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Tini Stoessel rompe relação profissional com o pai e auditoria expõe problemas financeiros


Tini Stoessel
Reprodução/Instagram
Martina “Tini” Stoessel encerrou sua relação profissional com seu pai, Alejandro Stoessel, há três meses, segundo informações do jornal “La Nacion”. O produtor representou a filha por 15 anos, desde o início de sua carreira na série Violetta, quando ela tinha 14 anos. Após essa decisão, a artista pediu para que fosse realizada uma revisão nos contratos, contas e empresas ligadas a seu nome.
De acordo com a publicação, a auditoria teria revelado que o pai de Stoessel era o único beneficiário de seus ganhos, com uma soma que chega a US$ 70 milhões. O jornal entrou em contato com Alejandro Stoessel, mas o produtor não respondeu às mensagens. Nem a cantora nem a mãe, Mariana Muzlera, se pronunciaram publicamente sobre a separação empresarial.
‘Lei Larissa Manoela’ pode limitar acesso dos pais a dinheiro dos filhos
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito. “Em alguns casos, e a pedido das próprias empresas contratantes, ela afirmou que aceitava o envolvimento dessas empresas. Mas ela nunca cedeu seus direitos a elas, nem seus direitos de imagem, nem seus direitos comerciais. Ela assinou esses documentos sem conhecer o seu alcance total, confiando em quem os apresentou a ela. As empresas controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pelo trabalho da jovem, e ela não consta como autorizada a fazer transações bancárias em nenhuma dessas empresas”, afirmou ele. A artista só teve acesso à sua própria conta em junho de 2026, após a intervenção de advogados.
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
“La Nacion” explicou ainda que, por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Junior faz feats com Luccas Carlos e com Melly no percurso do EP ‘Labirinto’


Encerrado o ciclo do álbum ‘Solo’, Junior começa a mostrar as cinco músicas que compõem o repertório autoral do EP ‘Labirinto’
Kelly Schnaidman / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Encerrado o ciclo do álbum “Solo” (2023 / 2024), projeto desdobrado em álbum ao vivo lançado em janeiro, Junior Lima parte para o segundo trabalho da carreira solo. Nesta quinta-feira, 27 de agosto, o cantor, compositor e instrumentista paulista começa a apresentar as cinco músicas que compõem o EP “Labirinto”, produzido pelo próprio Junior em parceria com Lucas Romero.
O primeiro single revela a música-título “Labirinto”, composta por Junior com Bia Marques e André Martins Pappalardo. Ao longo das quatro quintas-feiras do mês de setembro, o cantor lançará as outras quatro músicas do EP “Labirinto”.
Em 3 de setembro, Junior apresentará “Rua 39”, música de pegada urbana gravada com Luccas Carlos. Em 10 de setembro, o cantor lançará “Só você que não”. Na sequência, em 17 de setembro, é a vez do single “Dominou”. Por fim, em 24 de setembro, Junior apresenta “Na mão do acaso”, canção de acento R&B gravado por Junior com Melly.
Em tese, as cinco músicas do EP parecem tentar ajustar o som de Junior às tendências do mercado de música pop para que o cantor se encontre em “Labirinto”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Peter Cullen, voz do Optimus Prime em ‘Transformers’, morre aos 85 anos


Peter Cullen ficou mundialmente conhecido por dar voz a Optimus Prime, líder dos Autobots na franquia “Transformers”.
Reprodução/Instagram/Peter Cullen
Peter Cullen, dublador conhecido mundialmente por interpretar a voz de Optimus Prime na franquia “Transformers”, morreu aos 85 anos.
O ator faleceu na última quarta-feira (26), em sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo site TMZ. A causa da morte não foi revelada.
Em comunicado ao portal americano, a família afirmou que Cullen “morreu em paz, cercado por seus familiares”.
Os familiares também pediram que o legado do dublador seja lembrado por meio de atitudes de compaixão, integridade e lealdade, destacando uma frase que marcou sua mensagem: “sejam fortes o suficiente para serem gentis”.
Voz do Optimus Prime
Agora no g1
Peter Cullen deu voz a Optimus Prime, líder dos Autobots, na série animada original de “Transformers”, lançada na década de 1980. O personagem se tornou um dos maiores símbolos da cultura pop.
No primeiro longa-metragem da franquia, lançado em 2007, Cullen aparece novamente como a voz de Optimus Prime e participa do discurso marcante do personagem na sequência final.
Optimus Prime (voz de Peter Cullen) numa cena de ‘Transformers: O despertar das feras’
Divulgação
Dublador também deu voz ao Predador e Mario
Um de seus trabalhos mais curiosos foi como a voz do Predador, no filme “Predador”, de 1987. O longa, estrelado por Arnold Schwarzenegger, se tornou um clássico do cinema de ação e ficção científica.
Cullen também ficou conhecido por interpretar personagens de universos completamente diferentes. Entre eles está Bisonho, personagem de “Ursinho Pooh”, além de Monterey Jack, de Tico e Teco: Os Defensores da Lei.
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Outro trabalho de destaque foi KARR, inteligência artificial e antagonista da série Knight Rider. O personagem se tornou uma das participações memoráveis da produção televisiva.
Durante os anos 1980, o artista chegou a ser responsável pela voz de Mario na série animada original de Donkey Kong.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruno Gouveia, do Biquini, é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (31)


Bruno Gouveia, do Biquini, é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (31) Cantor é a convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 80 anos, João Bosco ganha a Medalha UBC e compartilha a honraria com o imortal parceiro Aldir Blanc


João Bosco é o homenageado da quarta edição da Medalha UBC, honraria da União Brasileira de Compositores
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Na próxima quarta-feira, 2 de setembro, Aldir Blanc (1946 – 2020) faria 80 anos. Na véspera, 1º de setembro, João Bosco – com quem Aldir construiu obra fundamental em parceria que atingiu o auge na década de 1970 – será laureado com a Medalha UBC, conferida ao compositor, cantor e violonista mineiro pela União Brasileira de Compositores.
É sintomático que João Bosco, também ele já um octogenário desde 13 de julho, receba a honraria tão perto do aniversário de Aldir Blanc. É que a dupla Bosco & Aldir se manteve inseparável e imortalizada no panteão da música brasileira, por mais que Bosco tenha mantido a relevância da obra autoral após a dissolução gradual da parceria – apresentada em 1972 e diluída na primeira metade dos anos 1980 – através da feitura de músicas com poetas como Antonio Cicero (1945 – 2024), Francisco Bosco, José Carlos Capinan e Waly Salomão (1943 – 2003). Sem falar nas várias composições que fez e assinou sozinho, caso de “Jade” (1989).
É difícil falar de Aldir Blanc sem mencionar João Bosco. E vice-versa. Eleger João Bosco como o homenageado da quarta edição da Medalha UBC – em cerimônia que terá um pocket show para convidados que reunirá nomes como Badi Assad, Joyce Alane, Juliana Linhares, Laura de Castro e Pedro Luís no palco da Casa UBC, no Rio de Janeiro (RJ), sob direção musical de Julinho Teixeira – é também celebrar Aldir Blanc na semana dos 80 anos do bardo carioca.
O próprio João Bosco estende a homenagem ao parceiro falecido há seis anos, vítima de covid-19. “Toda homenagem ao compositor é, antes de tudo, uma homenagem à própria canção. É dela que nasce o encontro entre quem escreve, quem interpreta e quem escuta. Recebo a Medalha UBC com alegria e gratidão, olhando para essa longa caminhada, de mais de trezentas composições, como quem continua aprendendo com a música todos os dias. Divido essa distinção com meus estimados parceiros, principalmente com aquele que já não está aqui, mas que de certa forma esteve sempre ao meu lado, Aldir Blanc, e também com os intérpretes que deram vida às minhas, às nossas canções, e com o público, que é quem completa o sentido de cada uma delas. Seguimos. Ser compositor é um ofício do qual me orgulho”, celebra João Bosco, que estreia oficialmente o show comemorativo dos 80 anos em 2 de outubro, na casa Qualistage, no Rio de Janeiro (RJ).
Diretor executivo da UBC, Marcelo Castello Branco também menciona Aldir Blanc ao justificar a escolha de Bosco para receber a medalha já entregue a Fausto Nilo, Luiz Caldas e Guilherme Arantes. “João Bosco é um patrimônio da música brasileira, como testemunha musical de nossas perplexidades, desventuras e amores. A parceria de João com Aldir Blanc produziu canções eternas que descreveram com sensibilidade o nosso tempo social, político e afetivo, com nossas contradições, pequenezas e altruísmos. A dupla foi fundamental na construção das infinitas possibilidades da música brasileira. Como instrumentista, João é um virtuoso, um artesão de um som particular, que alia simplicidade e complexidade com genialidade despretensiosa”, resume Marcelo Castello Branco.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: ‘Acorda Pedrinho’ nasceu em zoeira de boteco e conquistou famosos no TikTok


Como um cochilo em um boteco de Curitiba inspirou ‘Acorda, Pedrinho’
Em 2022, a música “Acorda, Pedrinho” tomou conta do TikTok e do Instagram, transformando-se em uma das maiores tendências do ano.
O refrão chiclete inspirou dancinhas de anônimos e de diversas personalidades, como Anitta, Jade Picon, Gkay, Fiuk e Fátima Bernardes. O fenômeno projetou nacionalmente a banda de pop alternativo Jovem Dionísio, vinda de Curitiba.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Formada por cinco integrantes, a banda não planejava produzir conteúdos voltados para o consumo rápido de plataformas digitais.
A composição nasceu de bobeira, inspirada na rotina do Bar do Dionísio, comércio da capital paranaense que também deu nome ao grupo.
Banda Jovem Dionísio, de Curitiba (PR)
Reprodução/Redes Sociais
O Pedrinho mencionado na canção era um cliente assíduo do local, conhecido por jogar sinuca e por tirar uma soneca entre os jogos. A piada interna já circulava desde 2013, quando uma foto de “atleta” dormindo em uma comemoração de aniversário foi publicada na internet.
A faixa “Acorda, Pedrinho” virou o principal single do álbum de estreia da banda, batizado com o mesmo nome.
Em seguida, o grupo lançou o projeto “Ontem Eu Tinha Certeza, Hoje Eu Tenho Mais”, emplacando outro trecho de sucesso nas redes com a música “Tô Bem”.
Emplacar dois sucessos virais em sequência não foi planejado pelo grupo. Inclusive, o quinteto vem tentando se afastar da imagem de “banda do TikTok”.
Em 2026, a Jovem Dionísio lançou o álbum “Migalhas”, que apresenta uma sonoridade mais sóbria.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio deve atrair R$ 3,3 bi para economia carioca e 100 mil pessoas por dia de evento


O Rock in Rio, que começa na sexta-feira da semana que vem (4), tem a expectativa de movimentar R$ 3,3 bilhões na economia carioca e atrair mais de 100 mil pessoas por dia à Cidade do Rock, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Para atender à demanda, a Prefeitura do Rio montou uma operação especial que inclui bloqueios de trânsito no entorno do Parque Olímpico a partir das 14h em todos os dias do festival. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira (27).
De acordo com a FGV, o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indiretos. A estimativa é de que o faturamento cresça 14% em relação à edição de 2024.
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Como o clipe de ‘Virtual Insanity’, do Jamiroquai, foi criado?
Turismo
O festival receberá cerca de 100 mil pessoas por dia na Cidade do Rock, instalada no Parque Olímpico. Segundo a organização, 49% do público é de fora do Estado do Rio de Janeiro, enquanto 66% dos participantes vêm de outros municípios.
As cidades do país que contam com maior presença na compra de ingressos são:
Rio de Janeiro;
São Paulo;
Niterói;
Belo Horizonte;
Brasília.
Trânsito
Bloqueios de trânsito para o Rock in Rio
Reprodução
A Prefeitura do Rio repetirá o esquema especial de trânsito adotado em edições anteriores. As vias do entorno do Parque Olímpico permanecerão abertas entre 5h e 14h. A partir desse horário, quando as catracas são liberadas para a entrada do público, os acessos serão bloqueados até as 3h, horário previsto para o encerramento das atividades diárias do festival.
A operação contará com 210 operadores de trânsito e dez pontos de bloqueio equipados com tecnologia OCR, que permite a identificação automática de moradores da região e veículos credenciados. Os veículos autorizados terão acesso liberado, enquanto os demais serão direcionados para rotas alternativas.
Entre as operações de rotina, as faixas reversíveis e as áreas de lazer funcionarão normalmente. Os fechamentos para manutenção de túneis e elevados na região do Parque Olímpico serão suspensos durante o evento.
A Área de Proteção ao Ciclista de Competição do Porto (APCC Porto) ficará suspensa nos dias do festival.
Transporte
A recomendação da Prefeitura é que o público utilize transporte público para chegar ao evento. A principal opção é o BRT Expresso Rock in Rio, que funcionará nos sete dias do festival com tarifa de R$ 29 para ida e volta. A venda será feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé.
Os bilhetes poderão ser pagos com saldo da Conta Transporte, Pix ou cartão de crédito. Cada conta poderá comprar passagens para até dez pessoas por dia de evento.
Visitantes estrangeiros também poderão se cadastrar no aplicativo utilizando e-mail ou número de telefone e efetuar o pagamento por Pix ou cartão de crédito.
As gratuidades do sistema Jaé não serão válidas para o serviço especial do festival. Também não será permitido utilizar saldo de vale-transporte na compra dos bilhetes.
Três linhas especiais farão a ligação entre terminais do BRT e a Cidade do Rock. Os serviços funcionarão das 11h às 4h do dia seguinte:
SE08 – Terminal Jardim Oceânico x Terminal Centro Olímpico (direto)
Tempo de viagem: 30 minutos.
SE09 – Terminal Alvorada x Morro do Outeiro (direto)
Tempo de viagem: 18 minutos.
SE10 – Terminal Paulo da Portela x Morro do Outeiro (semidireto)
Paradas nas estações Praça Seca, Tanque e Taquara.
Tempo de viagem: 40 minutos.
Para embarcar, o passageiro deverá apresentar no aplicativo Jaé o QR Code correspondente ao serviço contratado.
Após o desembarque, será necessário validar o código para retirar a pulseira de retorno em tendas próximas à entrada da Cidade do Rock.
O QR Code ficará disponível a partir do dia 28 para quem adquirir o serviço e será válido apenas para a data selecionada. Quem utilizar apenas a viagem de volta também precisará comprar o bilhete do BRT Expresso Rock in Rio, no valor de R$ 29.
Metrô
A estação Jardim Oceânico funcionará com embarque 24 horas durante o festival. Na madrugada, as demais estações permanecerão abertas apenas para desembarque.
A operação especial ocorrerá das 5h de sexta-feira (4) até 23h59 de terça-feira (8), e das 5h de sexta-feira (11) até 23h59 de segunda-feira (14).
A tarifa seguirá em R$ 7,90 por viagem. O valor do metrô não está incluído no bilhete do BRT Expresso Rock in Rio e deverá ser pago separadamente.
A recomendação é que os passageiros recarreguem o Jaé com antecedência ou utilizem pagamento por aproximação para evitar filas.
VLT
A Linha 1 do VLT, que liga o Terminal Gentileza ao Aeroporto Santos Dumont, funcionará 24 horas durante o evento. As demais linhas operarão normalmente, das 5h às 23h.
O embarque e desembarque do serviço especial poderão ser feitos nas estações:
Terminal Gentileza;
Rodoviária do Rio;
Cordeiro da Graça;
Carioca;
Cinelândia;
Aeroporto Santos Dumont
A partir das 5h, todas as linhas voltam à operação regular, com atendimento em todas as paradas do trajeto.
A tarifa do VLT é de R$ 5 e pode ser paga com os cartões físico e virtual do Jaé ou por Pix diretamente nos validadores. Nesse caso, o passageiro deve manter o comprovante da transação para eventual apresentação aos fiscais.
Ordem urbana
A Secretaria Municipal de Ordem Pública atuará com 478 agentes por dia. As equipes estarão concentradas na fiscalização do sistema BRT, combate ao comércio irregular, repressão ao estacionamento em locais proibidos e fiscalização do transporte clandestino.
A Guarda Municipal terá efetivo distribuído no entorno da Cidade do Rock e em pontos estratégicos da cidade, como a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza, os aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, o Píer Mauá e áreas turísticas. Ao longo de toda a operação, serão empregados mais de 4,7 mil agentes.
O monitoramento contará com apoio de drones.
A Arena Carioca 1 reunirá uma central integrada de órgãos públicos, com representantes do Tribunal de Justiça de Grandes Eventos, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil e do Centro de Operações Rio (COR).
Saúde
O festival terá seis postos médicos e 16 ambulâncias à disposição do público. O Hospital Municipal Lourenço Jorge e o CER Barra terão reforço nas equipes de plantão durante os dias do evento.
A Secretaria Municipal de Saúde também realizará ações de vacinação em locais de grande circulação, como aeroportos e terminais rodoviários.
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ponto sem retorno’ tem boa direção de Ridley Scott em história afogada em clichês; g1 já viu


Nascido em 1937 e com quase 90 anos de idade, o diretor Ridley Scott não demonstra sinais de cansaço nem de que vai se aposentar tão cedo. Prova disso é o lançamento de “Ponto sem retorno”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (27).
O filme ambientado em um mundo apocalíptico se beneficia do (aparente) fôlego inesgotável do cineasta de 88 anos, que além deste longa, está envolvido outras produções que estão em andamento e sem previsão de lançamento.
O trabalho de Scott é, certamente, um dos grandes méritos do filme. Além de mostrar um bom domínio de seu ofício, o cuidado com a parte técnica fica bastante visível no longa, como a fotografia e o design de produção.
Assista ao trailer do filme “Ponto sem retorno”
Só que, mesmo com todas essas qualidades, o filme peca em contar uma história nada original, que se fragiliza ainda mais com um excesso de elementos já vistos em boa parte de filmes do mesmo estilo.
A trama se passa num futuro em que a humanidade foi praticamente dizimada por um vírus e há poucos humanos sobreviventes pelo mundo. Um deles é Hig (Jacob Elordi, de “Frankenstein”), que vive numa base aérea abandonada ao lado de Bangley (Josh Brolin, de “Vingadores: Ultimato”) e seu cão Jasper (Raksha).
Além de ajudar o amigo a manter o local livre de possíveis ameaças externas, Hig usa um avião bimotor antigo para encontrar suprimentos e mantém a esperança de que existe um mundo além das fronteiras onde se encontra.
Um dia, Hig decide sair da base por causa de um evento inesperado e uma transmissão que pode indicar algo que ele busca há muito tempo. Só que um problema em seu avião o faz pousar num rancho onde vivem Cima (Margaret Qualley, de “A Substância”) e seu pai, Pops (Guy Pearce, de “Prometheus”). Ele passa a fazer parte dessa família também solitária e consegue parte da paz que procurava.
Mas seu desejo de descobrir se há algo fora de seus limites e outros imprevistos fazem com que ele tenha que enfrentar desafios que podem ser ainda mais mortíferos que a doença que devastou o planeta.
Hig (Jacob Elordi) e Bangley (Josh Brolin) buscam se defender dos perigos no filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
Déjà vu distópico
O grande problema de “Ponto sem retorno” está em seu roteiro, escrito por Mark L. Smith, de “O Regresso” (2015), e inspirado no livro de Peter Heller, “Na Companhia das Estrelas”. O roteirista não consegue criar, a partir do material fonte, situações que consigam driblar as armadilhas do subgênero de futuros distópicos e acaba caindo no trivial.
Assim, diversas situações ficam muito parecidas com as que já foram vistas em outras produções de sucesso, como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Quem já viu esses e outros filmes do mesmo estilo não vai ter dificuldade em perceber as semelhanças em diversas cenas e até mesmo no perfil psicológico dos personagens, o que deixa algumas perguntas sem respostas. Isso acaba enfraquecendo o bom trabalho de Scott na direção ou a fotografia assinada por Erik Messerschmidt, de filmes como “Mank” e “Ferrari”.
Pelo menos a direção de Scott se mostra segura para deixar o resultado final mais interessante. Embora aconteça no filme algo curioso: o cineasta britânico dividiu o longa em duas partes bem distintas.
Hig (Jacob Elordi) e seu cão, Jasper numa cena do filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
A primeira é um pouco mais lenta e contemplativa, que se concentra mais no dia a dia do protagonista na fortaleza em que vive e sua relação com o cão Jasper, o que o ajuda a lidar melhor com o clima desolador em que se encontra. Essa parte, embora bem feita, pode causar um certo desinteresse do público pela sensação de que as coisas estão se arrastando.
Depois, quando Hig decide ir para outras regiões, o diretor de “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador” dá um ritmo mais tenso e acelerado, deixando o drama um pouco de lado para evidenciar mais a ação, com algumas referências que lembram os filmes de faroeste. Embora bem diferentes, Scott não perde o controle das duas partes e proporciona um bom resultado, que seria melhor se fosse um pouco mais original.
Cão estrelado
Outra coisa que chama bastante atenção em “Ponto sem retorno” é o bom elenco que Scott conseguiu reunir em seu projeto, que foi realizado logo após o divisivo “Gladiador II”. Jacob Elordi, que assumiu o papel que seria de Paul Mescal, convence com o ar meio distante e atormentado de seu personagem e mostra uma boa química com os atores. Já Josh Brolin se destaca com o tipo divertidamente irônico e, ao mesmo tempo, paranoico, de Bangley e é responsável por bons momentos tanto na ação quanto no humor.
Hig (Jacob Elordi) e Cima (Margaret Qualley) formam uma aliança no filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
Margaret Qualley até esboça alguma profundidade ao contar detalhes sobre sua vida antes da epidemia, mas está em cena basicamente para ser o par de Elordi. Guy Pearce também não tem muito que fazer, mas pelo menos faz rir nas cenas em que demonstra ser um pai super protetor da filha. Fora do quarteto principal, quem chama a atenção é Allison Janey (“Eu, Tonya”), que tem uma curta, porém marcante, participação que é responsável por uma das cenas mais bizarras do filme.
Porém, o grande destaque do longa é o cão Raksha, que “interpreta” Jasper. As cenas dele com Jacob Elordi são as mais poéticas da história e o animal conquista a todos com sua espontaneidade diante das câmeras. Quem gosta de cachorro (e até quem não gosta) certamente vai ficar encantado com ele.
“Ponto sem retorno” poderia ser um filme bem mais intrigante se tivesse ideias um pouco mais criativas do que as que foram apresentadas. Do jeito que ficou, dá para assistir sem maiores problemas. Mas é pouco para um cineasta como Ridley Scott, que já foi responsável por verdadeiros clássicos do cinema. Pelo menos, serve para mostrar que ele é um inimigo declarado da aposentadoria.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia grava samba de Xande de Pilares em memória de Dona Canô


Maria Bethânia planeja gravar em estúdio o samba ‘Luz e clarão’, de Xande de Pilares e Gustavo Clarão
Guilherme Nabhan / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Maria Bethânia reforça os laços musicais com Xande de Pilares, compositor carioca de quem já gravou sambas como “Cria da comunidade” (2021) e “Vera Cruz” (2026), parcerias do artista com Serginho Meriti e Paulo César Feital, respectivamente.
A cantora planeja gravar em estúdio um samba inédito que ganhou de Xande. Provisoriamente intitulado “Luz e clarão” e apresentado por Bethânia no show que estreou em Vitória da Conquista (BA), no interior da Bahia, no último sábado, 22 de agosto, o samba foi composto por Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão.
“Luz e clarão” é samba feito pelos compositores em homenagem à mãe de Bethânia, Claudionor Viana Teles Veloso (1907 – 2012), a Dona Canô, falecida há 14 anos, aos 105 anos.
♪ Eis a letra do samba composto em memória de Dona Canô:
“Luz e clarão”
“Aura branca véu da claridade
O dia começa antes do sol
De quem concebeu na paz de Oxalá
É amor de mãe, o chão, o céu
O caminhar
É caminho, é passo, é cuidado
Reza descortina o arrebol
Ela me ensinou sem soltar a voz
Vai, meu filho, vai
Mas vai na fé e vai por nós
É que Santo Amaro abençoou
Recanto de Dona Canô
Encanto do Subaé
Senhora que guarda o meu coração
A sua purificação
É a luz de todo o meu axé
É que Santo Amaro abençoou
Recanto de Dona Canô
Encanto do Subaé
Senhora que guarda o meu coração
A sua purificação
É a luz de todo o meu axé”

Fonte: G1 Entretenimento

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Yayoi Kusama, artista plástica japonesa de fama mundial, morre aos 97 anos


Yayoi Kusama em foto de novembro de 2013
Andrew Toth/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo
A artista vanguardista japonesa Yayoi Kusama, que transformou alucinações em arte e ficou conhecida por suas pinturas obsessivas cobertas de bolinhas e motivos de abóboras, morreu aos 97 anos.
O comunicado publicado em seu site oficial informou que ela faleceu em 14 de agosto, mas não divulgou a causa da morte.
Frustrada com o caráter sufocante da sociedade japonesa, Kusama partiu para Nova York aos 27 anos, onde rapidamente conquistou notoriedade com suas pinturas, inspiradas em alucinações de luzes piscantes, pontos e flores que via desde a infância.
Ela também escreveu, participou de manifestações contra a guerra durante a década de 1960 e, segundo relatos, influenciou artistas como Andy Warhol.
Kusama, que falava abertamente sobre suas lutas com a saúde mental, dizia que Nova York lhe causou neuroses. Por volta de 1977, poucos anos após retornar ao Japão, ela se internou voluntariamente em um hospital psiquiátrico e viveu no local por décadas, sendo levada todas as manhãs de carro até seu ateliê nas proximidades.
“Ainda tenho alucinações até hoje”, disse Kusama em 2017.
“Bolinhas saem voando para todo lado — no meu vestido, no chão, nas coisas que estou carregando, por toda a casa, no teto. E eu as pinto.”

Fonte: G1 Entretenimento