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Dua Lipa toma chope em restaurante no Baixo Gávea


Dua Lipa toma chope no Baixo Gávea
Dilson Silva/AgNews
Em seu segundo dia na cidade, a cantora Dua Lipa fez um programa típico da Zona Sul do Rio de Janeiro: tomou um chope no restaurante Braseiro, no Baixo Gávea, tradicional ponto boêmio da região.
Na segunda, ela já tinha ido a um restaurante no Jardim Botânico, também na Zona Sul.
A cantora britânica traz ao Rio neste sábado (22) a turnê “Radical Optimism”, que divulga seu terceiro álbum e reúne sucessos da carreira em um show com grande produção (veja aqui o setlist e outros detalhes).
A apresentação acontece na área externa do Farmasi Arena. Em São Paulo, onde a artista esteve antes do Rio, o repertório incluiu até uma versão dela para uma música da Timbalada, com participação de Caetano Veloso e Carlinhos Brown (veja aqui como foi o show).
Dua Lipa no Baixo Gávea
Dilson Silva/AgNews
Dua Lipa em restaurante no Rio
Dilson Silva/AgNews
Dua Lipa e Shawn Mendes curtem samba em SP

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Primeiros ingressos variam entre R$ 397,50 e R$ 795 por dia de festival

Sexto dia de Rock in Rio
Thaís Espírito Santo/g1
A organização do Rock in Rio divulgou nesta terça-feira (18) detalhes sobre os ingressos para a próxima edição do festival, marcada para os dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ).
Ainda não foram anunciadas as atrações do evento. O chamado Rock in Rio Card é um ingresso de entrada antecipada que dá acesso a um único dia do festival — a escolha da data será feita posteriormente.
Nesta edição, cada Rock in Rio Card custa:
R$ 795 (inteira)
R$ 397,50 (meia-entrada)
R$ 675,75 (somente para com cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A)
A venda geral dos ingressos começa no dia 9 de dezembro, às 19h. Antes disso, membros do Rock in Rio Club têm acesso à pré-venda, disponível a partir do dia 4, também às 19h.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Sem cobrança de taxa de serviço, as vendas são realizadas exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito ou pix.
Clientes de cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar a compra em até 8x sem juros. Nos demais casos, o pagamento pode ser feito em até 6x sem juros — com exceção para cartões internacionais sem parcelamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cânticos do Candomblé reverberam em vozes dos terreiros em ‘Orin Dudu’, álbum para o Dia da Consciência Negra

Mam’etu Mabeji, personalidade do Candomblé Bate Folha, na gravação de cântico incluído entre os sete temas do álbum ‘Orin Dudu’
Cristiane Cotrim / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A foto ao alto flagra Mam’etu Mabeji – personalidade do terreiro Bate Folha conhecida pelo epíteto “A flor do Candomblé” – na gravação de Como xauerá, cantiga de Nkosi, entidade correspondente ao orixá Ogum na tradição Muxicongo do Candomblé Bate Folha.
Como xauerá é uma das sete cantigas pesquisadas e recolhidas nos repertórios de sete casas de Candomblé do Rio de Janeiro e ouvidas em gravações inéditas no álbum Orin Dudu – Cânticos negros, programado para ser lançado na quinta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, em edição da gravadora Biscoito Fino.
A partir dos registros colhidos na pesquisa, os diretores musicais do álbum, Kiko Horta e Luís Filipe de Lima, criaram arranjos inéditos nos quais à tradicional tríade de atabaques do Candomblé (rum, rumpi e lé) foram adicionados sopros, cordas e piano.
As vozes solistas de cada faixa são de personalidades do Candomblé carioca como Pai Zezito de Oxum (intérprete de Omi moreuá, cantiga de Oxum na tradição ijexá), Yá Wanda de Omolu (cuja voz ecoa em Urê urê ijená, reza de Omolu da tradição kêtu), babalorixá Adailton Moreira (solista de Iemanjareô, cantiga de Iemanjá do repertório da raiz Alakêtu) e a ekédi Tauana dos Santos (intérprete de Obá ureleô), além da já mencionada Mam’etu Mabeji.
Figuram também no álbum Orin Dudu as vozes de Ogã Cacau e da cantora Alcinéia Martins, uma das fundadoras do bloco afro Agbara Dudu, também iniciada no Candomblé. Alcinéia Martins canta Awá nixó modé locô, cantiga de Oxóssi da tradição do Gantois, no toque agueré.
Em cinco das sete faixas, o toque dos atabaques ficou a cargo dos ogãs Brazzaville Aragão, Bernardo Alcântara e Vinicius Marçal, do Ilê Asé Egi Omin. O grupo vocal Equale participa da gravação de três faixas, entre elas Moiô moiô, cantiga de Oxum do repertório do ogã Luiz Bangbala.
Capa do álbum ‘Orin Dudu – Cânticos negros’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Gêmeas Kessler, ícones da dança nos anos 50, morrem por suicídio assistido aos 89 anos

Alice e Ellen Kessler, as gêmeas alemãs
Reprodução/Facebook
Alice e Ellen Kessler, gêmeas alemãs que se tornaram ícones do entretenimento nos anos 1950, morreram aos 89 anos por suicídio assistido conjunto, informou nesta terça (18) a organização de defesa da sociedade alemã para uma morte digna (DGHS).
As gêmeas entraram em contato com a DGHS, que oferece acesso a advogados e médicos, há mais de um ano e se tornaram membros, disse a organização à CNN.
“O fator decisivo provavelmente foi o desejo de morrerem juntas em uma data específica”, afirmou a porta-voz da DGHS, Wega Wetzel, acrescentando que não tinha conhecimento dos motivos exatos apresentados por cada uma.
“O desejo delas de morrer foi bem pensado, de longa data e livre de qualquer crise psiquiátrica”, disse Wetzel.
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Durante uma entrevista ao jornal italiano “Corriere della Sera”, em 2025, as gêmeas disseram que queriam “partir juntas no mesmo dia”. “A ideia de que uma de nós pudesse ir primeiro é muito difícil de suportar”, acrescentaram. Elas também desejavam que suas cinzas fossem colocadas na mesma urna, junto da mãe Elsa e do cachorro Yello, contou Ellen Kessler ao jornal alemão Bild no ano passado.
A morte assistida, sob certas circunstâncias, é legal na Alemanha desde que o tribunal superior do país decidiu, em 2020, que um indivíduo tem o direito de encerrar a própria vida e buscar ajuda de terceiros, desde que não haja influências externas.
Quando crianças, elas frequentaram uma escola de balé clássico antes de sair da Alemanha Oriental, em 1952, para seguir carreira na dança. Pouco depois, as gêmeas iniciaram suas carreiras no Lido, em Paris, um local conhecido por suas apresentações de cabaré, mas rapidamente transcenderam esse universo.
Elas representaram a Alemanha no Festival Eurovision de 1959 e apareceram várias vezes no programa “The Ed Sullivan Show”, chegando a estampar a capa da revista “Life”. Elas circularam entre as maiores estrelas da época, como Fred Astaire, Frank Sinatra, Elvis Presley e Rock Hudson.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Wicked: Parte 2’ aprofunda o musical com desfecho que pode cansar, mas emociona; g1 já viu

‘Wicked: Parte 2’ aprofunda o musical com desfecho que pode cansar, mas emociona
Quem começa a ver “Wicked” (2024) quase acredita que a história é leve e divertida. Entre números musicais, mágica e piadinhas, é só no final que a fantasia se quebra, encerrando em tom sombrio e dramático.
“Wicked: Parte 2” parte dessa virada, e daí pra frente, as emoções ficam à flor da pele. O filme, que encerra a saga de Glinda e Elphaba, estreia nesta quinta (20) nos cinemas brasileiros. E é dos poucos casos em que dividir uma trama original (neste caso, um espetáculo musical) foi bom não só para os negócios: foi melhor pra história mesmo.
Mais tempo e explicação
No fim de “Wicked”, descobrimos que, na verdade, o Mágico de Oz é um tirano farsante e a heroína Elphaba (Cynthia Erivo) é injustiçada. Ela decide fugir e deixa sua melhor amiga Glinda (Ariana Grande) pra trás. Também é assim que acaba o primeiro ato da peça musical.
No teatro, há um intervalo (“intermissão”) entre as duas histórias. É a hora de dar uma volta, ir ao banheiro e limpar a mente. No caso dos filmes, essa intermissão levou cerca de um ano, o que dá um respiro pra gente como audiência.
Nesta parte, o universo se expande em vários arcos dramáticos e novos cenários. Também é aqui que vemos outro lado da história de Dorothy, o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão Covarde, de “O Mágico de Oz”.
Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande) em ‘Wicked: Parte 2’
Divulgação
Mas como qualquer fã da peça pode te dizer, o segundo ato é um pouco caótico e não tem a construção do primeiro. Por isso, “Wicked: Parte 2” acerta ao dividir a história e explorar a segunda parte no detalhe. Claro, ajudou a ter mais chances de prêmios, mais bilheteria e tudo o mais. Mas foi bom criativamente também.
Graças ao tempo extra de tela e à ajuda dos mil recursos que o cinema permite, a história — que já era emotiva — ganha corpo nesta parte.
A divisão também ajuda na mudança de tom, dando até mais tempo para que o público do primeiro esteja mais velho para esta parte. Em “Wicked: Parte 2”, a trama fica mais delicada, com dilemas morais e mortes. Em outras palavras, é aqui que a história fica adulta.
Entre o bem e o mal
Prova de que “Wicked” tem uma história interessante em mãos é que não é fácil explicar quem é bom e quem é mau. Esse é o fio condutor da segunda parte: em algum ponto, todos os personagens se veem na linha tênue entre bondade e maldade.
A trajetória de Glinda, “a Boa”, é a mais simbólica nesse sentido. Ela é a nova “garota-propaganda” de Oz e está prestes a se casar com o príncipe Fiyero (Jonathan Bailey). Na teoria, vive tudo que sempre sonhou, mas isso envolve promover uma mentira: a de que Elphaba, sua melhor amiga, é a “Bruxa Má do Oeste”.
Ariana Grande brilha nessa transição. Com uma personagem mais contraditória, ela traz humanidade e vulnerabilidade para o papel. Se ela já foi indicada ao Oscar pelo primeiro filme, a indicação neste é praticamente garantida (alguns veículos internacionais apostam até na vitória).
Talvez a artista tenha trazido sua própria carga pessoal para Glinda. Ambas são figuras públicas, lidando com suas próprias contradições e sonhos. E toda essa emoção é nítida na tela — inclusive quando ela está sozinha em cena.
Glinda (Ariana Grande) e Fiyero (Jonathan Bailey) em ‘Wicked: Parte 2’
Divulgação
Cynthia Erivo não é menos impressionante. Graças à atuação calorosa dela, Elphaba demonstra doçura, raiva, amor e solidão. E é essencial pra que a gente preserve o carinho pela personagem, mesmo em suas escolhas mais ambíguas. A cena de “No Good Deed”, grande música dela neste filme, é de arrepiar.
As protagonistas não deixam dúvidas de que um musical como esse precisa de grandes vocalistas. No primeiro, elas precisavam ter timing cômico e química pra conduzir a história; desta vez, trazem uma baita carga emocional, não só nas falas, como nas músicas.
Além delas, vale dizer que Boq (Ethan Slater) e Nessarose (Marissa Bode) também ganham com esta adaptação, e os atores têm mais espaço pra trabalhar. O arco da irmã de Elphaba, em especial, chega mais redondo na versão cinematográfica. Isso ajuda muito a sentir o que a trama pede.
O que não funciona
Os dois filmes “Wicked” são muito fiéis aos textos da peça, mas nem tudo funciona na telona. É o caso da “briguinha” entre Elphaba e Glinda, que no cinema fica meio boba para o momento dramático do filme. Mas serve para aliviar um pouco a tensão.
A parte dois também não ganhou muito com as novas músicas, “No Place Like Home”, de Elphaba, e “A Girl In The Bubble”, de Glinda. Não dá pra saber se é uma tentativa de ganhar um Oscar de Melhor Canção Original, ou de dar a esta parte mais músicas marcantes (já que a primeira tem algumas das melhores).
Glinda (Ariana Grande) e Elphaba (Cynthia Erivo) em ‘Wicked: Parte 2’
Divulgação
Seja como for, as duas tentativas podem acabar saindo frustradas, já que as músicas não são tão fortes quanto as originais. A canção de Glinda é bela, mas desacelera o filme em um momento importante, enquanto a de Elphaba não agrega tanto — ainda que “No Place Like Home”, que fala sobre ser rejeitada em sua própria terra, tenha um valor especial no atual contexto político dos EUA.
O filme perde um pouco de ritmo com essas e outras cenas extras. Parece que é um risco que os roteiristas preferiram correr: antes pecar pelo excesso que pela falta de explicação.
Final digno do tamanho de ‘Wicked’
Com quase duas horas e meia de duração, “Wicked: Parte 2” vai encantar os fãs da peça, enquanto pode ser cansativo para quem não conhece a história original. Mas é, sem dúvidas, um belo fim para a saga.
Da icônica “For Good” até a tocante cena final, a ideia aqui é emocionar, fazer você pensar em amigos e família (se puder assistir com eles, melhor ainda). Dá certo: até na cabine de imprensa, tinha gente fungando no fim.
Ao todo, a adaptação eleva o nível da peça da Broadway, expandindo o universo e aprofundando a história. Finalmente, fãs de “Wicked” podem respirar aliviados: os filmes não estragaram nada — muito pelo contrário, só deixaram tudo mais grandioso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça Jards Macalé em oito álbuns expressivos da discografia dissonante

Capas de oito álbuns de Jards Macalé (1943 –2025)
Reprodução / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ Entre álbuns individuais e discos coletivos, a trajetória fonográfica pavimentada por Jards Macalé (3 de março de 1943 – 17 de novembro de 2025) entre 1969 e 2024 totalizou 25 títulos, incluído na conta o EP inicial Só morto / Burning night de 1969.
Nessa discografia, há recorrentes interseções nos repertórios dos álbuns gravados a partir dos anos 2000 com releituras de música emblemáticas de cancioneiro cujo suprassumo está situado na primeira metade da década de 1970.
Para celebrar o legado de Jards Anet da Silva, o folclórico Macalé, o Blog do Mauro Ferreira selecionou oito títulos expressivos da discografia dissonante do artista que morreu ontem, aos 82 anos, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ).
São álbuns (alguns fundamentais) em que aparecem tanto o compositor de canções imprevisíveis e o violonista de toque tortuoso quanto o intérprete sagaz de obras de bambas do samba e do samba-canção, gêneros abraçados com frequência pelo dissidente estilista que também transitou pelo rock, pelo blues, pelo choro e pelos ritmos da música da nação nordestina.
♪ Eis os oito álbuns indicados para quem quer se iniciar no universo vanguardista da música de Jards Macalé:
Capa do álbum ‘Jards Macalé’, de 1972
Divulgação
♪ Jards Macalé – Jards Macalé (Philips, 1972)
♬ Pedra mais fundamental da discografia do artista carioca, o álbum Jards Macalé deu o norte para carreira que nunca perderia o rumo. É disco de trio, feito sob direção musical do próprio Macalé com Lanny Gordin (1951 – 2023) no baixo elétrico e no violão de aço tocado como guitarra e com Tutty Moreno na bateria, além do violão de Macalé. É a fricção entre os três músicos que gerou a eletricidade de disco que mixou rock, samba, canção, blues, jazz e baião. O repertório apresenta as versões do autor para Hotel das estrelas (1970), Mal secreto (1971), Movimento dos barcos (1971) e Vapor barato (1971), canções então já conhecidas nas vozes de Gal Costa (1945 – 2022) e Maria Bethânia.
Capa do álbum ‘Aprender a nadar’, de Jards Macalé
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♪ Aprender a nadar – Jards Macalé (Philips, 1974)
♬ No segundo álbum de estúdio, o anjo torto da MPB enfatizou já na capa que seguia a linha batizada de “morbeza romântica” – termo que caracteriza a requintada sofrência do cancioneiro do compositor, pautado por beleza mórbida – e apresentou repertório que destacou Anjo exterminado, Dona do castelo e Rua Real Grandeza. O pianista Wagner Tiso fez arranjos para este disco gravado em clima de repressão. Macalé estava na mira da ditadura pelo posicionamento na vida e na música. A capa expõe caricatura do artista, retratado nos traços do cartunista Nilo de Paula.
Capa do álbum ‘Contrastes’ (1977), de Jards Macalé
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♪ Contrastes – Jards Macalé (Som Livre, 1977)
♬ Contrastes é o terceiro e último álbum solo gravado por Macalé em estúdio ao longo dos anos 1970. A capa original (vista acima) foi trocada em edições recentes por questões jurídicas. Entre sambas, xotes, choros e canções, o artista regrava Sem essa (música do EP inicial de 1969) e apresenta Negra melodia, pioneiro reggae gravado no Brasil. A música-titulo é o samba Contrastes, do bamba pioneiro Ismael Silva (1905 – 1978). O xote Sim ou não apimenta o repertório com o tempero vivaz da música nordestina.
Capa do álbum ‘4 batutas & 1 coringa’ (1987), de Jards Macalé
Divulgação
♪ 4 batutas & 1 coringa – Jards Macalé (Continental, 1987)
♬ Após uma década sem lançar álbum, efeito da inabilidade do artista para jogar o jogo da indústria do disco, Macalé voltou ao mercado fonográfico com álbum de intérprete. Refinado estilista, o cantor abordou com personalidade e reverência os cancioneiros de Geraldo Pereira (1918 – 1955), Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974), Nelson Cavaquinho (1911 – 1986) e Paulinho da Viola, situando as obras dos quatro batutas no universo da morbeza romântica. Um grande e esquecido álbum.
Capa do álbum ‘O Q faço é música’, de Jards Macalé
Lygia Anet
♪ O Q faço é música – Jards Macalé (Atração Fonográfica, 1998)
♬ Gravado sob direção musical do pianista Cristovão Bastos e do próprio Macalé, que dividiram a autoria dos arranjos das 16 músicas, o álbum O Q faço é música ampliou o cancioneiro autoral com repertório parcialmente inédito e, embora não tenha reeditado o teor vanguardista dos discos iniciais do artista, mostrou que o pulso criativo de Macalé ainda pulsava. Destino e Dente no dente eram músicas feitas pelo compositor a partir de poemas deixados na casa de Macalé pelo poeta tropicalista Torquato Neto (1944 – 1972) dias antes de se retirar de cena. Samba da parceria bissexta de Macalé com o poeta Abel Silva, Terceira vez foi gravado com citação de verso de outro samba, A primeira vez (Bide e Marçal, 1940).
Capa do álbum ‘Amor, ordem & progesso’, de Jards Macalé
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♪ Amor, ordem & progresso – Jards Macalé (Lua Discos, 2003)
♬ Então com 60 anos, Macalé lançou um álbum em que, partindo do conceito do samba Positivismo (Noel Rosa e Orestes Barbosa, 1933), o artista revistou canções de lavra própria (Amo tanto, Pano pra manga e Meu amor me agarra & geme & treme & chora & mata) entre regravações de pérolas pescadas no baú da música brasileira. O cantor aborda o moderno samba-canção Foi a noite (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1956) e as dissonâncias de Roendo as unhas (Paulinho da Viola, 1973).
Capa do álbum ‘Besta fera’, de Jards Macalé
Cafi
♪ Besta fera – Jards Macalé (Pomm_elo, 2019)
♬ Em encontro produtivo e antológico com a turma paulistana capitaneada por Romulo Fróes (diretor artístico do disco) com Kiko Dinucci e Thomas Harres (produtores de Besta fera), Macalé apresentou álbum à altura dos grandes trabalhos do artista. Besta fera está para a discografia de Macalé assim como A mulher do fim do mundo (2015) está para a obra de Elza Soares (1930 – 2022). O anjo torto se revigora em combustão sem alterar os padrões da própria obra e da própria história. Parceria com Tim Bernardes, o samba-canção Buraco da Consolação é um dos destaques do repertório inteiramente inedito ao lado dos sambas Besta fera (Jards Macalé sobre versos de Gregório de Matos) e Longo caminho do sol (Jards Macalé, Kiko Dinucci, Thomas Harres e Clima).
Capa do álbum ‘Coração bifurcado’, de Jards Macalé
Leo Aversa com arte de Omar Salomão
♪ Coração bifurcado – Jards Macalé Biscoito Fino, 2023)
♬ No último álbum com músicas inéditas, feito para celebrar os 80 anos de vida, Macalé pôs o amor no fio da navalha. Entre parcerias inéditas com o antigo colaborador José Carlos Capinan (A arte de não morrer e Amor in natura), o compositor apresentou músicas novas feitas como Ronaldo Bastos (Mistérios de nosso amor, sambas-canção ouvido na voz de Maria Bethânia) e Kiko Dinucci (o samba-título Coração bifurcado). Na encruzilhada entre as tradições do samba-canção e o oxigênio modernista que lhe deu fôlego, o álbum Coração bifurcado resultou coerente com a inquietude salutar de Jards Macalé.

Fonte: G1 Entretenimento

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Corpo de Jards Macalé é velado no Rio

Jards Macalé, ‘anjo torto’ da MPB, morre no Rio
O corpo do músico, cantor e compositor Jards Macalé, que morreu na segunda-feira (17), aos 82 anos, é velado na na Sala Funarte Sidney Miller, no Edifício Gustavo Capanema, no Centro do Rio. O enterro será no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul da cidade.
Macalé estava internado em um hospital na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio desde o dia 1º, onde tratava de problemas pulmonares. Na segunda, ele sofreu uma parada cardíaca. A causa da morte, de acordo com a unidade de saúde, foi choque séptico e insuficiência renal.
Corpo de Jards Macalé é velado no Rio
Cristina Boeckel / g1
“Jards Macalé nos deixou hoje. Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal’, com toda a energia e bom humor que sempre teve. Cante, cante, cante. É assim que sempre lembraremos do nosso mestre, professor e farol de liberdade. Agradecemos, desde já, o carinho, o amor e a admiração de todos. Em breve informaremos detalhes sobre o funeral. 🖤“Nessa soma de todas as coisas, o que sobra é a arte. Eu não quero mais ser moderno, quero ser eterno.” — Jards Macalé’, diz a nota.
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‘Anjo torto da MPB’
Nascido no Rio em 1943, Jards Anet da Silva começou a carreira nos anos 1960 — quando teve sua primeira composição gravada por Elizeth Cardoso, em 1964.
Macalé rapidamente se destacou pela postura vanguardista e pela recusa a seguir padrões comerciais, o que lhe apresentou ao país como um “anjo torto” da MPB, como citou Mauro Ferreira em seu blog.
O grande impacto inicial veio em 1969, com a performance de “Gotham City” no IV Festival Internacional da Canção.
Em 1972, lançou seu influente álbum de estreia, Jards Macalé, no qual consolidou sua estética híbrida, misturando rock, samba, jazz, blues, baião e canção.
É autor de clássicos como “Hotel das Estrelas”, “Anjo Exterminado”, “Mal Secreto” e “Vapor Barato”, imortalizados também nas vozes de Gal Costa, Maria Bethânia e O Rappa.
“Meu amor, meu amigo… Fará muita falta neste mundo. 🌹”, postou Bethânia em uma rede social.
Mauro Ferreira: relembre reportagem sobre os 80 anos de Macalé
Parceiro de poetas como Waly Salomão (coautor de ‘Vapor Barato”), Vinicius de Moraes, Torquato Neto e José Carlos Capinan, Macalé construiu uma obra marcada pela estranheza, pela experimentação e pela absoluta defesa da liberdade criativa — postura que o aproximou de artistas como Luiz Melodia, igualmente avesso às imposições das gravadoras dos anos 1970 e 1980.
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‘Meu primeiro amigo carioca da música’, diz Caetano
Exilado em Londres ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Mautner, assinou a direção musical de “Transa”, álbum que se tornaria um dos mais importantes da carreira de Caetano.
“Sem Macalé não haveria Transa. Estou chorando porque ele morreu hoje. Foi meu primeiro amigo carioca da música. Antes de Bethânia imaginar que seria chamada para o Opinião, Alvaro Guimarães, diretor teatral baiano, me trouxe ao Rio para montar e mixar o curta para o qual eu tinha feito a trilha. Fui parar na casa de Macalé. E ele tocou violão. Me encantei. Ele tocou com Beta, lançou composições, chamei-o para Londres e: Transa. Na volta, ele e eu seguimos na música. Que a música siga mantendo a essência desse ipanemense amado. Beijo carinhoso para Rejane”, postou Caetano.
Ao longo da carreira, nunca abriu mão da coerência artística. Explorava gêneros como bossa nova, rock, blues, samba e choro, sempre com sua voz ruminada e um violão singular, moldado por formação erudita.
Além da música, em seus 60 anos de carreira, Macalé também se aventurou em cinema, televisão, teatro e artes plásticas.
No cinema, participou do elenco de “O Amuleto de Ogum” e “Tenda dos Milagres”, ambos dirigidos por Nelson Pereira dos Santos.
Também integrou trilhas sonoras de clássicos como “Macunaíma”, de Joaquim Pedro de Andrade, e “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro”, de Glauber Rocha.
Veja abaixo reportagem sobre documentário sobre Macalé:
Documentário conta a história do grande músico Jards Macalé
É intérprete de seu próprio repertório e de compositores como Ismael Silva e Lupicínio Rodrigues.
Mesmo após décadas de atividade, manteve vigor e relevância: lançou “Besta Fera” em 2019, um dos destaques de sua discografia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paul McCartney lança faixa silenciosa em protesto contra projeto de IA

Paul McCartney se apresenta em São Paulo, em 2024
Marcos Hermes/Divulgação
Paul McCartney, ex-membro dos Beatles, lançará em dezembro uma faixa silenciosa na reedição de um álbum, também silencioso, junto com outros artistas, para denunciar um projeto sobre inteligência artificial (IA) que flexibiliza os direitos autorais.
A faixa de McCartney, intitulada “Bonus Track”, é uma gravação de um “estúdio vazio”, com uma sucessão de ruídos, com duração de 2 minutos e 45 segundos.
Fará parte da reedição em vinil do álbum “Is this what we want?” (É isso o que queremos?), no dia 8 de dezembro, anunciou o coletivo de mesmo nome em seu site.
Mais de mil artistas, entre eles Annie Lennox, Damon Albarn, Jamiroquai e Max Richter, colaboraram neste álbum silencioso, que foi lançado em versão digital em fevereiro de 2025, e que pede ao governo britânico que “não legalize o roubo musical em benefício das empresas de IA”.
Em dezembro, será lançada sua versão em vinil, com apenas mil cópias e o acréscimo da faixa de McCartney.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“O álbum inclui gravações realizadas em estúdios e salas de espetáculos vazios, ilustrando o impacto que, segundo nós, as propostas do governo teriam sobre os meios de subsistência dos músicos”, afirma o coletivo.
O ex-Beatle, de 83 anos, já havia assinado, junto com 400 artistas – entre eles Elton John, Coldplay e Dua Lipa -, uma carta aberta pedindo ao governo que proteja a indústria musical britânica.
O executivo trabalhista defende um projeto de lei, que a princípio será apresentado em 2026, destinado a aplicar uma exceção à lei de direitos autorais para facilitar o uso de conteúdos criativos a fim de treinar modelos de IA.
As empresas de tecnologia não precisariam mais obter a autorização dos autores nem remunerá-los, o que provoca indignação na indústria musical.
Segundo um estudo realizado entre artistas e produtores pela associação UK Music, publicado na última quarta-feira, dois em cada três entrevistados consideram que a IA constitui uma ameaça para sua carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Carlos Sá lança o EP ‘Sambas de mato’ e grava álbum com parcerias com Almir Sater, Chico César e Ivan Lins

Capa do EP ‘Sambas de mato’, de Luiz Carlos Sá
Marcos Neves
♫ NOTÍCIA
♬ Sete meses após a dissolução da dupla Sá & Guarabyra, Luiz Carlos Sá dá continuidade à carreira solo e apresenta na sexta-feira, 21 de novembro, o EP Sambas de mato enquanto grava álbum com parcerias com nomes como Almir Sater (e Gabriel Sater), Chico César, Ivan Lins e Zeca Baleiro.
Amostra de projeto que abarca esse álbum em gestação e um livro (de crônicas), ambos previstos para 2026, o EP Sambas de mato traz cinco músicas autorais compostas pelo artista carioca com base na vivência em praias, matas, serras e sertões do Brasil nas viagens feitas com Guttemberg Guarabyra ao longo das turnês da dupla. Uma, Bananeira de São José (Luiz Carlos Sá), já foi apresentada em single lançado em 27 de outubro.
O lote de novidades inclui Zurumzum (Luiz Carlos Sá), Belém, Belém, Belém (Luiz Carlos Sá), Goiana (Luiz Carlos Sá e Guarabyra) e Histórias de Esmeralda (Constant Papineanu e Luiz Carlos Sá).
Zurumzum é música composta com inspiração nas pescarias e passeios pela Baía de Sepetiba, no Rio de janeiro (RJ), quando Sá curtia com Luhli (1945 – 2018) a praia de Filgueiras. A faixa ecoa lembranças dos tambores ouvidos ao anoitecer nas matas do Saí, onde dizia-se haver quilombo cujo povo preferia ficar em isolamento.
Belém, Belém, Belém descreve a primeira visita de Sá à capital do estado do Pará. O título da música repete o nome da cidade para evocar o badalar dos sinos.
Goiana foi composta por Sá com Guarabyra na década de 1970 em viagem de verão pela cidade de Correntina (BA), à beira do lindo rio Corrente, onde conheceram uma chamada morena Goiana, musa inspiradora da letra.
Já Histórias de Esmeralda é baião cuja letra foi escrita por Sá a partir da melodia do amigo Constant Papineanu, tornado parceiro de Sá neste tema em que o autor dos versos ecoa memórias das histórias contadas por Comadre Naná.
Editado pela gravadora Kuarup, o EP Samba de mato é o segundo título da discografia solo de Sá, iniciada há dois anos com o álbum Solo e bem acompanhado (2023).

Fonte: G1 Entretenimento

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Oasis, a discografia: g1 coloca os 7 álbuns da banda britânica na ordem (do pior ao melhor)

Oasis, a discografia: g1 coloca os 7 álbuns da banda na ordem (do pior ao melhor)
Em quase 35 anos de carreira, o Oasis lançou 7 álbuns de estúdio e vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo. Sucessos dessa trajetória estarão nos dois shows da banda liderada pelos irmãos Gallagher no Morumbis, em São Paulo, neste sábado (22) e domingo.
7º – Heathen Chemistry (2002)
Heathen Chemistry (2002), disco do Oasis
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Pela primeira vez, as composições foram mais divididas entre os integrantes da banda. Mesmo com a bonita “Little by Little”, “Heathen Chemistry” é o pior do Oasis, porque quase nada soa autêntico. Eles até tentaram ser românticos e psicodélicos, mas é como se a banda aparecesse em um retrato desbotado de si mesma.
6º – Dig Out Your Soul (2008)
Dig Out Your Soul (2008), disco do Oasis
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O último álbum do Oasis (até agora) traz um som mais denso e até mais pesado. Embora não parecesse uma banda prestes a se separar, Dig Out Your Soul é o segundo pior da discografia. Os irmãos Gallagher propõem uma “volta às raízes”, nas palavras deles, mas passam longe das melodias cativantes e dos refrões ganchudos de antes.
5º – Standing on the Shoulder of Giants (2000)
Standing on the Shoulder of Giants (2000), disco do Oasis
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O maior fracasso comercial é também uma espécie de ruptura. É o primeiro com música escrita pelo Liam, “Little James”, e marca a saída dos outros dois membros fundadores, Paul “Bonehead” Arthurs e Paul “Guigsy” McGuigan. É o único gravado em Nova York, cidade que estampa a capa. Depois, Noel disse que o disco sequer deveria existir. Um exagero: é um disco ok.
4º – Be Here Now (1997)
Be Here Now (1997), disco do Oasis
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“Be Here Now” tem singles inesquecíveis como “Stand by Me”, “Don’t Go Away” e “All Around the World”. Mas o disco não envelheceu tão bem assim: é muito pomposo, com o Oasis tentando provar que ainda era relevante. Achincalhado pelo Noel, o terceiro disco do grupo reflete o caos no estúdio, que prejudicou ainda mais músicas que já tinham sido criadas de forma super apressada.
3º – Don’t Believe the Truth (2005)
Don’t Believe the Truth (2005), disco do Oasis
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“Lyla” e “The Importance of Being Idle” são provas de que “Don’t Believe the Truth” é uma volta do Oasis à boa forma. De novo, Noel divide a autoria das músicas com os outros membros, mas desta vez isso aumenta a diversidade do disco, que ganha em texturas e em ótimos arranjos de guitarras. É um álbum gostoso de ouvir, com uma psicodelia bem desenvolvida. Rock clássico sem ser datado.
2º – Definitely Maybe (1994)
Definitely Maybe (1994), disco do Oasis
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Chegamos na parte mais difícil da lista, porque sobraram dois discaços. Estreia do Oasis, “Definitely Maybe” é o disco preferido de Liam e ficou com o segundo lugar. É um álbum um pouco mais cru, mas ainda melódico. São versos diretos e exagerados cantados em pedradas como “Supersonic”, “Live Forever” e “Rock ‘n’ Roll Star”.
1º – (What’s the Story) Morning Glory? (1995)
(What’s the Story) Morning Glory? (1995), disco do Oasis
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“(What’s the Story) Morning Glory?” não é só o melhor disco do Oasis. É um dos melhores discos de rock de todos os tempos. Com a aspereza de Liam, o senso melódico de Noel e a cara de pau de plagiar geral, o disco parece um best of. Naqueles tempos, rock de estádio só precisava de refrão foda e versos deliciosos. Sem pulseirinha, discursinhos ou outros truques.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento