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Kate Winslet sobre dirigir seu 1º filme, com roteiro do filho: ‘Tenho 50 anos. Fiz isso e estou orgulhosa’


Kate Winslet com o filho Joe Anders
JUSTIN TALLIS / AFP
A atriz britânica Kate Winslet declarou estar “orgulhosa” de apresentar como diretora seu primeiro filme, “Goodbye June”, escrito por seu filho, Joe Anders, durante a estreia mundial organizada na noite de quarta-feira (03) em Londres.
Inspirado no falecimento da mãe da atriz, o filme conta a história de uma família de quatro filhos que se preparam para se despedir de sua mãe, June, que sofre de câncer e está hospitalizada durante as festas de fim de ano.
June é interpretada por Helen Mirren e seus filhos por Toni Collette, Johnny Flynn, Andrea Riseborough e a própria Kate Winslet.
O filme será lançado nos cinemas do Reino Unido em 12 de dezembro, antes de chegar à Netflix em 24 de dezembro.
É um longa-metragem “sobre a perda, mas também uma história muito bonita sobre família e vida, sobre amor, sobre o que significa ser humano e enfrentar juntos emoções difíceis”, declarou Winslet à AFP em uma entrevista no tapete vermelho.
Kate Winslet já havia “pensado em dirigir” um filme, mas não sabia “quando” se sentiria preparada, “tecnicamente e emocionalmente”.
“Achei incrivelmente gratificante, estimulante, enriquecedor”, acrescentou, desejando repetir a experiência.
A atriz vencedora do Oscar decidiu dar o passo após ler o roteiro de seu filho, o ator Joe Anders, de 21 anos, que a “impressionou enormemente”.
“Quando estava pronto para ser enviado a diretores, percebi que não queria deixar passar a oportunidade”, contou a atriz.
Toni Collette na premiere de “Goodbye June”
JUSTIN TALLIS / AFP
O elenco do filme também inclui o ator Timothy Spall como o marido de June e Fisayo Akinade como seu enfermeiro.
Como diretora, Kate Winslet “foi fenomenal”, elogiou Toni Collette. “Superou todas as minhas expectativas”, acrescentou.
“Passei grande parte da minha vida defendendo as mulheres”, acrescentou Kate Winslet, que também quis se posicionar atrás das câmeras para contribuir para uma “mudança cultural”.
“Tenho 50 anos. Fiz isso e estou orgulhosa”, declarou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quentin Tarantino critica atuação de Paul Dano em ‘Sangue Negro’ e diz que ele é o ‘ator mais fraco’ do SAG


Paul Dano chega ao Globo de Ouro 2023
Mario Anzuoni/Reuters
Quentin Tarantino fez uma lista com seus 20 filmes favoritos do século 21. E depois de incluir “Sangue Negro” (“There Will Be Blood”) na quinta posição, o diretor afirmou que o filme de 2007 teria “uma chance melhor de ficar em primeiro ou segundo lugar se não tivesse uma falha gigantesca”.
Segundo Tarantino, essa falha seria a presença de “Paul Dano”, que interpreta os gêmeos Paul e Eli Sunday.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Ele é fraco, cara. Ele é um banana”, afirmou o diretor durante participação no “The Bret Easton Ellis Podcast”.
“Austin Butler teria sido maravilhoso nesse papel”, seguiu Tarantino, acrescentando que Dano é “um cara fraco, sem graça e desinteressante”.
Bret Easton pontuou a possibilidade de a gigante atuação de Daniel Day-Lewis (Daniel Plainview) ter ofuscado Paul Dano. Mas Tarantino negou o comentário questionando: “E aí, então, você o coloca com o ator mais fraco do SAG [Sindicato dos Atores]? O cara mais sem graça do mundo?”
Em tempo: O Top5 dos filmes favoritos de Quentin Tarantino são:
“Falcão Negro em Perigo” (2001)
“Toy Story 3” (2010)
“Encontros e Desencontros” (2003)
“Dunkirk” (2017)
“Sangue Negro” (2007)
Quentin Tarantino no tapete vermelho do Oscar 2020
Eric Gaillard/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Rosalía anuncia show no Brasil em 2026


Rosalia no Grammy Latino 2019
Chris Pizzello/Invision/AP
Rosalía vai trazer a turnê do disco “Lux” para o Brasil em 2026, com um show na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, no dia 10 de agosto. O anúncio foi feito nesta quinta (4).
As vendas começam no dia 10 de dezembro, pela Ticketmaster. Os preços ainda não foram divulgados.
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Rosalía serve a Deus e à música clássica em novo álbum

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum de Elis Regina comprado por Dua Lipa no Rio livrou a cantora de ser vista como antiga e ultrapassada em 1970


Capa do álbum ‘…Em pleno verão’, lançado em 1970 por Elis Regina (1945 – 1982)
Reprodução
♫ MEMÓRIA
♬ Nas andanças boêmias de Dua Lipa pelo Rio de Janeiro (RJ), houve tempo para compras. E a cantora inglesa foi embora do Brasil com um álbum de Elis Regina na bagagem. Sim, como mostrou foto que circulou na internet, Dua Lipa comprou edição em LP de … Em pleno verão, álbum lançado pela cantora gaúcha em 1970.
Esse disco completa 55 anos em 2025 sem perda do viço. Idealizado e produzido por Nelson Motta, com direção musical e arranjos do maestro e pianista paulistano Erlon Chaves (1933 – 1974), o álbum …Em pleno verão simboliza momento de virada na discografia de Elis Regina Carvalho Costa (17 de março de 1945 – 19 de janeiro de 1982), grande cantora que dali a 12 anos sairia precocemente de cena, aos breves 36 anos, para se transformar numa das saudades mais choradas e ainda doídas do Brasil.
…Em pleno verão foi o álbum em que a cantora se converteu ao soul, ao rock e ao blues, deixando de lado os ranços nacionalistas da década de 1960. Atento aos sinais, Nelson Motta percebeu que Elis corria sério risco de ser vista precocemente como uma cantora antiga, ultrapassada pelas transformações do universo pop na efervescente segunda metade da década de 1960.
Elis contribuiu para isso porque demorou a aceitar e absorver as conquistas da Jovem Guarda – em bom português, a beleza e a relevância do cancioneiro de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1941 – 2022) – e as liberdades estéticas promovidas pela Tropicália. Basta lembrar que o nome da cantora encabeçara elenco que se reunira em 1967 na hoje risível passeata contra a guitarra elétrica.
Em defesa de nacionalismo musical já inconcebível em um universo pop em permanente ebulição, com a explosão do soul e do rock reverberando no Brasil, Elis marchou contra a evolução irrefreável da música brasileira. Tanto que, menos de cinco anos após ter sido em 1965 a sensação da MPB que irrompera na plataforma inflamada dos festivais, Elis já ameaçava soar deslocada, parada em uma transversal do próprio tempo.
Foi salva justamente pelo álbum …Em pleno verão, disco quente e solar, como sinalizava o título. …Em pleno verão amplificou a voz de Elis Regina a reboque de grande sucesso radiofônico, Vou deitar e rolar (Quaquaraquaquá) (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970). A cantora caiu no suingue desse samba aliciante e quebrou tudo. Inclusive as paradas.
Sim, Elis riu muito da concorrência em 1970, ano em que também estourou com a gravação de Madalena (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza), samba cheio de soul que lançou posteriormente em single dissociado do álbum …Em pleno verão.
Contudo, a importância de …Em pleno verão extrapola o sucesso comercial. No disco, a então desafeta da Tropicália se reconciliou musicalmente com os então exilados Caetano Veloso e Gilberto Gil, fornecedores de duas músicas – Não tenha medo e Fechado para balanço, respectivamente – que captaram o clima tenso de época em que alguns artistas tinham forçosamente o aeroporto como a única saída do Brasil. Caetano e Gil, entre eles.
Em 1970, o cerco se fechava enquanto o Brasil se abria para o soul nacional de Tim Maia (1942 – 1998), cantor com quem Elis protagonizou duelo vocal (em que deu empate) na música These are the songs, da lavra então jovial de Tim.
Havia também, em dose dupla, Jorge Ben, este em alta por conta do consagrador álbum de 1969 que trouxe País tropical e outros hits. Elis, que já vinha cantando Zazueira (1967), registrou duas músicas de Ben no disco. Bicho do mato (1964) e a então inédita Até aí morreu Neves (1970) jamais figuraram entre os alicerces da obra do compositor, mas contribuíram para dar frescor ao verão de Elis.
E frescor foi o que não faltou na abordagem – meio roqueira, meio blueseira – de As curvas da estrada de Santos (1969), clássico instantâneo da dupla Roberto e Erasmo Carlos, lançado no ano anterior na voz de Roberto. Era Elis correndo atrás do tempo perdido e da modernidade que já pautava a discografia de Gal Costa (1945 – 2022), a cantora mais aclamada de 1969.
As músicas Comunicação (Edson Alencar e Hélio Matheus), Copacabana velha de guerra (Joyce Moreno e Sergio Flaskman), Frevo (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) e Verão vermelho (Nonato Buzar) – em gravação diferente da veiculada na trilha sonora da homônima novela exibida pela TV Globo naquele ano de 1970 – completaram o repertório do caloroso álbum que rejuvenesceu Elis Regina aos olhos e ouvidos do público. Um disco que, 55 anos depois, continua pleno de sentido como no verão de 1970.
Dua Lipa fez uma boa compra nas andanças cariocas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como g1 explicou o sucesso dos artistas mais ouvidos de 2025 (no Brasil e no mundo)


Show de Henrique e Juliano na primeira noite da Festa do Peão de Americana de 2025
Thomaz Marostegan/g1
Nesta quarta-feira (3), o Spotify divulgou a lista dos maiores sucessos musicais do mundo e do Brasil em 2025, com base em sua plataforma.
Veja a seguir o que há por trás do sucesso dos cinco artistas mais ouvidos neste ano, conforme o g1 já havia explicado em reportagens anteriores — que noticiavam as tendências do momento.
🎶Artistas mais escutados no mundo em 2025
1º lugar: Bad Bunny
Pela quarta vez, Bad Bunny foi o artista mais escutado no mundo — ele conquistou o título em 2020, 2021 e 2022. O porto-riquenho também emplacou o álbum mais ouvido: “Debí Tirar Más Fotos”.
Cantado inteiramente em espanhol, com gírias locais, “Debí Tirar Más Fotos” passeia por gêneros musicais tipicamente porto-riquenhos e sentimentos universais: amor, saudade e família. É um disco que raramente faz concessões para se traduzir aos estrangeiros e, mesmo assim, conquistou o mundo.
O álbum diz sobre a vontade de manter registros do que é caro ao cantor; porque sem registros, torna-se muito mais difícil preservar uma cultura.
Esse foi um dos pontos mais fortes do disco. Ao som da faixa-título, muitos começaram a compartilhar, no TikTok, fotos com amigos, namorados e familiares que já se foram. “Eu deveria ter tirado mais fotos de quando eu tinha você / Eu deveria ter te dado mais beijos e abraços, quantas vezes eu pudesse”, diz a canção.
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
2º lugar: Taylor Swift
Nos dois anos anteriores (2023 e 2024), Taylor Swift foi a cantora mais ouvida do mundo. Agora, ela se tornou a segunda mais ouvida.
Em 2025, a popstar americana comprou de volta os direitos dos seus primeiros álbuns — o que estimulou seus fã-clubes a consumi-los bastante. Além disso, foi também neste ano que a loirinha lançou seu décimo segundo álbum: “The Life of a Showgirl”.
O g1 publicou uma resenha que diz que “The Life of a Showgirl” tem as melhores e mais honestas letras da carreira da artista. O disco tem imagens bem pensadas e versos de amor que parecem sinceros, obviamente inspirados pela relação com o jogador de futebol americano Travis Kelce.
O disco pode até não estar no top 3 de melhores álbuns de Taylor, nem ter conquistado novos fãs para a cantora. Mas a essa altura de sua fama estrondosa, basta um lançamento para que ela volte a liderar rankings de audiência musical.
Taylor Swift lança ‘The Life of a Showgirl’ em retorno ao pop com as letras mais honestas
3º lugar: The Weeknd
Terceiro artista mais ouvido em 2025, The Weeknd lançou neste ano o “Hurry Up Tomorrow”, álbum ambicioso que marca seu ato final. Não foi bem uma aposentadoria, mas sim mais um ato teatral.
Com o disco, Abel Tesfaye (nome verdadeiro do cantor) “matou” The Weeknd, seu alter ego que representa seu lado mais sombrio e autodestrutivo, para adotar outra identidade e usar o próprio nome.
The Weeknd já vinha “morrendo” há anos. Começou no álbum “After Hours” (2020), que fala de decadência; seguiu por ”Dawn FM”, sobre purgatório; e encerrou em 2025, em “Hurry Up Tomorrow”. Com participação de Travis Scott, Anitta, Florence and The Machine, Lana del Rey e mais, o disco derradeiro de Weeknd revisita toda a trajetória e os principais temas da carreira dele, uma espécie de avaliação pós-vida e pré-renascimento.
Além do álbum, o músico estrelou um filme de mesmo nome lançado neste ano. Idealizado por The Weeknd, o longa trouxe The Weeknd interpretando… The Weeknd. O filme, que é um suspense sobre uma versão ficcionalizada do artista, também ajudou a impulsionar sua carreira musical.
The Weekend chegou ao fim? (g1 ouviu)
4º lugar: Drake
Um dos protagonistas da maior disputa de diss tracks do rap desta década, Drake foi o quarto artista mais ouvido do ano.
Drake e Kendrick Lamar travam desde o ano passado uma treta de letras ácidas. Nos versos, estão acusações de violência contra mulher, pedofilia e abandono paterno, além de deboches de identidade racial e estética musical. Tudo embrulhado por piadas sarcásticas, em que os compositores assumem simultaneamente os papéis de vítima, herói e vilão.
Mesmo considerado o “perdedor” dessa disputa, Drake manteve sua popularidade em alta — inclusive, por esse motivo, já que brigas entre celebridades costumam se reverter também em números positivos.
Além disso, Drake manteve a popularidade em alta. Esse foi o oitavo ano consecutivo que ele é o rapper mais ouvido do Spotify.
Drake afirma ter perdido mais de US$ 8 milhões em apostas esportivas
5º lugar: Billie Eilish
Quinta cantora mais ouvida, Billie Eilish aparece nessa posição devido principalmente ao seu álbum lançado em 2024, “Hit Me Hard and Soft”, que até agora lidera rankings de audiência.
No disco, a cantora vai além das lamúrias e da melancolia adolescente que fizeram dela a voz (ou o murmúrio) de uma geração desenganada. Ao mesmo tempo experimental, acessível e cativante, o novo trabalho mantém Billie e Finneas — seu irmão, produtor, coautor e fiel escudeiro — como os nomes mais inventivos do pop americano.
Em “Hit Me Hard and Soft”, o lamento soa como uma referência às angústias da vida de celebridade, um tema que não deixou de ser recorrente no repertório da cantora, mesmo com todas as mudanças. Ela pode se sentir presa em sua rotina de estrela precoce milionária, dona de nove estatuetas do Grammy e duas do Oscar. Mas, no que diz respeito à música pop, Billie parece ser a mais livre de todas.
Uma resenha do g1 diz que este álbum serviu para mostrar o que de melhor Billie Eilish tem a oferecer: um pop maluco, deformado, distorcido e sem medo.
g1 Ouviu – Novo álbum de Billie Eilish
🎶Artistas mais escutados no Brasil em 2025
1º lugar: Henrique & Juliano
Pelo segundo ano consecutivo, a dupla sertaneja de Henrique e Juliano foi o nome mais ouvido no país.
Os músicos têm uma agenda de shows minimalista (por escolha própria), levam uma vida discreta (inclusive nas redes sociais), e dão raras entrevistas (algo que, para muitos artistas, serve de divulgação de novos projetos).
O que mais impressiona nos 17 anos de carreira de Henrique e Juliano, no entanto, é a longevidade de seus hits nas plataformas. Henrique e Juliano têm 11 músicas no Top 100 geral das músicas mais ouvidas no Brasil em toda a história do Spotify. Quatro delas passaram mais de mil dias no ranking: “Liberdade Provisória”, “Aquela Pessoa”, “De Trás Pra Frente” e “De Trás Pra Frente”.
A dupla também consegue um feito raro, que é a reentrada nos charts. Isso acontece quando as músicas são regravadas em novos projetos ou porque o público sentiu saudade e voltou a ouvir.
As gravações ao vivo têm um grande time de entusiastas: seja por levar a sensação do show ao vivo para quem não tem a oportunidade de estar lá, seja pela facilidade de produções audiovisuais de uma vez só. E Henrique e Juliano entenderam isso logo de cara. A dupla só tem um único álbum de estúdio: “Vem curtir com a gente” (2011). No mais, eles lançaram anualmente álbuns gravados em vários pontos do país (Brasília, São Paulo e Tocantins) e até nos Estados Unidos.
Henrique e Juliano
Divulgação
2º lugar: Grupo Menos É Mais
No primeiro semestre deste ano, o sertanejo perdeu lugar para o pagode — e tudo por causa do Grupo Menos é Mais. Agora, eles ficam em segundo lugar dos mais ouvidos do ano.
“P do Pecado”, parceria do Menos é Mais com Simone Mendes, se tornou a música que permaneceu por mais tempo em primeiro lugar no Spotify Brasil. Lançada em 30 de abril, a música ficou por mais de 100 dias não consecutivos no topo da plataforma digital.
“P do Pecado” passou por várias mãos antes de assumir o topo do ranking musical, lugar que há tempos o pagode não assumia nas plataformas de streaming – apesar do grande sucesso do ritmo no ao vivo.
O Menos é Mais chegou a ocupar o posto rapidamente em 2024 com “Coração partido”, mas a posição tem a quase onipresença do sertanejo e do funk há anos. Antes deles, o último pagonejo a chegar ao topo foi “Atrasadinha”, uma parceria de Felipe Araújo e Ferrugem, em 2018.
“P do Pecado”: Conheça trajetória da música mais ouvida no Spotify
3º lugar: MC Ryan SP
Um dos cantores mais famosos do funk paulista, o MC Ryan SP foi terceiro artista mais ouvido. No ano passado, ele foi o segundo.
O funkeiro está em algumas das músicas mais bombadas do gênero atualmente: “Let’s Go 4”, “365 Dias (Vida Mansa)” e “Posso até não te dar flores” — essa daqui, aliás, está há duas semanas no topo do Top 50 Brasil do Spotify, e conseguiu o feito de desbancar “P do Pecado”, do Menos é Mais com Simone Mendes.
Além da mistura das batidas do arrocha e do funk, outro diferencial de “Posso até não te dar flores” é justamente o trecho que MC Ryan coloca seus versos em cima da melodia de “I Gotta Feeling”, do Black Eye Peas.
No funk, o cantor virou praticamente uma figurinha dos chamados cyphers — troca de rimas entre MCs.
Ryan SP posta vídeo em jogo do Corinthians após ausência no palco do Rock in Rio
4º lugar: Jorge & Mateus
A dupla sertaneja Jorge & Mateus foi a quarta mais ouvida. Neste ano, eles fizeram uma turnê especial para celebrar os 21 anos de carreira.
Os músicos preservam a identidade romântica que os consagrou, mas adaptam a sonoridade para dialogar com tendências mais recentes do gênero — especialmente arranjos mais limpos e letras diretas.
“Esse próximo ano [2026] é um ano de Jorge e Mateus completar 21 anos, um ano sabático. Não vai chegar a ser um ano. Acho que a gente não consegue ficar tanto tempo, mas é um descanso, é uma hora de você pensar nas novas diretrizes, nos caminhos que devemos percorrer para os próximos 20″, afirmou a dupla em um comunicado neste ano.
O anúncio de pausa, claro, também mexeu com os fãs e os influenciou a ouvir a dupla ainda mais.
Jorge e Mateus anunciam pausa na carreira, em Goiás
5º lugar: Mc IG
Neste ano, o cantor MC IG se tornou o quinto mais ouvido. Em 2024, ele era o quarto.
Um dos nomes mais conhecidos do funk paulistano, o artista é um caso parecido ao do MC Ryan SP: ele praticamente virou uma figurinha dos chamados cyphers — troca de rimas entre MCs.
O músico está em algumas das faixas mais bombadas da atualidade:”Set do Japa NK 2.0”, “Tá rico os menino do gueto”, “3 dias virado” e “Let’s Go 4”.
MC IG subiu no palco da Festa Junina de Votorantim (SP) logo após apresentação do Ryan
@danylomarttins/Festa Junina de Votorantim/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes relembra críticas a versão de ‘Shallow’: ‘Sei que tem quem não goste, mas isso faz parte’


Paula Fernandes fala de “Shallow”, Adele e nova versão internacional
Há sete anos, a versão brasileira de “Shallow”, feita por Paula Fernandes, rendeu vários memes antes mesmo de ser lançada. Boa parte dos comentários era sobre o fato de a versão misturar o inglês com o português no refrão (“Juntos e Shallow Now”). Além disso, a música, inicialmente, contava com a participação de Luan Santana. Mas o cantor cancelou a participação no DVD da artista dias antes da gravação, fazendo com que o registro ao vivo fosse solo – e que a amizade entre eles chegasse ao fim.
Mas nada disso deixou marcas em Paula Fernandes. Em entrevista ao g1, a cantora disse que ficou “zero preocupada” com os comentários sobre “Juntos” quando foi escrever “Amar de novo”, versão de “Set Fire To The Rain”, de Adele.
A música foi lançada na última quinta-feira (27) e faz parte do novo EP da artista, “Simplesmente, eu”, que traz uma nova fase de Paula Fernandes, na qual resgata a cantora de 2011 e seu clássico corselet.
Leia entrevista de Paula Fernandes sobre nova fase e relembra pressão do mercado: “Não me vendi, não me prostituí, não quis acelerar”
“‘Juntos’ me trouxe tanta coisa boa. É a minha canção mais tocada nas plataformas digitais. E com ela eu ganhei um Grammy. Sei que tem quem não goste, mas isso faz parte. Quem não é criticado? Ainda mais quem é ousado”, afirmou a cantora.
Em entrevista, a artista também falou sobre o processo para autorização de “Amar de novo” por parte de Adele e contou como foi escrever a versão da faixa. “Eu não sabia o que eu ia falar, eu não sabia qual direção que eu ia tomar.”
Leia a seguir a entrevista com Paula Fernandes:
Paula Fernandes anuncia fase de “resgate de si” com álbum “Simplesmente, eu”
Reprodução/Instagram/Divulgação
g1 – Entre tantos artistas e tantas músicas, por que a decisão de fazer uma versão de “Set Fire To The Rain”?
Paula Fernandes – É uma música que sempre me emocionou muito. Ela é muito poderosa por todo contexto, né? Exige um potencial vocal também, uma entrega. A Adele é referência de voz no mundo.
E aí a gente entrou em contato com a editora, com os empresários, para ver a possibilidade de eu fazer, e ela aprovar. É um processo burocrático, chato. Mas chegou um momento em que ela falou: “ah, ok. Pode mandar a versão que, se eu gostar, vou aprovar”.
Ela pediu uma versão em português de voz com violão ou piano. A gente mandou voz e piano, naquela torcida, orando para todos os santos. Aí ela ouviu e não mexeu em nada na letra.
g1 – Até ia te perguntar que isso… Ele não pediu para mudar nenhuma palavra, nada?
Paula Fernandes – Isso é o que mais me encanta em tudo, porque eu preciso dizer o quanto isso é importante para um autor. Eu tive licença poética, não é uma versão literal.
O processo criativo é sempre curioso. Fui ouvindo a música, e a ideia da letra em português veio a partir da própria em inglês. Eu não sabia o que eu ia falar, eu não sabia qual direção que eu ia tomar, já que eu não estava simplesmente descrevendo o que ela cantava em inglês.
Fui entendendo, compreendendo que se tratava de uma mulher que tinha sido traída, perdoou e foi traída de novo, e que não ia aceitar perdoar a segunda vez. Achei que ficou forte o resultado.
Trouxemos uma roupagem um pouco mais sertaneja para ela, já que eu tinha que trazer minha alma, o meu jeito de fazer, mas respeitando todo aquele processo dela. Agora ela é nossa. E com aval da Adele. Para mim, é uma benção. Mais um acontecimento da minha carreira.
g1 – E vocês chegaram a conversar diretamente ou não?
Paula Fernandes – Não. Até brinquei: “A gente ainda não se falou, mas ela me ouviu”. Ela me ouviu e ainda aprovou a letra que eu fiz. Então eu estou assim… campeã da Copa do Mundo.
Paula Fernandes anuncia fase de “resgate de si” com álbum “Simplesmente, eu”
Cadu Lando/g1
g1 – Conversei com a Tiê recentemente, e ela comentou que não tem direito aos direitos autorais de “Noite”, versão de “La notte”. Fica tudo para o Giuseppe Anastasi, compositor da música original. Como que é que funciona esse acordo no seu caso?
Paula Fernandes – Depende. É algo muito personalizado. Cada caso é um caso. Já teve versão que ganhei uma porcentagem ‘x’; em outras foi uma liberação, não tinha uma porcentagem. Então, eu prefiro nem entrar no mérito, porque isso para mim é indiferente.
Eu não faço a versão porque eu vou monetizar com ela. Faço a versão, primeiro pela grande mega artista me liberar para fazer uma versão em português, e por poder interpretar uma música linda como essa. Poder mostrar o potencial também como intérprete, não só como autora.
g1 – A Adele comentou que ela teve a inspiração da música quando um isqueiro dela falhou na chuva. Queria saber qual foi a sua inspiração pra versão? Antes de começarmos a entrevista, você comentou sobre traição, que já passou por esse tipo de situação…
Paula Fernandes – Pois é, quem nunca…
Mas foi como eu disse, a própria letra em inglês foi me inspirando a falar em português. O processo de inspiração, a gente não consegue explicar. Só que quando tem que ser, ela simplesmente acontece.
As músicas que acontecem na minha vida, que se tornam conhecidas e mais apreciadas, são geralmente as que acontecem mais rápido.
Então numa noite, sentei pra fazer a versão, e ela aconteceu assim. Fui ouvindo as palavras e foi vindo a caminho, o rumo que essa história ia tomar.
É engraçado que, na hora que eu tô construindo a música, às vezes eu começo pelo fim. Essa, por exemplo, eu comecei por “Se Deus nos traz um por um e não nega, não nega, não importa quem…”. Foi uma das primeiras frases que pintou.
g1 – Você lembra onde você estava exatamente, em quanto tempo escreveu?
Paula Fernandes – Eu estava em casa. Acho que acendi a lareira. Aquele cenário perfeito da tranquilidade que era rara, que se tornou mais frequente, principalmente depois da pandemia, e que eu pude resgatar o tempo para compor.
Acho que isso era essencial que acontecesse. Esse equilibrar a vida pessoal com a vida profissional porque eu estava trabalhando como uma camela. E eu precisava desse desacelerar justamente para resgatar a alma da obra. Nesse dia, eu pude estar tranquila para compor mais uma música.
g1 – Versão é algo difícil de se fazer, muita gente já critica antes mesmo de a música ser lançada. Você já passou por um processo como esse com “Juntos”, quando sofreu várias críticas e teve o fim de uma amizade com Luan Santana também. Você teve medo de fazer essa versão da Adele agora, pensando no que você já passou? Ficou preocupada com tudo isso na hora de escrever?
Paula Fernandes em clipe de “Amar de novo”
Reprodução/YouTube
Paula Fernandes – De coração? Zero. Mesmo porque “Juntos” me trouxe tanta coisa boa. É a minha canção mais tocada nas plataformas digitais. E com ela eu ganhei um Grammy.
Eu sei que tem quem não goste, mas isso faz parte. Quem não é criticado? Ainda mais quem é ousado. Então eu não tenho medo de ousar, não tenho medo de ser eu, eu não tenho medo de arriscar.
E sucesso é resultado de risco. Posso errar, mas eu vou acertar também. E eu acho que aquilo que me emociona vai emocionar alguém. O Almir Sater sempre fala isso. Se emocionar uma pessoa, para mim, já está jogo ganho. Para mim, está tudo certo.
Eu não tenho essa sangria. Gente, eu já conquistei, eu já cheguei aonde eu queria. Eu sou uma pessoa vitoriosa, abençoada. Tudo o que eu quis, eu alcancei. Agora o que é que tem depois do céu?
Tem um novo céu para conquistar, tem tanta coisa legal para conquistar.
Mas eu fico muito tranquila, porque se é uma coisa que eu tenho segurança é com o que eu faço. Eu tenho plena convicção de que eu faço bem feito, isso não é uma prepotência ou arrogância, mas é porque eu faço com tanta alma que é a minha verdade. Como que a verdade pode ser errado?
A verdade não pode ser um erro, né? Eu sou autêntica e isso é o que é. E eu sei que agrada muita gente também.
g1 – E qual é esse “novo céu” que você comentou e que quer alcançar?
Paula Fernandes – Menina, você sabe que tem coisas que eu tô conhecendo agora. Eu sei que agora o meu GPS tá melhor, tô com as asinhas mais fortes.
Mas tem muita coisa linda para fazer. Ser compositor é bom por isso. Porque eu mesma fico surpresa com o que eu trago para esse mundo. A gente, nada mais é do que um instrumento para transmitir boas mensagens. Eu me preocupo com a mensagem.
Não gosto de falar bobagem em música. Não é que eu estou aqui dando de certinha e caxias, não. Mas de certa forma eu sou caxias, sim. E tem essa responsabilidade. Como autora, como intérprete, como pessoa também, porque eu sou pessoa pública. As pessoas acabam tendo como referência.
Cantora Paula Fernandes abriu o show do Navio Barretos 70 anos.
Matheus Croce/TV Tribuna

Fonte: G1 Entretenimento

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Jade Picon comenta atuação em novela vertical: ‘Muito diferente em todos os aspectos, e o da interpretação é um deles’


‘Tudo por uma Segunda Chance’ é a 1ª produção da Globo no formato vertical, com Jade Picon
Jade Picon encara um desafio inédito ao interpretar Soraia, a vilã ambiciosa e cheia de segredos de “Tudo por uma segunda chance”. A produção marca o retorno da atriz à dramaturgia e inaugura o primeiro projeto de microdramas da Globo, novelinhas no formato vertical, com capítulos de apenas 2 a 3 minutos.
Logo no primeiro capítulo, Jade Picon conta que teve a certeza de que estava interpretando uma “vilã de verdade”. A cena que marcou esse momento foi quando Soraia coloca veneno na bebida de Paula, sua melhor amiga de infância. Isso tudo parte de um plano para ficar com Lucas (Daniel Rangel), noivo de Paula.
“A Soraia é intensidade pura. Ela é guiada por ambição, controle e uma necessidade quase compulsiva de se afirmar”, diz.
Jade Picon em ‘Tudo por uma segunda chance’
Globo/Victor Antunes
Apesar das maldades, Jade até consegue defender sua personagem. “Por trás dessa postura firme, existe uma fragilidade muito humana, que ela faz de tudo para esconder. É uma personagem cheia de camadas, cheia de segredos, e isso torna tudo mais fascinante de interpretar”.
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Jade Picon admite que não é fácil encontrar semelhanças com Soraia, mas reconhece um ponto em comum: a determinação. “Quando ela quer algo, ela vai até o fim”, afirma a atriz, ressaltando que seus métodos são bem diferentes dos da vilã. Para Jade, essa força de ir atrás do que deseja é o que a conecta à personagem, mesmo em meio a tantas diferenças.
Soraia (Jade Picon), Paula (Débora Ozório) e o milionário Lucas (Daniel Rangel), personagens da novela Tudo por uma segunda chance
Globo/Victor Antunes
A atriz também revela que sua experiência com pressão e exposição pública ajudou a dar a construir Soraia. “
Quando você está sempre sendo observada, acaba desenvolvendo um radar emocional muito apurado. Eu trouxe isso para a Soraia: essa habilidade de ler o ambiente e entender pessoas”, explica.
Jade Picon estreou como atriz em Travessia (2023), no formato tradicional das telenovelas. Agora, encara um desafio diferente: transmitir emoção em capítulos de apenas três minutos. “O vertical aproxima muito. A câmera está praticamente respirando junto com você. Imagina que, geralmente, um capítulo teria 50 minutos e neste formato tem até três minutos. Todas as cenas e textos são mais dinâmicos. Então é algo bem intenso e diferente de se fazer”.
Cena de ‘Tudo por uma segunda chance’
Globo/Jaime Miranda
Além da adaptação ao novo formato, Jade fez uma preparação especial para viver Soraia. “Fiz aulas individuais focando na personagem e no texto, e troquei muito com a direção sobre as cenas”, conta. A atriz admite que tem aprendido bastante:
“É um formato muito diferente em todos os aspectos, e o da interpretação é um deles”.
Jade destaca que a cena mais desafiadora é a do último capítulo quando precisou ficar pendurada em um prédio. “Foi intensa em todos os sentidos de técnica e emoção. Mal vejo a hora do público ver”.
A atriz acredita que o público vai ficar dividido entre amar e odiar Soraia. “Ela provoca sentimentos contraditórios. Tem horas que você entende, tem horas que você quer gritar com ela. E isso, para mim, é o charme da Soraia”, conclui.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como música de Leo Santana viralizou em países da Ásia com ajuda de ‘girl group global’


Música de Leo Santana viraliza na Ásia e na Europa com ajuda do girl group Katseye
“Desliza (Ólhinho no Corpinho)”, parceria dançante dos cantores Leo Santana e Melody, é uma das promessas de hit para este fim de ano no Brasil e… na Ásia. Nos últimos meses, a música se tornou viral do outro lado do mundo, graças a uma ajudinha do grupo Katseye (entenda abaixo).
Lançada em maio, “Desliza” ganhou popularidade no Brasil e, em setembro, entrou na lista das 50 músicas mais ouvidas no país. A faixa começou a ganhar repercussão internacional quando duas integrantes do Katseye — Daniela Avanzini e Yoonchae Jeung — reproduziram a coreografia nas redes sociais.
Katseye: Quem é o ‘girl group global’ da empresa do BTS que está subindo nas paradas
Katseye no clipe de ‘Gnarly’, hit do grupo em 2025
Reprodução/YouTube
O Katseye foi formado entre 2023 e 2024 pelo reality show “Dream Academy”, idealizado pela Hybe (mega empresa de k-pop, responsável pelo fenômeno BTS) em parceria com a Geffen Records, braço da Universal Music, que também é a gravadora de Leo Santana.
As músicas e clipes seguem um estilo similar ao das bandas de k-pop, mas o projeto é definido como um “girl group global”, com integrantes dos Estados Unidos, Coreia do Sul, Suíça e Filipinas. A música “Gnarly” foi o hit que alavancou o grupo em 2025, após quase um ano de tentativas. O clipe tem mais de 120 milhões de visualizações e a dança virou moda no TikTok.
Paradas internacionais
Daniela e Yoonchae, as cantoras do Katseye que dançaram a música de Leo Santana, são respectivamente dos EUA e da Coreia do Sul. O vídeo da coreografia foi postado pelas duas no TikTok no dia 3 de outubro. Dados da plataforma mostram que, até o fim daquele mês, a música alcançou o pico de popularidade em países como Portugal, Coreia do Sul, Filipinas e Indonésia.
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Entre outubro e novembro, “Desliza” virou presença constante no ranking de músicas virais do Spotify nas Filipinas, na Indonésia e na Malásia. No período, segundo a Universal Music, as Filipinas e a Indonésia se revezaram na posição de segundo maior mercado consumidor das músicas de Leo, antes ocupado por Portugal.
O vídeo das integrantes do Katseye também inspirou uma legião de criadores de conteúdo ao redor do mundo a postarem seus vídeos dançando “Desliza”.
Melody e Leo Santana em foto de divulgação da música ‘Desliza’
Divulgação
A influenciadora Nicole Rossi, da Indonésia, acumula mais de 7 milhões de visualizações em sua performance da coreografia. Já o criador de conteúdo Bona, do Camboja, ultrapassou os 2 milhões de visualizações em uma postagem com a música de Leo Santana. Vídeos com a faixa também foram publicados em Cuba, República Dominicana, México, EUA, Gabão, Alemanha, Polônia, Moldávia, entre outros países.
No YouTube, o clipe de “Desliza”, gravado em Salvador, está perto dos 70 milhões de plays. A música é a principal aposta de Leo Santana para o verão e o carnaval de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Flor Gil sai do trilho autoral em ‘Melíflua’, EP em que canta temas de Tom Jobim, Caetano Veloso e do avô Gilberto Gil


Capa do EP ‘Melíflua’, de Flor Gil
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Flor Gil sai do trilho autoral em EP, Melíflua, que será lançado na sexta-feira, 5 de dezembro, oito meses após o primeiro álbum da artista, Cinema love (2025), apresentado em 16 de abril com repertório dominado por parcerias de Flor com Barbara Ohana.
Em Melíflua, a neta de Gilberto Gil canta música pouco conhecida da obra do avô – Duplo sentido, lançada em 1974 na voz da cantora Tetê da Bahia em gravação feita para a novela Ídolos de pano (TV Tupi) – e aborda dois standards de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Corcovado (1960) e Dindi (1959, parceria de Tom com Newton Mendonça).
Canção da fase pré-tropicalista de Caetano Veloso, Avarandado (1967) figura como interlúdio no EP Melíflua, cuja quinta e última faixa é um registro instrumental de Saudade (Flor Gil, Vitão e Gilberto Gil, 2025), música lançada no álbum Cinema love.
A produção musical do EP Melíflua ficou dividida entre Barbara Ohana, Gabriel Mielnik, Pedro Malcher e a própria Flor Gil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Médico é sentenciado a dois anos e meio de prisão por fornecer cetamina a Matthew Perry


Matthew Perry morreu devido a ‘efeitos agudos de ketamina’, aponta laudo
Um médico que administrou cetamina ao ator Matthew Perry, famoso pela série “Friends”, nos meses anteriores à sua overdose fatal, foi sentenciado a dois anos e meio de prisão. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) em um tribunal de Los Angeles.
Salvador Plasencia, 43 anos, um dos cinco acusados pela morte de Perry em outubro de 2023, se declarou culpado de quatro acusações de distribuição de cetamina.
Havia uma previsão de sentença de até 40 anos de prisão, além de uma multa que poderia alcançar milhões de dólares.
Plasencia renunciará à licença médica.
A morte de Perry, aos 54 anos, em outubro de 2023, chocou os fãs de “Friends” ao redor do mundo, que sabiam de sua luta contra a dependência de drogas.
Em uma audiência do processo, a advogada de Plasencia, Karen Goldstein, disse que o cliente lamentava profundamente suas ações.
“O dr. Plasencia está profundamente arrependido pelas decisões de tratamento que tomou ao fornecer cetamina a Matthew Perry”, afirmou Goldstein. “Ele está assumindo total responsabilidade… reconhecendo sua falha em proteger o sr. Perry, um paciente que era especialmente vulnerável devido à dependência”, acrescentou.
Plasencia não forneceu a Perry a dose fatal de cetamina, mas forneceu a droga ao ator nas semanas anteriores à sua morte. O ator foi encontrado morto em uma banheira de hidromassagem em sua casa em Los Angeles.
Médico Salvador Plasencia (à dir.) e o ator Matthew Perry (à esq.)
Reprodução/Malibu Canyon Urgent Care/Matt Sayles, File/AP
Outras sentenças
Outro médico, Mark Chavez, se declarou culpado em outubro por conspirar para fornecer cetamina a Perry.
Plasencia supostamente comprou cetamina de Chavez e a vendeu ao ator americano a preços extremamente inflacionados.
“Me pergunto quanto este idiota vai pagar”, escreveu Plasencia em uma mensagem de texto apresentada pelos promotores.
As outras quatro pessoas que também admitiram participação na operação para fornecer drogas ao ator receberão as sentenças nos próximos meses.
Entre elas está Jasveen Sangha, conhecida como a “Rainha da Cetamina”, que fornecia drogas a clientes de alto padrão e celebridades. Ela pode ser condenada a até 65 anos de prisão.
A série “Friends”, que acompanhava a vida de seis nova-iorquinos, seus relacionamentos e carreiras profissionais, fez muito sucesso e transformou os integrantes do elenco em grandes astros.
O papel de Perry como o sarcástico e infantil Chandler proporcionou riqueza ao ator, mas escondia uma luta sombria contra a dependência em analgésicos e álcool.
Perry estava tomando cetamina como parte de uma terapia supervisionada para depressão. Mas os promotores dizem que ele se tornou dependente da substância, que também tem propriedades psicodélicas e é uma droga popular em festas.

Fonte: G1 Entretenimento