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Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento

Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento
Notícia em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Gaby Amarantos ‘atualiza’ letra de música após término de Ana Castela e Zé Felipe


O que é rock doido? Gaby Amarantos responde
Gaby Amarantos fez mais uma “atualização” em sua música “Eu Tô Solteira” após o término da relação entre Ana Castela e Zé Felipe. O ex-casal confirmou o fim do namoro nesta segunda-feira (29), após dois anos de relacionamento.
A cantora paraense incluiu o nome de Ana na lista de pessoas solteiras que ela cita na faixa do elogiado álbum “Rock Doido”, lançado em agosto de 2025.
“Sua tia tá solteira, Ana Castela tá solteira, até a prima da cunhada da tua amiga está solteira. Ninguém tá…”, escreveu Gaby em sua página no X (antigo Twitter).
Gaby já havia incluído outros nomes na faixa após términos de relacionamentos entre famosos.
Gaby Amarantos é convidada do g1 ouviu, podcast e videocast do g1
Kaique Mattos/g1
No início de dezembro, ao se apresentar no Prêmio Multishow, a artista citou os nomes de Ivete Sangalo e de IZA na lista de solteiras.
Ivete anunciou a separação de Daniel Cady em novembro, após 14 anos de relação. Já Iza confirmou o término definitivo de sua relação com Yuri Lima em outubro de 2025.
Na última semana, Gaby ainda comentou uma postagem que cita o nome de Paolla Oliveira na música. A atriz anunciou o término de seu namoro com o sambista Diogo Nogueira em 22 de dezembro.
“Mana, essa música ‘Eu tô solteira’, da Gaby Amarantos, foi quase uma previsão de 2025: Ivete, Iza, Paolla Oliveira e por aí vai…”, escreveu uma internauta.
A cantora repostou o texto e usou uma frase do refrão da música: “Ninguém tá na geladeira”.
Ana Castela e Zé Felipe assumiram o relacionamento em outubro
Reprodução/Instagram de Ana Castela
Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro

Fonte: G1 Entretenimento

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Perspectiva 2026 – Grandes nomes da MPB chegam aos 80 anos entre álbuns e turnês comemorativas da efeméride


Alceu Valença (no alto, à esquerda), Maria Bethânia, João Bosco (no alto, à direita), Toquinho (embaixo, à esquerda), Cristovão Bastos e Gilson Peranzzetta (à direita) fazem 80 anos ao longo de 2026
Divulgação / Montagem g1
♫ PERSPECTIVA 2026
♬ E o cordão dos octogenários da MPB cada vez aumenta mais… Em 2026, grandes nomes da música brasileira cruzarão a fronteira das oito décadas de vida em plena atividade. Se forem incluídos na conta os que já faleceram, nada menos do que 16 relevantes artistas da MPB farão ou fariam 80 anos ao longo de 2026, alguns às voltas entre álbuns e turnês que celebram as efemérides. A lista inclui Alceu Valença, João Bosco, Maria Bethânia e Toquinho.
Entre os vivos, o primeiro a virar oitentão é o pianista, arranjador e compositor Gilson Peranzzetta, aniversariante de 21 de abril. Peranzzetta é nome fundamental na arquitetura da obra de Ivan Lins.
Na sequência, em 18 de junho, será a vez de Maria Bethânia festejar 80 anos com provável discrição. Seguidores da cantora alimentam a expectativa de álbum de estúdio com canções inéditas (seria o primeiro da artista em cinco anos, já que o último, Noturno, foi lançado em 2021), mas, de concreto, por ora, há o registro audiovisual do show dos 60 anos de carreira em janeiro, em duas apresentações na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). Na pauta, há também a revitalização do catálogo fonográfico da artista por conta da efeméride.
Dez dias após o aniversário de Bethânia, Paulinho Boca de Cantor – um dos fundadores do grupo Novos Baianos – faz 80 anos em 28 de junho.
Em julho, nada menos do que três ícones da MPB – Alceu Valença, João Bosco e Toquinho – viram octogenários. O primeiro é Alceu, aniversariante de 1º de julho. A celebração começa em março com a estreia nacional da turnê 80 girassóis.
Em 6 de julho, a festa será de Toquinho, cantor, compositor e violonista atuante desde a década de 1960. Como Toquinho está em turnê comemorativa de 60 anos de carreira, é provável que a celebração dos 80 anos seja incorporada a esse show já em curso pelo Brasil.
Na cronologia das efemérides, quem chega aos 80 anos na sequência é João Bosco, aniversariante de 13 de julho. Bosco está em cena com a turnê do show Boca cheia de frutas e o mais provável é que celebre os 80 anos com a gravação ao vivo desse show.
Por fim, entre os vivos, o último nome da MPB a virar octogenário em 2026 será o pianista, arranjador e compositor Cristovão Bastos.
Entre os que saíram de cena, seria justo que o Brasil louvasse a memória e o legado de Aldir Blanc (1946 – 2020), Almir Guineto (1946 – 2017), Belchior (1946 – 2017), Beth Carvalho (1946 – 2019), Elifas Andreato (1946 – 2022), Emilio Santiago (1946 – 2013), Fernando Brant (1946 – 2015), Ivan Conti – o Mamão (1946 – 2023) e Paulo André Barata (1946 – 2023).
Destes nomes, quem mais mereceria um tributo à altura é Emilio Santiago, cantor que ainda precisa ter redimensionada a importância que teve na história da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Idris Elba, Cynthia Erivo e Warwick Davis estão em lista de honrarias de Ano Novo do rei Charles


Idris Elba no Festival de Veneza, em setembro de 2025
REUTERS/Yara Nardi/Arquivo
O ator Idris Elba e os patinadores artísticos Jayne Torvill e Christopher Dean estão entre as centenas de pessoas nomeadas na lista de honras de Ano Novo do rei Charles, publicada nesta segunda-feira (29).
A lista completa inclui mais de 1.157 pessoas da política, do esporte, das artes ou do serviço comunitário que receberão títulos de membro, comandante ou oficial da Ordem do Império Britânico até as mais altas honrarias de cavaleiro e dama.
Elba, conhecido por seus papéis nas séries de televisão “Luther” e “A Escuta”, foi agraciado com o título de cavaleiro por sua campanha contra o crime com facas junto aos jovens.
Idris Elba fala sobre filme em que interpreta Nelson Mandela
Torvill e Dean, cuja coreografia do bolero olímpico de 1984 obteve pontuações perfeitas e se tornou um momento decisivo no esporte britânico, foram homenageados – ela como dama e ele como cavaleiro.
“A lista de honrarias deste ano celebra o que há de melhor no Reino Unido — pessoas que colocam o bem comum à frente de si mesmas para fortalecer comunidades e mudar vidas”, disse o primeiro-ministro Keir Starmer em um comunicado.
Cynthia Erivo, atriz indicada ao Oscar e ganhadora dos prêmios Emmy, Grammy e Tony, mais conhecida por seu papel principal como Elphaba Thropp no filme musical “Wicked”, de 2024, recebeu a Ordem do Império Britânico.
Warwick Davis, que participou das franquias “Guerra nas Estrelas”, “Harry Potter” e “Willow”, e fundou a instituição de caridade Little People UK, voltada para o nanismo, também recebeu essa honraria.
As honrarias de Ano Novo, que são concedidas desde pelo menos 1890, têm como objetivo reconhecer não apenas figuras conhecidas, mas pessoas que contribuíram para a vida nacional por meio de um trabalho muitas vezes desconhecido ao longo de muitos anos.
Cynthia Erivo participa da première de ‘Wicked: Parte 2’ em São Paulo
Luiz Gabriel Franco/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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minhas séries de 2025


Alguém disse há um tempo que estamos vivendo a era da séries medianas, e é verdade. E este 2025 foi um pouco isso. Com algumas exceções, foi um ano de séries medianas. Muitas série boas, sim, mas poucas séries incríveis. E tá tudo bem, se é o que temos, vamos assistir, a gente gosta de ver série de qualquer maneira, no fim das contas.
dez séries que marcaram 2025
as melhores séries de 2024
Então segue a lista do que eu vi, do que eu tentei ver e do que eu larguei neste ano. Está mais ou menos (não exatamente) em ordem do melhor para o menos melhor.
Vale lembrar que as avaliações são baseadas puramente na minha opinião (que deve servir para alguma coisa, afinal este blog, embora meio semimorto, acaba de completar 20 anos no ar só falando de série, uhu). Esteja totalmente à vontade para discordar nos comentários e sugerir séries que não estão aqui (só não me xinga, vai).
‘Ruptura’
A segunda temporada da série ‘Ruptura’
Divulgação
A felicidade que é ter essa série de novo numa listinha de final de ano, ai ai. A gente esperou quase três anos pela continuação da história dos caras que dividiram sua personalidade em duas para trabalhar numa empresa misteriosa, e valeu a pena. Depois do final bombástico da primeira temporada, a segunda não decepcionou nadinha, pelo contrário: foi melhor ainda, resolveu uns mistérios, criou outros e, melhor que tudo, teve a relação entre os personagens indo a um outro patamar. E, claro, ainda teve um final pra deixar a gente morta de ansiedade até o terceiro ano. Sim, vale todo o hype, vá atrás. (Apple tv)
‘The Pitt’
Uma mistura de “Grey’s Anatomy” com “E.R.” (tem até o doutor Carter!), “The Pitt” é a série médica de que a gente estava precisando. No começo parece que vai ser aquela sucessão de clichês, mas passados os primeiros episódios a série acha o tom, os personagens se desenvolvem de um jeito ótimo, tem aqueles casos médicos que mexem com a gente. Aqui, a temporada toda se passa meio em tempo real, durante um dia num pronto-socorro caótico, com direito estudantes fazendo seu primeiro plantão, uma grande catástrofe que quase leva o PS ao colapso e aqueles episódios que a gente termina de ver querendo abraçar a TV. (HBO Max)
‘Pablo e Luisão’
O elenco da série ‘Pablo e Luisão’
Divulgação/Globoplay
Tudo nesta série funciona, é impressionante. O roteiro é bom demais (baseado nas histórias reais e inacreditáveis vividas pelo comediante Paulo Vieira e sua família quando ele era criança), a direção é ótima, o elenco está tinindo e as intervenções inesperadas do próprio Paulo Vieira, versão adulta, no meio das histórias são de gargalhar. Melhor comédia brasileira desde “Os Normais”. Paulo Vieira é mesmo um gênio. (Globoplay)
‘Long Story Short ‘
A animação ‘Long Story Short’
Divulgação/Netflix
Seria uma tristeza você deixar de ver essa série só porque não curte desenho animado. Uma das melhores coisas deste ano, a nova série de Raphael Bob-Waksberg, criador da maravilhosa “Bojack Horseman”, é tocante é engraçada, ainda faz a gente ficar pensando na vida enquanto acompanha uma família judia ao longo dos anos, em acontecimentos tão banais quanto definidores. (Netflix)
‘Dying For Sex’
É uma das coisas mais bonitas e delicadas – e ainda assim bem engraçada – que eu vi nos últimos tempos. Uma mulher (Michele Williams, perfeita no papel) com câncer em estágio terminal resolve dar um fim no seu casamento burocrático e ir atrás de, pelo menos no final, ter uma vida sexual satisfatória. Apesar do câncer terminal da protagonista, não é uma série sobre morte, pelo contrário: é sobre a vida, sobre amizade, sobre ser alegre. Faz a gente chorar, lógico, mas não de tristeza. (Disney +)
‘O Ensaio ‘
É meio difícil definir essa série – que não é uma série, exatamente, é meio que um documentário, ou um docudrama, mas também um reality show musical (em que os jurados são copilotos de avião), um estudo sobre aplicativos de namoro e uma cruzada pela prevenção de acidentes aéreos. É tudo muito bizarro, mas tudo faz muito sentido. Apenas assista. (HBO Max)
‘Andor ‘
Diego Luna em cena de ‘Andor’
Divulgação
Essa série é um prequel ou uma sequência de algum filme de “Stars Wars”, acho. Não sei direito e ligo absolutamente zero para isso. E, ainda assim, a segunda temporada de “Andor” está entre as melhores coisas que eu vi em 2025. É sobre o começo da rebelião contra o Império e não é uma temporada muito facinha. Tem uns episódios lentos, talvez exija algum conhecimento do universo de Guerra na Estrelas (o qual não tenho). O negócio é: quando a série é boa, é boa demais, não dá pra largar, tem uma sequência de episódios ali que faz a gente perder o fôlego, aplaudir de pé, querer sair na rua fazendo passeata. Valeu a pena. (Disney+)
‘Dept Q’
Um policial que não segue regras (amamos) e que, depois de um evento traumático, é rebaixado de função e ganha um “departamento” para reabrir investigações de crimes nunca solucionados. Aquela série gostosa de investigação que estava faltando por aqui, sabe? (Netflix)
‘Common side effects’
Um cientista hippie descobre na selva do Peru um cogumelo mágico capaz de curar qualquer doença. Em sua busca por tentar cultivar o cogumelo, ele acaba sendo perseguido por poderosos de uma grande farmacêutica. Aquelas histórias que só conseguem ser bem contadas em uma boa animação. Imperdível. (HBO Max)
‘Slow Horses’
Uma das séries mais consistentes – no melhor dos sentidos – no ar hoje, a história dos espiões do MI5 que são rebaixados de agência chegou à quinta temporada com o mesmo humor refinadíssimo e uma investigação excelente. Não sei por que você ainda não começou a ver, mas sempre é tempo. Gary Oldman no melhor papel da carreira. (Apple tv)
‘Only Murders in the Building’
Outra série que chega à quinta temporada em sua melhor forma. A história nem precisava fazer mais sentido – um podcast feitos por três vizinhos sobre assassinatos ocorridos apenas no prédio de NY onde eles moram -, só que ainda faz. Continua divertidíssima e ainda teve um gancho ótimo para o sexto ano. Steve Martin, meu ídolo da vida, e Martin Short são a melhor dupla surgida em décadas. (Disney +)
‘Adolescência’
Cena da série ‘Adolescência’
Divulgação/Netflix
Acho até que as pessoas se emocionaram um pouco demais com essa série sobre um menino aparentemente bonzinho e pacato que é acusado de matar uma colega da escola. Em parte porque as pessoas descobriram (só agora?) que adolescentes ficam trancados no quarto sendo doutrinados em fóruns incel na internet e isso pode ser bem perigoso, e todo mundo ficou preocupado. Em parte porque todos os episódios foram filmados em plano sequência, o que realmente é um feito, tirando que o recurso funcionou para só para parte dos episódios. Mas é uma ótima minissérie, sem dúvida. (Netflix)
‘Hacks’
Mais uma, hã, veterana nesta lista, que alegria que dá. Confesso que por um tempo considerável deste quarto ano eu achei que a série tinha se perdido – o começo da temporada foi bem cansativo, com a briga entre as duas protagonistas demorando bem mais do que era preciso. Mas aí a história entrou nos eixos e terminou de uma forma meio catártica, até. Se você nunca viu, veja: a história da parceria improvável de uma comediante veterana com uma roteirista jovem é uma das melhores coisas desta década. (HBO Max)
‘Pluribus’
Rhea Seehorn em cena de ‘Pluribus’
Divulgação
Ai, gente. Talvez eu seja uma das únicas doze pessoas no mundo que não estão maravilhadas com “Pluribus”, mas honestamente eu acho que tá todo mundo fazendo uma força enorme pra ADORAR essa série. Afinal é a nova série do gênio criador de “Breaking Bad” (mas também da chatice “Better Call Saul”, não nos esqueçamos), é esteticamente linda, é rica, praticamente uma obra de arte, tirando que é… chata.
Amamos Vince Gilligan e amamos Rhea Seehorn, mas haja saco para nove episódios focando na mesma cara de “sou mal-humorada” que ela faz o tempo todo. A premissa da série é ótima – a humanidade toda é contaminada por uma espécie de vírus (não fica muito claro o que está rolando, na verdade) que deixa todo mundo compartilhando a mesma mente e um estado permanente de felicidade, com exceção de uma dúzia de pessoas pelo mundo, entre elas nossa protagonista.
Mas faltou dar uma desenvolvida no roteiro, minha gente, não dá pra ficar fazendo aquelas cenas intermináveis e gastar 50 minutos por semana para mostrar o tédio da protagonista só porque a Apple te deu um caminhão de dinheiro por episódio. Obviamente que verei a segunda temporada, quero mais é estar errada e ver essa série melhorar e ficar ótima, mas foi difícil chegar ao fim deste primeiro ano, vamos ser sinceros. (Apple tv)
‘The Lowdown’
Ethan Hawke está excelente nessa minissérie que estreou agora no finalzinho do ano, no papel de um jornalista freelancer que resolve investigar o suposto suicídio de um milionário. A série começa bem demais – um dos melhores pilotos do ano – e no meio dá umas derrapadas no roteiro, que fica meio rocambolesco, envolvendo políticos, terras indígenas, uma igreja neonazista e outras coisas mais. Mas no fim a história volta pros eixos e é uma ótima diversão, vá atrás. (Disney +)
‘Poker Face’
A segunda (e infelizmente última) temporada da série sobre a mulher (Natasha Lyone) que é um detector de mentiras ambulante foi meio irregular – teve alguns episódios bem bobinhos, mas compensou com outros episódios geniais. Tipo da série que quase ninguém vê, mas todo mundo deveria. (Globoplay)
‘#1 Happy family USA’
Uma das coisas mais divertidas do ano – embora trate de preconceito, discriminação, islamofobia e outras coisas -, essa comédia mostra a vida de uma família islâmica superadaptada à vida nos EUA até que vem… o 11 de Setembro. E aí tudo muda. (Prime Video)
‘Your friends and neighbors’
John Ham aqui faz uma espécie de Don Drapper contemporâneo (lindo, charmoso, mulherengo, infeliz, alcoólatra) que vive entre ricos e milionários e, depois de perder o emprego, começa a cometer furtos nas casas dos seus vizinhos para tentar manter o padrão de vida. Uma mistura de “Desperate Housewives” com “Breaking Bad” e pitadas de “Mad Men”, não é nenhuma genialidade mas é bem divertida. (Apple tv)
‘Too Much’
Seriezinha boa da Lena Dunham, a mente genial por trás da maravilhosa “Girls”. Casalzinho genZ, trilha sonora ótima, nada tão emocionante mas uma boa historia de amor. (Netflix)
‘Task’
Fui toda empolgada ver essa minissérie do criador da belíssima “Mare of Eastown”, e o primeiro episódio foi muito promissor, embora com a fórmula meio repetida (policial perturbado com uma tragédia na família precisa investigar um crime numa cidadezinha triste). Mas aí a história começa a focar numa gangue de motoqueiros chatíssima e violentíssima e eu quase desisti de ver. Sorte que continuei, porque o final compensou. (HBO Max)
‘The Bear’
Acho que está na hora de todo mundo admitir que não, “The Bear” não é boa. E está tudo bem. Talvez a primeira e talvez a segunda temporadas tenham sido realmente boas, todo mundo adorando ver a vida num restaurante e tal, comprando camiseta da série, mas depois disso a história ficou patinando no mesmo lugar. Ninguém aguenta mais a cara de cão abandonado do Bear, suas crises sobre o que fazer da vida, dos pratos, do restaurante, todo mundo falando ‘yes chef’ e fazendo cara de bonzinho, os diálogos ridículos de todo mundo, que nunca dizem nada, a Sydney indecisa, os primos mais idiotas da história. Simplesmente não dá mais. (Disney +)
‘The Studio’
Eu realmente não entendo o que acontece no mundo quando essa comédia bocó, no mau sentido, é premiadíssima e eleita por um monte de gente como a coisa mais engraçada do ano. E olha que eu me esforcei, eu vi a série inteira, tentando entender onde estava a genialidade. Não achei nenhuma. É uma série sobre um diretor muito atrapalhado de um estúdio de cinema e no começo de cada episódio você imagina todas as piadas que farão e no fim do episódio você vê que estava certa: só obviedades, só clichês, só piadas totalmente bobas (com referências ao mundo do cinema, o que não exatamente é um chamariz pra mim). (Apple tv)
‘White Lotus’
O bom de não se esperar nada de uma série é que você não fica decepcionada quando a temporada é esse abacaxi que foi. Achei ok até. (HBO Max)
Além disso, eu vi, ou tentei ver:
“Chesperito” (HBOMax): acho que ninguém no mundo ama “Chaves” e “Chapolin” mais que eu, mas a série biográfica do gênio por trás das melhores coisas do audiovisual mundial é um pouco cansativa e às vezes meio cafoninha (como quando o Roberto Bolaños tem uns insights que virariam tiradas no futuro). Mas é uma produção caprichada.
“Etoile” (Prime Video): quem já acompanhou este blog sabe o quanto eu amo uma série da Amy Sherman-Palladinof (“Gilmore Girls”). Mas essa série sobre duas companhias de balé, uma de Nova York e outra de Paris, deu uma cansada, apesar do texto ótimo, do elenco idem e das belíssimas cenas de dança. Não rolou. E foi cancelada.
“Nobody Wants This” (Netflix): depois de ser eleita a série mais fofa do ano passado, a segunda temporada da história de amor entre um rabino e uma podcaster voltou e é apenas mediana. Ainda assim vale assistir.
“The Beast in Me” (Netflix): eu amo a dupla de protagonistas (Mathews Rhys e Claire Danes), mas chegou um momento em que eu me perguntei por que eu estava gastando tantas horas com uma história tão chata – na verdade eu acho que só vi três episódios, mas pareceu uma eternidade.
“Last of Us” (HBO Max): vi a primeira temporada, curti até, mas a segunda não me pegou. Assisti ao tal episódio bombástico e larguei. A vida é curta pra ficar presa numa série só pelo hype (e séries de videogame me irritam porque as pessoas precisam ficar andando pra algum lugar o tempo todo).
“Uma Família Perfeita” (Disney +): a primeira incursão de Ellen Pompeo em uma série pós-“Grey’s Anatomy” não deu não. Chatona.
“As quatro estações do ano” (Netflix): nada me dói mais na vida que não gostar de algo da minha ídola Tina Fey, a mente brilhantes por trás de “30 Rock”, mas eu simplesmente esqueci de continuar a ver. Casais de meia idade e suas vidas. Talvez eu volte para terminar, afinal é a Tina Fey.
“Paradise” (Netflix): uma cidade construída para abrigar o que sobrou da raça humana após uma catástrofe no planeta. E aí é tudo tão clichê, todo mundo é tão canastrão que eu nem lembrei de voltar para ver o episódio final.
“Alien Earth” (Disney +) : alguém me falou que essa série era genial e eu fui ver e é o pior piloto que eu vi no ano.
“Black Mirror” (Netflix) – nossa, nem lembrava mais que tinha tido temporada este ano. Lembro que o episódio do Paul Giamatti é demais, não lembro do resto. Talvez porque eu não tenha visto. “Black Mirror” já deu o que tinha que dar, acho.
Então é isso. Ano que vem a gente volta. Feliz ano novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro


Ana Castela e Zé Felipe lançam o single ‘Sua boca mente’
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Ana Castela e Zé Felipe anunciaram o fim do namoro na noite desta segunda-feira (29). O relacionamento começou após o cantor encerrar o casamento com Virginia Fonseca e a sertaneja terminar com Gustavo Mioto.
O término foi comunicado por Zé Felipe em suas redes sociais. Na publicação, ele agradeceu pelo tempo juntos e afirmou que a decisão não ocorreu por briga.
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“Venho por meio desta mensagem comunicar que o meu relacionamento com a Ana chegou ao fim. Sou grato por tudo o que vivemos juntos. Aprendi muito com ela, coisas que eu não fazia há muito tempo. Eu e minha família temos um grande carinho pela família Castela. Sou muito grato por ter tido como sogros Michelle e Rodrigo; vocês fazem parte da minha vida. Assim como Dorico, Duda e Vetuche. Vocês sempre podem contar comigo para tudo. Amo vocês.”
Zé Felipe reforçou que ainda ama Ana e pediu compreensão do público:
“Nosso término não foi por briga. Conversamos e vimos que o melhor era cada um seguir o seu caminho em busca de nossos objetivos individuais. Desejo a ela toda a felicidade do mundo. Sei que na internet criam verdades que não existem, e sei o quanto isso pesa para a Ana e para a família dela. Se forem inventar mentiras, falem de mim, porque tô f**-se. Peço a compreensão e o respeito de todos neste momento.”
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo Roupa Nova entra em 2026 em navio e com EP em que cada integrante assina uma das seis canções inéditas


O grupo Roupa Nova lança o EP ‘Nossas canções’ na sexta-feira, 2 de janeiro
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♫ NOTÍCIA
♬ Em cena desde 1980, o Roupa Nova entra em 2026 com a agenda cheia, com shows já anunciados até março. A atividade da banda já começa no primeiro dia útil do ano novo, 2 de janeiro.
Na sexta-feira, o grupo carioca embarca no Navio Roupa Nova, que parte de Santos (SP) tendo o sexteto como principal atração de cruzeiro que vai até 5 de janeiro, e lança o EP Nossas canções com repertório autoral e inédito.
O título Nossas canções alude ao fato de que as novas composições são mesmo deles, os integrantes do Roupa Nova. Cada uma das seis músicas do EP traz a assinatura de um membro do grupo.
As duas primeiras canções – Teu olhar e O recado, ambas já previamente lançadas em singles – são respectivamente da lavra do vocalista e baterista Serginho Herval e de Luiz Fernando Oliveira, o baixista Nando.
O lote de novidades do EP Nossas canções inclui Ingratidão (música do tecladista Ricardo Feghali), O amor é sempre assim (composição do também tecladista Cleberson Horsth), Uma paixão (canção de Eurico Pereira, o guitarrista Kiko) e Coisas da alma (música de Fábio Nestares).
Fábio Nestares é o vocalista e percussionista que, desde junho de 2021, assumiu oficialmente as funções de Paulo César dos Santos (6 de setembro de 1952 – 14 de dezembro de 2020), o Paulinho, cantor falecido há cinco anos.
O EP Nossas canções é o primeiro disco de repertório inédito do Roupa Nova desde o álbum As novas do Roupa, de 2019.
Capa do EP ‘Nossas canções’, do grupo Roupa Nova
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cecilia Giménez, idosa que restaurou ‘Ecce Homo’, morre aos 94 anos, diz jornal

Cecilia Giménez, idosa que restaurou ‘Ecce Homo’, morre aos 94 anos.
Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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França debate como homenagear Brigitte Bardot entre seu legado e suas polêmicas


Brigitte Bardot, estrela mundial do cinema, morre aos 91 anos
Os políticos franceses mostraram-se divididos nesta segunda-feira (29) sobre como prestar homenagem a Brigitte Bardot, lenda do cinema que despertou polêmica nos últimos anos de vida por suas opiniões de extrema direita.
A estrela de cinema morreu no domingo, aos 91 anos, em sua casa no sul de França. Meios de comunicação de todo o mundo publicaram imagens icônicas da atriz e homenagens após o anúncio.
Bardot ficou famosa em 1956 com o filme “E Deus Criou a Mulher” e participou de quase 50 filmes, mas deixou o cinema em 1973 para se dedicar à defesa dos direitos dos animais.
No entanto, seus vínculos com a extrema direita despertaram polêmica. Bardot foi condenada cinco vezes por discurso de ódio, principalmente contra muçulmanos, mas também contra os habitantes da ilha francesa de Reunião, a quem descreveu como “selvagens”.
Bardot faleceu antes do amanhecer de domingo, com o seu quarto marido, Bernard d’Ormale – antigo assessor da extrema direita – ao seu lado.
“Sussurrou uma palavra de amor a ele (…) e partiu”, declarou Bruno Jacquelin, representante da sua fundação para os animais, ao canal de televisão BFM.
“Cinismo”
Atriz Brigitte Bardot abandonou carreira de atriz para se dedicar à defesa dos animais
Reuters/File photo
O presidente francês, Emmanuel Macron, elogiou a atriz como uma “lenda” do cinema do século XX que “encarnou uma vida de liberdade”.
Figuras da extrema direita estiveram entre as primeiras a lamentar sua morte. Marine Le Pen, cujo partido Reagrupamento Nacional (RN) lidera as pesquisas de intenção de voto, a chamou de “incrivelmente francesa: livre, indomável, íntegra”.
Bardot apoiou Le Pen nas eleições presidenciais de 2012 e 2017, e a descreveu como uma “Joana d’Arc” moderna, de quem esperava que pudesse “salvar” a França.
O conservador Eric Ciotti sugeriu um funeral nacional, como o organizado em 2017 para a lenda do rock francês Johnny Hallyday, e criou uma petição online que, nesta segunda-feira, contava com pouco mais de 7.000 assinaturas.
No entanto, poucos políticos de esquerda se pronunciaram sobre a morte de Bardot.
“Brigitte Bardot foi uma figura de destaque, um símbolo de liberdade, rebeldia e paixão”, declarou à rádio Europe 1 o deputado do Partido Socialista Philippe Brun.
“Sua perda nos entristece”, afirmou, acrescentando que não se opunha a uma homenagem nacional. Mesmo assim, mencionou suas opiniões políticas controversas. “Quanto aos seus compromissos políticos, haverá tempo suficiente, nos próximos dias, e semanas, para falar deles”, disse.
O líder do Partido Comunista, Fabien Roussel, qualificou Bardot como uma figura divisiva. Mas “todos concordamos que o cinema francês criou BB e que ela o fez brilhar em todo o mundo”, escreveu no X.
A deputada ecologista Sandrine Rousseau foi mais crítica. “Comover-se com o destino dos golfinhos, mas permanecer indiferente à morte de migrantes no Mediterrâneo… que nível de cinismo é esse?”, ironizou na rede social BlueSky.
Enterro sem “uma multidão de idiotas”
A atriz francesa Brigitte Bardot em manifestação de ativistas pelos direitos dos animais em frente ao prédio do Conselho Europeu em Bruxelas
Reuters
Bardot disse que queria ser enterrada em seu jardim com uma simples cruz de madeira, assim como seus animais, e que queria evitar “uma multidão de idiotas” no funeral. Esse tipo de enterro é possível na França se as autoridades permitirem.
A prefeitura de Saint-Tropez, no entanto, anunciou que ela será sepultada em um cemitério marítimo local, onde seus pais foram enterrados, mas não revelou uma data.
Os parentes de Bardot começaram a preparar o funeral, segundo uma fonte próxima da família.
Nascida em 28 de setembro de 1934 em Paris, Bardot cresceu em uma família católica tradicional e abastada. Casou-se quatro vezes e teve um filho, Nicolas-Jacques Charrier, com seu segundo marido, o ator Jacques Charrier.
Após deixar o cinema, Bardot refugiou-se em sua casa em Saint-Tropez para se dedicar à defesa dos direitos dos animais.
“Sou muito orgulhosa do primeiro capítulo da minha vida”, declarou à AFP em 2024, antes de completar 90 anos. “Ganhei fama, e essa fama me permite proteger os animais, a única causa que realmente me importa”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé é oficialmente uma bilionária, afirma Forbes


Beyoncé.
Chris Pizzello/AP
Beyoncé se tornou oficialmente bilionária em 2025, afirma a revista Forbes. A cantora é a quinta musicista a alcançar esse patamar, ao lado do marido Jay-Z, além de Taylor Swift, Bruce Springsteen e Rihanna.
Segundo a revista, embora tenha diversificado seus negócios com marcas como a linha de cuidados capilares Cécred, o uísque SirDavis e a grife Ivy Park (encerrada em 2024), a maior parte da fortuna da cantora vem da música.
A Forbes inclui os direitos do catálogo musical e a alta rentabilidade de suas turnês como as principais fontes de receita de Beyoncé.
A cantora fez duas turnês de grande porte nos últimos dois anos, com produção própria, o que ampliou suas margens de lucro. Com a última, Cowboy Carter Tour, arrecadou mais de US$ 400 milhões em ingressos e cerca de US$ 50 milhões em produtos vendidos nos shows, segundo estimativas da Pollstar e da “Forbes”.
Somando turnês, catálogo musical e contratos publicitários, faturou cerca de US$ 148 milhões em 2025, tornando-se a terceira musicista mais bem paga do mundo.
Os bilionários brasileiros em 2025, segundo a Forbes

Fonte: G1 Entretenimento