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Contador é alvo de operação que apura desvio R$ 55 milhões aos cofres públicos


Esquema de fraudes no agro é investigado; contador do grupo está foragido
Um contador de 32 anos foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (23), em Palmas, durante uma nova fase da Operação El Dourado. Segundo a Polícia Civil, ele é investigado por integrar um esquema milionário de sonegação fiscal, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro que teria causado um prejuízo superior a R$ 55 milhões aos cofres públicos do Tocantins.
A Operação El Dourado foi deflagrada em março de 2026 para desarticular uma organização que utilizava “empresas de fachada” ou “noteiras” para simular a compra e venda de grãos, como soja e milho. O objetivo era gerar créditos fictícios de ICMS para reduzir indevidamente os tributos de terceiros.
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As investigações apontam que o contador assumiu a gestão do escritório de contabilidade utilizado pela organização criminosa após a fuga de Paulo César Maciel dos Santos, apontado como o líder do grupo.
O nome do investigado não foi divulgado, por este motivo o g1 não conseguiu acesso à defesa.
A ação foi realizada pela Divisão Especializada de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT), com apoio da Secretaria da Fazenda. Ainda conforme a SSP, o mandado foi cumprido na residência do investigado, no Plano Diretor Sul da capital. No local, foram apreendidos notebooks, celulares, carimbos, além de porções de maconha.
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Divulgação/SSP
De acordo com o delegado Vinicius Mendes de Oliveira, o contador exercia um papel estratégico. Ele controlava as contas bancárias da organização pelo próprio celular e para autorizar transferências de altos valores, se deslocava até os “laranjas” do esquema apenas para utilizar o reconhecimento facial deles nos aplicativos de banco.
O principal alvo da operação e apontado como líder do grupo é Paulo César Maciel dos Santos, que permanece foragido da Justiça. De acordo com as investigações, ele teria realizado procedimentos estéticos recentes para alterar a fisionomia e dificultar a localização pelas autoridades.
Todo o material apreendido passará por perícia para subsidiar o avanço das investigações e a responsabilização dos envolvidos.
Relembre o caso
O grupo utilizava empresas de fachada para simular a compra e venda de grãos com o intuito de gerar créditos fictícios de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Segundo a Polícia Civil, em apenas seis meses, uma das empresas envolvidas declarou movimentações superiores a R$ 464 milhões, mas recolheu apenas R$ 39 mil em tributos, gerando um prejuízo estimado de R$ 55,9 milhões aos cofres do Tocantins.
O esquema operava com estruturas físicas mínimas para dar uma aparência de legalidade. Durante as diligências, a polícia descobriu que as sedes das empresas funcionavam em salas minúsculas, muitas vezes com apenas uma mesa e um notebook, sem qualquer capacidade logística para o armazenamento ou transporte de grãos.
Ex-funcionárias relataram em depoimento que eram contratadas apenas para manter os locais abertos e instalar softwares de acesso remoto. Para evitar a identificação dos verdadeiros articuladores, a organização utilizava pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica como “laranjas”.
O grupo monitorava as ações da Secretaria da Fazenda e, sempre que uma inscrição estadual era bloqueada por suspeita de irregularidade, eles abandonavam o CNPJ e ativavam imediatamente uma nova empresa de prateleira para dar continuidade à sonegação.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é encontrado morto em quadra de esportes de Palmas


Unidade do IML de Palmas
Arthur Girão/g1 TO
Um homem de 43 anos, identificado como Gilmar Conceição de Jesus, foi encontrado morto em uma quadra poliesportiva no Jardim Aureny III, na região sul de Palmas, nesta terça-feira (23). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), o corpo foi levado pelo Núcleo de Medicina Legal de Palmas e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia antes de ser liberado para os familiares realizarem o velório e o sepultamento.
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O g1 entrou em contato com a Polícia Militar para obter mais detalhes sobre as circunstâncias em que o corpo foi localizado, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Equipes da perícia técnica estiveram no local para realizar os levantamentos necessários. Policiais Civis da 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Palmas) atenderam a ocorrência e informaram que já iniciaram as investigações para identificar o autor ou autores do crime.
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Fonte: G1 Tocantins

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Como está a vida do motorista que viralizou ao devolver R$ 131 milhões


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
A vida de Antônio Pereira do Nascimento, motorista que ficou “milionário por um dia” ao receber R$ 131,8 milhões por engano em junho de 2023, segue da mesma forma simples de antes do episódio, mas agora com problemas judiciais devido ao ocorrido. Trabalhando em ritmo intenso para manter o sustento, o tocantinense afirma se sentir desamparado pela instituição financeira e enfrenta um processo na Justiça que se arrasta há três anos.
Na época, ele tinha apenas R$ 227 na conta corrente quando foi surpreendido com o depósito astronômico feito pelo Bradesco. Pai de quatro filhos e avô de 14 netos, o motorista percebeu o depósito sete horas depois, procurou o banco e devolveu o valor de imediato. A honestidade dele foi contada inclusive no palco do programa “Domingão com Huck”, mas, no dia a dia nada mudou. E ainda por cima, as consequências desse caso lhe colocaram como alvo de comentários negativos nas ruas.
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A frustração de Antônio aumentou ao perceber que, além de não receber um agradecimento formal ou recompensa, passou a enfrentar cobranças indevidas.
“Trabalho para comer e não peguei nada, devolvi o dinheiro para eles [o banco], e eles não me deram nada. Eu considero o banco como desonesto. A vezes penso: ‘Se eu soubesse que isso ia dar tanto pepino, eu ia era gastar esse dinheiro mesmo.’ Mas eu não gosto de pegar nada dos outros”, afirmou.
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Erro operacional de banco resultna transferência de R$ 131 milhões para AntônioAntônio Pereira do Nascimento
Reprodução
Mesmo diante das dificuldades, Antônio relatou que atualmente ainda precisa lidar com comentários de terceiros o chamando de “besta” por devolver o montante. “O povo fica enchendo o saco, me pondo na internet, dizendo que eu sou besta demais por não ter pegado o dinheiro. Mas não quero nada dos outros, o dinheiro não era meu, eu não ia gastar”, desabafou o motorista.
O motorista relata que sua conta chegou a ser colocada em uma categoria “VIP”, o que elevou as taxas bancárias sem o seu consentimento, levando o motorista a entrar com um processo judicial contra o banco.
A história do processo atraiu até mesmo criminosos. Recentemente, ele quase foi vítima do golpe do ‘falso advogado’, quando um estelionatário usou a foto de seu advogado real para tentar cobrar taxas falsas sobre o caso que corre na Justiça.
“O cara já está lascado, o cara quer lascar o cara ainda. Eu desconfiei quando ele falou que já tinha danos morais de R$ 150 mil e queria que eu pagasse uma taxa. O advogado não cobrou taxa nenhuma minha, foi de graça”, relatou.
Com a vida repleta de problemas decorridos desse episódio e após três anos sem respostas, Antônio sonha com a realidade em que pudesse usufruir do valor depositado, e conta que gostaria apenas de ter um lar renovado e uma ferramenta melhor de trabalho.
“Se esse dinheiro caísse e eu pudesse usar, ia reformar minha casa e comprar uma van nova para trabalhar. Eu estou aqui bem até, sadio… mas dá raiva. O banco nem me deu atenção nenhuma.”
Homem recebeu quase R$ 132 milhões por engano
Reprodução/TV Anhanguera
Relembre o caso
Em junho de 2023, um erro de sistema do Bradesco fez com que o banco depositasse R$ 131.870.227,00 na conta de Antônio. Após a devolução espontânea, o motorista entrou na Justiça em julho de 2024, pedindo o “direito de recompensa”, previsto no Código Civil em casos de bens achados e devolvidos, no valor de R$ 13,1 milhões (10% do valor total), além de R$ 150 mil por danos morais, alegando pressão psicológica e exposição indevida.
Atualmente, o processo se arrasta na 6ª Vara Cível de Palmas. Em março de 2026, a Justiça decidiu dispensar a oitiva de testemunhas, entendendo que o caso já está pronto para julgamento antecipado.
O Tribunal de Justiça do Tocantins informou que o processo estava pronto para julgamento desde março deste ano, sem necessidade de novas provas. No entanto, o autor da ação apresentou embargos de declaração, recurso utilizado para pedir esclarecimentos ou correções em decisões judiciais. O pedido ainda está em análise e dentro do prazo legal. (Leia nota na íntegra abaixo).
A defesa de Antônio apresentou embargos de declaração para questionar a dispensa das testemunhas e pedir esclarecimentos. O banco Bradesco informou que não comenta casos em andamento na Justiça.
Íntegra da nota do Tribunal de Justiça
O Tribunal de Justiça do Tocantins informa que conforme o andamento processual, em março deste ano, o juiz informou nos autos que o processo estava pronto para julgamento, sem necessidade de novas provas. No entanto, o autor da ação apresentou embargos de declaração também no mês de março. O recurso está em análise e dentro do prazo, com previsão de apreciação na próxima semana. A sentença será proferida após o esgotamento dos recursos.
Embargos de declaração: Os embargos de declaração são um instrumento processual utilizado pela parte para pedir esclarecimento, correção ou complementação de uma decisão judicial, nos casos previstos em lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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Paciente internada após AVC emociona ao reencontrar cachorro de estimação em hospital no TO


Uso de cães em tratamentos de saúde ajuda a reduzir estresse
A paciente Francisca Barreto, de 90 anos, internada na ala de neurologia do Hospital Geral de Palmas (HGP), reencontrou o cachorro de estimação Toby durante uma visita especial. O encontro fez parte de uma ação de humanização voltada a pacientes em situação de maior fragilidade.
O reencontro foi realizado por meio do projeto Dia do Desejo. A ação busca atender pedidos considerados significativos por pacientes em internação prolongada. Para que a visita fosse possível, familiares contaram com o apoio da equipe multiprofissional e do setor de Humanização da unidade.
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Francisca está internada após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O momento ao lado do animal emocionou familiares e profissionais envolvidos na ação.
Segundo o Hospital Geral de Palmas, o projeto busca proporcionar experiências que contribuam para o acolhimento e o bem-estar emocional dos pacientes durante o período de internação.
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A paciente Francisca Barreto, de 90 anos recebeu a visita do Toby.
Luciana Barros/GovTO
Projeto realiza desejos de pacientes internados
De acordo com a unidade, o Dia do Desejo tem como objetivo estimular o engajamento das equipes na realização de ações que promovam uma melhor experiência para pacientes em internação prolongada ou em situação de maior vulnerabilidade.
A iniciativa começa com a escuta dos pacientes e, em seguida, as equipes avaliam formas de viabilizar a realização de um desejo considerado importante para aquela pessoa.
A proposta é fortalecer práticas de cuidado, atenção e acolhimento, fazendo com que os pacientes se sintam respeitados, valorizados e reconhecidos durante o tratamento.
Entre as ações desenvolvidas pelo projeto estão iniciativas capazes de proporcionar momentos marcantes aos pacientes, contribuindo para tornar o período de internação mais acolhedor e humanizado.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Fuga de empresária apontada como lobista antes de operação levanta suspeita de vazamento de informações, diz delegado


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
A fuga da empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva minutos antes da operação da Polícia Civil, que investigou o contrato de terceirização das UPAs de Palmas, levantou suspeitas sobre um possível vazamento de informações sigilosas. Segundo o delegado Romeu Fernandes, a suposta lobista deixou a residência 14 minutos antes da chegada da equipe policial.
“Nos chamou a atenção porque acompanhávamos toda a rotina dela. Sabíamos que não tinha o costume de sair muito cedo de casa e, coincidentemente, no dia do cumprimento do mandado de prisão, saiu de madrugada, por volta das 5h47, cerca de 14 minutos antes da equipe chegar. É algo que precisa ser aprofundado. Ainda não temos uma conclusão definitiva, mas certamente é um indicativo de possível vazamento de informações sigilosas”, explicou.
A investigação apontou indícios de fraude no processo de contratação, possível desvio de recursos públicos e atuação coordenada entre agentes públicos e particulares para viabilizar a parceria entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O contrato, firmado sem licitação, prevê o repasse de R$ 139 milhões.
Nesta terça-feira (23), uma decisão cautelar do Tribunal de Contas Estadual do Tocantins determinou a suspensão do contrato.
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Cláudia Fernanda foi presa após ficar uma semana foragida. Com a conclusão do inquérito sobre a terceirização das UPAs, ela foi indiciada por corrupção ativa, peculato-desvio, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Entre elas estão a ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, que permanecem presos.
Segundo o delegado, os demais servidores que compõem a comissão técnica responderão por peculato culposo, pois não participaram diretamente da elaboração dos documentos, mas os assinaram. Ainda segundo ele, profissionais ligados à Santa Casa foram intimados a prestar depoimento, mas se recusaram a colaborar.
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Empresária Cláudia Fernanda se apresentou à polícia
Reprodução/TV Anhanguera
As investigações também apontam possíveis tentativas de dificultar o trabalho policial, como ocultação de aparelhos celulares, desaparecimento de provas e indícios de vazamento de informações sigilosas relacionadas à operação.
Em nota, a defesa de Cláudia Fernanda afirmou que o relatório da polícia não retrata a realidade e pediu a soltura imediata da empresária. Também declarou que existem falhas na investigação que serão questionadas na Justiça.
Os advogados de Andreis informaram que aguardam decisão da Justiça sobre o pedido de liberdade e o acesso a documentos sob sigilo. A defesa afirma ainda que ele foi indiciado sem ter sido ouvido.
A defesa de Dhieine Caminski foi procurada, mas não respondeu. Em manifestações anteriores, os advogados da ex-secretária negaram irregularidades.
A Santa Casa de Misericórdia de Itatiba informou que está à disposição das autoridades e que não conduziu o processo administrativo da Prefeitura de Palmas, tendo apenas apresentado documentos e informações sobre sua capacidade técnica e de atendimento.
A Prefeitura de Palmas afirmou que irá colaborar com as investigações e informou que os atendimentos nas UPAs seguem normalmente.
Secretária Dhieine Caminski; e o superintendente Andreis Vicente da Costa
Reprodução/Prefeitura de Palmas
Indícios de direcionamento
Apesar das investigações, das prisões e das exonerações, o contrato firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba permanece em vigor. O acordo prevê o repasse de R$ 139 milhões para a gestão das unidades pelo período de 12 meses.
De acordo com a investigação, há indícios de direcionamento na contratação da entidade filantrópica. A Polícia Civil afirma que documentos analisados apontam possíveis irregularidades e sustentam a suspeita de que a escolha da instituição já estaria definida antes da conclusão das etapas exigidas.
O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que irão analisar as medidas cabíveis. Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para aprofundar a análise financeira do contrato, a prestação de contas dos recursos utilizados e a possível participação de outros envolvidos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Arraia avistada na margem do Rio Araguaia chama atenção de banhistas pelo tamanho; VÍDEO


Banhista compartilhou vídeo para alertar
Uma arraia-maçã chamou a atenção pelo seu tamanho em um registro feito por banhistas na Praia do Murici neste domingo (21), em Xambioá, extremo norte do estado. O animal foi visto nadando na margem do rio Araguaia. A espécie possui forma de disco, focinho arredondado e podem atingir até 80 cm de diâmetro e chegar a pesar mais de 60 kg.
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O vídeo compartilhado em rede social por uma internauta já alcançou mais de 18 mil curtidas e 6 mil compartilhamentos. “Olha aí, gente. Bem na ‘beirinha’, galera. Vamos ter cuidado”, diz.
A bióloga Beatriz Vasconcelos explica que o animal encontrado é do gênero Paratrygon, da espécie P. Araguaia, conhecida como arraia-maçã foi recém-descoberta e é típica da bacia Araguaia-Tocantins. Sua população enfrenta ameaça de extinção devido à pesca predatória e aos barramentos.
“É uma espécie recém descoberta. No vídeo, provavelmente está se alimentando. São piscívoras e comem uma ampla variedade de peixes, mas também pode comer alguns crustáceos e insetos aquáticos”, diz.
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Animal foi avistado nadando na beira do rio
Arquivo Pessoal/Mari Borges
De acordo com a especialista, as arraias são parentes dos tubarões e possuem um ferrão serrilhado na cauda, usado exclusivamente para defesa.
A principal orientação para não sofrer nenhum tipo de acidente com o animal é a regra de ouro de arrastar os pés ao caminhar na água. Arraias costumam se enterrar na areia ou na lama para se camuflar, e pisar nelas faz com que se assustem e usem o ferrão como defesa. A bióloga orienta que banhistas e pescadores não tentem arrancar o ferrão do peixe.
“O ideal é não arrancá-lo porque isso causa dor e ferimento ao animal, além de comprometer a estratégia de defesa dele na natureza”, finaliza Beatriz.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia conclui investigação e indicia homem por estupro na frente de viatura da Guarda Metropolitana


Estupro foi regitrado na frente de viatura e base de segurança
Reprodução/TV Anhanguera
Um homem de 26 anos foi indiciado por estupro de vulnerável ocorrido na Praia da Graciosa, em frente à base de segurança da Guarda Metropolitana de Palmas. Segundo a Polícia Civil, no momento do crime, a vítima não tinha condições de resistir ao abuso sexual. Na época, o investigado chegou a se apresentar na delegacia, foi ouvido e liberado.
O g1 não conseguiu contato com a defesa do indiciado.
O inquérito foi finalizado nesta segunda-feira (22). A polícia informou que a investigação foi desmembrada e a apuração sobre a gravação e divulgação das imagens do crime nas redes sociais continua em andamento.
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A Secretaria de Segurança Pública disse que o caso está sob sigilo e, por isso, não serão informados detalhes sobre as investigações relacionadas à divulgação do vídeo.
O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026, em plena luz do dia. Três dias depois, a Prefeitura de Palmas abriu uma sindicância para investigar a suposta omissão de três guardas no caso do estupro. Os oficiais foram afastados da função.
Agora no g1
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A sindicância foi aberta, levando em consideração a gravidade do crime e que a “função da Guarda Metropolitana é a proteção sistêmica da população, e que a suposta omissão diante de um crime ou ato de importunação sexual em frente a uma unidade da corporação fere frontalmente o decoro da classe”.
O g1 solicitou um posicionamento à Prefeitura de Palmas, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
Estupro em frente à base da Guarda
O crime aconteceu quando uma mulher, que apresentava sinais de embriaguez, foi abusada por um homem que se deitou atrás dela. Em imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver a vítima tentando afastar o suspeito, no gramado em frente à base da GMP e em frente a uma viatura da Guarda. O vídeo do crime aparenta ter sido gravado de dentro da base da GMP.
Em fevereiro, a Prefeitura afirmou que os três guardas investigados estavam de plantão no dia e que a sindicância foi aberta para investigar a suposta omissão dos agentes.
Na época, a Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu) determinou o envio de todas as informações do caso ao Ministério Público Estadual (MPTO) e a busca ativa da vítima para que ela tivesse acesso a todos os serviços de acolhimento psicológico e atendimento jurídico por meio da Casa da Mulher Brasileira e Patrulha da Mulher Segura.
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeito no TO decreta ponto facultativo em todas as sextas-feiras de julho


Colinas do Tocantins autoriza música ao vivo em bares e restaurantes
Divulgação/Prefeitura de Colinas
O prefeito José Batista Ferreira publicou um decreto que define ponto facultativo em todas as sextas-feiras do mês de julho de 2026 nas repartições públicas de Colinas do Tocantins, região norte do estado. A medida coincide com o período da temporada de praia no estado, que ocorre em julho e agosto.
O decreto instituiu que nos dias 03, 10, 17, 24 e 31 de junho não haverá expediente nas repartições públicas.
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Na publicação de nº 035, de 18 junho, o documento cita a redução de demanda por atendimento em setores da administração pública do município e o período de recesso escolar para a decisão. O g1 pediu posicionamento ao município, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Agora no g1
O documento publicado pela Prefeitura de Colinas diz que a medida não irá interferir na qualidade dos serviços prestados pelo município e órgãos competentes.
Dirigentes máximos das Secretarias Municipais e entidades da Administração Pública Municipal, deverão elaborar e dar transparência da escala de plantão para o atendimento dos serviços considerados essenciais que não podem ser paralisados ou interrompidos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Espontânea, estudiosa e companheira: quem é universitária do TO que morreu durante viagem de férias


Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos.
Arquivo Pessoal/Celino Santos
Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos, era estudante de direito e morava em Colinas do Tocantins. A jovem morreu no último fim de semana após um capotamento na rodovia PA-411. Ela estava indo para o Rio Araguaia, em Santana do Araguaia (PA), quando o acidente aconteceu.
A jovem nasceu em Aparecida de Goiânia (GO) e se mudou para o Tocantins com a família em 2016. Laisa fazia graduação em Araguaína e ia terminar o curso em 2027. Segundo o pai, Celino Santos, a filha iria tentar um cargo público federal após a faculdade.
“Ela fazia direito porque queria fazer concurso da Polícia Federal. Ela era uma menina dócil demais, nunca deu trabalho em nada, carinhosa demais”.
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Agora no g1
O acidente aconteceu no domingo (21). Segundo a Polícia Militar, a estudante estava acompanhada de outras duas mulheres no carro. O veículo teria perdido o controle ao passar por um buraco e capotou na rodovia, entre as cidades de Nova Barreira e Barreira do Campo, no Pará.
O sepultamento aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (22), em Nova Olinda, cidade onde a família materna de Laisa mora.
O primo Luan Cézar, a descreve como uma pessoa estudiosa e companheira. “Estudiosa. Gente boa demais, não tinha hora ruim para ela. Sempre ajudava todo mundo, companheira, humilde, uma pessoa de bem que não tinha problema com ninguém”.
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Veículo capotou às margens de rodovia
Divulgação/Polícia Militar do Pará
Segundo o pai, Celino Santos, a filha tinha aproveitado as férias para visitá-lo no Pará. Ela chegou no estado na quinta-feira (18) e, no domingo, pediu o carro emprestado para ir ao Rio Araguaia. “Ela foi com amigas do posto e, na estrada, ela capotou o carro, só ela que morreu”.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Santana do Araguaia, que investiga as circunstâncias do acidente e busca identificar o condutor do veículo.
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Fonte: G1 Tocantins

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TCE determina suspensão de contrato de R$ 139 milhões para gestão das UPAs de Palmas


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
Uma decisão cautelar do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE/TO) determinou a suspensão imediata do termo de colaboração firmado entre a Secretaria Municipal de Saúde de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba (SCMI) para terceirização das Unidades de Pronto Atendimento de Palmas.
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O contrato prevê o gerenciamento, a operacionalização e a execução de serviços de saúde, com repasses mensais de R$ 11,5 milhões totalizando mais de R$ 139 milhões por ano. O contrato foi feito sem licitação e se tornou alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Civil.
Com a conclusão do inquérito, dez pessoas foram indiciadas por suspeita de fraude no processo de contratação e indiciadas por como peculato-desvio, peculato culposo, corrupção passiva majorada, corrupção ativa majorada, associação criminosa, lavagem de capitais, favorecimento pessoal e falso testemunho
A investigação levou à prisão e exoneração da ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e do ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada como lobista no contrato, também foi presa.
O g1 e a TV Anhanguera pediram posicionamento da Prefeitura de Palmas e da Santa Casa, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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UPA da região sul de Palmas
Raiza Milhomem/Secom Palmas
A decisão do conselheiro relator José Wagner Praxedes baseou-se em indícios de irregularidades apontados pela área técnica, incluindo a ausência de demonstração da vantajosidade econômica da parceria e a falta de compatibilidade dos custos pactuados com os preços de mercado.
Além disso, verificou-se uma inconsistência cronológica na fase preparatória, uma vez que o parecer técnico que analisou o Plano de Trabalho foi assinado em 19 de dezembro de 2025, enquanto o próprio documento analisado só foi finalizado três dias depois, em 22 de dezembro.
Outro ponto determinante para a interrupção do contrato foi o possível impedimento legal da Santa Casa, devido à existência de decisões irrecorríveis do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo envolvendo a entidade.
O tribunal também destacou que a administração municipal ignorou uma recomendação anterior para não iniciar a execução do ajuste até que a documentação fosse analisada pela Corte de Contas.
Prazo para encerramento
Apesar da suspensão, o TCE/TO optou por modular os efeitos da medida, estabelecendo um prazo de 60 dias para que a Prefeitura de Palmas realize a transição e reassuma a gestão direta das UPAs.
Essa decisão visa garantir a continuidade dos serviços essenciais de urgência e emergência, evitando prejuízos diretos à saúde da população durante o processo de reversão do modelo de gestão.
Como parte do procedimento, o tribunal determinou a citação de diversos responsáveis, incluindo a então Secretária Municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o Procurador-Geral do Município, Renato de Oliveira, para que apresentem defesa no prazo de 15 dias úteis.
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Fonte: G1 Tocantins