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Área disputada por Goiás e Tocantins é vistoriada por equipe da PGE


Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO
Uma equipe da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) realizou uma vistoria na área de divisa entre Goiás e Tocantins que é alvo de disputa judicial no Supremo Tribunal Federal (STF). A visita ocorreu na última sexta-feira (27) e teve como objetivo atualizar informações técnicas, verificar a ocupação do território e ouvir moradores da região do Quilombo Kalunga dos Morros, em Cavalcante, no nordeste goiano.
A área em disputa tem cerca de 12,9 mil hectares e inclui o Complexo do Prata, um dos principais atrativos turísticos da Chapada dos Veadeiros. Como mostrou o g1, o território passou a ser alvo de uma disputa mais intensa nos últimos anos, após a instalação de estruturas e a ampliação da presença do estado do Tocantins na região.
Segundo o Governo de Goiás, a ocupação seria irregular e decorrente de um erro cartográfico identificado em um mapa do Exército produzido em 1977, que teria alterado a referência natural utilizada para definir a divisa entre os estados.
Vistoria e ação no STF
A comitiva foi liderada pelo procurador-geral do Estado, Rafael Arruda, e contou com a participação de técnicos do Instituto Mauro Borges (IMB). Durante a visita, o grupo percorreu pontos estratégicos da divisa, analisando marcos territoriais, elementos cartográficos, cursos d’água e possíveis alterações de ocupação que possam interferir na delimitação entre Goiás e Tocantins.
Além do levantamento técnico, representantes do governo estadual dialogaram com moradores e lideranças locais, que relataram dúvidas e insegurança sobre a definição do território e a continuidade de serviços públicos na região.
As informações coletadas serão consolidadas em um relatório técnico que deve subsidiar a atuação de Goiás na Ação Cível Originária (ACO) 3734, em tramitação no STF.
“A ação representa o restabelecimento da verdade geográfica e jurídica sobre o território”, afirmou o procurador-geral Rafael Arruda.
O Supremo Tribunal Federal marcou para o dia 6 de abril uma audiência de conciliação entre Goiás e Tocantins. A expectativa é que o encontro ajude a definir os próximos encaminhamentos do processo e avance na delimitação oficial da divisa.
Durante a visita, o prefeito de Cavalcante, Vilmar Kalunga, também acompanhou a comitiva e apresentou os impactos da disputa para o município, especialmente em relação à perda de registros populacionais e dificuldades na execução de políticas públicas.
Equipe da PGE-GO, técnicos e representantes locais durante vistoria na área em disputa entre Goiás e Tocantins, na região da Comunidade Kalunga dos Morros, em Cavalcante
Divulgação/PGE – GO
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Erro cartográfico e avanço da disputa
De acordo com a ação movida pelo Governo de Goiás, a origem do conflito está em um erro na Carta Topográfica “São José”, elaborada pela Diretoria de Serviço Geográfico do Exército Brasileiro em 1977.
Segundo a PGE, o documento teria confundido o Rio da Prata com o Córrego Ouro Fino, deslocando a linha divisória para dentro de uma área que historicamente pertence a Goiás. Como o Tocantins foi criado apenas em 1988, a divergência passou a ter efeitos práticos apenas anos depois, com a ocupação administrativa da região.
Nos últimos anos, moradores e lideranças locais passaram a relatar maior presença do estado do Tocantins na área, com oferta de serviços públicos, promessas de infraestrutura e instalação de estruturas como um portal turístico no Complexo do Prata.
Esse movimento intensificou a disputa territorial e ampliou a sensação de indefinição entre as comunidades locais, que passaram a conviver com ações simultâneas dos dois estados em uma mesma região.
Infográfico – Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO por divisa após erro em mapa dos anos 70
arte/g1
Impactos para moradores e município
A indefinição territorial tem impactos diretos na rotina dos moradores da Comunidade Kalunga dos Morros, que convivem com dúvidas sobre qual estado é responsável pela oferta de serviços essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e regularização de documentos.
Relatos colhidos durante a vistoria apontam que parte da população mantém vínculos históricos com Goiás, enquanto outros moradores passaram a acessar serviços oferecidos por Tocantins, o que reforça a divisão de pertencimento já observada anteriormente.
Para o município de Cavalcante, a disputa também gera prejuízos administrativos. Segundo o prefeito Vilmar Kalunga, a indefinição contribuiu para a perda de contabilização de moradores no último Censo do IBGE, o que impacta diretamente nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Além disso, a falta de definição sobre a divisa dificulta a execução de obras e a ampliação de serviços públicos, já que há incerteza sobre a responsabilidade institucional na área.
Enquanto a disputa segue no campo jurídico, moradores continuam vivendo em um território onde a divisa muda no papel, mas não no cotidiano, mantendo rotinas, vínculos e identidades construídas ao longo de décadas.
Representantes da PGE-GO conversam com moradores da Comunidade Kalunga dos Morros durante vistoria na área em disputa entre Goiás e Tocantins, em Cavalcante
Divulgação/PGE – GO
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Fonte: G1 Tocantins

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Desaparecimento de mecânico agrícola em área de mata completa 18 dias


Veja momentos antes do desparecimento de mecânico em fazenda
O mecânico de máquinas agrícolas Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, está desaparecido há 18 dias após sumir na zona rural de Cariri do Tocantins, na região sul do estado. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que a 85ª Delegacia de Polícia segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
Morador de Talismã (TO), Adenir foi visto descendo em direção a um córrego próximo à sede da Fazenda Luana, onde prestava serviço, antes de desaparecer na mata. Desde então, não houve confirmação de seu paradeiro.
As buscas oficiais mobilizaram uma força-tarefa por oito dias, com atuação do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Ambiental e Patrulha Rural. As equipes utilizaram drones, cães farejadores e buscas a pé e a cavalo.
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No entanto, as autoridades suspenderam a operação no dia 21 de março, devido às condições climáticas desfavoráveis e à ausência de novos indícios. Segundo a SSP/TO, todas as providências cabíveis estão sendo adotadas para a elucidação dos fatos.
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Mecânico de máquinas está desaparecido
Arquivo Pessoal
Mesmo com a suspensão da operação estatal, familiares, amigos e moradores da região continuam as buscas por conta própria, em grupos menores. A família acredita que Adenir possa estar desorientado e evitando contato com grupos grandes.
Ao desaparecer, o mecânico deixou na fazenda todos os seus pertences, incluindo ferramentas de trabalho, roupas e a motocicleta. Segundo a família, os itens permanecem no local da mesma forma que foram deixados no dia do sumiço.
Outra evidência que corrobora a crença dos familiares é que durante as buscas, no dia 18 de março, a Defesa Civil informou que Adenir foi avistado por um drone. Um trator chegou a ser usado para roçar o pasto na região onde ele apareceu nas imagens, mas as equipes não conseguiram alcançá-lo naquele momento.
Segundo o agente da Defesa Civil João Carlos Lopes, que participou das buscas, Adenir é brigadista e pode sobreviver na mata por até 30 dias. “Ele consegue aguentar até 30 dias. As buscas só devem ser retomadas em caso de um fato novo”, afirmou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Policial denuncia colega por abuso sexual em alojamento de quartel da PM no TO; defesa diz que réu é sonâmbulo


Militar denuncia abuso sexual dentro de quartel da Polícia Militar de Gurupi
Uma policial militar denunciou que foi abusada por um colega de farda dentro do alojamento da corporação em Gurupi, no sul do estado. O caso se arrasta na Justiça do Tocantins há cinco anos. A defesa do militar investigado alega que tudo aconteceu durante um episódio de sonambulismo (veja a nota abaixo).
Na época, a vítima fazia parte da equipe da Força Tática. Em entrevista à TV Anhanguera, ela relatou que estava em um plantão de 24 horas e, por volta de meia-noite, a equipe foi ao alojamento para repousar.
“Passou um tempo, e eu acordei com um colega deitado ao meu lado, na cama, alisando a região da minha virilha. Eu iluminei o rosto dele com o celular e o repreendi. Foi quando ele falou: ‘uai’ e voltou pra cama dele. Depois disso, eu não consegui mais dormir. Fiquei em choque. Não acreditei que aquilo tinha acontecido.”
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O abuso aconteceu em outubro de 2022. O investigado é o cabo Bruno Xavier, que foi denunciado pela promotoria militar e é réu desde fevereiro de 2025, conforme decisão do juiz José Ribamar. O g1 questionou o Tribunal de Justiça sobre o andamento do processo, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Em nota, a Polícia Militar do Tocantins informou que instaurou um procedimento administrativo e um inquérito policial militar, que opinou pelo indiciamento do investigado. A corporação afirmou que não compactua com violência ou assédio e destacou a criação, em 2024, da Comissão de Implementação e Políticas em Atenção à Mulher (CIPAM) e da Ouvidoria da Mulher como mecanismos de proteção interna (veja nota completa abaixo).
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Quartel da Polícia Militar em Gurupi, no sul do estado
Reprodução/TV Anhanguera
Comentários machistas e pedido de transferência
Após o ocorrido, a policial procurou o comandante da Força Tática para relatar o abuso, mas afirmou que foi desestimulada a prosseguir com a denúncia. Segundo a vítima, o comandante sugeriu que ela conversasse diretamente com o agressor para “saber o que tinha acontecido”.
“Isso me deixou mais constrangida ainda. Fui lá, questionei ele, e ele alegou para mim que era sonâmbulo. Eu voltei no comandante da Força Tática novamente, informei para ele o que o rapaz tinha me passado. Foi o momento que ele me perguntou se eu queria passar a situação para frente, né? Mas ele já foi falando: ‘Mas você sabe que não vai dar em nada, né?’.”
Segundo a vítima, a situação se agravou com comentários machistas, dentro do batalhão, de que mulher não deveria trabalhar na Força Tática. Isso levou a policial a pedir transferência da cidade por não suportar o ambiente de trabalho.
Ela descreveu que antes da transferência foi feita uma reunião com a equipe, onde se sentiu desamparada:
“O comandante lá do batalhão falou que era para eu pensar com calma, que não queria que eu saísse de lá, que no outro dia ia ter uma reunião com os integrantes do grupo e eu poderia explanar a história. Só que eu senti que eles não queriam dar prosseguimento. Enfim, no outro dia teve essa reunião. O comandante do batalhão repreendeu o rapaz, o rapaz me pediu desculpas. Eu não conseguia nem parar de chorar. Estava totalmente desestruturada nesse dia.”
Defesa alega sonambulismo
A defesa do militar alegou que o ato não foi intencional, mas decorrente de uma condição médica. De acordo com o advogado Indiano Soares, o cliente é sonâmbulo.
“Ele estava dormindo, ele tem um problema de sonambulismo detectado em laudos médicos, constatado desde quando ele era jovem, tá? Então, ele não tentou esboçar qualquer ato sexual. Pelo contrário, ele apenas deitou ao lado dela e, quando percebeu, ela percebeu, fez o contato, ele já voltou para a cama dele dormindo. Isso foi comprovado na sindicância, no processo administrativo disciplinar na PM, devidamente comprovada a ausência de conduta, porque ele estava dormindo. Os laudos médicos afastaram a conduta dele. Ele não tinha conduta, ele estava dormindo.”
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que, diante dos fatos mencionados, todos os procedimentos legais e administrativos cabíveis foram instaurados à época, com observância à legislação vigente e ao devido processo legal.
No que se refere ao caso ocorrido no município de Gurupi, no ano de 2022, foi instaurado procedimento administrativo no âmbito da Corporação, seguido da abertura de Inquérito Policial Militar (IPM), posteriormente encaminhado à Justiça Militar.
Paralelamente, houve atuação do Ministério Público, e o caso encontra-se atualmente em tramitação no Poder Judiciário, com audiências em andamento. Ressalta-se que os autos tratam da apuração de conduta de natureza libidinosa, cabendo exclusivamente à autoridade judiciária competente a análise e deliberação sobre os fatos.
A Polícia Militar do Tocantins esclarece que, desde o conhecimento dos fatos, foram adotadas as medidas cabíveis no âmbito de suas competências legais, inclusive com o devido acompanhamento institucional.
Em relação ao segundo caso mencionado, a Corporação informa que também foi instaurado Inquérito Policial Militar, devidamente concluído e encaminhado à Justiça Militar, cabendo ao Poder Judiciário deliberar sobre as providências legais pertinentes, inclusive eventual remessa ao Ministério Público.
Importante ressaltar que, nos procedimentos instaurados, a autoridade responsável pelos Inquéritos Policiais Militares opinou pelo indiciamento dos investigados, com base em análise técnico-jurídica consistente, respeitando integralmente o devido processo legal.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que possui protocolos internos rigorosos e mecanismos permanentes de controle e responsabilização, voltados à apuração imediata de qualquer conduta incompatível com os valores institucionais.
Como medida estruturante e permanente de prevenção e fortalecimento institucional, a Corporação implantou, no ano de 2024, a Comissão de Implementação de Políticas em Atenção à Mulher (CIPAM), consolidando um avanço significativo na proteção, acolhimento e garantia de direitos das mulheres no âmbito da Polícia Militar.
A CIPAM atua de forma ativa na promoção de campanhas educativas, no recebimento e encaminhamento de denúncias, bem como na articulação com instituições públicas e privadas, ampliando a rede de proteção e enfrentamento a situações de violência e assédio.
A Corporação dispõe ainda da Ouvidoria da Mulher, canal institucional seguro e acessível, destinado ao recebimento de denúncias relacionadas à violência de gênero, assédio ou situações de vulnerabilidade, assegurando o devido encaminhamento e acompanhamento dos casos.
A Polícia Militar do Tocantins reitera, de forma categórica, que não compactua com qualquer prática de violência, assédio ou discriminação, adotando postura firme na apuração rigorosa dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, sempre nos termos da lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem é assassinado a facadas em bar no Tocantins após discussão


Jovem morre após ser esfaqueado e suspeito é preso
Um jovem de 23 anos morreu após ser esfaqueado em um bar em Palmeirante, região centro-norte do Tocantins. Conforme apurado pela TV Anhanguera, o suspeito do crime foi preso em casa. O crime foi registrado na manhã desta terça-feira (31), após uma discussão entre os dois.
A vítima foi identificada como Idelmar Azevedo das Neves. Segundo apuração da TV, ele e o suspeito, de 20 anos, tinham um desentendimento anterior e acabaram se encontrando em um bar na cidade.
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Idelmar Azevedo nas Neves morreu após ser esfaqueado em bar
Reprodução/TV Anhanguera
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Durante a confusão, Idelmar foi esfaqueado e morreu no local. O suspeito também teve lesões e foi levado para o hospital depois de ser preso. Ele deve passar por atendimento na unidade de saúde antes de ser encaminhado para a delegacia.
O g1 solicitou informações à Polícia Militar e à Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Professora cuida da filha de estudante em sala e gesto repercute na web: ‘Ensinar vai muito além do conteúdo’


Professora cuida da filha de estudante em sala e gesto repercute na web
Um vídeo da professora Luana Patrícia Garcia, de 25 anos, viralizou após ela aparecer segurando a filha de uma estudante no colo para que a jovem pudesse assistir à aula. Luana dá aula em um curso técnico de enfermagem em Augustinópolis, região do Bico do Papagaio. Para a professora, a atitude faz parte de um processo educacional que envolve empatia e humanidade.
“Ensinar, para mim, não é só transmitir conteúdo. É enxergar o aluno como ser humano, com histórias, dores, desafios… e muitas vezes, com batalhas silenciosas que ninguém vê”, disse ao g1.
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O momento aconteceu em uma aula realizada no último sábado (28). No vídeo, Luana aparece com a criança no colo enquanto dá aula. Depois, a menina segue aos cuidados da professora, que brinca com alguns objetos da mesa.
“No dia anterior à aula, minha aluna avisou no grupo que não teria com quem deixar sua filha. Ela mora sozinha, longe da família, sem rede de apoio. E quem é mãe sabe o peso que isso tem. Diante disso, não houve dúvida: eu, a coordenação e a instituição acolhemos. Dissemos: ‘traga sua filha, você não vai perder sua aula por isso’. E ela veio”, contou.
Luana Patrícia Garcia com a filha de uma estudante no colo em sala
Luana Patrícia Garcia/Arquivo pessoal
Para a estudante Giovana Sousa, de 21 anos, a ajuda da professora foi importante para que ela não fosse prejudicada nos estudos. “Esse cuidado fez toda a diferença pra gente, principalmente nesse momento. Só tenho a agradecer pela atenção e dedicação dela. Fiquei muito grata pelo apoio da professora Luana com a minha filha”.
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Luana é enfermeira, doula, sexóloga e leciona há um ano e quatro meses em uma escola técnica. A professora contou ao g1 que se sensibilizou com a situação, pois vivenciou algo parecido quando estudava. Por ter sido mãe aos 14 e 17 anos, entende que todo apoio é fundamental para que as mães não abandonem os estudos.
“E tem algo ainda mais forte nisso tudo: eu já estive exatamente no lugar dela. Fui mãe na adolescência. Já precisei levar minha filha bebê para a escola. E se eu cheguei até aqui hoje, foi porque alguém, lá atrás, também me acolheu, também me estendeu a mão. Então, naquele momento, não era só uma professora ajudando uma aluna. É uma história sendo retribuída”.
A professora acredita que ter um filho não é o fim de nada e que, se depender dela, seus estudantes sempre terão suporte.
“Nenhuma mulher vai desistir por falta de apoio. Porque às vezes, tudo que a gente precisa é de alguém dizendo: ‘pode vir, a gente dá um jeito'”.
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Fonte: G1 Tocantins

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Criminosos que executaram homem a tiros em Palmas se passaram por policiais, diz PM


Carro da Polícia Militar do Tocantins
PM-TO/Divulgação
Os criminosos que mataram Fernando Ramos de Jesus Vieira, de 40 anos, invadiram a casa da vítima portando armas de fogo e se identificando como policiais. Eles fugiram do local e não foram localizados.
O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (30), no setor Lago Norte, em Palmas. Fernando não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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A PM informou que foi chamada ao local por volta das 19h10. Equipes de Força Tática do 1º Batalhão confirmaram a presença da vítima baleada dentro da casa.
Testemunhas relataram que seis indivíduos encapuzados, utilizando duas motocicletas, invadiram o imóvel portando armas de fogo. Eles se identificaram falsamente como policiais, efetuaram diversos disparos contra a vítima e depois fugiram.
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Grupo invade casa e mata homem a tiros em Palmas, diz polícia
Desaparecimento e corpo em lote baldio: veja a cronologia do feminicídio da
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) compareceu ao endereço e constatou a morte. A área foi imediatamente isolada para a preservação da cena do crime.
Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica realizaram os procedimentos periciais e investigativos cabíveis. Após os trabalhos técnicos, o corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
A 1ª Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas investiga as circunstâncias do crime. A PM informou que também faz diligências em busca de informações que auxiliem na identificação e localização dos autores.
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Fonte: G1 Tocantins

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Grupo invade casa e mata homem a tiros em Palmas, diz polícia


Viaturas da Polícia Civil do Tocantins
Reprodução/SSP-TO
Um homem de 40 anos morreu após ter a casa invadida por homens armados na noite desta segunda-feira (30), no Setor Lago Norte, em Palmas. A vítima foi identificada como Fernando Ramos de Jesus Vieira.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o grupo entrou na casa e atirou contra o morador. Fernando não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A 1ª Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas investiga as circunstâncias do crime. O g1 solicitou detalhes da ocorrência para a Polícia Militar, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem.
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A perícia esteve na casa e realizou os procedimentos necessários. Em seguida, uma equipe do Núcleo de Medicina Legal de Palmas levou o corpo para a sede do órgão, onde será feita a necropsia para determinar a causa da morte. Após os exames, o corpo será liberado para os familiares para velório e sepultamento.
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Fonte: G1 Tocantins

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Desparecimento e corpo em lote baldio: veja a cronologia do feminicídio da merendeira de Araguaína


Marido é suspeito de matar Rozália Gonçalves por ciúmes após pedido de término
A merendeira Rozália Gonçalves Pereira foi assassinada a facadas em janeiro de 2026, em Araguaína, na região norte do Tocantins. O caso foi descoberto depois que o corpo dela foi encontrado em um terreno baldio.
O marido, Raimundo Gomes da Silva, foi indiciado pelo crime e está foragido desde então. A situação tem causado medo à filha da vítima.
Investigações da Polícia Civil apontaram que Rozália buscava a separação, mas o homem, que trabalhava como vigilante, não aceitava. Ele supostamente armou uma emboscada para a vítima, convidando-a para um encontro por meio de um perfil falso, e matou ela com vários golpes de faca.
Veja na reportagem a cronologia do caso que levou ao feminicídio da merendeira.
Desaparecimento – 1º de janeiro
Corpo de Rozália Gonçalves Pereira, de 36 anos, foi encontrado em Araguaína
Divulgação/Instagram Araguaína 24h
Rozália Gonçalves desapareceu no dia 1º de janeiro de 2026. Na época, familiares da vítima disseram que ela havia marcado um encontro com uma pessoa que havia conhecido pelas redes sociais.
Segundo as investigações, o marido da vítima suspeitava que estava sendo traído e utilizou um perfil falso nas redes sociais para marcar o encontro. A polícia informou que, no dia 1º, o vigilante saiu de casa com uma faca e, quando chegou ao local marcado, matou a merendeira.
Raimundo abandonou os cinco filhos em casa, sendo que quatro são crianças, e fugiu para o estado do Maranhão.
Corpo encontrado em decomposição – 5 de janeiro
Polícia Militar foi chamada para atender ocorrência em Araguaína
Reprodução TV Anhanguera/Portal Alta Tensão TO
A merendeira foi encontrada em um terreno no Setor Lago Sul, em Araguaína, depois que um morador chamou a polícia após sentir mau cheiro e ver urubus sobrevoando o local. O corpo estava em estado avançado de decomposição e tinha perfurações na região do tórax.
Na época, o local foi periciado e as investigações deram início na 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Araguaína.
Fernanda Gonçalves, filha da merendeira, conversou com o g1 em janeiro. Ela contou que se encontrou com a mãe no Natal de 2025, sendo essa a última vez que as duas se viram pessoalmente. No dia em que o corpo de Rozália foi encontrado, Fernanda tentou ligar para o celular da mãe várias vezes.
“No dia em que ela morreu, eu liguei para ela várias vezes, ninguém atendeu. Minha mãe não tinha inimigos, sempre foi assim, qualquer jeito para ela estava bom. Eu acho estranho porque ela morreu dia 1º, mas o celular continuava ativo”, disse.
Marido indiciado por feminicídio – 13 de março
O suspeito é considerado foragido pela justiça
Divulgação/SSP
O marido foi indiciado pelo crime após mais de três meses. O inquérito apontou que o assassinato aconteceu após o marido não aceitar o término do relacionamento e marcar um falso encontro com Rozália por aplicativo.
A polícia publicou um cartaz de procurado de Raimundo Gomes e pediu para que qualquer informação sobre o paradeiro dele seja repassada pelo disque-denúncia no 197 ou pelo WhatsApp da 2ª DHPP: (63) 3901-7485. A denúncia pode ser feita de forma anônima.
Filha da vítima com medo
Com o suspeito foragido, a filha da vítima diz ter medo de Raimundo tentar fazer algo com ela. “Eu tenho medo porque ele está foragido até hoje. Tenho medo de ele vir atrás de mim, porque ele nunca gostou de mim. E, sinceramente, cadeia é pouco para ele”, desabafou Fernanda Gonçalves.
Fernanda Gonçalves e a mãe Rozália Gonçalves
Fernanda Gonçalves/Arquivo pessoal
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Fonte: G1 Tocantins

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Governador do TO anuncia concurso da Polícia Civil com 452 vagas e salários de até R$ 21 mil


O governador fez o anúncio em suas redes sociais na noite desta segunda-feira (30)
Reprodução/Instagram de Wanderlei Barbosa
O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), anunciou nesta segunda-feira (30), por meio das redes sociais, a autorização para a realização do concurso público da Polícia Civil do Tocantins. O certame contará com 452 vagas, com salários de até R$ 21.901,70 (veja detalhes abaixo).
O anúncio foi feito ao lado do secretário de Segurança Pública, Bruno Azevedo, e do secretário da Administração (Secad), Paulo César Benfica.
Segundo o governador, o edital deve ser publicado ainda nesta semana. “Atenção, atenção, concurseiros e concurseiras de todo o Brasil, especialmente do Tocantins. Mais um concurso será preparado agora”, afirmou no vídeo divulgado nas redes sociais.
O secretário de Segurança Pública detalhou as áreas contempladas no edital. “Os cargos são de oficial investigador de polícia, perito oficial e delegado de polícia”, explicou Bruno Azevedo.
O último concurso da corporação foi realizado em 2014. O novo certame visa recompor o efetivo para ampliar a capacidade de investigação no estado.
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Os salários iniciais para cada cargo serão: delegado de polícia: R$ 21.901,70; perito oficial: R$ 17.694,68; e oficial investigador de polícia: R$ 7.917,97.
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Histórico de promessas
O anúncio desta segunda-feira ocorre após um longo histórico de prazos descumpridos. Em 2024, o governador Wanderlei Barbosa chegou a anunciar 381 vagas e prometeu que as provas seriam aplicadas até março de 2025, o que não se concretizou.
Além disso, a realização de concursos para as polícias Civil e Penal foi incluída como prioridade na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026.
A pressão por um novo concurso aumentou após o Ministério Público do Tocantins (MPTO) apontar que o estado enfrenta um déficit de 1.272 servidores na Polícia Civil. O órgão classificou a situação como um “colapso investigativo”, destacando que delegacias em municípios como Abreulândia e Marianópolis chegaram a ser fechadas por falta de policiais.
Em decisões judiciais recentes, o Estado foi obrigado a apresentar relatórios sobre a situação da corporação e a projeção de aposentadorias, reforçando que a realização do certame é medida urgente para garantir a segurança pública no Tocantins.
O g1 procurou o Estado para se posicionar sobre a situação, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem morre após ter cabeça esmagada em acidente na BR-153, no Tocantins


O acidente aconteceu no perímetro urbano da rodovia
Reprodução/Redes sociais
Um homem de 72 anos teve a cabeça esmagada após ser atropelado por uma carreta, nesta segunda-feira (30), na BR-153, no perímetro urbano de Araguaína, no norte do Tocantins.
Nas imagens às quais o g1 teve acesso, é possível ver o homem debaixo do veículo, com parte da cabeça esmagada.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para isolar a área e controlar o trânsito, que apresentou lentidão no trecho durante o atendimento da ocorrência.
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A perícia técnica também esteve no local. O corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína e será liberado após a realização dos exames de necropsia.
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Fonte: G1 Tocantins