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Pausa de Juliette na carreira musical soa natural diante dos (des)caminhos seguidos pela cantora


Juliette anuncia a pausa com o argumento que a música estava virando obrigação
Divulgação
♫ OPINIÃO
♩ A notícia de que Juliette decidiu dar pausa na carreira musical soa natural diante dos (des)caminhos seguidos pela artista na trajetória fonográfica iniciada há quatro anos.
O anúncio do hiato foi feito pela própria Juliette em entrevista ao podcast Bonita de pele, de Jana Rosa, com o argumento de que a música estava virando “obrigação” e que já trazia mais pressão e tristeza do que felicidade. E não surpreende que a artista tenha chegado a essa conclusão após o lançamento do último álbum de Juliette, Risca faca, editado em 17 de abril.
Risca faca é disco sem alma, sem emoções reais, produzido em linha de montagem. Ao seguir o padrão pop do mercado, em movimento iniciado com o primeiro álbum de estúdio, Ciclone (2023), Juliette foi diluindo a identidade artística e se tornando mais uma na multidão pop.
Haverá quem argumente, com certa razão, que Juliette Freire Feitosa nunca a rigor marcou real presença na música brasileira. Contudo, havia alguma verdade quando ela decidiu se lançar como cantora com o EP Juliette, editado em 2021 no embalo da projeção nacional e da popularidade conquistadas pela então advogada com a participação vitoriosa na edição do programa Big Brother Brasil exibida naquele ano pela TV Globo.
Havia naquele EP inicial uma doçura e uma alma no repertório identificado com a origem nordestina da paraibana nascida em 1989 em Campina Grande (PB), ainda que cantar seja mover um dom que Juliette parece não ter.
“Juliette não é cantora, fizeram uma cantora nela. A Juliette é uma pessoa afinada, que sabe cantar, mas não é cantora. […] Afinada, ela sempre foi. Mas ser cantor não é só afinar. É saber usar a respiração na hora certa. E isso ela está aprendendo com o tempo”, disparou Xand Avião em entrevista ao podcast g1 ouviu, quebrando o protocolo da falsa amabilidade entre artistas.
Enfim, talvez Juliette aprenda com o tempo que, se quiser seguir na música, terá que retomar a carreira de cantora com a alma que deixou pelo caminho, parando de seguir fórmulas impostas por empresários e produtores musicais. Até porque o tempo, sempre rei, se encarrega de colocar cada um no devido lugar…

Fonte: G1 Entretenimento

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Como (e por que) casal Lorena e Juquinha, de ‘Três Graças’, ganhou repercussão internacional


O fenômeno Loquinha: como casal de “Três Graças” conquistou fãs ao redor do mundo
Como todos os casais da novela “Três Graças”, Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky) estão se envolvendo aos poucos. Desde o capítulo em que se conheceram, exibido no dia 29 de novembro, elas se encontraram, flertaram… e curiosamente, mesmo antes do primeiro beijo, já tinham até fãs internacionais.
Apesar de não falar português, pessoas de vários países têm procurado saber sobre “Loquinha” (apelido do casal). Ao buscar os nomes das personagens no X, há contas de lugares como Irlanda, Canadá, Itália, Reino Unido e Ásia Ocidental falando sobre as duas.
O principal motivo desse sucesso? A representação romântica e bem-feita de um casal de mulheres. É o que diz a romancista americana Rachael Lippincott, autora do best-seller “A Cinco Passos de Você”.
A escritora revelou que fez até uma conta no Globoplay para ver “Loquinha”. E contou ao g1 que está adorando a trama do casal: “Dá uma vontade instantânea de ver mais dessas duas personagens juntas”.
Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabi Medvedovsky), de ‘Três Graças’
Reprodução/TV Globo
Lippincott é só uma das várias fãs gringas de “Loquinha”. A repercussão do casal foi tanta que a própria Globo entrou na brincadeira e legendou cenas em inglês, italiano e espanhol. E tudo indica que essas espectadoras internacionais vieram pra ficar — e acompanhar o romance.
As atrizes celebram esse momento e, para elas, a forma que a história está sendo contada é o grande apelo do casal. “A gente está trazendo essa história de uma maneira real, sem apelos, sem estigmas, sem estereótipos”, diz Alanis Guillen ao g1.
Como ‘Loquinha’ chegou na gringa
É difícil dizer com certeza como aconteceu, mas fandoms já estabelecidos definitivamente ajudaram. Há várias contas nas redes sociais, especialmente no X, que interagem com conteúdos de artistas e histórias sáficas — ou seja, de mulheres que se relacionam com outras mulheres.
É o caso das “Zeudiners”, que acompanham a modelo bissexual italiana Zeudi Di Palma; e dos fãs de “GL” (girls love), obras tipo dorama sobre relações entre mulheres, geralmente produzidas na Tailândia. E como esse tipo de representação LGBTQ+ ainda não é tão comum em todos os lugares, os fandoms incluem pessoas de vários países.
Uma das “Zeudiners”, por exemplo, tirou um tempo para traduzir a história das personagens para o italiano. “A telenovela é exibida diariamente na Globo às 21h20 (horário brasileiro), ou 1h20 da manhã na Itália”, já avisou a usuária do X.
Italiana traduz trama de ‘Três Graças’ para o italiano
Reprodução/X
Aí, é trabalho também do algoritmo: quando alguém em um grupo de fãs interage com um conteúdo, ele chega rapidamente a outras pessoas.
Foi o que aconteceu com Lippincott, que contou ao g1 que descobriu “Loquinha” graças à comunidade que interagia com o GL tailandês. Para a autora, o retrato de Lorena e Juquinha é tão interessante porque parece de verdade.
“Mesmo nos poucos momentos que elas passam juntas, a química entre elas é óbvia e genuína. Até na cena do episódio de 2 de dezembro, em que a Lorena está só pensando na Juquinha, ela fica corada e se abana depois de conhecê-la há apenas dois dias. É simplesmente… tão sáfico, no melhor sentido”, conta a americana.
Histórias com apelo internacional
Lippincott conta que outras histórias brasileiras sáficas já chamaram a atenção dela. Ela acompanhou a novela “Em Família” para ver Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) e, mais recentemente, viu webséries brasileiras como “Stupid Wife” e “Depois da Meia-Noite”.
“Acho que estamos sempre em busca de conteúdo que reflita alguma parte da nossa experiência, que nos represente, e muitas vezes é difícil encontrar. Existe a constante realidade e o medo de uma série ser cancelada, de um filme mostrar apenas a tristeza em vez da alegria. Minha maior esperança, como autora e como lésbica, é que a próxima geração se sinta representada de uma forma que eu não fui. E que eu, aos 30 anos, ainda queira ser representada”.
Globo passou a postar trechos de cenas do casal com legenda em português e inglês
Reprodução/TV Globo
Para Alanis, é essa “verdade” que faz de “Loquinha” um casal tão importante. “Eu acredito no poder da representatividade como uma forma de liberdade, de aceitação, de sobrevivência (…). E eu fico muito honrada e feliz de dar voz a essa história, a esse romance, e conseguir com o nosso trabalho e com a dramaturgia falar, com verdade, sobre a verdade”.
“Tem um grande poder, entrar na casa de milhares de pessoas que não têm uma visão, não têm um convívio ou que negam essas existências e aqui podem conhecer e ver de uma maneira simples que essas histórias existem e são tão lindas e reais quanto as que elas conhecem”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura já fazem história na disputa pelo Globo de Ouro


Globo de Ouro: ‘O agente secreto’ é indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa
As indicações de Wagner Moura e do longa “O Agente Secreto” ao Globo de Ouro 2026 já somam recordes.
É a primeira vez que um filme brasileiro tem três indicações nessa premiação: Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama.
“Não sabia que as 3 indicações no Globo de Ouro são recorde brasileiro. Obrigado por me avisar e um abraço enorme pra toda a equipe inacreditável que fez ‘O Agente Secreto'”, escreveu Mendonça em sua conta no X.
Também é a primeira vez que um filme brasileiro é indicado na categoria Melhor Filme de Drama. Em anos anteriores, as produções brasileiras disputaram nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro (veja mais abaixo).
Moura é o primeiro ator brasileiro indicado na categoria de Melhor Ator em Drama
Getty Images/BBC
Além do filme, dirigido pelo pernambucano Kléber Mendonça Filho, Wagner Moura fez história no Globo de Ouro, como escreveu a revista “Variety”, por ser o primeiro brasileiro a ser indicado na categoria de Melhor Ator em Drama.
Em 2016, Moura foi indicado na categoria Melhor Ator em Série de Drama, por sua interpretação de Pablo Escobar em “Narcos”, mas perdeu para Jon Hamm, de “Mad Man”.
A disputa do Brasil pelo Globo de Ouro ocorre em um contexto no qual a diversidade tem sido uma questão importante em Hollywood.
Diversas premiações (incluindo o Globo de Ouro) expandiram seus membros para aumentar a variedade de votantes, escreveu Steven McIntosh repórter de Entretenimento da BBC News.
Isso resultou em uma maior presença de filmes em língua não-inglesa, com a vitória do filme sul-coreano “Parasita” na categoria de Melhor Filme no Oscar de 2020, sendo um ponto de virada crucial.
Há um grande número de filmes internacionais aclamados concorrendo neste ano, incluindo o emocionante “Sentimental Value”, sobre duas filhas que se reconectam com o pai distante, que recebeu oito indicações ao Globo de Ouro nesta segunda-feira (8/12).
Outro forte concorrente é “Foi Apenas um Acidente”, um filme magnífico de Jafar Panahi que conta a história de um homem em busca de vingança contra o ex-oficial da inteligência iraniana que o torturou na prisão.
“Foi Apenas um Acidente” ganhou o prêmio máximo no Festival de Cannes e recebeu quatro indicações ao Globo de Ouro.
Fernanda Torres foi a única atriz brasileira a ganhar um Globo de Ouro até o momento
Getty Images/BBC
No ano passado, o longa de Walter Salles “Ainda Estou Aqui” foi indicado na categoria Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas perdeu para “Emilia Pérez”. Já a atriz Fernanda Torres saiu vencedora do Globo de Ouro na categoria Melhor Atriz de Filme de Drama.
Confira a lista de outros atores, atrizes e produções brasileiras indicadas ao Globo de Ouro em anos anteriores.
Filmes
“Orfeu Negro” (1959) concorreu e venceu o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em 1960, mas o prêmio foi para a França, já que, embora tenha sido gravado no Brasil e falado em português, a obra foi dirigida pelo francês Marcel Camus.
“Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1981) concorreu na categoria Melhor Filme Estrangeiro em 1982.
“Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, venceu o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em 1999.
“Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles e Kátia Lund, concorreu na categoria Melhor Filme Estrangeiro em 2003.
“Ainda Estou Aqui” (2024), dirigido por Walter Salles, foi indicado na categoria Melhor Filme de Língua Não-Inglesa em 2025.
Atores
Sônia Braga: a atriz recebeu três indicações ao Globo de Ouro: em1986, por Melhor Atriz Coadjuvante, com “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985); em 1989, na mesma categoria, com “Luar sobre Parador “(1988); e, em 1995, indicada a Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para a TV, com o longa “Amazônia em Chamas” (1994).
Daniel Benzali, brasileiro radicado nos Estados Unidos, foi indicado na categoria Melhor Ator em Série de Drama, em 1996, com “Murder One” (1995-1997).
Fernanda Montenegro foi indicada em 1999 a Melhor Atriz – Drama pelo papel em “Central do Brasil” (1998).
Wagner Moura foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Drama, em 2016, pelo papel de Pablo Escobar na série “Narcos” (2015-2017).
Fernanda Torres foi indicada e ganhou o Globo de Ouro em 2025 na categoria Melhor Atriz – Drama, com sua atuação em “Ainda Estou Aqui “(2024).
Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura comentam campanha para Oscar de ‘O agente secreto’

Fonte: G1 Entretenimento

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Choro, imprevistos e nostalgia: os bastidores do Luau MTV de Nando Reis em homenagem a Cássia Eller


Nando Reis e Sarah Oliveira no Luau MTV em homenagem a Cássia Eller
Divulgação/Cleiby Trevisan
O Luau MTV, tradicional formato da MTV Brasil, voltou neste ano com um episódio especial de Nando Reis e participação de Céu e Os Garotin. Gravado em homenagem ao Luau de Cássia Eller (2002), este episódio contou com o retorno da ex-VJ Sarah Oliveira como apresentadora.
A exibição será lançada nesta quarta-feira (10), aniversário de Cássia, no canal MTV Pluto TV e nos canais oficiais do YouTube da MTV Brasil e da Corona.
O g1 foi para Maresias, no litoral norte de São Paulo, para acompanhar a gravação no dia 29 de outubro. Eram cerca de 20 figurantes acompanhando o show, cercados da equipe, imprensa e influenciadores contratados pela marca patrocinadora. Veja como foi:
Luau com história
Junto do Acústico e do MTV Ao Vivo, o Luau por si só já é clássico da MTV Brasil. Mas esta gravação, especificamente, teve ainda mais história: o Luau de Cássia Eller (veiculado em janeiro de 2002) foi o último registro em vida da artista. Ela gravou o episódio em 19 de dezembro de 2001 e morreu dez dias depois.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Naquela época, a MTV Brasil estava em plena atividade e influência. Desta vez, a gravação se deu semanas após a notícia de que a MTV mundial estaria desativando vários de seus canais (por aqui, o canal já vive praticamente só de reality shows).
Então, um formato como o Luau acaba precisando de um bom patrocínio para se manter. Agora, o programa se chama Corona Luau MTV — e acaba dependendo mais da nostalgia que da novidade. Não à toa, alguns dos famosos presentes eram ex-VJs, como Daniela Cicarelli, Marina Person e Pathy Dejesus.
Era nítida a vontade da produção de recriar uma atmosfera “MTV Brasil” que não existe mais. Mas independentemente do motivo, mais um Luau não deixou de ser uma boa notícia.
Desta vez, Nando e companhia tinham a difícil missão de homenagear uma artista que exalava vida, sem fazer desta gravação uma cópia ou um show baixo astral. “Chorei muito antes de gravar”, contou a apresentadora Sarah Oliveira, que acabou se emocionando também durante o Luau.
Luau MTV com Nando Reis, Céu, Os Garotin e Sarah Oliveira
Marcelo Sá Barretto/Ag News
Além dela, alguns instrumentistas como a percussionista Lan Lanh, Nando (até com o mesmo chapéu) e até alguns membros da equipe deste Luau também estavam presentes naquele de 2002.
A carga emocional era natural, mas estava todo mundo apreensivo também por causa do clima: até pouco tempo antes do programa, chovia sem parar. Mas por ironia ou poesia do destino, o tempo estava lindo e solar quando Nando entoou “Segundo Sol”. Só voltou a chover após o fim da gravação.
“Música não é lembrança, é sensação. E [Cássia] está aqui com a gente hoje”, disse Nando.
Repertório
Nando revelou que o repertório principal não foi escolha dele, mas incluiu os clássicos de sua relação com Cássia. Com sua banda, o músico tocou “Segundo Sol”, “Relicário” e “All-Star Azul”. Entre declarações de amor à falecida amiga, ele contou que adora o formato do Luau para investir em versões mais suaves, tranquilinhas das canções.
Nando Reis repetiu chapéu do Luau de Cássia Eller, de 2002
Reprodução/MTV/Marcelo Sá Barretto/Ag News
A imprevisibilidade do cenário ao ar livre também fez parte. Nando teve que regravar algumas músicas, por causa do ruído de um quadriciclo na praia ou por um cachorro que latia para o drone. Outras versões ele mesmo errou (não que tenha dado pra perceber), mas parte dos imprevistos deve entrar para o corte final. “Ficou legal assim, né?”, acordou com a banda.
Já o repertório dos convidados foi escolhido a dedo pelo próprio Titã. Para Céu, ele selecionou “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, de Cazuza, que Cássia cantava com muito romantismo e sensibilidade. A música ficou belíssima na voz macia da cantora paulistana, que preservou a suavidade da versão sem tentar emular o timbre de Cássia.
Os Garotin ganharam “O Meu Mundo Ficaria Completo (Com Você)”, música carismática de muito suíngue. Combinou com o carioquês dos convidados, que fizeram festa na versão.
No final, Nando e convidados arremataram com “Malandragem”, de forma um pouco atrapalhada, mas divertida: “Quem sabe ainda somos ‘os garotin’”, brincaram.
Nando Reis, Céu e Os Garotin gravam Luau MTV
Marcelo Sá Barretto/Ag News
Turnê
Nando Reis, Céu e Os Garotin transformaram o formato em uma pequena turnê, que pretende preservar o jeitão tranquilo do Luau em locais ao ar livre.
O show passou por Brasília e Santa Catarina, e acontecerá no Rio e em São Paulo até o fim do ano. Veja as próximas datas:
14 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio
21 de dezembro, no Parque Ibirapuera, em São Paulo

Fonte: G1 Entretenimento

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Venda de ingressos para Rock in Rio começa nesta terça-feira às 19h; saiba como comprar


Novidades no line-up do Rock in Rio
A venda geral de ingressos para o Rock in Rio 2026 começa nesta terça-feira (9), a partir das 19h. A próxima edição do festival acontece nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). Entre os shows confirmados, estão os de Elton John, Maroon 5 e Stray Kids.
O chamado Rock in Rio Card é um ingresso de entrada antecipada que dá acesso a um único dia do festival — a escolha da data será feita posteriormente.
Nesta edição, cada Rock in Rio Card custa:
R$ 795 (inteira)
R$ 397,50 (meia-entrada)
R$ 675,75 (somente para com cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A)
Sem cobrança de taxa de serviço, as vendas são realizadas exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito ou pix.
Clientes de cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar a compra em até 8x sem juros. Nos demais casos, o pagamento pode ser feito em até 6x sem juros — com exceção para cartões internacionais sem parcelamento.
O lineup
Maroon 5, Demi Lovato e Jamiroquai
Fabio Tito/g1/Reprodução /Globoplay /Flavio Moraes /g1
Ainda não se sabe o lineup completo do festival, mas algumas atrações já foram reveladas. Veja a seguir os nomes já anunciados:
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Mora e Kleber Mendonça Filho gravam vídeo para agradecer apoio de brasileiros a ‘O Agente Secreto’


Wagner Moura e Kleber Menonça Filho celebram nomeação em Globo de Ouro
Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura gravaram um vídeo para agradecer pela vibração dos brasileiros à nomeação de “O agente secreto” no Globo de Ouro 2026, anunciada nesta segunda-feira (8). O filme concorre nas categorias de Melhor Filme de Drama, Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator (Wagner Moura).
“Agradecer toda energia, toda atenção que estamos recebendo por todas essas indicações ao Globo de Ouro”, afirma Kleber no início do vídeo, postado em seu perfil no Instagram.
“Não só pelas indicações, mas todo apoio que estamos recebendo desde o começo”, completa Wagner. “É muito bonito ver a conexão de um povo com sua cultura, seus artistas, sua arte. Fico muito emocionado. Muito feliz. Obrigado.”
O cineasta e o ator gravaram o vídeo no aeroporto da Cidade do México. “Acabamos de pousar, estamos mandando essa mensagem para o Brasil inteiro, mas em especial a Recife, Pernambuco”, diz Kleber, em referência à sua origem “E a Salvador, Bahia”, diz Wagner, rindo. Em seguida, eles voltaram a frisar que o agradecimento é para todo Brasil.
Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante as gravações de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação
‘O agente secreto’ no Globo de Ouro
Na categoria de Melhor Filme de Drama, “O agente secreto” concorre com:
“Frankenstein”
“Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”
“Foi Apenas um Acidente”
“Valor Sentimental”
“Pecadores”
Na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, “O agente secreto” concorre com:
“Foi Apenas um Acidente” (França)
“No Other Choice” (Coreia do sul)
“Sentimental Value” (Noruega)
“Sirāt” (Espanha)
“A Voz de Hind Rajab” (Tunisia)
Protagonista de “O agente secreto”, Wagner Moura concorre com:
Joel Edgerton, “Train Dreams”
Oscar Isaac, “Frankenstein”
Dwayne Johnson, “The Smashing Machine”
Michael B. Jordan, “Sinners”
Jeremy Allen White, Springsteen: “Deliver Me From Nowhere”
LISTA COMPLETA: Os indicados ao Globo de Ouro 2026
Sobre o que é ‘O agente secreto’
Drigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, “O agente secreto” é o representante brasileiro para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Ambientado nos anos 1970, o filme conta a história de um professor universitário que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
Globo de Ouro: ‘O agente secreto’ é indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa
Outros prêmios de ‘O agente secreto’
Neste domingo (7), o filme ficou em 2º lugar em Melhor Filme no prêmio de críticos de Los Angeles. Para especialistas, o feito indica que o filme tem chances de levar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. Nas previsões do Oscar da revista “Variety”, o brasileiro figura entre os possíveis indicados.
Na semana passada, “O agente secreto” levou o prêmio de Melhor Filme Internacional pelo New York Film Critics Circle Awards (NYFCC, prêmio do Círculo de Críticos de Nova York).
Wagner Moura também venceu como Melhor Ator na premiação. Em maio, o filme levou o Prêmio da Crítica no Festival de Cannes.
TUDO SOBRE ‘O AGENTE SECRETO’:
G1 JÁ VIU: ‘O agente secreto’ debate relação do Brasil com a própria história
ENTREVISTA AO G1: Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura falam de campanha
FANTÁSTICO: Wagner Moura relembra carreira dos palcos a Cannes
TÂNIA MARIA: Por que artesã de 78 anos é um dos destaques do filme
CURIOSIDADE: A inusitada origem do orelhão, ‘estrela’ em ‘O Agente Secreto’
BILHETERIAS: Filme estreou na liderança com 273 mil pessoas nos cinemas

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump diz que não é amigo da Netflix nem da Paramount em meio a disputa pela Warner


Paramount faz oferta hostil de US$ 108,4 bilhões pela Warner
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (8) que nem a Netflix nem a Paramount Skydance são suas “grandes amigas”, após as duas empresas apresentarem propostas para adquirir a Warner Bros. Discovery.
“Eu conheço muito bem as empresas. Sei o que estão fazendo, mas preciso analisar, preciso ver qual porcentagem de mercado elas têm. Nenhuma delas é, particularmente, uma grande amiga minha”, disse Trump durante uma mesa-redonda na Casa Branca.
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A declaração do republicano veio após a disputa pelo controle da Warner ganhar um novo capítulo nesta segunda-feira. A Paramount fez uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões para assumir a empresa, elevando a pressão sobre um cenário já agitado desde a semana passada, quando a Netflix anunciou um acordo de mais de US$ 70 bilhões para comprá-la.
🔎 Uma oferta hostil é uma tentativa de aquisição em que uma empresa tenta comprar outra sem o apoio da diretoria ou do conselho da empresa que está sendo alvo. Em vez de negociar “amigavelmente” com os executivos, quem faz a oferta vai direto aos acionistas, normalmente oferecendo um valor atrativo pelas ações para tentar assumir o controle.
A investida amplia a disputa e reacende a pressão sobre as negociações, que já movimentavam Hollywood, reguladores e até o presidente dos Estados Unidos desde o anúncio do acordo da Netflix.
Além disso, a ofensiva também marca a escalada de uma série de tentativas frustradas da Paramount para assumir o controle da Warner nos últimos meses.
Desde setembro, o estúdio apresentou várias propostas para formar um novo conglomerado de mídia capaz de competir com gigantes como a própria Netflix e empresas de tecnologia como Apple, que já avançam no setor de entretenimento. Todas essas ofertas foram rejeitadas.
💰 Na proposta de hoje, a Paramount colocou sobre a mesa US$ 30 por ação, acima do valor de quase US$ 28 por ação oferecido pela Netflix na semana passada. O pacote total, incluindo o valor da compra e da dívida para ser assumida, chega a US$ 108,4 bilhões.
Mesmo que a proposta atraia os acionistas, o caminho não será fácil. A oferta deve ser analisada de perto pelos órgãos antitruste, que avaliam se fusões desse porte podem comprometer a concorrência no mercado.
Netflix anuncia acordo de compra
A reação da Paramount acontece apenas três dias depois do anúncio que movimentou o setor. Na sexta-feira (5), a Netflix saiu vitoriosa de uma guerra de lances que envolveu, além da Paramount, a Comcast.
O acordo — avaliado em US$ 72 bilhões apenas pelos ativos de TV, cinema e streaming da Warner — foi recebido com choque por executivos de Hollywood, sindicatos, cineastas e reguladores nos EUA e na Europa.
A aquisição daria à Netflix um catálogo imenso, incluindo marcas globais como HBO e Warner Bros. Pictures. Para críticos, a união representaria um nível de concentração sem precedentes no entretenimento.
Sindicatos alertaram para risco de demissões em massa e redução de salários. Concorrentes falaram em ameaça ao equilíbrio competitivo no streaming.
Já cineastas temeram queda na produção de filmes para cinema, já que a Netflix privilegia lançamentos diretos na plataforma.
A Netflix, por sua vez, demonstrou convicção: aceitou incluir no acordo uma multa de rescisão de US$ 5,8 bilhões, caso a fusão não seja aprovada por reguladores.
Trump afirma que vai participar de decisão sobre Netflix e Warner
A disputa ganhou um peso político inesperado. A compra da Warner Bros. Discovery pela Netflix foi comentada publicamente pelo presidente Donald Trump, que afirmou que a participação de mercado do novo grupo “poderia ser um problema”.
Trump também disse que pretende acompanhar de perto o processo conduzido pelo Departamento de Justiça, órgão responsável por avaliar se a fusão viola regras de concorrência e prejudica consumidores ou rivais.
Nesta segunda-feira, o conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou que a análise do Departamento de Justiça deve durar “um bom tempo”, indicando que a fusão não será aprovada rapidamente.
Além das pressões políticas e regulatórias, a Warner também enfrenta críticas da própria indústria. Sindicatos, como os que representam roteiristas e atores, expressaram preocupação com uma possível redução da produção cinematográfica e aumento de custos para consumidores.
Analistas de mercado também estão divididos: parte vê risco de “destruição de valor” na fusão; outros avaliam que a Netflix pode dar um salto estratégico ao incorporar uma das bibliotecas mais valiosas do mundo.
Movimento “hostil” da Paramount
Antes mesmo da proposta hostil, a Paramount já vinha contestando a forma como o processo de venda foi conduzido pela Warner.
Em carta enviada à empresa na semana passada, o estúdio afirmou que a negociação com a Netflix foi “tendenciosa” e que o processo teria “predefinido” a plataforma como vencedora.
A Paramount argumenta ainda que a fusão criaria um grupo com 43% do mercado global de streaming, o que, segundo seus advogados, violaria leis antitruste americanas.
Com a oferta desta segunda-feira, a Paramount tenta reverter o resultado da disputa. A empresa, que permanece entre os principais estúdios de Hollywood, vive um momento de desempenho irregular nas bilheterias e tenta usar a aquisição para recuperar protagonismo.
Na perspectiva da Paramount, a Netflix não deve ser o destino da Warner porque isso aprofundaria a concentração de mercado em um setor já dominado por poucos jogadores.
Ao apresentar uma oferta hostil, a Paramount tenta pressionar não só os acionistas da Warner, mas também reguladores, que já estão preocupados com o impacto do acordo com a Netflix.
O objetivo é mostrar que existe um comprador alternativo — um argumento que pode pesar nas avaliações antitruste.
*Com informações da agência de notícias Reuters
Ilustração mostra um modelo em miniatura em 3D impresso de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, diante do logo da Warner Bros.
Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que vídeos mostrem bastidores de ‘Harry Potter’, ‘Titanic’ e ‘Homem-Aranha’; cenas foram criadas com IA do Google


É #FAKE que vídeos mostrem bastidores de ‘Harry Potter’, ‘Titanic’ e ‘Homem-Aranha’; cenas foram criadas com IA do Google
Reprodução
Circulam nas redes sociais vídeos que supostamente mostram os bastidores dos filmes “Titanic” (1997), “Homem-Aranha (2002)” e “Harry Potter e câmara secreta” (2002). É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como são os vídeos?
Os posts, que viralizaram no X e no Instagram no início de dezembro, os posts têm as seguintes legendas: “Nos bastidores das filmagens do filme Homem-Aranha”; “Bastidores de Titanic (1997)” ; e “Bastidores de Harry Potter ❤️”. Elas omitem que os vídeos foram produzidos com inteligência artificial (IA) – leia mais abaixo.
No post sobre “Homem-Aranha”, há cenas que supostamente mostram o ator Tobey Maguire, intérprete do herói em “Homem-Aranha” (2002), “Homem-Aranha 2” (2004) e “Homem-Aranha 3” (2007), escalando paredes.
Já o de “Harry Potter” exibe diversos “registros” de integrantes do elenco suspensos por cabos, simulando voos, e gravações com chroma key (tela verde ao fundo dos cenários, para uso de efeitos especiais).
Por fim, o de “Titanic” simula o making of da famosa cena em que Jack (Leonardo DiCaprio) abraça Rose (Kate Winslet) na proa do navio.
Na seção de comentários, usuários apontaram uso de IA. Mas outros questionaram se os conteúdos eram verdadeiros. Tem mensagens de pessoas que acreditaram, como: “Que incrível!”.
⚠️ Por que isso é falso?
O Fato ou Fake submeteu os conteúdos ao SynthID, ferramenta do Google que identifica conteúdo gerados com a IA da própria empresa. Resultado da análise: “Feito com IA do Google (vídeo) – Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado” (veja abaixo).
O vídeo de “Harry Potter”, por exemplo, simula uma interação entre Daniel Redcliffe, intérprete do personagem-título, e um ator que supostamente teria feito o elfo doméstico Dobby.
No entanto, esse personagem foi completamente criado por efeitos visuais em “A câmara secreta” – e seu posicionamento nas gravações era marcado por uma bola laranja, conforme revelado pelo ator por um produtor produtor da saga em entrevista ao canal americano E.
SynthID detectou nos trechos azuis a presença da marca d’água de IAs do Google.
SynthID
SynthID detectou nos trechos azuis a presença da marca d’água de IAs do Google.
SynthID
SynthID detectou nos pontos azuis a presença da marca d’água de IAs do Google.
SynthID
É #FAKE que vídeos mostrem bastidores de ‘Harry Potter’, ‘Titanic’ e ‘Homem-Aranha’; cenas foram criadas com IA do Google
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Voz da Família Roitman, Leo Tomassini é gravado por Seu Jorge e apronta o álbum solo ‘Jaula de gorila’ para 2026


Leo Tomassini finaliza o terceiro álbum solo, ‘Jaula de gorila’, com parcerias com Cabelo, Chacal e Mauro Aguiar, entre outros nomes
Fernanda Vogas / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Vocalista da Família Roitman, banda carioca que esteve cena de 1989 a 2003 com nome inspirado no clã da novela Vale tudo (1988), o cantor e compositor Leo Tomassini retoma em 2026 a discografia solo iniciada há 12 anos com a edição do álbum Amor e cordas (2003).
Enquanto relança em edição digital o segundo álbum solo, Arpoador (2013), Tomassini apronta o terceiro álbum, Jaula de gorila, gravado com direção musical do guitarrista Pedro Sá, mas ainda não mixado.
Previsto para ser lançado no próximo ano, o álbum Jaula de gorila alinha 13 músicas no repertório inédito e autoral, gravado com Marcelo Callado na bateria e Marcelão de Sá no baixo, além de Pedro Sá na guitarra.
Além da faixa-título Jaula de gorila, parceria de Tomassini com Cabelo que aproxima o artista do sambalanço e da linguagem pop, o repertório é composto pelas músicas 45 km (Leo Tomassini e Chacal), Álcool gel (Leo Tomassini), Baião das estrelas (Leo Tomassini e Mauro Aguiar), Fim (Leo Tomassini e Beto Valente), Gravidade (Leo Tomassini), Luz versus luz (Leo Tomassini a partir de versos de Paulo Leminski), Pop Cacaso Pop (Leo Tomassini a partir de versos de Cacaso), Rápido e rasteiro (Leo Tomassini e Chacal), Rapunzel (Leo Tomassini), Rei do vermelho e o negro (Leo Tomassini e Joaquim Tomassini), Sobre a existência de Deus (Leo Tomassini) e Uma voz (Leo Tomassini a partir de versos de Ferreira Gullar).
Enquanto finaliza o álbum Jaula de gorila, o artista aguarda o lançamento, também em 2026, do próximo álbum de Seu Jorge, The other side, cujo repertório inclui música inédita de Leo Tomassini, Beleza Barbara.

Fonte: G1 Entretenimento

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Discoteca virtual 13 – Os álbuns de New Balanço, Martin Mendonça, O Samba que Elas Querem e Claudia Amorim


♫ DISCOTECA VIRTUAL 13
Capa do álbum ‘Segue o baile’, do grupo New Balanço
Divulgação
♪ Segue o baile – New Balanço
♬ Com som calcado na batida do samba-rock, o sexteto lança na sexta-feira, 12 de dezembro, o álbum Segue o baile. Entre temas instrumentais como Encanto (samba com toque de jazz) e Magia, o grupo New Balanço apresenta músicas cantadas como Deus abençoe, Quando ela passa e Tamo no lucro, faixa na qual o grupo põe rap no samba-rock.
Capa do álbum ‘Mundo de nós dois’, de Martin Mendonça
Juana Diniz
♪ Mundo de nós dois – Martin Mendonça
♬ Guitarrista de Pitty, com quem formou o duo Agridoce, Martin Mendonça lança álbum solo na sexta-feira, 12 de dezembro, com capa que expõe foto de Juana Diniz. Antecedido em novembro pelo single Juntos, o álbum Mundo de nós dois alinha nove músicas no repertório inteiramente autoral. Gravador, Roxo, Dói e Me deixe – faixa gravada com a adesão da cantora Charlie D – figuram no cardápio.
Capa do álbum ‘O Samba que Elas Querem é assim’, do grupo O Samba que Elas Querem
Divulgação
♪ O Samba que Elas Querem é assim – O Samba que Elas Querem
♬ Com a participação avalizadora de Leci Brandão na regravação de Lá e cá (1987), parceria de Leci com Zé Maurício, o grupo feminino O Samba que Elas Querem apresenta 12 músicas no primeiro álbum. Com exceção da composição de Leci, todas são inéditas. Minha sorte (Cecília Cruz e Silvia Duffrayer), Filhas de Oyá (Julia Ribeiro, Karina Neves e Silvia Duffrayer) e Pérola Negra passou por aqui (Silvia Duffrayer e Cecília Cruz) estão entre as novidades. Vítor de Souza assina a produção musical do álbum O Samba que Elas Querem é assim e divide os arranjos com Evandro Silva.
Capa do álbum ‘Novos tempos’, de Claudia Amorim
Renan Capeda
♪ Novos tempos – Claudia Amorim
♬ A cantora revolve O sal da terra (Beto e Ronaldo Basto, 1981) no álbum gravado com produção musical de Bruno Danton e programado para ser lançado na quinta-feira, 11 de dezembro. No disco, Claudia Amorim dá voz a músicas como A cidade dos artistas (Luiz Enriquez Bacalov e Sergio Bardotti em versão em português de Chico Buarque, 1981), Desperto de você (Ilessi e Thiago Amud, 2020) e Perdidamente (João Gil a partir de versos de Florbela Espanca, 1987), sucesso do grupo português Trovante.

Fonte: G1 Entretenimento