Categorias
ENTRETERIMENTO

2025 foi o ano de Pernambuco?


Cantor João Gomes (à dir.) e filme O agente secreto (à esq.) levaram Pernambuco para o mundo em 2025.
BBC
O Recife dos anos 1970 voltou aos cinemas em 2025 com O Agente Secreto, um dos filmes brasileiros pré-selecionados para concorrer ao Oscar 2026.
No ano que termina, o recifense Kleber Mendonça Filho, diretor do filme, também conquistou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, na França.
Foi também em 2025 que a voz e o sotaque pernambucano de João Gomes triunfaram em Las Vegas, cidade americana onde o cantor recebeu, ao lado dos músicos Mestrinho e Jotapê, o Grammy Latino de melhor álbum de música de raízes em língua portuguesa (Dominguinho).
Jovem de 23 anos nascido em Serrita (PE), Gomes arrebatou ainda cinco categorias do Prêmio Multishow 2025 e encerrou o ano dividindo o palco com Roberto Carlos no especial de final de ano da TV Globo.
A galeria de conquistas pernambucanas não estaria completa sem Jhon Xavier, que em 2025 se tornou o primeiro brasileiro a conquistar medalha em um Mundial de Base no pentatlo moderno e foi reconhecido como melhor da modalidade no Prêmio Brasil Olímpico 2025, conferido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Embora entrevistados pela BBC News Brasil digam que a influência de Pernambuco não vem de hoje, eles reconhecem que 2025 foi uma ótima “safra” para o Estado.
Afinal, o que é que Pernambuco tem?
Jotapê, João Gomes e Mestrinho conquistaram o Grammy Latino de melhor álbum de música de raízes em língua portuguesa
Getty Images/BBC
Janela para a Europa e para o mundo
Vistas à luz da história pernambucana, essas realizações podem parecer modestas.
O Leão do Norte — apelido de Pernambuco — foi uma das regiões mais ricas do mundo nos séculos 16 e 17, rivalizando com colônias inteiras do Caribe na produção açucareira.
O Estado é berço de luminares como o poeta João Cabral de Melo Neto (1920-1999), a escritora Clarice Lispector (1920-1977) e o músico Luiz Gonzaga (1912-1989).
Durval Muniz de Albuquerque, professor visitante de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) no Campus de Caicó, destaca a importância histórica da capital pernambucana, Recife — uma cidade portuária.
“É uma grande metrópole brasileira desde o começo do século 20. Sempre foi um grande centro cultural”, afirma o historiador paraibano, autor de A invenção do Nordeste e outras artes (Cortez/Massangana, 1999).
“É o porto [brasileiro] mais próximo da Europa em relação a Rio de Janeiro e São Paulo. É onde chegam todas as grandes novidades europeias, as companhias teatrais e de ballet.”
Além disso, ele destaca que Recife foi um dos pontos de entrada de escravizados africanos no Brasil — a cidade tinha em 2022 mais de 60% de pretos e pardos em sua população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — e destino de migrantes de origens variadas, especialmente do campo.
Recife foi também base para a elaboração de uma imagem do Nordeste marcada pela idealização da cultura açucareira e pela estigmatização do sertão semiárido como uma região marcada por atrasos, acrescenta Albuquerque.
Contribuíram para a construção dessa visão intelectuais como Gilberto Freyre (1900-1987) e os paraibanos radicados no Recife José Lins do Rego (1901-1957) e Ariano Suassuna (1927-2014).
O diretor Kleber Mendonça Filho conduz passeio guiado por locais retratados em O agente secreto
Nicole Rodrigues/Divulgação
Para além desse imaginário, a cidade gerou muitas outras novidades culturais.
Albuquerque cita o frevo do início do século 20 (“música completamente urbana e negra”), o Manifesto Tropicalista de 1968 (“o primeiro manifesto tropicalista do Brasil”) e os movimentos musicais batizados de mangue beat e psicodelia nordestina.
“Recife teve a Rozenblit, fábrica de discos que, durante quatro décadas, manteve uma produção fonográfica tão importante quanto a Copacabana, do Rio de Janeiro, e trouxe para o mercado gravações de frevo, maracatu e caboclinhos”, afirma o historiador, falando à BBC News Brasil por telefone, de Caicó (RN).
“O que está acontecendo agora é que esse grande caldeirão cultural que sempre foi Recife está produzindo mais uma grande safra de criações invejáveis.”
Há quatro anos à frente do projeto “Os Nordestinos pelo Mundo”, que inclui um podcast e perfis em redes sociais, o comunicador Leo Paiva diz que a nova safra da cultura pernambucana é resultado de um cultivo meticuloso.
“O pernambucano ama a sua própria cultura e tem um prazer imenso em valorizar os seus. Isso é uma escola, é uma aula sobre como amar a própria cultura é importante”, afirma o cearense, falando à BBC News Brasil por telefone de Fortaleza.
Agora, o Estado se prepara para mais um de seus grandes momentos, o Carnaval com seus frevos e o maracatu.
Em 2025, a festa atraiu mais de 2,3 milhões de turistas para Pernambuco, especialmente em Recife e Olinda, de acordo com dados do Ministério do Turismo.
É um período importante para a economia local — que, aliás, é uma das maiores do Nordeste, com Produto Interno Bruto (PIB) atrás apenas da Bahia, segundo dados publicados recentemente pelo IBGE, referentes a 2023.
No Brasil, foi o Estado com 11º maior PIB naquele ano.
No terceiro trimestre de 2025, o PIB de Pernambuco cresceu 2% na comparação com o mesmo período de 2024 — acima da média nacional (1,8%), de acordo com dados preliminares do Instituto de Gestão Pública de Pernambuco (IGPE).
O crescimento no trimestre foi puxado principalmente pela indústria, com destaque para a indústria da transformação (que altera uma matéria-prima até torná-la um bem intermediário ou final) — no Estado representada pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e pela produção de automóveis e bebidas, entre outros itens.
Mas o Estado segue lutando contra antigas mazelas como o alto desemprego — no primeiro e segundo trimestre desse ano, teve a maior taxa de desocupação do Brasil, de acordo com os dados mais atualizados divulgados pelo IBGE.
Foi também o quarto Estado brasileiro com a maior taxa de mortes violentas intencionais (36,2 por 100 mil), atrás apenas de Amapá (45,1 por 100 mil), Bahia (40,6 por 100 mil) e Ceará (37,5 por 100 mil), segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 (com dados referentes a 2024).
Novas versões pernambucanas
O diretor Kleber Mendonça Filho (E) e o comunicador Leo Paiva, host do podcast ‘Os nordestinos pelo mundo’
Reprodução
No início de dezembro, a multicampeã do skate Rayssa Leal revelou que estava ouvindo Arriadim por tu, de João Gomes, ao vencer pela quarta vez consecutiva a competição Street League Skateboarding (SLS) Super Crown.
Na antevéspera de Natal, foi a vez de Roberto Carlos declarar sua admiração pelo cantor, um dos convidados de seu especial na TV Globo.
Um dia antes de dividir o palco com o Rei, João Gomes revelou no programa Roda Viva, da TV Cultura, que não queria fazer de 2025 um “ano pacato”.
“Eu queria estar num ritmo acelerado, assim como a cidade [Recife] em que eu estava morando”, afirmou o jovem artista.
Para Durval Muniz de Albuquerque, que se diz “particularmente fascinado” pelo fenômeno João Gomes, o cantor deu “novos sentidos” a símbolos do Nordeste.
“Ele [João Gomes] pega o chapéu de couro e transforma-o em um boné todo estilizado. A roupa que ele estava usando no Grammy, toda feita de renda, era um terno totalmente estilizado, chique, que poderia estar em qualquer passarela do mundo”, analisa o historiador.
Embora sua trama seja ambientada no passado, O Agente Secreto inova ao retratar a repressão fora do eixo Rio-São Paulo, cenário recorrente de filmes sobre a ditadura militar (1964-1985).
Com meticulosa reconstituição de época, o longa de Kleber Mendonça Filho encara a metrópole de forma nostálgica, mas não idealizada.
A violência que perpassa a história de Pernambuco e do país está presente desde a primeira sequência de O agente secreto.
“Muita gente esquece que Recife foi uma das cidades em que a repressão política foi mais intensa no pós-1964”, afirma Albuquerque.
O Agente Secreto foi pré-selecionado para as categorias de “Melhor Filme Internacional” e “Melhor Direção de Elenco” do Oscar 2026, cujos concorrentes definitivos serão divulgados em 22 de janeiro.
Além disso, o filme já está concorrendo ao Globo de Ouro 2026 — é a primeira vez que um filme brasileiro tem três indicações ao prêmio.
Para os conterrâneos de Kleber Mendonça Filho, a experiência de ver o próprio entorno reconstruído na tela grande invoca um sentimento mais afetivo: o de pertencimento.
“Ser pernambucano está na moda, e acho que a gente está surfando bem essa onda”, brinca a criadora de conteúdo Amanda Menelau, pernambucana de 39 anos.
Em maio de 2024, um vídeo produzido por Amanda, sobre as peculiaridades do plural no português de Recife, viralizou.
Desde então, ela produziu dezenas de vídeos explicando, de forma bem-humorada, particularidades da cultura e do vocabulário pernambucano,
Definindo-se como “a menina dazaula e durvídio”, Amanda tem mais de 60 mil seguidores no Instagram.
Para o cientista político Túlio Barreto Velho, diretor de Memória, Educação, Cultura e Arte da Fundação Joaquim Nabuco, sediada em Recife, as redes sociais propiciam a circulação do que é produzido fora do eixo Sudeste-Sul.
“Se a pessoa for sabida e esperta poderá aproveitar esse acesso praticamente ilimitado às manifestações artísticas e culturais que as tecnologias e redes sociais hoje permitem”, afirma.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘A Empregada’ traz suspense fora do tom que diverte pelos motivos errados; g1 já viu


Depois de um ano marcado por uma sequência de fracassos de crítica e bilheteria, especialmente após estrelar um polêmico comercial de jeans, Sydney Sweeney deve estar bastante aliviada com “A Empregada”. O filme estreia nos cinemas brasileiros oficialmente nesta quinta-feira, 1 de janeiro.
O longa, que adapta um livro sucesso de vendas em várias partes do mundo, foi bem recebido quando lançado nos Estados Unidos na segunda metade de dezembro e deve acabar com a maré de azar da atriz americana. Mas, mesmo com essa boa recepção, “A Empregada” não consegue ser um bom filme de suspense devido a alguns erros e exageros que chegam a causar risos quando deveria provocar tensão no público.
Na trama, Sweeney interpreta Millie Calloway, uma jovem de passado problemático, que busca uma chance para conseguir ter uma vida melhor. Ao ser aceita para trabalhar como empregada doméstica de uma família rica de Long Island, ela acredita que as coisas vão melhorar para o seu lado.
Assista ao trailer do filme “A Empregada”
Mas, aos poucos, as estranhas atitudes de sua patroa, Nina Winchester (Amanda Seyfried), sempre acobertadas pelo marido, Andrew (Brandon Sklenar, de “É Assim Que Acaba”), testam a sua paciência e resistência, pois sabe que precisa do emprego para atingir os seus objetivos. Logo, Millie começa a perceber que seus patrões guardam estranhos segredos que podem lhe causar graves problemas e se vê num jogo de gato e rato, onde vai precisar ser mais esperta do que os Winchesters para sobreviver.
Morando com o perigo
Baseado no livro de Freida McFadden (ela atua como produtora executiva no filme), “A Empregada” até conta com boas situações que intrigam o espectador pelos caminhos inusitados que levam a história. Em alguns momentos, fica difícil prever o que acontece em seguida pelas formas que os personagens se comportam, o que deixa tudo bem intrigante.
Só que isso ocorre mais na primeira metade da trama, porque à medida que ela avança, fica um pouco previsível como vai ocorrer a grande reviravolta que mexe de forma brusca com os protagonistas. Mesmo quem não leu o livro vai rapidamente perceber as “surpresas” que vão surgir, deixando tudo anticlimático e até mesmo previsível.
Mille (Sydney Sweeney) desconfia de que algo está muito errado com seus patrões em “A Empregada”
Divulgação
A principal causa disso é a direção acima do tom do cineasta Paul Feig, que ficou famoso por comandar a comédia “Missão Madrinha de Casamento” e a versão feminina de “Caça-Fantasmas” (2016). Feig parece não se incomodar em deixar várias cenas histéricas demais, a ponto de deixá-las tragicômicas ao invés de torná-las tensas de verdade, o que esvazia o suspense.
Isso dá a entender que o objetivo é enfatizar o choque pelo choque, ao invés de trabalhar melhor a tensão que surge entre os personagens da trama. Por causa disso, é possível rir do que acontece na história ao invés de despertar curiosidade para saber como tudo vai se resolver.
O curioso é que Feig parecia ser o diretor ideal para levar “A Empregada” para a telona, porque tinha feito um ótimo trabalho ao adaptar o livro “Um Pequeno Favor” para o cinema em 2018, com Anna Kendrick e Blake Lively, e a sua sequência “Outro Pequeno Favor” em 2025. Nesses dois filmes, ele conseguia manter o público atento a tudo o que acontecia, sem sentir tédio no processo. Mas, em “A Empregada”, o ritmo irregular, especialmente na passagem do primeiro para o segundo ato, e o constrangimento de alguns momentos, como em sequências que deveriam ser picantes, mas são bem insípidas, põem tudo a perder, infelizmente.
Andrew (Brandon Sklenar) apoia a esposa Nina (Amanda Seyfried) numa cena de ‘A Empregada’
Divulgação
Mas o diretor não é o único culpado pelo resultado irregular de “A Empregada”. O roteiro assinado por Rebecca Sonnenshine, que escreveu mais para séries de TV como “The Boys” e “Diário de um Vampiro”, também não ajuda muito ao criar diálogos surreais e situações nada convincentes. Um exemplo disso, sem dar spoilers, tem a ver com uma coleção de pratos. Quem assistir ao filme vai ver o quanto essa questão, por mais que esteja no livro, não funciona quando adaptada para o cinema.
Além disso, Sonnenshine não constrói bem alguns personagens, como a filha de Nina (Seyfried), que ora antipatiza com a protagonista vivida por Sweeney, ora parece gostar dela de uma hora para outra. Mas o pior mesmo fica para o jardineiro Enzo, interpretado por Michele Morrone (da franquia “365 dias”), que deveria ser um cara misterioso, mas que só é tedioso mesmo por não ser tão bem desenvolvido.
Mulheres de fases e o bibelô
O que torna “A Empregada”, no entanto, um bom passatempo apesar de suas falhas, são as boas atuações de suas protagonistas. Embora Sydney Sweeney já tenha realizado trabalhos mais interessantes em outros papéis, ela nunca deixa Millie ser desinteressante. Com um tom que vai ficando cada vez mais irônico, especialmente a partir da segunda metade da trama, a atriz faz com que sua mocinha tenha mais camadas do que geralmente se vê em personagens desse tipo. Com um roteiro melhor, ela ainda teria obtido um resultado mais interessante.
Nina (Amanda Seyfried) encara Mille (Sydney Sweeney) numa cena de ‘A Empregada’
Divulgação
Mas quem realmente rouba o filme para si é mesmo Amanda Seyfried. A atriz de filmes como “Mamma Mia”, “Garota Infernal” e “Os Miseráveis” convence como a instável Nina, que surge inicialmente como uma mulher dócil e gentil para, logo em seguida, ser capaz de fazer escândalos e cometer atos cruéis sem nenhum pudor. A forma como Seyfried muda de uma persona para outra impressiona e é responsável por tornar algumas sequências (em especial da primeira parte) bem interessantes.
Já Brandon Sklenar fica bem aquém de Sweeney e Seyfried em termos de atuação porque sua interpretação nunca sai do superficial. Ele parece estar em cena apenas para evidenciar seus atributos físicos e nunca parece ser uma pessoa de verdade. Nem mesmo quando é revelada a grande reviravolta da trama, quando deveria ter um peso mais dramático para ele. Mas, pelo menos, ele não está tão inexpressivo quanto o já citado Michele Morrone, o que já é um mérito. Fechando o elenco principal, Elizabeth Perkins, de “Quero Ser Grande” e “Os Flintstones – O Filme”, não sai muito da caricatura como a Sra. Winchester, a controladora mãe do personagem de Sklenar.
Do jeito que ficou, “A Empregada” deve agradar ao público que procura diversão num suspense que parece não ter vergonha de ser caricato em alguns momentos. Não deve ficar na memória de muita gente quando terminar a sessão de cinema. Mas pode gerar o entretenimento necessário para que os outros livros de Freida McFadden com a mesma protagonista sejam adaptados para o cinema em pouco tempo. Para a alegria de Sydney Sweeney.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Tubarões’, de Diego e Victor Hugo, é a música mais tocada nas rádios do Brasil em 2025


Os 10 hits que marcaram 2025
“Tubarões”, música de Diego e Victor Hugo, é a faixa mais tocadas nas rádios do Brasil em 2025. Os dados são das empresas de monitoramento Crowley e Connectmix.
Lançada em fevereiro de 2025, a música integra o álbum da dupla “Ao Vivo Em Uberlândia Vol. 01”.
A faixa é uma entre as várias sertanejas que dominam o ranking neste ano. Segundo dados da Crowley, o TOP 10 é composto em sua totalidade pelo ritmo.
Já de acordo com os dados da Connectmix, o pagode “P do Pecado”, do Menos é Mais com Simone Mendes, conseguiu um espaço entre as 10 mais tocadas e ficou na quinta posição, seguida de “Die With a Smile”, de Bruno Mars e Lady Gaga.
Dupla Diego e Victor Hugo
Divulgação
Em 2025, “P do Pecado” bateu o recorde de música que ficou por mais tempo em 1º no Spotify, permanecendo por 15 semanas no topo do ranking da plataforma digital.
A Crowley é a empresa de monitoramento de rádio mais tradicional do mercado brasileiro, com atividade desde 1997. A Connectmix divulga desde o final de 2014 os seus rankings de rádios, com foco no monitoramento em tempo real da execução das faixas.
Veja como ficou o TOP10 das músicas mais tocadas nas rádios em 2025 segundo as empresas de monitoramento Crowley e Connectmix:
CROWLEY:
“Tubarões” – Diego e Victor Hugo
“Me libertando” – Elis Justi
“Opa Cadê Eu” – Clayton e Romário
“Me Ama ou Me Larga” – Simone Mendes
“Arruma Um Bão” – Israel e Rodolffo
“Sonho de todo casal” – Marcos e Belutti
“Ai Que Vontade” – Bruno e Marrone
“Mudou o Texto” – Danilo e Davi
“Mentirosa” – Hugo e Guilherme feat Wesley Safadão
“Olha onde eu tô” – Ana Castela
CONNECTMIX:
“Tubarões” – Diego e Victor Hugo
“Me Ama ou Me Larga” – Simone Mendes
“Arruma Um Bão” – Israel e Rodolffo
“Vai Lá” – Maiara e Maraisa
“P do Pecado” – Grupo Menos é Mais Ft. Simone Mendes
“Die With a Smile” – Bruno Mars e Lady Gaga
“Última Saudade” – Henrique e Juliano
“Opa Cadê Eu” – Clayton e Romário
“Clone” – Luan Santana
“Aí Que Vontade” – Bruno e Marrone
Esposa de Diego, da dupla com Victor Hugo, é agredida na saída de sua loja em Uberlândia

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ex-jogador Roberto Carlos passa por cirurgia no coração durante férias no Brasil, diz jornal


Roberto Carlos é embaixador do Real Madrid
Reuters
O ex-jogador Roberto Carlos, ídolo do Real Madrid, passou por uma cirurgia no coração enquanto estava de férias no Brasil. A informação foi divulgada pelo jornal espanhol AS.
“Agora estou bem e sendo muito monitorado”, disse Roberto Carlos ao periódico.
Segundo o jornal, o ex-lateral procurou atendimento médico no Brasil para realizar exames. Durante a avaliação, os médicos identificaram a necessidade de uma cirurgia para a colocação de um cateter no coração.
A intervenção, que deveria durar cerca de 40 minutos, se estendeu por quase três horas devido a um problema ocorrido durante o procedimento. Apesar disso, a cirurgia foi concluída com sucesso.
Ainda de acordo com o AS, Roberto Carlos está fora de perigo, mas segue em observação médica.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Relembre 25 álbuns que definiram ou renovaram a música popular brasileira nos primeiros 25 anos do século XXI


Capas de 25 álbuns brasileiros lançados entre 2001 e 2025
Reprodução / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ Daqui a um dia, começa 2026. A chegada do ano novo também marca o início do segundo quarto do século XXI. Embora o imaginário coletivo tenda a estabelecer o ano 2000 como o início do século, o real ponto de virada foi em 1º de janeiro de 2021. Atento a esse detalhe, o Blog do Mauro Ferreira lista 25 álbuns que contribuíram decisivamente para definir padrões da música brasileira nestes primeiros 25 anos do século XXI.
Cada ano é representado na lista por um único álbum. Não, não se trata de uma lista de “melhores” discos deste quarto de século, tampouco dos discos preferidos deste colunista e crítico musical, mas de uma relação de álbuns influentes que apontaram sons e caminhos seguidos por outros artistas.
A lista começa pelo álbum Bloco do eu sozinho (2001), com o qual o grupo carioca Los Hermanos fincou um estilo de música e canto que seria adotado por boa parte da cena indie.
A propósito, os anos 2000 abriram alas para o mercado de música independente, dando a pista de uma cena que se libertaria do jugo das grandes gravadoras. Por essas frestas abertas a partir dos anos 2000, entraram artistas como a banda Cansei de Ser Sexy e a cantora Mallu Magalhães.
O hip hop saiu do gueto e deu projeção nacional a rappers como Criolo, Emicida, Baco Exu do Blues, BK e Don L, todos presentes na lista com álbuns decisivos.
Se Caetano Veloso refez a conexão com o público jovem a partir do álbum Cê (2006), Maria Rita abraçou o samba para sempre em disco de 2007 e Gaby Amarantos repôs o Pará no mapa sonoro do Brasil com o álbum Treme (2012). Com o álbum solo Recomeçar (2007), Tim Bernardes deu o tom cool e confessional de um canto que reverberaria nos discos de Zé Ibarra e Zeca Veloso.
Em 2014, Juçara Marçal aliciou a crítica com álbum, Encarnado, que chamou a atenção para o nicho musical paulistano em que habitam nomes como Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Romulo Fróes. Foi com essa turma que Elza Soares (1930 – 2022) transcendeu rótulos e gerações com o álbum A mulher do fim do mundo (2015) e que Jards Macalé (1943 – 2025) lançou em 2019 Besta fera, um dos mais melhores álbuns da discografia do anjo torto da MPB.
Em 2021, Marina Sena emplacou De primeira com um pop tropical contemporâneo. Em 2023, o pagode de Xande de Pilares encontrou a MPB de Caetano Veloso em disco tão aclamado quanto o segundo álbum solo de Liniker, Caju, fenômeno de 2024 que se estendeu por este ano de 2025.
Nem todos os 25 álbuns da relação foram tão populares quanto o disco de estreia do trio Tribalistas em 2002 (fundamental para estabelecer o tom do canto de Marisa Monte a partir de então) e o álbum MTV ao vivo de Ivete Sangalo em 2004. Ou ainda o álbum de 2016, Duas cidades, em que a BaianaSystem escancarou o apartheid social de Salvador (BA).
Há álbuns, como Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (2009), que fizeram revolução quase silenciosa, apreciada por poucos, mas nem por isso estes discos deixam de ser menos influentes. Cada qual no próprio quadrado, todos os 25 álbuns deixaram marcas na diversificada música brasileira produzida neste primeiro quarto do século XXI.
♪ Eis a lista do Blog do Mauro Ferreira com 25 álbuns que apontaram caminhos na música brasileira nos últimos 25 anos:
♩ 2001 – Bloco do eu sozinho – Los Hermanos
♩ 2002 – Tribalistas – Tribalistas
♩ 2003 – À procura da batida perfeita – Marcelo D2
♩ 2004 – Ivete Sangalo MTV ao vivo – Ivete Sangalo
♩ 2005 – Cansei de Ser Sexy – Cansei de Ser Sexy
♩ 2006 – Cê – Caetano Veloso
♩ 2007 – Samba meu – Maria Rita
♩ 2008 – Mallu Magalhães – Mallu Magalhães
♩ 2009 – Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz – Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz
♩ 2010 – Feito pra acabar – Marcelo Jeneci
♩ 2011 – Nó na orelha – Criolo
♩ 2012 – Treme – Gaby Amarantos
♩ 2013 – O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui – Emicida
♩ 2014 – Encarnado – Juçara Marçal
♩ 2015 – A mulher do fim do mundo – Elza Soares
♩ 2016 – Duas cidades – BaianaSystem
♩ 2017 – Recomeçar – Tim Bernardes
♩ 2018 – Bluesman – Baco Exu do Blues
♩ 2019 – Besta fera – Jards Macalé
♩ 2020 – O líder em movimento – BK
♩ 2021 – De primeira – Marina Sena
♩ 2022 – Lady Leste – Gloria Groove
♩ 2023 – Xande canta Caetano – Xande de Pilares
♩ 2024 – Caju – Liniker
♩ 2025 – Caro vapor II – Qual a forma de pagamento? – Don L

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Isiah Whitlock Jr., ator de ‘The wire’, morre aos 71 anos


Isiah Whitlock Jr. morre aos 71 anos
Getty Images
O ator Isiah Whitlock Jr., conhecido pelo papel do senador Clay Davis na série “The wire”, morreu nesta terça-feira (30), em Nova York, aos 71 anos. A causa da morte não foi divulgada.
A informação foi confirmada por seu empresário, Brian Liebman, em uma rede social. “É com tremenda tristeza que compartilho o falecimento do meu querido amigo e cliente Isiah Whitlock Jr. Se você o conhecia, você o amava. Um ator brilhante e uma pessoa ainda melhor”, escreveu.
Nascido em Indiana, Whitlock teve uma carreira sólida como ator coadjuvante, fazendo grande sucesso no seriado “The wire” como Clay Davis. Foi na série que ele ganhou popularidade com o bordão “sheeeeeeit”, que se tornou viral.
Isiah Whitlock Jr. em cena de ‘The wire’
Reprodução
Ele também foi um grande colaborador do diretor Spike Lee, trabalhando em filmes como “Infiltrado na klan”, “Destacamento Blood”, “A última noite” e “Elas me odeiam, mas me querem”. A expressão que trouxe fama para o ator começou a ser usada neste filme e, por conta do sucesso da frase, os roteiristas de “The wire” começaram a usá-la na série.
Segundo a revista “Variety”, Whitlock disse que a popularidade da frase era tanta que ele chegava a ser parado na rua várias vezes ao dia por fãs pedindo para ele repetir o bordão. Ele chegou a brincar com a própria fama no filme “Um negócio nada seguro”, onde interpretou um fã obcecado pela série.
Whitlock também participou do filme “Os bons companheiros”, de Martin Scorsese, e de duas temporadas da série “Veep” como George Maddox, secretário de Defesa dos EUA.
Cena de ‘Um negócio nada seguro’, com Isiah Whitlock Jr.
Divulgação/Fox Searchlight

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Retrospectiva 2025 – Série documental sobre Cazuza fecha ano em que artista esteve em foco nas telas e na avenida


Cazuza (1958 –1990) em foto exibida na série documental do Globoplay
Reprodução
♫ RETROSPECTIVA 2025
♬ Sucesso de público e crítica desde que estreou no Globoplay em 1º de dezembro, a série Cazuza – Além da música coroa e fecha um dos anos em que mais se falou de Agenor de Miranda Araújo Neto (4 de abril de 1958 – 7 de julho de 1990).
A rigor, o cantor e compositor carioca sempre esteve presente na música brasileira pela força perene da obra construída entre 1982 – ano em que o artista ganhou projeção nacional como vocalista da banda carioca Barão Vermelho – e 1990, quando Cazuza saiu precocemente de cena, aos 32 anos, em decorrência de complicações decorrentes da infecção pelo vírus da Aids.
Contudo, ao longo de 2025, a vida e a música de Cazuza foram repostas em pauta com intensidade condizente com a forma com que o artista levou a vida tão louca quanto breve. Além da série do Globoplay, houve filme, exposição e desfile de escola de samba com foco na vida e obra de Cazuza.
“Cazuza viveu mais do que eu”, sentenciou Lucinha Araújo, mãe do artista, entre lágrimas, no enterro do filho, em fala reproduzida no quarto e último episódio da série produzida pela Conspiração com direção de Patrícia Guimarães e roteiro de Victor Nascimento, supervisionado por Carolina Albuquerque.
Os quatro episódios traçam o perfil de um Cazuza real, humanizado, tão amoroso e sensível quanto agressivo e exagerado (para o bem e para o mal) na convivência por vezes atribulada pelo abuso de álcool e drogas.
Além de abrir para o público e para os entrevistados as páginas do diário escrito pelo artista no fim da vida, a série Cazuza – Além da música tem como trunfos depoimentos inéditos de Sérgio Maciel (o grande amor da vida de Cazuza), da amiga e parceria Bebel Gilberto e de Denise Dumont, ex-namorada de Cazuza, entre outros nomes que conviveram com o filho de Lucinha e João Araújo (1935 – 2013).
Sandra de Sá se emociona ao contar que Cazuza, protetor, a impediu de beber álcool em festa quando a artista estava grávida do filho Jorge.
O terceiro episódio detalha a gênese e a repercussão da ofensiva reportagem de capa da revista Veja que levou Cazuza a passar mal. Autora da reportagem publicada em abril de 1989, a jornalista Ângela Abreu revela que a edição do texto também foi obra do jornalista Mario Sérgio Conti, e não somente do editor Alessandro Porro (1930 – 2003), como se pensava até então. Detalhe: Conti não atendeu a solicitação dos produtores da série para dar entrevista.
A série Cazuza – Além da música complementa o documentário Cazuza – Boas novas (2025), dirigido por Nilo Romero e estreado em julho nos cinemas, e se alimenta do acervo pessoal do artista, garimpado por Lucinha Araújo e Ramon Nunes Mello para a exposição Cazuza Exagerado, inaugurada em junho em shopping da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Antes, no Carnaval de São Paulo, em 1º de março, a escola de samba Camisa Verde e Branco desfilou com o enredo O tempo não para! Cazuza – O poeta vive.
Enfim, ao longo de 2025, a obra e o legado de Cazuza estiveram na avenida e nas pautas. Ainda que o tempo não pare, como sentenciou o poeta no título da composição de 1988, a música de Cazuza nunca envelhece.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

TV Globo vai transmitir o Globo de Ouro ao vivo pela 1ª vez


Globo de Ouro
Divulgação
Pela primeira vez, a TV Globo vai transmitir ao vivo o Globo de Ouro, uma das principais premiações do cinema e da televisão mundial. A edição de 2026 marca um feito histórico para o Brasil, com três indicações do filme “O Agente Secreto”.
A 83ª edição do evento acontece no dia 11 de janeiro, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e poderá ser acompanhada logo após o ‘Fantástico’. Maria Beltrão vai ancorar a transmissão, com comentários de Dira Paes e Waldemar Dalenogare e tradução simultânea de Anna Viana.
O Brasil marca presença de forma histórica na premiação de 2026. O filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, conquistou três indicações — um recorde para o país.
Veja a lista de categorias do Globo de Ouro 2026
“O Agente Secreto” recebe três indicações ao Globo de Ouro
O longa concorre a Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
Os correspondentes Nilson Klava e Felipe Coaglio farão entradas ao vivo do tapete vermelho para a TV Globo, durante o Fantástico, e também para a GloboNews, trazendo bastidores e a repercussão do evento.
O g1 vai fazer a cobertura em tempo real, com atualizações dos destaques da noite e divulgação dos vencedores à medida que forem sendo anunciados.
‘O Agente Secreto’ é indicado a Melhor Filme e Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
Wagner Moura é indicado a Melhor Ator em filme dramático
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala foi crítica a senadora republicana


É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala era crítica à senadora republicana
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo no qual a cantora americana Taylor Swift supostamente se disse contrária a direitos da população LGBTQIA+. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é o vídeo?
Publicado na terça-feira (23) no X, onde alcançou mais de 500 milhões visualizações, o post tem esta legenda: “Isso é real?”.
O vídeo mostra Taylor Swift dentro de um carro dizendo: “E então, obviamente é um ‘não’ para casamento gay, é um ‘não’ para que eles tenham qualquer direito”. Na realidade, a cantora estava se referindo ao posicionamento político de uma então candidata ao Senado dos Estados Unidos (leia mais abaixo).
Na seção de comentários, usuários fizeram escreveram mensagens como “ela não odeia gays, ela os tolera, essa é a grande diferença”; e “sempre soube que ela era homofóbica”.
Após a publicação, o post recebeu uma “nota da comunidade”: “Este trecho autêntico de ‘Miss Americana’ [documentário de 2020], da Taylor Swift, está fora de contexto. Ela estava descrevendo e se opondo às posições da senadora Marsha Blackburn contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e os direitos LGBTQ+. Swift apoia a igualdade LGBTQ+”.
⚠️ Por que isso é falso?
Apesar de o vídeo ser real — e não uma produção de inteligência artificial (IA), por exemplo —, o post realmente omite a circunstância real da declaração da artista. No trecho original, a cantora criticou diretamente o posicionamento político de Marsha Blackburn, eleita senadora em 2018.
Na declaração completa, Taylor diz: “Uma das coisas que me irritou muito é que ela [Blackburn] votou contra a Lei da Violência Contra as Mulheres, que protege as mulheres de perseguição, estupro e violência doméstica. E, obviamente, é um ‘não’ para casamento gay, é um ‘não’ para que tenham direitos. Eu ficaria muito chateda se as pessoas achassem que o Tennesse tem esse posicionamento”.
Marsha Blackburn é uma senadora republicana do Tennesse, estado em que Taylor Swift viveu durante a adolescência e início da carreira. A parlamentar tem um histórico de declarações contra direitos LGBT+, além de ter votado em 2022 contra a Lei de Respeito ao Casamento, que exige o reconhecimento do casamento de pessoas do mesmo sexo em todos os estados.
Além disso, em 2013, ela também se opôs ao documento final da renovação da Lei de Violência Contra a Mulher, que incluía proteção para vítimas LGBT+ de violência doméstica. Anteriormente, havia votado a favor da versão republicana, que não contemplava pessoas LGBT+.
É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala era crítica à senadora republicana
Reprodução
Veja também
É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA
É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA
VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
VÍDEOS: Fato ou Fake explica
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento

Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento
Notícia em atualização

Fonte: G1 Entretenimento