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Vulcão Popocatépetl entra em atividade após terremoto no México

“Imagine uma garrafa de refrigerante. Pense o que aconteceria se a agitássemos com força e a abríssemos. Ao fazer isso, todo o gás acumulado sairia voando”, explica a este jornal o diretor do Centro Nacional de Prevenção de Desastres (Cenapred), Hugo Delgado. Algo parecido aconteceu com o vulcão Popocatépetl depois do terremoto que abalou o centro do México no dia 19 de setembro e causou mais de 330 mortes. O terremoto também moveu as entranhas do colosso de mais de 5.400 metros de altura, que na quarta-feira amanheceu com uma fumarola de dois quilômetros, com vapor d’água e cinzas, lembrando ao centro do país que ele está mais vivo do que nunca. E a apenas 60 quilômetros da capital.

Embora o órgão encarregado de monitorar o vulcão explique que a atividade está dentro dos parâmetros habituais e em uma fase mínima de risco, reconhece que o terremoto precipitou a erupção. “Antes dos tremores tínhamos visto manifestações indicando que estava havendo acumulação de material magmático na cratera. Portanto, sabíamos que isso iria acontecer, mas havíamos previsto que seria em outubro. O mais provável era que o tremor tenha feito com que acontecesse antes”, explica o diretor do órgão e doutor em vulcanologia.

O vento decidiu que a chuva de cinzas se deslocasse em direção a Morelos, justamente uma das regiões mais afetadas pelo terremoto. E os especialistas alertam que, embora esteja em uma fase dois de emergência e devam ser seguidas apenas as recomendações básicas (não se aproximar da cratera), isso pode piorar as condições em que se encontram alguns prédios danificados pelo terremoto. “Recomendamos não deixar as cinzas se acumularem nos telhados mais instáveis, porque com as chuvas intensas eles podem ficar mais pesados e desabar”, explica Delgado.

Embora os técnicos do Cenapred insistam que a atividade é habitual e que não determinaram uma relação direta com o terremoto de uma semana atrás, existem antecedentes de que um fenômeno sísmico forte pode aumentar a atividade do vulcão. Delgado explica que depois de um tremor de magnitude semelhante ao de 19 de setembro, ocorrido em 15 de junho de 1999, o Popocatépetl experimentou uma das fases mais eruptivas de sua história. Isso aconteceu um ano depois, em dezembro de 2000.

A erupção da quarta-feira começou por volta das três da manhã e emitiu fragmentos incandescentes, que voaram entre 600 metros e um quilômetro de distância, sobre as encostas do vulcão. Tudo dentro do perímetro de segurança de 12 quilômetros. Essa atividade continuou por mais de seis horas e fez cair cinzas nas aldeias de Ecatzingo e Atlautla, no Estado do México, e em Atlatlahuacán, Ocuituco, Oaxtepec, Jiutepec e Yautepec, em Morelos.

O Popocatépetl, que na língua náuatle significa “montanha fumegante”, é monitorado 24 horas por quatro câmeras de vídeo que transmitem toda a sua atividade ao vivo. Em um raio de 100 quilômetros vivem cerca de 27 milhões de pessoas e, portanto, sempre que o vulcão entra em erupção todos os alarmes são ligados. Os habitantes do centro do país se perguntam se a natureza pode dar uma trégua.

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Forte terremoto atinge a Cidade do México no aniversário do tremor de 1985 33

Um terremoto de magnitude 7.1 atingiu o México na tarde desta terça-feira (19). O forte tremor foi sentido na Cidade do México, onde edifícios caíram e pessoas estão soterradas. Ao menos 119 mortes foram confirmadas.

O tremor abala a cidade no mesmo dia em que era lembrado o 32º aniversário do grande terremoto de 1985, que deixou milhares de mortos na capital mexicana. O terremoto de hoje é oficialmente o mais mortífero no país desde o desastre de 1985.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que prédios desabaram e carros foram esmagados pelos escombros.

O prefeito da Cidade do México disse que há pessoas presas nas ruínas de alguns prédios.

Autoridades confirmam que 54 mortes foram registradas no Estado de Morelos, nove no Estado do México, 26 em Puebla e 30 na Cidade do México.

O epicentro do tremor foi nos arredores de Axochiapan, no Estado de Morelos, a cerca de 120 km da capital, segundo o Serviço Nacional mexicano. Ele foi registrado a 57 km de profundidade.

Após o terremoto, havia cenas de pânico e pessoas choravam pelas ruas. O tremor ocorreu apenas algumas horas depois de muitos participarem de treinamentos sobre terremotos em todo o país no aniversário do sismo devastador de 1985.

“Estou consternada, não consigo conter o choro, é o mesmo pesadelo de 1985”, disse à AFP, entre lágrimas, Georgina Sánchez, de 52 anos, chorando em uma praça da Cidade do México.

Aeroportos fechados e prédios no chão

Todas as operações do aeroporto internacional da Cidade do México foram suspensas. Ao menos 44 edifícios em diferentes lugares da capital desabaram. O chefe do governo, Miguel Ángel Mancera, decretou emergência nacional.

Funcionários da Defesa Civil advertiam a população para o risco de vazamento de gás. “Não fumem! Há vazamentos de gás!”, gritavam os socorristas, enquanto corriam pelas ruas na região de Roma Norte.

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, convocou o Comitê Nacional de Emergências para avaliar a situação e coordenar ações. Ele enviará aproximadamente 3.000 soldados para a Cidade do México para apoiar os trabalhos de resgate.

Em postagens no Twitter, o presidente insistiu para que a população evite circular pelas ruas e avenidas para liberar o caminho para os serviços de emergência.

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Ilha particular de famoso bilionário é devastada pelo furacão Irma; veja

O bilionário britânico Richard Branson, fundador da Virgin, um conglomerdo de mais de 300 empresas, está entre os atingidos pelo furacão Irma, que deixou um rastro de destruição pelo Caribe. Morando há quase 10 anos em uma ilha privativa nas Ilhas Virgens Britânicas, ele viu seu paraíso ser destruído.

No Instagram, Branson divulgou um vídeo de como ficou a Necker Island, mostrando um cenário desolador. Mas ele deixou claro que o problema não está na residência de um dos maiores bilionários do mundo, mas nas tantas pessoas que perderam tudo.

Muito das construções e da vegetação em Necker foi distruído ou bastante danificado. Mas a história do furacão Irma nas Ilhas Virgens Britâncias não é sobre Necker, mas sobre as dezenas de melhores de pessoas que perderam suas casas. A Virgin está coordenando as ajudas às famílias e comunidades afetadas nas Ilhas Virgens”, escreveu, fazendo um apelo e pedindo doações a partir do site de sua empresa.

De acordo com Branson, ninguém estava na ilha durante a passagem do furacão. Ele, sua família e funcionários migraram para Porto Rico, onde o biolionário diz estar colaborando nos trabalhos de ajuda humanitária.

“O Virgin Group está fazendo tudo que pode para ajudar e assistir nossas comunidades locais durante esses tempos de desafio”, disse a empresa, em comunicado.

Fonte: Uol

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Sobe para 35 número de mortos no México após forte terremoto

O forte terremoto registrado na noite de ontem (7) no México, de magnitude 8,2 na escala Richter, deixou pelo menos 35 mortos no sul do país – 25 no estado de Oaxaca, sete em Chiapas e três em Tabasco -, segundo os dados mais atualizados das autoridades locais. As informações são da agência de notícias EFE.

Em declarações ao canal Televisa, o governador do estado de Oaxaca, Alejandro Murat, atualizou o número de mortos na sua região para 25 pessoas e disse que há vários feridos, ainda que a nível de infraestruturas os danos parecem ser menores, segundo as avaliações feitas até o momento.

Apenas em Juchitán de Zaragoza, no istmo de Tehuantepec (em Oaxaca), uma parte do palácio municipal caiu e há danos em muitas moradias, que causaram a morte de 17 pessoas.

O secretário de Defesa Civil do Governo de Chiapas, Luis Manuel García Moreno, elevou de três para sete as vítimas em Chiapas. “Lamentavelmente temos o registro de sete pessoas mortas. Três ocorreram no município de San Cristóbal de las Casas, dois em Villaflores, uma mais em Pijijiapan e uma mais em Jiquipilas”, segundo a Televisa. Além disso, mais três pessoas, menores de idade, morreram no estado de Tabasco.

Assim, até o momento, o número total de mortos por causa deste tremor de magnitude de 8,2 na escala de Richter, com epicentro em frente ao litoral de Chiapas, no sudeste do México, subiu para 35, ao mesmo tempo que foram registradas várias quedas de casas e cortes no fornecimento de energia elétrico.

Quanto aos feridos, o coordenador de Proteção Civil, Luis Felipe Puente, apontou que a Secretaria de Saúde ainda está realizando uma recontagem nos hospitais das pessoas que ingressam por feridas causadas pelo tremor.

Puente disse que a Secretaria de Comunicações e Transportes informa de deslizamentos em algumas estradas e “pequenos danos”, ainda que diversos sistemas de transporte do país, bem como todo tipo de infraestruturas públicas e as escolas de 11 estados permanecem fechadas para serem submetidas a uma revisão.

“A rede estrada federal opera em todo o país. Os estados de Chiapas, Oaxaca e Tabasco registram alguns danos sem afetar a conectividade”, explicou em um comunicado o secretário de Comunicações e Transportes do México, Gerardo Ruiz Esparza.

Antes, em uma mensagem á imprensa desde o Centro Nacional de Prevenção de Desastres (Cenapred), o presidente do México, Enrique Peña Nieto, informou que este tremor tem uma magnitude similar a um registrado em 1932 e foi maior que o de 1985, de 8,1 e que deixou milhares de mortos e desaparecidos na Cidade do México.

O presidente pediu para não se baixar a guarda porque podem acontecer fortes réplicas, ainda que menores. Até o momento, após o terremoto aconteceram 266 réplicas, a maior delas de 6,1 graus na escala Richter.

O terremoto fez tremer pelo menos dez estados do sul e do centro do México, pelo que até 50 milhões de pessoas – quase a metade da população do país – pôde senti-lo, segundo Peña Nieto.

Por causa deste fato, a Defesa Civil aproveitava para convocar a participação no simulacro, que está previsto para acontecer em todo o país no dia 19 de setembro, coincidindo com o aniversário do devastador tremor de 1985.

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Confrontos entre rebeldes e Exército em Mianmar provocam a fuga de mais de 18 mil pessoas

Os confrontos entre o Exército birmanês e os rebeldes muçulmanos rohingyas começaram no dia 25 de agosto, quando centenas de homens atacaram dezenas de postos policiais no estado de Rakhine.

Pelo menos 18.500 refugiados de Mianmar cruzaram a fronteira com Bangladesh, fugindo dos combates que continuavam nesta quarta-feira (30) entre o Exército birmanês e os rebeldes muçulmanos rohingyas.

Na área mais afetada pela violência, que já provocou 110 mortos em seis dias, várias aldeias foram incendiadas nesta quarta, constatou uma jornalista da AFP durante uma excursão organizada pelo governo.

Os confrontos começaram no dia 25 de agosto, quando centenas de homens, que fariam parte do Arakan Rohingya Salvation Army (ARSA), atacaram dezenas de postos policiais no estado de Rakhine.

Na cidade de Maungdaw, onde foram registrados tiroteios, a tensão era grande: cinco homens da etnia rakhine, budista, foram esfaqueados até a morte, segundo as autoridades.

A violência forçou milhares de civis, especialmente da minoria perseguida dos rohingyas, a fugir.

“Os aldeões estão fugindo… Onde vamos viver agora?”, lamentou, por telefone, um homem que vive perto desta cidade no centro dos últimos confrontos. Segundo ele, o Exército incendiou as habitações.

“No total, 18.500 pessoas atravessaram (a fronteira) desde 25 de agosto, quando começaram os combates”, disse à AFP Chris Lom, porta-voz da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

A estimativa tem como base os dados das ONGs que ajudam os refugiados na região de Cox’s Bazar, em Bangladesh.

“Também sabemos que pessoas estão bloqueadas na fronteira, mas não sabemos quantas”, afirmou Chris Lom, que ressaltou a dificuldade do trabalho na região. Nos últimos dias Bangladesh negou a entrada de parte dos refugiados, principalmente de mulheres e crianças.

Os corpos de duas mulheres e duas crianças rohingyas foram encontrados nesta quarta-feira no rio do lado de Bangladesh, segundo informou à AFP um oficial. Muitos refugiados tentam atravessar o rio que separa os dois países em embarcações precárias ou a nado.

Mais de 400.000 refugiados rohingyas já estão em Bangladesh após fugirem das violências anteriores.

– Risco de radicalização -Os rohingyas são considerados estrangeiros em Mianmar, um país com 90% da população budista, e são apátridas, apesar da presença de algumas famílias há algumas gerações no país.

Eles não têm acesso ao mercado de trabalho, às escolas nem aos hospitais. Nos últimos anos, o auge do nacionalismo budista exacerbou a hostilidade contra o grupo, com vários confrontos que deixaram mortos.

Raramente os rohingyas recorreram à luta armada, mas a situação mudou drasticamente em outubro passado quando um grupo de rebeldes armado com facas lançou ataques surpresas contra postos de fronteira.

O Exército birmanês reagiu violentamente, iniciando uma campanha de repressão que, segundo a ONU, poderia ser considerada uma limpeza étnica.

Recentemente, uma comissão internacional liderada pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan cobrou de Mianmar mais direitos à minoria muçulmana, que conta com cerca de um milhão de pessoas, sob o risco de “se radicalizar”.

Mas o governo, liderado pela ex-dissidente Aung San Suu Kyi, tem adotado uma linha dura.

A Prêmio Nobel da Paz acusou na segunda-feira os “terroristas” rohingyas que realizam os ataques no oeste do país de utilizar crianças soldados e incendiar os vilarejos.

A pressão internacional tem aumentado sobre o governo. No domingo, o papa expressou sua solidariedade e pediu respeito aos direitos dos “nossos irmãos rohingyas”. Já a ONU pediu proteção aos civis.

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Três brasileiros são presos nos Estados Unidos por lavagem de dinheiro

Segundo as autoridades locais, os três, imigrantes ilegais, teriam gerenciado um esquema ilegal que movimentou mais de US$ 100 milhões.

Brasileiros presos nos EUA (Foto: Escritório do Procurador do Condado de Burlington)Brasileiros presos nos EUA (Foto: Escritório do Procurador do Condado de Burlington)

Brasileiros presos nos EUA (Foto: Escritório do Procurador do Condado de Burlington)

Três brasileiros foram presos na última segunda-feira (28) pela polícia do condado de Burlington, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, com a acusação de lavagem de dinheiro.

Segundo o Escritório do Procurador do Condado de Burlington, os três homens – teriam movimentado mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 316 milhões), além de permanecerem nos EUA de forma ilegal.

Renato Maia Da Silva, de 51 anos, Wesley dos Santos, de 33, e Lucas Alves, de 34, foram detidos em uma operação policial durante a qual foram apreendidos US$ 450 mil dólares (cerca de R$ 1,4 milhão), nove veículos, três motocicletas e 30 relógios de luxo. Além disso, várias contas correntes e cofres de aluguel em bancos.

A investigação, que durou mais de nove meses, começou quando agentes desconfiaram que a Consultoria MAIA descontava cheques de forma irregular. O inquérito apurou que a empresa era usada para pagar trabalhadores ilegais nos EUA, especialmente no setor da construção civil. Muitas empresas de construção da Costa Leste dos EUA estariam envolvidas no esquema.

“Este não é um crime sem vítimas. As transações financeiras ilegais aumentaram os custos de construção em nossa região, privaram o governo de impostos e colocaram trabalhadores vulneráveis em perigo”, destacou o promotor Scott Coffina.

Segundo a polícia local, Silva era o dono da Consultoria MAIA, e junto com os dois outros brasileiros abriu empresas de fachada para obter ainda mais lucro com o esquema de lavagem de dinheiro. A análise de múltiplas contas bancárias e transações financeiras teriam revelado a lavagem de mais de US$ 100 milhões de dólares através de um “elaborado e ilegal esquema de cotação de cheques”, burlando regulações trabalhistas e obrigações de seguro e de impostos. A consultoria recebia parte do dinheiro lavado.

Além de responder na Justiça americana por lavagem de dinheiro, Silva, Santos e Alves vão ter a situação imigratória analisada pelo governo pois eram imigrantes ilegais nos Estados Unidos.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/tres-brasileiros-sao-presos-nos-estados-unidos-por-lavagem-de-dinheiro.ghtml

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Missão de Paz no Haiti: veja altos e baixos nos 13 anos de presença militar brasileira

Minustah conseguiu levar um mínimo de estabilidade após o país estar à beira de um conflito social, em 2004. No entanto, como apontam especialistas, houve problemas, como um surto de cólera e pouco apoio a uma reforma do Estado haitiano. Tropas sairão do Haiti até o dia 15 de outubro.

Militares da Minustah no Haiti (Foto: UN/MINUSTAH/Jesús Serrano Redondo)Militares da Minustah no Haiti (Foto: UN/MINUSTAH/Jesús Serrano Redondo)

Militares da Minustah no Haiti (Foto: UN/MINUSTAH/Jesús Serrano Redondo)

Estabilidade social e pacificação de favelas são alguns dos feitos atribuídos à Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), que foi liderada por tropas brasileiras e vai se retirar do país até o dia 15 de outubro. Por outro lado, o escândalo de um surto de cólera e a não reestruturação do Estado são apontados pelos especialistas em defesa como os pontos baixos da sua atuação.

A Minustah foi criada em 2004 para estabilizar o Haiti, que estava à beira de uma guerra civil após a queda do presidente Jean-Bertrand Aristide. Treze anos depois, depois da sua retirada, a ONU enviará uma nova missão com o objetivo de avançar a Justiça no país.

O G1 está no país para acompanhar o encerramento das atividades do Brasil na ilha.

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

Veja a seguir os altos e baixos desses 13 anos de atuação da Minustah:

ALTOS

Mínima estabilidade social

Mulher carrega bananas no mercado público em Cabaret, perto de Port-au-Prince. (Foto:  Thony Belizaire/AFP)Mulher carrega bananas no mercado público em Cabaret, perto de Port-au-Prince. (Foto:  Thony Belizaire/AFP)

Mulher carrega bananas no mercado público em Cabaret, perto de Port-au-Prince. (Foto: Thony Belizaire/AFP)

A Minustah é reconhecida por ter devolvido ao Haiti alguma estabilidade ao país, que vivia uma convulsão social após a queda de Aristide, ainda que essa estabilidade não seja a ideal.

“Sem dúvida alguma houve uma recuperação da estabilidade social do governo que consequentemente trouxe o nível de violência para uma situação mais sustentável. O grande problema é se o governo conseguirá sustentar isso no longo prazo”, diz ao G1 Gunter Rudzit, professor de relações internacionais da ESPM, especialista em segurança internacional.

Para o professor, a continuidade da estabilidade dependerá de se a população haitiana conseguirá seguir e respeitar o processo democrático. Os períodos que antecedem eleições costumam ser tensos no país, com ondas de protestos e violência em redutos eleitorais. “O elemento essencial é que a população aceite a ideia de alternância de poder. Isso é uma mudança cultural que, se não houver por parte da população, não tem força de paz que consiga dar conta”, diz Rudzit.

Pacificação de favelas e segurança

Capitão brasileiro, em 2013, na favela de Cité Soleil (Foto: Tahiane Stochero)Capitão brasileiro, em 2013, na favela de Cité Soleil (Foto: Tahiane Stochero)

Capitão brasileiro, em 2013, na favela de Cité Soleil (Foto: Tahiane Stochero)

A missão de paz foi responsável por garantir a segurança nas ruas, em um país marcado pela violência de gangues. Ajudou a pacificar favelas mais violentas, como a Bel Air, no centro de Porto Príncipe, a Cité Militaire e a Cité Soleil.

“Não é uma situação totalmente pacífica, porque as gangues ainda existem, a violência ainda existe, mas houve uma recuperação desse controle central”, diz Rudzit.

Foi essa recuperação do controle que permitiu, a partir de 2007, à missão investir em pequenas obras de infraestrutura – como o asfalto de algumas estradas e a construção de poços –, no relacionamento com a população local e no apoio ao governo. A pacificação também possibilitou que vendedores ambulantes e pequenos comércios voltassem às ruas e movimentassem a economia local.

Treinamento e expertise militar

Soldado brasileira em atividade no Haiti (Foto: Flickr/Ministério da Defesa)Soldado brasileira em atividade no Haiti (Foto: Flickr/Ministério da Defesa)

Soldado brasileira em atividade no Haiti (Foto: Flickr/Ministério da Defesa)

Para os militares ouvidos pelo G1, o treinamento e aprendizado de técnicas de combate em terreno urbano foi um dos grandes diferenciais e legados da missão de paz para o Brasil. As Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – aprenderam a trabalhar conjuntamente em uma missão, atuando juntos para o transporte de suprimentos, divisão de tarefas e também nas atividades de logística, para manter as tropas em pleno funcionamento no Haiti. O Brasil usou o Haiti como laboratório para técnicas de combate.

“O que ficou para o Brasil foi a experiência em treinamento e a experiência profissional de mais de 37,5 mil militares, que realizaram operações em área urbana. O Exército mostrou grande expertise e uma tropa extremamente qualificada, que nos deu prestígio internacional e interno na ONU, pois não tivemos nenhum problema grave de conduta. O Brasil, sem dúvida, interpreta como um case de sucesso”, diz o general do Exército da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi comandante militar da missão de paz no Haiti entre 2006 e 2009, tendo sido o oficial brasileiro que mais tempo ficou no cargo mais alto da missão de paz na área militar.

Resposta aos desastres ambientais

Família em meio a destroços após passagem do furacão Matthew no Haiti. (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins/Files)Família em meio a destroços após passagem do furacão Matthew no Haiti. (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins/Files)

Família em meio a destroços após passagem do furacão Matthew no Haiti. (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins/Files)

A infraestrutura do país, que já era deficiente, veio abaixo com o grande terremoto de 2010 e voltou a ser afetada pela passagem do furacão Matthew, em 2016. A Minustah, junto com o trabalho de ONGs e organizações internacionais presentes no Haiti, ajudou a reconstruir o país.

“Se não houvesse a presença de uma estrutura governamental existente que era a Minustah depois desses dois eventos catastróficos, o Haiti teria afundado em caos. O governo haitiano era completamente disfuncional, não tinha infraestrutura de comando, de administração, gente em campo trabalhando. Não tinha polícia, médico, engenheiro… a Minustah ofereceu tudo isso”, diz Rudzit.

Sem denúncias graves sistemáticas

Diferente de capacetes azuis em atuação em países da África, os soldados da Minustah não foram alvos de uma denúncia sistemática de má conduta, como abuso sexual — houve casos pontuais que, em sua maioria, não envolviam brasileiros.

Em dezembro de 2011, a Rede Nacional de Defesa dos Direitos Humanos (RNDDH) denunciou que, desde a chegada da Minustah ao Haiti em 2004, agentes estiveram envolvidos “em casos de estupro, roubo, assassinato e detenções ilegais e arbitrários” e citou uma dezena deles. O envolvimento de três brasileiros em agressão contra jovens foi investigado. Nenhuma outra denúncia grave foi feita contra militares do Brasil.

“O Brasil tem o mérito de ter tido sucesso de conduzir a missão em mais de uma década sem crise, sem episódios que riscassem esse desempenho brasileiro. Não teve, por exemplo, algo similar ao episódio infeliz e revoltante de abuso sistemático de crianças da África”, diz Peterson Silva, professor de relações internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco.

BAIXOS

Surto de cólera

Haitiano com sintomas do cólera espera atendimento, em 2014,  em Porto Príncipe. (Foto: AP )Haitiano com sintomas do cólera espera atendimento, em 2014,  em Porto Príncipe. (Foto: AP )

Haitiano com sintomas do cólera espera atendimento, em 2014, em Porto Príncipe. (Foto: AP )

Um surto de cólera que atingiu o país em 2010 e que, até o ano passado, tinha deixado mais de 10 mil mortos, manchou a reputação dos capacetes azuis. Soldados do Nepal foram acusados de levar a doença ao Haiti, e a ONU reconheceu que eles foram a provável fonte da doença. No ano passado, o então secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu desculpas pelo papel que os soldados da Minustah desempenharam para conter o surto. Ele reconheceu que a missão não fez o suficiente para ajudar a impedir a contaminação pelo país.

Reestruturação do Estado e da economia

Rua de Porto Príncipe (Foto: Tahiane Stochero/G1)Rua de Porto Príncipe (Foto: Tahiane Stochero/G1)

Rua de Porto Príncipe (Foto: Tahiane Stochero/G1)

Na visão dos especialistas, a ONU poderia ter investido mais em programas para tentar alavancar instituições do governo e a economia do Haiti, que sofre com problemas básicos como falta de saneamento básico e coleta de lixo. “Este é o ponto fraco da missão. A ONU poderia ter aproveitado o componente militar para intensificar com recursos e programas robustos essa questão do fortalecimento das questões do governo. Por mais que seja difícil trabalhar com o governo local, por questões como a corrupção e a fragilidade institucional, é difícil você deixar o governo aparte disso”, diz Silva.

A reestruturação da Justiça do país é o novo foco da ONU, que anunciou a criação da Missão das Nações Unidas para o Apoio à Justiça no Haiti (Minusjusth) para dar continuidade ao trabalho de capacitação da Polícia Nacional.

Investimento estrangeiro

A injeção de recursos estrangeiros no Haiti, principalmente as feitas após os desastres naturais, ajudou o país a se reerguer, mas não gerou benefícios ao Estado, já que foi direcionado a ONGs e organizações internacionais que atuam no território. “Particularmente, não enxergo que esses recursos foram bem aproveitados. Em 2010, principalmente, houve uma injeção pós-terremoto e de ajuda humanitária, mas não sei até que ponto esses recursos se tornaram efetivamente um legado institucional para o governo local”, questiona Silva.

Eleições

Eleitores fazem fila para votar na capital Porto Príncipe, este ano (Foto: Jeanty Junior Augustin/Reuters)Eleitores fazem fila para votar na capital Porto Príncipe, este ano (Foto: Jeanty Junior Augustin/Reuters)

Eleitores fazem fila para votar na capital Porto Príncipe, este ano (Foto: Jeanty Junior Augustin/Reuters)

As eleições no Haiti têm histórico de fraudes, devido às dificuldades de alistamento e controle censitário da população e de quem vota, corrupção e desrespeito aos resultados. Todas as eleições recentes do país tiveram que ser intermediadas pela ONU e por embaixadores brasileiros, que foram peças-chave para um consenso entre as autoridades do país. Essa mediação permitiu a aceitação de um dos candidatos mais votados, já que o derrotado se recusava a fazer o mesmo. Há um histórico de fraudes e discussões internas no país para decidir quem seria o vencedor.

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Harvey volta a tocar o solo nos EUA; número de mortos aumenta

Tempestade tropical tocou o solo na Louisiana, na manhã desta quarta. Harvey deve se tornar depressão tropical na noite desta quarta.

Mais de 8.400 desalojados estão no centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)Mais de 8.400 desalojados estão no centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)

Mais de 8.400 desalojados estão no centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)

A tempestade tropical Harvey voltou a tocar o solo, agora em Cameron, na Louisiana, nesta quarta-feira (30), levando fortes chuvas para região vizinha do estado do Texas. O Centro Nacional de Furacões afirmou que a previsão é de enfraquecimento da tempestade, que deve se tornar depressão tropical na noite desta quarta, segundo a Reuters.

No Texas, Harvey, que chegou na sexta-feira como o furacão mais forte a atingir o estado em mais de 50 anos, deixou um rastro de destruição.

A tempestade provocou inundações catastróficas, matou ao menos 17 pessoas, forçou retiradas em massa e paralisou Houston, a quarta maior cidade dos EUA. Pelo menos 13 mil pessoas precisaram ser resgatadas e milhares ainda tentam sair de pontos que estão alagados em Houston.

O prejuízo foi estimado em dezenas de bilhões de dólares, fazendo da tempestade um dos desastres naturais mais custosos da história dos Estados Unidos.

Centro de convenções George R. Brown, em Houston, onde estão mais de 8.400 desabrigados (Foto: Felippe Coaglio/G1)Centro de convenções George R. Brown, em Houston, onde estão mais de 8.400 desabrigados (Foto: Felippe Coaglio/G1)

Centro de convenções George R. Brown, em Houston, onde estão mais de 8.400 desabrigados (Foto: Felippe Coaglio/G1)

Há previsão de alívio para Houston. Meteorologistas disseram que os cinco dias de chuvas torrenciais podem chegar ao fim à medida que a tempestade ganha velocidade e deixa a região do Golfo do México no final desta quarta-feira.

Na terça-feira (29), os moradores de um raio de 2,4 km distante da planta química de Arkema precisaram deixar suas casas por precaução. A indústria química notificou os bombeiros por conta do risco de reações químicas que poderiam acarretar em um incêndio no local.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitou o Texas na terça e prometeu que o governo dará uma resposta completa à devastadora tempestade que é o maior desastre natural ocorrido desde que assumiu a Casa Branca.

O presidente dos EUA, Donald Trump, cumprimenta o governador do Texas, Greg Abbott, durante reunião sobre a resposta aos danos causados pela tempestade tropical Harvey, em Corpus Christi, na terça (29) (Foto: Reuters/Carlos Barria)O presidente dos EUA, Donald Trump, cumprimenta o governador do Texas, Greg Abbott, durante reunião sobre a resposta aos danos causados pela tempestade tropical Harvey, em Corpus Christi, na terça (29) (Foto: Reuters/Carlos Barria)

O presidente dos EUA, Donald Trump, cumprimenta o governador do Texas, Greg Abbott, durante reunião sobre a resposta aos danos causados pela tempestade tropical Harvey, em Corpus Christi, na terça (29) (Foto: Reuters/Carlos Barria)

Abrigo Inundado

Em Port Arthur, na fronteira com a Louisiana, um abrigo que recebeu cerca de 100 pessoas foi alagado e obrigou os desabrigados a subirem em arquibancadas. Seus pertences, no entanto, ficarm debaixo d’água.

“As pessoas começaram a chegar ao abrigo na segunda-feira”, explicou à Associated Press o chefe da polícia local, Marcus McLellan. “Agora temos toda essa água entrando e um canal lá fora que está transbordando”.

Segundo a Cruz Vermelha dos EUA, mais de 17 mil pessoas buscaram abrigos no Texas, e o número ainda deve aumentar.

Pessoas desabrigadas ocupam área da plateia de um salão alagado no Centro Cívico Bowers em Port Arthur, no Texas, após a tempestade tropical Harvey causar o alagamento. Ainda não está claro para onde as famílias serão transferidas (Foto: Beulah Johnson via AP)Pessoas desabrigadas ocupam área da plateia de um salão alagado no Centro Cívico Bowers em Port Arthur, no Texas, após a tempestade tropical Harvey causar o alagamento. Ainda não está claro para onde as famílias serão transferidas (Foto: Beulah Johnson via AP)

Pessoas desabrigadas ocupam área da plateia de um salão alagado no Centro Cívico Bowers em Port Arthur, no Texas, após a tempestade tropical Harvey causar o alagamento. Ainda não está claro para onde as famílias serão transferidas (Foto: Beulah Johnson via AP)

Médico voluntário usa máscara para atender crianças em centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)Médico voluntário usa máscara para atender crianças em centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)

Médico voluntário usa máscara para atender crianças em centro de convenções George R. Brown, em Houston (Foto: Felippe Coaglio/G1)

Pessoas que evacuaram suas casas se protegem do furacão Harvey no centro de convenções George R. Brown em Houston, nos EUA (Foto: Texas Military Department/Divulgação via Reuters)Pessoas que evacuaram suas casas se protegem do furacão Harvey no centro de convenções George R. Brown em Houston, nos EUA (Foto: Texas Military Department/Divulgação via Reuters)

Pessoas que evacuaram suas casas se protegem do furacão Harvey no centro de convenções George R. Brown em Houston, nos EUA (Foto: Texas Military Department/Divulgação via Reuters)

 (Foto: Arte G1) (Foto: Arte G1)

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Colômbia envia carta de protesto por suposta invasão militar da Venezuela

Segundo governo colombiano, forças de segurança venezuelanas cruzaram a fronteira entre os dois países na noite de sábado e roubaram dinheiro dos moradores. Venezuela nega.

Tensão entre dois países se intensificou desde que Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, disse que a Venezuela está a caminho de uma ditadura (Foto: Presidência da Colômbia/Reuters)Tensão entre dois países se intensificou desde que Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, disse que a Venezuela está a caminho de uma ditadura (Foto: Presidência da Colômbia/Reuters)

Tensão entre dois países se intensificou desde que Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, disse que a Venezuela está a caminho de uma ditadura (Foto: Presidência da Colômbia/Reuters)

A Colômbia enviou uma carta de protesto à Venezuela após forças de segurança venezuelanas cruzarem a fronteira com a província colombiana de La Guajira durante o fim de semana, disseram duas fontes do governo colombiano na noite de segunda-feira (28).

As fontes disseram à Reuters que o Ministério de Relações Exteriores da Colômbia entregou a carta à embaixada da Venezuela em Bogotá, embora o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, tenha negado no domingo (27) que tenha ocorrido uma invasão em Paraguachón, no departamento de La Guajira.

O governador de La Guajira criticou a invasão no Twitter durante o fim de semana, dizendo que as forças de segurança cruzaram a fronteira na noite de sábado e roubaram celulares e dinheiro de moradores.

Tensões de longa data entre os países vizinhos se intensificaram desde que o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, se juntou a outros países da região que criticam Maduro e disse que a Venezuela está a caminho de uma ditadura.

A ex-procuradora-geral da Venezuela, que acusou Maduro de envolvimento com corrupção, fugiu para a Colômbia neste mês.

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Presidente francês chama de ‘ditadura’ o governo de Maduro na Venezuela

Emmanuel Macron disse ainda que presidente venezuelano tenta se perpetuar no poder a um ‘custo humano sem precedentes’.

O presidente da França, Emmanuel Macron (Foto: Eric Feferberg/Pool/AFP)O presidente da França, Emmanuel Macron (Foto: Eric Feferberg/Pool/AFP)

O presidente da França, Emmanuel Macron (Foto: Eric Feferberg/Pool/AFP)

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta terça-feira (29) que o presidente venezuelano Nicolás Maduro criou uma “ditadura” e está lutando para perpetuar-se no poder, informa a France Presse.

“Nossos cidadãos não entendem como algumas pessoas têm sido tão complacentes com o regime que está se estabelecendo na Venezuela”, disse Macron, em seu primeiro grande discurso sobre política externa. “Uma ditadura que tenta sobreviver ao preço de um custo humano sem precedentes”, continuou.

Segundo a Reuters, o presidente francês disse estar preparado para trabalhar com aliados na região para evitar uma escalada adicional da crise.

Apoio ao acordo nuclear do Irã e terrorismo

O presidente Emmanuel Macron reiterou nesta terça-feira o apoio da França ao acordo nuclear assinado com o Irã em 2015, informou a France Presse.

“Quero reiterar o apego da França ao acordo nuclear iraniano”, disse. “Não há alternativa”, completou.

O presidente francês também afirmou que a luta contra o “terrorismo islamita” será a principal prioridade da política externa francesa.

“A segurança dos franceses é a razão de ser de nossa diplomacia. Esta exigência é visceral. Devemos responder a ela sem hesitar”, destacou.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/presidente-frances-chama-de-ditadura-o-governo-de-maduro-na-venezuela.ghtml