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Samba do Trabalhador celebra 20 anos em álbum autoral que gravita em torno do cancioneiro do fundador Moacyr Luz


Moacyr Luz (de pé, com chapéu) posa com os cantores, compositores e músicos da roda Samba do Trabalhador, com os quais gravou o álbum lançado ontem, 21 de novembro
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Criada em 2005 por Moacyr Luz para ser armada às segundas-feiras no Clube Renascença, point boêmio da zona norte da partida cidade do Rio de Janeiro (RJ), a roda Samba do Trabalhador chega aos 20 anos com fôlego. A efeméride é celebrada no álbum Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 20 anos, sexto título da discografia do coletivo carioca.
Em rotação desde ontem, 21 de novembro, o álbum junta Moacyr Luz a um time de bambas da roda, formado por Alexandre Marmita (cavaquinho e voz), Daniel Neves (violão de sete cordas), Gabriel Cavalcante (cavaquinho e voz), Júnior de Oliveira (percussão), Leandro Pereira (violão), Mingo Silva (percussão e voz) e Nilson Visual (percussão).
No álbum editado pela gravadora Biscoito Fino, o grupo registra 16 músicas, entre composições inéditas e regravações de sambas de Moacyr Luz, alguns apresentados pelo compositor há 22 anos no referencial álbum Samba da cidade (2003), casos de Tudo que vivi, Vila Isabel, Vinte-e-sete-zero-nove e Mitos cariocas – Lan, parcerias do bamba com Wilson das Neves (1936 – 2010), Martinho da Vila, Nei Lopes e Aldir Blanc (1946 – 2020), respectivamente.
Um dos mais profícuos parceiros de Moacyr Luz até sair de cena há cinco anos, Aldir Blanc também figura na ficha técnica como letrista de Cachaça, árvore e bandeira (1998) e de uma música inédita, Dezesseis, composta por Moacyr a partir dos versos lhe confiados pela viúva do bardo tijucano e ouvida no disco em gravação feita com participação de Marina Iris.
A safra de inéditas do álbum Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 20 anos também inclui Vai clarear (Moacyr Luz, Mingo Silva, Nego Álvaro e Alexandre Marmita) e parcerias de Moacyr Luz com Xande de Pilares (Se babar, babou, gravada com a voz de Alexandre Marmita), Pedro Luís (Água Santa, com feat do próprio Pedro), Sereno (Eu fiz um samba pra Bahia, gravada com a adesão de Joyce Moreno) e Dunga (Todo santo dia, ouvida na voz do próprio Dunga).
O álbum Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 20 anos foi gravado com produção musical e arranjos do violonista Leandro Pereira, sob direção artística de Gabriel Cavalcante.
Capa do álbum ‘Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 20 anos’, de Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tusca 2025: Seu Jorge é ‘tuscalizado’ e põe público para pular do samba ao rock no segundo dia


Veja momentos do show de Seu Jorge na Tusca 2025
Seu Jorge foi ‘tuscalizado’ na madrugada deste sábado (22). Esbanjando elegância e simpatia, não escondeu a felicidade de cantar para o público universitário, na Taça Universitária de São Carlos (Tusca). Primeiro a se apresentar na segunda noite, o músico levou ao palco principal um repertório que misturou MPB, R&B, soul, samba e rock e conquistou os tusqueiros logo nos primeiros minutos.
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Com banda completa, o artista entrou com presença de estrela: terno preto retrô, look all black, óculos escuros e passinhos coreografados ao som da introdução instrumental. Abriu o show com “Mina do Condomínio” e recebeu um uníssono imediato, sinal de que o público já estava entregue.
Quebrando o protocolo, Seu Jorge cantou praticamente tudo no gogó, sem apoio de bases pré-gravadas. Entre passos coreografados e sorrisos, interagiu com a plateia pela primeira vez dizendo: “Aqui só tem campeão.”
Veja a cobertura da Tusca no g1 São Carlos:
RESUMÃO: Ana Castela anima Tusca com hits, modão e banho no público; confira como foi o primeiro dia
GALERIA: Tusca entra no 2º dia de festa: veja as fotos da galera que curtiu os shows de Seu Jorge, Kayblack e mais
TUSCA 2025: Detonautas faz show com expectativa de novos públicos; veja FOTOS
Fase disco, passinhos e simpatia
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
O show foi dividido em atos. Ao lado de Magary Lord e Peu Meurray, o primeiro deles teve clima “Brasil disco”, com as dançantes “Sábado à Noite” e “Gente Boa Se Atrai”, do álbum “Baile à la Baiana”, lançado em 2025, e que explora a musicalidade baiana.
Bem-humorado, o cantor brincou com objetos arremessados pela plateia e até interagiu com um lencinho vermelho atirado no palco.
A resposta veio em gritos coletivos de “Jorge, eu te amo!”, repetidos mais de uma vez. Antes de cantar a marcante “Carolina”, ele se declarou ao público: “Estou apaixonado, quero ficar aqui a noite toda”.
A banda também brilhou, e fez show a parte com destaque para solos de guitarra, flauta, cavaquinho e momentos instrumentais que fizeram a plateia dançar.
Dos clássicos aos virais
Seu Jorge na Tusca 2025, em São Carlos (SP)
Jéssica Campos/ g1
Com “Shok”, também do novo álbum, Seu Jorge colocou o público para pular em um ritmo que lembrou micareta. Entre uma música e outra, elogiou o público: “A galera do Tusca é tão linda.”
Mesmo sem a MTG de funk que a ressuscitou, o sucesso “Quem Não Quer Sou Eu”, uma das músicas mais ouvidas de 2024, manteve o brilho e gerou coro espontâneo. Em seguida, veio uma sequência com axé, batuque e flauta, até que os primeiros acordes de “Amiga da Minha Mulher” fizeram a arena explodir.
“Salve, Jorge” manteve a energia lá no alto e rendeu mais declarações de amor dos tusqueiros. Quando o show parecia terminar sem “Burguesinha”, a plateia protestou e Jorge fez suspense. Antes, entregou “Felicidade” e “Casinha de Sapê”, com direito a improviso rock e solo de guitarra.
Só então veio o hit. “Burguesinha” encerrou o show em coro, mas ainda não era o fim. Antes de ir embora, o cantor avisou que só deixaria o palco se todo mundo pulasse ao som de “Mas Que Nada”, clássico de Jorge Ben Jor, e a missão foi cumprida.
Intérpretes de LIBRAS roubaram a cena
Intérprete de LIBRAS marcou presença na Tusca 2025, no show de Seu Jorge
A presença de intérpretes de LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) no palco principal foi uma das novidades desta edição da Tusca. Pela primeira vez, o festival conta com uma equipe fixa atuando diretamente nos shows, garantindo acessibilidade para o público surdo durante toda a programação. A participação chamou atenção já na primeira noite e se consolidou como destaque de 2025.
No show do Seu Jorge, a intérprete Naiara Rodrigues ganhou um momento especial ao lado do seu ídolo, quando ele cantou ao lado dela.
A atriz e tradutora de 35 anos afirma que iniciativas como essa ainda são raras em eventos culturais de grande porte. Para ela, acessibilidade não deve ser vista como bônus, mas como direito. “A gente paga ingresso, está nos eventos, então é nosso direito estar em todos os lugares. Acessibilidade não é algo opcional”, disse.
Confira fotos do segundo dia de festa da Tusca 2025, em São Carlos
Jéssica Campos/ g1
O ator e intérprete Lucas Araújo, 24, reforça que estar no festival é resultado de anos de insistência, projetos e negociação com a organização. Segundo ele, a Tusca assume protagonismo ao incorporar acessibilidade no palco.
“Se estamos aqui hoje, é fruto de três anos de trabalho. Houve avanços, mas precisamos continuar cobrando para que isso se torne prática em todos os eventos”, afirmou.
Outras atrações da noite
Além de Seu Jorge, o segundo dia da Tusca também teve shows de GBR, Kayblack e Missiatto, que completaram a programação do palco principal na madrugada.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oasis volta ao Brasil neste sábado; veja tudo o que você precisa saber


Cantor Liam Gallagher durante show do Oasis em Cardiff, em 4 de julho
Scott A Garfitt/Invision/AP
O Oasis finalmente volta ao Brasil neste sábado (22) para o primeiro dos dois shows que realiza em no Morumbis, em São Paulo — mais de 16 anos anos depois da última passagem pelo país e do fim do grupo.
A banda britânica dos irmãos Gallagher também se apresenta no domingo (23) e, como era de se esperar, ambas as datas já estão com ingressos esgotados.
Os portões do Morumbis abrem às 16h neste sábado. Já a apresentação está prevista para começar por volta das 21h.
Depois de tanto tempo separados, muita gente duvidava que Noel e Liam conseguissem evitar suas famosas e homéricas tretas até chegarem mais uma vez ao Brasil, desde o anúncio da reunião em agosto de 2024.
O retorno da dupla aos palcos, em julho, bateu recordes de venda de cervejas no estádio de Wembley, na Inglaterra e, por ora, parece ter gerado poucos atritos.
Oasis, a discografia: g1 coloca os 7 álbuns da banda na ordem (do pior ao melhor)
Veja o que esperar dos shows no Brasil (e um provável setlist):
O que aconteceu com o Oasis?
O Oasis foi fundado em 1991 na cidade de Manchester, na Inglaterra. Desde o disco de estreia, a banda já se destacou como um dos grandes expoentes do rock britânico nos anos 90. Hoje, o Oasis ultrapassa a marca de 75 milhões de discos vendidos.
Marco do movimento chamado “britpop”, o Oasis conquistou fãs em todo o mundo. A banda ficou conhecida pela personalidade “escrachada” dos integrantes e suas músicas emblemáticas, como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”.
Mas a tensa relação entre os irmãos Gallagher sempre foi um problema dentro do Oasis. Os dois já tiveram inúmeras trocas de insultos e brigas públicas, e Noel chegou a deixar os colegas em plena turnê pela Europa após uma discussão.
No fim de agosto de 2009, Noel anunciou sua saída definitiva da banda. “É com tristeza e grande alívio que digo que desisto do Oasis esta noite”, escreveu o guitarrista em seu site. “As pessoas podem dizer o que quiserem, mas eu simplesmente não consigo trabalhar com Liam por mais nenhum dia”.
Na época, os integrantes remanescentes do Oasis decidiram continuar trabalhando juntos como o grupo Beady Eye. Eles se separaram em 2014, e Liam seguiu em carreira solo desde então. Já Noel tem a banda High Flying Birds.
Em quase 35 anos de carreira, o Oasis lançou 7 álbuns de estúdio e vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo. Sucessos dessa trajetória estarão nos dois shows da banda no Morumbis. Veja o ranking dos discos do grupo.
As tretas de Liam e Noel
“Quando tudo isso acabar, vamos sentar e refletir sobre o que aconteceu”, afirmou Noel em uma entrevista recente ao programa TalkSport. “É ótimo estar de volta em uma banda com o Liam. Eu tinha esquecido o quanto ele é divertido.”
A declaração resume bem a intensidade das idas e vindas entre os irmãos Gallagher, que eram os líderes do Oasis e sempre impactaram a banda com suas (várias) brigas e reconciliações.
Em 1994, por exemplo, eles transformaram áudios de uma discussão violenta que tinham tido em duas faixas chamadas “Wibbling Rivalry”, lançadas pelo Oasis. Além disso, foi justamente a relação entre os irmãos que levou ao fim da banda, em 2009 — após uma treta em que Liam quebrou uma guitarra de Noel.
Desde então, os Gallagher continuaram trocando xingamentos e críticas publicamente, em clima de crescente rivalidade até que, em 2024, anunciaram a turnê nas redes. O post dizia: “As armas se aquietaram. As estrelas se alinharam. A grande espera acabou. Venha testemunhar”.
Irmãos Gallagher, do Oasis, já falaram mal de Blur, Coldplay, Beyoncé, Taylor Swift…
Línguas de chicote
Além de brigarem entre si, os irmãos também são conhecidos pela postura afiada e já distribuíram críticas aos mais diversos nomes da indústria do entretenimento.
Quem é fã de rock britânico provavelmente sabe que existe uma rivalidade histórica entre as bandas Oasis e Blur.
Muitas trocas de farpas entre os integrantes já rolaram. Mas o momento mais pesado da guerra aconteceu em 1995, quando uma música do Blur — “Country House” — disputava o primeiro lugar da parada britânica com uma do Oasis — “Roll With It”.
Na época, Noel Gallagher chegou a dizer numa entrevista a seguinte frase: “Eu odeio Alex e Damon. Espero que eles contraiam Aids e morram”. Alex, no caso, é Alex James, baixista do Blur, e Damon, Damon Alban, vocalista.
Outras duas bandas que os irmãos Gallagher nunca curtiram muito são o Radiohead e o Coldplay. Em uma entrevista em 2008, Liam Gallagher chamou de “chatos” e “feios” os fãs dos dois grupos.
Também em 2008, Noel criticou a escalação do rapper Jay-Z como atração principal do Glastonbury, festival no Reino Unido. Para ele, colocar um artista do hip hop nessa posição era um erro porque o festival precisava manter a “tradição da música com guitarras”.
Sobre Adele, Noel já falou que ela faz “música para vovós”;
Sobre Ed Sheeran, disse que não consegue viver num mundo em que um cantor como ele enche o estádio de Wembley, em Londres (a capacidade é de 80 mil pessoas);
Sobre Harry Styles (e outros cantores que surgiram em programas de TV, como o “The X Factor”), afirmou que o que eles fazem “não tem nada a ver com música”;
E sobre Beyoncé, declarou que “rebolar para ganhar a vida” não pode ser considerado arte.
As inspirações de Noel
Quem for ao Morumbis é melhor se preparar: vai ter dedilhado de piano que parece John Lennon, verso com gostinho de jingle de refrigerante e riffs que flertam com R.E.M. e Velvet Underground.
Noel Gallagher, o principal compositor da banda inglesa, se inspira no que ouve, assume publicamente suas influências. Nas palavras dele, gosta de “pegar emprestado” sons que curte. O resultado é irresistível: hinos roqueiros de estádio melódicos e divertidos. Ao som dessas canções, a plateia quica, bebe e canta não só letras, mas também a parte instrumental.
Na maior parte dos casos, Noel falou com bom humor sobre ter se inspirado na canção parecida. Quando foram processados, tudo foi resolvido com um acordo extrajudicial, em que os valores não foram revelados.
Veja alguns exemplos:

A introdução no piano é quase igual. A melodia vocal não tem nada a ver, mas a balada de Lennon é uma inspiração declarada para o arranjo. Noel disse que a música era seu “momento Imagine”. Ele foi alertado por Liam sobre a semelhança, antes do lançamento, mas disse que não se importava.

O verso inicial “I’m free to be whatever I…” (“How sweet to be an idiot…”) é quase igual. Mas elas têm mais em comum: ritmo, pausas, acordes. Neil Innes, parceiro do Monty Python, processou e aceitou um acordo extrajudicial: “Paguei meu aluguel por algum tempo graças ao Oasis”. Noel nunca negou: “Talvez eu tenha ouvido a música em algum lugar”.
Provável setlist
Desde o reencontro, a banda tem mantido o mesmo setlist de 23 músicas, com pequenas variações em letras e homenagens. Na Argentina, por exemplo, os britânicos homenagearam Diego Maradona (1960-2020), ao mostrá-lo no telão durante “Live forever”.
Com isso, o provável setlist no Brasil deve ser:
‘Hello’
‘Acquiesce’
‘Morning Glory’
‘Some Might Say’
‘Bring It On Down’
‘Cigarettes & Alcohol’
‘Fade Away’
‘Supersonic’
‘Roll With It’
‘Talk Tonight’
‘Half the World Away’
‘Little by Little’
‘D’You Know What I Mean?’
‘Stand by Me’
‘Cast No Shadow’
‘Slide Away’
‘Whatever’
‘Live Forever’
‘Rock ‘n’ Roll Star’
Bis
‘The Masterplan’
‘Don’t Look Back in Anger’
‘Wonderwall’
‘Champagne Supernova’

Fonte: G1 Entretenimento

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Eurovision muda regras de votação para conter influência estatal nas votações


JJ, representando a Áustria e vencedor do Eurovision 2025, segura o troféu durante Grande Final.
Denis Balibouse/Reuters
Os organizadores do Eurovision anunciaram nesta sexta-feira (21) mudanças nas regras de votação para evitar a interferência estatal após controvérsia envolvendo a participação de Israel neste ano.
As novas regras da União Europeia de Radiodifusão (EBU, na sigla em inglês) desencorajam governos e terceiros de “promover desproporcionalmente” canções para influenciar eleitores – e determinam que, caso contrário, pode haver sanções.
Na edição deste ano, a israelense Yuval Raphael, uma sobrevivente do ataque de 7 de outubro de 2023 do grupo terrorista palestino Hamas, ficou em segundo lugar geral. Mas questionamentos nas redes sociais levantaram preocupações sobre a transparência do sistema de votação, tema revisitado pelo vencedor, o austríaco JJ.
Para críticos,  a participação de Israel foi injustamente impulsionada por promoção estatal e a votação múltipla de indivíduos para o mesmo concorrente contrariou o espírito da competição, que ocorre desde 1956.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Israel não comentou as acusações, mas frequentemente afirma que há uma campanha global de difamação contra si desde o início da guerra em Gaza, após o ataque do Hamas. A missão permanente israelense em Genebra não respondeu a um pedido de comentário da Reuters.
O diretor do Eurovision, Martin Green, disse que a organização está tomando medidas para garantir que a competição continue a ser uma celebração da música e da unidade.
“O festival deve permanecer um espaço neutro e não deve ser instrumentalizado”, disse ele em um comunicado.
De acordo com as novas regras, um júri profissional ampliado será reintroduzido na semifinal e terá cerca de 50% dos votos. A outra metade continuará a ser uma votação pública.
Os membros do público terão agora um máximo de 10 votos, em vez de 20.
“Os fãs serão ativamente incentivados a compartilhar seu apoio com vários participantes”, declarou a EBU.
Membros da EBU se reunirão em dezembro para discutir a participação israelense, antes da 70ª edição, em maio, na Áustria.
Yuval Raphael, cantora israelense, que ficou em segundo lugar no Eurovision 25.
Denis Balibouse/Reuters
Cinco países – Holanda, Eslovênia, Islândia, Irlanda e Espanha – querem que Israel seja excluído devido ao número de civis palestinos mortos durante a ofensiva israelense em Gaza.
Israel nega ter como alvo os civis em Gaza e diz que está sendo injustamente demonizado no exterior.
De acordo com o canal Euronews, uma dúzia de membros do Parlamento Europeu solicitou a divulgação dos dados da votação do concurso Eurovision deste ano, sob temores de manipulação após emissoras nacionais expressarem preocupação semelhante.
Publicações e fotos da conta de Israel no X, administrada pelo Ministério das Relações Exteriores israelense em 15 de maio – dia em que Israel competiu na semifinal do Eurovision deste ano – incentivavam as pessoas a votar em Raphael, acrescentando que “você pode votar até 20 vezes”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja memes sobre a relação entre Ariana Grande e Cynthia Erivo, estrelas de ‘Wicked’


Cynthia Erivo fala sobre ‘mensagem especial’ em música nova de Wicked
Estrelas de “Wicked”, Ariana Grande e Cynthia Erivo inspiram memes desde 2024, quando o primeiro filme da franquia foi lançado. Agora, com “Wicked: Parte 2”, as piadas envolvendo as atrizes voltaram a viralizar nas redes.
Os memes brincam com a relação entre as atrizes, já que (em entrevistas) elas demonstram ser bem próximas e trocam carinhos físicos.
Veja a seguir alguns dos memes envolvendo as atrizes que, em “Wicked”, interpretam Glinda (Ariana) e Elphaba (Cynthia).
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Cynthia Erivo e Ariana Grande em premiere de “Wicked: Parte 2”
Evan Agostini/Invision/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Fabiana Cozza festeja o povo de axé em ‘Macumbeira’, samba que fará parte do álbum dos 50 anos da cantora em 2026


Fabiana Cozza lança o single ‘Macumbeira’ em 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Samba do compositor paulista Robson Batuta, bamba da comunidade Palmares situada em Santo André (SP), Macumbeira (2024) ganha a voz de Fabiana Cozza em single programado para 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba.
Lançado em disco no ano passado pela cantora Grazzi Brasil no EP A arte preta de Robson Batuta e Leandro Mattos (2024), o samba Macumbeira integra o ainda inédito álbum idealizado por Fabiana Cozza em 2024 para celebrar os 50 anos da cantora paulistana, nascida em 16 de janeiro de 1976.
Com produção, direção musical e arranjos do baixista Fi Maróstica, o álbum já gerou os singles Motumbá (2024), Mais feliz (2024) e Oloie de Ogum (2025).
Feita no estúdio paulistano Arsis neste ano de 2025, a gravação de Macumbeira tem a participação de integrantes da comunidade do Berço do Samba de São Mateus, onde Cozza gravou o clipe da faixa, graças à articulação do percussionista e compositor Yvison Pessoa, um dos fundadores do Berço e integrante do desativado grupo Quinteto em Branco e Preto.
“O samba Macumbeira vem com mensagem ecumênica que celebra a filosofia do coletivo, a afirmação identitária do povo de axé e o senso de pertencimento a uma comunidade”, conceitua Fabiana Cozza, que tem o samba como dom, como explicitou no título do primeiro álbum, lançado em 2004.
Capa do single ‘Macumbeira’, de Fabiana Cozza
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Leonardo Fróes, poeta e vencedor do Jabuti, morre aos 84 anos


O poeta Leonardo Fróes, que comoveu a Flip neste sábado (2)
Walter Craveiro/Divulgação Flip
Morreu o poeta Leonardo Fróes, aos 84 anos. A morte do escritor foi anunciada pela Editora 34, nesta sexta-feira (21). A causa não foi revelada.
“Desta vida simples em harmonia com a natureza, Fróes criou uma obra poética lida e celebrada por sucessivas gerações, tornando-se um dos nossos maiores e mais queridos poetas”, diz a nota divulgada pela editora, que em 2021 lançou sua “Poesia Reunida (1968-2021)”.
Nascido em Itaperuna, no Rio de Janeiro, Fróes também atuou como jornalista, editor e tradutor — trabalhou em livros de autores como Virginia Woolf, George Eliot e Shelley.
Fróes publicou livros como “Sibilitz” (1981), “Um outro, Varella” (1990), “Chinês com sono” (2005) e “Natureza: a arte de plantar” (2021).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em 1996, ele levou o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro “Argumentos Invisíveis” (1995). Dois anos depois, o poeta recebeu um prêmio de tradução da Fundação Biblioteca Nacional. Ganhou outros troféus em 2008, pela Academia Brasileira de Letras, e em 2016, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
“Existe uma tradição na poesia ocidental de poesia descritiva da natureza. Acho que não é exatamente um caminho que o meu trabalho tomou, porque, mesmo quando meus poemas são descritivos, há sempre um substrato de pensamento filosófico, estou considerando a condição humana e de todas as espécies vivas”, afirmou o escritor em 2016, durante a Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.
“A vida é muito maior do que a vida humana. Não nego o drama maior, mas existe o drama de todas as espécies, das formigas, dos tamanduás que comem as formigas, das onças que comem tamanduás…”

Fonte: G1 Entretenimento

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Cesar Soares põe o bloco e a voz na rua com o álbum ‘Encanto’, alicerçado pela vigorosa produção musical de Tostoi


O cantor e compositor carioca Cesar Soares lança o primeiro álbum, ‘Encanto’, com onze músicas no repertório surpreendente
Rodrigo Ocampo / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Encanto
Artista: Cesar Soares
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Em dezembro de 2024, Cesar Soares estreou o show Coração desvairado com o repertório de Ney Matogrosso. A simples atitude de celebrar Ney já diz muito sobre esse cantor, compositor, ator e figurinista carioca que dialoga com signos e símbolos da comunidade LGBTQIAPN+ no primeiro álbum, Encanto, lançado hoje, 21 de novembro., com 11 faixas, em edição do próprio artista.
O foco inicial reside na releitura de Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972), sucesso do grupo Os Mutantes que Ney revitalizou em álbum de 1986. Soares cantou Balada do louco no programa The Voice Brasil, no qual chegou à semifinal na edição de 2022. No disco, a balada libertária ganha abordagem que enlouquece no fim com as dissonâncias do Quinteto da Paraíba.
Contudo, há faixas ainda mais sedutoras ao longo de Encanto, álbum aberto com a composição de autoria de Rodrigo Garcia e Thays Sodré.
“Do que me quer calar, desvio / No que me faz seguir, confio / Sonho é pra sempre ser bonito / Livre, nunca clandestino / Sem temer o desatino / Que é viver só pra viver”, pontua o intérprete, indo contra a maré, nos versos de Pra me jogar (2023), grande momento de Encanto.
Parceria de Marina Iris com Raul DiCaprio, apresentada por Marina há dois anos no álbum Virada (2023), Pra me jogar é jorro de vida na gravação de Soares, embasada pela percussão de Leo Saad e harmonizada por programações, baixo e guitarra de Tostoi.
Ter confiado à produção musical do álbum Encanto a Tostoi foi decisão acertada de Cesar Soares, vital para a coesão do disco. A combinação de guitarras, programações e percussões resultou vigorosa.
Encanto tem energia, tem axé, como mostra a regravação de Escada rolante (Paula Lom, 2019), faixa que evoca um samba-reggae turbinado com guitarra. Na sequência, Não vou te perder (2025) apresenta composição inédita de Cesar Soares no tom altivo do álbum.
Música do universo amazônico, Mal de amor (Val Milhomem e Joãozinho Gomes, 1996) extrapola as fronteiras nortistas em gravação em que Cesar Soares se junta com o convidado Caio Prado – um dos novos porta-vozes da geração LGBTQIAPN+ do século XXI – para enfatizar o tom fatalista da letra no mix de baticum e guitarra com que Tostoi deu forma a um repertório surpreendente, cuja seleção somente transita pelo óbvio na supracitada Balada do louco.
Planeta Marte, faixa já lançada como single em agosto, é outra composição de Cesar Soares, gravada em flerte com o rap. Planeta Marte gravita em torno da percussão de Marcos Suzano, ás dos tambores, com intervenções afiadas da guitarra de Tostoi.
Queimei a língua (Felipe Amorim, 2020), hit do universo brega pernambucano em registros de outros intérpretes, reitera o tom inusitado das escolhas de Cesar Soares.
Da lavra própria, o artista assina o interlúdio O que é amor para você ? em parceria com Lucas Soares e recebe o ator e cantor Silvero Pereira para dividir os versos de Não deixa, não!, faixa já lançada como single em setembro. Apresentada em gravação de vivacidade rítmica, a letra narra o desfecho trágico da história de um pai que tentou esconder do mundo os sinais da homossexualidade do filho.
Com vocais mais agudos, a canção Menino céu completa o repertório de um álbum tão bom quanto inesperado.
Com Encanto, o artista carioca põe a voz e o bloco na rua com altivez, conceito, orgulho e unidade. É provável que o ídolo referencial Ney Matogrosso se deixe encantar por esse álbum de estreia de Cesar Soares…
Capa do álbum ‘Encanto’, de Cesar Soares
Rodrigo Ocampo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vingança’ de mexicana, santa brasileira, fantasia de salmão: os momentos que marcaram o Miss Universo 2025


Mexicana vence o Miss Universo após ser insultada
A candidata mexicana Fatima Bosch foi coroada Miss Universo 2025 nesta sexta-feira (20), na Tailândia, em uma edição marcada por polêmicas envolvendo os organizadores e momentos que viralizaram nas redes sociais.
A representante da Índia, Veena Praveenar, ficou em segundo lugar, enquanto a venezuelana Stephany Abasaly conquistou a terceira posição. A brasileira Gabriela Lacerda ficou no Top 30 da competição e agradeceu o apoio dos brasileiros durante a competição.
Relembre fatos que marcaram a edição
➡️ Insulto contra a mexicana
A vencedora Fátima Bosch foi insultada pelo executivo tailandês Nawat Itsaragrisil, responsável pela organização do concurso em 2025. Durante uma transmissão ao vivo em 4 de novembro, Nawat chamou a Miss México de “estúpida” por, segundo ele, não publicar conteúdo suficiente sobre a Tailândia em suas redes sociais.
O caso teve ampla repercussão e chegou até a presidente do México, Claudia Sheinbaum, que elogiou Bosch por enfrentar a situação.
“O que o diretor fez foi desrespeitoso: ele me chamou de estúpida”, disse Bosch a jornalistas após o incidente. “O mundo precisa ver isso porque somos mulheres empoderadas e esta é uma plataforma para a nossa voz”
O Miss Universo condenou publicamente o comportamento de Nawat. A vitória de Bosch é vista como uma resposta à polêmica.
➡️ Acusações de voto ilegítimo e desistências no júri
Segundo a agência de notícias RFI, dois membros do júri desistiram de participar do evento nesta semana. O compositor francês Omar Harfouch acusou o concurso de ser manipulado, mencionando um “voto secreto e ilegítimo” que teria ocorrido sem o verdadeiro júri do Miss Universo, segundo publicação no Instagram.
“Miss México é uma vencedora falsa”, diz no post. A organização do concurso negou a acusação.
Já o ex-jogador da seleção francesa de futebol Claude Makélélé anunciou nas redes sociais que deixava o júri por “razões pessoais imprevistas”.
➡️Homenagem para santa brasileira
Durante uma competição preliminar do concurso dedicada a trajes típicos nacionais, a brasileira Gabriela Lacerda desfilou vestida de Nossa Senhora Aparecida, santa considerada a padroeira do Brasil e a quem é devota.
O traje, criado pelo designer Mario Cezar, repercutiu nas redes sociais.
Piauiense que está concorrendo ao Miss Universo se veste de Nossa Senhora Aparecida
Reprodução/Redes Sociais
➡️ Vestida de salmão
Durante a mesma competição de trajes típicos, a norueguesa Leonora Lysglimt-Rødland utilizou um vestido de salmão para homenagear seu país.
A fantasia viralizou nas redes sociais: quando fechado, forma um salmão gigante, em uma referência ao símbolo nacional da Noruega; aberto, deixa à mostra o interior do animal.
Candidata ao Miss Universo viraliza com fantasia de salmão em desfile de trajes típicos;
➡️ Queda no palco
A miss Jamaica, Gabrielle Henry, foi hospitalizada após cair acidentalmente fora do palco durante um desfile em traje de gala. Em comunicado, a organização Miss Universo Jamaica informou que Gabrielle foi levada ao Hospital Paolo Rangsit para receber tratamento, mas não sofreu ferimentos graves.
“Gostaria de compartilhar com a família Miss Universo, que está preocupada com a saúde de nossa Miss Universo Jamaica, que à meia-noite, horário de Bangcoc, acabei de deixar o hospital onde ela está sendo tratada. Estive lá com ela e sua família e, felizmente, não há ossos quebrados, e ela está recebendo bons cuidados”, disse o presidente do Miss Universo, Raul Rocha.
➡️ Renúncia na diretoria
Em junho, a ex-diretora executiva e co-proprietária da Organização Miss Universo (MUO), Anne Jakrajutatip, renunciou ao cargo após acusações de falsificação de demonstrações financeiras de sua empresa, a JKN, informou a Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vestido da vingança’: museu de cera apresenta princesa Diana realista (veja vídeo)


‘Vestido da Vingança’: Museu em Paris apresenta Princesa Diana realista em cera
A princesa Diana voltou a Paris, quando um dos museus de cera mais antigos da Europa revelou uma nova estátua da realeza britânica com o chamado “vestido da vingança”, décadas após sua trágica morte na cidade.
A peça foi encomendada depois que o diretor do Museu Grévin visitou Londres e saiu decepcionado com a semelhança de Diana no Madame Tussauds, levando-o a encomendar sua própria versão, disseram representantes do museu.
Estátua de cera em tamanho real da princesa Diana em museu francês é mostrada em 20 de novembro de 2025
Christophe Ena/AP
A estátua foi mostrada pela primeira vez na quinta-feira (20).
A figura em tamanho real — e muito convincente — da falecida Princesa de Gales está vestida com uma réplica do vestido preto, ombro a ombro, justo ao corpo, que Diana usou em um evento na Serpentine Gallery em Londres em 1994.
Foi na mesma noite em que o rei Charles III — então príncipe Charles — reconheceu na televisão que havia sido infiel com Camilla Parker Bowles, agora rainha Camilla.
Funcionários do museu Grevin, em Paris, ajustam a estátua de cera da princesa Diana
Christophe Ena/AP
Para Paris, a homenagem teve um peso extra.
Diana — “Lady Di” para os franceses, que ainda usam o apelido carinhosamente, embora ela tenha passado a maioria de sua vida pública como princesa — morreu após um acidente de carro em um túnel próximo ao rio Sena em 1997.
Sua morte ajudou a imortalizá-la no imaginário parisiense, onde ela permanece presente nas flores e bilhetes deixados em memoriais informais.
Representantes do museu observaram que a revelação da estátua de cera ocorreu no 30º aniversário de uma entrevista explosiva que Diana concedeu ao programa “Panorama” da BBC, que, segundo observadores, prejudicou a reputação da monarquia e da rainha.
Alguns observadores comentaram com ironia que a mais nova convidada real do museu foi posicionada longe das figuras de cera de seu famoso ex-marido e de sua sogra.
Saltos altos, um colar de pérolas no pescoço e uma pequena bolsa segurada com as duas mãos completavam a escultura. Tabloides mais tarde apelidaram o traje de “vestido da vingança”, e o museu adotou esse simbolismo.
Estátua de cera da princesa Diana com o ‘vestido da vingança’ em museu de Paris
Christophe Ena/AP
A romancista francesa Christine Orban, que escreveu “Mademoiselle Spencer”, um romance imaginado do ponto de vista de Diana, chamou o vestido preto de um ponto de virada na história de Diana.
“O vestido é muito significativo de sua libertação porque, na família real, preto só é usado em funerais e, além disso, um vestido tão sexy para uma Princesa de Gales, bem, isso também não é comum”, disse ela.
“Então ela decide usar seus saltos altos e Louboutins. E ir à Serpentine Gallery para causar impressão, para ser fotografada.”
O Grévin, fundado no século XIX, há muito tempo preenche seus salões ornamentados com líderes políticos, artistas, figuras da cultura pop — e, sim, membros da realeza britânica.
Diana é a mais recente em uma sequência constante de novas peças que o museu usa para renovar a coleção e aumentar o público no local que tem atraído cerca de 700 mil visitantes anuais nos últimos anos.
A notícia da revelação se espalhou por Paris, mesmo antes que a maioria das pessoas tivesse a chance de visitar.
“Isso trouxe de volta aquela noite no túnel, embora eu fosse criança na época”, disse Julien Martin, 38. “Paris nunca soltou completamente Diana, então fazia sentido que um grande museu de cera finalmente fizesse isso.”
“Eu nem era nascida, mas para minha geração, ela parece a primeira princesa moderna — glamourosa, mas também vulnerável”, disse a estudante Lina Ben Amar, de 24 anos. “Se os turistas vêm ver celebridades em cera, ela é uma das primeiras que vão procurar.”
Diana estará em boa companhia. Os curadores a colocaram ao lado de outra figura real proeminente que morreu em Paris — embora séculos antes: Maria Antonieta.
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Fonte: G1 Entretenimento