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Pedestre morre após ser atropelado na BR-153, em Wanderlândia


A vítima não resistiu aos ferimentos morreu ainda no local
Reprodução/Tocantins Gospel
Um pedestre morreu após ser atropelado na BR-153, em Wanderlândia, no norte do Tocantins. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o atropelamento envolveu um veículo que não foi identificado.
O acidente aconteceu na manhã de quinta-feira (9), por volta das 6h17, no km 93 da rodovia. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
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Equipes da PRF, da perícia da Polícia Civil e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para realizar os procedimentos necessários. Até a manhã desta sexta-feira (10) a vítima ainda não havia sido identificada.
As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas.
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Íntegra da nota da PRF-TO
Na manhã desta quinta-feira (09), por volta das 06 horas 17 minutos, foi registrado um sinistro de trânsito do tipo atropelamento no km 93 da BR-153, no município de Wanderlândia/TO.
O acidente envolveu um veículo não identificado e um pedestre, que não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Perícia da Polícia Civil e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram presentes para os procedimentos cabíveis.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patricio Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Pescador flagra carreta passando por ponte com restrição para veículos pesados na BR-230, entre TO e PA


Pescador flagra carreta passando por ponte com restrição na BR-230, entre TO e PA
Um pescador registrou o momento em que uma carreta transita pela ponte sobre o Rio Araguaia, na BR-230, em Araguatins, no Bico do Papagaio. O trecho fica na divisa entre o Tocantins e o Pará e teve restrição de tráfego anunciada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Segundo o DNIT, está proibida a circulação de veículos com mais de seis eixos sobre a ponte desde o dia 9 de março de 2026. A medida foi adotada de forma preventiva para garantir a segurança dos usuários da rodovia e preservar a estrutura do local.
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As imagens divulgadas foram gravadas no dia 3 de abril e não permitem identificar com clareza quantos eixos tem o veículo flagrado.
Mesmo assim, o pescador Orimar Fernandes, que aparece no vídeo, chamou atenção para o risco da situação. “Não pode passar caminhão, só carro pequeno, gente!”, alertou. Ele disse ainda que não teria coragem de atravessar a ponte nas condições atuais.
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Vídeo mostra carreta transitando por ponte com tráfego restrito a veículos com mais de seis eixos
Reprodução/Instagram aventurassobreasaguas
Em nota, o DNIT informou que comunicou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para intensificar a fiscalização no local. A autarquia afirmou também que está providenciando a sinalização da rodovia para informar os motoristas sobre a restrição de tráfego.
O g1 questionou a PRF sobre a fiscalização na ponte e aguarda resposta.
De acordo com o departamento, a limitação está registrada no sistema de Autorizações Especiais de Trânsito (AET). Com isso, veículos que dependem desse tipo de autorização são automaticamente direcionados para rotas alternativas, o que impede a circulação de caminhões de grande porte, como os de sete e nove eixos, pela ponte.
O DNIT destacou ainda que, caso algum motorista desrespeite a restrição e passe pelo trecho, a conduta será considerada imprudente, e o condutor poderá ser responsabilizado.
Íntegra da nota do DNIT
O DNIT informa que comunicou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para a realização de fiscalização ostensiva na região e que já está realizando a devida sinalização da rodovia quanto à restrição de tráfego existente no trecho.
O DNIT informa que comunicou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para a realização de fiscalização ostensiva na região e que já está realizando a devida sinalização da rodovia quanto à restrição de tráfego existente no trecho.
A autarquia esclarece ainda que a restrição está registrada no sistema de Autorizações Especiais de Trânsito (AET), fazendo com que veículos que necessitam desse tipo de autorização sejam automaticamente direcionados para rotas alternativas. Dessa forma, caminhões de grande porte, como os de 7 e 9 eixos, obrigatoriamente, não devem trafegar pelo local.
O DNIT destaca que, caso algum veículo desrespeite a restrição e passe pelo trecho, trata-se de imprudência do condutor e deverá ser responsabilizado.
A medida tem como objetivo preservar a estrutura da obra de arte especial e garantir a segurança dos usuários da rodovia.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ex-gerente suspeito de desviar R$ 10 milhões de fazenda tinha salário de R$ 26 mil


Ex-gerente é preso por extorsão e agiotagem; polícia aponta plano de fuga
O ex-gerente de fazenda Péricles Antônio Pereira, preso preventivamente por suspeita de desviar R$ 10 milhões, recebia salário de R$ 26 mil. Conforme a Polícia Civil, ele é suspeito de liderar um esquema de desvios na Fazenda Bacaba, em Miranorte, entre 2021 e 2025.
Péricles foi preso na última terça-feira (7) durante uma operação que cumpriu mandados nas cidades de Miranorte e Lajeado, no Tocantins, e em Novo São Joaquim, no Mato Grosso. Na ação, outro homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, mas não teve o nome informado e o g1 não conseguiu contato com sua defesa.
As investigações começaram há cerca de seis meses, após os donos perceberem inconsistências financeiras e solicitarem apuração do caso. Conforme a polícia, o ex-gerente se aproveitou da confiança dos proprietários da fazenda para praticar supostas irregularidades. Ele é suspeito de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro e agiotagem.
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A defesa de Péricles afirma que não teve acesso total ao inquérito e, por isso, vai se manifestar de forma mais detalhada posteriormente. Também sustentou a inocência do investigado, destacando sua atuação de mais de 20 anos no meio rural, sem histórico de irregularidades. Também nega que o patrimônio tenha sido construído recentemente (veja íntegra da nota abaixo).
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Além da prisão, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas do investigado e da esposa dele, além de R$ 1,6 milhão nas contas de uma empresa que, segundo a investigação, fazia parte do esquema.
Polícia prende ex-gerente investigado por fraude milionária em fazenda
Divulgação/PCTO
Como funcionava esquema
Segundo a polícia, o suspeito usava o cargo para superfaturar serviços prestados por terceiros à fazenda. A diferença entre os valores reais e os informados era desviada para contas próprias e de terceiros.
Empresas prestadoras de serviço relataram comportamento intimidatório durante cobranças, incluindo, segundo os depoimentos, o uso de arma de fogo. Documentos analisados pela 6ª DEIC revelaram planilhas com controle de valores ligados à prática de agiotagem, que supostamente era realizada com parte do dinheiro desviado.
Durante o inquérito, foi identificada uma evolução patrimonial incompatível com a renda do investigado. Isso porque o ex-gerente recebia salário de aproximadamente R$ 26 mil, mas teve o patrimônio elevado de cerca de R$ 200 mil para R$ 1,9 milhão entre 2023 e 2024, sem comprovação de origem dos recursos.
Após a quebra de sigilos, a investigação apontou que o suspeito aplicou mais de R$ 2,5 milhões em fundos de investimento. Os policiais encontraram ainda pesquisas feitas pelo suspeito na internet sobre investimentos capazes de gerar renda mensal de R$ 20 mil e sobre processos contra funcionários acusados de superfaturamento.
Íntegra da nota da defesa
A defesa vem a público esclarecer que, até o presente momento, não teve acesso integral ao inquérito policial nem ao processo que embasou as medidas de busca e apreensão, razão pela qual se reserva ao direito de se manifestar de forma mais detalhada em momento oportuno, após a devida análise dos autos.
Ainda assim, é necessário pontuar que o investigado é inocente das acusações que vêm sendo veiculadas. Trata-se de profissional com mais de 15 anos de atuação como gerente de fazenda (mais de 20 anos de trabalho no âmbito rural), sem qualquer histórico de litígios ou envolvimento em práticas ilícitas, sempre pautando sua conduta na ética, na confiança e na integridade.
Ressalte-se que seu patrimônio foi construído ao longo de anos de trabalho, não se limitando a um curto período, como vem sendo sugerido de forma precipitada em divulgações recentes.
As alegações apresentadas serão devidamente esclarecidas e refutadas no momento oportuno, no âmbito do devido processo legal, onde prevalecerão o contraditório e a ampla defesa.
Neste momento, é imprescindível destacar que se trata de investigação em curso, e não de condenação, sendo fundamental o respeito ao princípio constitucional da presunção de inocência.
A divulgação prematura e descontextualizada de informações tem causado graves prejuízos à imagem de uma pessoa de reputação ilibada, o que não se coaduna com a responsabilidade que se espera na veiculação de notícias dessa natureza. A defesa confia que, ao longo da apuração, será plenamente demonstrada a inocência do Investigado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jararaca, cascavel e outras: veja quais são as serpentes que mais causam acidentes no Tocantins


Médica ensina como agir em casos de picadas de serpentes
O Tocantins registrou 1.593 casos de pessoas picadas por serpentes entre 2024 e março de 2026, segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO). Nos três primeiros meses de 2026, foram 200 ocorrências. Entre as espécies mais estão relacionadas aos acidentes estão as jararacas e as cascavéis.
O número de acidentes está ligado ao maior contato entre humanos e animais silvestres, tanto em áreas urbanas quanto rurais. De acordo com o levantamento da SES-TO, foram 723 casos em 2024 e 670 em 2025.
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O g1 conversou com o biólogo Lucas Elias Oliveira Borges, que explicou quais são as serpentes mais comuns no estado e as que mais causam acidentes.
“As espécies de cobras peçonhentas mais comuns no Tocantins são as jararacas (gênero Bothrops) e as cascavéis (gênero Crotalus). Acidentes com elas são frequentes, e cerca de 70% dos casos no Brasil ocorrem com a jararaca”, afirmou.
Segundo ele, há ainda registros de acidentes com a cobra coral verdadeira, mas em menor número.
“Acontecem pouquíssimos casos com elas, mas essas cobras possuem camuflagem que as tornam imperceptíveis no ambiente, o que acaba provocando acidentes”, explicou.
Jararacas e cascavéis são as espécies com mais acidentes
Foto: PM/Governo do Tocantins
O biólogo destacou que, apesar do risco, as serpentes têm papel essencial no meio ambiente.
“São animais importantíssimos, pois controlam populações de outras espécies e mantêm o equilíbrio ecológico. Porém, acidentes podem causar até a morte, dependendo da saúde da pessoa. Crianças e idosos têm maior risco”, disse.
Em caso de picada, a recomendação é procurar atendimento médico imediatamente. “É necessário ir ao hospital mais próximo para receber o soro correto, já que cada espécie possui um tipo específico de veneno”, pontuou.
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A maior parte dos acidentes ocorre na zona rural. Já nas áreas urbanas, os casos envolvendo escorpiões são mais comuns. “As picadas de cobras acontecem principalmente nos pés e pernas, e em menor grau nas mãos”, afirmou.
As serpentes costumam ser encontradas em ambientes naturais, como próximos de riachos, entre folhas no chão e troncos caídos, onde se camuflam. Quando aparecem em áreas urbanas, tendem a se esconder em locais fechados e quentes.
Em caso de acidente, a orientação é manter a calma, lavar o local com água e sabão, elevar o membro afetado, ingerir bastante água e buscar atendimento especializado. Medidas como perfurar o local da picada, aplicar substâncias como café, açúcar ou querosene, ou fazer torniquete devem ser evitadas, pois podem agravar o quadro.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patricio Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Do desaparecimento à localização: a cronologia do caso do mecânico que sumiu em fazenda


Vídeo mostra buscas por mecânico que passou 20 dias desaparecido em mata no TO
O mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, sobreviveu por 20 dias isolado em uma mata no interior do Tocantins. Ele desapareceu no dia 14 de março, em uma fazenda em Cariri do Tocantins, no sul do estado, e enfrentou chuva, fome e animais peçonhentos até ser resgatado nas margens de uma estrada e levado para um hospital em Figueirópolis.
Adenir mora com a família em Talismã, na região sul, e perdeu 11 quilos durante todo esse período de desaparecimento. Após o resgate, ele foi diagnosticado com anemia.
Veja abaixo a cronologia do desaparecimento e do resgate do mecânico.
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O desaparecimento – 14 de março
Adenir fazia a manutenção de uma colheitadeira na Fazenda Luana quando desapareceu. Considerado um profissional calmo, ele deixou no local ferramentas, roupas e a própria moto. Ele foi visto pela última vez seguindo em direção a um córrego próximo à sede da fazenda.
Os parentes começaram as buscas assim que perceberam que Adenir não voltou para buscar seus pertences. Em seguida, uma força-tarefa foi montada para realizar buscas na região.
Adenir Rodrigues, o ‘Demi’, sumiu em Cariri do Tocantins
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcelo Ravagnani
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Avistado por drones – 18 de março
No quinto dia de buscas, a força-tarefa localizou Adenir por meio de um drone. As equipes usaram um trator para limpar o mato e tentar chegar até ele, mas o mecânico já havia desaparecido na mata, segundo familiares.
As imagens do drone mostraram uma área de mata fechada, com mais de 80 quilômetros quadrados. A chuva constante apagava rastros e dificultava o trabalho dos cães farejadores. Três equipes percorreram um raio de 10 quilômetros a partir da fazenda.
Fim das buscas oficiais – 21 de março
Após oito dias de trabalho intenso, as autoridades suspenderam as buscas oficiais. A decisão foi tomada por causa das fortes chuvas e da falta de novas pistas.
Familiares de Adenir e voluntários continuaram a procura por conta própria. A família acreditava que ele estava vivo, mas que fugia de grupos grandes por possivelmente se sentir assustado. Por isso, os parentes passaram a entrar na mata em grupos menores.
O resgate – 3 de abril
Após 20 dias do sumiço, Adenir chegou a uma estrada rural em Figueirópolis. Um caminhoneiro o reconheceu e avisou um hospital. O mecânico foi socorrido debilitado. Ele percorreu cerca de 40 quilômetros entre o local onde desapareceu e onde foi encontrado.
Segundo o irmão de Adenir, Alfredo Aparecido da Silva, ele perdeu 11 quilos durante os 20 dias em que esteve desaparecido. Após ser resgatado, Adenir foi internado em um hospital na região.
Mecânico foi encontrado com vida
Rede social/ Repropdução
Alta médica – 5 de abril
Adenir recebeu alta no dia 5 de abril e voltou para a casa da mãe, em Talismã. De acordo com a irmã, Luzia Rodrigues, os médicos informaram que a recuperação para esse quadro ocorre de forma lenta. Ele ainda sofre com a falta de comida que enfrentou e com o trauma psicológico, mas já consegue conversar com a família.
A irmã contou que Adenir ainda se assusta com barulhos e tem lapsos de memória sobre os dias na mata. Agora, o mecânico segue em tratamento médico em casa, sob os cuidados da família, que acompanha de perto sua recuperação.
“Ele dormia encolhido, coberto com folhas. Pegou chuva, dormiu molhado. Sofreu muito. Ficou muito abalado, desabafou a irmã ao g1.
Mecânico desapareceu e sobreviveu em mata por 20 dias no Tocantins
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Marido de vítima de feminicídio vai responder em liberdade; filhas seguem presas por suspeita do crime


Compra de celular e convite para fazer compras: como filhas planejaram feminicídio da mãe
José Roberto Ribeiro, de 54 anos, marido da empresária Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, vítima de feminicídio, foi solto após 60 dias. Ele ficou 30 dias preso temporariamente, com a medida prorrogada por mais 30.
José Roberto e as duas filhas foram indiciados pela morte de Deise Carmen, no último dia 6. Ele foi indiciado por atuar na eliminação de provas do crime e por tentar atrapalhar as investigações, e vai responder em liberdade.
O corpo de Deise foi encontrado no dia 1º de janeiro, no Rio Santa Tereza, em Peixe, no sul do Tocantins. Segundo a Polícia Civil, o crime foi motivado por conflitos familiares e interesses financeiros.
As filhas Déborah de Oliveira Ribeiro, de 26 anos, e Roberta de Oliveira Ribeiro, de 32 anos, foram indiciadas pela morte e pela ocultação do corpo. Elas seguem presas.
Em nota, a defesa de Déborah, Roberta e José Roberto afirmou que o relatório policial possui “lacunas fundamentais” e que a narrativa carece de lastro probatório técnico em diversos pontos. A defesa informou que tomará as medidas legais para assegurar o contraditório (veja nota completa abaixo). O g1 pediu um novo posicionamento, mas, até a última atualização desta reportagem, a defesa não havia retornado.
Segundo o delegado do caso, João Paulo Sousa Ribeiro, o marido teria apagado dados digitais e escondido a caminhonete usada pelas filhas para transportar o corpo da mãe.
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Após concluir o inquérito, a polícia avaliou que não há provas de que José Roberto tenha participado do assassinato ou da ocultação do corpo. Como ele não responde por feminicídio, a Justiça não converteu sua prisão temporária em preventiva, o que permitiu a soltura.
“A investigação foi concluída com o indiciamento das filhas pelo feminicídio. Ele não foi indiciado por esse crime. Por isso, não havia motivo para converter a prisão dele, que era temporária, em preventiva”, informou o delegado.
Polícia prende marido e filhas suspeitos de matar Deise Carmem de Oliveira
Alessandro Ferreira/Divulgação SSP-TO
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Família tinha conflitos por dinheiro
Deise Carmem era dona de uma fábrica de rodos que era a principal fonte de renda da família. Conforme o delegado João Paulo, as filhas, apesar de exercerem outras atividades, dependiam financeiramente da mãe.
“As filhas queriam ter um padrão de vida, não de luxo, nada disso. Mas dependiam financeiramente. E a vítima era um empecilho para isso. Um dos conflitos maiores ultimamente foi o pai ter dado, inclusive, um cartão para uma das filhas gastar, e a mãe não concordava com isso.”
Segundo a investigação, a vítima era vista pelas filhas como um “embaraço”. Com a morte, elas poderiam, supostamente, ter controle sobre a empresa.
“Então as filhas viam a mãe como um embaraço na vida delas. A partir do momento que a mãe faltasse, elas iam ter total controle porque o pai, além de ser, entre aspas, “bom” para elas, é uma pessoa assim que não tem muita instrução, ele não ia tentar fazer esse controle, ele não ia controlar as despesas, a questão financeira. E isso ia passar para elas, elas iam ter total controle”, explicou o delegado.
A suspeita da polícia é de que o crime foi planejado e executado pelas filhas. A investigação apontou que elas compraram um celular no nome da mãe e, após matarem a vítima, usaram o aparelho para enviar mensagens aos parentes, fingindo que Deise tinha ido embora por conta própria. A estratégia serviu para atrasar as buscas e enganar a polícia.
O marido, José Roberto Ribeiro, foi indiciado por ter atuado na eliminação de registros relevantes após o crime e tentado atrapalhar as investigações.
Dinâmica do crime
No dia 26 de dezembro de 2025, a vítima foi levada para uma área rural perto da Vila Quixaba, onde foi morta com vários golpes de faca. Depois, o corpo foi jogado no Rio Santa Tereza, na zona rural de Peixe.
O inquérito foi conduzido pela 94ª Delegacia de Polícia de Peixe, com apoio da 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Gurupi.
O caso foi encaminhado para Justiça e será analisado pelo Ministério Público Estadual (MPTO), que definirá se apresenta a denúncia criminal.
Íntegra da nota da defesa
A defesa técnica de Déborah de Oliveira Ribeiro, Roberta de Oliveira Ribeiro e Jose Roberto Ribeiro, diante da recente conclusão das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Tocantins e das solicitações de pronunciamento enviadas por este veículo de comunicação, vem a público esclarecer que recebeu com absoluta serenidade o relatório final apresentado pela autoridade policial em 1º de abril de 2026. A conclusão do inquérito é uma etapa natural do rito processual e, para os investigados, representa o início da oportunidade de confrontar judicialmente as hipóteses levantadas na fase inquisitorial.
É imperativo reconhecer o excelente e exaustivo trabalho desempenhado pela Polícia Judiciária e pela Superintendência da Polícia Científica do Estado do Tocantins. Contudo, muito embora o esforço investigativo seja notório, a defesa sublinha que inúmeras lacunas fundamentais restam a ser preenchidas. A narrativa policial, em diversos pontos, carece de lastro probatório técnico e se baseia em interpretações que serão devidamente contestadas no foro adequado.
A defesa destaca que a própria autoridade policial, em seu relatório final, admitiu não ter reunido elementos suficientes para vincular Jose Roberto à execução do homicídio ou à ocultação do cadáver. O indiciamento deste restringe-se exclusivamente a uma suposta supressão de mensagens digitais, o que afasta, de plano, qualquer participação nos crimes investigados.
A defesa tomará todas as medidas legais cabíveis assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude. Confiamos que, sob o crivo do Poder Judiciário e com a devida paridade de armas, as lacunas hoje existentes serão sanadas, restabelecendo-se a justiça e a verdade real sobre os fatos.
A defesa permanece à disposição das autoridades e da sociedade, reiterando o compromisso com a legalidade e a presunção de inocência.
Deise Carmem de Oliveira Ribeiro foi encontrada morta em um rio em Peixe
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher trans é encontrada morta em rodovia no interior do Tocantins


Corpo foi encontrado nas margens da BR-153
Reprodução/Rede social
Uma mulher trans foi encontrada morta às margens da BR-153, em Guaraí, na região norte do Tocantins. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima atendia pelo nome social de Suzane Almeida. Até o momento, ninguém foi preso pela suspeita do crime.
A polícia informou que a vítima foi localizada próxima ao antigo posto fiscal de Guaraí, às margens da rodovia, na última terça-feira (7). Suzane Almeida apresentava marcas compatíveis com disparos de arma de fogo. As causas da morte serão confirmadas após exames periciais.
O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML), e a SSP informou que ainda não localizou familiares da vítima.
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Sucuri é resgatada ao tentar entrar em UPA no Tocantins; VÍDEO
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A Secretaria de Segurança Pública informou que as investigações estão em andamento.
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Fonte: G1 Tocantins

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Sucuri chama atenção e é resgatada ao tentar entrar em UPA no Tocantins


Sucuri chama atenção e é resgatada ao tentar entrar em UPA no Tocantins
Uma cobra da espécie sucuri, com aproximadamente de 2,5 metros de comprimento, foi capturada após aparecer na área externa da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Augustinópolis, no norte do Tocantins. O caso foi registrado na tarde de quarta-feira (8).
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o animal rastejando próximo à porta de entrada da unidade. As imagens, gravadas através do vidro, registram o momento em que a cobra se aproxima da estrutura enquanto pessoas comentam sobre o tamanho do animal e acionam o resgate.
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Segundo a direção da unidade, o animal não chegou a entrar no prédio, e não houve risco para pacientes, acompanhantes ou profissionais de saúde.
Após a identificação do animal, a equipe adotou medidas de segurança e acionou o resgate. A captura contou com o apoio de bombeiros civis da equipe CANUC-TO, com auxílio de um guarda que estava de plantão na unidade e tem experiência nesse tipo de ocorrência.
Cobra foi resgatada na UPA de Augustinópolis
Arte g1
A diretora da UPA, Antônia Alves, informou que o animal já havia se afastado da entrada quando a situação foi comunicada à gestão.
“Eu estava na minha sala e na hora que a menina foi me chamar a cobra já tinha saído da porta da UPA e estava indo pro mato” afirmou Antônia.
A direção da unidade informou que a situação foi rapidamente controlada e não causou prejuízos ao funcionamento da UPA nem aos atendimentos realizados.
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De acordo com o bombeiro civil Renato Agustinho, da equipe CANUC-TO, a sucuri foi devolvida à natureza após a captura.
“Toda vez que a gente captura um animal aqui, ou jacaré, cobra peçonhenta ou não, a gente faz a soltura. Aqui próximo de Augustinópolis, a cerca de quatro quilômetros, tem um córrego muito grande, com área de vegetação e mata, que é o habitat natural do animal”, pontuou.
A presença de animais silvestres em áreas urbanas pode ocorrer com mais frequência durante o período chuvoso, quando espécies como a sucuri se deslocam em busca de alimento ou abrigo.
Íntegra da nota da UPA de Augustinópolis
Em relação à ocorrência registrada na quarta-feira (8), informamos que uma cobra da espécie sucuri foi avistada na área externa da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Augustinópolis.
O animal não chegou a acessar as dependências internas da unidade, não havendo qualquer risco ou impacto no atendimento aos pacientes, acompanhantes ou profissionais.
Assim que a situação foi identificada, foram adotadas as medidas necessárias para garantir a segurança de todos. A captura do animal contou com o apoio de bombeiros civis da equipe CANUC, profissionais capacitados para esse tipo de ocorrência, juntamente com o guarda que estava de plantão na unidade e que também possui experiência nessa área, auxiliando na ação.
A situação foi rapidamente controlada e conduzida com segurança. Após a captura, o animal foi devolvido ao seu habitat natural, sem registrar qualquer incidente com pacientes, acompanhantes ou profissionais da unidade.
Este esclarecimento está sendo prestado pela diretora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Augustinópolis, que esteve presente no momento da ocorrência, reforçando que a situação foi prontamente resolvida e não houve prejuízo ao funcionamento da unidade nem aos atendimentos realizados.
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‘Mancha colorida’ no céu intriga moradora no interior do Tocantins; veja vídeo


Imagem de fenômeno no céu em cidade no interior do Tocantins intriga morador
Uma mancha colorida registrada no céu de Santa Terezinha, no interior do Tocantins, intrigou moradores da região. O fenômeno foi filmado por Sabrina Torres, que passava pela cidade no momento e se surpreendeu com as cores.
“Eu estava passando pela cidade de Santa Terezinha, pouco mais das 17h, quando vi essa mancha. A princípio, achei que fosse um arco-íris pelas cores, mas geralmente ele é um arco”, relatou.
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O registro foi feito na tarde de terça-feira (8). A moradora disse que ficou impressionada com o que viu e resolveu filmar. “Fiquei encantada com as cores e assustada ao mesmo tempo, já que não havia visto algo assim antes”, afirmou.
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Imagem registrada no interior do Tocantins mostra mancha colorida no céu
Sabrina Torres/Divulgação
O meteorologista Francisco Assis explicou que o fenômeno pode estar relacionado à incidência da luz solar nas nuvens.
“Normalmente, isso acontece quando os raios solares refletem nas gotículas de água de uma nuvem, formando essas cores. Dependendo do ângulo da luz, esse reflexo pode aparecer dessa forma”, explicou.
Segundo ele, o mais comum é que esse tipo de formação resulte em um arco-íris mais amplo. “Geralmente acontece em uma curvatura maior, até formar o arco-íris. Esse formato menor e mais espalhado é mais difícil de ocorrer”, disse.
O meteorologista acrescentou que a explicação mais provável é essa interação entre a luz solar e as partículas de água na nuvem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Chuva forte durante a madrugada causas estragos em Palmas


Chuva provocou queda de árvore sobre casa em Palmas (TO)
Divulgação/Energisa
A forte chuva acompanhada de ventos e descargas atmosféricas, registrada na madrugada desta sexta‑feira (9) em Palmas, provocou quedas de energia e danos em equipamentos públicos. Além disso, árvores atingiram casas e veículos, causando estragos.
Segundo a Energisa, cerca de 13 mil clientes chegaram a ficar sem luz ao longo da madrugada. As condições climáticas severas causaram danos à rede elétrica, principalmente por causa da queda de árvores sobre a fiação.
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De acordo com a empresa, a energia começou a ser restabelecido de forma gradativa ainda durante a madrugada, alcançando 97% dos clientes afetados. Até a última atualização desta reportagem, 676 consumidores permaneciam sem energia, em duas quadras da capital, com equipes atuando nos reparos.
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A chuva com raios queimou um disjuntor do Restaurante Comunitário Tereza Cristina Ayres, na região norte da cidade. Por causa do problema elétrico, o atendimento à população, que normalmente começa às 11h, foi adiado para o meio‑dia, excepcionalmente nesta quinta-feira, conforme a Prefeitura de Palmas.
O Restaurante Comunitário da Região Sul não foi afetado e segue funcionando normalmente.
O Palmas Shopping também foi impactado pelas chuvas, onde parte do forro acabou desabando na área interna do empreendimento. Segundo a administração, não houve comprometimento da estrutura do telhado.
O shopping retomou o funcionamento às 11h desta quinta-feira, com acesso liberado às lojas e à praça de alimentação. Apenas uma pequena área do piso L2 permanece temporariamente isolada para a conclusão dos reparos, com previsão de liberação total ao público a partir do meio‑dia.
A administração afirmou que todas as medidas foram adotadas para garantir a segurança de clientes, lojistas e colaboradores.
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Fonte: G1 Tocantins