ao lado do pai, em 26 de abril de 2025, ocasião em que participou de show da turnê “Tempo rei” interpretando com Gil a canção “Drão” (1982) no palco armado no mesmo estádio paulistano Allianz Parque em que a turnê chegará ao fim após transitar por dez capitais do Brasil.
Além de Preta, Gilberto Gil recebeu ao longo da turnê “Tempo rei” convidados como Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Azevedo, Iza, Jorge Ben Jor, Liniker, Lulu Santos, Marisa Monte, Paralamas do Sucesso, Roberto Carlos, Russo Passapusso, Seu Jorge e Zeca Pagodinho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O’Hara: ‘Mamãe, achei que tivéssemos tempo’


Catherine O’hara e Macaulay Culkin em ‘Esqueceram de Mim’
Reprodução
Macaulay Culkin prestou uma homenagem à atriz Catherine O’Hara, que morreu aos 71 anos. A morte da canadense foi noticiada nesta sexta-feira (30). Segundo seu empresário, ela havia recebido o diagnóstico de uma doença não revelada.
“Mamãe. Achei que tivéssemos tempo. Eu queria mais. Queria sentar numa cadeira ao seu lado”, escreveu o ator, que contracenou com ela nos filmes de “Esqueceram de Mim”. Na trama, os dois faziam os papéis de mãe e filho.
“Eu te ouvi, mas tinha muito mais para dizer. Eu te amo. Te vejo depois!”, completou Macaulay.
Post do ator Macaulay Culkin em homenagem a Catherine O’hara
Reprodução/Instagram
FOTOS: Relembre carreira de Catherine O’Hara
Morte de Catherine O’Hara
Catherine foi um nome importante da comédia norte-americana, conhecida por transitar entre campeões de bilheteria e shows de humor de improviso.
A atriz canadense ficou marcada como Kate McCallister, a mãe do protagonista da franquia “Esqueceram de Mim”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Também interpretou Delia Deetz em “Os Fantasmas se Divertem” e encarnou a matriarca Moira Rose, da série “Schitt’s Creek”, papel que lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia.
A carreira começou no grupo de humor de improviso Second City, em Toronto, onde iniciou a longa parceria com o ator Eugene Levy (famoso pelo papel do pai de “American Pie”).
A colaboração durou décadas, desde o programa de esquetes “SCTV”, nos anos 1970, até o domínio nas categorias de comédia do Emmy e do Globo de Ouro nos anos 2020.
O’Hara também foi colaboradora frequente do diretor Christopher Guest e integrou o elenco de clássicos de Tim Burton, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e sua sequência de 2024, “Beetlejuice Beetlejuice”.
Catherine O’Hara na série ‘O Estúdio’
Chris Pizzello/AP
Nos últimos anos, a atriz ampliou sua base de fãs nas redes sociais devido ao vocabulário e figurinos da personagem Moira Rose.
Ela se manteve ativa até o fim, com papéis em produções como a série de comédia “O estúdio”, na pele da executiva veterana mentora do protagonista Matt Remick (vivido por Seth Rogen). A atriz também fez uma participação na segunda temporada de “The Last of Us”.
Ela deixa o marido, o diretor de arte Bo Welch, e dois filhos, Luke e Matthew, profissionais da área de cenografia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Catherine O’Hara: relembre a carreira da atriz em fotos


Catherine O’Hara, de “Esqueceram de Mim” e “Schitt’s Creek”, morreu aos 71 anos. A informação foi confirmada pelo empresário dela para veículos norte-americanos. A causa não foi informada.
A atriz foi um nome importante da comédia norte-americana, conhecida por transitar entre campeões de bilheteria e shows de humor de improviso. Ela ficou marcada como Kate McCallister, a mãe do protagonista da franquia “Esqueceram de Mim”, Delia Deetz em “Os Fantasmas se Divertem” e mais recentemente como a matriarca Moira Rose, da série “Schitt’s Creek”.
Relembre carreira e vida da canadense nas fotos abaixo:
Catherine O’Hara em “The Last of Us”
Divulgação
Catherine O’Hara, Adam Scott e Richard Jenkins em “Filhos do Divórcio”
Divulgação
Jim Carrey, Catherine O’Hara, Jane Adams e Jennifer Coolidge em “Desventuras em Série”
Divulgação
Catherine O’Hara com Seth Rogen em “O Estúdio”
Divulgação
Catherine O’Hara em “Os fantasmas se divertem” (1988)
Divulgação
Catherine O’Hara em “Os Grandes Músicos”
Divulgação
Catherine O’Hara em “Esqueceram de mim”
Divulgação
Catherine O’Hara em ‘Schitt’s Creek’
Pop TV via AP
Griffin Dunne com Catherine O’Hara em “Depois de Horas”
Divulgação
Catherine O’Hara com Jenna Ortega em “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice”
Divulgação
Catherine O’Hara na série ‘O Estúdio’
Chris Pizzello/AP
Catherine O’Hara e Fred Willard em “Esperando o Sr Guffman”
Divulgação
Catherine O’Hara agradece o Emmy de melhor atriz por ‘Schitt’s Creek’
The Television Academy e ABC Entertainment/AP
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Fonte: G1 Entretenimento

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Catherine O’Hara, atriz de ‘Esqueceram de Mim’, morre aos 71 anos


Catherine O’Hara agradece o Emmy de melhor atriz por ‘Schitt’s Creek’
The Television Academy e ABC Entertainment/AP
A atriz Catherine O’Hara, de “Esqueceram de Mim” e “Schitt’s Creek”, morreu aos 71 anos. A informação foi confirmada pelo empresário dela para veículos norte-americanos. A causa não foi informada.
Catherine O’Hara foi um nome importante da comédia norte-americana, conhecida por transitar entre campeões de bilheteria e shows de humor de improviso. A atriz canadense ficou marcada como Kate McCallister, a mãe do protagonista da franquia “Esqueceram de Mim”, Delia Deetz em “Os Fantasmas se Divertem” e mais recentemente como a matriarca Moira Rose, da série “Schitt’s Creek”.
A carreira começou no grupo de teatro Second City, em Toronto, onde iniciou a longa parceria com o ator Eugene Levy. A colaboração durou décadas, desde o programa de esquetes “SCTV”, nos anos 1970, até o domínio nas categorias de comédia do Emmy e do Globo de Ouro nos anos 2020. O’Hara também foi colaboradora frequente do diretor Christopher Guest e integrou o elenco de clássicos de Tim Burton, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e sua sequência de 2024.
Nos últimos anos, a atriz ampliou sua base de fãs nas redes sociais devido ao vocabulário e figurinos da personagem Moira Rose. Ela se manteve ativa na indústria até o fim, com papéis em produções como a série de comédia “The Studio” e uma participação dramática na segunda temporada de “The Last of Us”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gretchen é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta terça-feira (3)


Gretchen é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta terça-feira (3) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento