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Sequestrado pelo Estado Islâmico por 8 meses relembra tormento: ‘desumanização e sadismo’ Comente

Mais de 100 jornais dos Estados Unidos publicarão na quinta-feira editoriais contra os ataques à imprensa do presidente Donald Trump, que chegou a chamar os meios de comunicação de “inimigos do povo americano”.

Esta iniciativa, liderada pelo histórico jornal The Boston Globe, já reuniu mais de 100 jornais do país, incluindo grandes publicações como The Houston Chronicle, Star Tribune, Miami Herald e Denver Post.

“Propomos publicar um editorial em 16 de agosto sobre os perigos do ataque da Administração à imprensa e pedir aos outros que se comprometam a publicar seus próprios editoriais na mesma data”, afirmou o Globe em carta enviada a centenas de publicações americanas.

A editora adjunta da página editorial do The Boston Globe, Marjorie Pritchard, afirmou à CNN que espera que a quantidade final de jornais participantes aumente “nos próximos dias”.

A resposta foi arrasadora. Temos alguns jornais grandes, mas a maioria são de mercados menores, todos entusiasmados por resistir ao ataque de Trump ao jornalismo

Esta resposta conjunta acontece uma semana depois de Trump insistir na ideia de que a imprensa é “o inimigo do povo americano”.

“Os veículos de imprensa falsos odeiam que diga que são os inimigos do povo só porque sabem que é VERDADE”, escreveu Trump em sua conta do Twitter.

“Causam grande divisão e desconfiança de propósito. Também podem causar guerra! São muito perigosos e doentes!”, acrescentou o líder americano.

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Moro torna Mantega réu por lavagem e corrupção, mas recusa denúncia contra Palocci 27

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelas decisões em primeira instância da Operação Lava Jato, aceitou nesta segunda-feira (13) denúncia apresentada contra Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda dos governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, e o tornou réu pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a edição das medidas provisórias 470 e 472, conhecidas como MP da Crise, que teriam beneficiado diretamente empresas do grupo Odebrecht.

De acordo com a denúncia, a Odebrecht prometeu R$ 50 milhões ao PT, por meio de Mantega, como contrapartida à publicação das medidas provisórias. A quantia, de acordo com os procuradores da Lava Jato, permaneceu à disposição de Mantega em uma conta bancária mantida pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como o setor de propinas da empresa. O valor teria sido lançado na chamada “Planilha Italiano”, sub-conta “Pós-Itália”.

Uma parcela dessa quantia teria sido entregue aos publicitários Mônica Moura e João Santana, que trabalharam em campanhas eleitorais do PT, e a André Santana, funcionário do casal, para a campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014.

Por determinação de Moro, os marqueteiros e seu funcionário também viraram réus. Além deles, viraram réus os executivos Bernardo Afonso de Almeida Gradin, Fernando Migliaccio da Silva, Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, Marcelo Bahia Odebrecht, Newton Sergio de Souza e Maurício Roberto de Carvalho Ferro, todos ligados à Odebrecht à época da edição das medidas provisórias.

Sergio Moro, porém, recusou a denúncia contra o também ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci por falta de provas. O magistrado afirmou que, por enquanto, ele poderá ser ouvido como testemunha e que a decisão poderá ser revista caso surjam novas provas.

“Segundo a denúncia, apesar dele [Palocci] ter participado dos fatos e informado sobre o acerto de corrupção, consta que teria sido Guido Mantega o responsável específico pela solicitação e pela posterior utilização dos cinquenta milhões de reais decorrentes”, diz Moro em trecho da decisão.

O UOL procurou o PT e as defesas de Mantega, Palocci e de Mônica Moura, João Santana e André Santana, mas não conseguiu contato.

Por meio de nota, a Odebrecht disse que “continu

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BC da Argentina eleva taxa de juros a 45%

Buenos Aires

A Argentina elevou sua taxa básica de juros para 45% ao ano, frente a 40%, informou o banco central nesta segunda-feira (13), após o peso despencar em decorrência de um escândalo de corrupção que envolveu políticos e empresários argentinos e também com o forte recuo da lira turca.

O banco central também emitirá menos em lebac, ou dívida de curto prazo emitida pelo banco central, que deverá vencer para reduzir o endividamento, informaram autoridades do banco nesta segunda-feira.

O movimento é consistente com US$ 50 bilhões (R$ 195 bilhões) em empréstimo que o país obteve no começo deste ano junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), disse o porta-voz do fundo, Gerry Rice, em comunicado.

O Tesouro da Argentina também instruiu o banco central a descontinuar suas vendas diárias de dólares americanos por causa da liquidez do peso, disse informou a pasta em nota.

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Após rejeição no Senado, Macri propõe descriminalizar aborto no Código Penal

uenos Aires

Apesar da derrota do projeto de lei que liberaria o aborto na Argentina até a 14ª semana nesta quinta-feira (9) no Senado, o governo do presidente Mauricio Macri voltou a fazer um gesto de apoio aos defensores da medida.

A proposta foi rejeitada durante a madrugada com 38 votos contrários, 31 a favor, uma abstenção e uma ausência. Pela lei, ela só poderia ser reapresentada ao Congresso no próximo ano legislativo, que começa em março.

Desse modo, o Executivo anunciou uma iniciativa diferente: irá incluir a despenalização do aborto no projeto de reforma do Código Penal que enviará ao Congresso ainda neste mês.

Esse artifício, porém, é bastante mais limitado que o projeto de lei, pois apenas derrubaria as penas de prisão para as mulheres que praticarem o aborto de forma clandestina. Hoje, elas são de quatro anos.

Seriam mantidas, porém, as condenações para médicos, responsáveis por clínicas clandestinas ou farmacêuticos que vendam ilegalmente os medicamentos abortivos.

Ou seja, o aborto continuaria sendo ilegal, mas se retirariam as punições às mulheres que o praticarem. O recurso seguirá sendo aprovado legalmente apenas nos casos em que já é: estupro e risco de morte da mulher.

Horas depois da derrubada da lei, Macri declarou que estava feliz com o “resultado democrático da jornada”.

“Esses debates começaram e vão continuar, vão continuar a ocorrer porque somos mais de 40 milhões e nunca pensaremos todos da mesma forma, é preciso chegar a consensos”, declarou Macri, que não descartou que o projeto seja reapresentado ao Congresso no ano que vem.

O chefe de gabinete, Marcos Peña fez um balanço positivo da sessão no Senado e afirmou que os argentinos devem aproveitar “tudo o que se aprendeu e se discutiu nesses 180 dias”, período que inclui também as audiências de esclarecimento com médicos, advogados, juristas.

Peña, que se declara antiaborto, mas que está casado com uma jornalista favorável, disse que o tema voltará a ser discutido, e que, enquanto isso, o governo irá trabalhar “para melhorar o acesso das mulheres grávidas à saúde e continuar fortalecendo seus direitos, enquanto avançaremos nas áreas de prevenção e de educação sexual”.

Indagado por jornalistas sobre se o Executivo considerava que era o caso de chamar um plebiscito ou consulta popular sobre o aborto, disse que “o governo não acredita que esse seja o caminho”.

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Iván Duque toma posse e discursa como presidente da Colômbia: ‘Chega à presidência uma nova geração’

O novo presidente da Colômbia, Iván Duque, tomou posse do cargo que vai ocupar até 2022 em cerimônia em Bogotá na tarde desta terça-feira (7). Segundo o jornal colombiano “El Tiempo”, chefes de 10 países das Américas estiveram presentes no evento. O presidente do Brasil, Michel Temer, não compareceu.

Veja os desafios que o novo presidente da Colômbia terá de encarar

Na cerimônia, Duque, considerado direitista, propôs um “pacto pela Colômbia” e disse que vai governar a Colômbia “superando as divisões de esquerda e direita” no país.

“Hoje chega à presidência da Colômbia uma nova geração motivada pelo serviço e não pelo exercício vaidoso do poder”, afirmou Iván Duque.

O novo presidente da Colômbia, Iván Duque, discursa debaixo de guarda-chuva em cerimônia de posse em Bogotá (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins) O novo presidente da Colômbia, Iván Duque, discursa debaixo de guarda-chuva em cerimônia de posse em Bogotá (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins)

O novo presidente da Colômbia, Iván Duque, discursa debaixo de guarda-chuva em cerimônia de posse em Bogotá (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins)

O novo presidente também fez um duro discurso de combate à corrupção “que tem deslegitimado o Estado”, um dos pilares do então candidato durante a campanha eleitoral. “Nos doem muito os escândalos na alimentação escolar, no sistema de saúde, nos projetos de infraestrutura, nos abusos da contratação direta ou nos perigosos cartéis”, citou.

“Vamos punir severamente as empresas, donos e gestores que corrompam funcionários, proibindo perpetuamente contratações com o Estado”, prometeu o presidente Duque.

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Ex-chefe policial municipal assume participação em ataque com drone na Venezuela

Um ex-chefe policial municipal na Venezuela e ativista antigoverno diz ter ajudado a organizar uma operação para lançar drones armados sobre um comício militar no sábado (4), que o presidente Nicolás Maduro chamou de uma tentativa de assassinato.

Em entrevista à Reuters, Salvatore Lucchese, um ativista venezuelano que foi preso anteriormente por seu papel em protestos passados, disse que orquestrou o ataque com uma associação de militantes anti-Maduro conhecidos na Venezuela como a “resistência”.

A “resistência” referida por Lucchese é um coletivo difuso de ativistas de rua, organizações estudantis e ex-oficiais militares. O grupo possui pouca estrutura formal, mas é conhecido no país principalmente por organizar protestos nos anos recentes nos quais manifestantes entraram em confronto com a polícia e soldados.

A Reuters não pôde verificar de forma independente as afirmações de Lucchese sobre o ataque, no qual drones voaram sobre o comício no centro de Caracas. Explosivos a bordo dos drones detonaram, ferindo sete militares e fazendo com que participantes do evento buscassem cobertura.

Lucchese descreveu o incidente como parte de um esforço contínuo e armado contra Maduro. Ele se negou a descrever seu papel preciso na operação, na resistência ou a identificar outros envolvidos, citando a necessidade de proteger suas identidades.

“Nós possuíamos um objetivo e no momento não fomos capazes de materializá-lo 100 por cento”, disse Lucchese em entrevista em Bogotá, onde está viajando por conta de atividades com outras figuras da oposição. “O esforço armado irá continuar.”

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu um pedido de comentário.

Mais cedo neste ano, Lucchese se separou do Vontade Popular, um proeminente partido da oposição, dizendo discordar de seus diálogos contínuos com o governo Maduro. O governo é amplamente criticado por suas táticas autoritárias, abusos de direitos humanos e políticas econômicas que levaram a uma recessão e casos de desnutrição por todo o país.

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Vice-presidente da Nicarágua acusa opositores por mortes em protestos: ‘Golpistas’

A vice-presidente e primeira-dama da Nicarágua, Rosario Murillo, culpou nesta terça-feira (7) a oposição por exercer um “terrorismo golpista” que causou mortes nos protestos contra o governo de Daniel Ortega.

“São 197 irmãos cujas vidas foram ceifadas pelo terrorismo golpista, por criminosos. Eles nos mataram”, declarou Murillo em sua mensagem diária na mídia oficial. Segundo a polícia, morreram 22 policiais e apenas cinco estudantes desde o início das manifestações, em 18 de abril.

“Que paguem por seus crimes. Estes golpistas assassinaram nossos irmãos”, disse Murillo.

Manifestantes levaram bandeiras da Nicarágua (Foto: Jorge Cabrera/Reuters) Manifestantes levaram bandeiras da Nicarágua (Foto: Jorge Cabrera/Reuters)

Manifestantes levaram bandeiras da Nicarágua (Foto: Jorge Cabrera/Reuters)

O número declarado pela vice-presidente contrasta com os mais de 400 mortos contabilizados por organizações de direitos humanos. Muitos deles seriam estudantes, inclusive a brasileira Raynéia Gabrielle Lima, 30 anos, que estudava medicina.

A vice-presidente declarou que o governo sabe quem liderou, promoveu, financiou e executou o “golpe de estado, esta sangrenta tentativa de deter o bom caminho que trilhava” a Nicarágua.

‘Nicarágua vive administrando o medo’, diz ex-vice de Ortega

“Mas vencemos, somos livres, não puderam passar e não passarão”, disse a mulher de Ortega sobre os manifestantes, que o governo da Nicarágua chama de “direitistas, satânicos, vândalos, delinquentes” e pessoas “diabólicas”.

Perseguição a manifestantes

Parentes abraçam universitário livre após ficar preso durante a noite toda na Igreja Católica da Divina Misericórdia para fugir de emboscada na Universidade Autônoma Nacional da Nicarágua (Unan), em Manágua, em 14 de julho (Foto: Reuters/Oswaldo Rivas) Parentes abraçam universitário livre após ficar preso durante a noite toda na Igreja Católica da Divina Misericórdia para fugir de emboscada na Universidade Autônoma Nacional da Nicarágua (Unan), em Manágua, em 14 de julho (Foto: Reuters/Oswaldo Rivas)

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Ex-vice-presidente da Argentina é condenado a 5 anos de prisão em caso de corrupção

Amado Boudou, ex-ministro da Economia e vice-presidente da Argentina no governo de Cristina Kirchner, foi considerado culpado e condenado nesta terça-feira a cinco anos e 10 meses de prisão por corrupção em julgamento nesta terça-feira (7).

O 4º Tribunal Federal, em Buenos Aires, decidiu que um acordo que Boudou fez para comprar uma empresa falida de impressão de dinheiro era “incompatível com o cargo público”. O político, segundo a acusação, ajudou a companhia a sair da da falência em troca de uma participação acionária em 2010, quando era ministro da Economia. Ele se declarou inocente.

Boudou tornou-se a autoridade mais graduada no governo de Cristina a receber uma sentença de prisão, mas vários ex-funcionários estão enfrentando acusações de corrupção.

Governo Kirchner no alvo das investigações

Cristina Kirchner durante discurso no Unidad Ciudadana (Foto: Martin Acosta/Reuters) Cristina Kirchner durante discurso no Unidad Ciudadana (Foto: Martin Acosta/Reuters)

Cristina Kirchner durante discurso no Unidad Ciudadana (Foto: Martin Acosta/Reuters)

O avanço nos processos judiciais contra ex-autoridades desde que o presidente Mauricio Macri assumiu em dezembro de 2015 foi anunciado como um marco para um país há muito tempo conhecido pela impunidade, mas Cristina Kirchner e seus aliados alegam que os casos são perseguição política.

Cristina foi acusada de corrupção, mas goza de imunidade à prisão como senadora — ela foi eleita ao Senado em 2017. Ela admitiu possível corrupção em seu governo, mas nega ter cometido erros.

Entenda como Cristina Kirchner sobrevive aos escândalos de corrupção

Antes de a sentença ser lida, Boudou disse que o caso era “uma questão de vingança” contra integrantes do governo de centro-esquerda de Cristina.

Na semana passada, a polícia argentina prendeu 12 pessoas acusadas de corrupção durante o kirchnerismo.

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Estudante francês desaparecido na região serrana do Rio é encontrado com vida Comente

O estudante francês Marc Meslin, procurado há vários dias após desaparecer na região serrana do Rio de Janeiro, foi encontrado com vida nesta terça-feira (7) por uma equipe do Corpo de Bombeiros, informou o consulado da França.

“Após cinco dias de buscas, o turista francês Marc Meslin foi localizado na região conhecida como Vale da Morte”, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, por equipes do Corpo de Bombeiros (CBMERJ), revelou o consulado.

“O turista, que foi encontrado lúcido, está sendo resgatado pelo Corpo de Bombeiros” e será encaminhado “a um hospital da região para uma avaliação de seu estado de saúde”, acrescenta o comunicado.

Socorristas citados pelo site do jornal O Globo revelaram que o resgate é difícil, por se tratar de uma zona de difícil acesso, mas destacaram que o jovem “está bem”.

Meslin, 22 anos, iniciou a chamada Travessia Teresópolis-Petrópolis na quarta-feira (1º) passada e na sexta (3) os bombeiros foram acionados para encontrá-lo.

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Conflito armado deixou mais de 260 mil mortos na Colômbia, diz relatório

Mais de 260 mil pessoas morreram na Colômbia durante as quase seis décadas de conflito armado, afirmou um relatório do Centro Nacional Colombiano de Memória Histórica divulgado nesta quinta-feira (2). Essa é a pesquisa mais abrangente sobre mortes neste período já realizada.

A pesquisa contabilizou mortes relacionadas ao conflito, incluindo assassinatos, massacres e ataques terroristas. Das 262.197 vítimas, cerca de 215 mil eram civis.

Grupos paramilitares formados para combater guerrilheiros foram responsáveis por 94.754 mortes, as guerrilhas por 35.683 e forças de segurança por 9.804. Além disso, entre os 80.500 desaparecidos deste período, 70.587 jamais foram encontrados.

O estudo revela ainda que mais de 15,7 mil pessoas foram vítimas de violência sexual.

Para o relatório, pesquisadores contaram com o apoio de centenas de instituições e estudaram mais de 10 mil documentos, que ajudaram a traçar um panorama mais abrangente sobre as mortes.

O ministro colombiano de Defesa, Luis Carlos Villegas, disse que o relatório é chocante e revela a importância de continuar trabalhando pela paz. Em 2016, o governo do país assinou um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que pôs fim à guerrilha.

Um estudo anterior havia calculado em 220 mil o