Categorias
ENTRETERIMENTO

Brigitte Bardot será sepultada no cemitério marítimo de Saint-Tropez


Brigitte Bardot, estrela mundial do cinema, morre aos 91 anos
Brigitte Bardot será sepultada no cemitério marítimo de Saint-Tropez, no sul da França, segundo informações da AFP. De acordo com a agência, apesar de divulgarem o local do sepultamento, as autoridades locais ainda não informaram a data.
Ícone do cinema e ativista dos direitos dos animais, a atriz francesa morreu neste domingo (28) aos 91 anos, em sua casa, em Saint-Tropez, no sul da França.
A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, que era presidida pela atriz. A causa da morte não foi divulgada.
Construído no final do século XVIII, o cemitério está voltado para o mar e tem vista para o Mar Mediterrâneo, em meio a hortênsias e tamariscos. O local abriga túmulos de personalidades como os pintores Paul Signac, Henri Manguin e André Dunoyer de Ségonzac.
Brigitte Bardot foi hospitalizada em outubro deste ano em Toulon para passar por uma cirurgia, mas teve alta no mesmo mês.
Nascida em 28 de setembro de 1934, em Paris, ela se tornou, ainda jovem, uma das figuras mais reconhecidas do cinema mundial.
Seu papel em “E Deus Criou a Mulher” (1956), dirigido por seu então marido Roger Vadim, a consagrou como um símbolo de sensualidade e liberdade que ajudou a moldar a cultura pop da década de 1960.
No longa-metragem, a atriz dança mambo descalça, com o cabelo solto sobre uma mesa e com a saia aberta até a cintura, cena que provocou escândalo na época.
O filme chegou a ser censurado em Hollywood, mas consolidou Bardot como símbolo sexual.
Foi nesse período que a atriz passou a influenciar não apenas o cinema, mas também a moda e o comportamento. O cabelo loiro platinado, propositalmente desalinhado, e o delineado preto marcante nos olhos se tornaram sua assinatura estética, copiada por mulheres em diferentes países.
Brigitte Bardot concede uma entrevista coletiva em dezembro de 1965 em Hollywood para o filme “Viva Maria!”, dirigido por Louis Malle (ao fundo).
AFP
Ao longo de sua carreira, Bardot estrelou cerca de 50 filmes e também teve atuação como cantora e modelo, tornando-se uma das artistas mais fotografadas e comentadas de sua geração.
Nos anos 1960, consolidou seu prestígio artístico com atuações em dois clássicos: “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard.
Também participou de produções como “Viva Maria!” (1965), de Louis Malle, ao lado de Jeanne Moreau, “O Repouso do Guerreiro” (1964), novamente com Vadim, e “As Petroleiras” (1971), em que contracenou com Claudia Cardinale.
Bardot nasceu em uma família burguesa e teve uma formação artística precoce. Aos 13 anos, iniciou os estudos de balé clássico e, aos 15, passou a trabalhar como modelo — trajetória que abriu caminho para sua entrada no cinema.
No vídeo abaixo, relembre papéis icônicos da atriz francesa.
Relembre papéis icônicos de Brigitte Bardot
VEJA TAMBÉM:
Brigitte Bardot: relembre a carreira da atriz em FOTOS
A carreira, vida pessoal e polêmicas da atriz francesa
‘Personificava vida de liberdade’, diz Macron sobre atriz
Irreverência, música e ativismo
A persona pública de Brigitte Bardot extrapolava a arte.
Desde cedo, ela chamou atenção por desafiar convenções sociais: apareceu de biquíni no Festival de Cannes em 1953 e, anos depois, compareceu ao Palácio do Eliseu usando calças, em um período em que mulheres eram esperadas em saias ou vestidos em eventos oficiais.
A atriz teve quatro maridos: Roger Vadim, Jacques Charrier, o milionário Gunter Sachs e o industrial Bernard d’Ormale, seu companheiro até os últimos dias.
Ela também se envolveu com atores como Jean-Louis Trintignant e Sami Frey; e músicos como Gilbert Bécaud, Serge Gainsbourg e Sacha Distel.
Essa sucessão de relacionamentos, vivida sem discrição e sem pedido de desculpas, contribuiu para que Bardot fosse vista como símbolo de autonomia feminina em plena revolução sexual.
A pensadora feminista Simone de Beauvoir resumiu o incômodo que ela provocava: “Ela faz o que lhe agrada, e é isso que perturba”.
Em 1967, Bardot iniciou uma carreira paralela como cantora, com relativo sucesso. Em parceria com Serge Gainsbourg, gravou músicas que se tornaram populares na França, como “Harley Davidson” e “Bonnie and Clyde”.
Bardot se afastou das telas ainda em 1973, aos 38 anos, para dedicar sua vida à causa animal. Fundou a Fundação Brigitte Bardot, que passou a ser referência internacional na luta contra a crueldade e exploração de animais, mobilizando recursos e campanhas em diversos países.
“Tenho muito orgulho da primeira parte da minha vida, que foi um sucesso e que agora me permite ter uma fama mundial, que me ajuda muito na proteção dos animais”, declarou a artista, em 2024, à agência de notícias France Presse.
Ao ser questionada em outra ocasião sobre que atriz poderia interpretá-la em um filme, foi direta: “Nenhuma. Não há uma capaz de fazê-lo”. E acrescentou: “O que falta? Minha personalidade”.
A atriz francesa Brigitte Bardot é fotografada no set do filme “Se Don Juan Fosse Mulher”, dirigido por Roger Vadim, em Estocolmo, em 4 de agosto de 1972
AFP
Vida pessoal sob os holofotes
Sua vida pessoal foi intensamente acompanhada pela imprensa e se tornou parte central de sua imagem pública.
Perseguida por centenas de fotógrafos, Bardot perdeu a totalmente a sua privacidade, inclusive durante o parto de seu filho, em 1960.
“A histeria que me cercava era uma loucura. A sala de parto instalada na minha casa, os fotógrafos atrás das janelas, os que se disfarçavam de médicos”, contou anos depois.
“Associei o nascimento do meu filho a esse trauma”, confessou, ao falar sobre a relação com seu único filho, Nicolas, criado pelo pai, o ator Jacques Charrier.
Bardot entregou o filho aos cuidados do pai logo cedo e, mais tarde, afirmou que vivia um quadro de depressão crônica e não estava preparada para as responsabilidades da maternidade.
“Naquela época, eu buscava raízes”, disse em uma entrevista. “E não tinha nenhuma para oferecer.”
Declarações polêmicas
Entre 1997 e 2008, Brigitte Bardot foi multada seis vezes pela Justiça francesa por causa de seus comentários, especialmente os dirigidos à comunidade muçulmana da França.
Remy de la Mauviniere/AP
Declarações públicas de Bardot sobre imigração, islamismo e homossexualidade a levaram a uma série de condenações por incitação ao ódio racial.
Entre 1997 e 2008, ela foi multada seis vezes pela Justiça francesa por causa de seus comentários, especialmente os dirigidos à comunidade muçulmana da França, destacou a agência de notícias Reuters.
Em um dos casos, um tribunal de Paris a condenou a pagar uma multa de 15 mil euros por descrever os muçulmanos como “essa população que está nos destruindo, destruindo o nosso país ao impor seus costumes”.
Em 1992, ela se casou com Bernard d’Ormale, ex-conselheiro da legenda de extrema direita Frente Nacional, e mais tarde passou a apoiar publicamente os sucessivos líderes do partido, Jean-Marie Le Pen e sua filha, Marine Le Pen. Bardot chamou esta última de “a Joana d’Arc do século 21”.
Questionada pelo canal francês BFM TV, em maio de 2025, se ela se considerava um símbolo da revolução sexual, ela respondeu:
“Não, porque antes de mim muitas coisas ousadas já tinham acontecido — não esperaram por mim. O feminismo não é a minha praia; eu gosto de homens.”
Na mesma entrevista, ela foi perguntada sobre com que frequência refletia sobre sua carreira no cinema.
“Eu não penso nisso”, disse, “mas também não rejeito, porque é graças a ela que sou conhecida no mundo inteiro como alguém que defende os animais.”
Relembre a trajetória de Brigitte Bardot, que morreu aos 91 anos
Paixão pelo Brasil
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Em 1964, Brigitte Bardot passou uma temporada no Brasil em busca de anonimato. Após desembarcar no Rio de Janeiro e negociar com a imprensa alguns dias de tranquilidade, seguiu para Armação dos Búzios, então um vilarejo de pescadores sem infraestrutura.
Encantada com o isolamento, permaneceu no local por cerca de três meses e retornou no fim do mesmo ano.
Décadas depois, a atriz descreveu a experiência como um período de vida simples, longe dos holofotes. Sua passagem por Búzios teve impacto duradouro: o local ganhou projeção internacional e se transformou em destino turístico.
Em sua homenagem, a cidade criou a Orla Bardot e instalou uma estátua da atriz, que se tornou ponto turístico. Apesar disso, Bardot lamentava as transformações do balneário ao longo dos anos.
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot marcou era no cinema mundial e se tornou um símbolo de beleza
AP Photo/File
Brigitte Bardot morre aos 91 anos

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Retrospectiva 2025 – Gilberto Gil dá ótima resposta ao tempo rei em turnê que se destacou na temporada nacional


Gilberto Gil resume mais de 60 anos de carreira no roteiro do show ‘Tempo rei’, calcado em sucessos do período 1965-1985
Reprodução / Facebook Gilberto Gil
♫ RETROSPECTIVA 2025
♬ 2025 foi um ano de emoções extremas para Gilberto Gil . Na vida pessoal do artista, o ano ficará marcado pela dor da morte da filha Preta Gil (1974 – 2025) em 20 de julho. Trinta e cinco anos após ter enterrado o filho Pedro Gil (1970 – 1990), falecido aos 20 anos em acidente de carro, o artista vivenciou novamente a dor de perder um filho.
No plano profissional, contudo, o cantor, compositor e violonista baiano teve um ano de alegrias com a turnê Tempo rei.
Última apresentação de Preta Gil foi ao lado do pai Gilberto Gil da turnê “Tempo Rei”
Iniciada em 15 de março em Salvador (BA), cidade natal do artista de 83 anos, e ainda em curso pelo Brasil e pela América do Sul, com apresentações agendadas até março de 2026, a última grande turnê de Gil se destacou em temporada nacional concorrida, marcada por shows grandiosos, moldados para arenas e estádios.
Ao longo de duas horas, com a chama acesa pelo fogo sagrado do palco, Gil mostrou que já transcende o tempo ao seguir roteiro calcado em sucessos amealhados pelo cantor entre 1965 e 1985, período de 20 anos que concentra a produção áurea do compositor.
Além dos hits, mote de roteiro concebeu para celebrar a obra magistral do artista, a turnê Tempo rei também gerou notícia pelas aparições de convidados a cada apresentação. Sem aviso prévio, Gil recebeu no palco nomes do porte de Roberto Carlos, Marisa Monte, Caetano Veloso, Chico Buarque – presença bissexta em shows alheios – e, claro, a filha Preta.
A última aparição de Preta Gil em um palco foi ao lado do pai, em 26 de abril, dia em que cantaram Drão (1982) – canção composta por Gil para a mãe de Preta, Sandra Gadelha – em apresentação da turnê Tempo rei na cidade de São Paulo (SP). Em dezembro, a turnê ancorou em alto mar, como atração principal do cruzeiro temático do Navio Tempo rei.
Enfim, driblando as dores e reveses da vida, Gil deu bela resposta ao tempo rei ao longo de 2025.
Maria Bethânia festeja 60 anos de carreira com show à altura do histórico da intérprete nos palcos
Rodrigo Goffredo
♪ Na seara dos shows de artistas do Brasil, além de Gilberto Gil, outros grandes nomes da música brasileira também brilharam nos palcos.
Seis meses após encerrar turnê com Caetano Veloso, iniciada em agosto de 2024 em rota que conduziu os irmãos para arenas e estádios do Brasil, Maria Bethânia estreou em setembro o show comemorativo dos 60 anos de carreira, apresentando espetáculo à altura do histórico da intérprete nos palcos.
Imperativa e majestosa, como de hábito, Bethânia seduziu os súditos, com direito a ótimas músicas inéditas do casal Rita Lee (1947 – 2023) & Roberto de Carvalho e de Xande de Pilares (em parceria com Paulo César Feital) no roteiro construído com inteligência, sem hits e obviedades. Bethânia gravará o show em janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), para lançamento de álbum ao vivo e registro audiovisual.
Em outubro, foi a vez de Marisa Monte estrear a turnê Phonica, enquadrando sucessos na moldura de orquestra sinfônica sem perder o apelo pop e sem resvalar para a austeridade que rege os concertos. Phonica tem circulado por arenas e estádios e entra em 2026 com datas já agendadas em cidades do Nordeste do Brasil.
Sob a direção de Jorge Farjalla, Vanessa da Mata também brilhou no show Todas elas, mostrando espantosa evolução vocal, a ponto de cantar ária de ópera com propriedade.
Já Caetano Veloso criou vigoroso show para o alentado circuito dos festivais – onde a Orquestra Imperial estreou o show em que presta excelente tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022) – enquanto Ivan Lins festejou 80 anos com show retrospectivo, Flávio Venturini repassou páginas de um livro bom no show Minha história e João Bosco alimentou saudades e esperanças do Brasil no sabor tupi do show Boca cheia de frutas.
Vanessa da Mata mostra grande evolução vocal no show ‘Todas elas’
Divulgação
Fora da rota das grandes casas, foi feliz quem testemunhou a exuberância de Marcos Sacramento no show de lançamento do álbum Arco, quem assistiu ao show Afim de Zé Ibarra (confirmação em cena do acerto do homônimo álbum solo), quem viu Alice Caymmi cantar o repertório de Nana Caymmi (1941 – 2021) nos tons e na vibração da tia imortal, quem presenciou a apoteose de Ilessi no show de lançamento do álbum Atlântico negro e quem viu Ayrton Montarroyos e o violonista João Camarero pulsarem afinados no compasso das “músicas do coração” de show em duo.
Sem falar no encontro de Assussena com o mesmo João Camarero, no banho de felicidade dado por Fátima Guedes no show Sete chuvas, no santo que baixou em Mariene de Castro no show Dona da casa, na retrospectiva de Roberta Sá no show Tudo que cantei sou, no refinado Choro das águas de Zizi Possi e na celebração de Kleiton & Kledir pelos 50 anos de carreira, entre outros belíssimos shows que ficarão nas memórias de quem os viu.
Enfim, o pulso da MPB ainda pulsa nos palcos do Brasil, dando bela resposta coletiva ao tempo rei.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Olodum e BaianaSystem reforçam a conexão em single de ginga alicerçada pela batida matricial do samba-reggae


Capa do single ‘Ginga Olodum’, do Olodum com a BaianaSystem
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ginga Olodum – single gravado pelo grupo afro de Salvador (BA) com a BaianaSystem e lançado na sexta-feira, 26 de dezembro – reforça a conexão entre essas duas potências rítmicas da capital da Bahia.
Aposta do grupo afro para o verão de 2026, a música Ginga Olodum foi composta há dois anos na edição de 2023 do Festival de Música e Artes Olodum (Femadum) com autoria creditada a Victor Badaró, Mestre João do Morro e Russo Passapusso.
A versão de Ginga Olodum ora apresentada neste inédito single é sustentada por batida de samba-reggae – gênero desenvolvido por Neguinho do Samba (1955 – 2009), saudado na letra – e turbinada pela guitarra baiana (a cargo de Roberto Barreto) e pelos beats da BaianaSystem.
Quem canta a música são os vocalistas Lazinho, Lucas Di Fiori e Russo Passapusso. Lucas Di Fiori, Pugah, Seko Bass e Titoxossi assinam a produção musical do single, gravado sob direção musical de Pugah.
Cabe lembrar que Olodum e BaianaSystem já dividiram o palco no show Olodumbaiana, uma das atrações mais aclamadas da edição de 2023 do Festival de Verão de Salvador. O encontro foi perpetuado no álbum OlodumBaiana – Ao vivo na Bahia, lançado em fevereiro daquele ano de 2023, e refeito para a programação do Rock in Rio 2024.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Como Eu Era Antes de Você’ só terminou de ser escrito por incentivo de Sophie Kinsella, morta neste mês: ‘Eu estava deprimida e sem dinheiro’, diz Jojo Moyes


Capas dos livros ‘Como eu era antes de você’ e ‘Depois de você’, de Jojo Moyes, best-sellers de 2016.
Divulgação/Intrínseca
O best-seller “Como Eu Era Antes de Você” (“Me Before You”, no título original, em inglês), que vendeu mais de 15 milhões de cópias no mundo desde 2012, correu o risco de nunca ser finalizado ou publicado, contou a escritora da obra, a britânica Jojo Moyes, em entrevista à BBC Radio 4.
Foi após o incentivo de outra autora de sucesso, Sophie Kinsella, morta no início deste mês, que Moyes decidiu retomar o romance, interrompido após cerca de 20 mil palavras redigidas (aproximadamente 100 páginas na versão impressa).
“Encontrei minha amiga Sophie e almocei com ela. Eu estava sem dinheiro e bastante deprimida, achando que minha carreira como escritora estava chegando ao fim”, disse Moyes. “Contei a ela a história que tinha começado a escrever. Ela olhou para mim e disse: ‘Você precisa escrever esse livro, você sabe disso. Precisa.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Quando Jojo Moyes voltou para casa após o encontro, ainda recebeu uma ligação do marido de Kinsella. “Ele falou: ‘soube do seu livro e também acho que você deveria terminá-lo’.”
📖”Como Eu Era Antes de Você” relata a história de Louisa Clark, uma jovem da classe trabalhadora que passa a cuidar de Will Traynor, um homem rico que fica tetraplégico após um acidente de motocicleta. O livro tornou-se um sucesso mundial e foi adaptado para o cinema em 2016, com Emilia Clarke e Sam Claflin nos papéis principais.
➡️Sophie Kinsella, cujo nome verdadeiro era Madeleine Sophie Wickham, foi diagnosticada com um câncer cerebral agressivo em 2022 e morreu no início deste mês, aos 55 anos. Ela escreveu sucessos como a série “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, “Lembra de mim?” e “Minha vida não tão perfeita”.
“Eu a amo por diversas razões, e essa [conversa] é uma delas”, declarou Jojo Moyes à BBC.
Sophie Kinsella, autora de ‘Delírios de Consumo de Becky Bloom’
Reprodução/Instagram
Jojo Moyes fala sobre sua obra ‘Como Eu Era Antes De Você’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

O álbum ‘Branco’ de Douglas Germano, bamba dos terreiros paulistanos


Douglas Germano assina sambas com Alfredo Del-Penho, Luiz Antonio Simas e Roberto Didio no álbum ‘Branco’
Sofia Colucci / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Faz dez anos que Douglas Germano, bamba do samba de São Paulo, ganhou visibilidade nacional com a gravação do samba Maria da Vila Matilde (Porque se a da Penha é brava, imagina a da Vila Matilde) na voz de Elza Soares (1930 – 2022). O samba foi a primeira amostra de A mulher do fim do mundo (2015), álbum que recolocou a cantora carioca no topo da música brasileira.
Nascido em novembro de 1968, filho de pai percussionista, Germano já havia sido apresentado como compositor pelo Fundo de Quintal com a gravação de Vida alheia (parceria com Carica) no já longínquo ano de 1991, quando ainda adotava o nome artístico de Cuca, como foi creditado no disco do grupo carioca.
Contudo, foi somente depois da gravação contundente de Elza que Douglas Germano – compositor e multi-instrumentista lapidado nos terreiros (inclusive nos do Candomblé) e nas quadras das escolas de samba de São Paulo – alicerçou a carreira fonográfica.
O percurso fonográfico foi pavimentado com álbuns como Golpe de vista (2016), Escumalha (2019) e Partido alto (2021), este um disco colaborativo com o grupo Batuqueiros e sua Gente. Branco – álbum lançado em 19 de setembro de forma discreta, em edição independente do artista – amplia a coerente discografia do artista.
Gravado entre 19 de março de 2024 e 6 de junho de 2025 no Estúdio Eifel, em Santo André (SP), o álbum Branco de Douglas Germano é quase um flagrante do artista no bloco do eu sozinho.
O sambista assina direção artística, produção musical, arranjos e as 12 músicas do repertório inédito, além de cantar (com alguns feats com nomes como Loreta Colucci), de tocar todas as percussões (um vasto arsenal composto por ferros, atabaques, tamborins, pandeiros, triângulo, surdo, cuíca, caixa, zabumba, agogô e berimbau) e de pilotar cavaquinho – instrumento que aprendeu a manusear de forma autodidata – e violão. Já o toque do violoncelo é dividido com Thiago Faria, creditado na ficha técnica como “músico especialmente convidado”.
Outros músicos fazem intervenções pontuais ao longo das 12 faixas do álbum Branco e há, claro, os parceiros letristas. Luiz Antonio Simas assina os versos de Desbancando Gordon Banks, Xaxará e Tudo é samba (faixa que ecoa a pulsação rítmica da obra de João Bosco & Aldir Blanc). Alfredo Del-Penho é o parceiro de Ramo. Roberto Didio é o letrista de Zelite.
“O Xaxará chacoalha quando chama / A peste, a morte, a vida rara / E no chacoalhar ampara o drama / De quem mora entre o morro e a lama”, canta Germano no supracitado Xaxará, petardo de álbum que transita entre a fé afro-brasileira e a política com aguçada consciência social.
Em suma, Branco é mais um álbum com que pede (mais) passagem este bamba dos terreiros paulistanos.
Capa do álbum ‘Branco’, de Douglas Germano
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Personificava vida de liberdade’, diz Macron sobre morte de Brigitte Bardot


Brigitte Bardot morre aos 91 anos
A atriz francesa Brigitte Bardot “personificava uma vida de liberdade”, disse o presidente francês Emmanuel Macron sobre a morte do ícone do cinema aos 91 anos neste domingo (28).
“Seus filmes, sua voz, sua fama deslumbrante, suas iniciais, suas tristezas, sua generosa paixão pelos animais, seu rosto que se tornou Marianne — Brigitte Bardot personificava uma vida de liberdade. Uma existência francesa, um brilho universal. Ela nos tocou. Lamentamos a perda de uma lenda do século”, disse Macron em sua conta no X.
A líder da direita na França, Marine Le Pen, também se manifestou sobre a morte da atriz, e disse que é uma “perda profunda” para o país.
“A França perdeu uma mulher excepcional, notável por seu talento, coragem, franqueza e beleza. Uma mulher que escolheu encerrar uma carreira incrível para se dedicar aos animais, a quem defendeu até o último suspiro com energia e amor inesgotáveis. Ela era a quintessência da França: de espírito livre, indomável e intransigente. Sentiremos muito a sua falta”.
Brigitte Bardot em foto sem data
Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
História
Nascida em 28 de setembro de 1934, em Paris, ela se tornou, ainda jovem, uma das figuras mais reconhecidas do cinema mundial.
Seu papel em E Deus Criou a Mulher (1956), dirigido por seu então marido Roger Vadim, a consagrou como um símbolo de sensualidade e liberdade que ajudou a moldar a cultura pop da década de 1960.
Ao longo de sua carreira, Bardot estrelou cerca de 50 filmes e também teve atuação como cantora e modelo, tornando-se uma das artistas mais fotografadas e comentadas de sua geração.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Brigitte Bardot: carreira, vida pessoal e polêmicas da atriz francesa


Brigitte Bardot morre aos 91 anos
A atriz e cantora francesa Brigitte Bardot morreu neste domingo (28), aos 91 anos. Mundialmente conhecida desde a década de 1950, ela se tornou um dos maiores símbolos do cinema francês e da cultura do pós-guerra, antes de abandonar as telas para se dedicar à defesa dos animais.
Ao longo da vida, construiu uma trajetória marcada tanto pelo estrelato internacional quanto por controvérsias e posicionamentos políticos que dividiram opiniões.
O fenômeno Bardot surgiu em 1956, quando, aos 22 anos, ela protagonizou “E Deus Criou a Mulher”, dirigido por seu então marido, Roger Vadim. O filme transformou a atriz em um ícone global de sensualidade e liberdade feminina, projetando sua imagem muito além do cinema francês.
Apesar de uma carreira relativamente curta — entre 1952 e 1972 —, Bardot marcou profundamente sua época.
Nos anos 1960, consolidou seu prestígio artístico com atuações em dois clássicos: “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard. T
ambém participou de produções como “Viva Maria!” (1965), de Louis Malle, ao lado de Jeanne Moreau, “O Repouso do Guerreiro” (1964), novamente com Vadim, e “As Petroleiras” (1971), em que contracenou com Claudia Cardinale.
Em 1967, Bardot iniciou uma carreira paralela como cantora, com relativo sucesso. Em parceria com Serge Gainsbourg, gravou músicas que se tornaram populares na França, como “Harley Davidson” e “Bonnie and Clyde”.
A imagem de liberdade que Brigitte Bardot projetava nas telas também se refletia fora delas. A atriz chamou atenção ao romper padrões de comportamento da época, como ao aparecer de biquíni no Festival de Cannes em 1953 ou ao comparecer ao Palácio do Eliseu usando calças, em um contexto em que mulheres eram esperadas em trajes formais tradicionais.
Paixão pelo Brasil
Em 1964, Brigitte Bardot passou uma temporada no Brasil em busca de anonimato. Após desembarcar no Rio de Janeiro e negociar com a imprensa alguns dias de tranquilidade, seguiu para Armação dos Búzios, então um vilarejo de pescadores sem infraestrutura.
Encantada com o isolamento, permaneceu no local por cerca de três meses e retornou no fim do mesmo ano.
Décadas depois, a atriz descreveu a experiência como um período de vida simples, longe dos holofotes. Sua passagem por Búzios teve impacto duradouro: o local ganhou projeção internacional e se transformou em destino turístico.
Em sua homenagem, a cidade criou a Orla Bardot e instalou uma estátua da atriz, que se tornou ponto turístico. Apesar disso, Bardot lamentava as transformações do balneário ao longo dos anos.
Afastamento do cinema e ativismo
Em 1973, aos 38 anos, Brigitte Bardot encerrou definitivamente a carreira no cinema após seu último filme, “Colinot Trousse-Chemise”. Desde então, passou a viver de forma reclusa em Saint-Tropez e se dedicou integralmente à defesa dos animais.
Criou a Fundação Brigitte Bardot e se engajou em campanhas contra a caça de focas, as touradas, o consumo de carne de cavalo e o uso de animais em testes laboratoriais. A militância se tornou o principal eixo de sua vida pública nas décadas seguintes.
Polêmicas e posições políticas
Os últimos anos da vida de Bardot foram marcados por declarações polêmicas e condenações judiciais.
Em 2021, ela foi condenada na França por insultos racistas contra moradores da ilha de Reunião, após enviar uma carta com declarações consideradas ofensivas, conforme divulgado pela agência de notícias France Presse.
O caso gerou forte reação de autoridades, entidades antirracistas e defensores dos direitos humanos.
Bardot também se aproximou da extrema direita francesa, manifestando apoio ao partido Reunião Nacional e a figuras como Jean-Marie e Marine Le Pen.
Embora afirmasse evitar debates políticos fora da causa animal, defendeu posições nacionalistas e fez críticas públicas a presidentes franceses, ambientalistas e ao movimento feminista #MeToo.
Brigitte Bardot em 1963 e 2001
Jack Guez/AFP e Screen prod./Photononstop/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Brigitte Bardot: relembre a carreira da atriz em FOTOS


Brigitte Bardot morre aos 91 anos
Brigitte Bardot, atriz francesa e referência do cinema mundial, morreu neste domingo (28), aos 91 anos.
Ela foi um dos grandes ícones do cinema e da moda nas décadas de 1950 e 1960 e alcançou fama internacional com o filme “E Deus Criou a Mulher” (1956), que consolidou sua imagem como símbolo de liberdade, sensualidade e modernidade de sua geração.
Relembre a carreira da atriz em fotos:
Brigitte Bardot durante visita ao Rio de Janeiro em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot em foto sem data
Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Brigitte Bardot durante visita ao Rio de Janeiro em janeiro de 1964
Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot marcou era no cinema mundial e se tornou um símbolo de beleza
AP Photo/File
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot em foto de setembro de 2017 após encontro com presidente francês Emmanuel Macron
Eric Feferberg / AFP

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Brigitte Bardot morre aos 91 anos, dizem agências francesas


Brigitte Bardot em 1963 e 2001
Jack Guez/AFP e Screen prod./Photononstop/AFP
A atriz francesa Brigitte Bardot morreu aos 91 anos, informaram agências de notícias francesas neste domingo (28).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Dá um CPF pra ela’: brasileiros inundam Instagram de Anne Hathaway após menção a ‘Águas de Março’ e Gabriel Jesus


Anne Hathaway
Reprodução/Instagram
Mais uma vez, brasileiros fizeram jus à fama de emocionados nas redes sociais. Neste sábado (27), o Instagram da atriz norte-americana Anne Hathaway foi inundado por comentários após ela mencionar a música “Águas de Março” e o jogador de futebol “Gabriel Jesus” em uma lista de reflexões de fim de ano.
A estrela de filmes como “O Diário de uma Princesa” e “O Diabo Veste Prada” contou que a canção composta por Tom Jobim e interpretada Elis Regina foi a mais ouvida por ela em 2025. Ela também classificou como “leitura obrigatória” a carta publicada neste mês pelo atacante brasileiro do Arsenal na plataforma Players’ Tribune.
No texto, Gabriel Jesus fala sobre a lesão que enfrentou recentemente e relata como o apoio da família foi fundamental durante o processo de recuperação.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
Lembra dele? Meme da Guiana foi o que mais bombou no Google em 2025; veja o top 10
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No post, Hathaway ainda mencionou outros destaques do ano, “finalmente ter tempo para assar” e ter presenciado “a voz e a presença de palco do Sam Smith ao vivo no The Warsaw — meu Deus do céu”.
A publicação faz parte de um carrossel que reúne imagens da neve e um vídeo dos biscoitos preparados pela atriz. Veja abaixo.
Initial plugin text
‘Como não amar essa mulher’
Cerca de três horas após a publicação, o post já somava mais de 143 mil curtidas e quase 2 mil comentários — a grande maioria de brasileiros.
“Alguém dá um CPF pra ela”, “diva”, “como não amar essa mulher”, “te amamos”, “vem para o Brasil” e “ela nos invocou” foram algumas das mensagens mais repetidas na seção de comentários.
Brasileiros inundam Instagram de Anne Hathaway após ela mencionar Gabriel Jesus e Águas de Março em retrospectiva do ano
Reprodução/Instagram
Veja mais:
‘Vejo você em 4 anos’: adolescentes na Austrália se despedem das redes antes de proibição

Fonte: G1 Entretenimento