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D4vd é considerado suspeito pela morte de adolescente de 15 anos, diz site


D4VD
Divulgação / Hope Obadan
A polícia dos EUA considera o cantor D4vd como suspeito da morte da adolescente Celeste Rivas, de 15 anos, segundo informações do TMZ. Em setembro, o corpo da jovem foi encontrado no porta-malas do carro registrado em nome do rapper.
Quem é D4VD, cantor associado a investigação de assassinato nos EUA
Fontes do site também informaram que a polícia americana trata a morte de Celeste como homicídio, embora ainda não tenha sido determinada a causa oficial. Os investigadores ainda aguardam os resultados dos exames toxicológicos.
D4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, tem 2 milhões de seguidores em apenas uma rede social. Aos 20 anos, ele lançou seu álbum de estreia no começo desse ano e é conhecido pelas músicas “Here with Me” e “Romantic Homicide”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes anuncia versão em português de ‘Set Fire To The Rain’


Paula Fernandes anuncia versão em português de ‘Set Fire To The Rain’, de Adele
Divulgação/Flashbang Media HouseSimon Emmett/Divulgação
Paula Fernandes anunciou nesta quarta-feira (19) que lançará uma versão em português de “Set Fire To The Rain”, sucesso da cantora Adele. O single integra o EP “SIMPLESmente, EU”, que terá cinco faixas inéditas e será lançado em 27 de novembro.
Adele autorizou Paula Fernandes a gravar a primeira versão brasileira de um de seus maiores sucessos. O resultado é uma releitura que preserva a força da composição original, mas traz arranjos inéditos.
“‘Set Fire To The Rain’ sempre me tocou de forma especial. É uma música sobre entrega e recomeço, temas que fazem parte do meu momento atual. Poder interpretá-la com a autorização da própria Adele foi uma honra. Busquei trazer essa emoção para o meu universo, mantendo o respeito à obra original e colocando nela a minha verdade”, disse Paula Fernandes.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quadro de mais de R$ 1 bilhão vira 2ª obra de arte mais cara já vendida em leilão


O quadro “Retrato de Elisabeth Lederer”, vendido por R$ 1.25 bilhão em leilão
Divulgação/Sotheby’s
Um retrato do artista austríaco Gustav Klimt alcançou nesta terça-feira (18) o valor de US$ 236,4 milhões de dólares (R$ 1,25 bilhão) em um leilão em Nova York, tornando-se a segunda obra de arte mais cara já vendida em um leilão.
A obra de arte mais cara negociada em casas de leilão continua sendo o “Salvator Mundi”, atribuído a Leonardo da Vinci, adquirido por US$ 450 milhões (R$ 2,39 bilhões na cotação atual) em 2017.
Seis compradores disputaram durante 20 minutos a obra “Retrato de Elisabeth Lederer”, de Klimt. O quatro, pintado entre 1914 e 1916, que representa a filha do principal mecenas do artista, em um vestido imperial chinês branco, diante de uma tapeçaria azul de inspiração asiática.
A Sotheby’s, que coordenou a venda, não revelou a identidade do comprador.
Por que tão caro?
Assim como este quadro, os grandes retratos de corpo inteiro pintados pelo artista austríaco durante seu período de maior destaque (entre 1912 e 1917) são “extremamente raros”, explicou a Sotheby’s em um comunicado. A maioria integra coleções dos grandes museus e poucos pertencem a colecionadores privados.
Até agora, o recorde em um leilão para uma obra de Klimt era do quadro “Dama com Leque” (1917-1918), vendido por 85,3 milhões de libras (US$ 108,8 milhões, R$ 579 milhões) em Londres em 2023.
A venda recorde acontece em um cenário de queda de 33,5% do produto mundial dos leilões de obras de arte em 2024, a US$ 9,9 bilhões, o menor valor registrado desde 2009, segundo o relatório anual da Artprice publicado em março. A causa, além de um contexto econômico difícil, é a falta de obras de grande valor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel Radcliffe revela que escreveu carta para ator que viverá novo Harry Potter


Daniel Radcliffe e Dominic McLaughin
Evan Agostini/Invision/AP/Reprodução/Instagram
Daniel Radcliffe revelou durante sua participação no programa Good Morning America que enviou carta para Dominic McLaughlin, que interpretará Harry Potter na série da HBO, prevista para estrear em 2027.
“Eu não diria que quem vai interpretar Harry precisa [me procurar], mas conheço algumas pessoas que estão trabalhando na produção”, disse Radcliffe sobre a série. “Escrevi para Dominic e enviei uma carta, e ele me mandou uma resposta muito carinhosa.”
‘Harry Potter’: Veja primeira imagem de Dominic McLaughin como o bruxinho da nova série
Radcliffe ressaltou que não quer ser uma “sombra na luz dessas crianças”. “Só quis escrever para ele e dizer: ‘Espero que você se divirta muito, e ainda mais do que eu. Eu me diverti bastante, mas espero que você se divirta ainda mais’”, continuou. “E é isso, eu vejo essas fotos dele e das outras crianças e só quero abraçá-los. Eles parecem tão jovens. Olho para eles e penso: ‘É loucura eu ter feito isso naquela idade.’ Mas também é incrivelmente doce, e espero que eles estejam se divertindo muito.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O ator tinha 11 anos quando começou a interpretar o protagonista dos oito filmes da saga ‘Harry Potter’ entre 2001 e 2011.
Além de Dominic McLaughlin como Harry Potter, a série terá Arabella Stanton como Hermione Granger e Alastair Stout como Ron Weasley.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Costa e Nilze Carvalho se afinam com Marina Iris em show politizado, idealizado para matar preconceito racial


Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa (à direita) recebem Marina Iris, cantora convidada do show apresentado na noite de ontem, 18 de novembro, no Teatro Ipanema
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Ana Costa & Nilze Carvalho
Artistas: Ana Costa e Nilze Carvalho – com participação de Marina Iris
Data e local: 18 de novembro de 2025 no Teatro Ipanema (RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Um fio político costura o show que vem sendo apresentado no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), pelas cantoras, compositoras e instrumentistas Ana Costa e Nilze Carvalho ao longo das terças-feiras de novembro, mês em que se celebra no dia 20 a Consciência Negra.
Ficou evidenciado o engajamento do repertório desde a primeira música do roteiro, o samba Dia de graça (Candeia, 1970), até o fecho do bis, com Zé do Caroço (1985), petardo disparado por Leci Brandão há 40 anos e reativado por Ana e Nilze em trio formado com a convidada da apresentação de ontem, 18 de novembro, Marina Iris, cantora e compositora afinada com o tom ativista do repertório.
Intérprete de voz calorosa e forte presença cênica, Marina Iris injetou energia na apresentação assim que pisou no palco do Teatro Ipanema, vinda da plateia, para cantar Virada (2021), parceria de Marina com Manu da Cuíca, nome recorrente no roteiro do show.
Na sequência, Marina deu o recado de Jorge Aragão em Identidade (1992) e, na mesma linha militante, mandou bem o samba Pra matar preconceito (Manu da Cuíca e Raul DiCaprio, 2021), apresentado pela cantora no combativo álbum Voz bandeira (2019), disco no qual rebobinou o samba-enredo que deu a vitória à escola de samba Mangueira no Carnaval de 2019, História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), cantado no bis pela convidada com as duas anfitriãs do show.
O canto de Marina Iris tem pegada e abrilhantou show de tonalidades mais suaves em que Ana Costa e Nilze Carvalho reafirmaram os talentos de instrumentistas, se revezando nos toques de bandolim, cavaquinho e violão (no caso de Nilze) e de violão e baixo (no caso de Ana), em números embasados pela percussão precisa de Paulino Dias.
Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa se confraternizam com o percussionista do show ao fim da apresentação
Rodrigo Goffredo
O solo do bandolim de Nilze, por exemplo, valorizou a lembrança de Andar com fé (Gilberto Gil, 1982), número em que o público bateu palmas na cadência baiana deste samba que tangencia a roda do Recôncavo. Mais tarde, o show reluziu quando Nilze tocou o tema instrumental Choro de menina (1981), parceria da artista com o pai, Cristino Ricardo. Detalhe: o choro fez sucesso nacional e mostrou para a então menina Ana Costa que ela também poderia ser instrumentista.
Como cantoras, ambas encararam missões impossíveis como dar vozes ao Canto das três raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1976) sem que o espectador traga à memória a interpretação luminosa e definitiva de Clara Nunes (1942 – 1983).
Da mesma forma, foi difícil ouvir Fadas (Luiz Melodia, 1978) sem tirar da mente a gravação feita por Elza Soares (1930 – 2022) para o álbum Do cóccix até o pescoço (2002). Assim como também foi natural lembrar de Maria Rita quando as artistas uniram vozes em Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981), reafirmando que o show é dominado pelo samba, mas não restrito ao gênero, tendo como eixo central as obras de compositores negros de estilos diversos.
Em contrapartida, Ana Costa surpreendeu positivamente quando saiu da roda do samba para cantar Lambada de serpente (Djavan e Cacaso, 1980) e quando, cinco números depois, buscou tom mais interiorizado na reflexão melancólica de Tudo se transformou (Paulinho da Viola, 1970). A letra é um diálogo de sambista com o violão, instrumento tocado por Ana no número.
O canto em uníssono das artistas no choro-canção Amigo é casa (Capiba e Hermínio Bello de Carvalho, 2004) valorizou o número e realçou a atmosfera fraterna de acolhimento que regeu a apresentação.
Mais um acerto do projeto Terças no Ipanema, cuja curadoria foi entregue a Flávia Souza Lima, o show de Ana Costa e Nilze Carvalho atravessou um século e meio de lutas do povo negro para impor um som e um canto que, afinal, estão na base da música do mundo.
Nesse sentido, foi importante revolver raízes fincadas no jongo – gênero representado por Jongueiro cumba (Wilson Moreira e Nei Lopes, 2002) – e na música africana, louvada no Semba dos ancestrais (1985), parceria do politizado bamba Martinho da Vila com a violonista Rosinha de Valença (1941 – 2004) apresentada há 40 anos.
Sem falar na lembrança da pioneira Ivone Lara (1922 – 2018), matriarca que abriu alas femininas no samba com obra revivida no show com o canto de Resignação (1981), parceria de Dona Ivone com Hélio dos Santos (1903 – 2007), o Tio Hélio, também ele um bamba pioneiro do Império Serrano, tradicional agremiação do Carnaval carioca.
E por falar em Carnaval, antes do bis, tudo acabou em samba-enredo no show com o canto de Kizomba, a festa da raça (Rodolpho de Souza, Luiz Carlos da Vila e Jonas, 1987), introduzido por citação de 100 anos de liberdade – Realidade ou ilusão? (Alvinho, Jurandir e Hélio Turco, 1987), obras-primas do desfile do Carnaval de 1988, ano do centenário de uma abolição testada diariamente no cotidiano de um Brasil racista.
Foi para matar preconceito racial que Ana Costa e Nilze Carvalho se afinaram com Marina Iris em show que celebra a Consciência Negra com orgulho do que já foi feito e disposição para lutar por tudo que ainda tem que ser conquistado para que o povo preto viva em permanente dia de graça quando tudo se acabar na quarta-feira.
Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa (à direita) cantam e tocam músicas de compositores negros no show em cartaz no projeto ‘Terças no Ipanema’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Vaso sanitário de ouro é vendido por R$ 64 milhões em leilão em Nova York


Vaso sanitário de ouro foi vendido por US$ 12 milhões em leilão
SOTHEBY’S / REUTERS
Um vaso sanitário de ouro 18 quilates foi arrematado por US$ 12,1 milhões, o equivalente a R$ 64 milhões, em um leilão na noite desta terça-feira (18), em Nova York.
Criado pelo artista satírico italiano Maurizio Cattelan, a peça, que se chama “America”, foi vendida para “uma famosa marca americana”, segundo a casa de leilões Sotheby’s.
Elaborado com o intuito de zombar da riqueza excessiva, o vaso foi exibido em exposições. Ele esteve durante um ano, entre 2016 e 2017, no museu Guggenheim de Nova York. Totalmente funcional, nesse período, o vaso foi utilizado por mais de 100 mil pessoas.
Visitantes de museu em Nova York podem usar vaso sanitário de ouro 18 quilates
Em 2019, enquanto estava exposto no Palácio de Blenheim, no sul da Inglaterra, o vaso chegou a ser roubado. A ação durou apenas cinco minutos e um vídeo flagrou os criminosos carregando a peça, de quase 100 quilos, já do lado de fora do museu.
Em junho deste ano, dois homens foram para a cadeia após serem condenados pelo crime: as penas foram de 4 anos e 27 meses de prisão.
Há um ano, outra obra de Cattelan que deu o que falar também foi vendida pela casa de leilões Sotheby’s por US$ 6,2 milhões: “Comedian”, uma banana presa à parede com fita adesiva.

Fonte: G1 Entretenimento

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Piscina cinematográfica, suíte para pets, cinema de shopping: veja o que há de luxo em mansões milionárias à venda no Brasil; VÍDEO


Veja o que há de luxo em mansões milionárias à venda no Brasil
Há oito anos, a corretora de imóveis Monica Poplavsky decidiu apostar no mercado de imóveis de luxo. Hoje, acumula cerca de 400 mil seguidores em uma rede social, onde mostra detalhes das mansões que comercializa para empresários e artistas.
“Tem o cliente influencer que já começa a divulgar que está comprando uma casa antes de comprar. Ai ele compra e divulga na mídia comprou. E tem também os empresários que não fazem questão nenhuma de mostrar que compraram, que a gente fala que é ‘luxo silencioso'”, diz Mônica.
O Profissão Repórter revelou luxos e particularidades de algumas das casas à venda. Veja no vídeo acima.
Casa ostentação
A equipe acompanhou Mônica em uma open house — evento que reúne corretores para conhecer imóveis — em uma casa avaliada em R$ 11 milhões. No imóvel, não faltam cenários para quem quer ostentar: piscina cinematográfica, cinema com estrutura de shopping, lavabo inspirado em videogame clássico e até uma suíte exclusiva para pets, equipada com área de banho, secagem e closet.
“É uma casa que ostenta”, resume Mônica. “Quanto mais ambientes diferentes ela tiver, mais cenários a pessoa consegue criar — inclusive para usar o imóvel comercialmente”, explica.
Mansão avaliada em R$ 11 milhões tem suíte exclusiva para pets, equipada com área de banho, secagem e closet
Reprodução/TV Globo
Imóvel de R$78 milhões
No condomínio mais luxuoso de São Paulo, um terreno vazio de mil metros quadrados pode custar R$ 20 milhões. É lá que Monica negocia uma casa avaliada em R$ 78 milhões, revestida com mármore Navona importado da Itália, spa com sauna, lareira, escada escultural e seis suítes. A suíte principal tem cerca de 200 m², com dois closets e banheiros unidos por uma banheira.
“Quando a gente fala desse mercado de alto luxo , esse padrão de residência, nós estamos falando de um público que é internacional, ele vive o mundo e tudo que o mundo oferece. Tudo que existe no mundo de mais atualizado, novidade, instalações, materiais”, afirma a arquiteta Viviam Serpentini.
Casa avaliada em R$ 78 milhões é revestida com mármore Navona importado da Itália
Reprodução/TV Globo
Em outra casa visitada, mais um item que reforça o luxo: um elevador particular.
“Você precisa pagar uma manutenção mensal, tem que estar sempre em dia. E instalar um elevador hoje custa em torno de R$ 100 mil”, explica Mônica.
O imóvel também conta com um armário expositor no closet — uma tendência nos imóveis de alto padrão, segundo Mônica.
“Você expõe bolsas e sapatos. Antes isso não existia, é uma novidade. E ele tem que ficar bem na frente, porque a ideia é justamente expor”, diz.
Expositor no closet é uma tendência nos imóveis de alto padrão
Reprodução/TV Globo
Imersão no luxo
Para Monica, vender luxo exige estratégia:
“Não dá para vender o luxo sem fazer uma imersão no luxo. O corretor precisa viver esse universo”.
Nas redes, ela aposta em vídeos informais, muitas vezes gravados com o filho, para mostrar o glamour.
“O cliente de milhões já tem uma casa boa, por que ele vai comprar outra? Eu tenho que encantar ele”, afirma.
Mônica faz sucesso nas redes mostrando casas de luxo que vende
Reprodução/TV Globo
Da TV para o mercado imobiliário de luxo
Antes de se tornar corretora, Mônica trabalhou na televisão como assistente de palco no Programa Silvio Santos, nos anos 80 e 90. Ela diz que a experiência na TV ajuda no trabalho atual.
“Trabalhei 11 anos com o Silvio. Eu trago muita coisa dele”, conta.
Mônica trabalhou na televisão como assistente de palco no Programa Silvio Santos, nos anos 80 e 90
Reprodução/TV Globo
Ela afirma que não imaginava alcançar o patamar onde está hoje na corretagem. E se prepara para vender um imóvel avaliado em R$80 milhões. A casa tem uma garagem com espaço para 25 carros.
“Eu não tinha ambição de chegar em uma casa assim, mas cheguei — e tomara que fique. Tem um ditado que diz que, depois que a gente entra na montanha-russa, não quer mais brincar de carrossel”, diz.
Monica mostra garagem com espaço para 25 carros
Reprodução/TV Globo
Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo:
ÍNTEGRA
Edição de 18/11/2025
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cynthia Erivo fala sobre música nova de ‘Wicked’: ‘Amar um lugar mesmo que ele não te ame’


Cynthia Erivo fala sobre ‘mensagem especial’ em música nova de Wicked
“Wicked: Parte 2”, filme que encerra a adaptação cinematográfica do musical, estreia nesta quinta (20) nos cinemas brasileiros. Na premiere em São Paulo, Cynthia Erivo (Elphaba) disse ao g1 que foi “muito especial” cantar a inédita “No Place Like Home”, composta especialmente para o filme.
“Foi realmente muito especial, por ser uma música nova e poder deixar minha marca em algo completamente novo, mas também pela mensagem da música”, disse.
Na música, Elphaba canta sobre não querer abandonar a própria terra, mesmo sendo rejeitada pelo governo e pelo povo local. É uma canção que funciona na história, mas também tem uma carga política fora dela.
“Não há lugar como o nosso lar / Quando você quer sair desanimado e desistir / É isso que eles querem que você faça / Mas pense em como você vai sofrer por tudo que deixará para trás / Oz também pertence a você” , diz a letra.
“[É a mensagem de] saber que você ainda pode amar um lugar mesmo que ele não te ame necessariamente, que ele não retribua esse amor, que o amor não é necessariamente recíproco, mas isso ainda o torna especial”, analisa Cynthia.
Cynthia Erivo (Elphaba) em cena de ‘Wicked: Parte 2’
Divulgação
Além disso, a música é um aceno à última cena de Dorothy (Judy Garland), que repete a frase “não há lugar como a nossa casa” no filme “O Mágico de Oz”.
Para Cynthia, a faixa marca um “ponto de virada” na história de Elphaba. “Ela precisa decidir por si mesma o que fazer a seguir. Mas é muito especial, e estou muito feliz por ter cantado essa música”.
Segundo filme fala ‘sobre coragem’, diz diretor
Ainda na premiere, o diretor e o elenco responderam a algumas perguntas e respostas antes da exibição do filme.
Ao lado de Jonathan Bailey, Cynthia também elogiou o diretor Jon M. Chu. “A dedicação, a generosidade, a bondade com que Jon liderou todo o processo, o elenco… é impressionante. Gravamos esses filmes ao mesmo tempo. Não foi um depois do outro, um ano depois do outro…”, disse.
Para ela, a expectativa é que, do filme, “as pessoas levem que nenhuma voz é pequena demais para mudar as coisas”.
Já Chu aproveitou para dizer que a segunda parte fala especialmente sobre “coragem”.
“Vivemos em tempos assustadores e outros tempos assustadores virão, mas somos capazes de fazer qualquer coisa. Estamos vendo que podemos ser corajosos, podemos ser quem precisamos ser”, disse o diretor.
Jon M. Chu, Larissa Manoela, Jonathan Bailey, Cynthia Erivo e Jeniffer Nascimento na premiere brasileira de ‘Wicked: Parte 2’
Luiz Gabriel Franco/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Línguas de chicote: Líderes do Oasis já criticaram Blur, Coldplay, Beyoncé, Taylor Swift… relembre


Irmãos Gallagher, do Oasis, já falaram mal de Blur, Coldplay, Beyoncé, Taylor Swift…
Vêm aí as maiores línguas de chicote da música. Os irmãos Liam e Noel Gallagher, que lideram o Oasis são conhecidos pela postura afiada e já distribuíram críticas aos mais diversos nomes da indústria do entretenimento.
Os dois passarão pelo Brasil neste sábado (22) e domingo (23), em shows de uma turnê de reencontro da banda, no Morumbis, em São Paulo.
Os irmãos Noel e Liam Gallagher, do Oasis, em 1994
Divulgação/Sony Music
Antes das apresentações, relembre as tretas dos Gallagher com outros artistas no vídeo acima; saiba mais abaixo.
Rivalidade histórica
Quem é fã de rock britânico provavelmente sabe que existe uma rivalidade histórica entre as bandas Oasis e Blur.
Muitas trocas de farpas entre os integrantes já rolaram. Mas o momento mais pesado da guerra aconteceu em 1995, quando uma música do Blur — “Country House” — disputava o primeiro lugar da parada britânica com uma do Oasis — “Roll With It”.
A banda britânica Blur
Divulgação
Na época, Noel Gallagher chegou a dizer numa entrevista a seguinte frase: “Eu odeio Alex e Damon. Espero que eles contraiam Aids e morram”. Alex, no caso, é Alex James, baixista do Blur, e Damon, Damon Alban, vocalista.
Depois, o próprio Noel reconheceu que exagerou e pediu desculpa: “Assim que falei isso, percebi que foi insensível, pois Aids não é brincadeira. Retiro o que disse. Apesar de não ser fã da música deles, desejo a Damon e Alex uma vida longa e saudável”.
Algumas coisas não mudam
Outras duas bandas que os irmãos Gallagher nunca curtiram muito são o Radiohead e o Coldplay. Em uma entrevista em 2008, Liam Gallagher chamou de “chatos” e “feios” os fãs dos dois grupos.
O Coldplay, particularmente, mudou muito desde então… mas a língua de Liam não.
Em 2025, durante um show da turnê de reencontro do Oasis, ele zoou o flagra que “entregou” um casal durante um show do Coldplay. A cena, que aconteceu em Massachusetts (EUA), viralizou em julho deste ano.
Casal tem reação inusitada em show do Coldplay e surpreende Chris Martin
Reprodução/TikTok
No mesmo mês, em Manchester (Inglaterra), Liam brincou no palco: “Temos pombinhos por aqui? Não se preocupem, não temos aquelas câmeras de merd*, como as do Coldplay. Não nos importamos com quem vocês estão tendo intimidade, com quem vocês estão saindo… não é da nossa conta”.
Resposta à altura
Também em 2008, Noel criticou a escalação do rapper Jay-Z como atração principal do Glastonbury, festival no Reino Unido. Para ele, colocar um artista do hip hop nessa posição era um erro porque o festival precisava manter a “tradição da música com guitarras”.
Jay Z no Festival Glastonbury
Reprodução/YouTube
A declaração, é claro, pegou mal, e Jay Z respondeu à altura. Ele abriu seu show no Glastonbury fingindo tocar guitarra e cantando uma versão debochada de “Wonderwall”, clássico do Oasis.
Inimigo do pop
Os comentários de Noel sobre artistas do pop atual são mais cruéis do que os de qualquer crítico de música:
Sobre Adele, ele já falou que ela faz “música para vovós”;
Sobre Ed Sheeran, disse que não consegue viver num mundo em que um cantor como ele enche o estádio de Wembley, em Londres (a capacidade é de 80 mil pessoas);
Sobre Harry Styles (e outros cantores que surgiram em programas de TV, como o “The X Factor”), afirmou que o que eles fazem “não tem nada a ver com música”;
E sobre Beyoncé, declarou que “rebolar para ganhar a vida” não pode ser considerado arte.
Sobrou até para ela…
Deu para perceber que Noel não curte muito a música comercial dos últimos anos. Em uma entrevista em 2015, ele falou que acha tudo muito sem graça e sem personalidade… e sobrou para ela, maior símbolo do pop atual: Taylor Swift.
Taylor Swift no VMA 2024
Evan Agostini/Invision/AP
Para o britânico, a ideia de que Taylor é uma boa compositora é algo totalmente inventado — só os pais dela acham isso, nas palavras dele.
Esse é um dos muitos assuntos que dividem os irmãos. Em 2022, Liam defendeu publicamente a cantora, dizendo que Taylor é “legal para caralh*” e exaltando o fato dela escrever as próprias músicas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Após cair bonito no samba de Jorge Aragão, Eliana Pittman volta ao jazz em álbum com sinfônica pop paulistana


Capa do álbum ‘Eliana Pittman & SP Pops Jazz Band ao vivo’
Murilo Alvesso com design de Leandro Arraes
♫ NOTÍCIA
♬ Após um aclamado álbum em que abordou o repertório do sambista Jorge Aragão com produção musical e arranjos de Rodrigo Campos, Nem lágrima nem dor (2025), lançado em março, Eliana Pittman entra no universo jazzístico da canção norte-americana da primeira metade do século XX.
Encerrando as comemorações pelos 80 anos de vida, festejados em 14 de agosto, a cantora carioca lança na quinta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, o álbum Eliana Pittman & SP Pops Jazz Band ao vivo.
Com capa criada por Leandro Arraes a partir de foto de Murilo Alvesso, o álbum chega ao mercado fonográfico digital em edição da gravadora Nova Estação com o registro do show produzido por Thiago Marques Luiz e apresentado em 20 de novembro de 2024 – exatamente um ano antes da edição do disco – no Sesc 24 de Maio, na cidade de São Paulo (SP).
Na companhia da sinfônica paulistana SP Pops Jazz Band, orquestrada em cena sob a regência do maestro Ederlei Lirussi, a cantora aborda os standards S wonderful (George Gershwin e Ira Gershwin, 1927), The man I love (George Gershwin e Ira Gershwin, 1927), As time goes by (Herman Hupfeld, 1931), It don’t mean a thing (If it ain’t got that swing) (Duke Ellington, 1932), Summertime (George Gershwin, Ira Gershwin e DuBose Heyward, 1935), I’ve got you under my skin (Cole Porter, 1936), My funny valentine (Richard Rodgers e Lorenz Hart, 1937), Unforgettable (Irvin Gordon, 1951), Fly me to the moon (Bart Howard, 1954) e Moon river (Henry Mancini e Johnny Mercer, 1961).
O álbum Eliana Pittman & SP Pops Jazz Band ao vivo reconecta a cantora com o início da carreira nos anos 1960, década em que Eliana fez shows e discos com o padrasto Booker Pittman (1909 – 1969), clarinetista e saxofonista norte-americano que a ninou no berço do jazz, gênero norte-americano amalgamado no Brasil com o samba na época em que pai e filha dividiam a cena e os estúdios.
No álbum, Eliana Pittman sai somente do universo jazzístico ao cantar o bolero Esta tarde vi llover (Armando Manzanero, 1961) em tributo a mãe, Ophelia Pittman (1922 – 2000), ardorosa admiradora desse bolero.

Fonte: G1 Entretenimento