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Wenne Alton Davis, atriz que participou de ‘Marvelous Mrs. Maisel’, morre ao ser atropelada aos 60 anos


Wenne Alton Davis e Rachel Brosnahan em cena de ‘The Marvelous Mrs. Maisel’
Divulgação
Wenne Alton Davis, atriz que teve uma pequena participação na série ‘The marvelous mrs. Maisel’, morreu aos 60 anos ao ser atropelada por um carro nesta segunda-feira (8), em Nova York, segundo o jornal “New York Times”.
De acordo com a polícia, a morte foi declarada no hospital.
Davis se mudou à cidade quando tinha cerca de 20 anos em busca de uma carreira como comediante de stand-up, mas logo dedicou suas atenções à atuação, segundo seu agente, Jamie Harris.
Ao longo dos anos, ela teve uma série de participações menores na TV e no cinema, como na comédia “Girls5eva” no filme “Shame” (2011).
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Boca Livre canta Edu Lobo em álbum com produção musical de João Viana


Boca Livre prepara para 2026 álbum dedicado ao cancioneiro de Edu Lobo
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Três anos após.lançar Pasieros (2022), álbum gravado em 2011 com Rubén Blades e com repertório inteiramente dedicado às músicas desse militante compositor panamenho, o grupo Boca Livre anuncia outro álbum dedicado à obra de um compositor. Desta vez, o eleito é Edu Lobo.
David Tygel (voz e viola caipira), Lourenço Baeta (voz, flauta e ukelele), Mauricio Maestro (voz e baixo) e Zé Renato (voz e violão) abordam o cancioneiro do compositor carioca em álbum gravado com produção musical de João Viana – filho de Djavan – e programado para 2026.
Cabe lembrar que, de certa forma, foi Edu Lobo quem lançou o quarteto carioca em 1978 ao arregimentar os integrantes da formação original do Boca Livre para fazer vocais no álbum Camaleão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Carmen Miranda ganha a voz e o corpo de Larissa Manoela em filme que será dirigido por Bruno Barreto em 2026


Carmen Miranda (1909 –1955) em imagem de 1941
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ Nem Anitta e tampouco Tatá Wernerk. A atriz e cantora paranaense Larissa Manoela foi escolhida para interpretar Carmen Miranda em filme que será dirigido pelo cineasta Bruno Barreto ao longo de 2026.
Intitulada Pra você gostar de mim, nome que reproduz o subtítulo do primeiro sucesso de Carmen, Taí (1930), a cinebiografia terá roteiro centrado na saga de Maria do Carmo Miranda da Cunha (9 de fevereiro de 1909 – 5 de agosto de 1955) nos Estados Unidos.
Nascida em Portugal, mas criada na cidade no Rio de Janeiro (RJ) desde o primeiro ano de vida, Carmen Miranda foi a primeira popstar brasileira.
Artista que abriu alas para o canto feminino no Brasil a partir de 1930, no início da era do rádio, Carmen Miranda ainda permanece como uma das mais completas traduções da imagem tropicalista do Brasil no universo pop, sobretudo nos Estados Unidos, onde Carmen gravou discos e filmes a partir de 1940, seguindo carreira iniciada em 1929 no Rio de Janeiro (RJ).
Diva tanto da música como do cinema, tendo feito 20 filmes entre produções brasileiras e norte-americanas, Carmen Miranda foi a primeira cantora projetada no Brasil a ganhar estrela na Calçada da Fama de Hollywood. É nessa ascensão meteórica da Brazilian bombshell nos EUA que residirá o foco da cinebiografia Pra você gostar de mim dirigida por Bruno Barreto.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #322 – Alceu Valença prepara turnê ’80 Girassóis’ para celebrar suas oito décadas


Alceu Valença esteve no g1 Ouviu, em 1º de dezembro e deu detalhes sobre a turnê “80 Girassóis”, que estreia em 2026 para celebrar suas oito décadas. O artista pernambucano passará por dez capitais brasileiras, entoando seus grandes hits como “Pelas ruas que Andei”, “Belle de Jour”, “Anunciação”, “Tropicana”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo”, entre tantos outros.
“É um show com repertório de todas as épocas da minha carreira e tem uma narrativa cinematográfica”, adiantou Alceu.
O cantor também falou sobre o sucesso de suas músicas passando “de pai para filho”.
“Com o passar do tempo, as gravadoras perderam um pouco o poder. Quando chegam as plataformas, algumas músicas que estavam no inconsciente do pai, da mãe… começam a ficar para o filho. E novas gerações começam a cantar”.
De pai para filho: Alceu Valença explica sucesso de ‘Anunciação’
Durante o programa, Alceu ainda revelou como nasceu “Anunciação”, um de seus maiores hits. Ele contou que saiu tocando flauta pelas ruas de Olinda. “Eu não pensava que estava compondo nada. Uma doidice minha mesmo”.
“Peguei um papel de pão, fui pra sala e escrevi aquela música na hora. Não sabia o que ia acontecer. Eu não faço nada pensando o que vai acontecer”.
Esse e outros sucessos ganharam remixes e covers, mas o músico também revelou que não costuma ouvir as versões das músicas dele em outros ritmos.
Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
Alceu Valença dá entrevista ao g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1
Alceu Valença é entrevistado no g1 ouviu desta segunda (1°)
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura aparece em lista do ‘The New York Times’ com 10 grandes atuações de 2025


Wagner Moura e Kleber Menonça Filho celebram nomeação em Globo de Ouro
O ator Wagner Moura apareceu em lista do jornal “The New York Times” com 10 grandes atuações de 2025. A publicação pediu que atores mostrassem como evocam paixões primordiais como amor, ódio, alegria ou tristeza. Também estão na lista Teyana Taylor em “One Battle After Another”, Jacob Elordi em “Frankenstein” e Jessie Buckley em “Hamnet”.
Filme O Agente Secreto é estrelado por Wagner Moura
Victor Jucá/Divulgação
“Quanto mais envelheço, mais procuro trazer de mim mesmo para o personagem. É como compartilhar algo sobre mim, algo em que acredito. Sou uma pessoa muito política e, claro, isso se manifesta nas coisas que faço. Arte e política estão muito próximas”, disse o ator em seu depoimento.
“Eu ainda sinto alegria como se fosse uma criança. Acho que todos os atores — talvez artistas em geral — brincam, fingem, que é o que as crianças fazem. Crianças são ótimos atores, quando não são domesticadas. Elas são naturais, os melhores atores do mundo.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sophie Kinsella, autora de ‘Delírios de Consumo de Becky Bloom’, morre aos 55 anos anos


Sophie Kinsella, autora de ‘Delírios de Consumo de Becky Bloom’
Reprodução/Instagram
A escritora Sophie Kinsella, autora do livro “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, morreu aos 55 anos. Ela tinha uma forma agressiva de câncer no cérebro.
A informação foi confirmada pela família da escritora nas redes sociais.
“É com o coração partido que anunciamos o falecimento, esta manhã, da nossa querida Sophie (também conhecida como Maddy, também conhecida como Mamãe). Ela faleceu em paz, com seus últimos dias repletos de seus verdadeiros amores: família, música, carinho, Natal e alegria”.
Segundo a BBC, os livros de Kinsella já venderam mais de 50 milhões de exemplares em mais de 60 países e foram traduzidos para mais de 40 idiomas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Com verve, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta traçam iguarias do samba no irretocável álbum ‘Bicudos dois’


Alfredo Del-Penho (à esquerda) e Pedro Paulo Malta lançam amanhã, 11 de dezembro, o álbum ‘Bicudos dois’, sequência do álbum ‘Dois bicudos’ (2004)
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Bicudos dois
Artista: Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Defensores da teoria de que a obra inicial de Chico Buarque descende da linhagem do samba de Noel Rosa (1910 – 1937) encontram ótimo argumento no samba-choro Desafio do malandro, composto por Chico para a trilha sonora do filme Ópera do malandro (1985). Nessa música, pérola que se tornou rara na obra do compositor, Chico se equilibra entre a verve de Noel e o breque do samba de Moreira da Silva (1902 – 2000).
Regravado somente uma vez, sem repercussão, o samba-choro Desafio do malandro reaparece com toda a graça em Bicudos dois, álbum que chega ao mundo amanhã, 11 de dezembro, em edição da gravadora Biscoito Fino, juntando novamente os cantores Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta em torno do samba.
Além de reverberar no samba de Chico, a verve do Poeta da Vila reaparece em estado puro no samba É preciso discutir (Noel Rosa, 1932), outra joia rara do repertório lapidar.
Sequência tardia do álbum Dois bicudos (2004), lançado há 21 anos com sucesso de crítica, Bicudos dois é disco valorizado pelo entrosamento dos cantores, pela surpreendente e extraordinária seleção de repertório – composto em maioria por relíquias colhidas pelos artistas no baú da música brasileira dos anos 1930, 1940 e 1950 – e pelos arranjos, a maioria de Paulo Aragão, diretor musical do álbum gravado entre março e abril.
Na seara dos arranjos, aliás, cabe ressaltar a combinação de piano e bateria que conduz Pergunte aos meus tamancos (1936). É no piano de Fernando Leitzke e na bateria quebra-tudo com suavidade de Marcus Thadeu que reside o suingue da gravação desse samba que, em setembro de 1936, marcou a estreia do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974) no mercado fonográfico na voz do conterrâneo Alcides Gonçalves (1908 – 1987), cantor e compositor creditado como parceiro de Lupi. Esqueça o Lupicínio amargurado dos sambas-canção. Com versos onomatopaicos, o samba Pergunte aos meus tamancos tem a leveza que pauta o álbum Bicudos dois.
“Quando eu canto meu sambinha batucada / A turma fica abismada / Com a bossa que eu faço / Faço, não me embaraço / Porque não há tempo / Marco o meu contratempo / Dentro do compasso / Quem não tiver o ritmo na alma / E nem cantando com mais calma / Faz o que eu faço”, rimam Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta em O que vier eu traço (Alvaiade e Zé Maria, 1945) com canto exteriorizado e ginga mais próxima das rodas de pagode do que da bossa microfônica exaltada no samba lançado há 80 anos por Ademilde Fonseca (1921 – 2012), cantora entronizada como a rainha do choro.
O que vier eu traço abre o álbum Bicudos dois como carta de princípios musicais da dupla de solistas. Em essência, Bicudos dois receita a alegria, a bossa e o samba como forças motrizes da vida.
“Há muita gente que não sabe aproveitar / A maravilha, o sabor que a vida tem / Eu aproveito a minha mocidade / Enquanto a morte cochila / Eu vou vivendo muito bem”, avisam os cantores nos versos de Não levo nada não (Raimundo Olavo, 1960), preciosidade do repertório da cantora Aracy de Almeida (1914 –1988) reavivada com o arranjo choradinho do cavaquinhistas Jayme Vignoli, também criador do arranjo vivaz de Seja breve (Noel Rosa, 1935) em gravação pontuada pelo sopro do clarone de Rui Alvim.
Música inédita em disco, mas já cantada por Pedro Miranda em shows pelo menos desde 2019, Prece do jangadeiro (Pedro Amorim) ecoa de início as canções praieiras de Dorival Caymmi (1914 – 2008) para depois entrar na roda entre a Bahia e o Rio de Janeiro. De Caymmi, Del-Penho e Malta reavivam com propriedade o samba cheio de bossa Doralice (Dorival Caymmi e Antônio Almeida, 1945).
Na graciosa faixa arranjada por Alfredo Del-Penho, ouve-se somente o tamborim de Paulinho Dias, marcando o ritmo em sintonia com a inusitada combinação das vozes dos cantores. Álbum à moda antiga que totaliza 14 faixas, Bicudos dois também abre (breve) espaço para sofrência, mas sem perder a altivez, mote do samba Reserva de domínio (1985), outra raridade do repertório.
Com versos descrentes no amor, Reserva de domínio é samba de Mauro Duarte (1930 – 1989) e Paulo César Pinheiro apresentado há 40 anos pelos compositores em gravação com a cantora Cristina Buarque (1950 – 2025), exímia pescadora de pérolas do samba.
A pesquisa de repertório garante o frescor do álbum Bicudos dois e atesta que os cantores são exímios conhecedores da história do samba. Que maravilha é ouvir Falso patriota (Victor Simon e David Raw, 1953), samba lançado por Geraldo Pereira (1918 – 1955) – cantor cheio de bossa – e nunca regravado por outro intérprete!
Outra pérola rara é Cosme e Damião (Wilson Baptista e Jorge de Castro, 1955), samba lançado na voz de Jorge Veiga (1910 – 1979), outro cantor que sabia cair no suingue. Detalhe: na letra do samba, Cosme e Damião não se referem aos santos gêmeos da devoção popular, mas à dupla de policiais que faziam a ronda noturna.
Fora da roda do samba, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta seguem o bloco do compositor folião Lamartine Babo (1904 – 1963) e cantam a marcha Hino do Canto do Rio, composta em 1949 e lançada em 1950 pelo Trio Melodia com o título de Marcha do Canto do Rio.
No fecho do disco, a lembrança do samba O que será de mim (Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves, 1931) reitera a verve e a malandragem sadia que regem o álbum Bicudos dois, com direito a improvisados versos autorreferentes no canto do samba.
Entrosados no canto e no remelexo de sambas como Santinha (Chico Adnet e Mario Adnet, 2022), este vocacionado para um salão de gafieira, Alfredo Del-Penho e Pedro Paula Malta apresentam aos 44 minutos do segundo tempo de 2025 um dos grandes álbuns brasileiros do ano. Bicudos dois é disco irretocável!
Capa do álbum ‘Bicudos dois’, de Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta
Isabela Espíndola

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Multishow 2025: João Gomes é grande vencedor da noite


Noite de celebração da música brasileira: Prêmio Multishow 2025 teve como grande vencedor João Gomes
João Gomes foi o grande vencedor do Prêmio Multishow 2025. Na cerimônia apresentada por Kenya Sade e Tadeu Schmidt, realizada na noite desta terça-feira (10), o cantor levou para casa quatro troféus, incluindo o de Artista do Ano.
João Gomes foi o grande vencedor do Prêmio Multishow 2025
Beatriz Dammy/Globo
Um dos momentos mais marcantes da noite foi a homenagem a Gilberto Gil. Ney Matogrosso emocionou o público ao interpretar “Se Eu Quiser Falar com Deus”, seguido por Caetano Veloso com a clássica “Drão”. Em seguida, Gil assumiu o palco para celebrar sua própria trajetória, cantando “Toda Menina Baiana” e “Andar com Fé”, acompanhado por sua família.
Gilberto Gil foi homenageado no Prêmio Multishow
Manoella Mello/Globo
Gilberto Gil foi homenageado no Prêmio Multishow
Manoella Mello/Globo
Confira a lista completa dos vencedores do Prêmio Multishow 2025:
➡️ Álbum do Ano
Coisas Naturais – Marina Sena
Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer – BK
Dominguinho – João Gomes, Mestrinho e Jota.pê
O Mundo Dá Voltas – BaianaSystem
Rock Doido – Gaby Amarantos
Um Mar Para Cada Um – Luedji Luna
Mestrinho, João Gomes e Jottapê
Globo/ Lucas Teixeira
➡️Artista do Ano
Ana Castela
Gaby Amarantos
Gilberto Gil
João Gomes
Liniker
Menos é Mais
➡️Capa do Ano
CARRANCA – Urias
Coisas Naturais – Marina Sena
Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer – BK
Dominguinho – João Gomes, Mestrinho e Jota Pê
O Mundo dá Voltas – BaianaSystem
Rock Doido – Gaby Amarantos
➡️Produção Musical do Ano
Dudu Borges
Eduardo Pepato
Iuri Rio Branco
Janluska
Papatinho
Pretinho da Serrinha
➡️Instrumentista do Ano
Amaro Freitas
Hamilton de Holanda
Hermeto Pascoal (In memoriam)
Jonathan Ferr
Mestrinho
Pretinho da Serrinha
➡️Axé e Pagodão do Ano
Desliza (“Ólhinho” No Corpinho) – Léo Santana e Melody
Energia de Gostosa – Ivete Sangalo
Hoje Eu Vou Te Usar – Tília, Kadu Martins, Mc Daniel, Léo Santana, DG e Batidão Stronda
O Baiano Tem o Molho – O Kannalha
O Verão Bateu em Minha Porta – Ivete Sangalo
Surra de Toma – Léo Santana
➡️Arrocha do Ano
Mãe Solteira – DG, Batidão Stronda, Mc Davi, J. Eskine e Mc G15
Me Apaixonei Nessa Morena – Natanzinho Lima, Mc Tato e Gabb Mc
Não Era Love – Luan Pereira, Grelo e MC Tuto
Resenha do Arrocha – J Eskine e Alef Donk
Saudade Top 1 – Unha Pintada
Vou Começar a Não Prestar – Theuzinho e Nadson O Ferinha
➡️Gospel do Ano
Avenida do Arrependimento – Thalles Roberto e Jorge
Dependente de Deus – Isadora Pompeo
Fé para o impossível – Eli Soares
O Leão – Ton Carfi
Quem É Esse – Julliany Souza
Santo Pra Sempre – Fernandinho
➡️DJ do Ano
Alok
Dennis
Mochakk
Papatinho
Pedro Sampaio
Vintage Culture
➡️Forró e Piseiro do Ano
Beija Flor – João Gomes, Mestrinho, Jota.pê
Cópia Proibida – Léo Foguete
Eu me apaixonei – Vitinho Imperador
Lembrei de Nós – João Gomes, Mestrinho, Jota.pê
Melzinho – Talita Mel, Xand Avião
Tudo Vai Dar Certo – Raí Saia Rodada
➡️Funk do Ano
Bota Um Funk – Pedro Sampaio, Anitta e MC GW
Famosinha – MC Rodrigo do CN, MC Meno K, DJ Caio Vieira
MOTINHA 2.0 (Mete Marcha) – DENNIS, Luísa Sonza
Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim – Oruam feat. Zé Felipe, Mc Tuto, Mc Rodrigo do CN, DJ Lc da Roça, MC K9 e MC PL Alves
Sequência Feiticeira – Pedro Sampaio feat. MC GW, MC Rodrigo do CN, MC Jhey, MC Nito
Vou Raspar Seu Bigodin – Mc Dricka e DJ S2k
➡️Música Urbana do Ano
Amina – Tasha & Tracie
Cacos De Vidro (sample: Esperar pra ver) – BK, Kolo, Evinha
Dharma – AJULIACOSTA, Dj KLJay, Maffalda
Fuso – Duquesa, Go Dassisti
Lido com Crises – Ryu, The Runner, Vulko FK, Neckklace, 6ee
Talvez Você Precise de Mim – Veigh
➡️MPB do Ano
Açaí – Jota.pê
Apocalipse – Luedji Luna, Seu Jorge, Arthur Verocai e Fejuca
Fé (ao vivo) – Caetano Veloso, Maria Bethânia
Infinito em Nós – Zé Ibarra
Sua Onda – Marisa Monte
Um Brinde – Djavan
➡️Pop do Ano
Caos e Sal – IZA
Despacha – Melly
É Arte – Lexa, Kevin O Chris
Lua Cheia – Marina Sena
Numa Ilha – Marina Sena
Você Vai Gostar – Duda Beat e AJULIACOSTA
➡️ Rock do Ano
A Cidade – Lagum
Além do Fim – Di Ferrero
Dig Dig Dig Rmx / Duas Cidades – Planet Hemp, Baiana System
Nada Igual – Terno Rei
Nunca Tenha Medo RMX – Planet Hemp, Seu Jorge e Emicida
toda garota como eu =( =) – Duquesa e Iorigun
➡️ Samba e Pagode do Ano
Apagar (Fundo Raso) – Ferrugem
Duvido – Turma do Pagode, Ferrugem e Mumuzinho
Fica Com Deus – Yan e Sorriso Maroto
P do Pecado – Menos É Mais e Simone Mendes
Pela Última Vez – Menos é Mais e Nattan
Vento – Xande de Pilares
➡️Sertanejo do Ano
Ilusão de Ótica – Matheus & Kauan e Ana Castela
Olha Onde Eu Tô – Ana Castela
Saudade Burra – Lauana Prado e Simone Mendes
Saudade Proibida – Simone Mendes
Sua Boca Mente (You’re Still the One) – Zé Felipe e Ana Castela
Tubarões – Diego & Victor Hugo
➡️ Brega do Ano
Apostar em Você – Luan Pereira, Zé Felipe e Mc Tuto
Bailão – Zé Felipe, Grelo
Desabafo de Um Jovem Adulto – Grelo
Foguinho – Gaby Amarantos
Pense o Que Quiser de Mim – Raphaela Santose Wesley Safadão
Sonho de Amor – Natanzinho Lima
Categorias definidas com voto popular
➡️ Show do Ano
20 anos – Jorge & Mateus
A Última Ponta – Planet Hemp
Caju – Liniker
Dominguinho – João Gomes, Mestrinho e Jota.pê
Tempo Rei – Gilberto Gil
The Town – IZA
➡️ Clipe TVZ do Ano
Acima de Mim só Deus – Filipe Ret
Lua Cheia – Marina Sena
Numa Ilha – Marina Sena
P do Pecado – Menos é Mais e Simone Mendes
Pote de Ouro – Liniker e Priscila Senna
Sua Boca Mente (You’re Still The One) – Zé Felipe e Ana Castela
Ana Castela e Zé Felipe são vencedores da categoria Clipe TVZ do Ano com Sua Boca Mente
Beatriz Dammy/Globo
➡️ Hit do Ano
Cacos de Vidro (sample: Esperar pra Ver) – BK, Kolo e Evinha
Foguinho – Gaby Amarantos
P do Pecado – Menos é Mais e Simone Mendes
Resenha do Arrocha – J Eskine e Alef Donk
Sua Boca Mente (You’re Still The One) – Zé Felipe e Ana Castela
Tubarões – Diego & Victor Hugo
➡️ Revelação com Orgulho Itaipava
AJULIACOSTA
Danilo & Davi
Joyce Alane
Léo Foguete
Panda
Yan
➡️ Categoria Brasil
Benzadeus (Centro-Oeste)
Bruna Black (Sudeste)
Zudizilla (Sul)
Josyara (Nordeste)
Marília Tavares (Norte)

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Foi apenas um acidente’: Diretor dá explicação inesperada para final do filme


Vahid Mobasseri em cena de ‘Foi apenas um acidente’
Divulgação
O final de “Foi apenas um acidente”, filme vencedor da Palma de Ouro em cartaz desde a última quinta-feira (4) no Brasil, é talvez um dos mais poderosos dos últimos anos. Ele fica ainda melhor graças à explicação um tanto inesperada — pelo menos para mim — dada pelo diretor Jafar Panahi em entrevista ao g1.
g1 já viu: ‘Foi apenas um acidente’ estica a corda da tensão com leveza para fazer o filme do ano
A conversa foi publicada no final de outubro, pouco depois da visita do cineasta iraniano ao Brasil para representar seu filme e receber uma homenagem na Mostra Internacional de São Paulo. Na época, um bom tempo antes de seu lançamento nacional, achei melhor esconder a resposta lá no final, para evitar possíveis spoilers.
Agora, alguns dias depois da disponibilidade da obra incrível para o público geral, achei que valia destacar a interpretação de Panahi para que mais pessoas pudessem ver o desfecho com seus olhos.
Por isso, fica aqui mais um aviso que vale mais continuar a ler quem já assistiu ao filme — por mais que a resposta não faça tanto sentido para quem não viu ainda.
Assista ao trailer de ‘Foi apenas um acidente’
“Pode ser que aquele som que se ouve no final nem fosse realidade. Talvez ainda seja o pensamento do protagonista. Porque ele comenta que o som está em seu ouvido há cinco anos”, me disse o cineasta com a ajuda de uma tradutora, que passou a explicação do farsi para o português.
“De qualquer maneira, se você pensa bem, não é muito rápido? Essa pessoa realmente já chegou até ele? Depois fica um silêncio e a pessoa vai embora. Essa foi uma piscadela para ele acordar. E aquela história de ajudar a mulher dele a ir ao hospital, será que não mudou alguma coisa nele? Então, temos esperanças para o futuro.”
Ele se refere, é claro, aos momentos finais em que o protagonista (Vahid Mobasseri) aparece enquanto ajuda a família a carregar um carro. Ao voltar para dentro de casa, ele para de costas para a câmera, enquanto o som de passos com um ruído mecânico se intensifica.
Horas antes, ele tinha passado grande parte do filme com um desconhecido preso em sua van até confirmar se aquele era ou não o guarda que o tinha torturado durante seu tempo na prisão do regime.
“Mas, se não for só imaginação, podemos pensar na possibilidade da continuação do ciclo (de violência, tema central da trama). E isso tudo depende, sim, da pessoa que está assistindo.”
Para escrever o roteiro, Panahi se inspirou no próprio período que passou preso pelo regime. “Foi apenas um acidente”, aliás, foi filmado de forma clandestina pelo diretor, que nem tentou conseguir permissão da censura do país para rodar o projeto.
A vitória no prêmio principal do Festival de Cannes, em maio, elevou a produção a um dos prováveis indicados à categoria de melhor filme internacional do Oscar 2026 — o que faz dele um dos grandes rivais do brasileiro “O agente secreto”.
Perseguido pelo governo iraniano por anos, Panahi inclusive foi condenado a um ano de prisão no começo de dezembro por “propaganda” contra as autoridades do país. Até por isso, seu filme representa a França na corrida pela estatueta americana.
Mohamad Ali Elyasmehr, Majid Panahi e Hadis Pakbaten em cena de ‘Foi apenas um acidente’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Começa venda do Rock in Rio card; cada ingresso vale para um único dia do festival


Novidades no line-up do Rock in Rio
A venda geral de ingressos para o Rock in Rio 2026 começou nesta terça-feira (9), às 19h. A próxima edição do festival acontece nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). Entre os shows confirmados, estão os de Elton John, Maroon 5 e Stray Kids.
O chamado Rock in Rio Card é um ingresso de entrada antecipada que dá acesso a um único dia do festival — a escolha da data será feita posteriormente.
Nesta edição, cada Rock in Rio Card custa:
R$ 795 (inteira)
R$ 397,50 (meia-entrada)
R$ 675,75 (somente para com cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A)
Sem cobrança de taxa de serviço, as vendas são realizadas exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito ou pix.
Clientes de cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar a compra em até 8x sem juros. Nos demais casos, o pagamento pode ser feito em até 6x sem juros — com exceção para cartões internacionais sem parcelamento.
O lineup
Maroon 5, Demi Lovato e Jamiroquai
Fabio Tito/g1/Reprodução /Globoplay /Flavio Moraes /g1
Ainda não se sabe o lineup completo do festival, mas algumas atrações já foram reveladas. Veja a seguir os nomes já anunciados:
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento