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Alaíde Costa festeja 90 anos em cena, com coerência e integridade artística, e ainda em tempo de reparação histórica


Alaíde Costa festeja os 90 anos no palco do Teatro Rival Petrobras, em show apresentado no Rio de Janeiro (RJ) na noite de 5 de dezembro
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Tudo que o tempo me deixou
Artista: Alaíde Costa com o pianista Gilson Peranzzetta
Data e local: 5 de dezembro de 2025 no Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Alaíde Costa chega hoje aos 90 anos em cena e em tempo de reparação histórica iniciada há três anos a partir da edição do álbum O que meus calos dizem sobre mim (2022). Mesmo assim, ainda paira no ar a sensação de que o Brasil deve muito a essa cantora carioca nascida em 8 de dezembro de 1935 com o nome de Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide.
Do contrário, os ingressos logo teriam se esgotado para o show com que a artista celebrou os 90 anos na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), reapresentando no Teatro Rival Petrobras na noite de sexta-feira, 5 de dezembro, o show Tudo que o tempo me deixou com o pianista Gilson Peranzzetta.
Do contrário, a imprensa musical estaria saudando a cantora com mais ênfase pelos 90 anos e pelas sete décadas de disco. Sim, Alaíde Costa iniciou a carreira fonográfica com single editado em 1956. Em 2026, ano em que a cantora gravará o terceiro disco da trilogia idealizada por Marcus Preto com Emicida, a data será redonda.
Para além das efemérides, o que vale comemorar é a coerência e a integridade de Alaíde Costa na condução da carreira. De 1956 a 2025, o canto da artista permaneceu imaculado, imune aos vícios do mercado, às músicas de baixo quilate melódico, harmônico e poético. Alaíde Costa não facilita e é isso que a torna uma artista ainda mais fascinante.
No show com Gilson Peranzzetta, a cantora rebobinou o repertório do álbum Tudo que o tempo me deixou, lançado em 2005 pela gravadora Lua Music, com o requinte de se apresentar com o mesmo visual da capa do disco. Longe de abarcar sucessos, esse repertório é povoado por músicas requintadas de difícil absorção popular, casos de Ana Luiza (Antonio Carlos Jobim, 1973), Estranha saudade (Cristovão Bastos e Hermínio Bello de Carvalho, 1995) e Meu sonho (2025), parceria de Alaíde com o igualmente íntegro Johnny Alf (1929 – 2010).
Essa é Alaíde Costa, cantora para poucos que, desde os anos 2000, conta com o suporte do produtor e empresário Thiago Marques Luiz para seguir em cena soltando a voz para esse público pequeno e antenado que a acolhe e a aplaude nos shows.
Na plateia do Teatro Rival, esse público se deleitou com interpretações lapidares, feitas com alma e voz, de Minha Nossa Senhora (Fátima Guedes, 1995), Solidão (Dolores Duran, 1958) e Voz de mulher (Sueli Costa e Abel Silva, 1984) – pontos altos de apresentação marcada pelo entra-e-sai de convidados.
Alaíde protagonizou duetos com gente que comunga dos mesmo ideais artísticos e que paga preço por isso. Gente como o cantor Vidal Assis – com quem a cantora interpretou Eu te amo (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1980) com certa insegurança lendo a letra da canção – e o pianista Antonio Adolfo, com quem Alaíde refez o dueto no reflexivo e magoado samba-canção Errei, sim (Ataulfo Alves), feat eternizado no álbum Uma estrela para Dalva (2025), lançado em maio.
Os encontros com as cantoras Áurea Martins e Eliana Pittman em Eu e a brisa (Johnny Alf, 1967) e no samba Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952), respectivamente, ratificaram a ideologia musical de Alaíde Costa, cujos calos adquiridos na longa estrada dizem muito sobre a artista.
Chegar aos 90 anos em cena, com total integridade artística, é algo raro para uma cantora, no Brasil e em qualquer país do mundo. Alaíde Costa cruza hoje essa fronteira com dignidade que merece ser aplaudida de pé.
Alaide Costa refaz o show ‘Tudo que o tempo me deixou’ com o pianista Gilson Peranzzetta no Teatro Rival Petrobras
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Feliz em ver pessoas torcendo por artista como se torce por jogador de futebol’, diz Denise Fraga


Antes de fazer uma viagem sem data de volta, Ana Catarina (Denise Fraga) decide reencontrar pessoas que lhe deram alguns livros ao longo da vida e escreveram dedicatórias neles. Com essa premissa, o filme “Livros Restantes” resgata e encerra histórias vividas pela personagem, que vai iniciar uma nova jornada de vida em outro país.
O filme, que tem estreia nacional prevista para 11 de dezembro e traz a literatura como um lugar de memória, também levanta o desejo de revisitar amigos e conversas, sejam elas confortáveis ou não.
Ao g1, Denise Fraga revelou com quem gostaria de ter um reencontro para uma dessas conversas, se fosse possível.
“Se eu tivesse que encontrar de novo alguém com que eu não falei, e que eu teria coragem de perguntar coisas hoje, seria meu pai. Depois que ele morreu, fiquei pensando muitas coisas sobre ele. Queria, hoje, ter uma conversa franca com ele, sabe? De entender coisas dele, mais do que eu tentei entender na época”, afirmou a atriz.
Denise Fraga em “Livros Restantes”
Divulgação
Ela ainda relembrou a cerimônia de homenagens que incentivou durante o velório de sua mãe, no início de 2025. Na ocasião, os presentes se reuniram para relembrar histórias com e sobre Wilma Fraga.
Com roteiro de Marcia Paraiso, “Livros Restantes” é uma coprodução Brasil–Portugal. No país europeu, Denise aproveitou para ser uma “outra Denise”, uma outra pessoa que ninguém reconhece — assim como propõe sua personagem logo no início da obra.
“Ninguém sabia exatamente onde eu estava. Tem uma um fascínio qualquer nesse seu ponto isolado transitando no mundo”, analisou a atriz.
Denise, que também está em cartaz com o filme “Sonhar com Leões”, ainda deu dicas de leituras e celebrou o atual cenário do cinema nacional:
“Fiquei feliz quando eu vi as pessoas torcendo por uma artista como se torce por jogador de futebol.”
Veja trechos da entrevista com Denise Fraga ao g1:
g1 – Logo no início do filme, sua personagem cita que está indo para um lugar onde ninguém a conhece, onde poderá ter uma identidade secreta. Você já teve essa vontade de ir para algum lugar onde ninguém te reconhecesse, ter uma vida nova, uma identidade secreta?
Denise Fraga – Eu acho que todo mundo tem um pouco essa vontade de pensar o que seria se não tivesse sido. Esses múltiplos ‘eus’ que a gente pode ser, eu acho que todo mundo tem. Eu já tive.
É que eu gosto muito da minha vida. Então eu fico mais assim… Mas de vez em quando, dá vontade de tentar entender o que é que seria você se não fosse você. Essas múltiplas possibilidades de Denise.
Eu acho que também eu tenho um caso de amor com a minha profissão muito grande, com o meu ofício. Encontrei na vida uma coisa que eu adoro fazer, consegui pagar minhas contas com isso. E isso é realmente uma receita de felicidade, porque eu adoro fazer o que eu faço quase que obcecadamente.
Então eu nunca quis não ser atriz ou ser diferente disso. Mas muitas vezes você fica pensando principalmente por ser atriz, nessas outras vidas que você poderia viver não só na profissão, como a gente já vive um pouco emprestado.
Eu fui para Portugal, fiz dois filmes lá, e tive uma espécie de outra Denise. Até quando o roteiro da Ana chegou para mim, eu falei: “Que maluco chegar nessa hora que eu tô aqui, nesse apartamento em Portugal, morando sozinha”. Ninguém sabia exatamente onde eu estava. Tem uma um fascínio qualquer nesse seu ponto isolado transitando no mundo.
Denise Fraga em “Livros Restantes”
Divulgação
g1 – O filme, além de falar sobre essa mudança na vida, mostra a importância de se falar as coisas, do desabafo. Você é como a atual Ana Catarina, que expõe os sentimentos? Ou você engole muito sapo?
Denise – Eu acho que a gente vai envelhecendo, e a gente vai ficando com mais coragem, né? Pelo menos comigo e umas amigas com quem eu divido coisas.
Eu era muito tímida, inacreditavelmente. Hoje, eu falar que eu era tímida parece um “tipo”, porque eu sou muito tagarela. Acho que a própria profissão me deu segurança de falar.
Sempre pensei muito, tive muita conversa interna. Mas eu era muito calada na infância, adolescência, até no início da carreira. Eu me lembro que uma vez um ator do Grupo Tapa me perguntou assim: “Você é calada mesmo ou você tá pensando um monte de coisa que você não fala?”.
A maioria dos calados está pensando em muita coisa que não fala. A gente não para de pensar. Hoje eu sou uma tagarela. Mas eu acho que eu aprendi a falar com afeto sobre coisas que eu não falava.
Eu faço terapia e fiz muitas horas da minha vida. Eu acho que fazer terapia devia ser um direito de todos. Então eu acho que eu aprendi, sim, a falar com mais afeto, ser mais assertiva.
A Ana Catarina está fazendo meio que um inventário de si. Ela resolve fazer esses encontros, e até algumas pessoas rejeitam essa conversa. As pessoas não querem conversar. É muito louco. As pessoas tão topando uma cegueira, até com medo de tocar em assuntos.
Eu gosto muito de fazer sessão comentada, no teatro a gente faz com regularidade. Você se irmana ali com a plateia nos pontos de conexão que aquela obra pode ter te trazido. E eu acho que o teatro, o cinema, a literatura, são muito terapêuticos. Eu acredito na evolução humana através da arte.
g1 – No filme, sua personagem revisita pessoas que fizeram parte da história dela. Você, Denise, gostaria de revisitar alguém? Voltar a falar com alguém que você não vê mais ou até que já partiu, para que pudesse conversar e entender algo que ficou lá atrás?
Denise – Ai, a gente falando de terapia, e ela vai arrumar o divã agora, né? (risos) Mas que boa pergunta.
A Márcia Paraíso é muito incrível. Olha o roteiro que ela escreveu. Olha que premissa maravilhosa. E aí eu fiquei pensando, por que que a gente não faz isso?
A gente deixa isso para aquela hora que todo mundo se encontra no velório de alguém e todo mundo fica falando daquela pessoa. E vira aquele mosaico coletivo.
Inclusive, eu acho que é uma coisa que a gente devia aprender a cerimonializar nos velórios. Eu fiz isso no enterro da minha mãe. E eu me lembro que até meu irmão olhou para mim assim: “Você vai mesmo fazer isso?”. Mas ele mesmo começou a falar. Depois, a minha prima falou, eu falei dela. Acho que a gente cerimonializa pouco a vida, a gente faz pouco rituais criativos da própria vida. E deixa isso pro velório, quando acontece, ou um discurso de aniversário.
Eu acho que se eu tivesse que encontrar de novo alguém que eu não falei, que eu teria coragem de perguntar coisas hoje, seria meu pai.
Porque, depois que meu pai se separou da minha mãe, entendi muito mais dele. E depois que ele morreu, eu fiquei pensando muitas coisas sobre ele. E também terapia e tudo mais… Mas eu queria hoje ter uma conversa franca com ele, sabe? De entender coisas dele, mais do que eu tentei entender na época.
g1 – Depois de ver o filme, estava lendo o release e, lá, cita que o “Livros Restantes” mostra uma mulher de 50 anos que deixa de ser vista pela sociedade. Em algum momento da sua vida, você sentiu isso? Seja na falta de oportunidade profissional, seja nos olhares, nas ruas e até de respeito?
Denise – Eu nunca senti isso. Assim, na verdade, eu não me sinto velha. Isso é um perigo até…
Eu não me sinto velha, é muito louco, porque eu tenho 61 anos e eu tenho uma juventude comigo.
Denise Fraga em “Livros Restantes”
Divulgação
Eu vejo que eu tô velha quando eu vejo que meu filho tá meio gordo, fumando. Agora graças a Deus não fuma mais, mas quando você tem um filho que engordou e fuma, você fala assim: “Eu tô velha”.
Mas eu acho que eu senti talvez isso na maternidade. Hoje é uma geração muito diferente nessa coisa de escutar o pai como sábio.
Uma hora, tudo o que a gente fala, nossos filhos começam a questionar muito. É natural. Eu também fazia isso com a minha mãe, mas talvez eu não deixasse a minha mãe perceber tanto que a opinião dela não me interessava mais.
Mas isso é uma coisa recorrente que as pessoas falam. Eu acho até que isso tá mudando muito. Inclusive, uma coisa que a gente tem o costume de fala é: “Ah, é raro, é ter um protagonista 50 mais”. É.
Quando você vai ficando mais velha, você vai fazer a mãe, você vai fazer depois a avó. Você não é mais o herói da história, o personagem protagonista. E alguma coisa aconteceu, que, esse ano, é o segundo filme que eu lanço em que sou protagonista. E estou com convite para o ano que vem de três filmes para ser protagonista.
As pessoas me perguntam se isso é uma coisa dos diretores querendo afirmar o protagonismo feminino. É também. Mas eu acho que as mulheres estão mais protagonistas da vida, das suas vidas, e isso acaba no cinema.
Hoje uma mulher de 60, ela tá aí cuidando da vida, até mudando, recomeçando a vida, morando sozinha, saindo, indo para balada.
g1 – A gente está acompanhando as conquistas de “Ainda estou aqui”, de “Agente Secreto”… Como que você está vendo esse cenário atual de filmes nacionais?
Denise – É, muito bonito, né? Eu fiquei tão feliz esse ano quando eu vi as pessoas torcendo por uma artista, a Nanda, Fernanda Torres, e pelo Waltinho, Walter Sales, como se torce por jogador de futebol. Que coisa maravilhosa.
E eu sinto que tem um duplo valor no que aconteceu com “Ainda Estou Aqui”, porque não era um filme qualquer. Era um filme que conta a história que o Brasil não contou para si mesmo e que nos foi sequestrada. Tiraram de nós essa possibilidade na escola, e a gente teve que saber por nós mesmos o que é que tinha acontecido na ditadura militar no Brasil.
O cinema é o maior veículo de uma nação. Os Estados Unidos perceberam isso muito cedo e fizeram do seu cinema a sua arma de poder no mundo.
Todo mundo está de olho no Brasil agora. O Brasil está para o mundo. Eu acho muito impressionante o talento que a gente tem para o cinema. Em como é uma potência, que todas as vezes que tentaram abafar e aplacar, assim que ele é de novo incentivado — e ele precisa ser incentivado –, ele floresce.
E por que que precisa ser incentivado? Eu falo para todo mundo para ver “Livros Restantes” na primeira semana, porque a gente não tem dinheiro pro lançamento, como [os filmes americanos] têm.
O blockbuster entra nas salas, e a gente vai ficando com a sobra. Temos a cota de tela agora que foi conseguida a duras penas.
Mas eu clamo para as pessoas: coloque a cota de tela de cinema nacional em você. Veja Quantos filmes nacionais você viu no mês. Se você gosta de ao cinema. Prioriza um.
Denise Fraga em “Livros Restantes”
Divulgação
g1 – Aproveitando o tema do filme, o que você está lendo atualmente?
Denise Fraga – Eu tô lendo a Annie Ernaux, porque a Annie Ernaux é um vício. Eu tô até com raiva dela. (risos) Porque ela escreve aquela escrita seca, né? Eu tô lendo um livro muito bonito dela, que é “O uso da foto”. É um livro em que ela teve um caso amoroso. Eles fotografavam as roupas pelo chão e combinaram depois de escrever, cada um, o que foi para eles aquela noite. É muito bonito.
Eu fico atualmente entre leituras que eu chamo de funcionais, que são leituras que ajudam a gente a viver nesse mundo caótico.
A gente ler Sidarta Ribeiro, Krenak, “A queda do céu”, do Kopenawa, a gente precisa urgentemente tentar entender por outra ótica, para a gente conseguir viver nesse caos e quase barbárie que o mundo anda.
E eu acho que você também tem que alternar e ler poesia. Ter o código poético em dia. Então, a Wisława Szymborska é uma poetisa que eu tô muito ligada ultimamente. Sempre Drummond me ensina. Tem que ler Valter Hugo Mãe, Mia Couto, Conceição Evaristo, Djamila Ribeiro.
Põe lá meia horinha antes de dormir, se obrigue a ler quatro páginas que seja, antes de cair no sono, sai do celular.
Separa 15 minutos por dia, que seja, para você conseguir se nutrir e ter palavras para as suas angústias, porque senão você fica muito sozinho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump afirma que vai participar de decisão sobre Netflix e Warner: ‘Pode ser um problema’


Netflix fecha acordo para compra da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (7) que vai participar da decisão sobre a compra da Warner Bros. Discovery pela Netflix, em um negócio avaliado em mais de US$ 70 bilhões.
Segundo a agência de notícias Reuters, em resposta a questionamentos de repórteres, o republicano afirmou que o acordo representa uma grande fatia do mercado de entretenimento. “Isso poder ser um problema”, disse.
O acordo foi anunciado na última sexta-feira (5) e precipitou uma onda imediata de reações em Hollywood e em órgãos reguladores.
Antes mesmo da notícia, a aquisição já enfrentava críticas de sindicatos, rivais, cineastas e políticos nos Estados Unidos e na Europa — pelo menos desde que os rumores de que a plataforma de streaming levava a sério uma oferta por um dos estúdios mais tradicionais dos Estados Unidos se intensificaram.
Grupos trabalhistas afirmam que a consolidação ameaça empregos e salários, enquanto concorrentes alertam para o risco de um domínio inédito no streaming. Cineastas e exibidores dizem temer um impacto direto nas salas de cinema.
A operação também deve passar por um processo regulatório longo e conturbado, com alerta de autoridades dos dois partidos americanos sobre possíveis efeitos anticompetitivos.
Especialistas, porém, estão divididos: parte vê riscos logísticos e de destruição de valor; outros consideram que a aquisição pode levar a Netflix a um novo patamar, ao incorporar um dos maiores catálogos do mercado.
Veja abaixo as principais reações ao acordo:
Netflix e Warner Bros.
Reuters
A indústria
Houve forte oposição de cineastas proeminentes, preocupados com o futuro da experiência de ir ao cinema.
James Cameron: O criador de “Avatar” e “Titanic” classificou a aquisição da Warner Bros. pela Netflix como um “desastre” em entrevista ao podcast The Town. Ele criticou a postura do co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, que anteriormente considerou a exibição teatral uma “ideia obsoleta”. O diretor chamou a promessa da Netflix de continuar os lançamentos cinematográficos de “isca para otário”, ao menos se envolver apenas exibições limitadas para se qualificar ao Oscar.
Kleber Mendonça Filho: O diretor do representante brasileiro ao Oscar 2026, “O agente secreto”, defendeu no Twitter (X) a experiência cinematográfica depois da notícia. “O streaming é uma nova e espetacular forma de ver filmes, mas o streaming não pode ter o poder de acabar com a cultura da sala de cinema. São os cinemas que constroem o caráter e a história de um filme”, escreveu o cineasta.
Produtores: Produtores de Hollywood mandaram um e-mail ao Congresso contra a aquisição, temendo que a plataforma “seguraria uma forca ao redor do mercado cinematográfico”. De acordo com a revista “Variety”, o lobby foi organizado por nomes importantes da indústria.
Exibidores de cinema: O Unic, um grupo que representa exibidores cinematográficos europeus, afirmou que o acordo “representa um risco duplo”, segundo a revista “Hollywood Reporter”, com menos filmes produzidos e menos ainda lançados nos cinemas.
Grupos trabalhistas
Os sindicatos de Hollywood manifestaram forte oposição, temendo o impacto da consolidação na remuneração e nas oportunidades de emprego.
Sindicato dos Roteiristas da América (WGA, na sigla em inglês): Declarou que a fusão “deve ser bloqueada”. A organização argumentou que a aquisição eliminaria empregos, reduziria salários, pioraria as condições de trabalho para todos os trabalhadores do entretenimento, aumentaria os preços para os consumidores e diminuiria o volume e a diversidade de conteúdo.
Sindicato dos Diretores da América (DGA, na sigla em inglês): Expressou “preocupações significativas”. A DGA defendeu que uma indústria vibrante e competitiva é crucial para proteger as carreiras e os direitos criativos dos diretores e suas equipes.
Sindicato dos Produtores da América (PGA, na sigla em inglês): Afirmou que os produtores estão “certamente preocupados” com a mudança de mãos de um dos estúdios mais históricos da indústria. O PGA exigiu que a transação promova oportunidades para trabalhadores e artistas e a escolha para os consumidores.
Governo e órgãos reguladores
A aquisição está sujeita a uma longa batalha regulatória devido a preocupações antitruste.
Governo dos EUA: Um alto funcionário disse à emissora americana CNBC que a administração Trump vê o acordo proposto de US$ 72 bilhões com “forte ceticismo”.
Senador Mike Lee, presidente da subcomissão de Antitruste do Comitê Judiciário (Partido Republicano): declarou que o acordo “levantaria sérias questões sobre competição. Talvez mais do que qualquer outra transação que eu vi em cerca de uma década”.
Senadora Elizabeth Warren (Partido Democrata): Chamou o acordo de um “pesadelo antimonopólio”, alertando que a combinação criaria uma gigante de mídia com controle de quase metade do mercado de streaming, resultando em preços de assinatura mais altos e menos opções para os consumidores, além de colocar em risco os trabalhadores americanos.
Reguladores da União Europeia: Especialistas em concorrência na UE consideram improvável que o acordo seja bloqueado, segundo o site Deadline. No entanto, esperam que o negócio desencadeie investigações que levam tempo e que possa resultar na imposição de condições, como a exigência de que a Netflix honre contratos de licenciamento existentes ou até mesmo a venda da plataforma de streaming da Warner, a HBO Max.
Concorrência
A Paramount, que até essa sexta era considerada favorita para conseguir a aquisição, criticou fortemente o acordo, destacando as implicações negativas para a concorrência e a distribuição cinematográfica.
Advogados do estúdio, recém comprado por David Ellison, alertaram em uma carta enviada à Warner nesta quinta-feira (4) que a aquisição “consolidará e estenderá o domínio global da Netflix” de uma forma não permitida pelas leis de concorrência.
A Paramount calculou que a nova empresa teria 43% de participação entre os assinantes globais de plataformas de streaming, o que a tornaria “presumivelmente ilegal sob a lei dos EUA”.
Especialistas
Os analistas tiveram visões divididas sobre o valor e os riscos logísticos, segundo o Deadline. O analista de Mídia e Telecomunicação da Enders Analysis, François Godard, apontou o risco de que o acordo possa destruir valor da nova empresa, assim como aconteceu com a fusão anterior da Warner e da Discovery, e questionou se a HBO sobreviveria sob a Netflix.
Já Guy Bisson, diretor-executivo da Ampere Analysis, considerou o acordo “grande notícia, mas não inesperada”. Ele argumentou que a transação faz sentido, elevando a Netflix ao próximo nível e fornecendo um conjunto de Propriedades Intelectuais (IP) que levaria décadas para construir.
O presidente dos EUA, Donald Trump, em 2 de dezembro de 2025
REUTERS/Brian Snyder

Fonte: G1 Entretenimento

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Silvero Pereira vence a Dança dos Famosos 2025


Silvero Pereira vence a Dança dos Famosos
Reprodução/TV Globo
Silvero Pereira e Thais Sousa foram os grandes vencedores da Dança dos Famosos. A final ocorreu neste domingo (7) durante o Domingão do Huck.
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Wanessa Camargo ficou em segundo lugar e Manu Bahtidão e terceira. Os trios finalistas tiveram o desafio de dançar valsa e samba para consagrar a grande final.
As últimas apresentações contaram com a avaliação da bailarina Ingrid Silva e da apresentadora Tati Machado, campeã do Dança em 2024. Além das juradas artísticas convidadas, para a decisão o programa ainda reuniu o elenco da atração para reviver os melhores momentos da competição e celebrar.
Com um placar de 159,8 pontos, a dupla vencedora perdeu apenas dois décimos durante a final. ganhou um carro 0km.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mauri: relembre a trajetória do sertanejo em FOTOS


O sertanejo Mauri Lima, em foto postada em junho de 2024
Reprodução
Morreu neste domingo (7) o cantor Mauri, irmão de Chitãozinho e Xororó. O cantor, que fazia dupla com irmão Maurício, morreu em um acidente no km 373 da Régis Bittencourt (BR-116), em Miracatu (SP).
Quem é Mauri, irmão de Chitãozinho e Xororó que morreu em acidente
Nascido Amauri Prudêncio de Lima, em Mauá, na Região Metropolitana de São Paulo, em 1970, ele formava uma dupla sertaneja com Maurício há 35 anos e morava em Campinas (SP).
VEJA FOTOS DA CARREIRA
Mauri (à direita), irmão de Chitãozinho e Xororó, morreu neste domingo (7). Na foto ele aparece com dua dupla, o também irmão Maurício
Reprodução/Instagram
Mauri em selfie no dia 27 de novembro e em foto ao lado do irmão Mauricio, sua dupla sertaneja
Reprodução/Instagram
Maurício e Mauri ao lado de Chitãozinho e Xororó no clipe oficial de “Paixão ou Loucura”
Divulgação
Mauri Lima e sua companheira, a apresentadora Andrea Fabyanna
Reprodução/Instagram
a dupla Mauri e Maurício ainda jovem em foto de arquivo postada pelo perfil da dupla
Reprodução/Instagram
Após encontro em maio deste ano com a dupla Zezé di Camargo e Luciano, Mauri postou uma montagem relembrando o momento em que ele, Maurício e a outra dupla famosa fizeram um show juntos em Santos (SP) em 1991
Reprodução/Instagram
A dupla sertaneja Mauri e Maurício
g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Mauri, irmão de Chitãozinho e Xororó que morreu em acidente


Mauri em selfie no dia 27 de novembro e em foto ao lado do irmão Mauricio, sua dupla sertaneja
Instagram / Reprodução
Mauri, irmão da dupla Chitãozinho e Xororó, morreu neste domingo (7), aos 55 anos, vítima de um acidente em uma estrada do Paraná.
Nascido Amauri Prudêncio de Lima, em Mauá, na Região Metropolitana de São Paulo, em 1970, ele formava uma dupla sertaneja ao lado de outro irmão, Maurício, há 35 anos.
Antes de se juntarem nos palcos, em 1990, Mauri trabalhava nos bastidores dos shows dos irmãos mais famosos e Maurício era backing vocal da dupla.
O perfil oficial da dupla no Instagram tem mais de 83,3 mil seguidores. O pessoal de Mauri, 34,6 mil.
Casado com a apresentadora do SBT, Andrea Fabyanna, o último post do sertanejo foi uma homenagem para a mulher, que fez aniversário há três dias, no dia 4 de dezembro.
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Há uma semana, Mauri postou uma selfie na academia e afirmou “estar cuidando da saúde”. Ele perdeu vários quilos nos últimos meses.
“Temos que ter foco, força, fé e determinação!!! Cuidando da saúde. Sempre com Deus na frente”, escreveu na legenda.

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo Roupa Nova manda recado para o vocalista Paulinho, falecido há cinco anos, em canção de EP que sai em 2026


Roupa Nova na capa do single ‘O recado’
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♫ NOTÍCIA
♬ Fará cinco anos no próximo domingo, 14 de dezembro, que o grupo Roupa Nova perdeu o vocalista e percussionista Paulinho, como era conhecido o cantor e músico Paulo César dos Santos (6 de setembro de 1952 – 14 de dezembro de 2020), falecido em decorrência de complicações de infecção por Covid-19.
A lembrança da morte do integrante da formação original do sexteto carioca é o mote de O recado, composição inédita de autoria de Luiz Fernando Oliveira, o baixista Nando. Balada situada entre o country e o folk, O recado entrou em rotação na noite de quinta-feira, 4 de dezembro, em single que adianta mais uma música do EP autoral que o Roupa Nova lançará em 2026.
Na letra de O recado, Nando versa sobre o sentimento de despedida do amigo vocalista e também sobre o movimento de continuidade na trajetória da banda formada em 1980, há 45 anos.
“Recebi seu último recado / Sonhando acordado, de coração para coração / Diz que foi no dia combinado / Foi num trem todo enfeitado / Pra morar noutra estação / […] / Guarda o meu lugar ao seu lado / Que a roda do tempo trilha sempre uma só direção / Levo o violão afinado / Um sorriso aberto / E vou lembrando o refrão da canção”, manda recado, através da canção, o grupo Roupa Nova, que desde junho de 2021 conta oficialmente com o vocalista Fábio Nestares na função que era de Paulinho.
O single O recado chega pouco depois de um mês do lançamento da balada Teu olhar, primeira música do vindouro EP do Roupa Nova.
Capa do single ‘O recado’, do grupo Roupa Nova
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja obras roubadas da Biblioteca Mário de Andrade, em SP


Dois criminosos armados invadem Biblioteca Mário de Andrade e roubam obras de arte
Criminosos roubaram oito gravuras de Henri Matisse e outras cinco de Candido Portinari na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, no Centro de São Paulo, na manhã deste domingo (7).
O perfil da biblioteca chegou a publicar neste sábado (6) uma foto da exposição. Nela, é possível ver as telas que estavam sendo expostas eram ilustrações de um livro raro de Matisse, que se chama Jazz. A exposição exibia 20 pranchas impressas de Matisse.
Imagens obtidas pelo g1 e GloboNews mostram o espaço vazio após a ação dos ladrões.
Na caixa em vermelho, na imagem abaixo, aparecem as obras roubadas.
Obras roubadas da exposição “Fotografia e vanguarda do MAM São Paulo”, que foi alvo dos criminosos neste domingo (7), na Biblioteca Mário de Andrade.
Reprodução/Instagram
Da esquerda, em cima, para a direita: ‘O palhaço’, ‘O circo’, ‘Senhor leal’, ‘O pesadelo do elefante branco’, ‘Os Codomas’, ‘O nadador no aquário’, ‘O engolidor de palavras’, ‘O cowboy’
Reproduçã/Instagram
Entre as obras roubadas, estão:
O palhaço (Le clown);
O circo (Le cirque);
Senhor leal (Monsieur loyal);
O pesadelo do elefante branco (Cauchemar de l’Eléphant Blanc);
Os Codomas (Le Codomas);
O nadador no aquário (La nageuse dans l’aquarium);
O engolidor de palavras (L’avaleur de sabres);
O cowboy (Le Cowboy).
Espaço onde as obras roubadas estavam expostas na Biblioteca Mário de Andrade, no Centro de SP.
Acervo pessoal
Elas faziam parte da exposição “Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade”, realizada em parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM).
Em um vídeo publicado pelo MAM no YouTube, é possível ver com mais detalhes algumas das obras roubadas.
Obra ‘O Palhaço’, de Matisse, uma das peças roubadas da Biblioteca Mário de Andrade
Reprodução/Youtube/MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo
Vídeo mostrou algumas das obras de Matisse roubadas da Biblioteca Mário de Andrade
Reprodução/Youtube/MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo
🖼️ Henri Matisse foi pintor, escultor, desenhista e gravurista. Ele é considerado um dos maiores nomes da arte moderna, conhecido por liderar o fauvismo, movimento artístico que usava cores vibrantes e expressivas para criar obras sensoriais, explorando formas, luz e beleza.
Já a lista de obras de Portinari roubadas, da série “Menino de Engenho”, ainda não foi divulgada. As gravuras são ilustrações o livro homônimo de José Lins do Rego, publicada em 1932.
🖼️ Candido Portinari foi um artista plástico brasileiro, considerado um dos mais importantes pintores brasileiros de todos os tempos, sendo o que mais alcançou projeção internacional.
Em 2007, os quadros de Portinari “O lavrador de café”, que estavam expostos no Masp, foram levados por criminosos.
Em nota, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa informou: “A pasta informa que as obras expostas contam com apólice de seguro vigente, e que o local dispõe de equipe de vigilância, sistema de câmeras de segurança. Todo o material que possa servir à investigação está sendo fornecido para as autoridades policiais. A Polícia Militar atendeu a ocorrência e a Guarda Civil Municipal (GCM) reforçou o policiamento”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Centenas de livros da coleção do Museu do Louvre sofrem danos após vazamento de água


Exterior do Museu do Louvre, em Paris
Ian Langsdon/AFP
Um vazamento de água danificou centenas de livros no departamento de antiguidades egípcias do Museu do Louvre, em Paris, expondo mais problemas na infraestrutura do local semanas após um roubo milionário de joias revelar falhas de segurança.
Segundo o site “La Tribune de l’Art”, especializado em artes, cerca de 400 obras raras foram afetadas, em razão de tubulações deterioradas. A reportagem aponta que o setor tenta há anos obter recursos para proteger o acervo, sem sucesso.
O incidente aconteceu na quarta-feira (27). Os escritórios do departamento também foram afetados e estão interditados.
O vice-administrador do Louvre, Francis Steinbock, disse ao canal de notícias francês “BFM TV” que o vazamento atingiu uma das três salas da biblioteca e que entre 300 e 400 livros foram danificados — o número ainda está em apuração.
Ele afirmou que não são exemplares considerados preciosos, mas sim obras frequentemente consultadas por egiptólogos. Steinbock reconheceu que o problema era antigo e que reparos estão previstos apenas para setembro de 2026.
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Em outubro, quatro ladrões roubaram joias avaliadas em US$ 102 milhões (mais de R$ 550 milhões) em plena luz do dia, expondo falhas graves de segurança.
No mês seguinte, fragilidades estruturais levaram ao fechamento parcial da ala de vasos gregos e escritórios.
Um relatório do Tribunal de Contas francês publicado em outubro apontou que a dificuldade do museu em modernizar sua infraestrutura é agravada pelo alto gasto com aquisição de obras.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fotógrafo Martin Parr morre aos 73 anos

O fotógrafo britânico Martin Parr, famoso por suas fotos que retratavam com humor o cotidiano de seus compatriotas, morreu no sábado aos 73 anos, anunciou sua fundação neste domingo (7) em um comunicado.
“É com grande tristeza que anunciamos que Martin Parr (1952-2025) faleceu ontem em sua casa em Bristol”, informou a fundação, simultaneamente à Magnum Photos, agência para a qual o fotógrafo trabalhou por muitos anos.
Parr alcançou a fama com uma estética muito reconhecida de primeiros planos, cores saturadas e um toque britânico marcante.
Seus temas preferidos, como o turismo de massa e o consumismo, lhe deram projeção além do mundo dos aficionados pela fotografia.
Sua obra, de caráter quase documental e às vezes tachada de “kitsch”, lhe rendeu tantos admiradores quanto detratores.
Nascido em Surrey em 23 de maio de 1952, foi iniciado na fotografia por seu avô, um apaixonado pelo meio.
Em meados da década de 1980, ficou conhecido com a série “Last Resort”, dedicada aos turistas de classe média em Brighton. Estas imagens marcaram o rumo de seu trabalho posterior, com o uso do flash mesmo em ambientes externos.
Após uma carreira repleta de obstáculos, tornou-se membro da agência Magnum em 1994, apesar da rejeição inicial de Henri Cartier-Bresson. Mais tarde, dirigiu a agência entre 2013 e 2017.Esta notícia está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento