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Após EP na Quarta de Cinzas, U2 lança novo disco surpresa na Sexta-feira Santa


U2 lança ‘Easter Lily’ na sexta-feira Santa
Brent N. Clarke/Invision/AP
O U2 anunciou, nesta sexta-feira Santa (3), o segundo EP surpresa do ano. Depois de “Days of Ash”, lançado na Quarta de Cinzas, a banda lança “Easter Lily”, disco com seis músicas “espirituais” inspiradas pela Páscoa.
“Estamos no estúdio, ainda trabalhando para um álbum barulhento, confuso para tocar ao vivo, que é onde o U2 reside (…). É um momento em que estamos nos aprofundando em nossas vidas para encontrar uma fonte de canções”.
“‘Acabamos por fazer perguntas muito pessoais como: As nossas próprias relações estão à altura destes tempos desafiadores? Quão duro você luta pela amizade? Será que a nossa fé pode sobreviver à mutilação de significado que esses algoritmos adoram recompensar? Toda religião é lixo e ainda nos despedaça…? Ou há respostas para encontrar nas suas fendas? Existem cerimónias, rituais, danças que possam estar a faltar nas nossas vidas? Do rito da Primavera à Páscoa e sua promessa de renascimento e renovação”, escreveu a banda.
Os EPs antecedem um novo álbum do U2, que está previsto para o final de 2026. Será o primeiro disco completo de inéditas em quase 10 anos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mark deixa o NCT e a SM Entertainment após 10 anos no grupo de k-pop


Mark deixa o NCT após 10 anos no grupo
Divulgação
Mark, integrante do grupo de k-pop NCT, anunciou nesta sexta (3) a sua saída do grupo e da empresa SM Entertainment. Ele fazia parte do grupo há uma década.
Em uma carta aberta, o artista revelou que a decisão de não renovar seu contrato foi motivada pelo desejo de resgatar sonhos antigos. “Eu sonhava em viajar pelo mundo apenas com um violão, tocando nas ruas, e amava tanto escrever em inglês que até queria me tornar escritor”.
“Depois de passar 10 anos vendo e vivenciando o mundo em sua plenitude e embarcando na melhor jornada, acho que naturalmente comecei a me perguntar: qual é o melhor sonho que posso ter? Qual é o maior trabalho e propósito que posso ter, vivendo minha vida como uma pessoa chamada Mark? E como meu contrato de 10 anos está chegando ao fim, despertei todos os sentidos que guardava no coração e refleti bastante sobre isso.”
Em comunicado, a SM Entertainment agradeceu a dedicação de Mark pelo período que esteve na agência. A empresa também confirmou a reestruturação das unidades das quais Mark fazia parte.
“A partir de agora, o NCT 127 planeja continuar suas atividades com sete membros — Johnny, Taeyong, Yuta, Doyoung, Jaehyun, Jungwoo e Haechan — e o NCT DREAM planeja continuar suas atividades com seis membros — Renjun, Jeno, Haechan, Jaemin, Chenle e Jisung.”
“Continuaremos a nos empenhar ao máximo para apoiar integralmente as atividades dos membros do NCT e faremos ainda mais pelos fãs que continuam amando o NCT incondicionalmente.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme sobre Baby do Brasil extrapola a pregação ao enfatizar a transcendência da música pop da ‘Janis Joplin latina’


Imagem do documentário ‘Apocalipse segundo Baby’, de Rafael Saar
Reprodução
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Apocalipse segundo Baby
Direção e roteiro: Rafael Saar
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♪ Filme em cartaz na 31ª edição do festival de documentários É Tudo Verdade, com cinco sessões programadas entre 12 e 14 de abril nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
♬ Dois anos após apresentar documentário apático sobre a cantora Maria Alcina, “Sem vergonha” (2024), o cineasta Rafael Saar retoma a boa forma já mostrada em filmes como “Yorimatã” (2014), doc sobre a natureza da dupla Luhli & Lucina.
Em “Apocalipse segundo Baby”, uma das atrações da 31ª edição do É Tudo Verdade, festival de documentários que estará em cartaz de 9 a 19 de abril no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), Saar volta a direcionar o foco para uma voz feminina da música brasileira, expondo a vida e as verdades de Baby do Brasil, ex-Baby Consuelo, cantora, compositora e instrumentista fluminense nascida Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade em 18 de julho de 1952 em Niterói (RJ).
Nome incontornável da história da música brasileira, por ter sido na década de 1970 a vocalista do grupo Novos Baianos, Baby se tornou figura controvertida desde que se converteu em 1999 ao cristianismo evangélico pentecostal. Desde então, a artista se autodeclara pastora pop – uma popstora, como ela diz, criando denominação que mistura popstar e pastora – e usa a música para fazer a pregação da fé cristã com conceitos de transcendência espiritual.
Produzido desde 2008, o filme de Rafael Saar tem a questão espiritual como norte, enfatizado já no título “Apocalipse segundo Baby”, mas extrapola a pregação ao mostrar a transcendência da música pop da artista enquanto narra a gênese da cantora pós-tropicalista sob a ótica pessoal da própria Baby do Brasil.
Verdade seja dita: ao costurar material de arquivo com takes feitos para o filme, em roteiro que alterna imagens captadas desde o fim da década de 1960 até os correntes anos 2020, o documentário mostra que a espiritualidade sempre foi recorrente na trajetória de Baby desde a juventude, período em que ela personificava a menina hippie que provoca repulsa em famílias como a de Pepeu Gomes, com quem namorou, casou e teve seis filhos.
Baby do Brasil revisita em 2011, para cenas do filme, a ponte de Salvador (BA) em que dormia na fase em que morou na rua
Divulgação
A narrativa é bem alinhada e defendida pelo diretor ao longo dos 109 minutos do doc. Viabilizado pela Dilúvio Produções em parceria com o Canal Brasil, o filme documenta a metamorfose artística e espiritual de Baby com um olhar afetivo para o passado, com direito a flashes da passagem de Baby pelo cinema underground da Bahia, já que, antes da fama, a artista integrou o elenco do filme “Caveira, my friend” (1970), dirigido por Álvaro Guimarães.
No roteiro de “Apocalipse segundo Baby”, fica evidente que a artista, ao refletir sobre a própria trajetória, vê todo sentido em ter fugido para a Bahia na adolescência, de ter morado literalmente debaixo da ponte em Salvador (BA) – a Ponte de Piatã, revisitada pela artista para o doc – e de, mais tarde, ter atravessado o Caminho de Santiago, ponto fundamental da conversão da artista.
Nessa travessia, Rafael Saar dedica takes generosos à vida comunitária de Baby (então Consuelo) com os companheiros do grupo Novos Baianos em época de constante repressão. “A ditadura brasileira foi avassaladora, mas a ginga brasileira venceu”, avalia a cantora, em frase de efeito reverberada pelo filme.
O roteiro de “Apocalipse segundo Baby” reproduz na íntegra o clipe em que o grupo, com o frescor da juventude, canta o samba “Brasil pandeiro” (Assis Valente, 1940) e o vídeo em que Baby sola “A menina dança” (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972) com toda a graça e charme da época.
Já caracterizada pelo jornal norte-americano “Los Angeles Times” como uma Janis Joplin (1943 – 1970) latina pelo fogo que a incendeia no palco, comparação corroborada no filme pela exibição de sucessivas imagens de Baby em shows em diferentes momentos da vida, a artista também é retratada no documentário em encontros com as cantoras Ademilde Fonseca (1921 – 2012) e Elza Soares (1930 – 2022), com as quais é vista cantando o choro “Brasileirinho” (Waldir Azevedo, 1949), música recorrente nos shows de Baby.
E tudo parece fazer sentido na vida espiritual de Baby do Brasil quando o documentário rememora imagens da corrente de oração promovida pela artista em março de 1983 na porta da clínica onde a cantora Clara Nunes (1942 – 1983) estava internada com sequelas irreversíveis da operação de varizes que a levaria à morte em 2 de abril daquele ano de 1983.
Foi nessa época que Baby conheceu e promoveu o suposto paranormal Thomas Green Morton, popularizado como “O homem do Rá”. Diante das câmeras de Rafael Saar, Baby narra como conheceu e como se desencantou com Morton.
Em contrapartida, ao comentar o sentido da letra da música “O mal é o que sai da boca do homem” (Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Luiz Galvão), defendida por Baby com Pepeu Gomes em festival de 1980, a artista se esquiva e não fala que os versos faziam jogo de palavras para defender a liberdade de fumar maconha (“Você pode fumar baseado / Baseado em que você pode fazer quase tudo”). É que, na visão atual de Baby do Brasil, já não cabe falar de drogas numa letra, já que a música é “o contato direto com Deus” no entendimento da artista.
Enfim, mesmo sem sequer esboçar na narrativa uma reflexão minimamente crítica sobre a transformação de Bernadete em Baby Consuelo e depois em Baby do Brasil, o documentário de Rafael Saar joga boa luz sobre as questões que movem Baby na música e na vida enquanto a artista espera o que chama de arrebatamento, termo mais conhecido popularmente como o apocalipse.
Baby do Brasil reflete sobre a trajetória artística e espiritual ao longo do documentário dirigido e roteirizado por Rafael Saar
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Love Story’: o que é verdade na série sobre John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette?


‘Love Story’: o que é verdade na série sobre John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette?
Nova York. Anos 90. John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette eram definitivamente o momento.
O romance entre o herdeiro do clã Kennedy com a assessora de moda da Calvin Klein tornou-se o centro dos holofotes internacionais. Com direito a perseguições de paparazzis, especulações de tabloides, brigas públicas, traições, drogas e… acidentes.
Agora, a série “Love Story” (História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette), disponível na Disney +, mergulha nos bastidores da união para recontar a história que terminou em tragédia em 1999.
Segundo a sinopse oficial, a produção “acompanha a jornada complexa e comovente de um casal cujo amor se tornou uma obsessão nacional”.
Mas, o que a produção de Ryan Murphy mantém fiel à trajetória do casal e o que entra na conta da ficção? Descubra abaixo.
Série é inspirada em biografia
A produção, lançada em abril deste ano, tem nove episódios e é baseada, em partes, no livro de Elizabeth Beller, “Once Upon a Time: The Captivating Life of Carolyn Bessette-Kennedy” (2024).
Capa do livro ‘Once Upon a Time: The Captivating Life of Carolyn Bessette-Kennedy’, lançado em 2024. Ainda não há versão em português.
Divulgação
Na adaptação para as telas, no início de todos os capítulos, o público se depara com um aviso:

“Esta história é inspirada em eventos reais. Certas retratações de pessoas e eventos foram dramatizados ou ficcionalizados para propósitos de narrativa”.
Veja quais informações levantadas pela série foram checadas. Abaixo, se elas são verdade ou não:
Fracasso no exame da Ordem
Carreira no Direito
Namoro com Daryl Hannah
Revista George
Vícios e hábitos
Cargo na Calvin Klein
Descoberta de Kate Moss
Namorado modelo
Pronunciamento na calçada
Linfoma de Jackie Kennedy
Relação rígida entre mãe e filho
Rejeição a Daryl Hannah
Uso de drogas
Morte do cachorro
Vazamentos na imprensa
Calvin Klein como “cupido”
O acidente fatal
John F. Kennedy, Jr.
JFK Jr. é interpretado por Paul Anthony Kelly
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Fracasso no exame da Ordem: ✅ Verdade. JFK Jr. reprovou duas vezes no exame da Ordem dos Advogados de Nova York (Bar Exam). Na época, o tabloide New York Post estampou a icônica manchete “The Hunk Flunks” (O Ganhão Reprova). Ele só passou na terceira tentativa, em julho de 1990.
Carreira no Direito: ✅Verdade. Kennedy trabalhou por quatro anos como promotor assistente no gabinete do promotor distrital de Manhattan, Robert Morgenthau. Ele venceu todos os seis casos que levou a julgamento, mas amigos próximos e biógrafos (incluindo Beller) confirmam que ele não sentia paixão pela advocacia e via o Direito mais como uma obrigação familiar do que uma vocação.
Namoro com Daryl Hannah: ✅Verdade. Kennedy namorou a atriz Daryl Hannah (famosa por Kill Bill e Splash) por cerca de cinco anos antes de se casar com Carolyn. Na vida real, o relacionamento terminou em 1994, pouco antes de ele começar a namorar Bessette seriamente. A atriz, inclusive, publicou um artigo recentemente criticando a forma como foi retratada na série, chamando-a de “totalmente imprecisa”.
Revista George: ✅Verdade. Kennedy fundou a revista em 1995 com o sócio Michael Berman. A proposta era misturar política e estilo de vida (como se fosse a “Rolling Stone da política”).
Carolyn Bessette-Kennedy
Carolyn Bessette é interpretada por Sarah Pidgeon
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Vícios e hábitos: ❌ Em partes. Carolyn era mesmo uma fumante inveterada, um hábito que a série retrata fielmente como sua válvula de escape para o estresse. Quanto às drogas, biógrafos como Elizabeth Beller e o ex-namorado Michael Bergin confirmam que ela fazia uso recreativo de cocaína, algo comum no meio da moda dos anos 90. No entanto, a série dramatiza isso como um vício paralisante e paranoico, enquanto amigos afirmam que o isolamento dela era causado muito mais pelo assédio agressivo dos paparazzi do que pela dependência química.
Cargo na Calvin Klein: ✅Verdade. Ao contrário do que críticos da época sugeriam, Carolyn não era apenas uma “vendedora de luxo”. Ela teve uma ascensão meteórica: começou como vendedora em uma loja em Boston, mas logo foi para a sede em Nova York. Lá, tornou-se Diretora de Publicidade e, posteriormente, Diretora de Produção de Desfiles.
Descoberta de Kate Moss ❌ Em partes. Na série, há uma cena em que ela tira a foto de Kate Moss de uma pilha de descartes. Na vida real, a história é mais complexa. Kate já era conhecida em Londres e já tinha aparecido na revista The Face. O que Carolyn fez, junto com o diretor de arte Fabien Baron, foi convencer Calvin Klein a apostar em Moss para a polêmica campanha de 1992 (ao lado de Mark Wahlberg).
Namorado modelo: ✅Verdade. Carolyn teve um relacionamento longo com Michael Bergin, que era modelo da Calvin Klein e, mais tarde, estrela de Baywatch. Carolyn ajudou Bergin a conseguir o contrato como modelo de cuecas da marca.
Jackie Kennedy
Jackie Kennedy é interpretada por Naomi Watts
Divulgação
“Anúncio” da morte na calçada: ❌Em partes. Na série, John sai do prédio e fala com a imprensa de forma quase improvisada no meio da rua logo após o falecimento da mãe. Registros dão conta de que ele fez, sim, um pronunciamento à imprensa, mas de forma organizada e protegida, respeitando o cerco de segurança que a família mantinha.
A doença e o câncer: ✅ Verdade. Jackie foi diagnosticada com linfoma não-Hodgkin no início de 1994. A série retrata com precisão o declínio rápido de sua saúde. Ela morreu em maio daquele ano, aos 64 anos, em seu apartamento na Quinta Avenida.
Dureza com o filho: ✅ Verdade. Jackie era extremamente exigente com o filho. Ela temia que John se tornasse um “playboy inconsequente” e desperdiçasse o legado do pai. A pressão para que ele passasse no exame da Ordem e seguisse uma carreira “séria” (como o Direito) vinha diretamente dela. Biógrafos relatam que ela era a única pessoa a quem John realmente temia decepcionar.
Relação ruim com Daryl Hannah: ✅Verdade. Jackie detestava o namoro do filho com a atriz. Ela achava Daryl “vazia” e temia que a associação com Hollywood vulgarizasse o nome Kennedy. Há relatos de que Jackie se recusava a sentar-se à mesa com Daryl em jantares familiares.
Daryl Hannah
Daryl Hannah é interpretada por Dree Hemingway
Divulgação
Uso de drogas: ❌ Há controvérsias. Na série, a personagem aparece usando cocaína em festas e chegando a colocar a droga sobre objetos da família Kennedy. Após a estreia da produção, a própria atriz foi categórica: “Nunca usei cocaína na minha vida, nem organizei festas regadas a cocaína. Nunca profanei nenhuma relíquia de família”.
Morte do cachorro: ❌Há controvérsias. Na série, John aparece perdendo o cachorro de Daryl enquanto o passeava, o que causaria a ruptura final. Embora o cachorro tenha morrido na época em que Jackie Kennedy estava muito doente, não há registro histórico de que John tenha sido o culpado ou negligente.
Vazamentos na imprensa: ❌ Há controvérsias. A atriz desmentiu que tenha plantado histórias na imprensa para prejudicar Carolyn ou se autopromover. Ela criticou a narrativa de “rivalidade feminina” criada pelo roteiro: “Não é misoginia pura destruir uma mulher para enaltecer outra?”.
Calvin Klein
Calvin Klein é interpretado por Alessandro Nivola
Divulgação
Apresentou o casal: ❌ Em partes. Na série: Calvin Klein apresenta os dois em um evento de gala como se fosse um “cupido”, chamando Carolyn de “VIP Whisperer”. Segundo Elizabeth Beller, eles se conheceram em 1992, no showroom da Calvin Klein em Nova York. John foi fazer uma prova de ternos e Carolyn foi a funcionária designada para atendê-lo (na série, essa cena é remontada depois da festa, quando eles já se conheciam).
O acidente
Na série, John insiste em voar mesmo ferido e sob neblina para chegar ao casamento da prima, Rory Kennedy.
John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette
Divulgação
✅Verdade. John havia quebrado o tornozelo em um acidente de ultraleve semanas antes e ainda usava uma proteção (embora não um gesso pesado no dia do voo).
Ele tinha pouca experiência em voo por instrumentos (sem visibilidade). O relatório oficial do NTSB confirmou que a causa do acidente foi “desorientação espacial” do piloto devido à névoa sobre o mar e à escuridão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Música de Zé Neto e Cristiano com vídeo baseado em Vorcaro será lançada mesmo após polêmica; veja trecho da letra


Zé Neto & Cristiano em apresentação em São Paulo.
Allyson Moreno
A música da dupla Zé Neto e Cristiano que motivou uma proibição judicial nesta semana tem nome oficial e data para chegar ao público.
Intitulada “Oi, Tudo Bem?”, a faixa é uma das apostas do novo DVD dos sertanejos, “Vocês & Deus”, gravado no último dia 21 de março, no Rio de Janeiro.
O lançamento oficial está confirmado para a próxima quinta-feira, dia 9 de abril, às 21h, como parte do primeiro EP do projeto.
A canção ganhou os “holofotes” após a Justiça de São Paulo proibir a veiculação de um vídeo promocional que utilizava imagens da influenciadora Karolina Trainotti.
Lançamento mantido, vídeo vetado
A Justiça de São Paulo determinou, em caráter liminar na última quarta-feira (1º), que a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano interrompa imediatamente a divulgação de um vídeo promocional de uma música inédita.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A decisão da 29ª Vara Cível atende a um pedido da influenciadora Karolina Trainotti, que teve fotos e dados pessoais utilizados sem autorização em um material audiovisual que circulou em redes sociais e páginas de entretenimento.
O vídeo em questão seria uma “divulgação” da faixa “Oi, tudo bem?”, que ainda não foi lançada mas faz parte do DVD “Vocês & Deus”, gravado no dia 21 de Março, no Rio de Janeiro
A letra da música não citava nomes. Apenas narrava a história de um homem com “múltiplos relacionamentos simultâneos”.
Entenda o caso
A “polêmica” surgiu a partir de um vídeo de bastidores de uma versão ao vivo da faixa, distribuído em perfis de redes sociais e páginas de notícias de celebridades.
Dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano
Reprodução/BRTV Max
A defesa da influenciadora sustenta que o ato ilícito reside na forma como a música foi “instrumentalizada” para marketing, sincronizando a canção com fotos e conteúdos extraídos de comunicações privadas de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que está preso por suspeita de fraudes bilionárias.
A composição, embora não cite nomes, teria sido inspirada em diálogos íntimos de Daniel Vorcaro com sua ex-namorada, Martha Graeff, e outras mulheres, que se tornaram públicos após a quebra de sigilo do celular do empresário.
Os versos que acompanhavam as imagens diziam:
“Eu falava bom dia pra uma / escrevia bom dia pra outra / eu ouvia eu te amo de uma / e eu lia eu te amo da outra”.
O que diz a decisão
Na decisão, a juíza Daniela Dejuste de Paula destacou a necessidade de proteger os direitos de personalidade e a privacidade da autora, citando o risco de dano pela “alta propagação” do conteúdo digital.
“Defiro o pedido de tutela de urgência para determinar que os requeridos se abstenham de utilizar, veicular, reproduzir ou divulgar, sem consentimento, imagens, dados pessoais ou quaisquer elementos que permitam a identificação da autora”, diz o texto.
O que pede a defesa de Karolina
Segundo os advogados, o vídeo sincronizava a canção com imagens de comunicações privadas vazadas de Daniel Vorcaro, expondo a cliente a uma situação vexatória e sensacionalista.
Karolina Trainotti já havia sido citada no noticiário anteriormente após revelações de que teria recebido um imóvel de luxo avaliado em R$ 4,3 milhões do banqueiro.
A ação pede o pagamento de indenização por danos morais, alegando que houve exploração econômica ilícita da esfera privada de Karolina.
Com a nova decisão, a dupla fica impedida de vincular a imagem da influenciadora à narrativa da canção sob pena de sanções judiciais.
Dupla não vai se manifestar
Ao g1, a assessoria da dupla Zé Neto e Cristiano afirmou que “assuntos desta natureza só serão discutidos na esfera judicial”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Achei que era uma brincadeira’, diz Zé Neto sobre intimação que proíbe vídeo de musica supostamente inspirada em Vorcaro


Justiça proíbe Zé Neto e Cristiano de divulgar vídeo de música baseada em Vorcaro
O cantor Zé Neto se manifestou nas redes sociais nesta quinta-feira (2) após a Justiça de São Paulo determinar que a dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano interrompesse a divulgação de um vídeo promocional de uma música inédita.
‘Achei que era uma brincadeira por ser 1º de abril’, disse o cantor nos stories do Instagram.
Ele disse que o advogado da dupla deixou uma cópia do processo com ele, mas por se tratar de uma ação em segredo de justiça, ele ainda não poderia dar detalhes.
“Tem uma música aí que a gente vai lançar. E a gente nem lançou ainda. Vazou um pedaço dela e associaram ela a um assunto”, explica Zé Neto. O assunto seria a vida amorosa do banqueiro Daniel Vorcaro, o dono do Banco Master.
O cantor diz que o lançamento estava previsto para o dia 8 ou 9 de abril, mas que agora não sabe mais se a música será lançada. “Eu nem sei se a gente lança ou não, estou até meio com medo”, confessou Zé Neto.
Zé Neto se manifesta sobre intimação a musica supostamente inspirada em Vorcaro
“Isso nunca aconteceu com a gente”.
No fim do vídeo ele brinca, ‘estão querendo nos calar’. O cantor prometeu trazer mais atualizações assim que puder.
A “polêmica” surgiu a partir de um vídeo de bastidores de uma versão ao vivo da faixa, distribuído em perfis de redes sociais e páginas de notícias de celebridades.
Em seguida, a 29ª Vara Cível atendeu a um pedido da influenciadora Karolina Trainotti, que teve fotos e dados pessoais utilizados sem autorização em um material audiovisual que circulou em redes sociais e páginas de entretenimento.
O vídeo em questão seria uma “divulgação” da faixa “Oi, tudo bem?”, que ainda não foi lançada mas faz parte do DVD “Vocês & Deus”, gravado no dia 21 de Março, no Rio de Janeiro.
A letra da música não citava nomes. Apenas narrava a história de um homem com “múltiplos relacionamentos simultâneos”.
A defesa da influenciadora sustenta que o ato ilícito reside na forma como a música foi “instrumentalizada” para marketing, sincronizando a canção com fotos e conteúdos extraídos de comunicações privadas de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que está preso por suspeita de fraudes bilionárias.
A composição, embora não cite nomes, teria sido inspirada em diálogos íntimos de Daniel Vorcaro com sua ex-namorada, Martha Graeff, e outras mulheres, que se tornaram públicos após a quebra de sigilo do celular do empresário.
Os versos que acompanhavam as imagens diziam:
“Eu falava bom dia pra uma / escrevia bom dia pra outra / eu ouvia eu te amo de uma / e eu lia eu te amo da outra”.
O que diz a decisão
Na decisão, a juíza Daniela Dejuste de Paula destacou a necessidade de proteger os direitos de personalidade e a privacidade da autora, citando o risco de dano pela “alta propagação” do conteúdo digital.
“Defiro o pedido de tutela de urgência para determinar que os requeridos se abstenham de utilizar, veicular, reproduzir ou divulgar, sem consentimento, imagens, dados pessoais ou quaisquer elementos que permitam a identificação da autora”, diz o texto.
O que pede a defesa de Karolina
Segundo os advogados, o vídeo sincronizava a canção com imagens de comunicações privadas vazadas de Daniel Vorcaro, expondo a cliente a uma situação vexatória e sensacionalista.
Karolina Trainotti já havia sido citada no noticiário anteriormente após revelações de que teria recebido um imóvel de luxo avaliado em R$ 4,3 milhões do banqueiro.
A ação pede o pagamento de indenização por danos morais, alegando que houve exploração econômica ilícita da esfera privada de Karolina.
Com a nova decisão, a dupla fica impedida de vincular a imagem da influenciadora à narrativa da canção sob pena de sanções judiciais.
Dupla não vai se manifestar
Ao g1, a assessoria da dupla Zé Neto e Cristiano afirmou mais cedo que “assuntos desta natureza só serão discutidos na esfera judicial”.
Zé Neto & Cristiano se apresentam em Araçatuba (SP)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucas Morato grava álbum audiovisual ‘Próxima fase’ em show em São Paulo com Ferrugem, Péricles e Thiaguinho


Lucas Morato fará feats com Ferrugem, Luccas Carlos, Thiaguinho e o pai Péricles na gravação ao vivo do show agendado para 14 de abril
Gabriel Nathan / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Filho de Péricles, Lucas Morato vem buscando se consolidar como cantor no universo do pagode após ter se destacado como compositor, letrista de vários sucessos do gênero. Lá se vão 12 anos desde que Morato lançou em 2014 o primeiro álbum, “Muito prazer”, ao qual se seguiram os álbuns “De corpo e alma” (2016) e “Minha versão” (2023).
O atual movimento do artista é partir para a gravação do álbum audiovisual intitulado “Próxima fase”. O registro ao vivo do show está programado para 14 de abril na casa Audio, em São Paulo (SP).
Na gravação ao vivo do álbum “Próxima fase”, o cantor seguirá roteiro composto por 21 músicas, com ênfase no repertório autoral de Morato.
Estão confirmadas as participações dos cantores Ferrugem, Luccas Carlos e Thiaguinho, além da cantora Marília Tavares e obviamente do paizão Péricles, presente desde o início na discografia do filho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Gucci Mane é sequestrado e roubado durante discussão de contrato nos EUA


O rapper Gucci Mane
John Amis/AP
O rapper norte-americano Gucci Mane foi sequestrado e roubado por um outro rapper que questionava o contrato feito por Mane, informou o Departamento de Justiça dos EUA.
Segundo as autoridades americanas, o crime aconteceu no dia 10 de janeiro e a ação para prender os envolvidos aconteceu nesta quinta-feira (2).
O rapper Pooh Shiesty teria pedido um encontro com Gucci Mane em um estúdio na cidade de Dallas. O motivo de Shiesty seria discutir seu contrato com a gravadora de Mane.
Shiesty estava acompanhado de seu pai e um amigo. Os três discutiam com Mane numa sala quando o acusado “puxou o que parecia ser uma pistola” de dentro de uma bolsa e teria obrigado Mane a assinar documentos que liberassem Shiesty do contrato.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Após a assinatura dos documentos, Mane e outras pessoas que estavam no estúdio tiveram objetos e dinheiro roubados, incluindo um relógio Rolex, uma bolsa da grife Louis Vuitton e carteiras.
Todas as vítimas foram obrigadas a ficar no local enquanto eram amarradas.
O Departamento de Justiça indiciou, ao todo, oito pessoas envolvidas na ação. Eles responderão pelos crimes de sequestro e roubo à mão armada.
Um dos fatores que ajudou a investigação foi que, no momento do sequestro, Shiesty utilizava uma tornozeleira eletrônica por ter cometido um outro crime na Flórida. O equipamento sinalizou aos investigadores que o rapper estava no estúdio no dia e horário da ação.
Câmeras de segurança do local e imagens publicadas nas redes sociais também serviram de provas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juiz rejeita 10 das 13 acusações em processo de Blake Lively contra Justin Baldoni


Justin Baldoni processa Blake Lively e Ryan Reynolds
Evan Agostini/Invision/AP
Um juiz rejeitou 10 das 13 acusações do processo movido pela atriz Blake Lively contra seu diretor e colega de filme em “É assim que acaba”, Justin Baldoni, nesta quinta-feira (2). Entre elas estavam denúncias por assédio, difamação e conspiração.
As três que sobraram — quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação — seguem agora para julgamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Silva anuncia o sétimo álbum autoral, ‘Rolidei’, na sequência de documentário


Silva aparece na água na foto exposta na capa do sétimo álbum autoral de estúdio do artista, ‘Rolidei’
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♫ NOTÍCIA
♬ Dois anos após “Encantado” (2024), disco que surtiu menor efeito entre os admiradores de Silva, o cantor, compositor e multi-instrumentista capixaba anuncia o sétimo álbum gravado em estúdio com repertório autoral. O álbum se chama “Rolidei” e tem lançamento programado para a próxima quarta-feira, 8 de abril.
O repertório é composto por 12 músicas inéditas, sendo que somente uma, a ótima “Virá” (2025), foi lançada como single em 30 de outubro.
Além de “Virá” e da faixa-título “Rolidei”, Silva reúne as músicas “Sudamérica”, “Areia”, “Dias assim”, “Deus de batom”, “Sorriso de pura beleza”, “Ondina”, “Hotel Pasárgada”, “Ouvir a maré”, “Atlântico Sul” e “Algo bom” no repertório autoral composto e gravado com produção musical do próprio Silva.
Os títulos das músicas sinalizam álbum de atmosfera pop e leve com canções cheias de boas vibrações, tal como “Virá”.
O anúncio do álbum “Rolidei” foi feito na sequência da estreia do documentário “Silva, Lúcio”, produzido com roteiro e direção da jornalista e podcaster Carol Pires. A direção de fotografia é de William Sossai.
Capa do álbum ‘Rolidei’, de Silva
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Fonte: G1 Entretenimento