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Vanessa Moreno visita a obra de Djavan dentro do próprio universo rítmico em álbum situado distante do barzinho


Vanessa Moreno canta nove músicas de Djavan em álbum gravado em estúdio com produção musical de Fi Maróstica
Rapha Moraes – O Filme Produções / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Vanessa Moreno visita Djavan
Artista: Vanessa Moreno
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Vanessa Moreno é cantora que doma o ritmo com musicalidade livre, fora do convencional. Djavan também é um senhor do ritmo como cantor, compositor e violonista.
No mundo a partir de amanhã, sábado, 29 de agosto, o álbum “Vanessa Moreno visita Djavan” marca o encontro dessa cantora hábil nas percussões vocais com o cancioneiro de um compositor que, em que pese a complexidade harmônica da obra que vem construindo desde os anos 1970, é um campeão de execução nos bares, festas e luaus. Todo mundo canta Djavan.
Ao visitar o cancioneiro de Djavan neste álbum gravado com produção musical do baixista Fi Maróstica no estúdio Gargolândia (SP) em apenas dois dias, 28 e 29 de Outubro de 2025, Vanessa Moreno dá voz e suingue a músicas do compositor dentro do próprio universo rítmico, o que distancia o songbook do barzinho.
Com nove músicas, o álbum “Vanessa Moreno visita Djavan” é recorte de estúdio do homônimo show que a cantora vem apresentando, sobretudo na cidade de São Paulo (SP), com os músicos Felipe Roseno (percussão acústica e eletrônica) e Tarcísio Santos (guitarra e efeitos).
O trio assina junto tanto os arranjos como a concepção artística do álbum e, não, Vanessa Moreno não dilui o cancioneiro de Djavan para torná-lo mais palatável ao público em geral. Quem conhece a cantora não vai estranhar quando o santo baixa no samba “Aquele um” (Djavan e Aldir Blanc, 1980), de cadência redesenhada pela artista com as percussões vocais que a identificam na cena musical brasileira.
Vanessa Moreno sequer se aproxima da fronteira do cover ao cantar Djavan. Nem por isso o ouvinte deixar de sentir a euforia crescente na tonalidade de “Lilás” (1984), um dos maiores sucessos do cantor. O dia de calor mencionado em verso de “Cigano” (1989) é evocado pela fervura das percussões e efeitos da faixa.
A cantora também sente todo o sabor de “Açaí” (1981), degustando cada verso em gravação de temperatura amena. Em contrapartida, a base percussiva de “Oceano” (1989) dissipa a atmosfera de uma canção em essência romântica.
Já “Milagreiro” (2001), épico de arquitetura moura e nordestina que batizou álbum lançado por Djavan há 25 anos, ressurge com a toda força no canto de Vanessa em arranjo climático que harmoniza efeitos, a guitarra de Tarcísio Santos e as palmas de Alice Moreno Maróstica, evocativas da aura flamenca que também envolve essa obra-prima do cancioneiro de Djavan.
Outro ponto alto do álbum, a sofrida canção “Sim ou não” (1980) vem ambientada em atmosfera mais introspectiva, melancólica, com acordes minimalistas da guitarra de Tarcísio. Faixa imersa no habitual suingue da cantora, “Boa noite” (1992) devolve o protagonismo ao ritmo.
Amostra inicial do álbum, oferecida em single editado em 21 de agosto, “Esfinge” (1982) reitera a habilidade de Vanessa Moreno para cantar Djavan no próprio tom e ritmo. Cantar bem, diga-se.
Em suma, a cantora visita o compositor em universo particular, sem sair do lugar já nobre que ocupa na música brasileira.
Capa do álbum ‘Vanessa Moreno visita Djavan’
Rapha Moraes – O Filme Produções / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: veja lista de ruas interditadas nos dias de shows


Rock in Rio deve atrair R$ 3,3 bi para economia carioca e 100 mil pessoas por dia de evento
O esquema especial de trânsito para o Rock in Rio prevê interdições em vias no entorno do Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio, onde foi montada a Cidade do Rock. As restrições para veículos não autorizados valerão das 14h dos dias de shows até as 5h da manhã seguinte, período necessário para a realização das operações ligadas ao festival.
O Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro.
A diretora-presidente da CET-Rio, Marize da Silva Queiroz Ribeiro, recomendou que quem não mora na região nem pretende ir ao evento evite circular pelo local durante os dias de programação. O cadastro dos moradores da área foi realizado em julho.
“Os veículos que estacionarem de forma irregular poderão ser autuados. Estamos recomendando que seja dada preferência ao BRT, que é a maneira mais rápida e eficaz de chegar à Cidade do Rock. Inclusive, para quem não vai ao Rock in Rio, a recomendação é evitar a região”, afirmou.
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Confira o esquema de transportes públicos para o Rock in Rio
Bloqueios de trânsito para o Rock in Rio
Reprodução
Segundo Ribeiro, caso seja necessário passar pela área, os motoristas devem optar por rotas alternativas, como as avenidas das Américas, Lúcio Costa e Ayrton Senna.
A operação contará com 210 operadores de trânsito e dez pontos de bloqueio equipados com tecnologia OCR, que permite a identificação automática de moradores e de veículos credenciados. Os veículos autorizados terão acesso liberado, enquanto os demais serão direcionados para rotas alternativas.
Marize da Silva Queiroz Ribeiro, diretora-presidente da CET-Rio
Prefeitura do Rio/ Divulgação
Cada ponto de bloqueio contará com um operador responsável por liberar a passagem dos motoristas cadastrados.
Entre as operações de rotina da cidade, as faixas reversíveis e as áreas de lazer funcionarão normalmente. Já as manutenções programadas em túneis e elevados serão suspensas durante o festival. A Área de Proteção ao Ciclista de Competição do Porto (APCC Porto) também terá as atividades interrompidas nos dias de evento.
Interdições:
As restrições ocorrerão das 14h às 5h durante os dias de shows.
Avenida Embaixador Abelardo Bueno, em toda a extensão;
Avenida Engenheiro Carlos Carvalho, entre a Estrada Coronel Pedro Corrêa e a Estrada Arroio Pavuna;
Estrada Coronel Pedro Corrêa, entre o retorno da estação BRT Pedro Corrêa e a Avenida Embaixador Abelardo Bueno;
Avenida Salvador Allende (pista lateral, sentido Estrada dos Bandeirantes), entre a passagem da pista lateral para a central, na altura da Rua Pedro Calmon, e o acesso da pista central para a lateral, próximo à estação BRT Morro do Outeiro;
Rua Aroazes;
Avenida Jaime Poggi;
Rua Franz Weissmann;
Rua Francisco de Paula, entre a Avenida Embaixador Abelardo Bueno e a Avenida Jaime Poggi.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Falta uma semana para o Rock in Rio… veja tudo o que você precisa saber sobre o festival


Os cinco melhores shows das edições dos últimos 15 anos do Rock in Rio
Falta uma semana para o início do Rock in Rio 2026. A Cidade do Rock abre os portões nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
A edição deste ano terá nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots como atrações principais do Palco Mundo. Os ingressos para os dias 6 e 12 já estão esgotados.
Para quem vai ao festival, há uma série de detalhes importantes para resolver antes de sair de casa: o ingresso precisa estar ativado no aplicativo Quentro, há uma operação especial de BRT e metrô e a organização definiu regras sobre alimentos, garrafas, mochilas e outros objetos que podem entrar na Cidade do Rock.
Veja abaixo um guia com as principais informações.
Quando é o Rock in Rio 2026?
O festival acontece em dois fins de semana, em sete dias, e ainda há ingressos para cinco deles (veja o horário dos shows):
4 de setembro (sexta-feira)
5 de setembro (sábado)
6 de setembro (domingo) — esgotado
7 de setembro (segunda-feira)
11 de setembro (sexta-feira)
12 de setembro (sábado) — esgotado
13 de setembro (domingo)
Como chegar ao Rock in Rio?
BRT expresso do Rock in Rio será pago pelo Jaé
A Cidade do Rock fica no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Uma operação especial de transporte será montada durante os sete dias do festival, com BRT Expresso Rock in Rio, metrô e ônibus executivos do serviço Primeira Classe.
BRT Expresso Rock in Rio:
O bilhete do BRT especial custa R$ 29 e inclui ida e volta. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé, usando o saldo da Conta Transporte, que pode ser carregado por Pix ou cartão de crédito.
Cada pessoa poderá comprar até dez bilhetes por dia de festival.
Serão três linhas especiais:
SE008: Terminal Jardim Oceânico ↔ Terminal Centro Olímpico, sem paradas;
SE009: Terminal Alvorada ↔ Estação Morro do Outeiro, sem paradas;
SE010: Terminal Paulo da Portela ↔ Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.
O QR Code para embarque ficará disponível no Jaé uma semana antes do evento e só poderá ser utilizado no dia escolhido na compra. As gratuidades do sistema Jaé não valerão no BRT Expresso.
Na chegada, o passageiro receberá uma pulseira individual, necessária para utilizar o transporte especial na volta.
Metrô:
A estação Jardim Oceânico ficará aberta 24 horas nos dias do Rock in Rio e será o principal ponto de integração entre metrô e BRT especial.
As outras estações seguirão seus horários normais para embarque, mas permanecerão abertas durante a madrugada para desembarque.
A passagem custa R$ 7,90 por trecho. Quem fizer ida e volta usando metrô e BRT especial gastará R$ 44,80 no total.
Durante o festival:
Linhas 1 e 4: Uruguai ↔ Jardim Oceânico
Linha 2: Pavuna ↔ Botafogo
A transferência entre as linhas 1 e 2 poderá ser feita no trecho entre Central do Brasil e Botafogo.
Ônibus Primeira Classe:
Outra alternativa são os ônibus executivos do Primeira Classe, que fazem viagens sem paradas e deixam os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, perto do palco New Dance Order.
São 20 pontos de embarque no Rio e na Região Metropolitana, além de mais de 18 pontos fora da capital.
No Rio, há saídas de locais como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Lagoa, Tijuca, Barra da Tijuca, Recreio, Galeão e diferentes shoppings. Também estão previstos embarques em cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Niterói, Nova Friburgo, Macaé e Volta Redonda.
O que pode levar para o Rock in Rio?
Entre os itens liberados pela organização estão:
garrafa plástica transparente de água de até 500 ml, com tampa;
carregador portátil de tamanho equivalente a um celular;
capa de chuva;
canga e casaco;
óculos de sol;
protetor solar de até 100 ml;
máquina fotográfica portátil;
isqueiro;
até cinco itens de alimentação por pessoa;
frutas cortadas em embalagem transparente e flexível, como Zip Lock;
sanduíches em embalagem transparente e flexível.
No caso dos alimentos, a orientação é dar preferência a produtos industrializados e lacrados, como biscoitos, torradas e barras de cereal. Quantidades superiores a cinco itens por pessoa poderão ser descartadas na entrada.
O que não pode levar?
A lista de objetos proibidos é extensa. Entre os principais estão:
garrafas de vidro ou metal;
garrafas maiores que 500 ml;
latas;
copos térmicos de vidro ou metal;
potes rígidos com tampa;
capacetes;
armas e objetos cortantes;
guarda-chuvas;
sprays;
bebidas, com exceção da água dentro das regras do festival;
cooler e isopor;
bastão de selfie;
câmeras profissionais com lentes destacáveis;
tripés e drones;
computadores e tablets;
powerbanks maiores que um celular;
malas, bolsas ou mochilas de grandes dimensões;
fantasias ou máscaras que impeçam a identificação da pessoa.
Medicamentos devem ser levados na embalagem original. A entrada de objetos que não estejam expressamente previstos entre os permitidos ficará sujeita à avaliação da segurança do evento.
Vai ter locker?
Sim. A Cidade do Rock terá lockers de diferentes tamanhos para guardar pertences durante o festival. Alguns comportam desde pequenas mochilas e casacos até uma mala de bordo ou duas mochilas.
Os armários terão entradas USB e USB-C, mas o público precisa levar o próprio cabo.
A reserva antecipada poderá ser feita até 24 horas antes do dia escolhido. Também haverá uma quantidade limitada de lockers para contratação no local.
O QR Code de acesso será enviado por e-mail e SMS até 24 horas antes da reserva. A organização recomenda deixar um print salvo no celular para evitar problemas caso a conexão com a internet esteja ruim.
O locker pode ser aberto quantas vezes forem necessárias durante o dia, mas não é permitido deixar objetos de um dia para outro.
Como funciona o ingresso digital?
O acesso à Cidade do Rock será feito exclusivamente pelo aplicativo Quentro. Prints do QR Code e ingressos impressos não serão aceitos.
Para ativar o ingresso, é preciso entrar na conta da Ticketmaster, acessar “Meus Pedidos” e fazer o vínculo que enviará o ingresso para o Quentro.
Quem ainda não tiver o aplicativo deverá instalá-lo e entrar usando o mesmo e-mail cadastrado na Ticketmaster.
No dia do festival, é importante estar com o celular carregado e o aplicativo atualizado. Na catraca, basta abrir o ingresso daquele dia e apresentar o QR Code no leitor.
Cada ingresso permite apenas uma entrada.
Posso transferir meu ingresso?
Sim. A transferência pode ser feita pelo próprio Quentro. Mas há algumas regras importantes:
depois de concluída, a transferência não pode ser cancelada;
um ingresso recebido por transferência não pode ser transferido novamente;
somente quem recebeu pode devolver o ingresso para a conta de origem;
enquanto a transferência estiver pendente, ela poderá ser cancelada pelo remetente;
ingressos de Comfort Zone ou Área VIP já nomeados precisam ter os dados pessoais removidos antes da transferência.
Quem comprou meia-entrada precisa levar documento?
Sim. A organização fará a conferência do documento que comprova o direito à meia-entrada.
Caso o benefício não seja comprovado, será possível complementar o valor nos pontos de atendimento destinados à meia-entrada.
Entre os grupos contemplados estão estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e categorias beneficiadas por leis estaduais e municipais. O documento exigido varia conforme o tipo de benefício.
Aplicativo do Rock in Rio
Além do Quentro, usado para o ingresso, o festival tem um aplicativo oficial do Rock in Rio 2026.
Nele, será possível conferir os horários dos shows e montar uma agenda personalizada. A programação escolhida poderá ser compartilhada pelo Instagram.
O aplicativo também reunirá informações sobre transporte, lockers, acessibilidade e atrações. Até o começo do festival, a previsão é que sejam liberados ainda o mapa da Cidade do Rock, informações sobre experiências e ativações, compra antecipada de bebidas e o sistema de agendamento dos brinquedos.
Line-up do Rock in Rio 2026
Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Maroon 5 e Twenty One Pilots – atrações do Rock in Rio 2026
g1
Veja aqui o horário de cada show
4 de setembro — Foo Fighters
Palco Mundo: Foo Fighters, Rise Against, The Hives e Nova Twins
Sunset: Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk e Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
New Dance Order: Steve Angello, GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers
5 de setembro — Avenged Sevenfold
Palco Mundo: Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, mgk e Sepultura
Sunset: Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa e Malvada convida Day Limns
New Dance Order: James Hype, Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou
6 de setembro — Calvin Harris
Palco Mundo: Calvin Harris, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho — Encontro Formação Original
Sunset: NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema
New Dance Order: MEDUZA³, Liu, Casa Bonita — Brisotti e Viot, e Sofi Tukker
7 de setembro — Elton John
Palco Mundo: Elton John, Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Sunset: Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convida Guilherme Arantes e Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order: Fatboy Slim, Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler
11 de setembro — Stray Kids
Palco Mundo: Stray Kids, Alok, HWASA e NEXZ
Sunset: Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidam Duquesa e Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order: Neelix b2b Vegas, Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA
12 de setembro — Maroon 5
Palco Mundo: Maroon 5, Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio
Sunset: Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, e Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
New Dance Order: Alok com Rave The World, Alok & Family — Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar
13 de setembro — Twenty One Pilots
Palco Mundo: Twenty One Pilots, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo
Sunset: Zara Larsson, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order: John Summit, Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol — Maz, Antdot, Riascode e Bakka.
O que tem de novo na Cidade do Rock?
O Palco Mundo terá uma nova cenografia e uma estrutura frontal revestida por 2,4 mil m² de painéis de LED.
O New Dance Order também ganhou novo projeto, com 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de painéis de LED.
A Gourmet Square terá oito restaurantes: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. A curadoria é do chef Pedro Siqueira.
O festival também terá a volta do espetáculo aéreo The Flight e da Babilônia Feira Hype, que completa 30 anos. A feira ficará perto do New Dance Order e reunirá 60 expositores ao longo dos sete dias.
Outra novidade será o ECCO, espetáculo criado em parceria com a LightWire. A atração mistura dança, luz, projeções, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos. Serão cinco apresentações por dia, com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas por sessão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Snoop Dogg abre vaga de degustador de sorvete com salário de R$ 50 mil por mês; veja requisitos


O rapper Snoop Dogg está contratando
Reprodução
O rapper Snoop Dogg abriu uma vaga de emprego para degustador em sua empresa de sorvetes, com salário mensal de US$ 10 mil (R$ 51 mil, na cotação atual).
Em uma postagem nas redes sociais, o cantor explicou que a oportunidade é remota e aberta para interessados de fora dos EUA. As inscrições estão abertas na plataforma Deel.
Entre as atribuições do cargo estão acompanhar as tendências de alimentos e sabores nos mercados globais, dar destaque ao que é culturalmente relevante e socialmente significativo, além de contribuir com ideias para novos sabores e conceitos de marketing.
Já a lista de pré-requisitos exige grande interesse em gastronomia e cultura, fluência em inglês e um perfil tranquilo.
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Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio abre venda antecipada de comidas e bebidas pelo app; veja como funciona e preços


Rock in Rio deve atrair R$ 3,3 bi para economia carioca e 100 mil pessoas por dia de evento
O Rock in Rio 2026 abriu nesta quinta-feira (27) a venda antecipada de comidas e bebidas a serem consumidas no festival. As compras são feitas exclusivamente pelo aplicativo oficial do evento e podem ser pagas por PIX ou cartão de crédito.
Para fazer a compra, é preciso acessar o app do Rock in Rio, selecionar a opção “Comprar Antecipadamente”, preencher ou confirmar o cadastro e escolher o dia em que o produto será consumido.
A compra de alimentos e bebidas não inclui o ingresso para o festival. Para retirar os produtos, o cliente precisa já ter entrada para o Rock in Rio no dia escolhido.
Produtos disponíveis e preços:
Cerveja Heineken: R$ 23 (ou R$ 18 retornando com o copo)
Refrigerante Coca-Cola: R$ 16 (ou R$ 11 retornando com o copo)
Schweppes Mixed: R$ 26 (ou R$ 21 retornando com o copo)
Energético Red Bull: R$ 21 (ou R$ 16 retornando com o copo)
Água Crystal: R$ 7
Sanduíches Big Rock e Rock Cheddar (Bob’s): R$ 38
Mais sobre o Rock in Rio:
Datas, shows, como chegar e o que pode levar
Veja o horário de todos os shows
App do Rock in Rio permite já deixar comprados itens como comida e bebida para agilizar filas
Reprodução
Como retirar os produtos
No dia do festival, o público deverá apresentar o QR Code gerado no aplicativo. A retirada será feita nos bares fixos de bebidas localizados no gramado e que tenham o item comprado no cardápio, de acordo com a disponibilidade no momento.
Os pontos habilitados poderão ser consultados pelo próprio aplicativo. Cada produto comprado terá um QR Code próprio, pessoal e intransferível.
A venda antecipada fica disponível até as 10h do dia correspondente ao ingresso. Depois do encerramento de cada dia de festival, o sistema será reaberto às 6h.
Nos dias 8, 9 e 10 de setembro, quando não haverá programação, as vendas permanecerão abertas e serão encerradas às 10h do dia 11.
Copo reutilizável dá desconto
O festival também adotará um sistema de reutilização de copos. Na compra da primeira bebida, o consumidor receberá um copo que poderá ser usado novamente ou trocado nas compras seguintes.
A partir da segunda bebida, quem devolver ou reutilizar o copo terá desconto na nova compra, independentemente da marca escolhida.
E se eu comprar e não retirar?
Caso o produto comprado antecipadamente não seja retirado durante o festival, o valor será reembolsado automaticamente, sem cobrança de taxa, a partir de 14 de setembro.
Para compras feitas com cartão de crédito, o estorno poderá aparecer em até duas faturas. No caso de pagamento por PIX, o prazo informado para o reembolso é de até 60 dias.
A compra antecipada de bebidas alcoólicas é permitida apenas para maiores de 18 anos que tenham ingresso para o festival. O QR Code da compra de alimentos ou bebidas não permite a entrada na Cidade do Rock.
Rock in Rio 2026
Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Maroon 5 e Twenty One Pilots – atrações do Rock in Rio 2026
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O Rock in Rio será realizado nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio. Os ingressos para os dias 6 e 12 estão esgotados.
Entre as principais atrações estão Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots. A programação também reúne nomes como Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Demi Lovato, J Balvin, Jamiroquai, Mumford & Sons, Halsey, Alok, Luísa Sonza e Sepultura.
Além da venda antecipada de alimentos e bebidas, o aplicativo oficial permite consultar os horários dos shows, montar uma agenda personalizada, contratar lockers e comprar opções de transporte para o festival.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘GTA 6’ ganha novo trailer com ‘olhar estendido’ de 25 minutos


Cena do primeiro trailer de ‘GTA 6’
Reprodução/YouTube/Rockstar Games
“Grand Theft Auto 6” ganhou um novo trailer com “olhar estendido” nesta sexta-feira (27).
A longa prévia, de mais de 25 minutos, está disponível para assinantes da Netflix de forma exclusiva até 22h, quando chega ao canal da desenvolvedora Rockstar no YouTube.
O serviço de streaming chegou a apresentar instabilidade no momento do lançamento, segundo o site Down Detector.
Game mais aguardado do ano, “GTA 6”, como o jogo de ação em mundo aberto é conhecido, vai ser lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X e S em 19 de novembro.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Tini Stoessel, cantora argentina que rompeu parceria profissional com o pai


Tini Stoessel
Reprodução/Instagram
Martina “Tini” Stoessel, que encerrou sua relação profissional com seu pai após 15 anos, é uma cantora e atriz argentina de sucesso na América Latina.
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Ela começou a carreira com 14 anos como protagonista da série “Violetta”, do canal Disney Channel. O sucesso infanto-juvenil resultou em shows espalhados pela Améica Latina, inclusive no Brasil.
Em 2016, já no processo de deixar a personagem para trás, ela protagonizou o filme “Tini: Depois de Violetta”, também produção da Disney.
‘Lei Larissa Manoela’ pode limitar acesso dos pais a dinheiro dos filhos
Um ano após o fim do programa, ela deu início à carreira musical e hoje acumula cinco álbuns lançados. Em 2022, Tini, Anitta e Becky G lançaram “La Loto”. Ela também tem parcerias com Christina Aguilera e Flo Rida.
A cantora tem mais de 22 milhões de seguidores nas redes sociais.
No âmbito pessoal, Tini é noiva do jogador Rodrigo de Paul, também argentino, que atua no Inter Miami.
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
Rompimento com o pai
Após a decisão de cortar laços com o pai, a artista pediu para que fosse realizada uma revisão nos contratos, contas e empresas ligadas a seu nome.
De acordo com a publicação do La Nación, a auditoria teria revelado que o pai de Stoessel era o único beneficiário de seus ganhos, com uma soma que chega a US$ 70 milhões (cerca de R$ 361 milhões).
O jornal entrou em contato com Alejandro Stoessel, mas o produtor não respondeu às mensagens.
Nem a cantora nem a mãe, Mariana Muzlera, se pronunciaram publicamente sobre a separação empresarial.
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito.
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
Por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito. “Em alguns casos, e a pedido das próprias empresas contratantes, ela afirmou que aceitava o envolvimento dessas empresas. Mas ela nunca cedeu seus direitos a elas, nem seus direitos de imagem, nem seus direitos comerciais.
Ela assinou esses documentos sem conhecer o seu alcance total, confiando em quem os apresentou a ela. As empresas controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pelo trabalho da jovem, e ela não consta como autorizada a fazer transações bancárias em nenhuma dessas empresas”, afirmou ele. A artista só teve acesso à sua própria conta em junho de 2026, após a intervenção de advogados.
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
“La Nacion” explicou ainda que, por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vicentina pede desculpas’ é o ‘Aquarius’ do diretor de ‘Marte Um’? Gabriel Martins explica semelhanças


Rejane Faria em cena de ‘Vicentina pede desculpas’
Denize dos Santos/Netflix
Demorou quatro anos, mas finalmente o celebrado diretor de “Marte Um” (2022), Gabriel Martins, vai lançar seu próximo filme. “Vicentina pede desculpas”, segundo projeto solo do cineasta mineiro de 38 anos, vai estrear nos cinemas brasileiros em 5 de novembro.
A obra, uma das 15 pré-selecionadas pela Academia Brasileira de Cinema para talvez representar o país no Oscar 2027, antes disso ainda participa de competições em festivais como o de San Sebastián e o de Toronto, em setembro.
Em “Vicentina pede desculpas”, Martins se reencontra com parceiros de “Marte Um”, como Rejane Faria e Renato Novaes para contar a história de uma mãe que precisa lidar com luto da morte do filho — ao mesmo tempo em que parte em uma jornada para pedir desculpas às famílias dos passageiros do ônibus que ele dirigia.
“É um filme sobre entender assim o luto, a morte dentro de uma estrutura contemporânea de cidade urbana. Nesse caso, Belo Horizonte. E falar também sobre essa coletividade”, afirma o diretor ao g1.
Quais as chances de o Brasil concorrer ao Oscar 2027?
“A gente quer falar dessas conexões humanas. É o desejo desse filme. Para além disso, falar sobre masculinidade, a partir do filho, a partir de encontros que ela tem. E falar sobre maternidade, também, de uma maneira não superficial.”
Depois de um período nos cinemas brasileiros, o filme vai ser lançado simultaneamente em mais de 190 países na plataforma de streaming Netflix, em 20 de novembro.
Na entrevista, o cineasta falou sobre os paralelos inesperados com o começo da carreira de outro nome importante do cinema nacional contemporâneo, Kleber Mendonça Filho, as semelhanças de “Vicentina pede desculpas” com “Aquarius” (2016), a expansão do público de obras brasileiras e, claro, o papel do Oscar em tudo isso.
Leia a conversa completa abaixo, editada para clareza:
g1 – Você fez uma sessão de “Marte Um” com mediação do Kleber Mendonça Filho. Pode ser só uma loucura minha, mas eu comecei a ver um certo paralelo entre o seu filme e “O som ao redor”, que foi o primeiro dele. Tem uma coisa muito realista, um naturalismo cinematográfico brasileiro nos dois. Ambos foram suas estreias na direção solo, e ambos foram escolhidos para representar o Brasil no Oscar. Dá para falar então que o “Vicentina pede desculpas”, sem saber muito sobre o filme, é o seu “Aquarius”?
Gabriel Martins – Nossa, essa pergunta aí foi interessante (risos). Cara, eu não tinha pensado muito sobre essa analogia, né? Embora eu ache que eu me comunico, sim, com o cinema do Kleber de várias formas. Acho que tem uma relação muito forte do cinema do Kleber entre personagem, espaço e a maneira de dialogar cinematograficamente com essas duas coisas, né? Que eu acho muito legal.
Talvez, a coisa que que mais se comunica é o fato de de vir de dois filmes — no caso, “Marte Um” e “O som ao redor” — que são filmes de conjunto, né? De um grupo de personagens. E, dos filmes que eu dirigi, esse é o primeiro filme muito focado em uma personagem. E talvez no caso do “Aquarius” também seja a mesma coisa.
Isso foi uma coisa muito interessante assim para mim. Eu queria mostrar um pouco essa jornada de uma mulher. Focar não só na história dela, mas também visualmente. Para mim era uma coisa muito legal assim pensar que todo dia eu estava acordando e indo para o set para filmar o rosto da Rejane. Mais do que o rosto da Rejane, o rosto dessa personagem. Da Vicentina, né?
Então, acho que com certeza esses filmes se comunicam por um desejo de investigação parecido. E, para mim, esse lugar dessa personagem centralizada.
Fazer um estudo de personagem era uma coisa que eu queria fazer há um tempo. E antes mesmo do “Marte Um”, quando eu fiz o “No coração do mundo” (2019), também era um grande conjunto, um filme muito sobre um espaço, sobre uma região que não tem ali uma protagonista ou um protagonista tão bem definido.
Agora não. É uma pessoa mesmo. É a gente passar um tempo com essa pessoa. Enfim, achei sua analogia muito bem-vinda. Eu acho que faz faz sentido, sim.
Primeiro pôster de ‘Vicentina pede desculpas’
Divulgação
g1 – Numa entrevista que eu li, que foi publicada em julho ou junho, se eu não me engano, você ainda fala assim: “Ah, não posso falar muita coisa sobre o filme”. A gente já sabe que tem seus parceiros habituais, tem a Rejane, o Renato, a Grace (Passô). É um projeto de mais de 10 anos e eu já vi também você falar que filmou em 2024. O que mais que você pode falar sobre o “Vicentina”?
Gabriel Martins – Acho que é um filme sobre uma personagem, né? Essa personagem Vicentina, que leva o nome da minha avó. E é um filme sobre entender o luto, a morte dentro de uma estrutura contemporânea de cidade urbana. Nesse caso, Belo Horizonte. E falar também sobre essa coletividade. A coletividade como uma uma solução para momentos difíceis como esse.
Acho que isso, principalmente entendendo o nosso mundo. Não vou falar nem só de Brasil ou BH ou grandes cidades, mas o nosso mundo como um mundo que cada dia me parece mais individualizado. As pessoas mais separadas, assim.
Essa jornada individual da Vicentina — ela vai falar também disso. De conexões. O próprio título do filme já traz o gesto do filme, que é uma personagem pedindo desculpa para as pessoas a partir desse acidente. E se entende que o filho dela provocou o acidente como um suicídio.
A gente quer falar dessas conexões humanas. É o desejo desse filme. Para além disso, falar sobre masculinidade, a partir do filho, a partir de encontros que ela tem. E falar sobre maternidade, também, de uma maneira não superficial.
Acho que é um filme que tem o que eu sempre tive o desejo de trazer: a dor mesmo desses encontros.
Se o “Marte Um” era um filme muito, talvez, sobre essa comunicação entre essa família — ou da falha de comunicação —, acho que o Vicentina é de alguma forma também sobre essa possibilidade de escuta, essa possibilidade de perdão em um mundo no qual, na verdade, todo mundo parece estar mais interessado em se atacar, em culpabilizar os outros.
É engraçado, porque é um filme que eu fiquei o tempo todo com medo dele envelhecer. É um projeto tão antigo que para mim eu ficava o tempo todo assim: “Nossa, eu estou tentando fazer esse filme. Estou tentando fazer esse filme. Será que, quando ele existir, ainda vai ser relevante, essas temáticas, esse desejo?”
E acho que me parece que sim. Me parece que talvez não só se manteve relevante como agora, mais que nunca, é um momento muito importante dessa história nascer da maneira que ela é, pelas coisas que ela fala.
g1 – Por que que levou tanto tempo para para para sair?
Gabriel Martins – Eu acho que é um processo natural dentro de uma ideia de cinema independente brasileiro. Que os financiamentos e as oportunidades não são tão óbvias o tempo todo, né? Essa é uma questão.
E eu acho que também esse projeto que ficou escrito, mas dentro de uma produtora como a minha, que tem ali três diretores, vários projetos. Então, eu escrevi esse projeto e nesse meio tempo o “Marte Um” se mostrou como uma possibilidade mais concreta de ser executado primeiro.
Acho que os filmes têm um pouco uma vida própria, um tempo. E acabou fazendo sentido também que eu estivesse um pouco mais maduro para fazer esse projeto no momento que fiz. Com essa parceria com a Netflix que acho que propiciou um volume de produção mais robusto, que deu conta dessa história, que é difícil.
Era um roteiro grande, né? Era um roteiro bem desafiador, muitas locações. Foi um pouco uma mistura de tudo assim: uma mistura desse desafio da gente, principalmente aqui em Minas, não ter tantos editais para longa-metragem sempre. Para projetos robustos como esse, então, nem se fala, né?
Mas eu acho que, no fim das contas, eu também eu respeito muito — e a gente, a produtora, respeita muito — o tempo assim dos processos.
A gente fala assim: “Nossa, demorou muito tempo para fazer”, e parece que é sempre num tom de reclamação. Em parte é, né, porque a gente quer que o cinema brasileiro nos dê mais oportunidades.
Mas, ao mesmo tempo, eu acho que também o filme nasce quando ele tem que nascer, da forma como ele tem que nascer. E eu acho que o “Vicentina”, é, me parece mais um um exemplo desse, né?
Camilla Damião, Rejane Faria, Cícero Lucas e Carlos Francisco em cena de ‘Marte Um’
Divulgação
g1 – No site da Ancine, diz que “Marte Um” teve um público um pouco menor de 100 mil pessoas.
Gabriel Martins – Foi mais, foi mais de 100 mil pessoas, na verdade.
(“A distribuidora me passou o numero de 104.417”, afirmou Martins, depois da entrevista. “Tem borderôs que a Ancine não registrou, pois tem salas não cadastradas.”)
g1 – Ah, que bom. Porque me parece pouco mesmo. É um dos melhores filmes dos dos dos últimos anos, tranquilamente.
Gabriel Martins – Obrigado.
g1 – Como melhorar esse alcance? O filme foi sucesso com a crítica, escolhido para tentar ser o representante do Brasil no Oscar e ainda teve um um público tanto um tanto quanto limitado.
Gabriel Martins – Tentando dar uma resposta complexa um pouco mais compacta aqui (risos), eu acho que a coisa que eu colocaria como simples é o investimento público. Transformar o cinema como parte real e vital da cultura brasileira. Não só o cinema, mas todas as artes.
Entender que o cinema, com essa cadeia produtiva muito ampla e muito cara — a gente não pode deixar que, no fim das contas, fique parecendo que é a culpa do filme ou da distribuidora que não conseguiu fazer o marketing do jeito certo.
Na verdade, é um problema que começa ali nas escolas, né? De criar um interesse e uma cultura. Criar salas de cinema públicas, de repente, que sejam mais acessíveis do que as salas que nós já temos.
Acho que transformar isso de certa forma no patrimônio cultural para que quando, por exemplo, uma Cinemateca Brasileira pegue fogo, isso seja uma questão muito grave, e não seja só mais uma questão que as pessoas nem sabem o que é.
Então, eu acho que existe uma cadeia que precisa agir de várias formas. Existe a disposição disso no mercado brasileiro cinematográfico — pessoas que trabalham com cineclubes, professores, pesquisadores —, e eu acho que existe cada vez mais o interesse das pessoas também em resgatar o cinema brasileiro e assistir o que é feito aqui.
Só que acho que sem investimento — investimento para se poder ter mais salas de cinema, para de fato proteger as salas de cinema e o espaço de cotas para a produção brasileira —, a gente não vai conseguir mudar esse cenário. Então não existe muito uma outra solução, a meu ver, a não ser um investimento muito forte em todas essas cadeias para construir atenção e valorização para o cinema brasileiro.
Rejane Farias e Renato Novaes em cena de ‘Vicentina pede desculpas’
Denize dos Santos/Netflix
g1 – Essa semana saíram lá os os 15 filmes que podem chegar a representar o Brasil no Oscar. “Vicentina” está entre eles. É, aliás, um grande momento do do cinema mineiro. O “Nosso Segredo”, do qual você é um dos montadores, também está lá.
Gabriel Martins – Sim.
g1 – Eu já vi você falando que “toda essa questão de Oscar é legal, mas também não pode ser apenas isso que exista”. Mas eu eu sinto também que ela ajuda a trazer a atenção de volta. O público no geral tem essa questão, de olhar o mundo reconhecendo, e aí começa a reconhecer também. O quanto isso pode ajudar também a fomentar esse interesse e a formar o público pelo pelo cinema nacional?
Gabriel Martins – Existe uma visibilidade que é inevitável, né? E jornalisticamente falando, em termos de opinião pública, acho que isso lembra as pessoas que: “Olha, gente, tem o cinema brasileiro forte”. Inclusive em outras regiões do país. No Recife, a gente viu aí com “O Agente Secreto”. “Marte Um” aconteceu isso, né? De repente começou a se falar mais ainda de cinema mineiro.
Então eu acho que qualquer tipo de destaque, até pensando nos festivais internacionais. O “Nosso Segredo” estava em Berlim, a gente está aí em Toronto, San Sebastián. Eu acho que aos poucos passos a gente vai trazendo atenção, mas a única coisa que eu sinto é que não pode ser só isso.
Porque, se for só isso, vai continuar sendo exceção e êxitos individuais dos filmes e de produções que têm modelos muito específicos. Eu acho que o que a gente tem que tentar, nesse volume de atenção que o Brasil tem tido em premiações nos últimos dois anos, realmente fomentar tudo isso que eu já falei na resposta anterior, né? De algo que de fato sedimente espaço até para novos talentos.
Novas produtoras que estão surgindo por aí, tanta gente legal que não necessariamente vai nesse momento já da sua carreira chegar lá no Oscar com o primeiro filme, mas eu acho que merece também ter seu espaço, merece também ter um público maior do que o do “Marte Um”.
Eu acho que a gente precisa realmente construir esse caminho simplesmente porque eu acho que a gente merece, assim. A cultura brasileira e o cinema brasileiro merecem por tudo que vêm fazendo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beth Gibbons, do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027


Beth Gibbons, do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027.
Divulgação/Kimberley Ross
Beth Gibbons, vocalista do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027.
A cantora e compositora britânica se apresenta no último dia do festival, que chega à quinta edição entre 20 e 23 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
O show marcará o retorno de Beth Gibbons ao Brasil após 24 anos. A última passagem da artista pelo país aconteceu em 2003, no Rio de Janeiro, quando se apresentou ao lado de Rustin Man, projeto do músico Paul Webb.
Carreira além do Portishead
Agora no g1
Em 2014, Beth Gibbons lançou “Out of Season”, álbum feito em parceria com Rustin Man. No mesmo ano, participou de uma interpretação da Sinfonia nº 3 de Henryk Górecki, conhecida como “Symphony of Sorrowful Songs”.
A apresentação foi realizada ao lado da Polish National Radio Symphony Orchestra, sob regência de Krzysztof Penderecki.
Nos últimos anos, Gibbons também ampliou suas colaborações. A cantora emprestou sua voz à faixa “Mother I Sober”, de Kendrick Lamar, presente no álbum Mr. Morale & the Big Steppers.
Ela também participou da coletânea beneficente HELP 2, organizada pela War Child, com uma versão de “Sunday Morning”, do The Velvet Underground.
C6 Fest 2027
Nas edições anteriores, passaram pelos palcos do festival nomes como Kraftwerk, Robert Plant, Pretenders, Raye, Samara Joy, The xx, Wilco e Pavement, entre outros. O festival estreou em 2023.
A quinta edição do C6 Fest será realizada de 20 a 23 de maio de 2027, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Os demais nomes da programação e o início da venda de ingressos serão anunciados ainda este ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tini Stoessel rompe relação profissional com o pai e auditoria expõe problemas financeiros


Tini Stoessel
Reprodução/Instagram
Martina “Tini” Stoessel encerrou sua relação profissional com seu pai, Alejandro Stoessel, há três meses, segundo informações do jornal “La Nacion”. O produtor representou a filha por 15 anos, desde o início de sua carreira na série Violetta, quando ela tinha 14 anos. Após essa decisão, a artista pediu para que fosse realizada uma revisão nos contratos, contas e empresas ligadas a seu nome.
De acordo com a publicação, a auditoria teria revelado que o pai de Stoessel era o único beneficiário de seus ganhos, com uma soma que chega a US$ 70 milhões. O jornal entrou em contato com Alejandro Stoessel, mas o produtor não respondeu às mensagens. Nem a cantora nem a mãe, Mariana Muzlera, se pronunciaram publicamente sobre a separação empresarial.
‘Lei Larissa Manoela’ pode limitar acesso dos pais a dinheiro dos filhos
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito. “Em alguns casos, e a pedido das próprias empresas contratantes, ela afirmou que aceitava o envolvimento dessas empresas. Mas ela nunca cedeu seus direitos a elas, nem seus direitos de imagem, nem seus direitos comerciais. Ela assinou esses documentos sem conhecer o seu alcance total, confiando em quem os apresentou a ela. As empresas controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pelo trabalho da jovem, e ela não consta como autorizada a fazer transações bancárias em nenhuma dessas empresas”, afirmou ele. A artista só teve acesso à sua própria conta em junho de 2026, após a intervenção de advogados.
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
“La Nacion” explicou ainda que, por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.

Fonte: G1 Entretenimento