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Jota Quest se equilibra bem no balanço de Tim Maia em álbum com groove, energia boa, reverência, raridades e hits


Capa do álbum ‘Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo
Artistas Jota Quest e Tim Maia
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Nos aplicativos de áudio desde a noite de quinta-feira, 27 de agosto, o álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” é um disco em que o grupo mineiro de soul pop canta o repertório do cantor carioca com o próprio Tim Maia.
Voz fundamental na construção do universo do funk e soul brasileiros, em movimento feito entre o fim da década de 1960 e o início dos anos 1960, Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998) pavimentou caminho seguido pelo Jota Quest há 30 anos.
Sintomaticamente, o ponto de partida da trilha de sucesso da banda de Rogério Flausino (voz), Marco Túlio Lara (guitarra), Marcio Buzelin (teclados), PJ (baixo) e Paulinho Fonseca (bateria) foi o lançamento da segunda versão do álbum “J. Quest” (1996), editada em 1996 com regravação de funk de autoria de Tim e Paulo Ricardo, “Dance enquanto o tempo” (1976), lançada 20 anos antes por Tim.
Três décadas depois daquele disco de 1996, a música “Dance enquanto o tempo” reaparece no título – mas não no repertório – do álbum lançado pelo Jota Quest neste ano de 2026, lembrando o vínculo do quinteto com Tim Maia. Neste álbum de 2026, valorizado pela azeitada produção musical de PJ, baixista da banda, o Jota Quest se escora em Tim Maia.
Em maior ou menor grau, a voz do cantor é ouvida em dez das 16 músicas do álbum, o que justifica o nome de Tim Maia aparecer no título. A rigor, trata-se quase de um trabalho conjunto, que une postumamente a banda com o ator com o aval do filho de Tim, Carmelo Maia, creditado como coprodutor.
Como o primeiro single do álbum sinalizou em 4 de dezembro do ano passado, há quase nove meses, ao apresentar a gravação do funk-disco “Acenda o farol” (1978) o Jota Quest canta Tim Maia – com ou sem o cantor – com extrema reverência, várias vezes na fronteira do cover, como comprova a abordagem da balada “Você” (1969).
Ainda assim, seria injusto negar os méritos de álbum calcado na exuberância do groove dessa banda formada por grandes instrumentistas, músicos cujo virtuosismo que salta aos ouvidos com a mixagem de João Milliet e a masterização de Chris Gehringer, ambas primorosas.
Seja mergulhando com a rapper Negri Li na vibe festiva de “O descobridor dos sete mares” (Michel e Gilson Mendonça, 1983), seja caindo com o próprio Tim Maia no samba-soul “Gostava tanto de você” (Edson Trindade, 1973), o Jota Quest se equilibra bem no balanço do Síndico.
O groove aliciante da intro “Seroma” (2026) – tema inédito composto pela banda com base sobre a qual ouve-se a voz de Tim salpicar informações de caráter biográfico – dá a pista certeira do suingue do álbum.
A energia de “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” é boa. E os convidados ajudam a dar frescor a músicas mais ou menos batidas, caso de “Imunização Racional (Que beleza)” (1975), hit da controvertida fase Racional de Tim Maia, revivido pelo Jota Quest com o jovial trio Os Garotin e com Carlinhos Brown (na percussão). O molho de Thiaguinho também dá outro tempero ao samba-soul “Réu confesso” (1973), ainda que o balanço evoque o arranjo original da gravação original de Tim.
É justo reconhecer que o Jota Quest soube ir além dos greatest hits de Tim Maia na seleção do repertório, ainda que não tenha evitado sucessos óbvios como “Azul da cor do mar” (1970), “Primavera” (Cassiano e Silvio Roachel, 1970) – faixa, aliás, com jeito de cover – e “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), outro cover, mas infalível em qualquer pista (fala de Tim é ouvida na introdução da faixa, mas quem canta é somente o vocalista Rogério Flausino).
Sem falar em “Vale tudo” (1983), funk também irresistível, revisitado pelo Jota Quest em feat com Tim Maia e com atualizações na letra politicamente incorreta (“Agora vale tudo”, sublinha Flausino).
Música composta por Tim em tributo a Minas Gerais, estado natal do Jota Quest, o funk “Vou com gás”(1979) – ouvido em feat virtual de Tim com Rogério Flausino – é grata surpresa do álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo”.
Outra bem-vinda raridade é “Estrela do meu show”, versão em português – escrita pelo próprio Tim – de “You’re a the star of my show” (Allen Jones, Bertram Brown, Terry Bartlett, William Sumlin e Vince Ricari Williams), música do repertório da banda norte-americana de soul e R&B Kwick. Tim lançou “Você é a estrela do meu show” – com o você no título, pronome suprimido pelo Jota – em single obscuro de 1981. “Estrela do meu show” brilha muito no toque do Jota Quest.
Samba-soul de Tim em parceria com Hyldon, “I don’t know what to do with myself” (1971) tenta harmonizar o canto de Flausino com a voz suave de Mãeana, convidada surpreendente, enquanto a lembrança de “Sossego” (1978) traz Tony Tornado – um dos arquitetos do funk brasileiro – em gravação feita com a adesão de Lincoln Tornado, filho de Tony. “Sossego” é o maior sucesso do álbum de 1978 em que Tim Maia, atento aos sinais, inseriu o funk no universo da disco music, então dominante no universo pop.
Encerrado com o funk “Racional culture” (Beto Cajueiro, 1976), faixa na qual o Jota Quest rebobina versos falados por Tim Maia na gravação do álbum “Tim Maia Racional vol. 2” (1976), o álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” oferece munição para detratores do quinteto em uma ou outra faixa. Contudo, o saldo é positivo porque o groove da banda anima o baile do início ao fim. A festa é boa!
A banda Jota Quest assina com Tim Maia (1942 – 1998) o álbum em que apresenta o inédito tema autoral ‘Seroma’ entre 15 músicas do repertório do cantor
Fernando Young / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Dark Horse’: o que se sabe sobre filme biográfico de Jair Bolsonaro


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
Flávio Bolsonaro (PL) concede entrevista à TV Globo nesta quinta-feira (28). Uma das perguntas feitas pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli tratou do filme “Dark Horse”.
O longa ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre o candidato do PL à Presidência e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, nas quais o filho de Jair Bolsonaro solicita recursos para financiar a produção cinematográfica.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025.
Durante a entrevista desta sexta-feira, Flávio afirmou que patrocínio se baseia numa “relação privada” e todo o dinheiro foi usado exclusivamente no filme.
Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
Veja abaixo o que se sabe sobre ‘Dark Horse’:
Quais artistas estão envolvidos?
A biografia é estrelada por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Monique Gardenberg.
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
O elenco ainda tem Esai Morales (“Missão: Impossível – O Acerto Final”), Lynn Collins (“The Walking Dead”), Camille Guaty (“Duster”) como Michelle Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise (“General Hospital”).
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Qual a trama do filme?
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
“Desde a sua concepção, quando Mario me trouxe a história de ‘Dark Horse’, foi pensado não como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou o diretor ao Deadline.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação.”
Flávio Bolsonaro cobra dinheiro de Vorcaro para filme sobre o pai, diz site
Quando estreia?
Em 7 de abril, Caviezel publicou no Instagram que o filme estreia em 11 de setembro de 2026, uma sexta-feira. No Brasil, filmes normalmente estreiam às quintas.
O site Deadline, no entanto, publicou em 21 de abril que não há data de lançamento, “ao contrário de algumas especulações online”, e que os cineastas ainda procuram vender o projeto.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução/Evaristo SA/AFP
A relação de ‘Dark Horse’ com Daniel Vorcaro
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar a cinebiografia “Dark Horse” e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
Flávio pediu dinheiro e pressionava pelos pagamentos. O banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões.
Karina Ferreira da Gama, dona da produtora GoUp, responsável pelo longa, afirmou em entrevista exclusiva à Globonews e à TV Globo que o orçamento já realizado do filme está em cerca de US$ 13 milhões (R$ 65,7 milhões).
Ainda segundo Karina, o valor corresponde a mais de 90% da verba que viabilizou o filme.
Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
As informações foram reveladas maio pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro em setembro de 2025.
Processo na Ancine
A Polícia Federal solicitou à Agência Nacional do Cinema (Ancine) informações sobre o processo administrativo aberto contra a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A agência terá 10 dias para encaminhar os documentos.
O processo foi aberto pela Ancine após uma denúncia sobre a gravação, em território brasileiro, de uma obra audiovisual estrangeira sem comunicação prévia à agência.
Pela regulamentação, produções estrangeiras filmadas no Brasil precisam informar previamente a Ancine e apresentar documentos sobre a produção.
Segundo a Ancine, a Go Up não havia apresentado a documentação exigida para as gravações. A empresa pode ser multada em R$ 2 mil a R$ 100 mil caso a irregularidade seja confirmada.
Investigação da PF sobre repasses
O pedido da PF ocorre em paralelo à investigação sobre o financiamento do filme. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, em julho, a abertura de um inquérito para apurar os repasses feitos pelo empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para a produção.
A investigação busca verificar se os recursos foram efetivamente utilizados para financiar Dark Horse.
A origem do caso está em mensagens e áudios que indicam que o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PF), teria pedido dinheiro a Vorcaro para financiar o filme.
O valor inicialmente mencionado nas negociações chegou a US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões), embora os valores efetivamente transferidos sejam objeto da investigação.
A PF também investiga se parte dos recursos destinados ao filme teria sido utilizada para custear despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, em vez de financiar a produção.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasileira é expulsa do Big Brother da Argentina, se recusa a sair e é retirada pela produção; ASSISTA


Brasileira é expulsa do Gran Hermano, na Argentina, após briga
Reprodução
Steffany Pereira, participante brasileira do reality show “Gran Hermano: Generación Dorada”, o “Big Brother” da Argentina, foi expulsa do programa após uma briga nesta quinta-feira (27). Ela se recusou a sair da casa e precisou ser retirada pela equipe da atração.
A brasileira, conhecida como “Campanita”, retirou de um dos quartos fotos do filho de outra participante após o sumiço de sua maquiagem no local.
Outros integrantes do programa classificaram a atitude de Steffany como desrespeitosa, iniciando uma confusão com troca de ofensas e empurrões.
Agora no g1
Steffany e a participante Danelik Galazán quase chegaram às vias de fato e acabaram expulsas do reality show.
No entanto, após receber o anúncio da expulsão, a brasileira afirmou que a decisão era injusta e que não sairia da casa.
A direção do programa declarou então que ela seria retirada por membros da equipe, o que acabou acontecendo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Céline Dion chega à França para retorno aos palcos após 6 anos


A cantora Céline Dion
AFP
A cantora canadense Céline Dion chegou a Paris nesta sexta-feira (28), cerca de duas semanas antes dos shows que marcam seu retorno aos palcos após um período de seis anos longe dos palcos.
A estrela se dirigiu ao Royal Monceau, um hotel de luxo próximo à Champs-Élysées, onde uma multidão a aguardava aos gritos de “Céline, nós te amamos!”.
“Sempre me senti apoiada desde o primeiro dia, e essa história continua”, disse ela à BFMTV, referindo-se ao forte vínculo que mantém com a França desde o início de sua carreira, na década de 1980.
“É verdade que esta é a minha segunda casa. Sou grata por vocês estarem aqui, muito obrigada”, afirmou, usando óculos escuros e um sobretudo.
Agora no g1
A artista, de 58 anos, anunciou em março que fará 16 shows em Paris em setembro e outubro, após mais de seis anos afastada dos holofotes devido a questões de saúde. Outras 10 datas estão agendadas para maio.
Desde 2022, ela luta contra a síndrome da pessoa rígida, uma condição neurológica incurável que causa rigidez muscular e espasmos dolorosos.
Céline estava longe dos palcos desde março de 2020. Apesar dos desafios, a cantora surpreendeu o mundo com sua apresentação na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em julho de 2024: da Torre Eiffel, ela cantou “L’Hymne à l’amour”, de Édith Piaf.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Montenegro ganha documentário dirigido pelo neto, Pedro Waddington


Fernanda Montenegro estreia documentário sobre trajetória dirigido pelo neto, Pedro Waddington.
Divulgação/Instagram/Fernanda Montenegro
A carreira da atriz Fernanda Montenegro será tema de um novo documentário dirigido por seu neto, Pedro Waddington.
Intitulado “Fernanda”, o filme fará sua première no Festival do Rio 2026, que acontece entre os dias 1º e 11 de outubro.
A produção integra a Seleção Hors Concours Première Brasil da 28ª edição do tradicional festival de cinema.
Sobre o documentário
Agora no g1
O documentário percorre diferentes momentos da vida e da carreira da atriz de 96 anos, que soma mais de oito décadas de trajetória artística.
A obra acompanha Fernanda Montenegro em trabalhos recentes no cinema e no teatro e, a partir dessas experiências, revisita o passado para mostrar como foi construída a carreira de uma das principais atrizes brasileiras.
Fernanda Montenegro estará em cartaz no Teatro Sesc Santos
Guilherme Pires/Divulgação
Pedro Waddington já dirigiu série sobre Anitta
O olhar adotado pelo filme ganha uma dimensão particular por ser conduzido por Pedro Waddington, neto da atriz, que acompanha de perto a rotina e os trabalhos da avó.
Pedro já dirigiu produções como a docussérie “Anitta: Made in Honório”, o especial de Natal “Gilda, Lúcia e o Bode” e episódios da série “Sob Pressão”.
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Produzido pela Conspiração em parceria com a NBCUniversal, o documentário também conta com Andrucha Waddington, genro de Fernanda Montenegro, na produção.
A estreia de “Fernanda” no Festival do Rio marca a primeira exibição pública do longa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maju Coutinho anuncia primeira gravidez: ‘Embarcando no show da vida particular’


Maju Coutinho comemora chegada do primeiro filho: ‘Embarcando no show da vida particular’
Reprodução/Instagram
Maju Coutinho, de 48 anos, anunciou a primeira gravidez nesta sexta-feira (28) em um post nas redes sociais. O bebê se chamará Malik e é fruto do casamento da jornalista com o artista visual Agostinho Paulo Moura.
“Mãe de primeira viagem e pai de terceira viagem embarcando no show da vida particular. Malik, filho desejado, “lhe damos as boas vindas, boas vindas, boas vindas. Venha conhecer a vida. Eu digo que ela é gostosa. Tem o sol e tem a lua. Tem o medo e tem a rosa. Eu digo que ela é gostosa. Tem a noite tem o dia. A poesia e tem a prosa. Eu digo que ela é gostosa. Tem a morte e tem o amor. E tem o mote e tem a glosa. Eu digo que ela é gostosa”, escreveu.
Ao fazer o anúncio, Maju publicou fotos abraçada ao marido e segurando uma roupinha de bebê. Na legenda, fez uma declaração ao primeiro filho e citou a canção Boas-Vindas”, de Caetano Veloso.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Eis o malandro de Chico Buarque na coluna outra vez, agora na pele e na ginga do ator e cantor Tiago Barbosa


Tiago Barbosa em cena como Max Overseas Navalha, personagem-título da ‘Ópera do malandro’
Mauro Ferreira / g1
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Eis o malandro na coluna outra vez. Revi ontem à noite a “Ópera do malandro”, ora encenada com as cores vivas do diretor Jorge Farjalla.
Já tinha visto em 16 de agosto o exuberante espetáculo orquestrado por Farjalla a partir do texto que chegou à cena em 1978. Mas aceitei de imediato o convite para rever o espetáculo em sessão em que o ator Tiago Barbosa encarnasse o protagonista Max Overseas Navalha, o malandro do título do musical escrito por Chico Buarque com inspiração no espetáculo “A ópera do três vinténs” (1928), criado pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898 – 1956) com música de Kurt Weill (1900 – 1950).
Na temporada carioca da “Ópera do malandro”, em cena no Teatro Multiplan até domingo, 30 de agosto, Tiago Barbosa se alterna com José Loreto no personagem-título. Protagonista original da montagem, Loreto encarna o malandro com verve e carisma, conquistando a plateia de imediato. Mas, como eu intuía, Tiago Barbosa apresenta interpretação do mesmo alto quilate.
Tiago tem ginga, tem graça, tem enfim o molho. Com o diferencial de que canta muito bem, o que em nada me surpreendeu porque já o tinha visto em cena na pele de Milton Nascimento em musical sobre a vida do cantor de “Travessia”.
O canto de Tiago Barbosa em “Pedaço de mim” (Chico Buarque, 1978), já na parte final do espetáculo, tem intensidade e atinge em cheio o coração da plateia. Contudo, na visão de Jorge Farjalla, a “Ópera do malandro” é, antes de tudo, um espetáculo extrovertido, exteriorizado, afro-brasileiro, com muita dança, cor e ponto de umbanda em cena.
Ator e cantor nascido em São João de Meriti, município da Baixada Fluminense (RJ), Tiago Barbosa surfa na onda de Farjalla, brincando em cena, no fio da navalha, sem jamais cair na caricatura do malandro carioca lapidado na Lapa, bairro boêmio do centro carioca.
O dueto de Tiago com o ator Amaury Lorenzo – intérprete clownesco do delegado Chaves, o Tigrão (ou Tigresa, para Max Overseas) – no samba “Doze anos” (Chico Buarque, 1978) é carregado de sentido homoerótico.
Enfim, ator projetado na Europa, onde atuou em musicais como “O rei leão” (como o protagonista Simba), “Rent” e “Wicked” (na pele de Fiyero), Tiago Barbosa é um sedutor Max Overseas Navalha.
E, ainda sobre o elenco de “Ópera do malandro”, cabe ressaltar que os cariocas têm o privilégio de ver Marya Bravo na pele de Lúcia, a rival de Terezinha – personagem da excelente Carol Costa, atriz que eu não conhecia – na luta pelo coração leviano do malandro.
É uma benção ouvir Marya dar voz à música “Palavra de mulher” (1985) – tema composto por Chico Buarque para o filme “Ópera do malandro” que acabou incorporado à trilha sonora das encenações posteriores do musical no teatro porque a música é forte, teatral.
Na temporada paulistana, Marya Bravo interpretava Dóris Pelanca, personagem que sobressaiu na sessão de ontem, 27 de agosto, pela voz de Vânia Canto.
Alias e a propósito, que elenco nota dez tem a “Ópera do malandro”! Todos, protagonistas e coadjuvantes, se harmonizam na cena esfuziante orquestrada por Jorge Farjalla com grandes nomes como Totia Meirelles (arrepiante no canto de “Uma canção desnaturada”, música dramática), Valéria Barcellos (ovacionada como Geni), José Loreto e, sim, ele, Tiago Barbosa, encarnação perfeita do malandro de Chico Buarque.

Fonte: G1 Entretenimento

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Músico vencedor do Grammy Latino é detido pelo ICE no aeroporto de Miami


Degnis Nelson Bofill Miranda foi preso em 19 de agosto após desembarcar de um voo vindo de Nova York.
Reprodução/Instagram
O percussionista e compositor cubano Degnis Bofill permanece sob custódia do serviço federal de imigração após ser detido por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) no Aeroporto Internacional de Miami, quando retornava de compromissos profissionais em Nova York.
Bofill, residente de Miami, foi detido em 19 de agosto após retornar de Nova York, onde havia participado da Latin Alternative Music Conference e se apresentado no Pocket Jazz Club, em Manhattan, segundo o “Miami New Times”.
Detenções de imigrantes sem condenações criminais pelo ICE explodem nos EUA, diz jornal
Agora no g1
A mulher do músico, Mara Delgado, afirmou que Bofill entrou nos Estados Unidos com um visto em 2023 e que seu pedido de asilo está pendente. Ela explicou que o caso ainda não havia chegado à fase de entrevista inicial quando ele foi detido.
“Estou preocupada com a possibilidade de ele ser deportado, porque não sei quando poderei vê-lo novamente”, disse Delgado à CBS News Miami.
Em comunicado à CBS News Miami, o ICE confirmou a prisão de Bofill e afirmou que ele entrou legalmente nos Estados Unidos em abril de 2023, mas posteriormente violou os termos de sua admissão no país. “Degnis Nelson Bofill Miranda, um imigrante cubano em situação irregular, foi preso pelo ICE em Miami em 19 de agosto durante uma operação de fiscalização migratória”, afirmou um porta-voz da agência.
Em 2022, Bofill venceu o Grammy Latino de Melhor Álbum Folclórico por “Ancestros Sinfónico”. Ao longo da carreira, excursionou por diversos países e se apresentou ao lado de artistas como Arturo O’Farrill, Orlando Valle “Maraca”, Néstor Torres, Bobby Carcassés, Dave Weckl, Blondie e Roberto Fonseca. Bofill também lidera seu próprio grupo, Golpes Libres, que mescla música tradicional afro-cubana e jazz contemporâneo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Filmes sobre Aldir Blanc, Belchior, Elza Soares, Maria Alcina e Ney Matogrosso estreiam em outubro no Festival do Rio


Imagem de Aldir Blanc (1946 – 2020) no cartaz do documentário de Marcus Fernando e Hugo Sukman
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♫ NOTÍCIA
♬ Quatro documentários sobre grandes nomes da música brasileira – Aldir Blanc (1946 – 2020), Belchior (1946 – 2017), Elza Soares (1930 – 2022), Maria Alcina e Ney Matogrosso – estreiam na 28º edição do Festival do Rio, programada para acontecer de 1º a 11 de outubro na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A Première Brasil Documentário exibirá “Alucinação” e “Elza” na mostra competitiva. Filme de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano, “Alucinação” molda um retrato do Brasil repressor dos anos 1970 a partir da reprodução do álbum mais celebrado e significativo de Belchior.
Lançado em 1976, o álbum “Alucinação” (Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil) completa 50 anos sem perda da expressividade. O filme amplia o sentido das músicas do álbum ao confrontá-las com imagens da época.
Já “Elza” (Globo Filmes e GloboNews), filme de Eryk Rocha, perfila Elza Soares pela voz da própria artista, uma das cantoras mais importantes da música brasileira, projetada em 1959 e em cena até 2022, ano em que faleceu aos 91 anos.
Na Mostra Retratos da Première Brasil, o Festival do Rio exibirá “Aldir Blanc – Resposta ao tempo”, filme batizado com o nome do bolero de Aldir Blanc e Cristovão Bastos imortalizado na voz de Nana Caymmi (1941 – 2025) em gravação de 1998. Inicialmente intitulado “Aldir Blanc – Ourives do palavreado”, o documentário dirigido e roteirizado por Marcus Fernando e Hugo Sukman foi feito com a intenção de desvendar o universo criativo de Aldir Blanc, compositor carioca – parceiro de João Bosco e Guinga em obras fundamentais – que faria 80 anos na próxima quarta-feira, 2º de setembro.
O filme foca a obra situada por Aldir na geografia carioca do subúrbio e da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, epicentro das histórias narradas pelo compositor em letras músicas, crônicas e conversas de botequim.
Outro filme da Mostra Retratos é “Alegria Brasil – Estrelando Maria Alcina”, filme escrito e dirigido pela cineasta Elizabete Martins Campos sobre a vida de Maria Alcina, cantora mineira revelada em festival de 1972 e alvo de ações da censura ao longo da década de 1970 pelo comportamento esfuziante e libertário, percebido como afrontoso pelo governo ditatorial da época.
Fora de competição, o festival promove exibição do documentário “Ney por trás das máscaras”, de Esmir Filho, diretor do blockbuster “Homem com H” (2025), cinebiografia sobre a vida de Ney Matogrosso. No documentário, coprodução da Globo Filmes, o cineasta expõe os bastidores do processo criativo do desfile da escola de samba Imperatriz Leopoldinense em homenagem a Ney e, de quebra, procura mostrar o cantor fora dos holofotes, por trás da fantasia da cena.
Imagem de Belchior (1946 – 2017) na capa do álbum ‘Alucinação’, mote do documentário de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano
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Fonte: G1 Entretenimento

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Governo do RJ apresenta planejamento de segurança para o Rock in Rio

Representantes do governo estadual apresentou nesta sexta-feira (28) o planejamento de segurança para o Rock in Rio, que começa na semana que vem (4).
A edição de 2026 deve movimentar R$ 3,3 bilhões na economia carioca e atrair mais de 100 mil pessoas por dia à Cidade do Rock, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Ainda de acordo com a FGV, o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indiretos. A estimativa é de que o faturamento cresça 14% em relação à edição de 2024.
Para atender à demanda, a Prefeitura do Rio montou uma operação especial que inclui bloqueios de trânsito no entorno do Parque Olímpico a partir das 14h em todos os dias do festival. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira (27).
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Como o clipe de ‘Virtual Insanity’, do Jamiroquai, foi criado?
Ordem urbana
A Secretaria Municipal de Ordem Pública atuará com 478 agentes por dia. As equipes estarão concentradas na fiscalização do sistema BRT, combate ao comércio irregular, repressão ao estacionamento em locais proibidos e fiscalização do transporte clandestino.
A Guarda Municipal terá efetivo distribuído no entorno da Cidade do Rock e em pontos estratégicos da cidade, como a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza, os aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, o Píer Mauá e áreas turísticas. Ao longo de toda a operação, serão empregados mais de 4,7 mil agentes.
O monitoramento contará com apoio de drones.
A Arena Carioca 1 reunirá uma central integrada de órgãos públicos, com representantes do Tribunal de Justiça de Grandes Eventos, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil e do Centro de Operações Rio (COR).
Saúde
O festival terá seis postos médicos e 16 ambulâncias à disposição do público. O Hospital Municipal Lourenço Jorge e o CER Barra terão reforço nas equipes de plantão durante os dias do evento.
A Secretaria Municipal de Saúde também realizará ações de vacinação em locais de grande circulação, como aeroportos e terminais rodoviários.
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Fonte: G1 Entretenimento