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Justiça nega liberdade e mantém prisão de investigados por contrato de R$ 139 milhões nas UPAs


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
O Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins manteve presos os três principais alvos da Operação Falsa Emergência, que investiga fraudes em um contrato de R$ 139 milhões para a gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. Tiveram os pedidos de liberdade negados a ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, o ex-superintendente Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva. A decisão foi informada nesta sexta-feira (26), pelo TJTO.
As decisões são da 3ª Vara Criminal de Palmas. O juiz entendeu que as prisões devem ser mantidas para garantir a ordem pública e evitar interferências no processo. O magistrado destacou nos autos, que o alto valor envolvido no esquema e o risco de os suspeitos usarem influência política para atrapalhar as investigações, mesmo após terem sido exonerados dos cargos.
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A investigação começou após suspeitas de que o contrato com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, assinado sem licitação em março de 2026, foi “fabricado” com documentos de datas retroativas. Servidores da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) afirmaram à Polícia Civil que sofreram pressão para assinar pareceres favoráveis à terceirização, mesmo sem analisar o plano de trabalho da entidade.
Com o recebimento da denúncia pela Justiça, os investigados tornaram-se réus no processo. A decisão confirma que o magistrado aceitou formalmente as acusações apresentadas pelo Ministério Público, entendendo que existem indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes para que a ação penal prossiga.
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Dhieine Caminski; Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido
Colagem/Divulgação
A Justiça detalhou o papel de cada investigado no suposto esquema:
Dhieine Caminski: A ex-secretária é acusada de monitorar e tentar moldar depoimentos de funcionários para beneficiar sua defesa. Segundo a Justiça, mesmo fora do cargo, ela ainda exerce influência sobre servidores, o que coloca em risco a produção de provas. Mensagens eletrônicas no processo reforçam a suspeita de tentativa de interferência no trabalho policial.
Andreis Vicente da Costa: O ex-superintendente é apontado como peça-chave na criação de documentos técnicos para justificar a falta de licitação. Conforme a decisão, ele recebeu propina, como o uso de um carro de luxo (BMW) e viagens pagas pela empresária Cláudia Fernanda. O juiz destacou que o superfaturamento no contrato passa de R$ 46 milhões por ano.
Cláudia Fernanda Cândido da Silva: Apontada como lobista, a empresária teria pago benefícios a servidores para garantir o contrato. A Justiça ressaltou que ela alugou a BMW usada por Andreis um dia antes da dispensa de licitação ser oficializada. O fato de ela ter ficado foragida por cinco dias no início da operação também foi usado como motivo para mantê-la presa.
O contrato prevê o gerenciamento, a operacionalização e a execução de serviços de saúde, com repasses mensais de R$ 11,5 milhões totalizando mais de R$ 139 milhões por ano.
A Prefeitura de Palmas informou que o modelo de gestão não é alvo de discussão e que o funcionamento das UPAs permanece ocorrendo normalmente. O município ainda informou que adotará as medidas necessárias para cumprimento da decisão do TCE (veja nota completa abaixo).
A Santa Casa de Misericórdia de Itatiba informou que está analisando a decisão cautelar do TCE-TO, afirmou que mantém os atendimentos nas UPAs de Palmas e comunicou a Secretaria de Saúde sobre pendências de repasses, avaliando medidas para resguardar seus direitos (Veja nota completa abaixo).
Transição na gestão e investigação
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) mantém o contrato suspenso por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido.
Ao todo, dez pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. A investigação aponta que os repasses mensais de R$ 11,5 milhões eram muito maiores do que os custos reais das UPAs, causando prejuízo aos cofres públicos.
O processo segue em segredo de Justiça. Como parte do procedimento, o tribunal determinou a citação de diversos responsáveis, incluindo Dhieine Caminski, e Renato de Oliveira, para que apresentem defesa no prazo de 15 dias úteis.
Prefeitura de Palmas tem 60 dias para reassumir gestão das unidades
Djavan Barbosa
Íntegra da nota da Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Palmas adotará as medidas necessárias para cumprimento da decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE)
Vale ressaltar que o modelo de gestão não é alvo de discussão, de modo que o funcionamento das UPAS e unidades de saúde e postos corujinhas permanece ocorrendo normalmente, sem nenhuma interrupção.
A Prefeitura reafirma seu compromisso em prestar serviços de saúde dignos para a população palmense.
Íntegra da nota da Santa Casa
A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba informa que tomou conhecimento, por meio da imprensa, da decisão do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, estabelecida em medida cautelar, e está analisando seu teor junto ao corpo jurídico da instituição. A Santa Casa respeita as instâncias de controle e reforça que sua prioridade é garantir a continuidade e a segurança do atendimento à população nas UPAs Norte e Sul de Palmas, que seguem em funcionamento.
A instituição esclarece que, antes da medida cautelar e dos fatos recentemente noticiados, já havia formalizado junto à SEMUS manifestação administrativa sobre o Termo de Colaboração nº 001/2026/SEMUS, em razão de pendências relacionadas aos repasses devidos pelo Município. A instituição segue avaliando as medidas cabíveis para resguardar seus direitos institucionais, mantendo postura colaborativa com o Município, os órgãos de controle e a sociedade.

Fonte: G1 Tocantins

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Jogos Ilegais: viagens internacionais de influenciadora para Maldivas e Dubai chamaram atenção da polícia


Influenciadora investigada por jogos ilegais é alvo de buscas e tem bens bloqueados
As viagens de luxo para destinos como Dubai, Paris, Londres, Las Vegas, Ilhas Maldivas e Curaçao foram pontos-chave para que a Polícia Civil identificasse a ostentação de Elizabeth Melo, investigada por lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar. O estilo de vida luxuoso, compartilhado com seus mais de 65 mil seguidores, é totalmente incompatível com a renda declarada pela influenciadora, que variava entre R$ 1,9 mil e R$ 5 mil mensais.
A Operação Sorte Falseada foi deflagrada nesta sexta-feira (26), após denúncias de que a influenciadora digital Elizabeth Melo utilizava seu alcance nas redes sociais para promover o “jogo do tigrinho” e realizar sorteios de prêmios, como celulares e dinheiro, sem autorização do Ministério da Fazenda. Além da exploração de jogos de azar, a Polícia Civil apura crimes de lavagem de dinheiro e ameaças que a investigada teria feito contra pessoas que pretendiam denunciar as plataformas.
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Em sua defesa, Elizabeth Melo utilizou uma conta reserva no Instagram para negar as irregularidades, afirmando que não possui “laranjas” e que todo o seu patrimônio está registrado em seu nome. Ela ressaltou que a investigação ainda está em curso e que não houve condenação.
“É uma investigação, não sou condenada. [Os policiais] estiveram aqui, me trataram super bem, foram super educados comigo […] As minhas coisas sempre foram [registradas] no meu nome. Eu não tenho laranja, não tenho rabo preso com ninguém, não ocultei patrimônio. Então não tenho o que temer”, afirmou a influenciadora.
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Dinheiro, documentos e aparelhos eletrônicos foram apreendidos em operação
Hiago Muniz/Governo do Tocantins
De acordo com o relatório da Operação Sorte Falseada, além das viagens há a aquisição de bens de alto valor. Elizabeth comprou um apartamento em Palmas avaliado em R$ 300 mil, realizando o pagamento integralmente em espécie (dinheiro vivo). Além disso, a investigação listou a posse de veículos de alto valor, incluindo um SUV e duas caminhonetes ano 2024, já apreendidas.
A engenharia financeira utilizada para sustentar esse padrão de vida envolvia a criação de empresas de fachada, como a BM Marketing Digital e o Ateliê 7 Cabanas. Segundo a polícia, essas empresas não possuíam atividade comercial real, mas recebiam vultosas quantias de processadoras de pagamento ligadas a cassinos online internacionais.
Smurfing e ameaça
Outro ponto destacado no relatório policial é a prática de “smurfing”. Elizabeth realizava saques fracionados, sempre em valores inferiores a R$ 50 mil, em uma tentativa de burlar os alertas automáticos de órgãos de controle do Banco Central, como o Coaf. Entre março de 2023 e março de 2024, essa movimentação fragmentada somou mais de R$ 3,5 milhões.
Além dos crimes financeiros, a influenciadora é investigada por proferir ameaças diretas em seus vídeos contra seguidores que demonstravam a intenção de denunciar as plataformas de apostas ilegais, conhecidas como “jogo do tigrinho”. A Polícia Civil solicitou a suspensão cautelar de suas redes sociais e o bloqueio de até R$ 3,4 milhões em ativos financeiros para garantir a reparação ao Estado.
Durante o cumprimento dos mandados de busca em Gurupi, os agentes apreenderam dinheiro em espécie, incluindo notas de dólar, além de cartões bancários e objetos pessoais. A Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros que podem chegar a R$ 3,4 milhões, além do sequestro de imóveis e veículos de luxo para garantir a futura reparação dos danos ao Estado.
A ação faz parte de uma mobilização nacional de combate ao crime organizado coordenada pelo Ministério da Justiça. No Tocantins, o caso é conduzido pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC), que obteve autorização para suspender os perfis de Elizabeth nas redes sociais e investigar dispositivos eletrônicos em busca de novas provas.
Influenciadora Beth Melo é investigada pela Polícia Civil
Reprodução/Instagram de Beth Melo
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Fonte: G1 Tocantins

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Ponto facultativo: veja o que vai funcionar em Palmas durante o jogo da Seleção Brasileira


Órgãos públicos decretam ponto facultativo no dia do jogo Brasil x Japão
A Seleção Brasileira terminou a fase de grupos na liderança do Grupo C da Copa do Mundo e enfrenta o Japão na segunda fase do Mundial, na segunda-feira (29), às 14h. Com o time verde e amarelo avançando para mais uma partida, órgãos públicos do Tocantins terão o expediente suspenso ou horário alterado. Shoppings e agências bancárias também devem ter horário alternativo.
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Servidores do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Assembleia Legislativa do Tocantins não terão expediente na data do jogo.
O judiciário informou que casos urgentes serão atendidos por equipes de plantão. O Ministério Público destacou que permanece o cumprimento de prazos judiciais, audiências e atendimento ao público previamente agendados para a data, além do funcionamento dos serviços de urgência.
O horário de funcionamento das Sedes da Procuradoria-Geral de Justiça e das Promotorias de Justiça no interior permanece de 9h às 12h e das 14h às 18h.
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Alteração no expediente foi definida para partida Brasil x Japão
Reprodução/TV Anhanguera
A Justiça Federal não irá prestar atendimento ao público na segunda, e os prazos processuais com início ou término previsto para a mesma data do jogo foram prorrogados para o primeiro dia útil seguinte.
Servidores estaduais e municipais terão uma redução no expediente na data do jogo. Em ambos os casos, o horário de funcionamento vai ser das 8h às 12h. O atendimento nos órgãos volta ao normal na terça-feira (30).
Segundo a Prefeitura de Palmas, a medida não vai comprometer a prestação dos serviços públicos essenciais e os que funcionam em regime de plantão, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além dos serviços de limpeza urbana, infraestrutura, iluminação pública, transporte coletivo, fiscalização, segurança, defesa civil e conselhos tutelares.
Shoppings
Capim Dourado
Lojas e quiosques vão fechar 13h30, 30 minutos antes da partida, e reabrir às 16h30 ou imediatamente após o termino do jogo, considerando eventual prorrogação e disputa dos pênaltis.
A praça de alimentação funcionará normalmente, das 10h às 22h, e contará com a transmissão da partida no telão, proporcionando maior fluxo de clientes e oportunidades de vendas durante o período.
Bancos
O Sindicato dos Bancários do Tocantins divulgou orientações sobre o funcionamento das agências bancárias durante os jogos da Seleção. Durante a partida, marcada para iniciar às 14h, o atendimento nas agências do estado será das 9h às 12h.
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Fonte: G1 Tocantins

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Influenciadora investigada por jogos ilegais movimentou R$ 3,5 milhões em um ano e declarava renda de até R$ 5 mil


Influenciadora investigada por jogos ilegais é alvo de buscas e tem bens bloqueados
Investigações da Polícia Civil apontaram que a influenciadora Elizabeth Melo, suspeita de lavagem de dinheiro e divulgação de jogos de azar, chegou a movimentar R$ 3.572.813,41 em suas contas bancárias, entre 2023 e 2024. O valor foi considerado incompatível com a renda de R$ 1,9 mil a R$ 5 mil, declarada pela investigada, segundo a investigação.
A influenciadora foi alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (26), durante a Operação Sorte Falseada, realizada em Gurupi. Além das movimentações, a polícia também identificou que a suspeita comprou um imóvel de R$ 300 mil, em Palmas, pagando em espécie.
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Conforme as investigações, a influenciadora recebeu diversas transações por meio de PIX oriundas de intermediadoras de pagamento relacionadas ao setor de apostas. Para a polícia, ela usou técnicas de fracionamento, como o saque de valores abaixo de R$ 50 mil, para dificultar o rastreamento.
Também foi identificada que uma das empresas ligadas à influenciadora registrou a intenção de recebimento de R$ 500 mil provenientes da China, que seriam lançados em plataformas de apostas.
Nas redes sociais, Elizabeth disse que é investigada e afirmou que não fez nada ilegal. O vídeo foi publicado em uma conta reserva no Instagram. A polícia havia pedido a suspensão do perfil da suspeita, com preservação do conteúdo.
“É uma investigação, não sou condenada. [Os policiais] estiveram aqui, me trataram super bem, foram super educados comigo […] As minhas coisas sempre foram [registradas] no meu nome. Eu não tenho laranja, não tenho rabo preso com ninguém, não ocultei patrimônio. Então não tenho o que temer”, afirmou a influenciadora.
Influenciadora Beth Melo é investigada pela Polícia Civil
Reprodução/Instagram de Beth Melo
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Operação Sorte Falseada
As investigações iniciaram em março de 2024, após denúncias anônimas sobre divulgação de jogos de azar nas redes sociais, conhecidos popularmente como “tigrinho”. Segundo a polícia, durante a apuração, foram identificados conteúdos da influenciadora fazendo ameaças contra pessoas que diziam ter intenção de denunciar a plataforma de apostas.
Na operação, os policiais fizeram o bloqueio de um apartamento localizado em Palmas, avaliado em aproximadamente R$ 300 mil, de uma caminhonete Toyota Hilux 2024 e de uma motocicleta elétrica. Durante o cumprimento do mandado, também foram apreendidos cerca de R$ 8 mil em espécie, nove notas de dólar em moeda estrangeira, cartões bancários e objetos pessoais da suspeita.
A ação integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado – Divisas, coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. No Tocantins houve a atuação da 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas) e apoio da 7ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Gurupi.
Investigada tem bens sequestrados e veículos bloqueados em operação da Polícia Civil
Hiago Muniz/Governo do Tocantins
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Fonte: G1 Tocantins

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Investigação da Polícia Civil aponta uso de pessoa em situação de rua em fraude fiscal de R$ 26 milhões


Operação investiga esquema milionário de sonegação fiscal no Tocantins
Rozeane Feitosa/Governo do Tocantins
Uma investigação da Polícia Civil revelou um esquema sofisticado de sonegação fiscal e lavagem de capitais que utilizava até pessoas em situação de vulnerabilidade para ocultar os verdadeiros beneficiários de fraudes milionárias. A chamada Operação Vital, realizada nesta sexta-feira (26), desarticulou o grupo que causou um prejuízo de R$ 26.438.802,59 aos cofres públicos.
A ação foi realizada pela Divisão Especializada de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT), com cumprimento de sete ordens de busca e apreensão em Palmas e Gurupi. Na capital, um dos investigados foi preso em flagrante após ser encontrado com uma arma irregular.
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Segundo a investigação, o esquema contava com a participação direta de contadores. Um dos profissionais investigados é Paulo César Maciel dos Santos, que é alvo da Operação El Dourado por fraudes no agronegócio e é considerado foragido da Justiça.
O g1 não conseguiu contato com a defesa de Paulo César. Os demais investigados não tiveram os nomes informados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).
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O uso de “laranjas” e empresas de fachada
Para blindar os verdadeiros líderes do esquema, a organização criminosa registrava empresas de fachada em nome de terceiros, conhecidos como “laranjas”. Entre os sócios identificados pela investigação, destaca-se um homem com antecedentes por furto e roubo que atualmente vive em situação de rua.
Outro envolvido figurava formalmente como dono de uma distribuidora com capital social de R$ 500 mil. Conforme a polícia, ele exerce a profissão de motorista de caminhão e tem um padrão de vida totalmente incompatível com a posse de tal empresa.
Como funcionava o esquema
A investigação apontou que as empresas tinham sede formal em Gurupi, mas não possuíam estrutura operacional para movimentar as mercadorias que adquiriam. O grupo realizava compras interestaduais de grande volume de bebidas alcoólicas e energéticos.
No entanto, a carga era desviada para Palmas antes mesmo de chegar ao destino declarado, com o objetivo de burlar a fiscalização.
Além do desvio físico, as empresas deixavam deliberadamente de transmitir o documento de Escrituração Fiscal Digital, omitindo o controle da arrecadação do ICMS. A maior parte dessas mercadorias era direcionada a uma empresa na capital, apontada como a principal beneficiária da fraude.
Os nomes das empresas não foram informados pela polícia.
Gestão e participação de contadores
A investigação ainda apurou que as empresas, na verdade, eram administradas por um indivíduo com procurações públicas. Ele seria o responsável pela emissão de documentos fiscais falsos, junto com a participação de contadores.
Durante as buscas, nesta sexta-feira, foram apreendidos computadores, celulares e documentos contábeis. O inquérito policial segue em andamento para aprofundar a investigação sobre a sucessão societária atípica das empresas envolvidas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher morre após sofrer acidente de moto em Araguaína


Mulher morre após bater moto em cruzamento no setor Lago Sul, em Araguaína
Reprodução/Geovanni Fatos e Notícias
Uma mulher de 41 anos morreu após sofrer um acidente de moto no setor Lago Sul, em Araguaína, na manhã desta sexta-feira (26). Ela foi identificada como Rosilene da Costa Pimentel, conforme a Polícia Militar (PM).
O acidente aconteceu no cruzamento das ruas Castanheira e Azaleia. Equipes da PM oram chamadas para atender a ocorrência nas primeiras horas da manhã. A motociclista foi declarada morta pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda no local.
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Os agentes recolheram pertences pessoais da vítima e moto que ela conduzia foi retirada do local por um guincho e levada para um pátio credenciado.
A área do acidente foi isolada e periciada pela Polícia Técnico-Científica e o corpo foi levado pelo Instituto Médico Legal (IML).
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Fonte: G1 Tocantins

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Suspeito de roubo e tentativa de homicídio contra policial militar é preso no TO


Homem foi preso suspeito de atirar na direção de policial
Divulgação/PCTO
Um homem de 33 anos foi preso por suspeita de roubo e tentativa de homicídio após atirar contra um policial durante assalto em distribuidora no setor Pouso Alegre, em Paraíso do Tocantins, região central do estado.
O crime ocorreu no dia 7 de junho e o homem foi encontrado e preso nesta quinta-feira (25). Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa.
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Segundo a Polícia Civil, no momento do roubo o suspeito chegou ao local em uma motocicleta pilotada por sua companheira. Após o casal anunciar o assalto, o suspeito entrou em luta corporal com um policial militar que estava de folga na distribuidora.
Conforme a polícia, durante a fuga, a mulher conduzia a motocicleta enquanto o homem sacou a arma de fogo e atirou diversas vezes contra o policial, que correu do local e não ficou ferido.
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No momento da prisão, o homem foi encontrado com um revólver e munições, sendo autuado também em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. A mulher responde ao processo em liberdade, mas deve cumprir obrigações restritivas determinadas pela Justiça.
Em imagem divulgada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o suspeito aparece com vários hematomas nas costas. O g1 questionou a causa das lesões, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Servidora é suspeita de registrar plantões em hospital no TO enquanto estudava medicina no Paraguai


Hospital Regional de Xambioá
André Araujo/Governo do Tocantins
A servidora pública Elizângela Torres Lima é investigada pelo Ministério Público do Tocatins (MPTO) por improbidade administrativa e suposto descumprimento de carga horária no Hospital Regional de Xambioá. A mulher estaria estudando medicina no Paraguai ao mesmo tempo em que registrava os plantões na unidade. A suspeita é de que as folhas de ponto teriam sido assinadas por terceiros.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) foi procurada, mas não respondeu até a última atualização da reportagem. O g1 não localizou o contato da defesa da servidora.
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As informações foram publicadas no Diário Oficial do Ministério Público do dia 24 de junho. Conforme o documento, a Universidad Autónoma San Sebastián de San Lorenzo, no Paraguai, confirmou ao MP que a servidora foi matriculada no curso de medicina.
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O Ministério Público solicitou à universidade o histórico acadêmico completo da servidora, com os detalhes dos horários das aulas e registros de frequência.
Para dar continuidade à investigação, também foi pedido à SES as folhas de ponto da servidora registradas no Hospital Regional de Xambioá do período de janeiro de 2025 a maio de 2026.
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Fonte: G1 Tocantins

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Influenciadora investigada por jogos ilegais é alvo de buscas e tem bens bloqueados


Investigada tem bens sequestrados e veículos bloqueados em operação da Polícia Civil
Hiago Muniz/Governo do Tocantins
Uma influenciadora digital foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (26). Ela é suspeita de usar o próprio perfil em rede social para divulgar plataformas de apostas ilegais, com promessa de prêmios e ganhos financeiros aos seguidores.
Mandados foram cumpridos em imóveis ligados à investigada, em Gurupi. A investigação faz parte da Operação Sorte Falseada, da Polícia Civil, que apura a divulgação de jogos de azar on-line, conhecidos como “tigrinho”, e possíveis práticas de lavagem de dinheiro.
O nome da influenciadora não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Leilão em Paraíso terá mais de 200 veículos com lances a partir de R$ 10


Leilão em Paraíso do Tocantins terá lances a partir de R$ 10
Félix Carneiro/Governo do Tocantins
Um leilão em Paraíso do Tocantins irá disponibilizar 232 veículos para lances. A ação é realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins e acontecerá no dia 15 de julho. Os valores dos lances variam entre R$ 10 e R$ 10 mil.
Do total de veículos, 159 são sucatas e 73 são para circulação. Os interessados podem visitar os veículos a partir do dia 6 de julho, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Os veículos ficarão expostos até o dia 14 de julho no pátio da empresa concessionária do Detran/TO, Sancar Gestão Empresarial e Logística de Veículos, que fica localizada na rodovia BR-153 km 496.
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O leilão será realizado em formato online no site da concessionária, a partir das 9h do dia 15 de julho. Para participar, os interessados devem se cadastrar no site e encaminhar os documentos exigidos no edital do leilão, que serão analisados em 24 horas.
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Os veículos classificados como conservados, com placa de outro estado e que possuem débitos não quitados pelo valor da arrematação, terão esses débitos desvinculados pelo órgão de registro após a comunicação. Já para as sucatas, o arrematante só poderá aproveitar as peças após a baixa do registro pelo estado de origem.
Os arrematantes irão receber um boleto e terão 24 horas para realizar o pagamento à vista. Os veículos só serão retirados após uma semana da realização do leilão.
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Fonte: G1 Tocantins