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Coleta DNA para localizar desaparecidos será realizada no Tocantins


O estado terá 12 pontos de coleta durante a mobilização nacional
Hiago Muniz/Governo do Tocantins
Uma mobilização nacional para ajudar na localização e identificação de pessoas desaparecidas chega ao Tocantins na próxima segunda-feira (24). Familiares poderão fazer a coleta gratuita de DNA em 12 pontos distribuídos pelo estado.
A ação faz parte da 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, realizada em todo o Brasil. Ao todo, o Tocantins tem 78 casos ativos de desaparecimento. Em 14 deles, familiares forneceram material genético.
Outros 64 casos ainda não contam com amostras de referência inseridas no Banco de Perfis Genéticos.
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Confira aqui a lista com os 12 pontos de coleta. O procedimento é gratuito, rápida e indolor, feito por peritos oficiais com a passagem de um cotonete na parte interna da bochecha, sem necessidade de coleta de sangue.
A coleta pode ser feita mesmo que o desaparecimento tenha sido registrado em outro estado e não há prazo máximo para fornecer o material. O perfil genético poderá ser comparado com o de pessoas encontradas vivas ou mortas e que ainda não tiveram a identidade confirmada.
Para fazer a coleta, o familiar deve apresentar um documento de identificação e informar dados sobre o Boletim de Ocorrência (BO) do desaparecimento, como o número do registro, o estado onde foi feito e a delegacia responsável. Levar uma cópia do BO é recomendado, mas não obrigatório.
Preferencialmente, a coleta deve ser feita com familiares de primeiro grau. Quem forneceu uma amostra anteriormente não precisa repetir o procedimento.
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DNA ajudou a identificar 38 pessoas
A coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas é realizada no Tocantins desde 2021. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP/TO), o trabalho contribuiu para a identificação de 38 pessoas.
O material genético é usado exclusivamente para tentar localizar ou identificar a pessoa desaparecida. Caso ela seja localizada ou retorne para casa, a amostra é descartada e não pode ser usada para outros fins.
A mobilização será realizada em todo o país e contará com 342 pontos de coleta. A iniciativa ocorre no mês em que é lembrado o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Suspeito de violência doméstica morre após tentar tomar arma de policial durante abordagem, diz PM


Suspeito de agredir e manter mulher em cárcere privado morre após reagir em abordagem
Um homem de 28 anos suspeito de violência doméstica morreu em Gurupi, no sul do Tocantins, após ser baleado durante uma abordagem da Polícia Militar. Segundo o relatório da PM, o homem tentou tomar a arma de um dos militares e acabou sendo baleado.
A PM foi acionada na tarde desta quinta-feira (20) para atender a uma ocorrência de violência doméstica. No local, a mulher, de 33 anos, relatou que vivia uma relação conturbada com o homem e que vinha sofrendo agressões físicas e ameaças recorrentes ao longo do relacionamento.
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O g1 questionou a SSP sobre o caso, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Jovem de 19 anos foi assassinada em rua de Palmas após comprar celular furtado, diz polícia
Segundo o relato da vítima, as agressões mais recentes começaram após ela encontrar, no celular do companheiro, fotos da filha parcialmente despida. A jovem não é filha do suspeito. Ao questioná-lo sobre as imagens, ela foi agredida com socos e tapas, ficando com um olho roxo e dores no braço.
Ainda conforme o depoimento, o homem a levou sob ameaças de morte para o povoado Vila Quixaba, em Peixe, onde continuou a intimidá-la para que não o denunciasse. Ele também teria cortado parte do cabelo da vítima com uma faca.
Viatura do IML do Tocantins
Divulgação/SSPTO
Fuga, luta corporal e disparo
Na tarde desta quinta-feira, a vítima decidiu chamar a polícia para denunciar o caso. Depois de ouvir a mulher, os policiais informaram que levariam os envolvidos para a delegacia.
Nesse momento, segundo o relatório, o suspeito começou a fugir em direção a um beco ao lado do imóvel. Um policial militar iniciou uma perseguição a pé para tentar contê-lo. No beco, houve uma breve luta corporal, durante a qual o suspeito teria tentado tomar a arma do agente.
Um disparo foi efetuado e o homem continuou fugindo. Ele correu por cerca de 300 metros antes de cair em uma rua próxima.
Os militares constataram que o disparo havia atingido o peito do suspeito e chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele recebeu os primeiros socorros no local e foi levado ao Hospital Regional de Gurupi, mas morreu na unidade de saúde.
A perícia esteve no local e constatou que o carro de um vizinho, que estava estacionado em uma garagem próxima, também foi atingido por um disparo. A mulher foi encaminhada à Central de Atendimento da Polícia Civil para registrar formalmente os fatos e para a adoção das providências cabíveis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dia D de Multivacinação: veja onde se vacinar em Palmas neste sábado (22)


Vacinação em Palmas segue durante o fim de semana
Raiza Milhomem/Secom Palmas
Unidades de Saúde da Família de Palmas ficarão abertas neste sábado (22) para o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação (veja quais abaixo). A ação é para pessoas de qualquer idade que precisam atualizar o cartão de vacina.
A campanha vai até o dia 1º de setembro. Conforme o município, os imunizantes disponibilizados protegem contra o sarampo, poliomielite, pneumonias, meningites, hepatites, febre amarela, influenza, covid-19 e dengue. Também haverá vacinação contra o HPV.
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Para receber as doses, basta procurar uma das 10 unidades de saúde que ficarão abertas e apresentar o cartão de vacina. Os menores de idade devem estar acompanhados de pais e responsáveis.
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Veja as unidades abertas neste fim de semana
USF Arno 41 – 403 Norte
USF Arne 64 – 508 Norte
USF Deise de Fátima – Arse 13 (108 Sul)
USF Francisco Júnior – Arso 41 (403 Sul)
USF Satilo Alves – Arso 111 (1103 Sul)
USF Valéria Martins – Arse 122 (1206 Sul)
USF Taquari – Jardim Taquari
USF Laurides Milhomem – Jardim Aureny III
USF Eugênio Pinheiro – Jardim Aureny I
USF José Hermes – Setor Sul
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Fonte: G1 Tocantins

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Pequizeiro cria banco municipal e lança moeda própria para movimentar economia local


Município de Pequizeiro no TO
Divulgação/Prefeitura de Pequizeiro
O município de Pequizeiro, no norte do Tocantins, lança nesta sexta-feira (21) a moeda social “Pequi” (Pq). A iniciativa, pioneira no estado, foi criada para estimular a economia local, manter a circulação de recursos dentro da cidade e ampliar o acesso da população a serviços financeiros.
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Segundo a Prefeitura de Pequizeiro, o evento de lançamento da moeda acontece na manhã desta sexta-feira (21), junto com a abertura do Banco Municipal de Pequizeiro (BMP), no Salão de Eventos Maria da Anunciação.
A moeda social terá paridade direta com a moeda nacional: 1 Pq equivale a R$ 1. No entanto, a circulação é restrita ao município e só poderá ser usada em comércios, produtores rurais e prestadores de serviços cadastrados.
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Ainda conforme a prefeitura, a proposta é criar um circuito econômico fechado, onde o morador que receber valores em Pequi realiza compras no comércio da cidade, e o comerciante reutiliza a moeda para pagar fornecedores e serviços locais, evitando a evasão imediata de recursos para outros centros urbanos.
A adesão ao sistema é voluntária e aberta a moradores, servidores municipais, empresas, autônomos e entidades civis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jornalista de Palmas é preso no PA após condenação por estupro de vulnerável em RO


Jornalista que atuava no Tocantins é preso por estupro de vulnerável no Pará
O jornalista Alessandro Ferreira Guimarães Lopes, de 46 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (20), em uma fazenda na cidade de Santana do Araguaia, no Pará. Ele era considerado foragido da Justiça de Rondônia, onde foi condenado pelo crime de estupro de vulnerável a uma pena de 9 anos e 4 meses de reclusão em regime inicialmente fechado.
A ordem de prisão havia sido expedida no mês passado pela Justiça, época em que o jornalista ainda residia em Palmas. O mandado já constava no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Alessandro foi localizado e detido no estado vizinho.
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O g1 tentou contato com a defesa de Alessandro Ferreira, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A sentença do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ-RO) fundamentou-se no artigo 217-A do Código Penal. Na decisão, o magistrado destacou que a condenação teve como base o relato detalhado da vítima, além de depoimentos de testemunhas e provas reunidas durante a instrução processual.
Alessandro Ferreira foi condenado a mais de 9 anos de reclusão em regime inicial fechado
Reprodução/TV Anhanguera
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Na decisão, o juiz apontou ainda falta de consistência na versão apresentada pelo réu e ressaltou que o jornalista já possui outras duas condenações transitadas em julgado por crimes da mesma natureza.
Antes de ser preso, Alessandro havia divulgado uma nota pública na qual negava a prática do crime e alegava inocência. No comunicado, ele sustentava que não estava foragido, mas em tratamento médico no estado de Goiás em decorrência de um acidente.
Na ocasião, o jornalista afirmou que contratara uma defesa particular para recorrer da condenação e prometeu que se apresentaria à Justiça assim que recebesse alta médica. Ele também informou que não possuía mais ligação com a empresa Agência Tocantins e atribuiu as acusações a perseguições ligadas à sua trajetória profissional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
A Justiça Federal determinou a desocupação forçada e a demolição de cerca de 50 chácaras localizadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas. A medida atende a uma ação de reintegração de posse movida pela Investco, concessionária responsável pela operação da usina. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A operação de reintegração teve início no dia 18 de agosto de 2026, com o uso de maquinário pesado e o apoio das polícias Militar e Federal. O caso atinge famílias que mantinham construções no local e alegam ter adquirido as terras de boa-fé, enquanto a concessionária argumenta ter o dever legal de proteger o patrimônio público da União.
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Confira o que se sabe sobre a ação que desocupou as chácaras às margens do Lago de Palmas:
O que determinou a Justiça Federal sobre as chácaras no lago de Lajeado?
A decisão judicial, assinada pela juíza federal Caroline Baccedo e mantida pelo TRF-1, determinou a reintegração de posse da área em favor da Investco. Além de desocupar os terrenos, a ordem fixou a demolição total de todas as construções e benfeitorias existentes no local.
Os posseiros haviam sido notificados em março de 2026 para deixar os imóveis voluntariamente. Como o prazo não foi cumprido, a Justiça autorizou o corte do fornecimento de energia elétrica no dia 13 de agosto e a desocupação forçada a partir do dia 18 de agosto.
Construções foram derrubadas com o uso de maquinário
Reprodução/Tv Anhanguera
Onde as propriedades desocupadas estão localizadas?
As cerca de 50 chácaras afetadas ficavam situadas às margens do reservatório da Usina de Lajeado, na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010, na zona rural de Palmas. A Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães fica no Rio Tocantins, entre os municípios de Miracema do Tocantins e Lajeado, a cerca de 60 quilômetros da capital tocantinense.
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Por que a concessionária Investco solicitou a reintegração de posse?
A Investco informou que adquiriu a titularidade da área no ano 2000, antes do enchimento do reservatório da usina, ocorrido entre 2001 e 2002. A concessionária argumenta que a faixa de terra integra a concessão federal da usina e constitui patrimônio da União destinado à preservação ambiental.
Segundo a empresa, ocupações irregulares no trecho foram identificadas a partir de 2013, o que motivou a abertura imediata da ação de reintegração. A Investco declarou ainda que não participou nem reconheceu contratos de compra e venda firmados entre terceiros e os posseiros.
Desde quando a disputa judicial estava em andamento?
O impasse jurídico entre os moradores e a concessionária se arrastava na Justiça Federal desde 2014. Ao longo de mais de uma década, o processo passou por recursos e contestações judiciais. A decisão favorável à concessionária foi reiterada em julho de 2026 pelo TRF-1, que manteve a ordem para a retirada dos ocupantes e a demolição dos imóveis construídos na área de concessão.
Como foi realizada a ação de desocupação e demolição?
A desocupação forçada foi executada no dia 18 de agosto de 2026 por oficiais de Justiça, com apoio operacional da Polícia Militar e da Polícia Federal. Máquinas pesadas foram utilizadas para derrubar as estruturas das casas, pousadas e áreas de lazer construídas nas margens do lago.
Cinco dias antes da entrada das máquinas, em 13 de agosto, os serviços de energia elétrica da região foram desligados por ordem judicial para viabilizar a desocupação das propriedades.
O que alegam os donos das chácaras atingidas pela decisão?
Moradores e donos de imóveis relataram surpresa e prejuízos financeiros com a reintegração de posse. Muitos declararam que compraram os terrenos de boa-fé, com contratos que indicavam a inexistência de processos ou pendências judiciais sobre os lotes. Entre os afetados, há relatos de pessoas que investiram economias na construção de pousadas ou casas para a aposentadoria e o convívio familiar.
O que acontecerá com a área após a retirada das construções?
De acordo com a Investco, a área desocupada será destinada à recomposição e recuperação ambiental, conforme estabelecem a legislação ambiental e os termos do contrato de concessão do reservatório da usina.
A concessionária destacou também que a ação foi restrita a esse trecho específico de ocupação irregular e não reflete uma medida generalizada ao longo de todas as margens do lago da Usina de Lajeado.
Ação cumpre determinação da Justiça Federal a pedido da concessionária Investco
Reprodução/Redes sociais
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Fonte: G1 Tocantins

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IFTO prorroga prazo de inscrição para cursos do Ensino Médio Integrados ao Ensino Técnico


IFTO lança extravestibular com 45 vagas para cursos técnicos e de graduação
Divulgação/IFTO
O Instituto Federal do Tocantins (IFTO) prorrogou até o dia 28 de agosto o prazo de inscrição para o processo seletivo dos cursos do Ensino Médio Integrados ao Ensino Técnico. Ao todo, são oferecidas 1.705 vagas gratuitas, distribuídas em 17 opções de cursos em 11 unidades do estado.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Candidato. Quem ainda não possui cadastro na plataforma deve preencher os dados pessoais solicitados. A taxa de inscrição custa R$ 20,00 e pode ser paga até 31 de agosto.
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Embora haja cobrança da taxa de inscrição do processo seletivo, todos os cursos do IFTO são 100% gratuitos, sem cobrança de mensalidades.
As provas serão aplicadas no dia 27 de setembro, simultaneamente nos 11 municípios onde há oferta de vagas. As informações detalhadas sobre locais e horários de prova estarão disponíveis a partir de 21 de setembro, no endereço eletrônico seja.ifto.edu.br/20271.
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As oportunidades estão divididas entre 11 municípios: Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Lagoa da Confusão, Palmas, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso e Porto Nacional.
A lista completa de cursos técnicos integrados ao ensino médio ofertados nesta edição inclui:
Administração
Agricultura
Agroindústria
Agrimensura
Agronegócio
Agropecuária
Biotecnologia
Controle Ambiental
Edificações
Eletrotécnica
Hospedagem
Informática
Informática para Internet
Mecatrônica
Planejamento e Controle da Produção
Redes de Computadores
Teatro
Metade do total de vagas (50%) é reservada para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) em escola pública e para candidatos contemplados por ações afirmativas.
O sistema de vagas reservadas conta com 8 modalidades divididas entre critérios com exigência de renda (LB) e sem exigência de renda (LI), cobrindo os seguintes perfis:
EP: estudantes de escola pública;
PPI: autodeclarados pretos, pardos ou indígenas;
Q: quilombolas;
PCD: pessoas com deficiência.
Além disso, as ações afirmativas contemplam públicos específicos do Tocantins, sem necessidade de comprovação de renda: Egressos do Instituto de Menores do Tocantins (antigo Instituto São José); Afrodescendentes residentes em comunidades quilombolas; Assentados da reforma agrária; Indígenas; Pessoas com deficiência.
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Fonte: G1 Tocantins

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Henrique e Juliano relevam que começaram na música como cover de Mamonas Assassinas; VÍDEO


Henrique & Juliano revelam detalhes do início da dupla em entrevista gravada em 2013
Os irmãos Henrique & Juliano tiveram uma nova repercussão após o resgate de um vídeo gravado no início da projeção nacional da Dupla. Os cantores concederam uma entrevista ao apresentador Emílio Paganin para o programa “Em Evidência”, no YouTube, em março de 2013, onde revelaram histórias curiosas, incluindo uma primeira experiência musical como cover da banda Mamonas Assassinas.
Na época da entrevista Henrique tinha 23 anos e Juliano 21. A dupla relembrou a infância no interior do Tocantins e as primeiras tentativas de entrar no meio artístico.
“A gente canta desde criança… Tentava, né? Tinha um grupinho lá na nossa cidade, lá no interior do Tocantins, que era Mamonas Assassinas Cover. E foi ali que a gente começou meio a querer puxar pra esse lado de artista mesmo”, revelou Henrique durante a entrevista.
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Eles cotaram que estavam com uma rotina cada vez mais corrida entre apresentações, trabalho e viagens. Com isso, os irmãos decidiram conversar abertamente com os pais para apostar tudo na música após ficarem em segundo lugar em um festival de música no ensino médio:
“A gente falou assim: ‘Ah, quer saber? Vamos trocar o estudo pelo estúdio e vamos para a estrada!’. Graças a Deus tá dando certo”, contou Henrique.
Na época do registro, Henrique e Juliano ainda não haviam gravado seu primeiro DVD
Reprodução/Canal de Emilio Paganin
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Outro momento descontraído envolve a trajetória acadêmica de Henrique. Questionado sobre sua formação universitária, o cantor admitiu de forma bem-humorada que nem sequer chegou a concluir o curso devido a uma distração nova na faculdade.
“Nem cheguei a formar, cara. O pessoal da faculdade colocou uma mesa de sinuca lá, sabe? E aí eu entrava para a aula e já saía antes do intervalo”, brincou o sertanejo.
Na época da publicação, a dupla promovia a música “Vem Novinha”, e se preparava para gravar o primeiro grande DVD da carreira em Palmas, com o sucesso “Mistura Louca”, com o apoio dos padrinhos artísticos, a dupla João Neto & Frederico.
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Fonte: G1 Tocantins

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Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado


Investigados no caso das UPAs de Palmas têm pedido de habeas corpus negado
O Tribunal de Justiça negou os pedidos de habeas corpus de Dhieine Caminski, Andres Vicente da Costa e Cláudia Fernanda Cândido da Silva. Os três são investigados por um suposto esquema de corrupção envolvendo o contrato de terceirização das UPAs de Palmas.
A decisão foi de uma Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins, nesta quarta-feira (20). Venceu o voto divergente do desembargador Luizilmar dos Santos Pires. Ele entendeu que os três investigados devem permanecer na prisão e foi acompanhado de mais dois desembargadores.
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Os três discordaram do voto do desembargador relator, Márcio Barcelos, que havia votado pela liberdade dos três investigados. O julgamento terminou com três votos a dois pela manutenção das prisões.
Dhieine Caminski era secretária de saúde durante a terceirização das UPAs. Andres Vicente era superintendente de Atenção à Saúde e a empresária Cláudia Fernanda Cândido era apontada como lobista do esquema.
As duas mulheres estão numa cela no alojamento do comando-geral da Polícia Militar aqui na região central de Palmas. Andres Vicente está numa cela do presídio aqui da capital.
Os advogados de Dhieine Caminski e Cláudia Fernanda Cândido informaram que não foram notificados de qualquer decisão. O g1 pediu posicionamento de Andres Vicente, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Dhieine Caminski; Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido
Colagem/Divulgação
Entenda
Os três são investigados pela Polícia Civil e estão presos desde junho. Eles são apontados como os principais suspeitos terem organizado um suposto esquema para a terceirização das UPAs de Palmas pelo no valor de R$ 139 milhões.
O inquérito da Polícia Civil foi concluído no dia 20 de junho. Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
No dia 27 de junho, eles foram denunciados e viraram réus em ação penal.
Contrato suspenso pelo TCE
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato após identificar indícios de irregularidades e por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido.
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda a demolição de chácaras às margens do lago de usina no TO após decisão da Justiça


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
A desocupação de chácaras às margens do lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado) chamou a atenção para a história de moradores que acabaram perdendo tudo após décadas vivendo no local. A disputa judicial que levou às demolições começou ainda em 2014.
Entre os moradores que tiveram construções demolidas está o aposentado Aloízio Mota, de 85 anos. Ele investiu cerca de R$ 500 mil na construção de uma pousada e viu tudo ir ao chão. “É um sonho de final de carreira assim, meio pesadelo. Não acordei ainda direito”, afirmou.
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A usina está situada no Rio Tocantins, no estado do Tocantins, entre os municípios de Miracema e Lajeado, a 60 km da capital, Palmas. O enchimento do lago do reservatório aconteceu entre 2001 e 2002.
Na época da construção da usina, a Investco, concessionária responsável pela implantação e operação da UHE Lajeado, adquiriu áreas que seriam afetadas pelo surgimento do lago. Segundo a empresa, mais de 4 mil propriedades foram adquiridas ou desapropriadas entre o início do empreendimento, em 1998, e 2013.
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A ordem para desocupação de cerca de 50 chácaras saiu em março deste ano, após mais de uma década de disputa judicial. Os posseiros afetados por essa decisão ficavam na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010.
Em julho, a reintegração de posse foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. “A gente não tem nem noção o que que o que vai acontecer de agora para frente. E não é só eu, não. Tem gente aqui pior que pior que eu muito aqui, ó. Tem coitado de velhinho aí, né? Que que não tem onde se encostar”, lamentou o aposentado Ogacir Bozoli.
Morador viu casa sendo demolida em chácara no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
A Investco informou ao g1 que adquiriu essa área em 2000, antes da formação do reservatório. Segundo a empresa, a ocupação irregular teve início em 2013, quando adotou imediatamente as medidas necessárias para a preservação da área, com o ingresso de uma ação de reintegração de posse.
“A empresa esclarece que não participou nem reconheceu eventuais negociações realizadas entre os ocupantes e terceiros, uma vez que se trata de área de propriedade da União. A Investco cumpre com seu dever legal de preservar. Concluída a ação, o local será destinado à recomposição ambiental, conforme previsto na legislação”, afirmou em nota.
A Investco afirma que o caso não representa uma “situação generalizada nas margens do reservatório” e que a empresa atua exclusivamente na defesa de áreas de propriedade da União.
Pousada demolida
Pousada que estava sendo construída foi demolida
Reprodução/TV Anhanguera
Aloízio Mota, por outro lado, afirma que comprou o terreno de boa-fé. Segundo ele, o contrato de compra e venda tinha cláusulas que garantiam não haver processos ou pendências relacionados à área. No entanto, pouco tempo após a compra, foi surpreendido pela visita de um oficial de Justiça, que informou sobre a ordem de desocupação e demolição.
“Eu estava construindo, reformando tudo. Construí cinco suítes. Toda a parte elétrica nova, móveis novos que não deu nem para instalar, estava tudo dentro da sacola plástica para colocar nas camas. Fiz uma piscina nova, com hidromassagem. Eu estava cuidando daquilo lá com todo o carinho, mas a vida é assim”, lamentou.
Diante do prejuízo, o aposentado disse que agora planeja conversar com os demais moradores afetados para avaliar as medidas cabíveis e tentar buscar uma indenização.
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Fonte: G1 Tocantins