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Conheça cidade do TO que terá ponto facultativo toda sexta-feira no mês de julho


Prefeitura decreta ponto facultativo em todas as sextas-feiras do mês de julho
Os servidores de Colinas do Tocantins terão ponto facultativo às sextas-feiras no mês de julho de 2026. A medida, segundo a prefeitura, é para “potencializar o turismo regional”. A cidade fica próxima de praias banhadas pelos rios Araguaia e Tocantins, que ficam na região centro-norte do estado.
O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município do dia 18 de junho de 2026. O documento instituiu que, nos dias 3, 10, 17, 24 e 31 de julho, não haverá expediente nas repartições públicas.
Conforme o município, o decreto faz parte de um planejamento administrativo anual e leva em consideração o recesso escolar e a menor demanda por serviços públicos que ocorre em julho (veja nota completa abaixo).
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Vista da cidade de Colinas do Tocantins
Prefeitura de Colinas do Tocantins/Divulgação
Colinas tem um território de 842,488 km² e conta com 36.209 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2025. O Produto Interno Bruto (PIB) é R$ 1,16 bilhão.
Conforme o Instituto, a cidade nasceu com a abertura da rodovia BR-153 em 1960, quando o território do Tocantins ainda fazia parte de Goiás. A pedra fundamental fica localizada no centro da cidade, na Praça 21 de Abril.
Turismo na região de Colinas
Próximo de Colinas, há duas praias e uma ilha banhadas pelo Rio Tocantins:
Praia das Palmeiras – em Palmeirante (a 80 km de Colinas)
Ilha do Kará – em Palmeirante (a 80 km de Colinas)
Praia da Raposa – em Tupiratins (a 65 km de Colinas)
Já a oeste da cidade, há duas praias banhadas pelo rio Araguaia:
Praia do Girassol – em Juarina (a 90 km de Colinas)
Praia da Macedônia – em Bernardo Sayão (a 70 km de Colinas)
Praia da Raposa, em Tupiratins, é uma das poucas que possuem areia branca no Tocantins
Emerson Silva/Adtur
Ponto facultativo
Segundo o decreto, a medida não irá interferir na qualidade dos serviços prestados pelo município e órgãos competentes. Com relação aos serviços essenciais, a prefeitura determinou que os órgãos elaborem uma escala de plantão para atendimento.
O documento foi publicado pelo prefeito José Batista Ferreira (Republicanos), que assumiu o cargo após a renúncia de Josemar Carlos Casarin (União), que deve concorrer a uma vaga como deputado estadual.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher é condenada após enviar ofensas racistas em aplicativo de conversa


Ofensas foram enviadas pelo aplicativo WhatsApp
Arquivo Pessoal
Uma mulher foi condenada a dois anos e nove meses de reclusão em regime inicial aberto e pagamento de indenização por injúria racial após enviar mensagens ofensivas para outra mulher. O caso aconteceu em Araguaçu, região sul do estado. A sentença determinou ainda o pagamento de R$ 5 mil em indenização por danos morais à vítima. Da decisão, cabe recurso.
Segundo a polícia, a vítima fez um acordo com a acusada para revender algumas peças de roupas novas e receber uma comissão em cima da venda. Após um “desacordo comercial” citado pela vítima, a mulher passou a fazer cobranças de dinheiro pelas peças repassadas.
As mensagens de textos enviadas foram acompanhadas de xingamentos e ofensas em que a mulher chamou a vítima de “nega nojenta”. O nome da condenada não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa.
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As ofensas foram enviadas em janeiro de 2023, e em abril do mesmo ano a vítima registrou a ocorrência após sofrer um acidente de carro envolvendo a mesma mulher das mensagens.
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De acordo com declaração feita para a polícia, a mulher deu marcha à ré e bateu no carro em que o filho da vítima estava dirigindo, e a polícia foi acionada pela mãe. A responsável pelo acidente não aguardou a chegada da polícia e foi embora.
A vítima citou constrangimento com os insultos de conotação racial em relatório da polícia. O Ministério Público do Tocantins entrou com pedido na Justiça para a responsabilização criminal da acusada e a fixação de indenização por danos morais à vítima.
Condenação
As capturas de tela das conversas salvas pela vítima foram provas válidas e essenciais consideradas pela Justiça para a condenação da mulher a 2 anos e nove meses de reclusão, em regime inicial aberto. A pena de reclusão foi substituída por penas restritivas de direito:
Prestação de serviços à comunidade
Pagamento em dinheiro destinado a entidades sociais.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista que devolveu R$ 131 milhões pretende reformar casa se conseguir recompensa na Justiça


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
O motorista Antônio Pereira do Nascimento, que ficou conhecido nacionalmente após devolver R$ 131,8 milhões depositados por engano em sua conta, revelou que caso receba algum valor no processo que move contra o banco, deve reformar sua casa e comprar uma van nova para trabalhar.
Antônio move uma ação contra o banco, em que sua defesa pede o pagamento de 10% do valor devolvido (mais de R$ 13 milhões) como direito de recompensa, fundamentado no Código Civil, além de R$ 150 mil por danos morais devido a transtornos emocionais e cobranças indevidas.
Segundo o processo, o motorista teve sua conta elevada à categoria “VIP” indevidamente durante um período após o depósito, o que gerou cobranças de taxas superiores às que ele pagava habitualmente.
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De forma pouco ambiciosa, Antônio contou o que pretende fazer se receber algum valor do banco.
“Ia reformar minha casa e comprar uma van para mim, que eu estou sem veículo. Trabalho de motorista, e comprava uma van nova. Eu precisando comprar e não comprei nada, não gastei nem um real”, explicou.
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Antônio Pereira do Nascimento ficou conhecido como milionário por um dia
Reprodução/TV Anhanguera
Ele mantém a rotina de trabalho que tinha antes do episódio e afirmou que as pessoas ainda o relembram do ocorrido em tom de cobrança. “De vez em quando eu estou num lugar e o cara fala: ‘Ei, e aí o dinheiro?’. Rapaz eu já tinha até esquecido disso”, brincou.
Antônio chegou a ser alvo de tentativas de golpe por pessoas que se passavam por seus advogados para tentar cobrar taxas inexistentes sobre o processo. “Quando me cobrou dinheiro, eu vi que era fraude. Disse que tinha saído já [o resultado] lá, mas foi mentira. Pagar taxa? O advogado não cobrou taxa nenhuma minha, nadinha, foi de graça”, relatou.
Relembre o caso
Antônio Pereira do Nascimento foi surpreendido ao consultar seu saldo bancário e encontrar o valor de R$ 131.870.227,00 em sua conta corrente. Na época, o motorista, que possuía apenas R$ 227 antes do erro, ficou “milionário” por cerca de sete horas. Ao perceber a transferência feita por engano pelo banco Bradesco, ele procurou a instituição imediatamente para devolver a quantia, afirmando que nunca pensou em ficar com o que não era seu.
Em julho de 2024, o motorista entrou com uma ação judicial contra o banco Bradesco. Conforme foi apurado na época, o erro foi do próprio banco, que deveria fazer a transferência para outra instituição. Por isso, a ação pede um pagamento e R$ 13.187.022,00 (10% do valor total), por direito de recompensa e mais R$ 150 mil de indenização por danos morais.
O Bradesco foi questionado sobre o processo e informou que não comenta caso sub judice.
No processo, Antônio pede o pagamento de aproximadamente R$ 13 milhões, além de R$ 150 mil por danos morais, citando o assédio sofrido e o abalo emocional decorrente da exposição e das cobranças indevidas.
Atualmente, o processo tramita na 6ª Vara Cível de Palmas e está na fase de decisão final. Em março de 2026, a Justiça decidiu dispensar o depoimento de testemunhas por entender que os documentos e fatos já apresentados são suficientes para o julgamento antecipado da lide.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é condenado a 45 anos de prisão por abusar das amigas da filha


Comarca de Araguaína
Cecom/TJTO
Um homem foi condenado a mais de 45 anos de prisão por abusar das amigas da filha em Araguaína, no norte estado. De acordo com o Ministério Público do Tocantins, acusado tinha vínculo familiar e mantinha uma relação de confiança com as vítimas.
De acordo com o processo, os crimes ocorreram quando as vítimas tinham menos de 14 anos e o homem aproveitava a convivência dentro de casa para cometer os abusos. O nome do acusado não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Os abusos ocorreram em diversas ocasiões. As investigações apontaram que as adolescentes frequentavam a casa do réu para visitar a filha dele. No local, ele praticava atos de natureza sexual, tocava as pernas das adolescentes durante jogos e expunha os próprios órgãos genitais.
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O caso veio à tona após a filha do acusado relatar os fatos durante acompanhamento psicossocial. Após tomar conhecimento, o Conselho Tutelar procurou as famílias e ouviu as adolescentes, que confirmaram os abusos.
Durante o processo, o Ministério Público sustentou que os relatos das vítimas permaneceram firmes e coerentes desde o início. Em juízo, elas reafirmaram as violências e apresentaram versões semelhantes sobre o que aconteceu.
O órgão destacou que a relação de confiança com as vítimas e o contexto familiar agravaram a conduta do acusado. Por isso, a Justiça fixou a pena em 45 anos, 5 meses e 28 dias de reclusão.
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Fonte: G1 Tocantins

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Grupo é investigado por aplicar golpe de R$ 9 milhões em investidor e gastar dinheiro com bens de luxo


Grupo é suspeito de aplicar golpe de R$ 9 milhões e gastar dinheiro com bens de luxo
Um grupo criminoso suspeito de causar prejuízo de R$ 9 milhões a um empresário do ramo farmacêutico foi alvo de uma operação da Polícia Civil. Conforme a investigação, os investigados mantinham um esquema de estelionato qualificado e lavagem de dinheiro. Parte dos ganhos fraudulentos foi gasta com artigos de luxo.
Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (24), expedidos pela 1ª Vara Regional das Garantias de Palmas, no Tocantins, Goiás e Pará. Policiais recolheram documentos, produtos ligados ao setor farmacêutico, veículos de luxo, jet skis, armas de fogo e objetos pessoais. O material passa por análise.
Um dos suspeitos foi preso em uma chácara na zona rural de Palmas. Segundo a polícia, o homem estava com uma pistola de calibre .380. Ele foi levado para a delegacia e autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido.
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A Justiça autorizou a quebra de sigilo de dados para análise de equipamentos eletrônicos, o bloqueio de contas, a apreensão de bens e a restrição na transferência de veículos e embarcações. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com as defesas.
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Hiago Muniz/Governo do Tocantins
Como funcionava esquema
As investigações começaram após um empresário do Paraná procurar a polícia. Ele disse que foi convencido a investir em uma distribuidora de medicamentos em Palmas, com a promessa de participar de licitações públicas.
Convencido pelos criminosos, o empresário fez aportes que somaram cerca de R$ 9 milhões. O valor seria usado para a compra de medicamentos destinados a contratos públicos na Bahia e no Acre.
A polícia afirma que os produtos nunca foram adquiridos e que o dinheiro foi desviado para outras finalidades. Conforme apurado, parte do dinheiro foi usada para comprar veículos de alto padrão, imóveis, embarcações e empresas.
O principal suspeito do crime teria usado uma rede de empresas e outras pessoas para movimentar os recursos e dificultar o rastreamento dos valores. No decorrer da investigação, a polícia conseguiu reconstituir parte do caminho do dinheiro com base em dados bancários autorizados pela Justiça e outras provas reunidas durante a investigação.
Ele foi alvo de outra operação conduzida pelo Ministério Público do Tocantins, que trata de possíveis irregularidades na compra de respiradores pela Prefeitura de Gurupi durante a pandemia da Covid-19. Nesse caso, os órgãos de controle investigam suspeitas de superfaturamento e contratações irregulares com recursos da saúde.
A Polícia Civil segue analisando os materiais apreendidos e os dados extraídos de aparelhos eletrônicos. O objetivo é identificar outros envolvidos, detalhar a atuação de cada suspeito e rastrear todo o destino do dinheiro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dois homens morrem após fugir de abordagem policial e bater moto em poste, diz PM


Uma dos homens foi identificado como Ricardo Pinheiro, de 29 anos
PMTO/Divulgação
A tentativa de fuga de uma abordagem policial terminou com a morte de dois homens na noite desta terça-feira (23), em Araguaína, norte do Tocantins. Segundo a Polícia Militar, a dupla estava em uma motocicleta quando tentou escapar de uma abordagem e acabou colidindo contra um poste.
Um dos homens foi identificado como Ricardo Pinheiro, de 29 anos. Conforme a Polícia Militar, ele utilizava tornozeleira eletrônica, que foi encontrada envolvida em papel-alumínio. O outro homem não havia sido identificado até a última atualização desta reportagem.
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De acordo com a PM, equipes faziam patrulhamento pela Avenida Cônego João Lima quando avistaram uma motocicleta com irregularidades de trânsito, como escapamento adulterado, excesso de ruído e ausência dos retrovisores obrigatórios. Diante da situação, os policiais iniciaram uma tentativa de abordagem.
Conforme a polícia, ao perceber a aproximação da viatura, o condutor acelerou e fugiu em alta velocidade, junto de outro homem que estava na garupa. Durante o trajeto, os ocupantes desobedeceram às ordens de parada emitidas pelos policiais.
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Ao passar pela Avenida Presidente Castelo Branco, o motociclista teria olhado para trás e perdido o controle, atingido a calçada e colidido contra um poste da rede de iluminação pública.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas, mas os dois ocupantes da motocicleta morreram no local.
Durante a averiguação no local, quatro aparelhos celulares foram encontrados com as vítimas e recolhidos para análise. O local foi isolado para a realização da perícia. A motocicleta foi removida para um pátio.
Segundo a Polícia Militar, Ricardo Pinheiro possuía registros de passagens pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e roubo. O g1 não conseguiu contato com nenhum representante dele.
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) foi questionada sobre o caso, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Médico investigado por atropelar ciclista é indiciado por homicídio culposo e omissão de socorro


Médico é indiciado por atropelamento em Palmas
O médico Daniel Vitor Pereira foi indiciado por homicídio culposo após atropelar e omitir socorro ao ciclista Benedito Souza Freitas, de 70 anos. O caso aconteceu no dia 9 de maio, na região sul de Palmas. Segundo a Polícia Civil, o investigado estaria dirigindo fora do limite de velocidade e chegou a trocar de veículo antes de ir para casa.
A defesa do médico informou à TV Anhanguera que “o laudo pericial não conseguiu atender a todas as questões necessárias para o deslinde da questão e que, em momento certo, vai apresentar seus questionamentos”.
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Acidente foi registrado neste sábado (9)
Divulgação
Investigações apontaram que o ciclista trafegava pela Avenida Parque quando foi atingido na traseira pela caminhonete conduzida pelo médico. O laudo pericial apontou que a causa do acidente foi a reação tardia do motorista, associada à velocidade incompatível com o limite de velocidade da via, de 60 km/h.
Conforme a polícia, após a batida, o médico parou e desceu da caminhonete no local do acidente. Em seguida, ele fugiu sem prestar socorro à vítima. O veículo foi abandonado próximo ao aeroporto de Palmas. Os policiais encontraram um copo no porta-copos do motorista e uma caixa térmica contendo bebidas alcoólicas na carroceria. As investigações também indicaram que o médico alugou outro carro antes de voltar para casa.
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O ciclista foi socorrido após testemunhas acionarem o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Em depoimento à polícia, o médico afirmou que se assustou após a batida e, inicialmente, achou que se tratava de uma tentativa de assalto e que não conseguiu prestar socorro por causa do desespero. Ele ainda informou que ligou para o Samu após deixar o local e negou ter ingerido bebida alcoólica ou qualquer substância que alterasse sua capacidade psicomotora.
O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
Benedito Souza
Benedito era aposentado e morava em Palmas há cinco anos. Conhecido na comunidade pela sua generosidade, dedicava-se ao cuidado de animais de rua e à convivência com as duas filhas e dois netos.
“Ele costumava seguir trajetos habituais durante os passeios de bicicleta, justamente por já conhecer melhor o percurso e manter uma rotina de atividade física. O acidente ocorreu na entrada da quadra onde ele morava, local por onde costumava passar com frequência”, disse a sobrinha da vítima, Ana Paula Albuquerque.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ex-candidato a vereador é preso suspeito de duplo homicídio em fazenda por disputa agrária


Suspeitos de duplo homicídio em Babaçulândia são presos
Três homens, entre eles um ex-candidato a vereador, foram presos por suspeita de participação nos homicídios de Victor Yan de Sousa Silva, de 27 anos, e Paulo Ricardo da Silva, de 26 anos. O crime aconteceu no município de Babaçulândia e, segundo a Polícia Civil, está relacionado a conflitos agrários.
Conforme apurado pela TV Anhanguera, os suspeitos são Paulo Batista da Silva, Welington Alves de Santana e Manoel Paladim Sampaio, que disputou as eleições municipais de Araguaína em 2024 pelo Partido dos Trabalhadores.
O g1 tenta contato com a defesa dos investigados.
O crime aconteceu no dia 27 de março de 2026, na estrada vicinal do Coco Salviano, em Babaçulândia, e os investigados foram presos nesta terça-feira (23). De acordo com a polícia, os suspeitos integravam um grupo de posseiros que teria invadido a propriedade onde as vítimas trabalhavam para os donos da terra.
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Conforme a investigação, havia confrontos frequentes entre os ocupantes da área e funcionários da fazenda, principalmente durante tentativas de retirada de construções feitas no local. Em uma dessas situações, ocorreu o confronto que terminou com a morte dos dois trabalhadores.
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Dois jovens são motos na zona rural de Babaçulândia, região norte do Tocantins
Radar Tocantinense/Divulgação
No dia do crime, a Polícia Militar encontrou um dos corpos caído ao lado da porta do motorista de uma caminhonete preta, que possuía marcas de tiros na lataria. O segundo corpo foi encontrado à margem de um matagal na região.
Segundo o delegado Adriano de Aguiar Carvalho, os suspeitos diziam trabalhar com agricultura familiar para invadir terras na região.
“Essas pessoas estavam alegando ser posseiros de agricultura familiar, na verdade são praticamente uma organização criminosa responsável por se apossar de diversas áreas na região de Araguaína e municípios circunvizinhos e, na sequência, tentar dar um ar de legalidade, de assentamento de sem-terra, para depois venderem essas propriedades às demais pessoas”, comentou.
Segundo o delegado, dois suspeitos atiraram nos trabalhadores enquanto o terceiro envolvido acobertou a fuga. “Ao que consta dois portavam armas de fogo do tipo espingarda, e cometeram esses homicídios com o apoio logístico e material do terceiro, que depois também foi responsável por dar fuga aos suspeitos”, disse.
A Secretaria de Segurança Pública informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime.
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Fonte: G1 Tocantins

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R$ 0,16 por saco de carvão: entenda o valor que viralizou e o que a lei diz sobre o trabalho em carvoarias


Jovem conquista milhões de visualizações ao mostrar rotina com produção de carvão no TO
O vídeo de uma tocantinense mostrando a rotina de ensacar carvão e revelando o recebimento de R$ 0,16 por saco de carvão ensacado ultrapassou milhões de visualizações nas redes sociais e reacendeu o debate sobre condições de trabalho no setor.
Na gravação, Jéssika Borges, de 33 anos, relata a rotina de produção e o valor pago por unidade, o que gerou ampla repercussão e levantou questionamentos sobre direitos trabalhistas e possíveis situações de exploração no trabalho.
Segundo Jéssika, o pai atua de forma informal na atividade, comprando sacos de carvão de 30 kg a 50 kg para ensacar e redistribuir, sem vínculo formal de emprego na etapa mostrada no vídeo.
A jovem relata que ajudava o pai no ensacamento do carvão quando gravou o vídeo e que passou a participar da atividade após a morte do noivo em um acidente de trânsito, como forma de lidar com o luto e se manter ocupada.
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Diferença entre trabalho precário e trabalho análogo à escravidão
A legislação brasileira não considera ilegal, por si só, o pagamento por produção ou valores baixos por unidade de trabalho. No entanto, situações podem configurar crime quando há submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornada exaustiva, restrição de locomoção ou servidão por dívida.
De acordo com o artigo 149 do Código Penal, caracteriza-se trabalho análogo à escravidão quando há qualquer uma dessas condições associadas à exploração da dignidade do trabalhador.
A norma também prevê punição para quem submete pessoas a esse tipo de situação, incluindo empregadores e intermediários responsáveis pela cadeia de produção.
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Reprodução/Instagram de Jéssika Borges
O que diz a fiscalização
Órgãos de fiscalização trabalhista utilizam critérios técnicos para identificar irregularidades em ambientes como carvoarias, lavouras e outros setores produtivos. Entre os principais pontos avaliados estão alojamento, acesso a água potável, condições sanitárias, jornada de trabalho e segurança.
Em operações de combate ao trabalho análogo à escravidão, equipes do Ministério do Trabalho e Emprego (MPTE) podem aplicar autuações, resgatar trabalhadores e encaminhar relatórios ao MPTE.
Contexto da repercussão
O vídeo que viralizou integra uma sequência de conteúdos publicados pela jovem sobre sua rotina de trabalho no interior do Tocantins, incluindo relatos pessoais sobre desafios financeiros e mudanças de vida.
A repercussão também reacendeu debates sobre desigualdade social e condições de trabalho em atividades rurais e de produção artesanal de carvão vegetal, comuns em algumas regiões do país.
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Fonte: G1 Tocantins

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Pacientes com câncer relatam interrupção de tratamento na rede pública do Tocantins


Pacientes alegam que tratamentos médicos no HGP foram interrompidos
Pacientes em tratamento contra o câncer relataram interrupções em atendimentos e dificuldades para obter medicamentos na rede pública de saúde do Tocantins. Os casos envolvem pacientes atendidos pela Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do Hospital Geral de Palmas (HGP) e vêm ocorrendo durante o processo de transição dos serviços oncológicos para o Hospital de Amor.
Entre os pacientes que denunciam problemas está José Neto Pereira Rodrigues, morador de Natividade. Ele iniciou o tratamento contra o câncer em Goiás e, após se mudar para o Tocantins, passou a ser atendido no HGP.
Segundo ele, o tratamento foi interrompido devido à falta do medicamento capecitabina. “O ciclo é de 21 em 21 dias. Eu tomo 14 dias, passo sete em repouso sem tomar e depois continuo. Mas agora parou e não posso parar”, afirmou.
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A mesma situação é enfrentada por Maria de Lourdes Barreira de Oliveira, de 75 anos, que faz tratamento contra câncer de intestino há sete meses. Conforme familiares, as sessões de quimioterapia também foram interrompidas pela falta do medicamento.
“Ficamos sem a medicação. Como fica o psicológico, a saúde? Qual é a resposta?”, questionou Otávia, a nora da paciente.
Segundo a família, a compra do remédio de forma particular custou mais de R$ 2,5 mil. A justificativa recebida foi que o desabastecimento estaria relacionado ao processo de transição dos atendimentos para o Hospital de Amor.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) afirmou que a Unacon mantém suas atividades regularmente, com consultas, exames, tratamento quimioterápico e acompanhamento multidisciplinar, sem interrupção da assistência (veja nota completa abaixo).
Transição para o Hospital de Amor
No fim de abril, o Governo do Tocantins assinou contrato com o Hospital de Amor para assumir parte dos atendimentos oncológicos no estado. O acordo prevê um investimento estimado em R$ 67 milhões e um prazo de até 120 dias para a conclusão da transição dos serviços.
Durante esse período, pacientes que estavam em tratamento continuam vinculados ao HGP, enquanto novos atendimentos passam gradualmente para a nova estrutura. A Defensoria Pública do Estado do Tocantins acompanha o processo e destaca que a mudança não pode comprometer a continuidade da assistência aos pacientes.
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Casos ocorrem durante a transição dos serviços oncológicos do HGP para o Hospital de Amor.
André Araújo/Governo do Tocantins
Paciente espera cirurgia há mais de dois meses
Além das reclamações relacionadas ao tratamento oncológico, pacientes também relatam demora para procedimentos em outras áreas da saúde estadual. O cadeirante Gedeon Pereira Soares, morador de Porto Nacional, afirma que aguarda há mais de dois meses por uma cirurgia de reparação de uretra.
Segundo ele, a demora agravou seu estado de saúde. “Estou pegando infecções urinárias e com medo de agravar ainda mais a minha situação”, relatou.
Íntegra da nota da Secretaria da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) informou, em nota, que Gedeon Pereira Soares está regulado na rede estadual e que o processo segue os critérios estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Sobre os pacientes José Neto Pereira Rodrigues e Maria de Lourdes Barreira de Oliveira, a pasta afirmou que a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do Hospital Geral de Palmas mantém suas atividades regularmente, com consultas, exames, tratamento quimioterápico e acompanhamento multidisciplinar, sem interrupção da assistência.
Em relação ao medicamento capecitabina, a secretaria informou que realiza monitoramento permanente dos estoques e reposição contínua, mas que a demanda recente ficou acima do volume inicialmente previsto, tornando necessária uma nova aquisição, já solicitada.
A SES afirmou ainda que acompanha o processo de reabastecimento e adota medidas para garantir a continuidade da assistência aos pacientes.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins