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Katy Perry e Justin Trudeau posam ao lado de ex-primeiro ministro do Japão


Katy Perry e Justin Trudeau fazem 1ª aparição pública como casal
Katy Perry e Justin Trudeau posaram ao lado do ex-primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, e de sua esposa, Yuko Kishida. O político japonês publicou uma foto e se referiu à cantora como “parceira” de Trudeau.
“O ex-primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, veio ao Japão com sua parceira, Katy Perry, e almoçou conosco, eu e minha esposa”, escreveu o ex-primeiro ministro do Japão.
Solteira desde que terminou seu relacionamento de quase 10 anos com Orlando Bloom, Katy Perry esteve em turnê pelo Canadá entre o fim de julho e o início de agosto, quando foi vista com Trudeau pela primeira vez. O ex-primeiro-ministro canadense se separou em 2023 de Sophie, após 18 anos de casamento. Os dois são pais de Xavier, de 17 anos, Ella-Grace, de 16, e Hadrien, de 11.
Katy Perry e Justin Trudeau posaram ao lado do ex-primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, e de sua esposa, Yuko Kishida
Reprodução/Instagram
Em outubro, o casal foi visto saindo de mãos dadas de um restaurante em Paris. Em setembro, eles foram fotografados em clima de romance em um iate.
De acordo com a revista “People”, foi Trudeau quem “foi atrás dela” durante uma pausa da cantora na turnê. A publicação acrescenta que nenhum representante de Perry ou Trudeau se manifestou sobre o relacionamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Warner Bros. Discovery negocia venda exclusiva para Netflix após empresa fazer maior proposta, diz agência


Logo da Netflix em prédio de Los Angeles.
Mario Anzuoni/Arquivo/Reuters
A Netflix entrou em negociações exclusivas para comprar a Discovery, da Warner Bros., após oferecer US$ 28 por ação, disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters. A controladora da HBO avaliava alternativas estratégicas e recebeu nesta semana uma nova rodada de propostas, que também envolveu Paramount/Skydance e Comcast.
A Netflix apresentou a maior oferta entre os pretendentes à compra da Warner Bros Discovery, disse uma fonte à Reuters nesta quinta-feira, em um negócio que pode remodelar o setor de mídia.
A proposta de aquisição dos estúdios e da unidade de streaming da Warner Bros Discovery pela gigante do streaming deverá reduzir os custos para os usuários ao agrupar Netflix e HBO Max, informou a Reuters na terça-feira.
Netflix e Warner Bros Discovery não comentaram o assunto.
De acordo com o Wall Street Journal, a Warner Bros Discovery está buscando outra rodada de propostas de pretendentes até o final desta quinta-feira, depois que a Paramount Skydance acusou a Warner Bros Discovery de conduzir um processo de venda injusto que favorece a Netflix em detrimento de outros concorrentes.
A Warner Bros Discovery teria recebido ofertas mais vantajosas de possíveis concorrentes – Paramount, Comcast e Netflix – no início desta semana, depois de pedir que melhorassem as propostas iniciais apresentadas no final de novembro.
Em carta enviada ao presidente-executivo da Warner Bros Discovery, David Zaslav, a equipe jurídica da Paramount levantou preocupações sobre a “justiça e adequação” do processo, citando relatos da mídia que indicam que a administração da Warner Bros Discovery favorece a proposta da Netflix, publicou a CNBC.
A Paramount Skydance, liderada por David Ellison, solicitou confirmação sobre se a Warner Bros Discovery formou um comitê especial independente de membros imparciais do conselho para avaliar as ofertas e supervisionar o processo de venda, segundo a CNBC.
Paramount e Comcast não responderam imediatamente a pedidos de comentários da Reuters.
A oferta da Paramount envolve a compra de todo o grupo.
Em outubro, o conselho da WBD recusou uma oferta de cerca de US$60 bilhões da Paramount e, em seguida, lançou um processo formal de venda.
*Este texto está em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Cary-Hiroyuki Tagawa, ator de ‘Mortal Kombat’ e ‘Pearl Harbor’, morre aos 75 anos


Cary-Hiroyuki Tagawa, ator de ‘Mortal Kombat’ e ‘Pearl Harbor’, morre aos 75 anos
Reprodução/Instagram
Morreu, nesta quinta-feira (4), Cary-Hiroyuki Tagawa, ator japonês que atuou em diversos filmes, como “Mortal Kombat”, “Pearl Harbor” e “Sempre o seu lado”.
A família do ator publicou nas redes sociais que a causa da morte foi um derrame e lamentaram a perda.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta faz versões enlatadas de ritmos festivos em álbum de verão, mas 1 música se salva; leia crítica


Não é só porque uma música é para curtir no verão e no carnaval que ela não pode ser boa: o repertório brasileiro é cheio de hits festivos que se tornaram hinos atemporais. Mas Anitta, maior nome do pop no país, não tem se empenhado muito para criar os seus.
“Ensaios da Anitta”, EP que a cantora lançou nesta quinta-feira (4) com as apostas para a folia de 2026, segue sua fórmula já tradicional de tentar adaptar ao próprio repertório os ritmos que bombam nas paradas brasileiras.
Ao longo de seis músicas, ela canta piseiro, funk, arrocha e tecnobrega, mas quase todas são versões enlatadas de outras coisas que já fizeram sucesso. Falta criatividade na produção e na interpretação. E a cantora não se conecta de verdade com os estilos que apresenta. Há uma exceção (leia, abaixo, sobre cada uma das faixas).
Anitta em foto de divulgação do projeto “Ensaios da Anitta”
Divulgação
1 – ‘Gostosin’
Piseiro sensual em parceria com o cearense Felipe Amorim e o produtor Hitmaker. Tem influência sutil do rave funk popular no Sul do Brasil.
A letra fala de um casal com muita química e pouco compromisso com a fidelidade. “É briga de cachorro grande, mas eu gosto assim”, canta Anitta.
2 – ‘Fala Quem É’
Faixa mais próxima da balada do que do carnaval. É um pop eletrônico com participações de Pabllo Vittar e Marina Sena. A batida, com menções psicodélicas, parece copiada do “Coisas Naturais”, disco mais recente de Marina, mas não chega a ser tão inspirada.
Inicialmente, a música teria também a participação de Melody, ex-estrela mirim que acaba de completar 18 anos. O trecho que incluía a cantora foi excluído do projeto depois que ela mostrou uma parte da música em uma entrevista no YouTube.
3 – ‘ Brincadeira Gostosa’
O solo envolvente no início faz promessas que não são cumpridas ao longo desse funk carioca genérico, cantado por Anitta com Lexa e Pocah. Até mesmo aqui, onde sua carreira nasceu, a cantora soa desconectada do estilo.
Nas ruas, a coreografia será difícil de reproduzir: “Eu vou rebolar de costa com as duas mãos no chão. Vou olhar na tua cara, só pra ver tua reação”, diz a letra.
4 – ‘Sede de Você’
Outro piseiro sensual, dessa vez com o cearense Nattan. A batida mais lenta do forró abre margem para dançar juntinho, mas não tem poder para despertar grandes paixões.
5 – ‘Cheio de Vontade’
Aqui as coisas começam a melhorar. Uma batida de funk minimalista e sombria surpreende ao abrir caminhos para o arrocha da cantora pernambucana Priscila Senna.
Um “uuu” no refrão tem potencial para grudar na cabeça de quem ouve.
6 – ‘Só Pra Tu’
Aos 45 minutos do segundo tempo, finalmente surge o hit. Parceria com a cantora paraense Viviane Batidão, a música é um tecnomelody manhoso, carismático e com refrão engraçado: “Todinha só pra tu, ai que fogo no uh uh uh uh”, as duas brincam numa interpretação em sintonia.
Faz diferença aqui a colaboração com Rodrigo Camarão, produtor veterano da música paraense, que tem no currículo trabalhos com Pinduca (o “rei do carimbó”), Joelma e a própria Viviane. Com a participação dele, a produção consegue aproximar o tecnomelody do funk melody de Anitta de forma autêntica, sem deixar a impressão de que a artista quer apenas surfar no sucesso do ritmo paraense.
O resultado é uma música que — confia em mim — você provavelmente vai ouvir muito enquanto as temperaturas estiverem altas no Brasil.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tropa de Elite peruano’ bate recorde e causa polêmica com história do ‘resgate do século’


Chavín de Huántar: El Rescate del Siglo: veja o trailer do filme
“Chavín de Huántar: O resgate do século” entrou em cartaz no Peru como a operação militar que o filme retrata. Bem pensado e fazendo barulho, virou uma espécie de “Tropa de Elite peruano”. Em pouco mais de um mês, bateu a marca de 1 milhão de espectadores e entrou para o ranking das produções mais vistas de todos os tempos no país.
A história real recontada ajudou: trata-se de um episódio do qual os peruanos têm orgulho, um resgate de 72 reféns da residência do embaixador japonês, em 1997.
Mas o filme, claro, foi além de explosões, túneis, maquetes e treinamento militar por vezes parecido com o do filme estrelado por Wagner Moura. Ainda sem previsão de estreia no Brasil, “Chavín de Huántar” tem promovido quase uma batalha entre quem exalta um épico necessário e quem enxerga apenas uma história mal contada.
O que diz quem ELOGIA o filme?
Realismo militar inédito no cinema peruano: explosões reais, armas reais, consultoria direta dos militares de 1997.
Tensão bem construída: mesmo com o público já sabendo o desfecho, temos aqui 90 minutos de ação bem feitinha.
Foco humano nos soldados: o roteiro mostra as fragilidades, medos e vínculos familiares.
Locações impressionantes: as réplicas exatas dos túneis e da residência atacada são um ponto alto.
Orgulho peruano: o desfecho da história real enche o povo local de orgulho e, agora, a ideia é também mostrar que o Peru faz filmes de nível hollywoodiano.
O que diz quem CRITICA o filme?
Acusação de viés ideológico: uma parte dos peruanos tem dito que o filme é 100% a favor dos militares, apagando o contexto e certa complexidade do conflito.
Roteiro raso: os diálogos e cenas trazem personagens quase estereotipados, com uma pegada maniqueísta que prejudica o filme.
Problemas técnicos: alguns efeitos especiais não convencem e a trilha sonora é exagerada, deixando o filme um pouco fora do tom.
Reféns muito tranquilos: o roteiro não mostra de forma crível o pânico e os perrengues de quem ficou mais de dois meses preso.
Outros lados esquecidos: membros do Movimento Revolucionário Túpac Amaru, responsáveis pelas ações violentas retratadas, e políticos da época não têm suas personalidades desenvolvidas no filme.
Cena do filme ‘Chavín de Huántar: El Rescate del Siglo’
Divulgação
Qual é a história de ‘Chavín de Huántar’?
Em dezembro de 1996, militantes do Movimento Revolucionário Túpac Amaru (MRTA) invadiram a residência do embaixador japonês em Lima, fizeram 72 reféns e permaneceram lá por 126 dias.
Os membros do exército peruano cavaram túneis sob a casa, instalaram cargas explosivas e executaram um ataque que matou todos os membros do MRTA, resgatando todos os sequestrados.
O que ficou de fora?
A ausência na trama mais citada pela imprensa peruana é a do então presidente Alberto Fujimori (1938-2024). Keiko Fujimori reclamou que o filme ignora o papel do pai, que autorizou e coordenou politicamente a operação. Há quem veja nisso uma tentativa de não trazer um viés político ao filme.
Manquete construída para facilitar missão de resgate retratado no filme ‘Chavín de Huántar: El Rescate del Siglo’
Divulgação
Outras lacunas chamam atenção: pouco se vê sobre quem eram de fato os sequestradores e sobre falhas do Estado em crises anteriores. O diretor e roteirista espanhol Diego de León deixa claro que, para ele, só uma história vale a pena ser contada: a dos heróis militares do filme.
Estreante em longas, ele antes tinha feito curtas e a minissérie “Los Otros Libertadores”, que resgata o papel de heróis da guerra pela independência peruana, entre 1811 e 1828.
Polêmicas e questões técnicas
A produção fez do realismo seu principal trunfo para encher salas de cinema. A maioria das explosões parecem reais e os atores treinaram durante um mês, tendo militares como consultores. Por outro lado, “Chavín de Huántar” erra no tom e em certas limitações técnicas do longa, que podem ser justificadas por seu diretor pouco experiente.
Existem momentos em que a trilha sonora cresce em uma cena que o silêncio faria mais sentido. E os reféns, como já mencionado, não transmitem o medo que se espera de pessoas presas por 126 dias. Há uma sensação de que a emoção foi higienizada para não roubar o protagonismo de uma narrativa heroica que tanto comove os peruanos.
Talvez o silêncio mais incômodo seja sobre denúncias de execuções extrajudiciais. Relatos de um médico militar, de representantes da Cruz Vermelha e de um refém japonês indicam que ao menos três integrantes do MRTA teriam sido capturados vivos e mortos depois. O filme não menciona nada disso. Também não aborda inconsistências na morte de um dos reféns, crítico do governo Fujimori.
Para críticos mais exigentes, o filme acerta na obsessão pelo resgaste, de fato impressionante, mas escorrega no que escolhe deixar de fora. E essa ausência fala tão alto quanto a ação estrondosa que conduz a história.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Five Nights at Freddy’s 2’ traz novos elementos para franquia, mas repete erros do filme original; g1 já viu


“Five Nights at Freddy’s – O pesadelo sem fim” obteve uma boa bilheteria quando foi lançado em 2023, mesmo com um resultado bem abaixo do esperado em termos cinematográficos. Por isso, não demorou muito para que fosse produzida uma sequência estrelada pelos bichinhos mecânicos sinistros.
Com uma produção estimada em US$ 51 milhões (mais do que o dobro da primeira parte, que custou US$ 20 milhões), “Five Nights at Freddy’s 2” chegou aos cinemas nesta quinta-feira (4). Para a alegria dos fãs do game que inspirou o primeiro filme e esta sequência, a nova produção traz ainda mais situações bizarras e um curioso clima de tensão.
A segunda parte também vem com diversas referências dos jogos, que vão ajudar o público a ficar ainda mais atento com o que acontece na telona. O filme só poderia caprichar um pouco mais para criar um terror mais interessante, especialmente para os não iniciados.
A trama se passa um ano após os acontecimentos do primeiro filme. O protagonista Mike Schmidt (Josh Hutcherson) ainda tenta lidar com os traumas adquiridos na Pizzaria Freddy Fazbear. Assim como sua irmã Abby (Piper Rubio), que sente saudades dos seus amigos mecânicos. A policial Vanessa (Elizabeth Lail) também enfrenta seus próprios fantasmas, especialmente aqueles ligados ao passado sombrio de seu pai, o vilão William Afton (Matthew Lillard).
Assista ao trailer do filme “Five Nights at Freddy’s 2”
Um dia, Abby recebe um chamado da ave Chica, um dos mecatrônicos (que tem a voz de Megan Fox na versão original) e volta a se conectar com os estranhos robôs, que estão escondidos na matriz da pizzaria, fechada há anos. Mas Abby não sabe que está sendo usada por uma nova entidade maléfica que precisa da menina para realizar um plano de vingança.
Para impedir que o pior aconteça com Abby novamente, Mike e Vanessa correm contra o tempo para deter as estranhas criaturas.
Terror controlado
Assim como no primeiro filme, “Five Nights at Freddy’s 2” tem como principais méritos recriar o visual do jogo, com enquadramentos que dão a impressão de que o espectador está dentro do game, especialmente nas cenas dentro da pizzaria. Além disso, há uma sequência em que uma personagem precisa descobrir um código, o que se assemelha aos momentos em que é preciso decifrar um enigma para “avançar de fase”.
Isso sem falar de outra cena em que é preciso usar uma estratégia para evitar um ataque dos robôs assassinos. Embora não faça muito sentido, certamente vai deixar os iniciados no game bem felizes. E, da mesma forma que aconteceu com o longa de 2023, o grande trunfo do filme são os animais mecatrônicos, que surgem em novas versões (algumas realmente perturbadoras) e mantém o design sinistro e intrigante. Mais uma vez, eles foram criados pelo Jim Henson Studio, que criou os Muppets e personagens da “Família Dinossauro”.
Os bichos-robôs assassinos voltam a atacar em ‘Five Nights at Freddy’s 2’
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Mas mesmo com essas qualidades, o filme também apresenta os mesmos problemas que tiram o impacto da proposta original. A diretora Emma Tammi insiste em fazer diversos takes repetidos de sustos que possuem a mesma dinâmica e, lá pelas tantas, provocam mais tédio do que medo, por serem previsíveis demais. Nas mãos de um cineasta mais experiente e criativo, certamente não teria tantos sustos fáceis.
Além da direção, “Five Nights at Freddy’s 2” tem problemas sérios com o roteiro, mais uma vez assinado por Scott Cawthon, autor do jogo original. O roteirista não consegue criar sequências que façam algum sentido em diversos momentos da trama, além de escrever diálogos bem questionáveis. Um exemplo é quando uma personagem diz não ter mais medo alguém e, após ser ameaçada, sai correndo desesperada, o que soa como uma contradição desnecessária.
Novos personagens, mesmos problemas
Com um orçamento mais generoso, o chefão da Blumhouse, Jason Blum, de sucessos como o primeiro ‘M3gan’ e “O Telefone Preto 2”, pôde ampliar seu elenco para a sequência de “Five Nights at Freddy’s” com alguns atores mais conhecidos do grande público. Um deles é McKenna Grace (“Ghostbusters: Apocalipse de Gelo”), que surge como Lisa, garota que gosta de investigar casos de assombração com sua equipe e que acaba se tornando uma peça essencial para a trama.
McKenna Grace interpreta Lisa em ‘Five Nights at Freddy’s 2’
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Além de Grace, chama a atenção a presença de Skeet Ulrich (“Jovens Bruxas”), que vive o pai de uma das vítimas dos crimes ocorridos na pizzaria. O curioso é que Ulrich e Matthew Lillard (sempre com suas caras e bocas exageradas) meio que retomam a parceria que fizeram no primeiro “Pânico”, em 1996.
Porém, os novos personagens não acrescentam nada de muito cativante do que já tinha sido feito anteriormente. Josh Hutcherson não faz nada do que já não tinha feito antes com o seu personagem e, para piorar, ele é prejudicado pelas falas ruins de seu personagem. Elizabeth Lail, que tem mais destaque nesta continuação, é apenas correta e não desperta maiores sentimentos no público com seus dramas pessoais. A menina Piper Rubio, um pouco mais crescida, continua cativante com sua fofura, mesmo não saindo do lugar comum.
“Five Nights at Freddys 2” deve ter o mesmo sucesso do filme anterior, mesmo com tantos problemas que aparecem na telona porque, no final das contas, apresenta muitos dos elementos que agradam aos fãs do jogo. Os produtores devem estar bastante confiantes com o êxito do longa. Tanto que há uma cena durante os créditos e uma mensagem em áudio que indicam que uma terceira parte não deve demorar a acontecer.
Fica aqui a torcida, então, para que a sequência com os bichos-robôs seja boa tanto para quem curte o game como para quem adora um bom cinema de terror e suspense.
Vanessa (Elizabeth Lail), Abby (Piper Rubio) e Mike (Josh Hutcherson) enfrentam novos perigos em ‘Five Nights at Freddy’s 2’
Divulgação
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel O Pensador grava no Rio álbum audiovisual com nomes como Jorge Ben Jor, Mano Brown, MV Bill, Rael e Xamã


Gabriel O Pensador canta com Jorge Ben Jor (foto à esquerda) e Mano Brown em show inédito apresentado ontem, 3 de dezembro, no Rio de Janeiro
Sthepany Barros / Divulgação / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Se Alcione tivesse assistido na noite de ontem, 3 de dezembro, à gravação do álbum audiovisual em que Gabriel O Pensador rebobinou em show inédito os sucessos amealhados em 33 anos de carreira, a cantora certamente diria que o rapper carioca “não é um qualquer”.
Afinal, o cantor e compositor reuniu no palco da Fundição Progresso, espaço cultural do centro do Rio de Janeiro (RJ), um time estelar de convidados que incluiu Jorge Ben Jor, Lulu Santos, Os Garotin, Jota.Pê e rappers como Mano Brown (ícone do gênero no Brasil), MV Bill, Rael e Xamã, entre outros nomes.
Todos os convidados já tinham sido anunciados, com exceção de Jorge Ben Jor, que entrou em cena sem aviso prévio para reviver Solitário surfista / Surfista solitário (Gabriel O Pensador), música que gravou com o rapper em 2012.
Além dos convidados, Gabriel recebeu no palco representantes das aldeias Mata Virgem e Maracanã durante as execuções das músicas Cachimbo da paz (Gabriel O Pensador, Lulu Santos e Memê, 1997) e Cachimbo da paz 2 (Gabriel O Pensador, Kevin Afonso, Lulu Santos e Xamã, 2023).

Fonte: G1 Entretenimento

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Reencontro de Roberto Carlos e Jorge Ben Jor em especial atiça memórias da juventude roqueira na turma da Tijuca


Roberto Carlos (à esquerda) posa com Jorge Ben Jor em ensaio do especial de Natal ‘Noite feliz’
Reprodução / Facebook Roberto Carlos
♫ ANÁLISE
♬ O reencontro de Roberto Carlos com Jorge Ben Jor no especial de Natal de Roberto – intitulado Noite feliz e programado para ser exibido pela TV Globo na noite de 23 de dezembro – simboliza a celebração de amizade que já soma 68 anos, ainda que quase sempre os artistas tenham estado distantes nestas sete décadas.
Roberto e Jorge habitam universos musicais distintos. Contudo, na segunda metade da década de 1950, eles fizeram parte da mesma turma da Tijuca, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ), quando esse tal de rock’n’roll fazia a cabeça da juventude carioca que se reunia na Rua do Matoso na esquina com a Rua Haddock Lobo.
Roberto Carlos chegou lá em 1957, à procura de um jovem roqueiro que poderia ter a letra de Hound dog (Jerry Leiber e Mike Stoller, 1952), a música propagada em escala mundial por Elvis Presley (1935 – 1977). Esse roqueiro era Erasmo Carlos (1941 – 2022) e o resto foi uma história que ganharia impulso a partir da década de 1960.
Entre 1957 e 1959, Roberto Carlos e Jorge Ben Jor – conhecido na turma pelo apelido de Babulina – conviveram muito e estreitaram laços de amizade que certamente serão lembrados no reencontro promovido pelo especial natalino que será gravado em 12 de dezembro em show de Roberto Carlos em Gramado (RJ).
É a segunda vez que Ben Jor participa do especial de Natal de Roberto Carlos. A primeira foi em 2006, ocasião em que cantaram juntos a canção Que maravilha (1969), parceria de Jorge com Toquinho. Tanto no encontro de 2006 quanto certamente no reencontro de 2025 a turma da Tijuca é assunto inevitável. E cabe lembrar que Tim Maia (1942 – 1998) também integrava a mesma turma.
A partir dos anos 1960, cada um tomou um rumo. Jorge Ben burilou o samba esquema novo que lhe daria fama e prestígio em 1963. Tim foi para os Estados Unidos e, na volta ao Brasil, contribuiu decisivamente para alicerçar a cena do soul e do funk nacionais. Roberto e Erasmo construíram parceria com obra fundamental que embasou o repertório da Jovem Guarda.
Mas ficaram os laços indestrutíveis daquele tempo de juventude de alma roqueira em que cada um alimentava o próprio sonho e, juntos, todos se sentiam mais fortes e confiantes naquela turma tijucana da Rua do Matoso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pantone anuncia ‘Cloud Dancer’ como cor de 2026


Pantone anuncia ‘Cloud Dancer’ como cor de 2026
Reprodução/Instagram
A Pantone anunciou nesta quinta-feira (04) a ” Cloud Dancer” como a cor do ano de 2026. Segundo a empresa, a cor é “um neutro branco elevado, cuja presença arejada funciona como um sussurro de calma e paz em um mundo barulhento”.
“PANTONE 11-4201 Cloud Dancer simboliza uma influência tranquilizadora em uma sociedade que redescobre o valor da reflexão silenciosa. Um branco vaporoso, imbuído de serenidade, que convida ao verdadeiro relaxamento e foco, permitindo que a mente vagueie e a criatividade respire”, descreveu a empresa.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A Pantone escolhe, desde 2000, a cor que simboliza as tendências de moda, design e cultura. Em 2025, a empresa escolheu “Mocha Mousse” e em 2024, a cor selecionada foi “Peach Fuzz”. Já 2023, a empresa apontou a “Viva Magenta” como cor do ano e, em 2022, a eleita foi a “Veri Peri”, da família do azul, retornando à tendência de 2020, que trouxe o “Classic Blue” como destaque. Em 2021, a Pantone apontou como tendência o cinza “Ultimate Gray” e amarelo “Illuminating”.
Pantone anuncia ‘Cloud Dancer’ como cor de 2026
Divulgação/Pantone
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Fonte: G1 Entretenimento

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Kate Winslet sobre dirigir seu 1º filme, com roteiro do filho: ‘Tenho 50 anos. Fiz isso e estou orgulhosa’


Kate Winslet com o filho Joe Anders
JUSTIN TALLIS / AFP
A atriz britânica Kate Winslet declarou estar “orgulhosa” de apresentar como diretora seu primeiro filme, “Goodbye June”, escrito por seu filho, Joe Anders, durante a estreia mundial organizada na noite de quarta-feira (03) em Londres.
Inspirado no falecimento da mãe da atriz, o filme conta a história de uma família de quatro filhos que se preparam para se despedir de sua mãe, June, que sofre de câncer e está hospitalizada durante as festas de fim de ano.
June é interpretada por Helen Mirren e seus filhos por Toni Collette, Johnny Flynn, Andrea Riseborough e a própria Kate Winslet.
O filme será lançado nos cinemas do Reino Unido em 12 de dezembro, antes de chegar à Netflix em 24 de dezembro.
É um longa-metragem “sobre a perda, mas também uma história muito bonita sobre família e vida, sobre amor, sobre o que significa ser humano e enfrentar juntos emoções difíceis”, declarou Winslet à AFP em uma entrevista no tapete vermelho.
Kate Winslet já havia “pensado em dirigir” um filme, mas não sabia “quando” se sentiria preparada, “tecnicamente e emocionalmente”.
“Achei incrivelmente gratificante, estimulante, enriquecedor”, acrescentou, desejando repetir a experiência.
A atriz vencedora do Oscar decidiu dar o passo após ler o roteiro de seu filho, o ator Joe Anders, de 21 anos, que a “impressionou enormemente”.
“Quando estava pronto para ser enviado a diretores, percebi que não queria deixar passar a oportunidade”, contou a atriz.
Toni Collette na premiere de “Goodbye June”
JUSTIN TALLIS / AFP
O elenco do filme também inclui o ator Timothy Spall como o marido de June e Fisayo Akinade como seu enfermeiro.
Como diretora, Kate Winslet “foi fenomenal”, elogiou Toni Collette. “Superou todas as minhas expectativas”, acrescentou.
“Passei grande parte da minha vida defendendo as mulheres”, acrescentou Kate Winslet, que também quis se posicionar atrás das câmeras para contribuir para uma “mudança cultural”.
“Tenho 50 anos. Fiz isso e estou orgulhosa”, declarou.

Fonte: G1 Entretenimento