Categorias
ENTRETERIMENTO

Médico é sentenciado a dois anos e meio de prisão por fornecer cetamina a Matthew Perry


Matthew Perry morreu devido a ‘efeitos agudos de ketamina’, aponta laudo
Um médico que administrou cetamina ao ator Matthew Perry, famoso pela série “Friends”, nos meses anteriores à sua overdose fatal, foi sentenciado a dois anos e meio de prisão. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) em um tribunal de Los Angeles.
Salvador Plasencia, 43 anos, um dos cinco acusados pela morte de Perry em outubro de 2023, se declarou culpado de quatro acusações de distribuição de cetamina.
Havia uma previsão de sentença de até 40 anos de prisão, além de uma multa que poderia alcançar milhões de dólares.
Plasencia renunciará à licença médica.
A morte de Perry, aos 54 anos, em outubro de 2023, chocou os fãs de “Friends” ao redor do mundo, que sabiam de sua luta contra a dependência de drogas.
Em uma audiência do processo, a advogada de Plasencia, Karen Goldstein, disse que o cliente lamentava profundamente suas ações.
“O dr. Plasencia está profundamente arrependido pelas decisões de tratamento que tomou ao fornecer cetamina a Matthew Perry”, afirmou Goldstein. “Ele está assumindo total responsabilidade… reconhecendo sua falha em proteger o sr. Perry, um paciente que era especialmente vulnerável devido à dependência”, acrescentou.
Plasencia não forneceu a Perry a dose fatal de cetamina, mas forneceu a droga ao ator nas semanas anteriores à sua morte. O ator foi encontrado morto em uma banheira de hidromassagem em sua casa em Los Angeles.
Médico Salvador Plasencia (à dir.) e o ator Matthew Perry (à esq.)
Reprodução/Malibu Canyon Urgent Care/Matt Sayles, File/AP
Outras sentenças
Outro médico, Mark Chavez, se declarou culpado em outubro por conspirar para fornecer cetamina a Perry.
Plasencia supostamente comprou cetamina de Chavez e a vendeu ao ator americano a preços extremamente inflacionados.
“Me pergunto quanto este idiota vai pagar”, escreveu Plasencia em uma mensagem de texto apresentada pelos promotores.
As outras quatro pessoas que também admitiram participação na operação para fornecer drogas ao ator receberão as sentenças nos próximos meses.
Entre elas está Jasveen Sangha, conhecida como a “Rainha da Cetamina”, que fornecia drogas a clientes de alto padrão e celebridades. Ela pode ser condenada a até 65 anos de prisão.
A série “Friends”, que acompanhava a vida de seis nova-iorquinos, seus relacionamentos e carreiras profissionais, fez muito sucesso e transformou os integrantes do elenco em grandes astros.
O papel de Perry como o sarcástico e infantil Chandler proporcionou riqueza ao ator, mas escondia uma luta sombria contra a dependência em analgésicos e álcool.
Perry estava tomando cetamina como parte de uma terapia supervisionada para depressão. Mas os promotores dizem que ele se tornou dependente da substância, que também tem propriedades psicodélicas e é uma droga popular em festas.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Canto de Maria Rita é o sol que se abre no feat com o padre Fábio de Melo na acolhedora canção ‘Atrás do temporal’


Ilustração que imagina o dueto (feito à distância) entre Maria Rita e padre Fábio de Melo no single ‘Atrás do temporal’
Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE SINGLE
Título: Atrás do temporal
Artistas: Fábio de Melo e Maria Rita
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “E tem sol atrás do temporal”, avisam padre Fábio de Melo e Maria Rita no verso-refrão que embute o título da acolhedora e otimista canção Atrás do temporal.
Na gravação que chega ao mundo na sexta-feira, 5 de dezembro, em single que apresenta feat inédito do padre cantor com a artista, o canto de Maria Rita é o sol que vai se abrindo ao longo dos quatro minutos e 35 segundos do fonograma formatado com produção musical de José Milton.
“Julga não / Porque o mundo dá volta / E o vento que sopra muda a direção / … / Condena não / Cada um sabe o peso da vida / Que o tempo coloca em sua mão / Ninguém entra na alma do outro / Por mais que se preste atenção”, pondera Maria Rita ao dar voz, com apropriada suavidade, aos versos iniciais dessa bela canção motivacional que soa como um bálsamo em mundo que corre na alta velocidade de um trem bala, provocando depressões, dores e desilusões.
Composição de autoria de Bruno Kohl, Giana Cervi e Vê Domingos, trio de artistas catarinenses, tendo sido lançada em 2019 pelo grupo O Mimo, Atrás do temporal é canção aconchegante de construção simples que vai envolvendo progressivamente o ouvinte na gravação embalada com cordas pela produção acertada de José Milton.
A atmosfera de Atrás do temporal evoca Trem bala (2016), sucesso de Ana Vilela já gravado por Fábio de Melo no álbum Clareou (2017). Contudo, para seguidores de Maria Rita, a maior motivação para ouvir Atrás do temporal é a presença luminosa dessa grande cantora que está sem lançar disco de estúdio desde o EP Desse jeito (2022).
Que o sol se abra para que, depois do temporal, 2026 chegue com um álbum de Maria Rita!
Capa do single ‘Atrás do temporal’, de padre Fábio de Melo e Maria Rita
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Flávio Venturini faz bem ao insistir na ‘linda juventude’ e reciclar os maiores hits no álbum de duetos ‘Minha história’


Flávio Venturini lança o álbum ‘Minha história’ na sexta-feira, 5 de dezembro
Anchell / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Minha história
Artista: Flávio Venturini
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Engenhosa, a arte gráfica da capa do álbum Minha história, de Flávio Venturini, deixa evidente com o gigantismo do V do sobrenome do artista que foi vitorioso o caminho trilhado pelo cantor, compositor, pianista e tecladista mineiro a partir de 1974.
Com lançamento programado para sexta-feira, 5 de dezembro, o álbum Minha história chega com baixíssimo teor de novidade. Das 11 faixas, dez já foram lançadas em singles ao longo deste ano de 2025.
A única faixa inédita é a regravação de Criaturas da noite (Flávio Venturini e Luiz Carlos Sá, 1975), sucesso lançado há 50 anos pelo grupo carioca O Terço – do qual o artista mineiro fez parte – e ora revisitado por Venturini em feat com Ritchie, artista também identificado com a cena de rock progressivo da década de 1970.
Contudo, o que importa é que, reunidas no álbum em gravações com convidados, as 11 músicas – lançadas originalmente entre 1975 e 1993 – celebram o conjunto de obra composta na forma de pop melódico que combinou toques de rock progressivo e de música clássica em doses precisas, sem perda do apelo popular.
Não por acaso, o anfitrião convidou um compositor de obra afim, Guilherme Arantes, para dividir o canto de Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1977), música que somente integrou a discografia de Venturini em 1982 após ter sido lançada por Beto Guedes e regravada por Milton Nascimento (com participação do próprio Venturini) no álbum Clube da Esquina 2 (1978).
Criaturas da noite e Nascente figuram entre os destaques de Minha história, álbum idealizado pelo empresário Steve Altit – já com intenção de gerar turnê estreada em março – e gravado com produção musical do guitarrista Torquato Mariano.
O disco é bom. Ainda que nenhuma gravação faça frente aos registros originais das músicas, o álbum Minha história desce bem porque o repertório é aliciante. Venturini repassa com certo viço as páginas de um livro bom e, quando o álbum oscila, é mais por conta da escolha do convidado.
O canto de Gabi Melim, por exemplo, resulta sem profundidade no feat com Venturini em Todo azul do mar (Flávio Venturini e Ronaldo Bastos, 1983). Alguma coisa também está fora da ordem em Tudo que você podia ser (Lô Borges e Marcio Borges, 1971), música regravada com Ana Cañas, e o erro talvez esteja no arranjo de tom roqueiro.
Tudo que você podia ser é uma das duas músicas do álbum Minha história sem a assinatura de Flávio Venturini na composição. A outra é Faltando um pedaço (1981), uma das mais inspiradas canções de Djavan, abordada por Venturini com o autor da composição.
Pela notória sensualidade, Ney Matogrosso é o convidado certeiro para se juntar a Venturini no canto do bolero Besame (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1988). Da mesma forma, Vanessa da Mata acerta o tempo de delicadeza melódica e poética de Noites com sol (Flávio Venturini e Ronaldo Bastos, 1993), a música mais recente do disco, já que a maioria das composições foi lançada nas décadas de 1970 e 1980.
Por também ser de Minas Gerais, o grupo Jota Quest se revela escolha pertinente para compartilhar a nostalgia de Linda juventude (Flávio Venturini e Marcio Borges, 1982), sucesso da banda 14 Bis, cuja obra abriu alas no pop mineiro a partir de 1979, pavimentando caminho por onde, anos depois, passaria o Jota Quest com som mais voltado para o soul de cepa pop.
O dueto com Ivete Sangalo em Espanhola (Flávio Venturini e Guttemberg Guarabyra, 1977) mostra que a cantora baiana poderia ter sido mais do que a entertainer que se tornou por vontade própria. Já a gravação de Princesa (Flávio Venturini e Ronaldo Bastos, 1982) com Gloria Groove reitera que alguns arranjos do álbum Minha história têm leve ambiência roqueira, com ênfase na guitarra, sem deixar de prestar reverência aos registros originais.
Parceria bissexta de Venturini com Renato Russo (1960 – 1996), Mais uma vez (1987) reaparece com viço em feat do anfitrião com Roberto Frejat, uma das vozes do rock da geração de Renato.
Enfim, a revisão do álbum e da turnê Minha história ratifica a excelência do suprassumo da obra de Flávio Venturini. Atualmente com 76 anos, o artista faz bem em insistir nessa linda juventude porque a estrada percorrida há 51 anos o levou à vitória no mundo da música.
Capa do álbum ‘Minha história’, de Flávio Venturini
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Lollapalooza 2026 anuncia shows extras de TV Girl, Interpol, Viagra Boys e Blood Orange; veja datas


A banda Interpol
Divulgação
O Lollapalooza anunciou, nesta quarta-feira (03), shows extras de TV Girl, Interpol, Viagra Boys e Blood Orange. As atrações, que estão no line-up do festival, também vão se apresentar em casas como o Cine Joia e a Audio, em São Paulo.
Veja datas:
TV Girl, em 18 de março, no Cine Joia
Blood Orange, em 19 de março no Cine Joia
Interpol, com abertura da banda Viagra Boys, em 19 de março, na Audio
Os ingressos já estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster. Veja valores:
TV Girl – Cine Joia
Entrada Social: R$ 275,00
Meia: R$ 250,00
Inteira: R$ 500,00
Interpol + Viagra Boys – Audio
Entrada Social: R$ 302,50
Meia: R$ 275,00
Inteira: R$ 550,00
Blood Orange – Cine Joia
Entrada Social: R$ 275,00
Meia: R$ 250,00
Inteira: R$ 500,00
Lolla 2026
Lollapalooza 2026 tem Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler the Creator e Lorde entre headliners
Reprodução
O Lollapalooza 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Entre os os headliners do Lollapalooza 2026 estão:
Sexta-feira: Sabrina Carpenter, Deftones e Doechii
Sábado: Chappell Roan, Skrillex e Lewis Capaldi
Domingo: Tyler, The Creator, Lorde e Turnstile
Veja line-up completo do Lolla 2026 dividido por dia
🎶 SEXTA-FEIRA (20/03/2026)
Sabrina Carpenter
Deftones
Doechii
Kygo
Interpol
Blood Orange
Ben Böhmer
Edson Gomes
Ruel
Men I Trust
Bunt.
Viagra Boys
DJ Diesel
Horsegiirl
Negra Li
Aline Rocha
Atkö
Scalene
Worst
Terraplana
Stefanie
Bruna Strait
Camila Jun
🎶 SÁBADO (21/03/2026)
Chappell Roan
Skrillex
Lewis Capaldi
Cypress Hill
Brutalismus 3000
Marina
TV Girl
Mu540
Riize
2hollis
N.I.N.A
Foto em Grupo
The Warning
Hamdi
Febre90s
Agnes Nunes
Varanda
Cidade Dormitório
Jadsa
Blackat
Crizin da Z.O.
Marcelin O Brabo
Artur Menezes
Hurricanes
🎶 DOMINGO (22/03/2026)
Tyler, The Creator
Lorde
Turnstile
Peggy Gou
Addison Rae
Katseye
Djo
¥ousuke ¥uk1matsu
FBC
Royel Otis
The Dare
Balu Brigada
Mundo Livre S/A
Róz
Zopelar
Idlibra
Nina Maia
Oruã
Alírio
Papisa
Papangu
Analu
Jonabug
Entropia
O line-up desta edição tem 69 artistas, sendo 16 estreantes no país, 38 nacionais e 31 atrações internacionais. O evento acontece no Autódromo de Interlagos.
O valor dos ingressos varia de acordo com o lote disponível e as vendas são Ticketmaster Brasil, no site ou na bilheteria física, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.
Qual a análise do line-up?
Cantoras pop ‘do momento’ como Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Addison Rae, Lorde e o girl group Katyseye
Nomes do rap bem-avaliados como Tyler, The Creator, Cypress Hill, Doechii e N.I.N.A.
Bandas com som mais pesado como Deftones, Turnstile e The Warning
Artistas brasileiros consagrados como Mundo Livre S/A (mangue beat) e Edson Gomes (reggae)
DJs de vertentes variadas da eletrônica como Skrillex, Kygo e Peggy Gou
Atrações para fãs de misturas alternativas como Djo, FBC, Men I Trust e Varanda
Velhos conhecidos de festivais brasileiros, com shows aprovados como Interpol, Marina e Scalene
Nomes meio aleatórios como Lewis Capaldi (famoso por baladas radiofônicas), o DJ Diesel (Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história) e a HorsegiirL (DJ que toca com máscara de cavalo)
Headliners em alta e estreias no Brasil
g1 analisa ‘Short n’ Sweet’, novo álbum de Sabrina Carpenter
DJ Diesel? Shaquille O’Neal vem ao Lolla
O line-up deste ano comprova que o Lollapalooza Brasil ainda tem cacife para trazer os nomes “do momento” ao país. A maior parte dos headliners está em alta em todo o mundo, sendo atrações muito procuradas não só pelo Lolla, como por festivais como o Glastonbury e o Coachella.
As cantoras pop Sabrina Carpenter e Chappell Roan, por exemplo, foram alçadas ao máximo do estrelato no ano passado. Sabrina veio pela última vez em 2023 como ato de abertura da “Eras Tour”, de Taylor Swift, mas já cresceu exponencialmente desde então.
Chappell Roan e Sabrina Carpenter
Divulgação/Netflix
Já Chappell era praticamente desconhecida até o início de 2024 e, hoje, lota festivais. A vinda ao Lolla será a estreia da cantora por aqui.
LEIA MAIS: Lorde falou ao g1 sobre nova era
Como Tyler, The Creator resgata a dança no hip-hop?
Relembre entrevista de Chappell Roan ao g1
Como Sabrina Carpenter foi de ‘flopada’ a popstar?
Quem é Doechii, revelação do rap elogiada por Beyoncé
Chappell Roan fala sobre relação com fãs
Outra atração que gera muita expectativa (e um pouco de apreensão) é Tyler the Creator. Um dos principais expoentes do hip hop norte-americano, o artista já veio ao Brasil com o coletivo Odd Future, que tinha Frank Ocean entre os integrantes.
A estreia solo de Tyler por aqui seria no Lollapalooza 2018, quando ele cancelou por “motivos pessoais”, duas semanas antes do festival. À época, ele prometeu voltar ao país, mas ninguém imaginava ter que esperar 8 anos pelo retorno do artista.
Até nomes como Deftones e Lorde, que já vieram várias vezes, estão promovendo novos álbuns e vão incluir o Brasil na rota antes que os trabalhos completem 1 ano (ou seja, também atestam que o Lolla está “atualizado”). Os Deftones não vêm ao país desde 2015 e são o principal componente rock no line-up, então é um show muito esperado pelos fãs.
Doechii, nova estrela do rap americano, também fará sua estreia no Brasil após um excelente EP, que a rendeu o Grammy de Melhor Álbum de Rap. Turnstile e Interpol são algumas das principais atrações “roqueiras”.
Pop contemporâneo e rap nacional
A programação do festival conta com nomes em ascensão em diferentes gêneros. Artistas do pop contemporâneo como a cantora Addison Rae e o grupo global Katseye integram o line-up. Outro destaque é a DJ e produtora sul-coreana Peggy Gou, fenômeno da música eletrônica mundial.
Negra Li, Agnes Nunes, FBC e DJ MU540, N.I.N.A integram a lista dos artistas nacionais, que desta vez tem vários nomes do rap brasileiro. Destaque também para Edson Gomes, um dos maiores nomes da história do reggae brasileiro.
A lista tem até uma curiosidade inesperada: DJ Diesel, codinome artístico de Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história.
Como comprar ingressos para o Lolla?
O Lolla Pass dá direito aos três dias do Lollapalooza. Os preços são:
Inteira Lote 4: R$ 2.533,68
Entrada social: R$ 1.413,52
Meia-entrada: R$ 1.266,84
O Lolla Day dá direito a apenas um dia de Lollapalooza. Os preços são:
Inteira Lote 1: R$ 938,40
Entrada Social: R$ 536,12
Meia-entrada: R$ 469,20

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘BBB 26’ estreia em 12 de janeiro e terá ‘grupo pipoca’ escolhido pelo público


Tadeu Schmidt na casa BBB 24
Globo/Manoella Mello
O “BBB 26” já tem data de estreia: 12 de janeiro. E uma das novidade desta edição será a escolha dos membros do “grupo pipoca”.
Antes da estreia, os fãs do programa vão escolher os participantes do grupo por meio de uma dinâmica que acontecerá simultaneamente por todas as regiões do Brasil. Dos 20 candidatos distribuídos pelas diferentes regiões do país, o público vai eleger os dez Pipocas que entrarão na casa mais vigiada do Brasil.
Em cada uma das cinco casas de vidro espalhadas por cada uma das regiões do país, quatro candidatos tentarão conquistar a preferência do público. Dos quatro, o homem e a mulher mais votados garantirão vaga no início da disputa pelo prêmio milionário.
A escolha desses participantes vai acontecer por meio de votações no gshow.
Como são escritos os discursos do ‘BBB’?
A produção do programa já havia anunciado que o “BBB 26” segue com a divisão entre camarotes e pipocas, mas ganhará um terceiro grupo, formado por ex-participantes que marcaram as últimas edições do programa.
Estrela do programa, o Big Fone está de volta. Mas agora serão três aparelhos, sendo o público o responsável por decidir qual vai tocar ou até mesmo que mensagem será falada na ocasião.
A atração segue sob o comando de Tadeu Schmidt.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Spotify Wrapped 2025: como fazer a sua retrospectiva no app de música


Spotify Wrapped 2025: como fazer a sua retrospectiva no app de música
Spotify
O Spotify liberou, nesta quarta-feira (4), o Spotify Wrapped 2025 para os usuários da plataforma. A retrospectiva revela, por exemplo, as músicas, os álbuns, os artistas e os podcasts mais ouvidos ao longo do ano (veja como fazer a sua).
O recurso mostra quantos minutos de música você ouviu em 2025, quantos gêneros explorou e quais foram os mais frequentes. Também indica a sua “idade musical”, uma estimativa baseada no ano de lançamento das músicas que você escuta — quanto mais antigas as canções, maior será essa idade.
Entre as novidades deste ano, o Spotify Wrapped inclui um quiz que desafia o usuário a adivinhar, por exemplo, qual foi sua música mais tocada.
Assim como nas edições anteriores, o Spotify também gera a playlist “Your Top Songs 2024”, com as faixas que você mais ouviu.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como fazer a sua retrospectiva do Spotify
O recurso está disponível para donos de aparelhos Android e iPhone (iOS) com a versão mais recente do app. Veja abaixo como verificar o seu ano musical:
Abra o seu aplicativo do Spotify e toque no ícone “Retrospectiva”, localizado no topo;
Em seguida, em “Sua Retrospectiva”, toque em “Vamos lá”;
Pronto! O app exibirá stories com todas as informações do seu ano musical.
Após gerar a sua retrospectiva, o aplicativo permite compartilhar os registros no WhatsApp, Instagram (mensagens e stories), TikTok, Facebook, X, Mensagens (SMS) ou baixar no celular.
O Spotify não é o único serviço de música a oferecer uma retrospectiva anual. O Apple Music, o Deezer e o YouTube Music também disponibilizam esses recursos em seus respectivos aplicativos.
hshshs
Divulgação/Spotify

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Xuxa anuncia ‘O Último Voo da Nave’; show em SP para celebrar carreira


Xuxa anunciou nesta quarta-feira (03) uma apresentação para celebrar sua carreira. O show “O Último Voo da Nave” vai acontecer dia 26 de julho de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo.
Xuxa
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Spotify revela hits e artistas mais ouvidos em 2025; lista do Brasil é dominada por sertanejo, pagode e funk


Os cantores Bad Bunny, Henrique e Juliano e Duzão (Menos é Mais)
Divulgação
O Spotify divulgou a lista dos artistas e músicas mais ouvidos na plataforma em 2025. A lista saiu nesta quarta-feira (3), mesmo dia em que os ouvintes puderam acessar às próprias retrospectivas.
Pela quarta vez, Bad Bunny foi o artista mais escutado no mundo — ele conquistou o título em 2020, 2021 e 2022. O porto-riquenho também emplacou o álbum mais ouvido: “Debí Tirar Más Fotos”. Já Lady Gaga e Bruno Mars são os responsáveis pela canção de maior sucesso: “Die With A Smile”.
No Brasil, Henrique e Juliano foram os artistas mais ouvidos pelo segundo ano consecutivo. A dupla também assina o álbum de maior sucesso: “Manifesto Musical 2 (Ao Vivo)”. Já o principal hit foi uma faixa de Diego e Victor Hugo: “Tubarões” (versão ao vivo).
Veja abaixo as ilstas completas dos maiores sucessos do Spotify em 2025
🎶Listas do Spotify Global🎶
Artistas mais escutados no mundo em 2025
Bad Bunny
Taylor Swift
The Weeknd
Drake
Billie Eilish
Kendrick Lamar
Bruno Mars
Ariana Grande
Arijit Singh
Fuerza Regida
Músicas mais escutadas no mundo em 2025
“Die With A Smile” – Lady Gaga e Bruno Mars
“Birds of a Feather” – Billie Eilish
“Apt.” – Rosé e Bruno Mars
“Ordinary” – Alex Warren
“Dtmf” – Bad Bunny
“Back to friends” – Sombr
“Golden” – Huntr/X, EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami, KPop Demon Hunters
“Luther (with SZA)” – Kendrick Lamar e SZA
“That’s so True” – Gracie Abrams
“Wildflower” – Billie Eilish
Álbuns mais escutados no mundo em 2025
“Debí Tirar Más Fotos” – Bad Bunny
“KPop Demon Hunters” – KPop Demon Hunters, Huntr/X, Saja Boys
“Hit me hard and soft” – Billie Eilish
“SOS Deluxe: Lana” – SZA
“Short n’ Sweet” – Sabrina Carpenter
“Mayhem” – Lady Gaga
“You’ll Be Alright, Kid” – Alex Warren
“I’m the problem” – Morgan Wallen
“GNX” – Kendrick Lamar
“Un verano sin ti” – Bad Bunny
🎶Listas do Spotify Brasil🎶
Artistas mais escutados no Brasil em 2025
Henrique & Juliano
Grupo Menos É Mais
MC Ryan SP
Jorge & Mateus
Mc IG
Zé Neto & Cristiano
Matheus & Kauan
MC Tuto
Natanzinho Lima
Filipe Ret
Músicas mais escutados no Brasil em 2025
“Tubarões – Ao Vivo” – Diego & Victor Hugo
“P do Pecado – Ao Vivo” – Grupo Menos É Mais, Simone Mendes
“Coração Partido (Corazón Partío) – Ao Vivo” – Grupo Menos É Mais
“Apaga Apaga Apaga – Ao Vivo” – Danilo e Davi
“Última Saudade – Ao Vivo” – Henrique & Juliano
“Fui Mlk” – Nilo, Mc Paiva ZS, DJ Di Marques, Tropa da W&S
“Famosinha” – Dj Caio Vieira, MC Meno K, Mc Rodrigo do CN
“Cópia Proibida” – Léo Foguete
“Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim”- Oruam, Zé Felipe, MC Tuto, Dj Lc da Roça, Mc Rodrigo do CN
“Ilusão De Ótica – Ao Vivo” – Matheus & Kauan, Ana Castela
Álbuns mais escutados no Brasil em 2025
“Manifesto Musical 2” – Henrique & Juliano
“Churrasquinho 3” – Grupo Menos É Mais
“O Céu Explica Tudo” – Henrique & Juliano
“Obrigado Deus” – Léo Foguete
“To Be” – Henrique & Juliano
“333” – Matuê
“Nada Como um Dia Após o Outro Dia, Vol. 1 & 2” – Racionais MC’s
“Mayhem” – Lady Gaga
“Transcende” – Lauana Prado
“A Nata de Tudo – A Ovelha Negra” – Mc Negão Original
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
Henrique & Juliano viram os ingressos para o show da dupla no Maracanã, em 3 de janeiro, se esgotarem em pouco mais de um dia
Randes Filho / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Marco Nanini ilumina o palco com a alma lírica da canção brasileira


Marco Nanini dá voz (bem preparada) a músicas como ‘Carinhoso’ e ‘Chão de estrelas’
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO SOBRE MUSICAL DE TEATRO
Título: Alma brasileira – Ensaio nº 2
Atuação e canto: Marco Nanini
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Ator que já incursionou pela seara dos musicais de teatro nas encenações de espetáculos como Pippin (1974) e O corsário do rei (1985), Marco Nanini iluminou o palco do Teatro Glaucio Gill na noite de ontem, 2 de dezembro, com a apresentação de Alma brasileira – Ensaio nº 2.
Espécie de recital, no qual o ator transita por repertório composto por músicas brasileiras (a maioria da era pré-Bossa Nova) com o toque dos teclados do músico Gabriel Gravina, o espetáculo encerrou o festival idealizado por Rafael Raposo para celebrar, com 30 peças em 30 dias, os 60 anos desse espaço teatral carioca situado no coração do bairro de Copacabana, fundado em 1958 com o nome de Teatro da Praça e rebatizado em 1965 como Teatro Glaucio Gill.
Baseado em roteiro criado pela atriz Camilla Amado (1938 – 2021), vista no telão em vídeo em que cantava Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michael Vaucaire, 1956), sucesso da cantora francesa Edith Piaf (1915 –1963), Alma brasileira poderia ter soado como recital corriqueiro, até banal, se não estivesse em cena um intérprete da grandeza de Marco Nanini.
Mesmo sem ser vocacionado para o canto, o ator atingiu o âmago das músicas a que deu voz, preparada pelo diretor musical Felipe Abreu. Foi o grande ator que pisou em Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937) com sensibilidade e emoção interiorizada, realçando o lirismo poético dos versos em decassílabos desse emblema da canção brasileira. Ali o palco ficou iluminado com a alma e a luz do ator gigante.
Sob direção de Cesar Augusto, em clima de ensaio (já houve um ensaio anterior dirigido por Amir Haddad, por isso o “nº 2” do título do espetáculo), Nanini seguiu roteiro que entrelaçou músicas com crônicas de mestres do gênero como os escritores Antônio Maria (1921 – 1964), Luís Fernando Veríssimo (1936 – 2025) e Rubem Braga (1913 – 1990).
De Antônio Maria, tão cronista quanto compositor, Nanini tentou seguiu o passo do Frevo nº 3 do Recife (1957) em número que aludiu à origem pernambucana do ator projetado na década de 1970 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), saudada com o canto da Valsa de uma cidade (Antônio Maria e Ismael Silva, 1954).
Foi com O homem trocado, crônica de Veríssimo, escritor falecido em 30 de agosto, que Marco Nanini abriu o roteiro literário e musical para em seguida cantar Decididamente (1976), música afinada com o tom da crônica de Veríssimo. Grande surpresa do roteiro, Decididamente é título esquecido da parceria de Edu Lobo com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), sendo música apresentada na trilha sonora do espetáculo de teatro Deus lhe pague (1976), na voz do próprio Nanini, e desde então nunca mais regravada.
Se não acompanhou a cadência bonita do altivo samba Mora na filosofia (Monsueto Menezes e Arnaldo Passos, 1955), o ator soube dar a devida intensidade passional ao tango A media luz (Edgar Nonato e Carlos Lenzi, 1925), trilha sonora perfeita para a crônica Uma tarde em Buenos Aires, de Rubem Braga.
Atriz e cantora, Sandra Pêra entrou em cena com vivacidade para cantar a rumba Escandalosa (Moacyr Silva e Djalma Esteves, 1947) – sucesso de Emilinha Borba (1923 – 2005), cantora da era do rádio – e engatar dueto com Nanini no samba Diz que tem (Aníbal Cruz e Vicente Paiva, 1940), sucesso da matricial Carmen Miranda (1909 – 1955).
No fim, em clima de congraçamento com a plateia que superlotou o Teatro Glaucio Gill (havia gente no chão, tamanha foi a procura por ingressos), Nanini puxou o canto coletivo de Carinhoso (Pixinguinha, 1917, com letra de Braguinha, 1937), choro-canção que sintetiza a alma lírica e sentimental da música brasileira, mote desse recital envolvente desse excepcional ator que sabe muito bem fazer o papel de cantor no palco iluminado.
A atriz e cantora Sandra Pêra participa da apresentação de “Alma brasileira – Ensaio nº 2” feita por Marco Nanini no Teatro Glaucio Gill
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Em fase zen, Anitta reflete sobre arrogância e ‘desequilíbrio’ na carreira: ‘Saúde pediu socorro’


Anitta grava meditações guiadas e reflete sobre ‘desequilíbrio’ na carreira
Quem acompanha Anitta sabe que ela está mais “zen”. Agora, a cantora empresta a sua voz para uma série de meditações guiadas para o livro “Musculatura da Alma”, da cosmoterapeuta Max Tovar. Lançada em novembro, a publicação acompanha um QR Code para ouvir os áudios da artista.
“Seja bem-vindo à sua jornada de fortalecimento interior. Juntos, vamos explorar o poder do esforço consciente e o desapego do que limita o seu caminho”, diz a cantora em um dos áudios.
É dela, também, o prefácio do livro. Nele, Anitta (aliás, Larissa, que é quem assina o texto) diz que vem repensando algumas atitudes na vida. Ela diz que aprendeu a lidar com arrogância, julgamentos e que “todos somos igualmente especiais no mundo”.
“Eu, que antes era obcecada por resultados, querendo saber logo o que há do outro lado, agora levo a vida com mais calma. (…) Me vi na armadilha da arrogância de quem apenas começava um caminho, mas me acreditava superior”.
É uma baita mudança para quem costuma usar a voz para letras sexuais — e ficou conhecida por sua ambição e personalidade forte. Por isso, preocupou alguns fãs, já que Anitta, a cantora, ficou mais ausente no quesito de lançamentos em 2025.
Mas ao g1, em entrevista por e-mail, ela garante que a “funkstar” não foi deixada de lado — e que esse trabalho “não é artístico”. Veja o que Anitta disse sobre esse projeto “zen”:
Anitta grava meditações guiadas para o livro ‘Musculatura da Alma’, de Max Tovar
Divulgação
g1 – Como você concilia a Anitta funkstar e a “zen”? As duas coexistem, ou uma tem que dar lugar à outra?
Anitta: Eu venho aprendendo a equilibrar tudo cada vez melhor. Agora, estou falando mais sobre espiritualidade e o poder que encontramos no autoconhecimento por meio das meditações que narrei para o livro. Daqui a pouco tem EP de carnaval saindo e vou viajar pelo país com os “Ensaios”, um projeto que adoro!
Inclusive, para dar conta da maratona de shows, eu recorro aos meus mantras e às próprias meditações, além da preparação física, claro. Tudo o que faço hoje tem um grau maior de presença e consciência.
g1 – Alguns fãs estranharam o anúncio dessas meditações guiadas, como se fosse um rumo de carreira totalmente diferente. O que você pensa sobre isso?
Anitta: Os meus fãs são maravilhosos e super preocupados comigo. Mas as meditações são feitas pela Larissa. Não é um trabalho artístico. Existe um outro lado meu que se interessa em buscar e conhecer mais sobre mim mesma.
g1 – Você é conhecida por ser muito estratégica e inteligente com a sua carreira e tem muita coisa da vida da Larissa que você escolhe não compartilhar. Então, por que você quis trazer a relação com a Max e com a espiritualidade para a sua imagem pública também? Como foi esse processo de decisão?
Anitta: A minha jornada de autoconhecimento tem sido extremamente transformadora, principalmente em relação ao processo de amadurecimento. Hoje, eu me sinto confortável e segura para mostrar esses dois lados.
Max Tovar e Anitta produzem série de meditações guiadas para o livro ‘Musculatura da Alma’, da cosmoterapeuta
Divulgação
A minha intenção com “Musculatura da Alma” foi tentar fazer com que os aprendizados que eu tive pudessem chegar a mais pessoas. Claro que requer tempo e dedicação, mas vale muito a pena. Não quero dizer que a minha vida agora é um paraíso. Não é isso. Os dias difíceis existem, mas são encarados de outra forma, com mais leveza e generosidade.
g1 – No prefácio, você fala muito do tema de arrogância e julgamento. Por que esses temas ressoaram tanto com você?
Anitta: Acho que vem muito de um momento em que a minha carreira era tudo que importava. Era como se não existisse mais nada. E por conta disso, eu me sobrecarreguei, me desequilibrei e a minha saúde pediu socorro.
Quando a gente vive dessa maneira, se torna muito difícil enxergar o que realmente importa. Tudo é urgente, tudo é para ontem, tudo é alguma coisa. Isso te prende em certos jeitos de fazer as coisas que você nem percebe. A gente começa a entrar em um ciclo de frustração, raiva e culpa que não faz bem a nós mesmos e a quem está ao nosso redor.
g1 – Você teve algum aprendizado técnico, sobre voz e gravação, ao gravar as meditações guiadas? Algo que queira levar para a música?
Anitta: Esse processo de narração das meditações para o livro me mostrou ainda mais o poder de concentração e força que elas têm. Eu meio que já sabia, porque sou adepta há alguns anos e fazem parte da minha rotina, mas, dessa vez, mexeu comigo em outro lugar. Eu definitivamente vou levar esse aprendizado para a minha vida.

Fonte: G1 Entretenimento