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Bloco mineiro OriSamba põe o primeiro álbum na rua, ‘O regente da folia’, para saudar resistência da diáspora africana


OriSamba apresenta dez músicas autorais no primeiro álbum, ‘O regente da folia’, gravado com adesões de Aline Calixto e Sérgio Pererê
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Bloco de carnaval fundado em 2016 no bairro Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), OriSamba – agremiação que se apresenta como coletivo artístico e cultural – põe o primeiro álbum na rua, O regente da folia, com a intenção de celebrar a resistência da diáspora africana neste Dia da Consciência Negra, 20 de novembro.
Com repertório calcado nas tradições afro-brasileiras, o grupo celebra quase uma década de vida em álbum em que apresenta dez músicas autorais que transitam pelo samba com incursões pelo samba-reggae e pelo samba duro.
Aline Calixto e Sérgio Pererê – nomes conhecidos no circuito musical de Minas Gerais – participam do álbum do OriSamba, coletivo formado por cerca de 75 integrantes na bateria, além de vocalistas e dançarinos. Aline figura nas músicas Exímio caçador e Xirê. Pererê participa da faixa Resistência negra.
Brado da justiça, Pelas ruas de Belô e Sangue de dendê são outras músicas apresentadas pelo Orisamba no álbum O regente da folia.
Capa do álbum ‘O regente da folia’, de OriSamba
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Elza Soares aliou o balanço da bossa negra à tomada de consciência que pautou a trajetória militante da artista


Elza Soares (1930 – 2022) é um símbolo perene da Consciência Negra
Victor Affaro / Divulgação
♫ CRÔNICA
♩ Elza da Conceição Soares (23 de junho de 1930 – 20 de janeiro de 2022) tinha o balanço da bossa negra na voz rouca, hábil para transitar pelo jazz, pelo samba e, se quisesse, pelo blues ou por qualquer outro gênero musical.
Hoje pela manhã, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, me veio à mente o nome dessa cantora carioca que desceu o morro com a lata d’água na cabeça – cabeça nunca baixada por Elza diante dos opressores cotidianos – para galgar os mais altos escalões da música brasileira.
A vida de Elza Soares nunca foi fácil. Contudo, dura na queda, ela jamais se curvou aos preconceitos. De apimentada crooner na noite carioca da década de 1950, Elza se projetou nacionalmente como cantora singular nos anos 1960, década em que construiu discografia calcada no sambalanço.
A partir da década de 1970, a artista foi aliando à bossa uma consciência negra que foi ficando cada vez mais aguçada até dominar a cena em álbuns-manifestos como Deus é mulher (2018), Planeta fome (2019) e o póstumo No tempo da intolerância (2023).
O primeiro sinal visual da tomada pública de consciência foi a cabeleira black power estampada com justificado orgulho na capa do álbum Elza pede passagem (1972), disco no qual temperou o samba com o molho do soul e do funk dos arranjos do pianista Dom Salvador.
Elza Soares usou a voz para cantar e também para dizer, na música e na vida, o que a maioria silenciosa calava para proteger a própria pele. Denunciou o racismo, se engajou na luta contra a violência (física e psicológica) sofrida pelas mulheres, enfim, Elza tomou e marcou posição.
Saiu de cena aos 92 anos em momento áureo da carreira impulsionada nos últimos anos pelo estrondo do álbum A mulher do fim do mundo (2015), lançado há uma década e ainda hoje firme no ranking dos discos mais impactantes da música brasileira de todos os tempos.
Com a voz tão altiva quanto o discurso a favor das minorias, postura que a tornou diva da comunidade LGBTQIA+, Elza Soares transcendeu com bossa e consciência negras. A deusa-mulher da música brasileira, eleita a “cantora do milênio” em 1999 pela BBC de Londres, conjugou suingue, resiliência e política em trajetória pautada por essa bossa e por essa consciência negra.
Por tudo isso, e por muito mais, em 20 de novembro de 2025, viva Elza Soares, a voz que nunca se calou!

Fonte: G1 Entretenimento

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Candidata ao Miss Universo viraliza com fantasia de salmão em desfile de trajes típicos; veja fotos


Leonora Lysglimt-Rodland, da Noruega, participa do desfile de trajes típicos durante o 74º concurso Miss Universo em Bangkok, Tailândia, em 19 de novembro de 2025.
REUTERS/Athit Perawongmetha
A norueguesa Leonora Lysglimt-Rødland viralizou ao desfilar com uma fantasia inusitada durante a competição preliminar do Miss Universo 2025, realizada na madrugada desta quarta-feira (19): um salmão.
A etapa, uma das mais tradicionais do concurso, reúne trajes inspirados na cultura, história e símbolos nacionais de cada país participante (veja fotos abaixo).
🐟 O figurino da Miss Noruega tem dois lados: quando fechado, forma um salmão gigante, em uma referência ao símbolo nacional da Noruega; aberto, deixa à mostra o interior do animal.
Candidatas ao Miss Universo abandonam apresentação após organizador dar bronca na Miss México
A final do Miss Universo está marcada para esta quinta-feira (20) às 22h, no horário de Brasília. A cerimônia acontece em Bangkok, na Tailândia.
O Brasil é representado no concurso pela piauiense Gabriela Lacerda, de 23 anos. Na mesma noite, ela desfilou vestida de Nossa Senhora Aparecida. O traje, assinado pelo designer Mário Cezar, destacou tons de azul, dourado e branco, em uma homenagem à fé e à religiosidade brasileiras.
Miss Universo 2025: quem é Gabriela Lacerda, representante do Brasil
Veja fotos do concurso de trajes típicos:
Miss Brasil, Gabriela Lacerda, compete na competição de trajes típicos do concurso de beleza Miss Universo
AP Photo/Sakchai Lali
A Miss EUA, Audrey Eckert, compete na competição de trajes típicos do concurso de beleza Miss Universo
AP/Sakchai Lalit
A Miss Sri Lanka, Lihasha White, compete na competição de trajes típicos do concurso de beleza Miss Universo, na província de Nonthaburi, Tailândia, na quarta-feira, 19 de novembro de 2025.
AP/Sakchai Lalit
A Miss Bolívia, Yessica Hausermann, compete na competição de trajes típicos do concurso de beleza Miss Universo
AP/Sakchai Lalit
Miss Índia, Manika Vishwakarma, compete na competição de trajes típicos do concurso de beleza Miss Universo
AP/Sakchai Lalit
Brigitta Schaback, da Estônia, participa do desfile de trajes típicos durante a 74ª edição do concurso Miss Universo
REUTERS/Athit

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Sobrevivente’ traz aventura agitada, porém pouco empolgante, sobre reality show mortal; g1 já viu


“O Sobrevivente”, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (20), une dois elementos que atraem o público e os realizadores de Hollywood: pessoas que lutam pela vida num futuro distópico (tipo a franquia “Jogos Vorazes”) e uma história baseada numa obra escrita pelo consagrado Stephen King (lançada no Brasil com o título “O Concorrente”, pela editora Suma).
Além disso, o filme conta com um elenco sólido, uma produção impecável e um diretor cultuado entre os fãs do cinema por seus trabalhos fora do comum, que dá um bom ritmo para a trama.
Apesar dos elementos promissores, o resultado é apenas satisfatório, sem a originalidade que poderia elevar o filme. Ainda mais com temas que são atuais e que são amplamente discutidos em vários níveis da sociedade.
A trama é centrada em Ben Richards (Glen Powell), um homem em uma situação complicada após perder o emprego e não ter condições para sustentar a esposa, Sheila (Jayme Lawson, de “Pecadores”) ou de pagar um tratamento de saúde para a filha doente, Cathy (interpretada pelas gêmeas Alyssa e Sienna Benn).
‘O Sobrevivente’: assista ao trailer
Desesperado, ele aceita participar do programa de TV “O Sobrevivente”, criado pelo megaempresário Dan Killian (Josh Brolin) e apresentado por Bobby T (Colman Domingo). O show oferece um grande prêmio em dinheiro para os competidores que conseguirem escapar de uma grande caçada por todo o país por 30 dias.
Só que Ben logo descobre que não é fácil ganhar o programa porque, além do grupo de caçadores implacáveis mandados pelo show para pegá-lo, ele também tem que lidar com a vigilância constante das câmeras espalhadas em todos os lugares que vai. Isso sem falar em cidadãos pouco confiáveis, que querem a sua cabeça só por diversão. Disposto a virar o jogo, ele faz de tudo para não morrer e isso acaba gerando consequências inesperadas para ele e seus adversários.
Pão, circo e explosões
O aspecto mais fascinante em “O Sobrevivente” é que o filme lida com alguns aspectos que, mesmo ficcionais e exagerados, são bem contemporâneos e identificáveis para os espectadores. Assim, através do programa que dá título ao longa, o público se vê diante de temas como fake news, deepfake, polarização, manipulação da mídia, controle de massas, entre outros. Tudo embalado numa montagem moderna e uma trilha sonora pop, característica dos trabalhos anteriores do diretor Edgar Wright, de sucessos cult como “Em Ritmo de Fuga” e “Todo Mundo Quase Morto”.
Bobby T (Colman Domingo) é o apresentador do programa mais popular dos EUA em ‘O Sobrevivente’
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A partir da história de King (que assinou originalmente seu livro sob o pseudônimo Richard Bachman), Wright, que escreveu o roteiro ao lado de Michael Bacall, se mostra mais fiel ao material original do que a primeira versão, lançada em 1987 e estrelada por Arnold Schwarzenegger.
Assim, vários momentos da trama são bem semelhantes aos que King escreveu (com direito a referências de outros livros do autor, como “It: A Coisa”), mas, ao mesmo tempo, com parte do estilo do diretor, com ângulos inusitados de câmera, uma edição bem moderna e um ritmo intenso nas cenas de ação, com muitos tiros e explosões, que certamente vão deixar muita gente satisfeita.
O problema é que Wright já fez isso antes em outros filmes que dirigiu e, por causa disso, não causa mais o efeito surpresa que era esperado. As sequências estão corretas e bem feitas, como uma que se passa num corredor apertado de um prédio que mostra o protagonista tentando escapar de seus algozes. Mas, ainda assim, não há uma originalidade ou até mesmo um brilhantismo que já pôde ser visto, por exemplo, na cena de abertura do ótimo “Em Ritmo de Fuga”.
Caçadores mascarados buscam matar concorrentes do programa ‘O Sobrevivente’
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Além disso, fica estranho que o grupo de perseguidores do programa serem homens com os mesmos uniformes e com os rostos cobertos com máscaras durante boa parte da história. Isso os deixa sem personalidade e sem distinção uns dos outros. Pelo menos, no filme estrelado por Schwarzenegger, eles apareciam como uma espécie de “gladiadores vitaminados” com habilidades e armas específicas, o que ajudava a torná-los diferentes e até mesmo interessantes.
Já aqui, eles não fazem a menor diferença e essa falta de personalidade os torna apáticos para o público. Tanto que, quando é revelado um segredo a respeito de um dos caçadores, a pergunta que vem à mente é: “E daí?”. Isso é algo que realmente frustra e diminui a sensação de perigo que o personagem de Powell tem que encarar.
Outro problema é que o roteiro não sabe como trabalhar com alguns personagens coadjuvantes da trama. O melhor exemplo disso é Amelia, vivida por Emilia Jones, de “No Ritmo do Coração”. A jovem, que acaba se envolvendo na perseguição a Ben Richards meio que sem querer, tem uma mudança no comportamento tão brusca que acaba não fazendo sentido. A atuação da atriz também não ajuda por não a tornar mais cativante e dá a sensação de que, se ela não existisse, não faria falta (a não ser por uma subtrama que mostra como o programa comandado por Brolin distorce os fatos para o seu bel-prazer).
Ben Richards (Glen Powell) conta com a ajuda de Elton (Michael Cera) para fugir de caçadores no filme ‘O Sobrevivente’
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Fugitivo por acaso
Pelo menos, “O Sobrevivente” acerta na escalação do ator para viver o protagonista. Glen Powell mostra mais uma vez que tem um grande potencial para se tornar um astro de primeira grandeza em produções hollywoodianas. Ele tem bastante carisma e funciona bem tanto nas cenas de ação quanto nas dramáticas.
Quando ele diz que a única coisa que importa para ele é voltar para a sua família, o público compra a luta dele para vencer seus obstáculos. Algo que Schwarzenegger (que ganha uma simbólica homenagem no filme) não conseguiu fazer na primeira versão.
A única coisa que complica o seu trabalho é que, lá pelas tantas da trama, ele tem que usar próteses, perucas e bigodes falsos, além de mudar a forma de falar, para conseguir fugir e continuar no jogo. Esse recurso soa repetitivo porque Powell já tinha feito o mesmo antes no ótimo “Assassino por Acaso” (2023) e na série de TV “Chad Powers” (2025). Claro que os disfarces reforçam a versatilidade do ator, mas usados em excesso acabam tornando esse recurso repetitivo e supérfluo. Tanto para o ator quanto para a história em si.
Josh Brolin é o vilanesco Dan Killian no filme ‘O Sobrevivente’
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Do lado dos vilões, Josh Brolin mostra que sabe fazer muito bem personagens canalhas e cafajestes e consegue construir seu Killian como alguém intimidador, que busca mostrar que está sempre no controle da situação, mesmo quando tem um resultado adverso do que estava esperando. São interessantes as cenas em que ele confronta Richards sempre com um sorriso irônico no rosto.
Já Colman Domingo faz uma apresentação provocativa e sem freios, como o ambíguo apresentador do programa, que parece gostar de ver o circo pegar fogo (de preferência com os desafiantes dentro dele). É um trabalho curioso que só não tem mais destaque porque ele aparece menos do que deveria.
Entre os coadjuvantes, vale destacar o trabalho de Michael Cera, que volta a colaborar com Wright após protagonizar “Scott Pilgrim contra o Mundo” (2010). Pela primeira vez em muito tempo, o ator constrói um tipo que não parece ser uma extensão de sua própria personalidade, como já tinha feito em outros papéis. Na pele de Elton, Cera convence como o rapaz que busca ajudar o protagonista a escapar dos caçadores, mesmo que suas questões internas o atrapalhem às vezes. Katy O’ Brien e William H. Macy também marcam presença, mesmo com pouco tempo de tela.
Apesar de não ser a versão definitiva do livro de Stephen King (que também teve outra obra sua adaptada para os cinemas em 2025, o elogiado “A Longa Marcha – Caminhe ou Morra”), “O Sobrevivente” é um filme que diverte pelo ritmo e é uma boa introdução para quem não conhece bem outras obras do escritor. Só não espere que fique na memória do espectador por muitos dias após assistir nos cinemas. Fica a expectativa de que, um dia, surja uma versão capaz de marcar o público de forma duradoura.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Oasis: O que aconteceu com os irmãos Gallagher entre o fim da banda e a nova turnê?


Oasis: O que aconteceu com os irmãos Gallagher entre o fim da banda e a nova turnê?
Dezesseis anos após anunciarem o fim do Oasis, os irmãos Liam e Noel Gallagher voltaram a dividir o mesmo palco em julho deste ano, com uma turnê que marca o retorno da banda. Eles, que se apresentam no Brasil neste sábado (22) e domingo (23), têm uma trajetória repleta de drama familiar.
“Quando tudo isso acabar, vamos sentar e refletir sobre o que aconteceu”, afirmou Noel Gallagher em uma entrevista recente ao programa TalkSport. “É ótimo estar de volta em uma banda com o Liam. Eu tinha esquecido o quanto ele é divertido.”
A declaração resume bem a intensidade das idas e vindas entre os irmãos Gallagher, que eram os líderes do Oasis e sempre impactaram a banda com suas (várias) brigas e reconciliações.
Em 1994, por exemplo, eles transformaram áudios de uma discussão violenta que tinham tido em duas faixas chamadas “Wibbling Rivalry”, lançadas pelo Oasis. Além disso, foi justamente a relação entre os irmãos que levou ao fim da banda, em 2009 — após uma treta em que Liam quebrou uma guitarra do Noel.
Desde então, os Gallagher continuaram trocando xingamentos e críticas publicamente, em clima de crescente rivalidade até que, em 2024, anunciaram a turnê nas redes. O post dizia: “As armas se aquietaram. As estrelas se alinharam. A grande espera acabou. Venha testemunhar”.
Com tom de milagre, o anúncio fazia também uma referência aos anos posteriores ao fim do Oasis. Durante esse período, Noel e Liam trilharam caminhos diferentes, mas que sempre se cruzaram.
Liam e Noel Gallagher
Reprodução/Twitter
Beady Eye
Depois do rompimento, os músicos se envolveram com novos projetos. Liam fundou a Beady Eye, banda formada por ele (vocal) e outros remanescentes do Oasis: Gem Archer (guitarra), Andy Bell (baixo) e Chris Sharrock (bateria).
Com influências do britpop, o grupo lançou dois álbuns: “Different Gear, Still Speeding” (2011) e “Be” (2013). A banda até emplacou hits como “The Roller”, mas nunca alcançou a 1ª posição nos principais rankings de audiência musical.
Noel chegou a dizer que preferia que o irmão tivesse mantido o nome do Oasis em vez de renomear o grupo. Ele também disse que os músicos podiam tocar faixas do Oasis, desde que pedissem a permissão a ele.
Carreira solo vs. carreira solo
O Oasis, com Liam Gallagher no centro, nos anos 90
Divulgação/Sony Music
Em 2011, enquanto ainda estava na Beady Eye, Liam afirmou que Noel roubou músicas inéditas do Oasis para sua carreira solo.
“Eu ouvi a merda do disco dele”, disse o cantor durante uma entrevista, em referência ao álbum “Noel Gallagher’s High Flying Birds”. Segundo Liam, as faixas teriam sido originalmente compostas e gravadas para o último álbum do Oasis, “Dig out your soul”, de 2008. “Ele obviamente sabia que queria fazer um álbum solo.”
Noel tinha engatado na carreira solo em 2010, como líder da banda Noel Gallagher’s High Flying Birds. Desde então, ele lançou quatro álbuns com uma estética viajada, sintetizadores, distorções sonoras e influências que vão da disco music ao rock de arena.
Já Liam começou a carreira solo em 2017. Com três álbuns, ele apostou em um rock agitado com pegada de britpop — a estética que mescla rock e pop britânico e bombou nos anos 90 com nomes como Blur e o próprio Oasis.
Os Gallagher fizeram de sua treta uma disputa também musical. Em 2017, Liam lançou “As You Were” no mesmo período em que Noel divulgava “Who Built the Moon”. E em 2019, Noel lançou “Black Star Dancing” apenas uma semana depois de Liam lançar “Shockwave”.
Mas nem a carreira do Liam, nem a do Noel alcançaram o nível do sucesso do Oasis. A banda liderou paradas musicais dentro e fora da Inglaterra, e já vendeu mais de 75 milhões de discos — aliás, o álbum “(What’s the Story) Morning Glory?” está entre os mais vendidos da história.
Prefere comer cocô?
Os irmãos Noel e Liam Gallagher, do Oasis, em 1994
Divulgação/Sony Music
Quando a banda rompeu, em 2009, os fãs ficaram desolados. Havia os que tinham esperança de um retorno e os que descartavam essa possibilidade.
Três anos depois, Liam disse que preferia “comer o próprio cocô” a cantar com o irmão novamente e o chamou de “tremendo babaca”. Mas, na mesma entrevista, afirmou que toparia isso se os fãs quisessem.
Essa não foi a única vez que o cantor se mostrou aberto à ideia de um retorno do Oasis. Pelo contrário. Mesmo xingando o irmão, ele propôs reatar com o grupo várias vezes.
Noel, contudo, nunca pareceu interessado. Em 2012, ele negou que existisse alguma pressão para o retorno do grupo e debochou do irmão, dizendo que não dava para levar nada do que ele dizia a sério. Anos depois, voltou a negar a possibilidade de um revival do Oasis e sugeriu que Liam estava ficando obcecado com a ideia.
Fim da lavação de roupa suja?
Os irmãos Noel e Liam Gallagher criticaram recentemente os preços dinâmicos da Ticketmaster
Getty Images via BBC
De 2009 a 2024, os irmãos trocaram muitos xingamentos ácidos. O caçula chamou Noel de nomes como “batata”, “falastrão” e “covarde”, enquanto o mais velho chamou Liam de coisas como “idiota”, “desonesto” e “bom em intimidar mulheres”.
Noel chegou a dizer que gostava de sua mãe até ela “dar à luz a Liam” e que seu irmão agia como o Gato de Botas do “Shrek” ao propor o retorno da banda.
“Bem, eu sei com certeza que ele também não quer isso”, afirmou Noel “Mas ele gosta de pintar esse quadro de um carinha insignificante sentado com a mala pronta perto da porta, tipo o gatinho do Shrek, com aqueles olhinhos lacrimejantes. ‘Vou fazer isso agora por vocês, fãs. Amo vocês.’ Tipo, me liga… Mas ele não me ligou. E até ele ligar, isso não vai dar em nada”, afirmou o cantor em uma entrevista em 2023, um ano antes do anúncio desta turnê.
As tretas públicas duraram até o comecinho de 2024 — apenas seis meses antes do anúncio do retorno do Oasis. Em janeiro daquele ano, Liam disse que, se pudesse voltar no tempo, substituiria o irmão e o empresário da banda.
“Eles me jogaram aos leões. Toda a minha vida desmoronou”, afirmou Liam. “Enquanto isso, ele está por aí com seu violão e sua esposa, se divertindo muito… Eu sei que fui humilhado. E ainda bem, porque isso me tornou uma pessoa melhor. Mas ele não. Ele ainda está por aí se achando o máximo, mas veremos.”
Depois de tanta lavação de roupa suja, em agosto de 2024, veio o anúncio da turnê. Agora, o clima entre os irmãos é de paz e amor. Não sabemos se há a data de validade, no entanto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vin Diesel: Processo contra ator por agressão sexual é arquivado


Vin Diesel no filme ‘Velozes e Furisos 5: Operação Rio’
Divulgação
A Justiça americana arquivou nesta quarta-feira (19) um processo civil movido contra o ator Vin Diesel que o acusava de agressão sexual, segundo o site da “Variety”. A decisão encerra a ação apresentada pela ex-assistente do ator, Asta Jonasson, em 2023.
O juiz Daniel M. Crowley determinou que as leis da Califórnia, onde o processo foi protocolado no Tribunal Superior de Los Angeles, não possuem aplicação no estado da Geórgia, local onde o suposto crime teria ocorrido em 2010.
Em sua decisão, o juiz observou que é “indiscutível que o suposto ataque sexual ocorreu em Atlanta, Geórgia”. Ele complementou que os estatutos da Califórnia não têm efeito presumido fora do território estadual, a menos que isso seja expressamente determinado pelo Legislativo. Anteriormente, Crowley já havia indeferido quatro das dez alegações originais citando o prazo de prescrição.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Entenda o caso
Asta Jonasson alega que foi sexualmente violentada pelo ator em 2010, em um quarto de hotel em Atlanta.
Segundo a queixa apresentada, o ator teria forçado Jonasson a tocar seu pênis ereto após tê-la pressionado contra a parede e tentado puxar sua roupa íntima. A assistente diz ter sido levada para a suíte e forçada a deitar na cama, tentando fugir antes de ser empurrada contra a parede.
Jonasson foi demitida pela irmã de Diesel horas após o suposto crime. Ela havia trabalhado para o ator por um período de nove dias.
O advogado de Vin Diesel, Bryan Freedman, negou as alegações quando o caso foi inicialmente protocolado. “Deixe-me ser muito claro: Vin Diesel nega categoricamente esta alegação em sua totalidade,” disse Freedman na época, acrescentando que havia “evidências claras que refutam completamente essas alegações ultrajantes”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Klara Castanho, Marjorie Estiano e mais atrizes gravam vídeos lendo relatos de mulheres que sofreram abusos


Klara Castanho grava vídeos lendo relato de mulher que sofreu abuso
Klara Castanho, Marjorie Estiano, Beth Goulart, Heslaine Vieira e Nathalia Dill participam de uma série de vídeos em que leem relatos reais de mulheres que sofreram violência doméstica. Os textos fazem parte do livro “Agressão — a escalada da violência doméstica no Brasil”, da jornalista Ana Paula Araújo.
A iniciativa pretende dar voz às vítimas e chamar atenção para a dimensão do problema no país, que vai além dos casos de agressão física e continua sendo uma das principais formas de violência enfrentadas por brasileiras.
Os vídeos são dirigidos pela também atriz Isabelle Drummond, com roteiro da jornalista Anna Lee.
Veja os vídeos abaixo:
Marjorie Estiano
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Heslaine Vieira
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Beth Goulart
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Nathalia Dill
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Sobre o livro ‘Agressão’
Após investigar a cultura do estupro no Brasil em “Abuso”, a jornalista e apresentadora Ana Paula Araújo volta seu olhar para outro tema urgente: a violência doméstica. Em “Agressão”, recém-lançado pela Globo Livros, ela percorre o país para entender por que tantas mulheres continuam sendo agredidas dentro de suas próprias casas. E por que o Brasil, mesmo com leis avançadas, segue entre os países com mais casos de feminicídio.
O livro reúne relatos de vítimas, agressores, familiares, profissionais de saúde e representantes do sistema judiciário. Com a combinação de sensibilidade e rigor jornalístico que marcou sua obra anterior, Ana Paula traça um retrato contundente de uma realidade que atravessa classes sociais, idades e regiões do país.
Entre os casos citados estão o de Maria da Penha, cuja história inspirou a lei que leva seu nome; o do DJ Ivis, flagrado por câmeras agredindo a companheira; e o de Elisa Samudio, assassinada pelo goleiro Bruno. A autora mostra como, mesmo com uma legislação reconhecida internacionalmente, o abismo entre a teoria e a prática ainda é enorme no dia a dia das brasileiras.
“Agressão” expõe as múltiplas faces da violência de gênero (física, psicológica, sexual, institucional e virtual) e aponta os desafios que ainda precisam ser enfrentados para que a proteção às mulheres seja efetiva. “É um livro sobre o que continua acontecendo, apesar de tudo o que já conquistamos”, resume Ana Paula. “Um chamado à ação e à consciência de toda a sociedade.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Zeca Veloso reúne Xande de Pilares, Dora Morelenbaum, os irmãos e o pai, Caetano, no álbum solo ‘Boas novas’


Zeca Veloso lança o primeiro álbum solo, ‘Boas novas’, em 26 de novembro
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♫ NOTÍCIA
♬ O primeiro álbum solo de Zeca Veloso, Boas novas, vai ser lançado na próxima quarta-feira, 26 de novembro. Com repertório autoral formado por dez canções, o álbum Boas novas tem participações do pai do artista carioca, Caetano Veloso, e dos irmãos Moreno Veloso e Tom Veloso.
Foi com o clã que Zeca ganhou projeção nacional em 2017 ao dividir o palco com a família musical no show Ofertório, cujo roteiro destacou bela canção inédita de Zeca, Todo homem (2017). A propósito, o pai e os dois irmãos de Zeca figuram em Salvador, música que abre o álbum Boas novas.
Já a faixa O sal desse chão junta Zeca Veloso com Xande de Pilares – amigo da família Veloso – enquanto A carta é endereçada por Zeca ao lado de Dora Morelenbaum.
Talvez menor, Desenho de animação, Máquina do Rio, Tua voz, Carolina e a música-título Boas novas são outras composições alinhadas por Zeca Veloso em repertório que inclui O sopro do fole, música apresentada por Maria Bethânia no álbum Noturno (2021) e regravada pelo autor em single editado em 2022.
O álbum Boas novas chegará ao mercado fonográfico digital em edição da gravadora Sony Music sob licença da empresa Uns e Outros Produções.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tudo vira pagode? Tiago Iorc ‘troca like’ com o grupo Menos É Mais e recicla o hit ‘Amei te ver’ na cadência do samba


Tiago Iorc (ao centro) relança a canção ‘Amei te ver’, hit do álbum ‘Troco likes’, com o grupo de pagode Menos É Mais
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♫ OPINIÃO SOBRE SINGLE
Título: Amei te ver
Artistas: Tiago Iorc e Menos É Mais
Cotação: ★ ★ ★
♬ Tudo vira pagode? Parece que sim… O pagode segue dando as cartas no mercado da música em onda que já arrastou artistas de outros gêneros, como Alexandre Pires e Ivete Sangalo. Agora é Tiago Iorc que surfa na onda e troca like com o grupo Menos É Mais.
Entrou em rotação ontem, 18 de novembro, em single e clipe, uma gravação inédita de Amei te ver (Tiago Iorc, 2015) em ritmo de samba, feita pelo cantor com o grupo brasiliense de pagode Menos É Mais, um dos mais populares do gênero.
Amei te ver é um dos hits do disco mais bem-sucedido de Iorc, Troco likes (2015), o quarto álbum de estúdio do cantor e compositor, mas o primeiro com músicas em português. O discurso adotado pelo artista para justificar a atual versão do single Amei te ver, editado pela gravadora Som Livre, é que a regravação com o Menos É Mais foi feita para celebrar os dez anos do álbum Troco likes.
Ainda que trivial, a gravação flui bem e atinge o objetivo de inserir a canção na roda do samba. Grupos de pagode costumam abordar músicas de outros estilos na cadência do samba. Faz parte do show.
E, de toda forma, para Iorc, a reciclagem de Amei te ver é forma de revitalizar o álbum cujo repertório ainda é o mais popular do cantor. Em bom português, Iorc nunca mais conseguiu atingir o público como na época das canções de Troco likes (Coisa linda é o outro hit deste disco blockbuster).
Já que tudo vira pagode, por que não ir na onda? E, justiça seja feita, a capa do single do cantor com o Menos É Mais é graciosa. Os quatro integrantes do grupo aparecem com a mesma pose e arte de Iorc na capa do álbum original de 2015. A capa do single é mais interessante do que o fonograma em si.
Capa do single ‘Amei te ver’, de Tiago Iorc com o grupo Menos É Mais
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Museu do Louvre adicionará 100 câmeras externas até 2026 após assalto expor falhas de segurança


Veja imagens das joias roubadas no museu do Louvre 
O Museu do Louvre, na França, instalará 100 câmeras externas até o final de 2026 como parte das medidas para reforçar a segurança após o espetacular assalto do mês passado, disse seu diretor na quarta-feira (19).
Laurence Des Cars também afirmou em uma audiência na Assembleia Nacional que os laços com a polícia de Paris seriam estreitados com a instalação de uma “delegacia de polícia avançada dentro da propriedade do Louvre”.
Museu do Louvre reabre no dia 22 de outubro de 2025 com a Galeria de Apolo fechada; espaço que abrigava joias foi roubada
Gonzalo Fuentes/Reuters
Museu mais visitado do mundo e lar da Mona Lisa: conheça o Louvre
Guindaste, motosserra, fuga em scooter: os detalhes do roubo de joias no Louvre, segundo a polícia
O assalto à luz do dia de 19 de outubro, no qual quatro ladrões fugiram com joias no valor de US$102 milhões, levantou dúvidas sobre a credibilidade do museu mais visitado do mundo como guardião de suas inúmeras obras.
Embora os investigadores tenham acusado quatro suspeitos de envolvimento no ataque, os tesouros ainda não foram recuperados.
Autoridades admitiram que a cobertura das câmeras de segurança das paredes externas do museu era inadequada e que não havia cobertura da varanda envolvida no assalto.
Colar, coroa e brincos da rainha francesa Maria Amélia de Bourbon, que estão entre as joias roubadas por ladrões no museu do Louvre, em Paris, em 19 de outubro de 2025.
Foto: Divulgação/ Museu do Louvre
Após o roubo, as autoridades francesas disseram que o Louvre implementaria medidas de segurança adicionais, incluindo dispositivos anti-intrusão e barreiras anti-colisão em vias públicas próximas, até o final do ano.
Um relatório publicado no mês passado pelo órgão de auditoria pública da França, conhecido como Cour des Comptes, afirmou que a incapacidade do museu de atualizar sua infraestrutura foi exacerbada pelos gastos excessivos com obras de arte.
Des Cars, no entanto, disse aos parlamentares: “Assumo total responsabilidade por essas aquisições, que são o orgulho de nosso país e de nossas coleções. O trabalho no Louvre não deve ser visto como concorrente ao enriquecimento das coleções nacionais”.

Fonte: G1 Entretenimento