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Entenda a demolição de chácaras às margens do lago de usina no TO após decisão da Justiça


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
A desocupação de chácaras às margens do lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado) chamou a atenção para a história de moradores que acabaram perdendo tudo após décadas vivendo no local. A disputa judicial que levou às demolições começou ainda em 2014.
Entre os moradores que tiveram construções demolidas está o aposentado Aloízio Mota, de 85 anos. Ele investiu cerca de R$ 500 mil na construção de uma pousada e viu tudo ir ao chão. “É um sonho de final de carreira assim, meio pesadelo. Não acordei ainda direito”, afirmou.
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A usina está situada no Rio Tocantins, no estado do Tocantins, entre os municípios de Miracema e Lajeado, a 60 km da capital, Palmas. O enchimento do lago do reservatório aconteceu entre 2001 e 2002.
Na época da construção da usina, a Investco, concessionária responsável pela implantação e operação da UHE Lajeado, adquiriu áreas que seriam afetadas pelo surgimento do lago. Segundo a empresa, mais de 4 mil propriedades foram adquiridas ou desapropriadas entre o início do empreendimento, em 1998, e 2013.
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Desocupação determinada pela Justiça
A ordem para desocupação de cerca de 50 chácaras saiu em março deste ano, após mais de uma década de disputa judicial. Os posseiros afetados por essa decisão ficavam na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010.
Em julho, a reintegração de posse foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. “A gente não tem nem noção o que que o que vai acontecer de agora para frente. E não é só eu, não. Tem gente aqui pior que pior que eu muito aqui, ó. Tem coitado de velhinho aí, né? Que que não tem onde se encostar”, lamentou o aposentado Ogacir Bozoli.
Morador viu casa sendo demolida em chácara no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
A Investco informou ao g1 que adquiriu essa área em 2000, antes da formação do reservatório. Segundo a empresa, a ocupação irregular teve início em 2013, quando adotou imediatamente as medidas necessárias para a preservação da área, com o ingresso de uma ação de reintegração de posse.
“A empresa esclarece que não participou nem reconheceu eventuais negociações realizadas entre os ocupantes e terceiros, uma vez que se trata de área de propriedade da União. A Investco cumpre com seu dever legal de preservar. Concluída a ação, o local será destinado à recomposição ambiental, conforme previsto na legislação”, afirmou em nota.
A Investco afirma que o caso não representa uma “situação generalizada nas margens do reservatório” e que a empresa atua exclusivamente na defesa de áreas de propriedade da União.
Pousada demolida
Pousada que estava sendo construída foi demolida
Reprodução/TV Anhanguera
Aloízio Mota, por outro lado, afirma que comprou o terreno de boa-fé. Segundo ele, o contrato de compra e venda tinha cláusulas que garantiam não haver processos ou pendências relacionados à área. No entanto, pouco tempo após a compra, foi surpreendido pela visita de um oficial de Justiça, que informou sobre a ordem de desocupação e demolição.
“Eu estava construindo, reformando tudo. Construí cinco suítes. Toda a parte elétrica nova, móveis novos que não deu nem para instalar, estava tudo dentro da sacola plástica para colocar nas camas. Fiz uma piscina nova, com hidromassagem. Eu estava cuidando daquilo lá com todo o carinho, mas a vida é assim”, lamentou.
Diante do prejuízo, o aposentado disse que agora planeja conversar com os demais moradores afetados para avaliar as medidas cabíveis e tentar buscar uma indenização.
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Fonte: G1 Tocantins

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TV Anhanguera define regras para cobertura dos candidatos ao governo do TO e ao Senado


Plano de cobertura foi apresentado durante reunião presencial
Divulgação
A TV Anhanguera apresentou nesta quinta-feira (20) o plano de cobertura jornalística para as eleições estaduais de 2026 no Tocantins. As regras foram apresentadas pelo chefe de redação, Adriano Fonseca, na sede da Rede Anhanguera, em Palmas, durante reunião com os representantes dos candidatos ao governo do Tocantins e ao Senado.
A cobertura busca proporcionar aos eleitores uma oportunidade de conhecer melhor as propostas, os planos de governo e as soluções que os candidatos sugerem para o Tocantins
“Nosso compromisso é com o eleitor. Por isso, estabelecemos critérios claros e transparentes, que valem para todas as candidaturas. Queremos uma cobertura equilibrada, com espaço para propostas e informação de qualidade, para que o eleitor tenha condições de fazer a própria escolha”, informou Adriano Fonseca.
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Cobertura das atividades de campanha
O Bom Dia Tocantins (BDT) publicará diariamente a agenda, em arte, com os compromissos de campanha de todos os candidatos ao governo, independentemente da posição nas pesquisas.
No Jornal Anhanguera – 2ª Edição e no BDT do dia seguinte, serão exibidas as atividades de campanha realizadas pelos candidatos ao governo. A cobertura será organizada com base no resultado da última pesquisa do Instituto Quaest, contratada e divulgada pela TV Anhanguera.
Três vezes por semana (segunda, quarta e sexta), um espaço de 1 minuto e 20 segundos, será destinado aos candidatos que pontuarem 15% ou mais.
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Durante os outros dois dias da semana (terça e quinta), em um espaço de 1 minuto, a cobertura será direcionada para os candidatos que pontuarem 14% ou menos na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora.
Os candidatos a governo, que pontuarem igual ou menor que 5% terão 45 segundos, uma vez por semana. E os demais candidatos, que pontuarem 1% ou menos, terão cobertura a cada duas semanas, de 30 segundos.
Para os candidatos ao Senado, o BDT vai exibir respostas gravadas, de 40 segundos, sobre propostas de campanha e assuntos de interesse aos eleitores. A frequência também será definida pelo desempenho na pesquisa.
10% ou mais: toda semana
De 5% a 9%: a cada 2 semanas
De 1% a 4% ou sem pontuar: a cada 4 semanas.
Entrevistas individuais candidatos
As entrevistas individuais com os candidatos ao cargo de governador serão realizadas ao vivo, no Jornal Anhanguera – 1ª Edição, a partir de 14 de setembro, na sede da TV Anhanguera. A duração será de 30 minutos. Participarão os candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora, que estiverem entre os 5 primeiros colocados.
Caso o número de candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest, seja maior do que 5, havendo empate entre eles, os critérios de desempate para determinar os cinco participantes serão: o percentual de intenção de voto na pesquisa espontânea em referência e o número de parlamentares na Câmara dos Deputados.
Para os demais candidatos ao governo que não ficarem entre os 5 primeiros, será realizada entrevista gravada de dois minutos, que será exibida no Jornal Anhanguera – 1ª Edição.
As entrevistas individuais com os candidatos ao cargo de senador serão realizadas ao vivo, no BDT, a partir de 14 de setembro. A duração será de 15 minutos. Participarão os candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora.
Candidatos que pontuarem entre 5% e 3%, vão participar de entrevistas gravadas que serão exibidas no BDT de 21 de setembro. Para os demais candidatos com menos de 3%, as entrevistas gravadas serão exibidas no BDT de 22 de setembro.
A ordem das entrevistas foi definida em sorteio durante a reunião. Todos os presentes assinaram o documento concordando com as regras apresentadas pela emissora.
Reunião presencial apresentou plano de cobertura
Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem de 19 anos foi assassinada em rua de Palmas após comprar celular furtado, diz polícia


Suspeito de matar jovem de 19 anos é preso pela Polícia Civil
Divulgação/SPP-TO
Um homem de 36 anos foi preso suspeito de atirar e matar Manoela Miranda Lisboa, de 19 anos, no meio de uma rua. O caso aconteceu em junho deste ano na região sul de Palmas. Segundo a Polícia Civil, o suspeito e a vítima haviam se desentendido por causa de um celular furtado que Manoela havia comprado por R$ 100.
O suspeito foi preso na manhã desta quinta-feira (20). A foto do momento da prisão foi divulgada e borrada pela polícia. O nome do homem não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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O crime aconteceu no dia 20 de junho. O corpo da jovem foi encontrado no meio da rua com marcas de tiros. Investigações apontaram que o celular comprado por Manoela teria sido furtado do suspeito e revendido por uma terceira pessoa.
Jovem de 19 anos é encontrada morta com marcas de tiros em Palmas
Reprodução TV Anhanguera/Jornal Sou de Palmas
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O homem descobriu a localização do aparelho e teria exigido a devolução. Ao ter o pedido negado, ele passou a discutir com a vítima e foi agredido com uma garrafada. O suspeito deixou o local, mas voltou e atirou na jovem.
A polícia informou que as investigações da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa continuam para definir a dinâmica completa do crime e a eventual participação de outras pessoas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Casa encontrada no fundo do Lago de Palmas está na região da antiga Vila Canela; conheça história do povoado


Retroescavadeira e outras estruturas estão no fundo do lago
A Vila Canela foi uma comunidade ribeirinha iniciada no século 18 localizada nas margens do rio Tocantins, locaque, atualmente, está sob o lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. Em 2001, com o enchimento do reservatório, quase 200 famílias precisaram deixar a região.
Uma casa antiga que seria da comunidade foi encontrada submersa no Lago de Palmas em junho deste ano, por um pescador esportivo. A descoberta foi feita enquanto ele mapeava e explorava as águas em mergulho livre. A estrutura se encontra entre 9 e 10 metros de profundidade.
O g1 conversou com o mestre em Geografia, professor e pesquisador de história regional, Júnio Batista do Nascimento, para entender mais sobre a história das famílias da comunidade. Ele explica que o nome da vila teve origem a partir da observação de vacas “caneludas” que existiam na região.
“A partir de 1960 com a construção da estrada ligando [a vila] a Porto Nacional, extinguiu-se a navegação e passaram a transportar as mercadorias no lombo de animais. A comunidade tinha uma dinâmica própria, com uma economia baseada na agricultura familiar e na pesca”, conta Júnio.
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Casas da antiga Vila Canela, publicada em edição de jornal impresso de 2000
Divulgação/O Jornal
Com a criação de Palmas, em 1989, o Canela passou a pertencer à capital tocantinense, como um distrito. De acordo com o pesquisador, a religiosidade e a paixão pelo esporte marcam a história da comunidade.
“A festa do Divino, que existia desde 1940, o Barracão de Palha, que foi sede das primeiras reuniões que decidiram a implantação de Palmas, e a paixão pelo esporte, em especial o futebol, que originou o time Sociedade Esportiva Canela que, em 1997, fez surgir o Palmas Futebol e Regatas”, afirma.
Mudança de endereço
A construção da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães, popularmente conhecida como Usina de Lajeado, começou em 1998. Júnio Batista explica que as obras foram iniciadas em um período em que o país precisava de investimentos no setor energético e vivia uma crise devido à escassez de chuvas e à sobrecarga do sistema elétrico brasileiro.
A obra foi construída em 39 meses com recursos privados, e contou com 11 mil trabalhadores. O lago atingiu 630 km², com 170 km de extensão. As famílias do Canela foram atingidas diretamente, e precisaram mudar de endereço e encontrar um novo ritmo de vida.
“Tiveram que deixar suas casas, suas terras, o rio, as ligações afetivas com o lugar e foram compulsoriamente remanejadas para a Arne 64 (508 Norte) e o Setor Santa Bárbara”, conta o pesquisador.
A Vila Canela tinha antigas sedes de fazenda, currais, casas, ruínas, estradas e objetos que foram deixados para trás, porque o processo de enchimento do lago foi feito em apenas 6 meses.
“Do início de maio a dezembro de 2001, muitas coisas, como antigas sedes de fazenda, currais, ruínas, estradas e objetos acabaram ficando submersos”, explica.
Ruínas de casa é descoberta submersa no Lago de Palmas
Divulgação/Luiz Carlos Marques de Queiroz
Além do Canela, o professor e pesquisador conta que outras 24 regiões, incluindo Luzimangues, córrego do Prata, São Francisco de Assis, Mariana, Boa Sorte e Flor da Serra, precisaram ser reassentadas. No total, 1.526 famílias, que mantinham relação econômica de sobrevivência com o rio, foram atingidas.
A Arne 64 foi projetada para ser conhecida como a “Vila Nova Canela”. Segundo Júnio, foram construídos uma igreja, escola, posto de saúde e a quadra poliesportiva no local. Todos os empreendimentos que existiam na antiga Canela.
Lago de Palmas, no Tocantins
Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Deus não abandona’, diz mãe que subiu escadaria de joelhos com filha no colo para agradecer


Gesto é uma demonstração de gratidão e pagamento de promessa
De joelhos, Graziele Aguiar subiu as escadarias do Santuário Senhor do Bonfim para agradecer pela saúde da filha de 6 anos. A menina foi diagnosticada com um tumor cerebral e precisou passar por cirurgia. Para a mãe, a saúde da filha é um milagre de Deus.
“É um momento único. Eu subi ali anestesiada porque já tinha andado 23 km, mas a fé nos move e nos fortalece. Foi um momento de fé, emoção e gratidão estar com a minha filha no colo curada, em ter a certeza de que Deus não abandona os seus”, contou.
No vídeo, Graziele sobe degrau por degrau ajoelhada, com a filha no colo. A gravação foi publicada nas redes sociais no último domingo (15), durante romaria do Senhor do Bonfim, que acontece em Natividade.
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A peregrinação acontece todos os anos entre os dias 6 e 17 de agosto. Com três séculos de tradição, a romaria alcança fiéis de todos os lugares e idades que buscam agradecer ou pedir bênçãos. Por isso, desde o ano passado, o dia 15 de agosto, quando é comemorado o Dia do Senhor do Bonfim, é feriado estadual.
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Mãe subiu escadas segurando a filha
Reprodução/Redes Sociais
Mãe orou pela saúde da filha
Em dezembro de 2025, Clara, de 6 anos, começou a sentir fortes dores na cabeça e a mãe decidiu levá-la ao hospital. Inicialmente, os médicos diziam que se tratava de uma virose. Como as dores continuaram, Graziele decidiu procurar um neurocirurgião.
Após a ressonância, a família descobriu que Clara tinha um tumor grande na cabeça. O diagnóstico indicou que se tratava de um tumor maligno (câncer), mas, após a cirurgia de remoção, os médicos identificaram que o tumor era benigno.
A menina recebeu alta no dia 26 de fevereiro e atualmente passa por reabilitação por causa de pequenas sequelas, como dificuldade para andar e falar.
Clara Aguiar, de 6 anos, com a mãe, Graziele Aguiar
Divulgação/Graziele Aguiar
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação investiga grupo suspeito de fornecer armas a facções criminosas e movimentar R$ 4 milhões com empresas de fachada


Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no TO realiza operação contra esquema de tráfico de armas
Divulgação/SSP-TO
Mandados de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta quinta-feira (20) contra um grupo suspeito de furtar e vender armas de fogo a facções criminosas. A ação acontece em três cidades do Tocantins e no Maranhão. Conforme a Polícia Federal, o grupo também é suspeito de movimentar R$ 4 milhões usando empresas de fachada.
A Operação Arsenal, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins, cumpriu 15 mandados nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz (MA) e contou a atuação de 120 policiais.
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A PF informou que as investigações contra o grupo iniciaram após um caso de furto de armas de fogo e coletes balísticos de uma empresa de segurança privada na capital tocantinese. Conforme a Secretaria de Segurança Pública, os suspeitos teriam neutralizado o sistema de energia e monitorado o estabelecimento antes do crime.
Segundo a polícia, as armas teriam sido distribuídas para criminosos de diferentes estados brasileiros. Também há indícios de que, em dois meses, o grupo teria movimentado R$ 4 milhões usando contas de empresas de fachada e de terceiros.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores e promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa armada. As penas podem chegar a 22 anos de prisão.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aposentado fica desolado ao ver pousada ser demolida às margens de lago no TO: ‘Sentimento de impotente’


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
O aposentado Aloízio Mota, de 85 anos, contou ao g1 que se sentiu “impotente” ao ver a pousada ser destruída. A construção foi demolida após uma decisão da Justiça Federal. Pelo menos 50 chácaras foram afetadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas. A desocupação forçada teve o apoio das polícias Militar e Federal, em cumprimento à determinação judicial, na última terça-feira (18).
“O sentimento é de estar indefeso, de estar impotente de fazer qualquer coisa”, desabafou o aposentado. Ele não morava no local. Aloízio possui outros imóveis em Palmas.
A disputa judicial envolvendo os proprietários de cerca de 50 chácaras e a Investco, concessionária da Usina Hidrelétrica de Lajeado, se arrastava desde 2014. A empresa moveu a ação de reintegração de posse alegando que se trata de uma área de preservação vinculada à concessão federal da usina, nos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010, onde as chácaras estão localizadas.
A Investco informou que adquiriu a área no ano 2000, antes mesmo da formação do lago, e que as ocupações irregulares começaram em 2013, o que motivou o ingresso imediato da ação de reintegração de posse. (Leia nota detalhando o caso abaixo).
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Aloízio Mota contou, em entrevista, que comprou o terreno de boa-fé. Segundo ele, o contrato de compra e venda tinha cláusulas que garantiam não haver processos ou pendências relacionados à área. No entanto, pouco tempo após a compra, foi surpreendido pela visita de um oficial de Justiça, que informou sobre a ordem de desocupação e demolição.
Construções foram derrubadas com o uso de maquinário
Reprodução/TV Anhanguera
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O aposentado contou que teve um prejuízo de mais de meio milhão de reais. Segundo ele, a propriedade havia sido comprada recentemente, em janeiro deste ano, e passava por uma grande reforma para receber os filhos e netos.
“Eu estava construindo, reformando tudo. Construí cinco suítes. Toda a parte elétrica nova, móveis novos que não deu nem para instalar, estava tudo dentro da sacola plástica para colocar nas camas. Fiz uma piscina nova, com hidromassagem. Eu estava cuidando daquilo lá com todo o carinho, mas a vida é assim”, lamentou.
Diante do prejuízo, o aposentado disse que agora planeja conversar com os demais moradores afetados para avaliar as medidas cabíveis e tentar buscar uma indenização.
A desocupação
A decisão favorável à desocupação foi assinada pela juíza federal Caroline Baccedo e confirmada em julho deste ano pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. Os ocupantes das áreas em disputa foram notificados em março para deixarem a área e realizarem as demolições por conta própria.
Como os prazos se esgotaram, a Justiça determinou o corte do fornecimento de energia elétrica na região no dia 13 de agosto, culminando na desocupação forçada e início das demolições com maquinário pesado no dia 18 de agosto, com apoio das polícias Militar e Federal.
Nota da Investco na íntegra
A Investco informa que adquiriu a área em 2000, antes da formação do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. A ocupação irregular teve início em 2013 e, a empresa adotou de forma imediata as ações necessárias para preservação da área com o ingresso da ação de reintegração de posse. Após mais de uma década de tramitação e sucessivos recursos, a medida realizada no local ocorreu em cumprimento à decisão judicial.
A empresa esclarece que não participou nem reconheceu eventuais negociações realizadas entre os ocupantes e terceiros, uma vez que se trata de área de propriedade da União a qual a Investco cumpre com seu dever legal de preservar. Concluída a ação, o local será destinado à recomposição ambiental conforme previsto na legislação.
A Investco reforça ainda que o caso não representa uma situação generalizada nas margens do reservatório e que a empresa atua exclusivamente na defesa de áreas de propriedade da União, a qual como concessionária de serviço público tem o dever legal de preservar e zelar, sempre em conformidade com a legislação e as decisões judiciais emanadas pelas autoridades competentes.
Pelo menos 50 chácaras foram afetadas por ordem de reintegração de posse no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Nunca desisti dele’, diz mulher de ex-detento que deixou família para cursar Medicina a 2 mil km de casa


Wallace da Costa e a esposa, Patrícia Franco
Patrícia Franco/Arquivo pessoal
Após anos de uma rotina dividida entre a sala de aula na Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) e a saudade da família em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, o estudante Wallace William da Costa, de 47 anos, iniciou nesta semana uma etapa que vai além do aprendizado prático: a retomada do convívio diário com a esposa e as quatro filhas.
Ex-detento que reconstruiu sua história através da educação, ele conseguiu autorização para realizar parte do internato na cidade mineira, encerrando a distância de 2.200 quilômetros que a família enfrentou nos últimos anos.
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A mudança representa a oportunidade de voltar a viver em casa após anos entre Minas Gerais e Tocantins.
“A princípio, estão liberados três meses. São duas matérias e ainda estão para liberar outras duas”, explicou.
🔎 O internato é a etapa final do curso de Medicina, quando os estudantes passam a atuar diretamente nos serviços de saúde, sempre com supervisão. Parte dessa formação pode ser realizada em outra instituição por meio de mobilidade acadêmica, conforme as regras das universidades envolvidas.
Ex-detento inicia internato após cursar Medicina a mais de 2 mil km de casa
O peso da distância para a família
Enquanto Wallace enfrentava o ambiente acadêmico em Araguaína, onde relata ainda sofrer preconceito por ser ex-detento, a rotina doméstica ficava com a esposa, Patrícia Franco.
Casada com Wallace há 20 anos, ela conta que a ausência do marido era um desafio diário na criação das filhas, que têm entre 10 e 16 anos.
“É muito difícil ficar com quatro crianças e seu marido a 2.500 km longe de você. Está sendo muito bom ele aqui. É a certeza que todo o nosso sacrifício tem valido a pena”, disse ao g1.
Para Patrícia, embora o tempo de permanência de Wallace em Juiz de Fora ainda dependa de trâmites universitários, o momento é de celebração.
“Eu nunca desisti dele, tenho muito orgulho da trajetória do meu marido e do pai que ele é. Vamos aproveitar esse pouco tempo que está sendo precioso. É um sonho realizado. Ele merece ter conseguido isso”, finalizou.
O contato à distância
Desde o início da graduação na UFNT, em 2023, o contato físico com a família ficou restrito aos períodos de férias escolares.
No dia a dia, a tecnologia era a ponte para amenizar a saudade, mas não eliminava a preocupação com a rotina familiar.
A situação tornava-se mais delicada devido às necessidades especiais de uma de suas filhas, que tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível três de suporte.
Agora, próximo de concluir o curso, comemora a possibilidade de passar mais tempo ao lado delas.
“Ficar longe da família é difícil demais. Com essa chance de fazer a etapa prática em Juiz de Fora, pelo menos nesse período, já me ajuda muito”.
Wallace William da Costa volta para Juiz de Fora para iniciar a etapa prática do curso
Arquivo Pessoal
Do cárcere à faculdade
Wallace concluiu o ensino médio na penitenciária e, depois, foi aprovado para o curso de Medicina
Reprodução/TV Integração
O caminho de Wallace até a universidade começou muito antes de vestir o jaleco. Aos 18 anos, ele foi preso e cumpriu quatro anos de pena em regime fechado.
Durante o período em que esteve preso na Penitenciária José Edson Cavalieri, em Juiz de Fora, decidiu concluir o ensino médio.
“Quando me vi privado da liberdade, percebi que precisava escolher entre continuar naquela vida ou mudar. Foi quando tive um estalo e decidi concluir o segundo grau dentro da penitenciária, por meio de um processo supletivo”, afirmou.
Após deixar o sistema prisional, continuou os estudos. Ele se formou em enfermagem, passou em concursos públicos e, anos depois, retomou o sonho de cursar Medicina.
Em 2025, foi aprovado em um concurso público para o cargo de médico em Minas Gerais. Agora, espera concluir o curso para assumir a função pública.
“Eu sou uma prova viva de que é preciso lutar pelos sonhos. Sempre vai haver esperança, desde que a pessoa queira. Sempre há uma nova forma de ver a vida”, finalizou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Criança morre em acidente entre caminhões na TO-010


O acidente envolveu dois caminhões
Reprodução/Tv Anhanguera
Um acidente de trânsito registrado nesta quarta-feira (19), envolvendo dois caminhões na rodovia TO-010, entre Filadélfia e Palmeirante, na região norte do estado, deixou uma pessoa morta e outra ferida.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, um caminhão bateu na traseira de outro veículo de carga e deixou uma criança morta. A vítima ficou presa às ferragens e precisou do auxílio da corporação para ser retirada. O pai da criança, que também estava no veículo, ficou ferido e foi atendido no local.
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Agora no g1
O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo no local. Após a realização do exame de necropsia, o corpo será liberado aos familiares.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência


Prisão de madrasta de Gustavo Veloso é mantida
Um pedido de liberdade e de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Kathellen Moreira da Silva, madrasta do menino Gustavo Veloso Feitosa, foi negado pela 1ª Vara Criminal de Palmas. A mulher está presa preventivamente sob suspeita de omissão na tortura do enteado, de 3 anos, encontrado morto na casa do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, no início do mês, em Palmas.
A mãe do menino viva uma disputa judicial com Igor Veloso. Gustavo foi encontrado morto no dia 3 de agosto, na casa do pai. Igor Gustavo Veloso de Sousa e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, são investigados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura. Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”.
Com a decisão judicial, a investigada continuará recolhida na Unidade Prisional Feminina de Palmas. O companheiro também segue detido na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). A decisão é de segunda-feira (17) e foi assinada pelo juiz Cledson José Dias Nunes.
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Na decisão à qual o g1 teve acesso, a defesa de Kathellen pediu a revogação da prisão preventiva ou a conversão para prisão domiciliar. Os advogados alegaram que ela é mãe de uma bebê de 5 meses, que está em fase de amamentação e passa por investigação cardiológica. A defesa também argumentou que a investigada não tem antecedentes criminais e não teria participado das agressões físicas.
Ao rejeitar o pedido, o juiz Cledson José Dias Nunes destacou que o Código de Processo Penal (CPP) prevê restrições à concessão de prisão domiciliar em casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça e quando a medida não atende às circunstâncias previstas em lei.
Após a decisão da Justiça, a defesa não respondeu às tentativas de contato da reportagem da TV Anhanguera. (Leia abaixo a nota anterior enviada pela defesa).
Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira foram presos em Palmas
Divulgação/Instagram Delegado Eduardo Meneses
O magistrado ressaltou que o crime de omissão atribui à investigada responsabilidade pelo resultado da violência brutal que causou a morte da criança.
A decisão também informa que a Justiça avaliou a situação da filha bebê da investigada e entendeu que a criança já recebia alimentação mista antes da prisão. O juiz destacou que, atualmente, a filha de Kathellen está sob os cuidados da avó materna, sem evidências de riscos concretos à saúde.
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Violência vicária
A Polícia Civil apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária. O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra, como quando um filho é vítima de violência com o objetivo de atingir a mãe.
🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha. O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
Segundo a advogada criminalista Cristiane Mezzaroba, esse tipo de violência ocorre quando a criança deixa de ser vista como indivíduo e passa a ser utilizada como meio de vingança ou punição contra a mulher. A estratégia costuma estar associada a históricos de violência doméstica, controle e ameaças contra a vítima.
“É como se fosse, de uma forma, culpá-la para que carregue pelo resto da vida essa dor e essa culpa de que determinada pessoa morreu por ela”, explicou.
Histórico de ameaças e conflitos
A defesa da mãe de Gustavo afirma que o caso não pode ser analisado de forma isolada e sustenta que existe um histórico de violência doméstica registrado desde 2023. A investigação também apura relatos de ameaças anteriores feitas pelo pai da criança contra a ex-companheira.
Conforme a Polícia Civil, os pais do menino não viviam juntos e travavam disputas judiciais relacionadas à guarda e à pensão. A mãe relatou que já havia procurado autoridades e denunciado ameaças recebidas quando Gustavo ainda era bebê.
Relembre o caso
A morte de Gustavo provocou grande comoção em Palmas e mobilizou uma força-tarefa da Polícia Civil. O caso veio à tona na segunda-feira (3), após o pai informar que o filho teria morrido por afogamento. A versão, porém, começou a ser questionada logo nas primeiras análises periciais e acabou descartada pelos exames do IML.
Durante as investigações, a mãe apresentou vídeos, fotografias e outros registros que, segundo a polícia, mostram um histórico de agressões. O delegado Eduardo Menezes afirmou que há imagens da criança retornando das visitas ao pai com lesões e também gravações em que o menino aparece “nitidamente dopado”, segundo a avaliação da investigação.
A Polícia Civil informou que Gustavo voltava das visitas com arranhões, hematomas e outros ferimentos desde 2024. A mãe afirmou em depoimento que registrava os machucados e cobrava explicações do ex-companheiro, que atribuía as lesões a quedas e acidentes comuns da infância.
Outro elemento analisado pelos investigadores é um vídeo gravado antes da morte do menino. Nas imagens, Gustavo aparece chorando e se recusando a ir para a casa do pai. Segundo o relato da mãe à polícia, o filho demonstrava medo ao ouvir a voz de Igor e dizia que era agredido por ele.
O diretor do IML classificou o nível de violência encontrado como incomum e ressaltou que os primeiros exames não identificaram qualquer indício de afogamento.
Íntegra da nota da defesa de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira
A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva.
Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial.
Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa.
A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial.
Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente.
A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança.
Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins