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‘Mal com a situação’, diz brigadista que ministrou curso a mecânico desaparecido em fazenda


Veja momentos antes do desparecimento de mecânico em fazenda
O mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, segue desaparecido. Ele sumiu no dia 14 deste mês, enquanto trabalhava na fazenda Luana, em Cariri do Tocantins. Segundo o agente da Defesa Civil e brigadista, João Carlos Lopes, que ministrou um curso de brigadista a Adenir, o treinamento pode estar ajudando-o a enfrentar as dificuldades da mata.
“Me sinto muito mal com essa situação, pois considero cada brigadista como filho ou filha. Um brigadista treinado é como um comissário de bordo de aeronave comercial: sabemos o que fazer em casos de sobrevivência em selva. Eu treino nossa equipe até o limite do ser humano, para que possam se sobressair ao impossível”, explicou o brigadista.
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João Carlos Lopes contou que Adenir desapareceu após um desentendimento com um dos irmãos, dias antes. Ele chegou a ir trabalhar na fazenda, mas deixou o local ao ver o empregador em uma ligação. “Ele teria surtado, imaginando que a ligação era para o irmão”, explicou João Carlos.
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Adenir Rodrigues, o ‘Demi’, sumiu em Cariri do Tocantins
Reprodução/Rede Social
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Na ocasião, Adenir foi visto descendo em direção a um córrego próximo à casa-sede da propriedade onde trabalhava.
Nesta segunda-feira (30), completaram 17 dias desde o desaparecimento do mecânico. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), um boletim de ocorrência foi registrado, e a 85ª Delegacia de Polícia de Cariri do Tocantins investiga o caso.
As buscas oficiais foram suspensas após oito dias, mas familiares e moradores da região continuam procurando por Adenir em grupos menores.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem morre após sofrer choque elétrico no interior do Tocantins


A equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada logo após o acidente ocorrido
Reprodução/Olines de Paraíso
Um homem morreu após sofrer uma descarga elétrica em Paraíso do Tocantins, na região central do estado, nesta segunda-feira (30). Até a última atualização desta reportagem, a identidade da vítima não havia sido divulgada.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a equipe foi acionada para atender uma ocorrência, mas, ao chegar ao local, os militares constataram que a vítima já não apresentava sinais vitais.
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Após a constatação da morte, a perícia técnica e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar os procedimentos no local. O corpo será liberado aos familiares após a realização dos exames de necropsia.
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As circunstâncias em que a descarga elétrica ocorreu ainda estão sendo apuradas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe e filha realizam sonho e dividem sala de aula em curso de Medicina no Tocantins


Fonoaudióloga Adriana Dias e a filha Breatriz Dias (esquerda) foram aprovadas em medicina ao mesmo tempo
Arquivo Pessoal/Adriana Dias
Mãe e filha foram aprovadas para a mesma turma de Medicina em Araguaína, no norte do Tocantins. Adriana Coelho de Almeida Dias, de 46 anos, e Beatriz Almeida Dias, de 18, vão cursar juntas a graduação em uma faculdade particular da cidade.
Adriana atua como fonoaudióloga há mais de 20 anos. Ela adiou o sonho da medicina para priorizar a criação das filhas, mas manteve o hábito de estudar junto com elas durante o período escolar.
“Sempre acompanhei a vida escolar delas e dizia: ‘Vou fazer o vestibular um dia e vou passar, porque estou estudando junto com vocês'”, recorda.
Ambas foram aprovadas na primeira turma de Medicina da Faculdade de Ciências do Tocantins (Facit), em agosto de 2025, e iniciaram as aulas em setembro do mesmo ano.
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Na época, Beatriz, que ainda cursava o Ensino Médio, utilizou a nota do Enem e precisou recorrer à Justiça para conseguir se matricular. “Foi o resultado que ela sempre sonhou. E cursar aqui na nossa cidade, fazendo faculdade em casa, também é um privilégio”, destacou Adriana.
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Do sonho adiado à aprovação conjunta
Adriana confessa que a coincidência gerou um frio na barriga na filha durante o processo seletivo. “A Beatriz ficou nervosa. Ela pensava: ‘Meu Deus, se minha mãe passar e eu não, como vai ser?'”. No fim, as duas celebraram a conquista juntas, sem precisar sair da cidade natal.
Embora estejam em momentos diferentes da vida, mãe e filha convergem no propósito profissional. Beatriz encara a Medicina como um exercício de escuta ativa e empatia. “Quero que o paciente recorra ao meu consultório em busca de acolhimento, não apenas de um tratamento”, afirma a estudante.
Para Adriana, a nova graduação é a chance de expandir sua capacidade de servir. “Sinto que, com a medicina, vou poder fazer algo além do que já faço na fonoaudiologia”.
Enquanto Beatriz planeja descobrir sua especialização ao longo do curso, Adriana olha para trás com a certeza de que a espera valeu a pena. “Se eu pudesse falar com a Adriana do passado, diria: ‘Continue. Sua hora vai chegar'”, finaliza.
Mãe e filha comemoram aprovação em medicina, em Araguaína
Arquivo Pessoal/Adriana Dias
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Fonte: G1 Tocantins

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Falsa médica: veja o que se sabe sobre a morte de paciente em Guaraí e o que falta esclarecer


Euzébio Correia da Silva morreu aos 86 anos no Hospital Regional de Guaraí
Reprodução/TV Anhanguera
As investigações a respeito da morte de Euzébio Correia da Silva, de 86 anos, seguem abertas após quase cinco anos. Ele foi atendido por uma falsa médica em 2021 durante a pandemia de Covid-19, em Guaraí, na região norte do Tocantins.
O governo estadual recebeu duas condenações da Justiça do Tocantins determinando indenizações para os filhos da vítima. Segundo a última decisão, o Estado falhou ao não comprovar que adotou medidas para verificar a habilitação profissional de quem realizou procedimentos médicos no paciente.
O g1 não conseguiu contato com a defesa da falsa médica, que não é ré nesse processo.
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Qual foi o valor da indenização?
O Estado foi condenado a pagar R$ 20 mil a um dos filhos da vítima. Em janeiro de 2025, a Justiça já havia determinado o pagamento de R$ 100 mil a outros cinco filhos de Euzébio Correia da Silva.
A família só descobriu que o idoso estava sendo atendido por uma falsa médica após o nome dela sair em uma reportagem, citando que ela atuava ilegalmente. Por isso, os irmãos entraram na Justiça pedindo a reparação pela situação que o pai passou.
Por que o Estado foi condenado?
A Justiça entendeu que o governo não demonstrou ter verificado se a profissional tinha formação em medicina e registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), permitindo que uma pessoa sem habilitação realizasse procedimentos invasivos.
Quem é a falsa médica?
Segundo a direção do hospital, a mulher, que não teve o nome divulgado, apresentou um documento falso que indicava que ela era formada em medicina no estado de Goiás. Quando a direção registrou boletim de ocorrência, a polícia informou que a mulher é investigada pelo mesmo crime em outros municípios.
O que aconteceu durante o atendimento?
Euzébio foi diagnosticado com Covid-19 e estava internado no Hospital Regional de Guaraí quando recebeu atendimento da falsa médica.
De acordo com o processo, a falsa médica realizou uma intubação orotraqueal e tentou fazer um acesso venoso que apresentou coagulação. Após o procedimento, o paciente sofreu uma taquicardia ventricular e morreu.
O que a Justiça considerou na decisão?
O juiz Océlio Nobre da Silva destacou que houve imperícia, já que a pessoa responsável pelo atendimento não possuía diploma em medicina nem inscrição no CRM. Para a Justiça, a falta de qualificação profissional contribuiu diretamente para a morte do paciente.
“Apesar de não ser exigível à parte autora demonstrar a culpa do ente público, a imperícia médica está evidente no processo, eis que a pessoa que atendeu e realizou procedimentos delicados no paciente não tinha habilitação para fazê-lo. A referida ‘médica’ realizou diversos procedimentos invasivos, sem possuir qualificação profissional para tanto, resultando, das manobras aplicadas no paciente, a sua morte”, afirmou o juiz Océlio Nobre da Silva, da 1ª Vara Cível de Guaraí.
O inquérito policial foi concluído?
Não. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o inquérito está em fase final de apuração e é conduzido pela 47ª Delegacia de Polícia de Guaraí. O procedimento corre sob sigilo.
O que diz a Secretaria de Saúde?
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que ainda não foi oficialmente notificada da decisão judicial. A pasta afirmou que, após a notificação, o caso será analisado para adoção das providências legais e administrativas cabíveis.
Íntegra da nota da SES
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que, até o presente momento, não foi oficialmente intimada acerca da decisão judicial mencionada. Esclarece ainda que, tão logo haja a devida notificação, o caso será analisado pelas áreas competentes para verificação das providências cabíveis.
A SES destaca que os fatos também serão apurados na esfera administrativa, com o objetivo de identificar eventuais responsabilidades. Por fim, a Pasta ressalta que adotará todas as medidas legais pertinentes, inclusive quanto à apuração de responsabilidades de terceiros envolvidos no caso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Soldado denuncia coronel da PM do TO por assédio e tapa no rosto após tentativa de beijo forçado

Soldado denúncia tenente-coronel por assédio durante confraternização
Uma soldado da Polícia Militar do Tocantins denunciou o tenente-coronel Adão Pereira dos Santos por uma sequência de abusos e agressões ocorridas durante uma confraternização. No evento, segundo a denúncia, ela chegou a levar um tapa no rosto após se esquivar de um beijo forçado.
Em entrevista à TV Anhanguera, a soldado detalhou como o assédio começou.
“Ele a todo o tempo ficava questionando se ele tinha chance comigo, no caso, quantos por cento de chance tinha com ele. Aí, isso já estava chegando ao nível de que eu falei que ele não tinha nenhuma porcentagem, que ele tinha 0% de chance. A partir de determinado ponto, eu já não estava mais aguentando todo aquele constrangimento. Os termos pejorativos foram muito pesados. Não foi uma situação que fosse normal”.
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O tenente-coronel Adão Pereira dos Santos atua na PM desde 1998 e é comandante de policiamento especializado. Ele foi investigado pela Corregedoria da Polícia Militar por crime contra a dignidade sexual, assédio, importunação sexual, abuso de autoridade e violência contra inferior hierárquico.
A Corregedoria informou que o inquérito policial militar foi concluído e encaminhado à Justiça Militar. Um inquérito também foi aberto na Delegacia da Mulher. Atualmente, o oficial continua trabalhando, enquanto a vítima está de licença e recebe atendimento psicológico.
A Polícia Militar do Tocantins afirmou que, desde o conhecimento dos fatos, foram adotadas as medidas cabíveis no âmbito de suas competências legais, inclusive com o devido acompanhamento institucional (veja nota completa abaixo).
A defesa de Adão Pereira afirmou, em nota, que “o acusado é inocente, não havendo, até o presente momento, qualquer decisão judicial definitiva que o responsabilize pelos fatos noticiados, pelo contrário, ainda está em fase de investigação”. Também afirmou que o processo tramita sob segredo de Justiça e repudia julgamentos precipitados (veja posicionamento abaixo).
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Tentativa de beijo e agressão física
Segundo o relato da vítima, a situação escalou para violência física quando ela recusou as investidas do tenente-coronel. O oficial teria tentado beijá-la à força, desferido um tapa em seu rosto e aplicado um golpe de imobilização.
“Ele chegou ao meu encontro e foi diretamente ao meu pescoço. Com as duas mãos segurou o meu pescoço e foi numa iminência de me beijar na boca, né? Eu só consegui virar o rosto e o beijo pegou no lado direito da bochecha, porque se eu não tivesse virado o beijo teria sido na boca. Diante disso, eu acho que num acesso de raiva dele, não sei, ele desferiu um tapa no meu rosto”.
Segundo apurado pela TV Anhanguera, testemunhas confirmaram à Corregedoria que o oficial estava visivelmente alterado e questionava repetidamente, em tom audível para os presentes, por que a soldado não ficaria com ele.
“E a partir disso ficou aquela situação e ele falando que eu ia ser dele, que eu ia ser dele de qualquer forma, que ‘você vai ser minha, você vai ser minha’ e, inclusive, me deu uma chave de braço, né, tentando ali uma imobilização, alguma coisa do tipo. E as pessoas que estavam próximas conseguiram revidar, tirar ele de cima de mim”, relatou a vítima.
Constrangimento e hierarquia
O episódio causou forte constrangimento, inclusive entre civis que participavam da festa. Militares presentes foram questionados pela Corregedoria sobre por que não deram voz de prisão ou acionaram uma viatura no momento dos fatos. Um dos depoentes explicou a dificuldade de intervir contra um superior armado.
“Os civis não compreenderam a nossa impossibilidade de uma ação mais incisiva de nossa parte, por se tratar de um superior hierárquico e estar armado, podendo, caso tomássemos uma atitude mais incisiva, ocorrer um mal maior”.
Íntegra da nota da defesa de Adão Pereira dos Santos
A defesa de Adão Pereira dos Santos vem a público esclarecer alguns pontos essenciais:
Em primeiro lugar, é imprescindível destacar que o acusado é inocente, não havendo, até o presente momento, qualquer decisão judicial definitiva que o responsabilize pelos fatos noticiados, pelo contrário ainda está em fase de investigação.
Ressaltamos, ainda, que o processo tramita sob segredo de justiça, medida adotada para resguardar a integridade das investigações, bem como a privacidade das partes envolvidas, de modo que, a divulgação de informações parciais ou não verificadas pode comprometer o andamento regular do processo e causar prejuízos irreparáveis às partes.
Por fim, a defesa repudia qualquer forma de julgamentos precipitados, pois, violam direitos fundamentais e podem gerar distorções graves na percepção pública, em especial, pelo fato de ser militar da ativa com uma trajetória sólida, pautada pela ética e compromisso, sem qualquer mácula que desabonasse sua conduta durante mais de três décadas de prestação de relevantes serviços ao Estado do Tocantins.
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que, diante dos fatos mencionados, todos os procedimentos legais e administrativos cabíveis foram instaurados à época, com observância à legislação vigente e ao devido processo legal.
No que se refere ao caso ocorrido no município de Gurupi, no ano de 2022, foi instaurado procedimento administrativo no âmbito da Corporação, seguido da abertura de Inquérito Policial Militar (IPM), posteriormente encaminhado à Justiça Militar.
Paralelamente, houve atuação do Ministério Público, e o caso encontra-se atualmente em tramitação no Poder Judiciário, com audiências em andamento. Ressalta-se que os autos tratam da apuração de conduta de natureza libidinosa, cabendo exclusivamente à autoridade judiciária competente a análise e deliberação sobre os fatos.
A Polícia Militar do Tocantins esclarece que, desde o conhecimento dos fatos, foram adotadas as medidas cabíveis no âmbito de suas competências legais, inclusive com o devido acompanhamento institucional.
Em relação ao segundo caso mencionado, a Corporação informa que também foi instaurado Inquérito Policial Militar, devidamente concluído e encaminhado à Justiça Militar, cabendo ao Poder Judiciário deliberar sobre as providências legais pertinentes, inclusive eventual remessa ao Ministério Público.
Importante ressaltar que, nos procedimentos instaurados, a autoridade responsável pelos Inquéritos Policiais Militares opinou pelo indiciamento dos investigados, com base em análise técnico-jurídica consistente, respeitando integralmente o devido processo legal.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que possui protocolos internos rigorosos e mecanismos permanentes de controle e responsabilização, voltados à apuração imediata de qualquer conduta incompatível com os valores institucionais.
Como medida estruturante e permanente de prevenção e fortalecimento institucional, a Corporação implantou, no ano de 2024, a Comissão de Implementação de Políticas em Atenção à Mulher (CIPAM), consolidando um avanço significativo na proteção, acolhimento e garantia de direitos das mulheres no âmbito da Polícia Militar.
A CIPAM atua de forma ativa na promoção de campanhas educativas, no recebimento e encaminhamento de denúncias, bem como na articulação com instituições públicas e privadas, ampliando a rede de proteção e enfrentamento a situações de violência e assédio.
A Corporação dispõe ainda da Ouvidoria da Mulher, canal institucional seguro e acessível, destinado ao recebimento de denúncias relacionadas à violência de gênero, assédio ou situações de vulnerabilidade, assegurando o devido encaminhamento e acompanhamento dos casos.
A Polícia Militar do Tocantins reitera, de forma categórica, que não compactua com qualquer prática de violência, assédio ou discriminação, adotando postura firme na apuração rigorosa dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, sempre nos termos da lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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Duplo homicídio no TO revela histórico de tensão, ameaças e disputa agrária


Dois homens são encontrados mortos em fazenda de Babaçulândia
Na propriedade onde foi registrado um duplo homicídio em Babaçulândia, acontecem disputas agrárias, segundo a Polícia Militar. Na última sexta-feira (27), Paulo Ricardo da Silva, de 26 anos, e Victor Yan de Sousa Silva, de 27 anos, foram encontrados mortos na fazenda com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.
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Em entrevista à TV Anhanguera, o tenente da Polícia Militar, Jardimar Arceno, informou que moradores da região relataram que um dos líderes da suposta invasão teria feito diversas ameaças, sendo uma delas com uso de uma motosserra.
“Segundo relatos, essa propriedade aqui está em uma disputa agrária, invasão de terras. E já tem um histórico de registro de ocorrência aqui [na propriedade]. Um dos líderes aqui foi conduzido para a delegacia há cerca de dois dias. Inclusive o pessoal relata aqui que ele fez diversas ameaças, inclusive há dois dias ele fez ameaça armada com motosserra contra um dos indivíduos da propriedade”, contou o policial.
O nome do homem não foi informado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Radar Tocantinense/Divulgação
Assassinato em fazenda
O crime aconteceu em uma fazenda na tarde desta sexta-feira (27), na estrada vicinal do Coco Salviano, em Babaçulândia. No local, a PM encontrou um dos corpos caído ao lado da porta do motorista de uma caminhonete preta, que possuía marcas de tiros na lataria. O segundo corpo foi encontrado à margem de um matagal na região.
Uma das vítimas era Victor Yan, morador de Araguaína e egresso do curso de direito. O jovem era casado e trabalhava em um escritório de advocacia. Nas redes sociais, David Luan lamentou a morte do amigo.
“Me despeço de um amigo que marcou minha vida de uma forma que palavras quase não conseguem explicar. Victor Yan, sua presença ficará viva nas nossas lembranças, nas conversas, nas risadas e em tudo que você representou para quem teve o privilégio de te conhecer”, escreveu na publicação.
A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso está sob responsabilidade da 2ª DHPP e que as investigações seguem sob sigilo, a fim de não comprometer o andamento dos trabalhos.
Victor Yan de Sousa Silva, de 27 anos, foi morto a tiros em Babaçulândia
Instagram Victor Yan/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Prazo na reta final: servidores das UPAs devem se inscrever para redistribuição com 474 vagas em Palmas


Prefeitura de Palmas terceiriza gestão das UPAs
Termina nesta segunda-feira (30) o prazo para redistribuição obrigatória dos servidores efetivos das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. A mudança ocorre após a prefeitura firmar contrato para transferência da gestão das UPAs a uma entidade filantrópica.
A inscrição para uma das 474 vagas deve ser realizada exclusivamente pela internet. A seleção levará em conta critérios como maior tempo de serviço, idade e proximidade entre a residência do profissional e a unidade escolhida.
Segundo o edital, a movimentação não altera vínculo, cargo ou regime jurídico dos servidores. O processo permite que os profissionais das UPAs Norte e Sul indiquem até três unidades de interesse para atuação.
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Para participar, é necessário anexar documento de identificação e comprovante de residência atualizado.
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UPA da região sul de Palmas
Raiza Milhomem/Secom Palmas
Entenda a mudança nas UPAs
O contrato entre a Prefeitura de Palmas e a instituição filantrópica foi firmado no valor de cerca de R$ 139 milhões e prevê que a nova gestora assuma a administração dos serviços nas unidades.
Com a mudança, servidores efetivos deixam de atuar nas UPAs e passam a ser realocados em outros serviços da rede municipal, principalmente na Atenção Primária.
As informações sobre o termo de colaboração foram publicadas no Diário Municipal do dia 24 de março de 2026.
A Defensoria Pública do Tocantins chegou a solicitar informações ao município sobre o modelo de gestão compartilhada e o plano de redistribuição dos profissionais, com foco na garantia da continuidade dos serviços de saúde.
Segundo a prefeitura, a reorganização das equipes permitirá ampliar o funcionamento de unidades básicas de saúde, que devem passar a atender até meia-noite em algumas regiões.
As vagas contemplam diversas áreas, como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, farmacêuticos, assistentes sociais e profissionais administrativos.
O resultado final da redistribuição deve sair na próxima terça-feira (7). Após a homologação, os servidores deverão se apresentar à Secretaria Municipal de Saúde entre os dias 8 e 10 de abril. O início das atividades nas novas unidades está previsto para o dia 13.
O que acontece com contratos temporários
Já os profissionais contratados sem vínculo efetivo não participam da redistribuição. A entidade responsável pela nova gestão abriu processo seletivo próprio para contratação de equipes que irão atuar nas UPAs.
A prefeitura afirma que a mudança faz parte de uma estratégia para reorganizar a rede e ampliar o acesso da população aos serviços de saúde.
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Fonte: G1 Tocantins

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Outono 2026: Tocantins terá calor acima da média e chuvas variadas


Previsão de chuva e temperatura durante abril, maio e junho de 2026
Inmet/Reprodução
Durante os meses de abril, maio e junho, a temperatura do ar deve ficar acima da média histórica e pode atingir 1 grau a mais na região oeste do Tocantins. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no centro-sul do Tocantins, a previsão é de chuvas próximas da média durante o trimestre.
Por causa dessa alta, as lavouras nos estados da região Matopiba, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, podem sentir o impacto.
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Segundo o Inmet, as temperaturas acima da média podem favorecer a redução dos níveis de água no solo, devido à evapotranspiração, e isso pode impactar o desenvolvimento da segunda safra de milho e algodão.
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Como fica o tempo na segunda?
Para a região do Bico do Papagaio, o Inmet emitiu um alerta de chuvas intensas que encerra às 10h desta segunda-feira (30). Em Araguatins, cidade da região, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas isoladas durante todo o dia.
Em Palmas, há possibilidade de chuva isolada durante todo o dia nesta segunda-feira. A temperatura máxima será de 30 graus, com chance de declínio, e mínima de 23.
Já no norte do Tocantins, em Araguaína, a previsão é de pancadas de chuvas e trovoadas isoladas durante todo o dia na segunda. A temperatura máxima será de 31 graus e mínima de 22.
Em Gurupi, no sul do estado, há possibilidade de chuva isolada pela tarde e pancadas de chuva pela noite na segunda. A temperatura mínima será de 23 graus e máxima de 31.
Avenida de Palmas sob o sol forte
Lia Mara/Prefeitura de Palmas
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Fonte: G1 Tocantins

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Garimpo ilegal é descoberto dentro de rio no TO; operação destrói estruturas e suspeitos fogem


Polícia Militar destrói estruturas de garimpo ilegal em Almas
Divulgação/PMTO
A Polícia Militar interrompeu um garimpo ilegal de ouro e destruiu dragas que operavam no leito do Rio Manuel Alves, em Almas, no sudeste do estado. A ação, batizada de Operação “São José D’Ouro”, ocorreu na tarde de sábado (28). Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido localizado.
A operação foi planejada após denúncia no canal ‘Ambiental On-line’. A Agência Local de Inteligência confirmou a atividade e mobilizou equipes do Batalhão Ambiental (BPMA) e do 11º BPM (Força Tática e Patrulha Rural).
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No leito do rio, os policiais identificaram duas estruturas instaladas diretamente na água, com sinais claros de intervenção em área de preservação permanente e alto risco de degradação ambiental.
Polícia Militar destrói estruturas de garimpo ilegal em Almas, no rio Manuel Alves
Divulgação/PMTO
Além das duas balsas (dragas) e motores, os policiais encontraram mangotes, compressores de ar, roupas de mergulho e até utensílios de cozinha, indicando que os garimpeiros mantinham uma estrutura de permanência no local.
Parte do material foi recolhida pelas equipes. No entanto, devido ao difícil acesso à região e à impossibilidade de transporte, alguns equipamentos foram inutilizados no próprio local para garantir a interrupção definitiva da atividade ilegal. A PM informou que a operação conseguiu mitigar danos ambientais imediatos na área.
Polícia Militar destrói estruturas de garimpo ilegal em Almas, no rio Manuel Alves
Divulgação/PMTO
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Fonte: G1 Tocantins

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Viatura da Polícia Militar bate em árvore em Miracema do Tocantins e deixa dois policiais feridos


Viatura da Polícia Militar bateu em árvore em Miracema do Tocantins
Reprodução/Instagram de Amigos Quarteirão Oficial
Uma viatura da Polícia Militar (PM) se envolveu em um acidente na manhã deste domingo (29), em Miracema do Tocantins, na região central do estado. O veículo, pertencente ao 16º Batalhão, bateu contra uma árvore na Avenida Tocantins, uma das principais vias do centro da cidade.
Dois policiais militares que estavam na viatura ficaram feridos. Eles receberam os primeiros socorros ainda no local do acidente. Imagens registradas logo após a batida mostram o atendimento realizado pelo Corpo de Bombeiros e a frente do veículo oficial completamente destruída pelo impacto.
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Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o estado de saúde dos militares ou as causas que levaram ao acidente.
Policiais Militares são atendidos após acidente em Miracema do Tocantins
Reprodução/Instagram de Amigos Quarteirão Oficial
O g1 solicitou informações para a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Estado da Saúde sobre as circunstâncias do acidente e o estado de saúde dos militares, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins